Triste sina

Quando fiquei encarregue de fazer a crónica da partida de hoje, foram imediatas as recordações da partida na Mata Real da época passada onde se viu tudo menos futebol.
Com o decorrer da primeira parte, fui tirando algumas notas sobre os acontecimentos sendo de destacar em primeiro lugar a incapacidade da equipa em termos de finalização, uma vez que as oportunidades pelo menos no primeiro tempo foram surgindo, com destaque para o remate à trave de Postiga e um remate de Liedson quando isolado frente a Cássio.
No entanto, nesta fase importa fazer a comparação com o que se tinha visto no jogo anterior. Pela positiva - se é que tal se pode dizer face à ineficácia das alterações - os sectores leoninos pareceram mais "apoiados", com os médios-centro a procurar a bola mais perto dos defesas centrais ou os extremos junto dos laterais, foi novamente evidente o excesso de espaço dado nas costas dos defesas laterais - embora a presença de Daniel Carriço como trinco me pareça que tenha sido uma opção para procurar colocar em campo alguém que compensasse a propensão atacante dos laterais. Até a maior capacidade de criar perigo em lances de bola parada poderá acabar por passar despercebida por todos nós face à tristeza que este jogo (e muitos outros de um passado não muito longínquo) nos proporcionou.
No segundo tempo, voltámos ao marasmo que se tinha verificado exactamente no jogo contra o Nordesjland. Dificuldades na circulação de bola, mau tempo de decisão e recurso frequente ao pontapé para a frente demonstrando o decréscimo ao longo do tempo de jogo das já poucas ideias deste Sporting.
Nuno André Coelho esteve no melhor e no pior da equipa pois apesar de ter rubricado uma exibição com apontamentos interessantes, não é menos verdade que foi surpreendido em três ocasiões pelo avançado do Paços de Ferreira. João Pereira e Valdés confirmaram as indicações que tinham deixado - pela negativa - no jogo anterior.
Destaco as prestações de duas pessoas "mal-amadas" em Alvalade. Hélder Postiga apresentou-se uma vez mais como o jogador mais abnegado no ataque leonino e Rui Patrício impediu uma derrota por outros números com um par de defesas importantes.
Poderíamos entrar no campo dos "se's" sobretudo se alguma das diversas oportunidades de golo tivesse sido aproveitada e o rumo do jogo teria sido diferente. Mas tal não aconteceu...
Será mesmo que se trata apenas uma questão de má finalização? Não me parece e para a história fica que o Sporting começa a nova época com uma derrota na primeira jornada...
EM FRENTE SPORTING!
Com o decorrer da primeira parte, fui tirando algumas notas sobre os acontecimentos sendo de destacar em primeiro lugar a incapacidade da equipa em termos de finalização, uma vez que as oportunidades pelo menos no primeiro tempo foram surgindo, com destaque para o remate à trave de Postiga e um remate de Liedson quando isolado frente a Cássio.
No entanto, nesta fase importa fazer a comparação com o que se tinha visto no jogo anterior. Pela positiva - se é que tal se pode dizer face à ineficácia das alterações - os sectores leoninos pareceram mais "apoiados", com os médios-centro a procurar a bola mais perto dos defesas centrais ou os extremos junto dos laterais, foi novamente evidente o excesso de espaço dado nas costas dos defesas laterais - embora a presença de Daniel Carriço como trinco me pareça que tenha sido uma opção para procurar colocar em campo alguém que compensasse a propensão atacante dos laterais. Até a maior capacidade de criar perigo em lances de bola parada poderá acabar por passar despercebida por todos nós face à tristeza que este jogo (e muitos outros de um passado não muito longínquo) nos proporcionou.
No segundo tempo, voltámos ao marasmo que se tinha verificado exactamente no jogo contra o Nordesjland. Dificuldades na circulação de bola, mau tempo de decisão e recurso frequente ao pontapé para a frente demonstrando o decréscimo ao longo do tempo de jogo das já poucas ideias deste Sporting.
Nuno André Coelho esteve no melhor e no pior da equipa pois apesar de ter rubricado uma exibição com apontamentos interessantes, não é menos verdade que foi surpreendido em três ocasiões pelo avançado do Paços de Ferreira. João Pereira e Valdés confirmaram as indicações que tinham deixado - pela negativa - no jogo anterior.
Destaco as prestações de duas pessoas "mal-amadas" em Alvalade. Hélder Postiga apresentou-se uma vez mais como o jogador mais abnegado no ataque leonino e Rui Patrício impediu uma derrota por outros números com um par de defesas importantes.
Poderíamos entrar no campo dos "se's" sobretudo se alguma das diversas oportunidades de golo tivesse sido aproveitada e o rumo do jogo teria sido diferente. Mas tal não aconteceu...
Será mesmo que se trata apenas uma questão de má finalização? Não me parece e para a história fica que o Sporting começa a nova época com uma derrota na primeira jornada...
EM FRENTE SPORTING!