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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Claques: impunidade e conivência

1: #impunidade: depois do que aconteceu em Alcochete deveria ter havido um outro nível de responsabilização sobre a actuação das claques mas preferiu-se olhar para o lado e esperar que passasse. Só por esse sentimento de impunidade é que se percebe que esta gentinha se dê ao desplante de realizar este número precisamente no PJR que, ao longo destes tempos conturbados, se tem assumido como um local de culto do Sportinguismo (pelo exemplo quase regenerador de que também sabemos bem fazer e que nos tem dado alegrias e títulos) e dos Sportinguistas e a salvo das tricas e armadilhas que nos infectam em ritmo diário. Não estranharia que a fortaleza que tem sido o PJR para os nossos atletas se assemelhe em breve à fornalha que tem sido EJA para os profissionais de futebol.

2: #conivência isto acontece com a conivência de todos nós, porque calamos e vamos admitindo. Uns por conveniência, porque acham que lhes serve a estratégia, outros por receio natural das consequências físicas que lhe pode acarretar uma frase qualquer dita na hora errada e no lugar errado. Não pode haver meias palavras e muito menos silêncio porque o Sporting não tem outros donos do que os seus associados. Estes têm o direito de assistir aos espectáculos no pavilhão ou no estádio ou em qualquer lugar sem serem importunados. 

Se dúvidas houvesse da insanidade que este momento representou, o vogal da direcção com o pelouro das modalidades viu o seu carro apedrejado. Além de ser um ex-atleta do clube, tem 7 títulos europeus sob a sua égide.

Eu sou e sempre fui um fã das claques e é com quem eu gosto de ver os jogos. Mas já está na altura de se fazer o deve e haver da sua existência e ajustá-la às necessidades do clube e não de uns quantos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Agressões, comunicados & paineleiros: casos que nos envergonham

Paineleiros: parece que são escolhidos a dedo, pelo menos para os programas de maior audiência. Ou o Sporting "deixou de ser quem era" ou não representam sequer os paus onde se hasteiam as bandeiras do clube. Como se não bastasse esse distanciamento em relação aos Sportinguistas, prestam-se a figuras tristes, por ignorância, lassidão e total impreparação dos temas que abordam, acumulando vulgaridades. Infelizmente nem a recusa de ver os programas onde participam me impedem de ser atingido pelas suas prestações degradantes, como foi o caso desta semana, protagonizado por Eduardo Barroso.

Obviamente que esta gentinha não representa o Sporting, representa-se apenas a si mesmos. E da forma mais egoísta, apesar de passarem o tempo a bater com a mão no peito e a gritar o amor pelo clube. Não passam de peões de brega na estratégia de audiências dos canais, a troco de chorudas recompensas por arrastarem o nome do clube para a lama das suas tristes prestações.

Agressões & comunicados: Sou um admirador confesso do trabalho exercido pelas nossas claques. É onde, em casa ou fora, me sabe melhor ver os jogos, numa espécie de liturgia indispensável para exorcizar regresso, a saudade e o amor pelo clube. Mas agredir profissionais que se deslocam às nossas instalações para exercer a sua actividade há que dizê-lo sem rodeios, é muito NoNameBoy. 

Este abastardamento tem que ser condenado de forma veemente e não através de comunicados frouxos, que mais não são do que sacudir a água do capote e assobiar para o lado. O Sporting não se pode distanciar do sucedido como se nada fosse. Os actos foram praticados nas nossas instalações pelo que, além prejudicarem a imagem da instituição, terão consequências económicas, quando a factura de reparação da viatura cair na secretaria do clube. 

Para evitar que estas situações se voltem a repetir a direcção do clube tem agora uma oportunidade de agir de forma pedagógica: chamar os responsáveis dos grupos ou grupo envolvidos, comunicar-lhe o seu repúdio, lembrar-lhes o que é e o que representa o Sporting, e exigir o pagamento dos danos materiais causados. As manchas na imagem do clube infelizmente não pode ser assim tão facilmente lavadas.

O surgimento deste caso, habilmente aproveitado pela comunicação social pasme-se!, por ter sido divulgado pelos próprios autores, surge em colisão com a imagem recente do exemplo de fidelidade e amor incondicional com que a Curva Sul vinha sendo citada, recolhendo a admiração até dos nossos adversários.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Dias mau para o Sportinguismo

São dias mau para o Sportinguismo.

Perder no Porto já quase se tornou um hábito, tão comum como ser espoliado pela arbitragem. O que torna tudo ainda mais incompreensível é que até em jogos como o de ontem, em que fomos particularmente inofensivos, não tenha faltado mais uma vez o pé na cabeça a tentar tudo para que à derrota fosse associada uma humilhação. Um anti-sportinguismo primário, visceral que me enoja.

Mau para o Sportinguismo é também ver acumular exibições no dragão jogando a medo, exactamente da mesma forma que jogava o FCP sempre que atravessava a ponte da Arrábida, nos anos da grande depressão azul, que foram nem mais nem menos que as primeiras 8/9 décadas da sua existência.

Reagiu o Sporting pela boca de Luís Duque e também pelos jogadores que, ainda em campo, se olhavam incrédulos para o que se passava. Mas, no que aos dirigentes diz respeito, é chorar após o leite estar há muito derramado. Talvez por estarem demasiado ocupados em fazer uma das chicotadas psicológicas mais ridículas que conheço - insisto: o que se pretende com uma mudança de treinadora 48 horas de um jogo? A forma cabisbaixa como a equipa se apresentou confirmou os meus maiores temores -esqueceram-se de contestar a nomeação do superdragão Jorge Sousa, fundador do núcleo de Lordelo daquela claque. 

Mas pior. O presidente do Sporting, seja ele qual for, não pode elogiar a "competência" de Pinto da Costa, esquecendo-se do que foram os últimos 30 anos do futebol português, sem com isso não estar a divorciar-se dos sócios que representa. Não se pode continuar a sentar ao seu lado quando, por muito menos, se escusou a fazê-lo no camarote presidencial da Luz.

Para terminar este tema fica a contabilidade dos clássicos Antas/Dragão (30anos): G.P. FCP - 15 / G.P. contra FCP - 3 / Expulsões FCP - 10 / Expulsões SLB e SCP - 37. É preciso dizer mais alguma coisa?

Mas o dia de ontem foi muito pior para o Sportinguismo do que apenas uma derrota, mais uma, no dragão. Como foi tornado público ontem, o presidente do Sporting foi vaiado e insultado aquando da recepção no Solar do Norte por uma facção do Directivo XXI, insultos que se estenderam ao hotel onde a equipa estagiava. Só quem tem um enorme vácuo entre os dois pavilhões auriculares pode aplaudir estes métodos para exprimir a indignação, justa diga-se, pelos resultados negativos acumulados.

Este é um sintoma muito claro de que a ausência de vitórias está a contribuir para a degeneração do Sportinguismo pelo qual me apaixonei. E essa forma de estar era diferente, ou pelo menos assim a percepcionava, dos demais na vitória e na derrota. E esses sinais são cada vez mais evidentes na autofagia que alastra, pouco falta para estarmos a comer o cotovelo.

O episódio é ainda mais lamentável porque o associa o nome de um bastião de Sportinguismo na mui nobre e Invicta cidade do Porto e do Norte do País, que muitas vezes são ambos confundidos com os métodos soezes e linguagem torpe de Pinto da Costa. Mais lamentável ainda porque nos faz parecer iguais e porque passa por cima do esforço que muitos fizeram e continuam a fazer para manter o Solar do Norte como ponto de encontro de muitos Sportinguistas. Ao Carlos, ao Bruno, ao Diogo, Gabriel, Tiago, Hugo, Nuno e ao Sr. Leite (espero não me ter esquecido de ninguém, das pessoas que conheço melhor) o meu abraço solidário.

Nota importante: Corre o rumor, cada vez mais insistente, de que Scolari será o próximo treinador do Sporting. Espero que não passe disso mesmo mas, como se costuma dizer, não há fumo sem fogo. A ser verdade isto significaria mais uma fuga para a frente, muito longe de contribuir para resolver o(s) problema(s) do  nosso futebol, além de mais um passo para gastar uma fortuna que não temos. Tal obrigar-me-à a repensar o meu relacionamento com o clube. Serei sempre Sportinguista, mas há momentos em que, por auto-preservação, somos obrigados repensar a forma de melhor nos relacionarmos com os que não são caros.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Afinal Bilbau pode ser impossível

Foto via @NunoMourão
Não consegui evitar ontem, na viagem de regresso, começar a fazer contas de cabeça para a viagem a Bilbau. Não por desrespeito aos adversários - e até ao próprio futebol - mas sobretudo por crer que as nossas ambições se mantêm intactas. Hoje porém temo que tal seja praticamente impossível, mesmo que cheguemos, como espero, às meias-finais. É que, tal como se vê na ilustração do post, os bascos carregaram nos preços para a recepção ao Shalke04, pedindo 90 euros por cada ingresso. A ser assim Bilbau para mim pode mesmo ser impossível.

A reclamação dos alemães faz todo o sentido, mais ainda vindo de adeptos de uma liga que vive um período áureo. Tal é testemunhado pela enorme afluência aos estádios, que faz do futebol alemão a 2ª liga do Mundo de desportos profissionais em número de espectadores, só ultrapassada pela NFL. Os estádios alemães superam os 90% de taxa de ocupação!

Provavelmente esse sucesso tem por base um profundo respeito pelos adeptos, demonstrado não apenas nos preços dos espectáculos mas também na transparência das regras e sua aplicação prática. Para que se tenha uma ideia mais aproximada do que é ser adepto alemão, os preços dos bilhetes de época variam entre os 120 euros do Bayern Münich e os 212 euros do Mainz 05. Estamos a falar dos cidadãos da CE com melhor poder de compra! No entanto, para não transformar a ida ao estádio privilégio para poucos as vendas de bilhetes de época estão normalmente limitadas aos 50% do total da lotação. Além disso existe um sem número de bilhetes específicos para grupos especiais como crianças, reformados, inválidos, etc.

Esse respeito estende-se também aos horários dos jogos, dando-se prioridade ao adepto que vai ao estádio em detrimento do adepto de sofá, não havendo impedimentos para os jogos à mesma hora. O que me interessa a mim que o jogo do clube xpto jogue à mesma hora que o Sporting, se eu puder estar no estádio?

Olhando para o exemplo alemão e para o que se passa em Portugal parece que estamos a falar do último filme de ficção científica que estreou nas salas de cinema. Há dias chamava-me à atenção a preocupação e cuidado do presidente da FPF com a situação dos árbitros. A seguir será com os clubes falidos, com os que descerão de divisão e quase sempre se esquece a razão da existência de toda a máquina e interesses que giram à volta do futebol: o adepto.

O caso particular do Sporting tem passado um pouco ao longe das atenções dos média mas há algum tempo que os adeptos que seguem o clube de forma próxima sofrem as consequências de uma guerra surda sem quartel por parte as autoridades, sobretudo a ala da PSP que monitoriza as claques. Desde isolamento de alguns elementos pré-identificados e subsequente espancamento, tareias indiscriminadas, filmagens inopinadas ao melhor jeito orwelliano, tem acontecido de tudo um pouco. À atenção da direcção do Sporting.

 Ontem, mais uma vez, e de forma totalmente despropositada, houve mais uma carga policial, aqui relatada na Antena1. Sabemos que as claques não são propriamente "clubes de leitura" mas há limites que já foram nitidamente ultrapassados e se a violência gratuitamente for a resposta encontrada para os problemas que as claques possam colocar para que precisamos de dispendiosos "tasks forces" e especialistas?

Notas Bibliográficas: consultar o artigo "La Bundesliga y su magnífico trato a los aficionados"

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Da lição polaca dar uma lição de amor

Foi algo embaraçosa para todos a lição dada pelos suportters polacos no jogo da passada quinta-feira. Durante quase todo o jogo o clamor do seu apoio abafou o das varias claques, dando a sensação que jogariam em casa e estariam em número mais elevado que o nosso, o que não era obviamente verdade.

Esse embaraçoso fenómeno não foi registado em Alvalade pela primeira vez. Quem assiste aos jogos com os nossos maiores rivais (FCP e SLB) ou com equipas com alguns pergaminhos na Liga (SCB e VSC) decerto já o pôde constatar, especialmente quando as coisas correm mal e o ânimo esmorece. Ora precisamente quando a equipa mais precisa, o que anula ou minimiza o factor casa. A explicação é óbvia: tal sucede pela distribuição das claques pelo estádio, fazendo com que os incitamentos se sobreponham e até se confundam por vezes. O que devia ser sincronizado e poderoso resulta numa desagradável cacofonia, fazendo cair por terra o principal objectivo: apoiar e dar força aos jogadores.

No inicio da época foram feitas algumas tentativas da direcção no sentido de juntar as claques. Ouvi alguns reparos em relação à abordagem feita, ouvi também as habituais razões que todos lhes julgam assistir para manter a situação actual. Não será fácil fazer convergir o interesse de todas as partes para que o interesse do Sporting prevaleça.

A questão resolver-se-à precisamente por aqui: assim que se coloque o interesse do Sporting acima dos interesses pessoais, das mágoas, dos antagonismos pessoais estará dado o primeiro e essencial passo para tornar Alvalade uma casa forte para nós. Uma lição de amor que o Sporting merece, até porque ele é, na sua essência, aquilo que nos une. Muito mais poderoso, estou certo, que o que nos separa.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

É fácil bater (n)o Sporting

É fácil bater no Sporting
O Sporting ter perdido ontem no Porto não é propriamente uma surpresa mas esta até podia ter chegado a metade, caso o árbitro não fosse selectivamente míope. Não vale a pena escalpelizar os lances e fazer deste espaço um esgoto parecido com a coluna do “Jogo”. Basta apenas constatar que o árbitro quando se “enganou” enganou-se sempre contra o Sporting para dizer tudo sobre o Soares Dias. A miopia selectiva, se um dia for objecto de estudo, tem nas actuações deste senhor razões mais que válidas acreditar que a doença pode ser de  transmissão  ser genética. E não deixa de ser estranho que um dos “Sportingues” mais frágeis dos últimos tempos tenha que ser  prejudicado para o campeão poder continuar a sua saga de vitórias. Mas no futebol português nada do que parece é e, neste momento é mais do que legitimo interrogarmo-nos se este serviço dos homens a Dias foi um acto religioso: compraram-se as indulgências do papa ajudando simultaneamente o amigo Salvador.


É fácil bater o Sporting
Mas a actuação do árbitro não é razão para não olharmos para a sucessão de erros que caracteriza a época em curso, para o colapso do departamento de futebol,  e cujas as consequências se estenderão pelo menos à próxima época. Torsiglieri, Evaldo Zapater e Valdés, dados como reforços no inicio de época não passam de 2ª´s linhas (demasiado onerosos os 2 últimos, seguramente), mesmo considerando que todos os jogadores do plantel estão em sub-rendimento. O lado esquerdo da nossa defesa ontem, como em jogos anteriores, foi de uma fragilidade confrangedora, permitindo a Falcão ensaiar em jogadas consecutivas a melhor forma de marcar golos. No meio-campo Zapater faz de André Santos um gigante. Valdés é de uma inconsequência e fragilidade perturbadoras. E colectivamente uma equipa que não sabe procurar a bola, quando a tem não sabe o que fazer com ela é uma equipa exposta à sorte e ao adversário que, diga-se, ontem estava perfeitamente ao alcance desta mesma equipa se esta fosse minimamente competente.

Esperança e realismo
Quero olhar com esperança para a próxima época, até porque parece ser difícil ser pior do que esta, mas isso já se dizia o ano passado. Mas também olho com realismo e vejo como óbvio que o Sporting partirá mais uma vez de um nível muito próximo do zero absoluto. É urgente (des)revolucionar o Sporting. Mas o Sporting precisará de pelo menos mais uma pequena revolução no plantel e de se reencontrar com aquilo que nós orgulhávamos de chamar “futebol à Sporting” e que nas últimas 4 épocas foi paulatinamente demolido, descaracterizando-nos. O futebol do Sporting não tem alma nem chama e aí os jogadores, mesmo os piores, estão longe ser os culpados.

Fácil bater nos Sportinguistas
Mais uma vez ontem a bancada destinada aos Sportinguistas foi alvo de uma carga policial. Do local onde me encontrava não me apercebi das razões que a motivaram, mas não ficaria surpreso que tivessem tido origem em picardias entre as nossas claques e os adeptos portistas. Se os responsáveis pelo policiamento do jogo não estivessem ao nível ou até abaixo do comportamento das claques, a carga policial deveria ter sido feita nos camarotes do FCP, onde estavam os responsáveis pela organização do jogo, e que, na ânsia de encher as bancadas, optaram pela irresponsabilidade de colocar os adeptos de ambos os clubes em proximidade pouco cautelosa.O que tem a Liga a dizer sobre isto?

É fácil os sportinguistas baterem-se
Mas o mais confrangedor foi constatar novamente o processo de desagregação daquela que é considerada a maior claque do Sporting e, convém lembrar, a precursora nacional do seu género de organização. Grande parte dos jogos, como o de ontem, são passados à procura de um pretexto que permita o exercício da violência mas, pasme-se, entre elementos da mesma claque, obrigando à intervenção quase sempre negligente da policia (não confundir com carga policial de que falei anteriormente). Ora nos jogos fora os restantes adeptos não têm outra opção senão conviver com este tipo de gente e, em consequência assistir aos jogos em permanente sobressalto e com receio de dizer algo que possa ser interpretado como menos conveniente.

Isto tem custos para o clube aos mais diversos níveis. Ontem atrás de mim, estava um miúdo dos seus 7/8 anos que tinha “obrigado” os pais, que nem gostam de futebol soube-o, a acompanhá-lo. Após diversas escaramuças eles e outros nas mesmas condições foram forçados a abandonar o jogo mais cedo, ante a desilusão dos pequenos, aterrorizados e perplexos com o que sucedia poucos degraus abaixo. Provavelmente estes miúdos só voltarão a um estádio de futebol quando forem adolescentes e, provavelmente também, às escondidas dos pais, se o gosto pelo Sporting prevalecer.

Infelizmente para nós a evidência da degeneração não se limita apenas à Juve Leo. Há quem diga que o Sporting precisa de ser campeão depressa para expurgar os seus problemas, parece-me a mim que não ganharemos tão cedo enquanto não resolver os seus problemas internos. O das claques é apenas mais um.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"Cabe a quem dá, não a quem pede, ditar as condições de paz"

Alvalade parece "terra de ninguém", onde, como usualmente, todos enjeitam as responsabilidades dos seus actos. É o que se conclui do fim do arrufo entre a Juve Leo e a direcção. O presidente afirma que, e sito o que vem no DN, "não fui eu que dei a ordem para tirar as tarjas nem para impedir que entrassem, nem sei quem foi". A Juve Leo aceita placidamente, depressa engolindo a indignação pela censura, contrapondo que a frase "Em 1999 por menos fizemos mais! Preparem as malas!" "não pretendia intimidar ninguém  apenas "marcar" uma posição". JEB "pediu à Juventude Leonina para continuar a acreditar na direcção do Sporting e no sucesso da equipa de futebol" no que parece ter sido bem sucedido, uma vez que  a claque  ficou-se pela exigência de "mais empenho e profissionalismo à equipa." 

Apesar do que temos visto, o pedido da direcção não é de estranhar: porque não hão-de acreditar na actual direcção se entendem que os problemas do futebol do Sporting começam e acabam, como sempre, nos jogadores e não em que está acima deles? Trata-se, como todos sabemos, de uma paz de conveniência, uma vez que quer uns quer outros não querem ver as suas posições confortáveis colocadas em causa, pelo que o desfecho é o esperado. Falta saber quem estava em condições de fazer a paz, ditando as suas próprias condições.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Guerras de alecrim e mangerona

Foi ontem mais evidente o protesto da Juve Leo em Alvalade. Além das tarjas ao contrário e da entrada tardia no estádio, foi exibida uma frase bem elucidativa do actual estado de espírito no seio da claque: “preparem as malas”.

Parecem assim estar criadas as condições para mais uma novela que tem todos os ingredientes para se tornar em mais um capítulo lamentável na história do Sporting como o foram todas as anteriores em que a claque mais antiga do clube saltou da bancada para se assumir como intérprete da vontade dos associados. Não se lhes conhecendo qualquer pensamento consequente ou visão estratégica para o clube a única coisa a esperar será a criação de vazio e o habitual alinhamento com quem esteja na disposição de lhes prestar vassalagem. Apesar da conta em que se têm, e, ao contrário do que querem fazer crer, eles é que precisam do Sporting para serem quem são. O Sporting já existia antes e sobreviver-lhes-á. O Sporting não precisa de golpes inconsequentes com motivações duvidosas, precisa de visão estratégica e de uma mensagem de ânimo e inclusão.

O último que se poderá lamentar do que venha a suceder é precisamente o presidente. Colherá o resultado da relação promíscua que, desde o inicio do seu mandato, mantém com os ultras do clube. Tanto uns como outros estão longe de estar à altura de muitos que os precederam nos lugares que hoje ocupam. Tardam em perceber que o seu tempo já passou e que, ao invés de soluções, representam um contrapeso para o clube.

O Sporting precisa de todos, obviamente. Uma boa forma de o servir pode ser a humildade de reconhecer que está na altura de voltar a ser o que sempre somos: apenas mais um.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A mentira tem qualquer coisa de verdade

Um dia após a realização da AG do passado dia 13, coloquei aqui um post à reflexão dos leitores do blogue, que pode, na altura, não ter sido muito bem entendido por todos. Uns porque estiveram na AG e de nada se aperceberam, outros porque nunca percebem nada, outros porque não ouviram falar de nada. Uma vez que o assunto parece ter saído do limbo onde parecia destinado a perder-se recomendo a sua leitura atenta.

Não tenho por hábito escrever para agitar as águas e se o fiz, da forma que o fiz, foi no intuito de manifestar a minha indignação pelo que OCORREU antes e durante e depois da mesma AG, que julgava ser impossível de ver no Sporting Clube de Portugal. Os que viveram os acontecimentos, sejam eles mandantes, agressores ou vitimas sabem que os factos ocorreram. Acontece que os factos já extravasaram o próprio clube, via Rui Santos.

Talvez por isso mesmo a JL se tenha visto obrigada a produzir um comunicado. Este não tem qualquer novidade, uma vez que, como todos já tínhamos percebido, as cúpulas daquela claque - que não é o mesmo que dizer TODA a JL - vive em união de facto com os actuais corpos sociais. Amancebou-se, diria Jorge Amado. Olhando para o referido comunicado, lembro-me do António Aleixo, poeta do povo:

P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
 
Falta só saber o que é verdade nesse comunicado.

Foi precisamente no intuito de defender o bom nome do Sporting e pelo profundo amor que têm ao clube, que os agredidos resolveram não dar conta pública do sucedido. Uma vez que tal já não é possível, não seria normal, numa instituição saudável, com os órgãos sociais eleitos em pleno exercício de funções, perseguindo a defesa dos interesses do Sporting e não apenas de alguns, a abertura de um inquérito interno, visando averiguar o sucedido? 

Não creio que o acontecido possa ter esquecido. Há de há muito uma ferida aberta no seio do Sporting. Há gente que prejudica impunemente o Sporting, seja na imagem que de nós projecta,  seja na forma subterrânea e sem legitimidade com que se tem imposto. E muitas das vezes pela razão da força e a coberto de uma organização, a JL, que tem uma história demasiado grande para merecer ser confundida com gente menor.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Norte Leonino


Como era do conhecimento público, sobretudo dos frequentadores da blogosfera e os leitores do Jornal Sporting, o Solar do Norte realizou no passado dia 21 a sua I Tertúlia Leonina. Foi um evento que correspondeu às nossas melhores expectativas e julgamos ter cumprido os objectivos a que nos havíamos proposto: colocar os sportinguistas do Norte em contacto uns com os outros, trazer mais pessoas às nossas instalações, fomentar a nossa implantação regional e, em última instância, incrementar o sportinguismo.
Participaram na Tertúlia cerca de 30 pessoas, de várias proveniências: Porto, Matosinhos, Vila Nova de Gaia, Ermesinde, Aveiro, Parambos, Vila do Conde e Lisboa. Como oradores convidados para esta primeira edição optámos por convidar sportinguistas com ideias próprias e esclarecidas acerca do nosso Clube, que conhecemos através da blogosfera e de contactos pessoais. Estiveram presentes Gabriel Almeida (sócio do Solar do Norte e co-editor do blogue Sangue Leonino), Nuno Mourão (do site Sporting Apoio) e José Duarte Pereira (do blogue A Norte de Alvalade). Os temas abordados por cada um, respectivamente, relacionavam-se com os desafios do futuro do Sporting, a implantação da “marca Sporting” na internet e a tentativa de junção das três claques no mesmo sector do estádio e, por fim, o papel da confiança na relação entre sócios e dirigentes. Estiveram presentes vários membros da claque Directivo Ultras XXI, representantes da direcção do Núcleo Sportinguista de Aveiro, do Núcleo de São Tomé e Princípe e ainda da filial Sporting Clube de Parambos.
Durante a Tertúlia não foram abordados com profundidade temas da actualidade futebolística – essa foi, aliás, uma indicação expressa deixada pela organização, uma vez que os objectivos traçados passavam por identificar temas mais estruturais da realidade leonina, numa perspectiva temporal alargada e não dependentes do dia-a-dia do futebol. Após as excelentes intervenções iniciais de cada um dos oradores, o debate alargou-se a todos os presentes e a discussão foi plural e extremamente estimulante. As suas conclusões podem ser vistas clicando neste link do site solardonorte.org, e estão organizadas nos sub-temas Claques, Futebol e Academias, Núcleos e Perigos, Desafios e Oportunidades. Como não poderia deixar de ser, a Tertúlia encerrou com uma prolongada salva de palmas e gritos de "Viva o Sporting!". A mensagem final que ficou foi a importância da união entre todos os sportinguistas e a necessidade de participar activamente na vivência do Clube, seja nos Núcleos seja apoiando o futebol e as modalidades. Numa semana em que o Sporting decide muito do resto da sua época entre Porto e Braga, está na hora de o Norte Leonino mostrar a sua raça e fazer a sua parte.

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