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domingo, 22 de agosto de 2010

a morte de Alvalade


O Sporting é o Sporting, vive-se, sente-se, ama-se. Poderemos até estar cansados de ama-lo (eu estou cansado), mas o Sporting é imortal e far-nos-á voltar sempre a casa, sem sermos filhos pródigos.

Mas, o Sporting está pejado de filhos pródigos. Escuso-me a contar a parábola do filho pródigo, sobejamente conhecida de todos, mas olhando bem para Alvalade, não podemos deixar de constatar a abundância daqueles que vão e regressam em nome do seu próprio interesse, servindo-se sem servirem o Clube que os vai acolhendo.

O Sporting somos nós e sem nós não há Sporting. Quem somos nós? Os que pagamos as quotas, os que percorrem o país e a Europa a apoiar o clube, os que se dignam a ir às Assembleias Gerais, os que compram ou assinam o Jornal do Clube, os que vão fazendo pequenos sacrifícios em prol do seu sentimento, vivência e amor inexplicável, o Sporting.

Depois, há os tais filhos pródigos, Sportinguistas que gostam de percorrer os corredores do poder de Alvalade, não para tornar o Clube mais forte e competitivo, mas apenas porque é fino percorrer esse corredor, é fino ser-se do Sporting, além de dar jeito para a concretização de interesses e negócios que a todos servem, menos ao Sporting.

O meu negócio quando vou à bola, é beber umas cervejas com os amigos, torcer pelo Clube e regressar a casa, feliz da vida ou com uma cachola do caraças, como vem sendo hábito ultimamente. Diferentemente, há quem fume um bom charuto (nada contra) e vá vendo o jogo sem o mesmo fervor do adepto, porque o que mais lhe interessa é ser visto, falar com fulano e sicrano em prol do suposto interesse ou negócio. A bola não é um prazer, mas sim um álibi, um trampolim para algo mais do que o simples orgasmo que um golo leonino pode provocar.

É verdade que tanto a blogosfera como a imprensa estão carregadas de crónicas e dissertações sobre o momento actual do clube, momento esse que perdura e teima em manter-se actual. Num mundo cada vez mais volátil é interessante verificar que em Alvalade está tudo na mesma de há uns anos a esta parte, ou seja, tudo decadente, sem alma, sem crença nem glória. Não vou entrar na discussão já estafada, sobre os conhecidos problemas que estão a matar o Sporting.

Na Revista do Expresso da semana passada, o Presidente do FCP, Pinto da Costa, concedeu uma interessante entrevista, onde, entre outros temas, abordou as relações com os rivais. Já não há rivais. Apenas há um rival. O Sporting? Esses “são nossos amigos”, referiu o edil Portista.

Pinto da Costa tornou o seu Clube no segundo grande e afastou-nos para terceiro por muito que nos custe admitir. Tratou-nos quase sempre como amigos, ao longo dos anos, adormecendo-nos e explorando ao máximo a nossa rivalidade histórica com o velho rival. Nós, (os filhos pródigos de Alvalade) foram quase sempre na cantiga. O resultado está bem à vista de todos. Pinto da Costa sairá do FCP quando este ultrapassar o SLB em número de troféus conquistados e morrerá com a esperança de que o seu neto pode vir a pertencer ao maior Clube Português, mesmo em número de adeptos.

O Sporting, por razões históricas derivadas do seu código genético, jamais poderia pautar a sua actividade mediante determinadas práticas menos éticas, nada condizentes com os valores e pergaminhos do Clube que sempre se soube diferenciar dos seus rivais quanto à postura social e desportiva dentro e fora das quatro linhas.

Isso é legítimo, admirável, defensável e devemos continuar a pugnar pela verdade, pela irradiação dos apitos, dos túneis e da fruta do futebol português, que está falido e com a reputação pelas ruas da amargura. Não significa isso que se abandone a cruzada contra o sistema conhecido, outrora liderada por nós, que não se tenha posição sobre nada, continuando a ser anjinhos, completamente apáticos, parecendo que nada importa, mesmo quando está em causa a defesa dos nossos mais elevados interesses do Clube.

Parece que já não contamos, somos constantemente ignorados, ninguém nos teme, ninguém nos passa cartão. Tornou-se banal ganhar um jogo ao Sporting, tornou-se banal prejudicar o Sporting, tornou-se normal tratar mal o Sporting, porque quem representa o Clube, pouco ou nada se importa com isso nem nada parece estar a fazer de forma assertiva para alterar esta penosa situação que se abateu em Alvalade.

20.057 almas, estiveram quinta-feira em Alvalade num jogo europeu. Eu estive lá. Fiz meia dúzia de telefonemas a amigos, antigos companheiros de lugar em Alvalade, todos sócios, todos residentes na área de Lisboa. Nota dominante: todos continuam sócios, todos pagam quotas, nenhum vai a Alvalade. Estão realmente cansados de amar este Sporting. Estão cansados de se deitar e acordar no dia seguinte com o sabor amargo da derrota, do desvario, da falta de rumo e de horizonte, precisamente aquilo que no "nosso amigo" a norte não se passa.

O Sporting como o conhecemos, parece já não existir, parece estar a morrer, padecendo de uma doença crónica que todos os dias vai comendo um pouco mais da nossa alma. É todo o pomar que parece estar podre. É mau de mais, como diz Santana Lopes, o homem que tem medo dos elevadores do dragão, "responsável" pela debandada de milhares de sócios quando foi Presidente do nosso Clube.
Mas o nosso Sporting existe, ainda vive, não precisa de ser ressuscitado, porque não morreu. Não estamos reduzidos às cinzas do antigo estádio que parece que nos levou a alma e a mística. A morte de Alvalade parece ser uma certeza para muitos. Pior do que isto parece-nos difícil, mas a verdade é que continuamos a escorregar para o fosso a cada dia que passa. Não haverá reestruturação financeira que nos valha se continuarmos reduzidos a este fosso, a este vazio, a este penoso caminho.

Há quem acredite na morte do Sporting. Nós podemos salvar o Sporting. Os meus amigos, sócios, que ficam em casa, podem salvar o Sporting. Todos aqueles que deixaram de ir a Alvalade pelas razões que sabemos, podem salvar o Sporting. Há certas alturas na vida, que é preciso dizer bem alto: o povo é quem mais ordena. Aquele povo de que Marco Aurélio falou, pode salvar o Sporting, precisamente para evitar a morte de Alvalade e acabar com o estigma.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Vai começar a rolar...



Faltam menos de 24 horas para a bola começar a rolar. Já aqui referi a importância que os primeiros jogos têm numa prova como o campeonato e a importância que este campeonato representa para o Sporting. As expectativas nem estão muito elevadas, nem demasiado baixas, na verdade, estamos mais racionais, por força das circunstâncias, mas sempre com uma enorme fé e paixão.

Infelizmente tenho que concordar com a nossa classificação projectada no post anterior para a grelha de partida. Mesmo sabendo que o carro está mais potente, com mais cavalos e cilindrada, terá que haver mestria no piloto, na equipa de apoio, na direcção e nos próprios adeptos, para conseguirmos fazer a diferença.

Creio que olhamos para esta época que se vai iniciar com um misto de cepticismo e de entusiasmo. Cepticismo, porque, como diz o provérbio, gato escaldado de água fria tem medo. Reforços já com alguma idade, a incógnita quanto à equipa técnica, o pesadelo que foi a época passada, estranha, pródiga em problemas e mais problemas, alguns deles ainda por resolver.

O entusiasmo de sempre, gerador de emoções. A camisola verde e branca, carregada de mística, o nosso orgulho, a nossa cor, a nossa paixão, o Sporting Clube de Portugal, um ideal, uma crença, uma fé.

Olhando para a nossa equipa, continuo a pensar que necessitamos de um defesa central, sólido e experiente, um comandante da defensiva leonina, que imponha respeito e segurança. Há quem defenda que necessitamos de mais um guarda-redes. Se o Sérvio não for recuperado e integrado, também defendo que sim. Para fazer evoluir Patrício, que deve ser apoiado, porque é um puto da casa e tem futuro.

No meio campo, sector em que mais nos reforçamos, penso que estamos fortes, embora com demasiadas opções para a mesma zona do terreno, a posição 6. Se Zapater for craque, com Maniche, Pedro Mendes, André Santos, Matias, Izmailov (se por cá ficar) Vuckcevic, Valdés, e a jovem promessa que constituí Salomão, não há dúvidas que estamos mais fortes.

O ataque preocupa-me, mas a verdade é que temos 5 avançados. Se Liedson voltar aos bons velhos tempos e fizer 15 a 20 golos no campeonato, penso que a coisa se resolve. Arranjar parceiro para o levezinho é que não tem sido tarefa fácil. Postiga, em forma e confiante (algo que infelizmente não tem acontecido) parece-me ser a melhor solução. Sinto saudades de um matador em Alvalade, que nos dê confiança e alento. O Levezinho já não resolve? Desaprendeu? Está ficar velho? Nada disso, esperamos nós. O grande problema é que o seu comportamento não é consentâneo com o estatuto que aparentemente possui nas quatro linhas e isso por vezes, pode ser fatal.

Em termos tácticos, do 4-4-2 clássico, ao 4-2-3-1, passando pelo 4-1-3-2 ao 4-3-3, de tudo um pouco foi ensaiado. Creio que o 4-3-3 é o sistema em que menos teremos hipóteses, considerando a falta de avançados/alas. É verdade que Valdés, Salomão e Vuck, podem desempenhar a tarefa, mas falta rotina e cultura táctica para jogar nesse sistema. Vai também existir um outro problema, que poderá condicionar, alterar, influenciar ou definir o esquema táctico: como conciliar um médio defensivo com Maniche e um médio ofensivo em campo, utilizando 2 avançados? Ou se joga sem alas, ou então utiliza-se o 4-4-2 clássico e sacrifica-se o médio ofensivo (Matias). Jogando apenas 1 avançado, dará para manter os alas, o pivô defensivo e o médio criativo. Questões para Paulo Sérgio resolver e daqui resultará o sistema táctico, que pode bem mudar no próprio jogo, sinal de que as rotinas e a cultura de jogo estão perfeitamente assimiladas.

Independentemente do sistema e de tudo o resto, amanhã e sempre, compete-nos apoiar o nosso Sporting, crescer com esta equipa, dar-lhe confiança e solidificar a relação equipa/adepto para juntos alcançarmos o grande objectivo.

Para nós, o Sporting é a melhor equipa do mundo, amanhã e sempre!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Izmailov e o Sporting


Marat Izmailov tinha todas as condições para se tornar num símbolo leonino, adorado pela massa associativa. O Russo, além de ser um jogador de elevada qualidade, aparenta ser uma personalidade serena e humilde, racional, esforçado e dedicado, atributos normalmente apreciados nos profissionais de futebol e que na verdade, distinguem os bons dos maus profissionais, não apenas no futebol, mas em tudo na vida.

As constantes lesões que amaldiçoam o 7 leonino, camisola que parece estar amaldiçoada desde a saída de Luís Figo de Alvalade, têm impedido o “tigre” Siberiano de mostrar todo o seu potencial com constância e sustentabilidade.

Porém, a espaços, Izma, tem-nos brindado com requintes de classe, contagiando os adeptos com a fragrância do seu futebol. Parece ser um futebol com um toque e pormenores algo diferentes, do futebol de um europeu latino ou de um sul-americano, o que confere a Izma o estatuto de “jogador diferente” do padrão normal a que estamos habituados no campeonato português.

Essa diferença, não pode no entanto desviar-se das quatro linhas. Fora delas, Izmailov deve tratar e ser tratado de forma idêntica aos restantes profissionais que servem o Sporting Clube de Portugal.

Os acontecimentos da eliminatória com o Atlético de Madrid, na época passada, espantaram tudo e todos. Ainda hoje é uma história “mal contada”, com contornos algo estranhos: o jogador queixou-se com dores, não sentindo apto para defrontar o Atlético em jogo decisivo a contar para a Liga Europa. O departamento médico do Clube, dava o atleta como apto.

O que deveria ter acontecido a partir daqui?

Ou o jogador era convocado prevalecendo a opinião do Departamento Médico ou tendo em conta as queixas do atleta, optava-se por deixá-lo recuperar da suposta lesão, não o convocando. Vistas as coisas desta forma, o problema ou o caso não existiriam e nada do que se passou se passaria, nem a imprensa, ávida de casos, empolgaria aquilo que aparentemente parece ser algo normal na vida de um atleta e de um clube.

Assim seria se houvesse sensibilidade e bom senso no tratamento destas situações, precisamente, o que faltou, considerando que as posições se extremaram, ao ponto do caso continuar a fazer mossa em Alvalade e a correr tinta nos jornais.

Por entender que o jogador não queria ajudar o Clube no decisivo jogo de Alvalade, o Director Desportivo, solicitou ao atleta que abandonasse o estágio “ em nome da estabilidade do grupo e da equipa”.

A partir daqui Marat Izmailov “desapareceu” misteriosamente por dois dias, não cumprindo as suas obrigações profissionais, ou seja, apresentar-se na Academia para treinar ou ser tratado na recuperação da suposta lesão. Provavelmente, foi aqui, que Marat perdera a razão em termos jurídicos.

O direito do trabalho que opine quem tem razão no caso, sendo que deve haver a tal sensibilidade e bom senso para avaliar tais comportamentos e situações. Nem só de dor de pernas poderão padecer os profissionais de futebol. O jogador poderia não estar psicologicamente bem por razões diversas e ao departamento médico penso que não caberá apenas tratar ou avaliar a condição física dos atletas, porque sem a mente sã, dificilmente haverá um corpo são. Em Alvalade não há uma estrutura capaz de avaliar e tratar situações que escapem ao padrão normal da actividade quotidiana que a gestão futebolística impõe. O departamento de futebol do Sporting não soube lidar com esta situação, ponto. Fica claro, a ausência de uma personagem como, Manolo Vidal, ou alguém com perfil idêntico, com perspicácia suficiente para lidar com este género de situações, evitando males maiores.

Hoje, sabemos no que desaguou toda esta história mal contada. Sangue, suor e lágrimas. Um atleta em rota de colisão com o Clube, subvalorizado e com clubes à espreita a ver se o levam por meia dúzia de cascas de alho. O atleta vai forçar a saída do Clube, seja pela via jurídica, seja através da pressão constante que o seu empresário e a imprensa empreenderão, podendo com isso vir a desestabilizar o próprio grupo na presente temporada.

Não estou com este post a defender ou a criticar o atleta. A mim, enquanto sócio e adepto do Sporting, interessa-me que o Clube saiba tratar estas situações, porque quem perde com elas, desportiva e economicamente, é única e exclusivamente o Sporting.
PS: O post foi reeditado para correcção de lapso verificado pelo nosso leitor Nelson Santos.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Abrir um novo ciclo

A bola vai começar a rolar e com ela vão desenrolar-se emoções, frustrações, anseios e desejos. O mais importante é que a bola role e role bem. Se possível, evitando polémicas no dia seguinte. Afinal, hoje em dia, perde-se mais tempo a entender os caminhos da bola fora do relvado do que a vê-la rolar no tapete verde.

No Sábado, o nosso Sporting desloca-se à capital do móvel para defrontar um Paços de Ferreira sempre difícil no seu reduto. O primeiro jogo do campeonato é sempre muito importante. Se há adeptos que entendem que um mau começo se pode desvalorizar, por ainda faltar muito campeonato, eu sou daqueles para quem os primeiros três pontos são deveras importantes. Desde logo porque elevará o moral das tropas e assim sendo serão mais fáceis de conquistar os segundos três pontos. Grão a grão, jogo a jogo, todos são importantes e assim se faz a caminhada do campeão.

Este é para nós um campeonato muito importante, por vários motivos. Tantos que não terei espaço para os descortinar a todos, mas aqui ficam, na minha opinião, os mais importantes.

O Sporting mudou de direcção há um ano. As expectativas elevaram-se imenso, mas caíram a pique com a época desastrosa. Seria importante para o Clube vivenciar um período de estabilidade política e económica. Só assim se poderá solidificar um projecto e conquistar um ciclo vitorioso, algo que nos falta há imensos anos. Sem resultados não haverá estabilidade. Sem estabilidade não haverá ciclos vitoriosos.

O fosso entre nós e os nossos rivais tende aumentar, a vários níveis. O nosso estádio está mais próximo em número de espectadores de um clube como o Vitória de Guimarães do que dos nossos rivais e isso é significativo. Em número de títulos, estamos por hora arredados de tal luta, factos que apenas nos deve motivar a estreitar esse fosso. Dai se reforça a ideia de que necessitamos de iniciar um ciclo vitorioso.

Os Sportinguistas são o património mais importante do Sporting Clube de Portugal. Sem Sportinguistas não há Sporting. Diz o marketing leonino, diz o bom senso. O Sporting dispõe de um potencial adormecido, desmotivado e sobretudo céptico, talvez adormecido. É preciso conquistar novamente a confiança destes Sportinguistas, que são as peças mais importantes de uma máquina que precisa de rolar em uníssono, no caminho da glória. É por isso que considero importante este campeonato, esta época. Para que pelo menos sirva para atenuar a amargura e a desilusão que se apoderou de muitos leões em todo o mundo, fazendo-os vivenciar novamente a paixão leonina com todo o seu esplendor. E assim será mais fácil demonstrar todo o potencial do Sporting.

Sei que muitos de nós olham para o plantel, para a equipa técnica e para a direcção com elevado cepticismo. Sei que muitos de nós vivenciam um misto de resignação e impotência. Todos nós podemos transformar essa resignação num desafio e essa impotência num exercício de força colectiva para embalar o Sporting numa grande época. Se no final vencermos, vence o Sporting.

O Sporting precisa de nós e nós não vivemos sem o Sporting!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Balanço

O balanço que podemos fazer da participação do Sporting no Torneio nos EUA, é francamente positivo. Não me refiro somente à componente desportiva e competitiva, ainda que essa seja sempre a razão de ser de qualquer digressão leonina neste âmbito.

Nos EUA vive uma significativa e sólida comunidade Lusa, especialmente neste estado de New Jersey. Como não poderia deixar de ser, existe também uma vasta percentagem de leões nesta comunidade. A vitalidade e o dinamismo que os vários núcleos leoninos apresentam, são a prova evidente da força leonina que existe no outro lado do atlântico.

Neste sentido, o Sporting deu um passo em frente no que respeita ao reforço dos laços de fraternidade com os seus sócios e adeptos, fomentando a cultura e espírito leonino. Deu também um passo de gigante no que respeita à solidificação da sua “grandeza” e do seu prestígio internacional. Há muito que não se fazia uma digressão deste calibre, ainda por cima com sucesso.

No plano desportivo, a equipa cumpriu as expectativas. Defrontou adversários de Liga Europa e de outro campeonato, mais competitivo que a Liga Portuguesa. Venceu o torneio, deixou excelentes apontamentos e contribuiu significativamente para abalar o cepticismo e as reservas que vão dominando o espírito dos sócios e adeptos.

Quer isto dizer que devemos embandeirar em arco? Não, pelo contrário. Devemos manter a lucidez, não deixando de ter consciência que estamos mais fortes e dispomos de mais recursos do que na época anterior, como não poderia deixar de ser.

Creio que necessitamos de um ponta de lança e mais um central. Um central de qualidade, porque não acredito na regeneração de Polga, que espero, ainda venha a ser transferido. Se não for, oxalá, me engane e possamos assistir a uma grande época do central brasileiro. Pongolle, saiu caro demais e ou se dá um milagre ou será mais uma época para esquecer, daquele que é dos reforços mais caros da história do Sporting. Liedson entrará em declínio. Não apenas pela idade, até porque ainda pode fazer mais uma ou duas épocas com nível, mas porque as várias lideranças parecem estar a acabar no seio do grupo para passar a existir apenas uma liderança. Não sei como é que o “levezinho” vai encarar que ninguém está acima do Sporting. Isto pode parecer um paradoxo, tendo em conta o episódio da braçadeira de capitão.

Li a entrevista que Costinha concedeu à Revista do Expresso desta semana. Gostei do que li e comungo da ideia geral do Director Desportivo. É preciso acabar com o clima de guerra civil que todos nós vamos fomentando aqui e ali, falar a uma só voz, com união, em nome do Sporting Clube de Portugal.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Valdés é Leão!






O Zapata, já é leão.

Finalmente, um craque com curriculum em Alvalade. De uma série de vídeos que estive a ver, seleccionei este golo que marcou ao Milan, em Fevereiro da época passada. Não engana. Zapata tem todas as condições para se tornar no novo craque de Alvalade.
Curiosamente não foi seleccionado para o Mundial, ao contrário do seu colega Matías, de quem todos esperamos muito esta época. Inspirados em Pablo Neruda, façam da bola poesia e perfumem o futebol leonino com talento, magia e ambição.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Negócios à Porto!



Eu desconheço qual será a verdadeira versão dos factos. Também não vou perder muito tempo a procurar dissecar os rios de tinta que ainda vão correr sobre este negócio. Já li e ouvi o que tinha para ler e ouvir. Uma coisa é certa: O FCP não está a construir um Porto à Sporting e o Sporting não consegue satisfazer o desejo do seu edil em construir um Sporting à Porto. Mais certo ainda é que o Porto fez mais um negócio à Porto e o Sporting continua a fazer negócios à Sporting.

Moutinho terá as suas razões e o Clube terá também mais do que razões para se querer ver livre dele. Não nos podemos esquecer que no inicio da época 08/09 o jogador foi peremptório ao afirmar que se queria ir embora, declarações nada condizentes ou próprias de um capitão formado no Sporting. Não nos podemos esquecer de outras coisas que todos fomos sabendo. Não podemos ser líricos nem utópicos: já não há capitães nem velha guarda como foram o Manel, entre outros. Apesar de assim ser, custa a crer que a Academia não consiga incutir nem o espírito nem a cultura leonina nestes jovens, cujo desejo após emancipação é verem-se livres do Sporting o mais depressa possível.

Mas afinal, qual é a função da Academia? Talvez o post que me antecede do Leão de Alvalade consiga enquadrar melhor este problema.

Eu aqui perguntei: que modelo, Sporting?

Uma coisa é certa, Moutinho, um jogador à Porto, educado à Sporting, vai agora para um clube onde jamais lhe perdoariam se dissesse que se queria ir embora. Ironia do destino: assim se se faz um Sporting à Porto.

O Clube e todos nós, precisamos urgentemente de um divã. De preferência idêntico ao da foto, onde possamos enterrar todos os fantasmas que nos perseguem.

A minha posição sobre este caso e tudo que o rodeia encontra muita razão nesta bancada.

sábado, 8 de maio de 2010

Fim!!!





Finalmente chegou ao fim a época 2009/2010. Como diz o povo, esse mesmo do tempo de Marco Aurélio, “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe”.

O que fazer com ela? Gravar, ou apagar? Para esquecer ou para lembrar?

Pelo Sporting Clube de Portugal, instituição que está acima de todos nós, pelos milhares de atletas que nas várias modalidades serviram este clube com honra, com dignidade, com esforço, devoção, dedicação e glória, pelos milhares de sócios e adeptos espalhados pelos quatro cantos do mundo, pelos valores, pela crença, pelos ideais leoninos, pela história, pelo futuro, será bom que se retire a devida lição, para que na próxima época não se continue a matar o Sporting Clube de Portugal.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Porquê Paulo Sérgio?


O que tem Paulo Sérgio, que não tem Manuel Fernandes?

Tem mais curriculum?

Tem mais experiência?

Tem mais cultura táctica, técnica e competitiva?

O que tem Paulo Sérgio, que não tem Carlos Carvalhal?

Quais as razões que levaram à contratação de Paulo Sérgio?

Porquê Paulo Sérgio?

No actual contexto e considerando que a próxima época se reveste de crucial importância para a vitalidade do Clube, as expectativas da família leonina relativamente ao próximo treinador eram imensas. Não creio andar longe do sentimento geral: suspira-se em Alvalade, por um líder experiente, carismático e com créditos mais do que firmados.

Recordo o que ainda há poucos dias escrevi sobre esta importante escolha: “O êxito da próxima época, em termos financeiros e desportivos, passa decisivamente pela escolha do novo treinador. Uma aposta falhada, que não transmita a necessária credibilidade e confiança aos jogadores e ao mercado, será um autêntico desastre. O clube afundar-se-á ainda mais no labirinto em que se encontra e mais problemático ainda, será partirmos para uma prova com a sensação que já entramos a perder.”

Não vou colocar em causa a competência técnica do treinador Paulo Sérgio, mas não posso deixar de colocar as questões acima formuladas e ainda outras que me vão ocorrendo enquanto vou digerindo a escolha do próximo treinador do Sporting Clube de Portugal.

Boa sorte, Paulo Sérgio.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Venha a próxima época!

Venha a próxima época. É a frase que mais se lê na Blogosfera leonina, expressando o desejo da nação leonina. Venha a próxima época. Venha, porque esta foi um autêntico tormento para os adeptos leoninos. O que mais nos irá acontecer até ao final? Faltam 4 jornadas, é certo, mas dado o actual momento de instabilidade e deriva estratégica, a qualquer momento, pode acontecer mais um caso ou desvario.
Venha a próxima época, que já começou a ser (mal) preparada. É preciso um timoneiro de uma nau que se tem vindo a afundar. Um timoneiro com mística e autoridade suficiente para impor respeito, fora e dentro do balneário. Se assim for, o campo estará inclinado menos vezes, não haverá socos na cabine e a imprensa não colocará dia sim, dia não um dos nossos no mercado Inglês ou italiano, como forma de permanente desestabilização.

E tendo um elenco directivo sobre brasas, considerando os constantes tiros no próprio pé até ao presente momento, mais premente se torna encontrar um timoneiro com um perfil irrepreensível, não apenas em termos técnicos e tácticos, mas sobretudo, como líder. Alguém que devolva esperança ao Sporting e seus adeptos. Alguém que tenha um discurso enérgico e positivo. Alguém que saiba colocar as coisas no devido lugar, com “matreirice” suficiente para condicionar as investidas externas ao interior do grupo, que tanta mossa fez na presente temporada.

O êxito da próxima época, em termos financeiros e desportivos, passa decisivamente pela escolha do novo treinador. Uma aposta falhada, que não transmita a necessária credibilidade e confiança aos jogadores e ao mercado, será um autêntico desastre. O clube afundar-se-á ainda mais no labirinto em que se encontra e mais problemático ainda será partirmos para uma prova com a sensação que já entramos a perder.

Muito se tem falado nesse próximo timoneiro. Não faltam nomes cujos perfis variam conforme os gostos. Com o devido respeito por Carvalhal, que devolveu aos Sportinguistas o prazer de voltar a ver a equipa a jogar um futebol aceitável, tendo em consideração as circunstâncias diversas em torno do Clube, ficou para mim claro, que no actual contexto e momento do Clube, é necessário um treinador com outro perfil. Alguém que entre em qualquer lado para ganhar, coisa que não aconteceu ontem à noite na luz, apesar de o campo ter estado inclinado, sobretudo aos 22 e aos 47 minutos.

Venha a próxima época.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Em Frente, Sporting!


Não podia ter começado de forma pior o jogo de hoje para a Liga Europa, frente ao Atlético de Madrid. Aos 4 minutos, já o Sporting perdia por uma bola. Aguero aproveitou o enorme espaço concedido pela defesa leonina.

Sendo o sector ofensivo, o forte do Atlético, necessariamente que uma defesa remendada que nunca jogou junta e com atletas com baixo ritmo competitivo se torna um problema que o adversário certamente que viria explorar a Alvalade.

Sem Izmailov no meio-campo, segundo a imprensa, afastado por Costinha em “nome da estabilidade do grupo e da equipa” o Sporting ressentiu-se também na manobra ofensiva e no domínio do meio-campo. Como as fraquezas devem ser transformadas em oportunidades, apesar de entrarmos a perder, todos esperamos e acreditamos ser possível virar a eliminatória.

Foi assim que aos 19 minutos, Miguel Veloso faz grande passe para Saleiro, que após brilhante iniciativa centra para Liedson marcar. Estava feito o empate, mas o Sporting precisava de outro, para passar.

O golo equilibrou a partida, animou os 41.919 leões que se deslocaram a Alvalade e deixou tudo novamente em aberto. O Sporting é o nosso grande amor, vamos a eles.

Faltava no entanto alguma clarividência no meio-campo e na ligação ao ataque. O Sporting pressionava pouco e começou a conceder demasiado espaço ao adversário no seu meio-campo.

Aguero, voltou a fazer das suas. Nem Polga, nem Caneira conseguiram demover o Argentino que bateu Patrício de trivela. Os Madrilenos passavam para frente do marcador, ao minuto 33. Saleiro respondeu com belo remate aos 35, mas a partir dai o Sporting acusou demasiado este segundo golo e parecia adormecido.

Voltou a acordar no final da primeira parte, com a bola a entrar novamente na baliza do Atlético, após livre de Veloso. Polga tentou o desvio, atrapalhou a defesa contrária e a bola acaba por entrar na baliza adversária. O arbitro que decida quem marcou, se Polga ou Veloso. Alvalade voltou a explodir e a eliminatória estava novamente em aberto.

Os mesmos onzes regressaram para a segunda parte. O Sporting precisava apenas de mais um golo. Alvalade, apesar dos lamentáveis episódios da tarde protagonizados pelos adeptos adversários, acreditava numa grande noite europeia. Que espectáculo e prazer ver novamente as bancadas cheias de adeptos, sem aquele colorido impróprio das cadeiras vazias e o cinzento do fosso a dominarem a transmissão televisiva.

Entrou bem o Sporting no jogo. Bem melhor do que na primeira parte. Saleiro obrigou De Gea a uma grande defesa aos 52 e volvido um minuto, Pereirinha, quase marcava de cabeça após canto. O Sporting carregava e jogava com confiança.

Carvalhal mexeu, não fosse Pedro Silva deitar tudo a perder. O Brasileiro sai e Veloso passa para defesa esquerdo, entrando Simon Vuckcevic. O Sporting continuou a dominar e prova disso foi a jogada corrida pela direita aos 69, com Saleiro a cruzar e Liedson quase a marcar ao segundo poste. Só nos faltava mais um golo, a equipa foi fazendo por isso, perdia e ganhava fulgor, houve um grande querer e uma grande crença, mas faltou o golo que tanto merecíamos, pela superioridade demonstrada no conjunto da eliminatória.

O jogo terminou, com Alvalade a aplaudir a equipa.

E agora?

Agora, todos esperamos que o grupo continue unido, termine a época com a dignidade com que hoje se despediu da Europa e que a próxima época seja criteriosamente preparada, com mais razão do que emoção e menos tiros no pé.

Como diz o companheiro Hugo Malcato, em frente Sporting!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Modelo Sporting!




O universo leonino tem assistido com a serenidade possível aos últimos acontecimentos em torno do Sporting. Primeiro, a saída de Paulo Bento, a "choradeira" presidencial com tal facto, a ascensão e queda de expectativas face à contratação de um novo treinador. Depois, uma nova equipa técnica, cheia de vontade, que encontrou um balneário mais parecido com um autentico ninho de víboras, cujo esplendor máximo se resume nas recentes cenas de pugilato entre um director e um profissional do clube. Pouco depois, derrota após derrota, acentuando ainda mais aquilo que já sucedia na era Paulo Bento. Como se não bastasse, duas dessas derrotas, foram goleadas seguidas ante os rivais de sempre, custando a eliminação em duas competições diferentes, para não falar do 4.º lugar na Liga cada vez mais ameaçado pelos clubes de meio da tabela.

Para compor o ramalhete, o Presidente resolve convocar os jornalistas para um pequeno-almoço na Academia, que, diga-se, ainda hoje não está bem digerido pelo mundo Sporting, ao ponto de suscitar incompreensão nos restantes órgãos do clube, conforme o Presidente da Assembleia Geral fez questão de demonstrar, tendo já obtido uma infeliz resposta.

O Sporting neste momento parece ser um barril de pólvora. Nunca pensei que o rastilho pudesse ser aceso por quem tem o dever e a obrigação de apagar o fogo e criar condições para que haja poucos incêndios nas bandas de Alvalade. Quando são os próprios bombeiros a atear a fogueira quem vai apagar o incêndio?

No meio desse pequeno-almoço, JEB referiu-se novamente ao modelo do F.C. Porto, como exemplo a seguir. Claro está que houve logo quem fizesse chacota do assunto, questionando se o modelo a seguir é o modelo da fruta, dos quinhentinhos e das viagens Cosmos. Obviamente que JEB, não se refere a esse género de práticas.

Já em campanha eleitoral, JEB, em lugar de apresentar um programa político e desportivo devidamente coerente e fundamentado, movido pelo espírito leonino, preferiu optar por elevar o modelo do FCP. Sempre entendi, que quem tem um projecto e acredita nele, não precisa de ir copiar o do adversário. E também sempre entendi que o Sporting nos dá a inspiração suficiente para sabermos o que queremos e para onde ir, coisa que está longe de acontecer a quem dirige os destinos de Alvalade.

Não ignoremos porém o seguinte: o modelo do FCP, solidifica a mística e o espírito alicerçado na disciplina. Em campo, há referências, um capitão a sério, homens feitos no clube, que o sentem e vivem e até são capazes de “morrer” por ele, se preciso for. Foi-se o Jorge Costa, veio o Bruno Alves. Meireles nunca diria o que já ouvimos a Moutinho. Algum dia viram algum jogador do FCP a dizer que se queria ir embora? Será que é um balneário sem problemas? Quantos passam cá para fora? Quantos bufos há no Porto? E porque se integram tão bem os que entram de novo? Quem está no banco do Porto? E na estrutura de futebol do Porto? Onde estão as velhas glórias do Porto? E os nossos, onde estão os nossos? Sim, aqueles que comiam a relva e não tinham os luxos nem as facilidades de hoje. Aqueles que sabem transmitir a mística e elevar o espírito do clube. Aqueles que conhecem a enciclopédia, fazem parte dela e sabem motivar os que chegam, com esforço, dedicação e devoção, a conquistar um lugar na glória. Onde estão as velhas glórias do Sporting? Onde estão os nossos?

Acham que o José Mourinho fazia mais do que Carvalhal? E porque é que este também não vai fazer mais do que Paulo Bento?

Quando o Sporting voltar a ser dos Sportinguistas, não precisamos de nenhum modelo à Porto, porque teremos um bem melhor. O modelo Sporting.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Sporting aos Sportinguistas!


Sei que o momento é difícil e de uma forma ou de outra, não há Sportinguista que não se sinta amargurado e perturbado com tudo o que se tem vindo a passar no nosso Clube.

Há lugar para múltiplas análises e especulações, tentando obter explicação plausível para o momento dramático que se vive no mundo verde e branco. O nosso mundo, de magia e emoção. Somos os melhores adeptos do mundo e ultimamente andamos confrontados e revoltados, irados e crispados uns com os outros. Estamos a perder referências, sentimo-nos desorientados, cansados, apesar da fé que nos move e alimenta a alma de leões que somos, porque, na verdade, nós somos verdadeiramente, os melhores adeptos do mundo.

O que mais me entristece e preocupa não é propriamente o prato que os nossos adversários estão a gozar, mas a forma generalizada como o actual momento passou a ser encarado, ou seja, de forma natural, porque parece normal este Sporting continuar em queda livre e isso já não causa estranheza a ninguém.

Não vou aqui traçar o meu veredicto nem deixar a minha táctica para o futuro do nosso Clube. Creio que tudo se resume a uma premissa fundamental: O SPORTING AOS SPORTINGUISTAS!


Post Scriptum: O sorriso desse leãozinho prova como o Sporting pode ser tão importante e gerador de emoções e fantasia, para quem realmente o ama e sente como ele é.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Do túnel ao fosso!

A imprensa de hoje trás lume mais um episódio da “guerra” entre os nossos rivais, sobre o chamado caso do túnel.

Infelizmente o nosso futebol está dominado por este jogo viciado. O que conta são os túneis, a fruta e tudo o resto, menos a bola como ela é. Se vivêssemos num país civilizado, eticamente decente e que gostasse mesmo de bola, as notícias de hoje seriam a antecipação do clássico que se joga amanhã no dragão.

Eu não gostava de ver o Sporting nas primeiras páginas por este género de situações. Fica no entanto difícil ver o Sporting e os restantes Clubes devidamente tratados na imprensa. Sem fruta nem túneis, não há quem destaque e valorize, um determinado código de conduta contrário ao comportamento dos que alimentam este género de folhetins.

Sentir-me-ia envergonhado se ouvisse um dirigente do meu clube a encomendar fruta, sumaríssimos e notícias falsas. Mas provavelmente sou eu que estou errado. Não vejo os restantes adeptos dos ditos clubes, muito preocupados com isso. A sociedade não os condena. Ou melhor, poderá condená-los mas não os pune. De certa forma, continuam a ser valorizadas essas práticas e demais malabarismos. A imprensa premeia a intriga e os casos. Não os denúncia, não os condena, não opina livre e racionalmente sobre a podridão que grassa e rapidamente se alastra às várias instâncias do mundo da bola. Os vencedores estão à vista e continuam a ser levados ao colo, idolatrados, enaltecidos e valorizados. Quando é que isto acaba? Acabarão primeiro aqueles que lutam com armas desiguais, porque, como disse Rodolfo Moura, “no Sporting nem tudo vale para vencer”?

Hoje, temos em manchete, um Jornal a dizer que estava certo e outro a dizer que esse Jornal estava errado. Tudo isto, por causa do túnel, não do pénalti roubado ou do vermelho injusto… já nem se discute bola, para quê? O que conta são os túneis e a fruta… Até a imprensa está em guerra, por causa do túnel. Não tenho conhecimento que qualquer jornalista tenha condenado e reivindicado a perda da carteira profissional sobre um determinado jornalista a quem o Jorge Nuno encomendou uma suposta notícia falsa. Atacam-se pelos túneis, não pelo que mentem, porque todos mentem e é nesta farsa que vive o futebol português. Alvalade não tem túnel, mas tem um fosso. É no fosso que estão aqueles que não jogam nos túneis.

PS: Fui a Braga ver o Sporting. Estava no piso de cima onde se encontravam milhares de Sportinguistas, na sua grande maioria provenientes de todo o norte. Não cai nada bem, ouvir os Sportinguistas que estavam no piso de baixo a cantar o cheira bem, cheira a Lisboa, aqui no norte. Foram várias as manifestações de desagrado que pude testemunhar. Não se trata de regionalismos ou provincianismos bacocos, mas de grandeza e pequenez. É disto que o Jorge Nuno gosta. Será que vão fazer o mesmo em Coimbra, em Olhão ou em Leiria? Por favor, não vão amanhã ao Dragão aplaudir o Ruben Micael.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Derby na Taça da Liga


O Sporting vai defrontar o Benfica nas meias-finais da Taça da Liga, no dia 10 de Fevereiro. Nada melhor do que um derby, para unir a família Sportinguista. Ai está uma excelente oportunidade para encher Alvalade e afastar da prova e equipa que na época passada conquistou o troféu de forma vergonhosa e desrespeitosa.

Força Mágico Sporting.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Estranha forma de vida!

Quando hoje de manhã recebi um sms a dizer “não vejas os jornais de hoje”, pensei mais uma vez tratar-se das recorrentes primeiras páginas encarnadas após jornadas futebolísticas onde os mesmos já não têm lugar.

Longe de mim imaginar, que o destaque a verde e branco em manchete se devia a cenas inacreditáveis de pugilato, após o sofrível resultado ante o Mafra.

É esta a sina do Sporting. Quando tudo parece começar a correr bem, eis que os próprios Sportinguistas, adeptos, dirigentes ou atletas, decidem deitar tudo a perder. Não quero, ainda sem conhecer a verdadeira dimensão do vergonhoso episódio individualizar ou apontar o dedo a quem quer que seja, mas não posso deixar de manifestar o meu mais profundo repúdio para com o sucedido.

Estranha forma de vida, a dos Sportinguistas. Como o meu companheiro JVL já havia apontado, são no mínimo caricatos os aplausos que alguns adeptos decidiram dedicar ao Madeirense Ruben Mícael no fim do encontro com o Nacional. Será que são os mesmos que ontem decidiram apupar Rui Patrício, ainda que tenha errado infantilmente?

Que comportamento vão ter esses adeptos quando o Madeirense voltar a visitar Alvalade vestido de azul e branco?

É preciso perceber a essência dos aplausos e dos apupos. A vida balanceia nessa dicotomia.

Tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é o Sporting.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Ano Novo, Vida Nova?



Era grande a expectativa para o primeiro jogo do ano em Alvalade, que se espera ser, um ano de viragem, de mudança de paradigma e sobretudo de renascimento dos valores leoninos, que possam devolver ao Sporting Clube de Portugal a dignidade que o 2009 de triste memória lhe roubou.

As expectativas são grandes e legítimas. Ano Novo Vida Nova, precisamente o sinal que a massa associativa esperava ver neste jogo, como se de um tónico se tratasse para o resto da época que ai vem.

Do outro lado estava uma equipa de créditos firmados, candidata ao título, porque não dizê-lo, se tivermos em conta que soma mais 12 pontos na Liga do que o nosso Clube e acabou a primeira volta em primeiro lugar. Porém, não podemos ignorar que este Braga se apresentou em Alvalade um pouco desfalcado. Sem João Pereira, agora leão, sem Rodríguez, de quem se diz que poderá ser leão, sem Hugo Viana que é um leão e como tal deveria estar na savana que bem conhece, enfim, um Braga sem leões, mas nem por isso menos aguerrido.

Ainda sem reforços, o Sporting apresentou-se em linha de conta com o que Carvalhal nos tem habituado. Polga e Vuck no banco, Saleiro e Adrien continuam a ser apostas, de resto tudo igual. As lacunas que o plantel apresenta continuam evidentes. Falta alguém que pegue no jogo, que o assuma, que lhe de ritmo e magia. Descubram um craque, aquele que há muito não se vê em Alvalade.

Assistimos a uma primeira parte morna. O Braga mais tranquilo do que o Sporting. Troca melhor a bola, tem outras rotinas e fio de jogo. Precisamente aquilo que o Sporting ainda procura, fio de jogo.

O jogo parecia enfatizado, quando ao minuto 36, num contra-ataque protagonizado por Grimi, Carlos Saleiro fez um belo golo, após passe magistral do Argentino. Só ai dei conta que o Guarda-Redes do Braga não era o Eduardo. Gritou-se golo, golo do Sporting.

Para a segunda parte, Domingos, sem paciência, tira dois médios, mete dois avançados, conseguindo uma entrada de leão que deu em golo, volvidos cerca de 5 minutos. A resposta leonina aconteceu aos 55, com Izmailov a rematar forte, com o gaurda-redes Bracarense a defender para canto.

O Sporting respondeu bem ao golo adversário. Aos 60 não marcou por muito pouco. Izma assiste Postiga, mas o passe foi milagrosamente interceptado pelo adversário. Foi o culminar de uma bela jogada do Sporting.

Pouco tempo depois, Miguel Veloso, encheu o pé e rematou fortíssimo ao ângulo da baliza, fazendo um grande golo. Não foi apenas para Italiano ver.

Vivia-se o melhor período do jogo. Desde o golo do Braga, que o Sporting proporcionava jogadas de perigo. A resposta foi belíssima e o Golo de Veloso ainda mais. Volvidos 3 minutos, Moutinho fez um belo cabeceamento após cruzamento de Abel. Foi o melhor período do Sporting.

Vitória justa do Sporting, quem em 2009 não conseguiu vencer nenhum jogo ao Braga e iniciou 2010 a vencer os Minhotos.

Ano Novo, Vida Nova?

domingo, 13 de dezembro de 2009

Um problema de sanidade, não apenas financeira.


Depois de um resultado tão negativo como o de ontem, em que os 3 pontos são apenas uma pequena mas importante parte do que foi perdido, o que o Sporting não precisava era de declarações sem qualquer noção de oportunidade como as do Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar, Agostinho Abade. Já todos sabemos que não há dinheiro, embora não pareçam faltar as palhaçadas em Alvalade, independentemente da época do ano que se atravesse. Agora afirmar que, nesta altura tão complexamente difícil,  a expulsão de sócios é um “tema que tem que estar presente”, apesar de não haver processos em curso, e de, declaradamente, não ser a época de se recorrer este expediente, que interesses serve? Os do Sporting garantidamente que não. A menos que se queira espetar o garfo em feridas ainda por sarar. E já nem pronuncio sobre o «Não há saúde financeira para gastar à toa», vindo de um responsável pela fiscalização das contas, uma vez que suponho que nenhuma organização, por mais sólida que seja, tenha dinheiro para gastar à toa...


O pior não parece ser a falta de saúde financeira que grassa em Alvalade, mas sim a falta de saúde do Sportinguismo. Nas declarações de que vos falo ou no relato do LT, da sua viagem de ontem a Alvalade:

"Este Sporting, estes dirigentes, estes jogadores, esta estrutura, não merecem o que milhares de adeptos (alguns jovens a primeira vez) fizeram hoje, como eu, que sai de casa às 9 da manhã e só estou a chegar agora. E pela A1 fora, viram-se muitos autocarros que encheram o parque do antigo estádio. Mesmo assim, mesmo estando presentes mais de 60 núcleos, pouco mais de meia casa. Porquê? Porque este Sporting trata mal os adeptos e sócios. No dia dos núcleos, o Presidente e o Vice-presidente para os núcleos foram para New Jersey. Ao contrário de outros anos, não houve o desfile no relvado nem chegou mesmo a haver qualquer convívio. O Sporting chama a Lisboa os núvleos para ver um jogo com o leiria e não recebe condignamente aqueles que mantém a chama viva do clube por todo o país e vão evitando a banalização e a belenensização do Sporting que está cheio de fidalgos e nobres falidos que simplesmente tem cavado a sepultura do Sporting.

Desculpem, mas estou f...... não é o resultado que me deixa triste. É ver Alvalade moribundo, aquela merda daquelas cadeiras às cores, aquele fosso cada vez mais cinzento e aquelas claques, até estas, com cada vez menos gente. Resumindo, é verificar que os miúdos que a esta hora ainda vão enfiados num autocarro a caminho de casa e que hoje foram realizar um sonho, estão a ser enganados por aqueles que estão a matar o Sporting.
"

Para quem não sabe o LT é de Valpaços, tal como os miúdos a quem se refere. Ontem fizeram 2x500 Km para serem ignorados pela equipa, tendo em conta a sua prestação, e pelos seus dirigentes que os deviam acarinhar.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Ninguém gosta de jogar sózinho"

Tenho a sensação de que no jogo de hoje com os Holandeses, o Sporting jogou em 4-4-2 clássico, voltando a espaços ao losango. Contudo, as declarações de Liedson no fim do jogo, deixam-me algumas dúvidas.

Ninguém gosta de jogar sozinho, é um facto. Também é verdade que na Selecção estão os extremos que o Sporting formou e que hoje desequilibram nos gigantes europeus. Não deixa de ser verdade que para jogarmos no sistema de 4x3x3, são necessários reforços, nomeadamente dois bons extremos. Compreendo portanto a solidão do Levezinho. Não compreendo no entanto, a oportunidade das mesmas, que de certa forma, me parecem infelizes.

O Sporting fez no passado recente, exibições tão ou mais paupérrimas do que esta. Não vi Liedson a proferir tais declarações. O contexto em que as profere é no mínimo estranho, se tivermos em conta a mudança técnica e o pouco tempo que a mesma leva no comando da equipa.

Tempos houve em que se especulou, que num sistema de 4x3x3 Liedson não renderia o mesmo, porque as suas características, carecem de um avançado por perto. Na verdade, só Derlei, embora nem sempre, se pareceu entender com o Levezinho, dado que tanto Postiga, como Djalo, não há maneira de formarem uma dupla estável com o brasileiro, não esquecendo outros avançados entretanto despachados de Alvalade na última meia-dúzia de anos. Seja como for, para mim, isso não faz sentido, porque um bom jogador, joga em qualquer sistema.

Terá o levezinho saudades de alguém?

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