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segunda-feira, 23 de julho de 2018
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Porque ganham uns e outros não II
A equipa de futsal do Sporting arrecadou este fim-de-semana mais um troféu, a Supertaça, que lhe permite cimentar a liderança a nível nacional da modalidade. O Sporting conseguiu até hoje 9 campeonatos nacionais, 2 Taças de Portugal e 4 Supertaças. Este ano foi um ano de importância primordial para a modalidade no nosso clube, uma vez que conseguiu superar com mérito e distinção um período de menor fulgor competitivo, ao qual, entre as mais variadas razões, estarão a menor capacidade de investimento em relação aos rivais de sempre.
Há dias dei aqui à discussão as razões do sucesso do Braga, que parecia ter surpreendido muita gente, nos quais só parcialmente me incluí. Contudo, concluí na altura o que continuo a pensar que é necessário ao Sporting para voltar a ser o que foi no futebol nacional: não precisamos de imitar ninguém para voltar a vencer, basta para isso que se volte para os princípios que estão na sua génese, na nossa história e no nosso lema. Mas enquanto não formos capazes de o fazer, pelo menos que siga os bons exemplos. E temos bons exemplos dentro de casa, como se pode ver pelo futsal ou até pela ambição revelada na conquista pioneira da Taça Challenge pela equipa de andebol.
Não ignoro as enormes diferenças que separam o futsal do futebol de 11. A atenção mediática, os jogos de interesse, o dinheiro envolvido, a ausência do tentacular FCP, etc, etc. Mas, quando se olha para o percurso do futsal no Sporting vejo estabilidade na secção, trabalho militante mas discreto, e a opção pelos melhores treinadores da modalidade. É notória também uma empatia natural entre equipa e adeptos, a que não deve ser alheia a presença de jogadores de enorme qualidade e carisma como João Benedito. Quando se ganha tantas vezes, numa luta muitas vezes desigual, não é seguramente por acaso. O mesmo se pode dizer quando nos afastamos vezes sem conta do sucesso.












