Noticias do mercado: o futuro na porta de saída II
Confesso a minha ignorância relativamente ao que deve ser a complexidade das tarefas que incumbem a um presidente e que impacto teria por isso que, na sequência da demissão, a cadeira ficasse realmente vaga. Mas não é difícil de adivinhar que, pelo menos do ponto de vista administrativo, sejam muitos os assuntos de gestão corrente. Uma comissão administrativa poderia provavelmente ser suficiente embora pudesse representar uma perda de tempo por falta de identificação e conhecimento das matérias. Já do ponto de vista da gestão desportiva não tenho dúvidas que, face ao que se vai e o que não se vai fazendo em Alvalade, que melhor seria que não estivesse ninguém.
É que é cada vez mais difícil de perceber porque se continuem a tomar decisões com impacto no futuro do clube tão absurdas e desconexas como o empréstimo de Eric Dier ao Everton, sob o ridículo pretexto de dar uma «oportunidade para o atleta crescer numa conjuntura competitiva mais exigente.» e não se toma a medida de fundo que o Sporting mais necessita no momento: a demissão do treinador. Quanto mais não fosse para nos poupar às figuras ridículas como as da conferência de imprensa de ontem.
É que é cada vez mais difícil de perceber porque se continuem a tomar decisões com impacto no futuro do clube tão absurdas e desconexas como o empréstimo de Eric Dier ao Everton, sob o ridículo pretexto de dar uma «oportunidade para o atleta crescer numa conjuntura competitiva mais exigente.» e não se toma a medida de fundo que o Sporting mais necessita no momento: a demissão do treinador. Quanto mais não fosse para nos poupar às figuras ridículas como as da conferência de imprensa de ontem.

