Saber esperar e poder esperar
Ao fim de três jogos oficiais, o novo Sporting não se aproxima minimamente daquilo que os adeptos e apoiantes pretenderiam. Um golo em três partidas oficiais é deveras escasso para uma equipa que pretende desfazer o fosso existente com os seus rivais.
O descontentamento que corre o risco de generalizar é perfeitamente natural face às expectativas criadas e sucessivamente alimentadas. Depois da penúria de épocas anteriores, o ataque ao mercado nesta época e os primeiros resultados da pré-época deixaram antever um "novo" leão. Mas as boas exibições não tiveram seguimento...
Julgo não mentir quando afirmo também que este Sporting caminha ainda sobre gelo muito fino depois dos resultados das últimas eleições. O despique verificado, as dúvidas em torno de resultados e a frustração no contraste vencidos-vencedores ainda vinca algumas trincheiras e não leva ao desejo de queda do Sporting, mas sim o desejo de insucesso de alguns, ficando uma vez mais no meio o nosso clube.
Existem queixas de arbitragem - não no jogo com o Beira-Mar, onde amadores arbitraram melhor que semi-profissionais - tanto nos nossos recintos como nos recintos dos adversários, pois as suas falhas também naturais no início de época acabam camufladas pelo mesmo tipo de erros que nos prejudicam mas apontar o dedo nesta direcção não pode ser suficiente.
É certo que temos um plantel quase novo e existe o desafio de saber reaproveitar ou fazer sobressair as qualidades "escondidas" daqueles que por cá ficaram e como tal, há muito trabalho a fazer. Porém, devem também existir padrões mínimos de exigência e saber reconhecer: Este Sporting está a jogar mal e tem de produzir mais.
Não quero com isto criticar ou duvidar do trabalho de quem está à frente do clube, quero sim, como que colocar os pontos nos i's sendo directo e frontal. Face a tudo o que tem acontecido e todas as novidades e contratempos, poderemos ter de saber esperar mas há medida que se espera, o retorno terá de ser incremental como que uma recompensa pela paciência e esperança depositados.
O descontentamento que corre o risco de generalizar é perfeitamente natural face às expectativas criadas e sucessivamente alimentadas. Depois da penúria de épocas anteriores, o ataque ao mercado nesta época e os primeiros resultados da pré-época deixaram antever um "novo" leão. Mas as boas exibições não tiveram seguimento...
Julgo não mentir quando afirmo também que este Sporting caminha ainda sobre gelo muito fino depois dos resultados das últimas eleições. O despique verificado, as dúvidas em torno de resultados e a frustração no contraste vencidos-vencedores ainda vinca algumas trincheiras e não leva ao desejo de queda do Sporting, mas sim o desejo de insucesso de alguns, ficando uma vez mais no meio o nosso clube.
Existem queixas de arbitragem - não no jogo com o Beira-Mar, onde amadores arbitraram melhor que semi-profissionais - tanto nos nossos recintos como nos recintos dos adversários, pois as suas falhas também naturais no início de época acabam camufladas pelo mesmo tipo de erros que nos prejudicam mas apontar o dedo nesta direcção não pode ser suficiente.
É certo que temos um plantel quase novo e existe o desafio de saber reaproveitar ou fazer sobressair as qualidades "escondidas" daqueles que por cá ficaram e como tal, há muito trabalho a fazer. Porém, devem também existir padrões mínimos de exigência e saber reconhecer: Este Sporting está a jogar mal e tem de produzir mais.
Não quero com isto criticar ou duvidar do trabalho de quem está à frente do clube, quero sim, como que colocar os pontos nos i's sendo directo e frontal. Face a tudo o que tem acontecido e todas as novidades e contratempos, poderemos ter de saber esperar mas há medida que se espera, o retorno terá de ser incremental como que uma recompensa pela paciência e esperança depositados.
Possa Domingos ter a estabilidade que outros mereceram mas possam também os adeptos ver os resultados que merecem. Cedências de parte a parte, mas com ganhos para ambos os lados.
Algo que não apresente estes moldes, será naturalmente, mais do mesmo...
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