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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O Sporting é enorme mas eu não

O Sporting é enorme e certamente que conseguirá regenerar-se, permitindo-nos sublimar todas as tristezas, amarguras e humilhações a que temos sido sujeitos. O que aconteceu hoje já havia acontecido hoje com equipas menos apetrechadas que Rangers, como o Guimarães ou o Olhanense, pelo que é tudo menos uma surpresa. O Sporting de Paulo Sérgio é tão só uma caricatura de uma equipa, é tão má a defender como o é atacar, não sabe o que é posse de bola e os resultados são o espelho disso mesmo. É tudo o que me é permitido dizer porque sendo eu infinitamente mais pequeno, preciso de tempo e espaço para me refazer de mais este KO patético.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sporting mal vestido abre a porta da eliminatória

Tal como previsto no post de lançamento do jogo, a primeira mão dos 16 avos de final foram 90minutos de maus tratos ao futebol, com duas equipas a jogarem um futebol do tempo da pedra lascada.

Durante esse suplício ficou evidente a nítida mais valia técnica dos nossos jogadores que só não se superiorizou aos escoceses porque não conseguiu um fio condutor para o seu  jogo. Numa das poucas jogadas em que conseguiu ligar mais de 2 passes o Sporting fez um golo de cabeça (talvez o 2º da época) bem no centro da defesa escocesa. Fica em aberto a decisão da eliminatória.

Mas que equipamento era aquele?

Ficha de jogo:
Estádio: Ibrox Stadium (Glasgow)

Árbitro: Manuel Grafe

Equipas;

Rangers:  McGregor; Foster, Bougherra, Weir, Papac; Whittaker, Edu, Davis, Weiss; Diouf e Lafferty.
Suplentes: Alexander, Fleck, Naismith, Healy, Bartley, Ness e Hutton
Treinador: Walter Smith.

Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Carriço, Polga, Evaldo; Pedro Mendes, Maniche, Zapater; Cristiano, Postiga e Yannick.
Suplentes: Tiago, Saleiro, Matías, André Santos, Salomão, Nuno André Coelho e Vukcevic.
Treinador: Paulo Sérgio.

Golos: Whittaker 66 minutos, Matías Fernandez 89 minutos

Entre Glasgow e Lisboa

O Sporting joga logo no Ibrox Stadium a primeira mão dos 16 avos de final da Liga Europa, depois de, em termos de resultados, ter tido uma participação satisfatória na fase de grupos. Encontra pela frente uma equipa apeada da Champions e que também ela vive momentos de menos fulgor, apesar de ainda estar a disputar o título escocês, encontrando-se neste momento a 5 pontos do Celtic, mas com menos 2 jogos que os arqui-rivais. A campanha na Champions League foi decepcionante, apesar do excelente começo, com o empate sem golos conseguido em Old Trafford, seguido de uma vitória magra (1-0) com os turcos do Bursaspor. Mas o resto da carreira ficaria marcado por apenas mais dois empates - um em casa com o Valência e fora com os turcos -e a derrota da ordem com o United bem como a copiosa derrota no Mestalla. Os 3-0 de Valência foram a excepção que confirma uma regra que o Sporting já conhece desde os tempos de Paulo Bento, quando nos cruzamos pela última vez com os homens de saias: é uma equipa que sofre poucos golos, que joga de forma compacta atrás, pontuada por uma defesa a fazer lembrar o pinhal de Leiria. Marcar um golo na Escócia poderá ser decisivo, pese embora a ideia que, da forma como a equipa do Sporting joga, particularmente quando incumbido de defender e pressionar o adversário, o Rangers marcará cá e lá, sendo por isso muito dificil de prever o desfecho da eliminatória, que perspectivo ser marcada por dois jogos de baixa qualidade.

Mas a viagem até à Escócia fica para já marcada pela revelação, nada surpreendente, diga-se, de que Vukcevic se recusou a jogar a 2º parte do jogo com o Olhanense. Mas se não é nenhuma surpresa uma atitude como esta por parte do montenegrino ( se tivesse um cérebro até poderia ser um bom jogador),o mesmo não se poderá dizer ao ver o seu nome na lista de jogadores que fizeram a viagem à Escócia, mesmo que seja para ficar na bancada. Esta aparente impunidade é indiscutivelmente um mau exemplo, abrindo uma porta a casos semelhantes, que terão que ser sentenciados de forma idêntica. A menos que se tenha entendido que Vukcevic, pelo (não) que estava a fazer em campo, prestou um bom serviço  ao dar lugar a quem tenha mais disponibilidade para contribuir para a equipa. E em relação a este caso fico sem perceber quais as vantagens da sua divulgação pública, que, em última análise, apenas contribui para desvalorizar um jogador numa futura transferência, tendo em conta que o Sporting pouco ou nada pode contar com ele. Será essa a estratégia por trás da atitude do montenegrino?

Da Escócia chegam-nos também ecos do protesto do Sporting relativamente ao relatório de Olegário. Que o árbitro é não só incompetente mas também desonesto já todos sabemos. Há poucos clubes em Portugal que não tenha queixas deste incapaz o que revela bem a sua maleabilidade perante os ventos dominantes, cujos favores são pagos na sua chegada a internacional, que depois devolve em prestações vexantes que ridicularizam o futebol português. Tivesse Vitor Pereira pelo menos vergonha, já que o brio é o que se sabe. Faz bem o Sporting em protestar os seus direitos e dar conta pública disso. Couceiro, que terá tido papel fundamental na resolução do imbróglio Izmailov, demonstra que muitas vezes basta fazer o óbvio e usar de bom senso.

Mas é em Lisboa que se continuam a concentrar as atenções dos Sportinguistas, por via do período eleitoral. Ontem ficou-se a conhecer a disposição de Zeferino Boal em apresentar-se a eleições, marcando essa vontade com a necessidade de implementar um "novo paradigma". O antigo dirigente ao tempo de Jorge Gonçalves e Sousa Cintra é apoiado por Abrantes Mendes. Chega-nos ainda a intenção de unir os sócios e alterar a politica desportiva, falta saber como se propõe a fazê-lo e com quem.  É nessa altura que se justificarão os comentários porque, tal como Bruno Carvalho e  ao contrário de Dias Ferreira, não tem um percurso público, ligado ao Sporting, que me permita perceber a sua linha de pensamento.

A A.A.S. enviou-nos um comunicado que aqui reproduzimos:

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sporting - Lille: presque insupportable

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Carriço, Polga, Evaldo; Pedro Mendes, André Santos, Maniche; Yannick, Liedson e Postiga.

Suplentes: Tiago, Torsiglieri, Saleiro, Valdés, Zapater, Nuno Coelho e Vukcevic.

LILLE: Landreau; Beria, Chedjou, Rozehnal, Emerson; Gueye, Mavuba, Balmont; Hazard, De Melo e Obraniak.

Suplentes: Mouko, Debuchy, Cabaye, Sow, Frau, Rami, Dumont.

O Sporting apurou-se para a fase a eliminar da Liga Europa ganhando ao Lille por um golo sem resposta. Foi a único facto digno de registo após 90 minutos em que se maltratou, mais uma vez, o futebol. Se há quem diga que a Liga Europa é a 2ª divisão das competições europeias, quer o árbitro quer as 2 equipas bem se esforçaram para justificar o estatuto.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Critérios

Basta olhar para as primeiras páginas dos jornais de hoje para perceber a mossa que resultados como o de ontem provocam no prestígio do Sporting Clube de Portugal. Não adianta agora protestar contra a duplicidade de tratamento revelada na desfaçatez de títulos como “Leão tenrinho” e “Leão domado”  e que não foi usada em ocasiões idênticas com outros intervenientes.

Para Paulo Sérgio tudo se parece resumir à eficácia ou falta dela, seja nossa ou do adversário. Uma leitura minimalista com a qual estou longe de concordar. Bem como com a pretensa gestão feita no plantel, que ainda é mais difícil de compreender quando a equipa dispõe desta vez do tal dia extra de recuperação, cuja falta tantas queixas havia suscitado ao treinador na jornada anterior. Parece-me indiscutível que as melhores cautelas, isto é , a melhor gestão seria ter assegurado de imediato a qualificação, prosseguindo a senda de bons resultados e com isso a recuperação do ânimo no balneário, no relvado até às bancadas. Para depois não andar a caldos de galinha...

O futebol é um jogo colectivo, pelo que o treino e os automatismos colectivos são decisivos, superando bastas vezes a soma dos valores individuais. Não é uma sopa de letras, onde se misturam os ingredientes bastando esperar depois pelo ponto de cozedura. Talvez fosse bom lembrar Paulo Sérgio que a pré-época, seja lá o que isso for, já terminou há algum tempo.

PS- A propósito de desigualdade de tratamento, todos se lembrarão de quantas vezes já apareceu Pepe na comunicação social, e até entre nós, como exemplo de uma falha indesculpável na politica de recrutamento. Até agora ninguém pareceu incomodado com a passagem anónima de Thiago Silva pela equipa B do FCPorto e  a sua ascensão meteórica ao escrete. Critérios.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Já falamos francês, falta "só" tocar piano

Paulo Sérgio deu ontem o seu próprio show na conferência de imprensa que habitualmente antecipa os jogos. Não só por se expressar em francês, mas sobretudo por voltar ao discurso do inicio da época:

"Não vou entrar por essa via lamechas e arranjar desculpas, A nossa expectativa é de confiança, confiamos no grupo que temos, confiamos em toda a gente. Temos respeito pelo adversário, o Lille tem grande equipa, mas queremos entrar com o pé direito.”

Mas não será fácil. Bem antes pelo contrário e, com ou sem ausências, o Lille será logo um bom teste às reais capacidades da equipa. Este é o primeiro adversário mais próximo do nosso valor, podendo até, neste momento, e em termos colectivos, suplantar-nos. Como é tradicional nas equipas francesas, encontraremos uma equipa bem organizada e com valores individuais muito interessantes e em ascensão na cotação internacional, podendo surpreender os menos avisados.

O Sporting, como muito bem assinala Paulo Sérgio não se pode desculpar com as ausências e ver na dificuldade a oportunidade para ultrapassar alguns dos seus problemas. Com Liedson em Lisboa abre-se a perspectiva de, em 4x4x2 losango jogar com a dupla Postiga – Saleiro, tão subestimada pelos Sportinguistas, mas que para mim seria dupla natural, nesta altura. E talvez seja essa a postura táctica mais indicada face às soluções que o plantel pode oferecer. Tenho dúvidas que esta seja a altura de atirar Salomão às feras, ao contrário da maioria. O jogo natural para o fazer teria sido contra a Naval, face aos acontecimentos. Um 4x3x3 com a defesa habitual, com André Santos à sua frente, Valdés na esquerda, Zapater do lado oposto e uma frente formada por Matias, Djaló sem posições fixas e Saleiro parece-me tentadora mas quiçá pouco consistente na hora de defender.

Logo veremos se sabemos tocar piano, depois de falar francês. Talvez não seja preciso um recital como o de Keith Jarret em Colónia, mas vai ser preciso mais do que arranhar uns acordes. 

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Agora chorem eles

Tal como havia predito ontem, a missão era difícil mas foi levada a cabo na plenitude. O Sporting i) venceu a história, aditando uma nova alínea ao seu livro de memórias e do futebol português, uma vez que nenhuma equipa nacional havia conseguido ainda o reviralho de um resultado adverso em casa de 0-2; ii) contra os seus próprios fantasmas e insuficiências, bem patentes nos resultados e exibições recentes; iii) contra o adversário e contra o seu espectacular público, há que dizê-lo. Aquele inicio de jogo nas bancadas foi ao mesmo tempo bonito e intimidante.

O futebol jogado não foi ópera? Não foi, de facto, e dificilmente poderia ter sido. A equipa do Sporting estava à beira de um naufrágio iminente, pelas atrás aludidas prestações decepcionantes e pelo resultado do primeiro jogo. Não é expectável que se lute contra um naufrágio com passos de natação sincronizada. Como seria um espectáculo no mínimo grotesco que, na iminência do naufrágio, e após atingir um porto seguro, que agora cortássemos os pulsos. Dar largas à alegria genuína que o pequeno feito de ontem significou pode ter um efeito, desejável diga-se, ao mesmo tempo libertador e purificador.

Se pudesse mudar alguma coisa nesta vitória seria o local onde ela ocorreu: punha-a em Alvalade. Os Sportinguistas precisam de comemorar juntos os grandes e os pequenos feitos e nessa catarse afastarem-se da amargura provocada pelo sofrimento em excesso, que mina a confiança e a auto-estima. Pior, na ausência de vitórias sobre os adversários, os Sportinguistas escolhem vencer-se uns aos outros. A caixa de comentários deste blogue tem alguns, felizmente poucos, exemplos.

Nem tudo está bem quando acaba bem e o jogo de ontem de ontem deixou imensas sombras a cinzento-escuro, que confirmam o diagnóstico aqui feito no post de ontem, de onde víamos um general no seu labirinto. Mas se é verdade que ainda não se viu ontem uma equipa de corpo inteiro, vimos-lhe a alma. Não apenas até Almeida mas a alma que de Alvalade chegou à Dinamarca. O jogo teve momentos particularmente adversos, o naufrágio iminente, mas, mesmo quando não conseguiram jogar bem, os jogadores não soçobraram perante a adversidade. O que desmente os diagnósticos de falta de carácter dos jogadores, argumento usado para esconder outro tipo de deficiências. Carácter não é uma característica que se tenha às segundas, quartas e sextas e se ausente nos dias restantes. Essa intermitência não seria mais que a confirmação natural da sua ausência.

A vitória de ontem teve a coluna vertebral em i)Patricio, que cumpriu o que se pede a guarda-redes de um grande, que é ser decisivo nas poucas vezes que tem que intervir; ii) Carriço, tão discreto como eficaz, apesar de o seu companheiro de sector ter sido mais exuberante mas também mais permissivo; iii) Evaldo, cujo mérito deve ser realçado pela quase total ausência de apoio às suas acções; iv) André Santos, uma formiguinha tão laboriosa e segura como discreta; v) Djaló, o melhor elemento da frente no cômputo geral, cujo golo não pode ser marcado por quem tem tábuas no lugar dos pés ou por um matraquilho (mea culpa). Maniche e NAC ficaram num patamar ligeiramente inferior, pela descontinuidade das suas boas prestações.

O que devemos então fazer? Comemorar o regresso da filha pródiga, a vitória. Se o apuramento após sorteio era obrigatório a verdade é que no caminho quase se perdeu. Este fim-de-semana vou recostar-me no sofá e ver como nada André Villas Boas nas águas difíceis do Rio Ave. Se Jesus ressuscita após a 3ª derrota consecutiva. Segunda-feira pensarei então na batalha Naval.
 
E no fim, mas não menos importante a homenagem à grandeza do Sporting e dos seus adeptos. Olhem bem para o centro da fotografia:

PS:  O Sporting, após o sorteio da fase de grupos da Liga Europa, ficou colocado no Grupo C, e terá como  adversários o Lille (França), Levski Sofia (Bulgária) e Gent (Bélgica).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Fazer o que ainda não foi feito

 Assim terminou a 'escalada'

Brondby, 0 - SPORTING CLUBE DE PORTGAL, 3
Com a licença do Sr. Pedro Abrunhosa, começo por iniciar esta crónica constatando que este seria sempre um jogo histórico. Para um lado, ou para o outro.

Felizmente pendeu para o Sporting e com todo o merecimento. Foi o SCP que conseguiu uma reviravolta épica a uma eliminatória que, ao intervalo, estava bem lá no fundo. Mas o SCP começou a trepar a trepar, sofreu uma escorregadela de um incompetente árbitro auxiliar, mas não se atemorizou e, mesmo à beira de esgotar o tempo, saiu do poço… triunfante.

Hoje não há espaço para análises ao anárquico futebol da primeira parte. Nem a sistemas tácticos difíceis de descortinar tal a desorganização que por vezes se nota dentro do campo. Hoje é dia para festejar, respirar fundo, esfregar as mãos e voltar a ganhar alguma esperança em que este Sporting possa reencontrar-se…

Na segunda mão deste Play-off para a Liga Europa tivemos o que faltou há uma semana em Alvalade. Querer, brio, jogadores inspirados como André Santos, voluntariosos, como Maniche, e decisivos, como Evaldo, Nuno André Coelho ou Yannick. A sorte também nos protegeu, quando foi preciso.

O Brondby confiou que seria novamente premiado a jogar na expectativa, mas esqueceu-se que a estatística não favorece quem continuadamente aposta no jogo da retranca. Ainda bem. O Sporting, à excepção dos primeiros 10 -15 minutos assumiu sempre as despesas do jogo e alcançou o seu objectivo.

Parabéns ao nosso leitor MM na permanente aposta em Nuno André Coelho e ao nosso colega ‘nortenho’ JVL que acertou no resultado. O Zandinga tem dois potenciais sucessores. Parabéns a quem não deixou de acreditar. Hoje o 'coração' triunfou.


Parabéns Sporting Clube de Portugal!

A razão e o coração

A missão difícil
Por certo que ninguém ignora que, se não conseguirmos o apuramento para fase de grupos da Liga Europa, grande parte desse insucesso de deverá ao jogo da 1ª mão, em casa. Assim, logo, a partir das 18:00 o Sporting bater-se-á contra vários adversários: i) a história, uma vez que nunca logrou contrariar fora de portas um resultado tão adverso em casa; ii) contra si mesmo, isto é, o seu próprio momento, tendo em conta o que têm sido as suas prestações em jogos oficiais; iii) o adversário propriamente dito, com as velas cheias do vento do resultado tão excelente como improvável, acrescido pela retaguarda entusiasmada e surpreendida dos seus adeptos. Complicado que foi o que já não era fácil, o que poderemos então fazer?

O general perdido no seu labirinto
O papel do treinador é primordial. E esse é neste momento o meu principal temor. Do que tenho visto, são vários os equívocos ainda por resolver no processo de jogo do Sporting, dos pés à cabeça. Paulo Sérgio tem-me feito lembrar, nas suas opções, os treinadores ingleses, para quem a táctica parece ser tratada como um mal necessário. O Sporting, na maior parte do tempo, se não tem jogado no pontapé para a frente, tem andado lá perto. E isto, meus caros, é a pré-história do futebol. Está para o futebol como os grelhados para a culinária.

A equipa tem dificuldade a jogar com bola: quando a tem em seu poder parece querer livrar-se dela o mais depressa possível. (O treinador e até alguns adeptos parecem querer inclinar-se para questões sempre perigosas como o carácter – a falta dele – dos jogadores. A mim parece-me que esta é uma questão de treino e de filosofia de jogo.).  A distância que medeia entre os sectores transforma a equipa no continente que deveria ser num arquipélago de 3 ilhas. A movimentação interior quase não existe e a penetração pelos flancos é, em regra, uma miragem. A saída de Postiga agravou a falta de apoio frontal para oferecer linhas de passe e temporizações que permitam subir os blocos. O esquema de duplo pivot faz as arrastadeiras parecer aviões supersónicos.

E se se joga deficientemente com bola, sem ela o panorama não é melhor. Paulo Sérgio quer a equipa a pressionar alto mas até agora o que se tem visto é uma tentativa anárquica para o fazer. E fazê-lo a todo o tempo é desgastante, residindo talvez aí a explicação entre as razoáveis primeiras partes e os sofríveis 45 minutos finais. E talvez esteja também aí a explicação para a anarquia: a pressão é feita , quando a respiração permite, a espaços, de iniciativa individual e não em bloco. As brechas nas costas, resultantes da descoordenação, oferecem chip´s para as SCUT´s que se abrem entre linhas até à nossa baliza.

E, para agravar o cenário, o Sporting tem jogado, do ponto de vista táctico, umas vezes assim, outras vezes assado, mas nunca em função, não do adversário, mas das suas debilidades. O que também é muito típico na arrogância (ignorância) táctica britânica. E é pois, com particular apreensão, que vejo o diagnóstico do treinador recair quase em exclusivo na falta de eficácia a explicação para o insucesso: “O Sporting já fez coisas boas, e talvez por essa falta de eficácia não tenhamos atingido os resultados desejados.”

Como é insensato o coração
Talvez eu seja um adepto atípico. Acredito na razão, na inteligência - no treino, da táctica, e até na inteligência emocional – como o factor decisivo e primordial para ganhar. Por isso, em regra os bons treinadores fazem as melhores equipas e por isso o futebol é a modalidade onde os mais baixos, os mais baratos e os desconhecidos ganham com mais frequência aos mais altos, mais caros e às estrelas. 

Antes e depois dos jogos sou levado pela razão e a frieza de raciocínio. Mas quando a bola começar a rolar os neurónios vão de férias. O coração bate descompassado, o sangue ferve, a emoção arrebata-me e acredito sempre. Eu ainda acreditava quando  terminou os 3-6, eu ainda hoje acredito que é possível ganhar a Taça UEFA e o jogo já terminou há 5 anos. Como posso eu acreditar que não somos capazes de ganhar,  a uns Viking´s de futebol desdentado, com táctica e sem ela, à Martim Moniz, à Padeira de Aljubarrota, à Miguel Garcia de Alkmar, e logo gritar como o Jorge Perestrelo: eu te amo meu Sporting? (Oh Jorge, nem que tenhas que descer lá de onde estás e marcar com a barriguinha…)

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

No fundo do poço...



SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, 0 – Brondby I. F., 2

Daniel Carriço tinha dado o mote. A resposta ao mau arranque no campeonato seria dado hoje, na Liga Europa, em pleno Estádio José de Alvalade. Por isso, afirmava na conferência de imprensa: “apareçam, venham apoiar-nos”, deixando implícita que a resposta da nossa equipa seria do agrado dos sportinguistas. Mas os sportinguistas andam desconfiados e foram poucos os que aceitaram o repto do jovem capitão.

Restava saber se ao discurso habitual haveria correspondência prática, no rectângulo do verde cesped (que saudades de Acosta)… Mas não, infelizmente, palavras leva-as o vento e a apregoada ‘sede’ de vitória estatelou-se no fundo de um poço…

Este Sporting de Paulo Sérgio é uma caricatura de equipa de futebol. Parece que hoje jogou em 4-4-2 losango pela primeira vez nesta época, mas a bem dizer, cada vez é mais complicado perceber a disposição que Paulo Sérgio pretende impor à equipa no terreno: quando ataca surge sem homens suficientes à frente e quando defende nunca transmite a ideia de ter homens suficientes…atrás. Dois bons exemplos desta ‘coerente’ desorganização e permanente desequilíbrio ficam demonstrados em duas jogadas da primeira parte. A primeira quando aos 23 minutos, João Pereira rompe pela direita isolado por Liedson. Com pouco ângulo, a melhor decisão seria assistir um colega que surgisse na área, mas depara-se com o vazio absoluto. Assim restou-lhe o remate… Acertou no lado errado das redes da baliza. Mas o exemplo mais cruel resulta do primeiro golo dos dinamarqueses: quarenta e três minutos de jogo, nova saída rápida para o ataque pelo flanco esquerdo, passe a rasgar para o flanco contrário onde surge Kristiansen com tempo e espaço para fazer tudo aquilo que lhe apetecesse. Podia desmarcar dois (DOIS!) colegas isolados no centro da grande área, podia isolar um colega que entrou na área, veloz, pela sua direita, mas ele, guloso, aproveitou as facilidades e rematou para golo. Sem qualquer oposição.

Antes já Carriço obrigara a boa defesa do guardião do Brondby no seguimento de um bom cabeceamento, mas também é verdade que o Brondby já ameaçara… Apesar de sofrer o golo em cima do intervalo o Sporting arranjou tempo para reagir, mas voltou para as cabines a maldizer a famosa alergia aos golos de Hélder Postiga.

Se a primeira parte acabou com a aversão de Postiga, a segunda iniciou com a já conhecida propensão de João Pereira para refilar, valendo-lhe o primeiro cartão amarelo. Seria o primeiro sinal do nervosismo do Sporting, que pagaria caro pouco depois ao sofrer o segundo golo. Até o Jallow deles marca…

Paulo Sérgio muda. Troca Matias e Postiga por Simon e Yanick. A equipa melhora, procura o golo que esteve quase a surgir: Liedson remata à barra em pontapé de bicicleta; Nuno André Coelho acerta no poste; Vuk no guarda-redes. Cinco minutinhos a tentar sacar alguma água que nos saciasse a sede! Não deu. Caímos no poço bem fundo, bem seco. Agora resta aguardar para ver se há forças suficientes para trepar e sair do buraco onde nos enfiamos. A sede de vitórias aumenta. A luzinha da Liga Europa nota-se sumida, lá bem ao cimo, lá bem longínqua. Costuma chover em Agosto na Dinamarca?

Sporting Clube de Portugal - Brondby I F

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Nuno André Coelho, Carriço, Evaldo; Maniche, André Santos, Valdés e Matias Fernandez; Liedson e Postiga.

Suplentes: Tiago, Polga, Saleiro, Pongolle, Djaló, Zapater e Vukcevic

BRONDBY: Andersen; Wass, Bischoff, von Schlebrugge, Rasmussen; Jensen, Nilsson, Kristiansen, Larsen e Krohn-Deli; Jallow.

Suplentes: Tornes, Randrup, van der Schaaf, Frederiksen, A. Farnerud, Bruno e Madsen

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Atirar alfinetes ao poço

O Sporting joga amanhã em Alvalade a sua inclusão na Liga Europa 2010/11. O adversário é o Brondby, uma das duas mais representativas equipas do futebol dinamarquês. Disputa com o FC Copenhaga a primazia do futebol do país, numa rivalidade que se assemelha em muito à que partilhamos com o nosso vizinho de cima da 2ª circular, embora talvez sem o tempero latino que derramamos no nosso relacionamento. Foi do clube da cidade de Brondby, e de que herda o nome, de onde saíram para o estrelato uma infindável lista de grandes jogadores cujo expoente máximo é corporizado nos manos Laudrup e Peter Schmeichel. Não devem existir, por ora, no plantel dinamarquês, nenhum jogador que se lhes assemelhe em termos individuais. Colectivamente, os azuis e amarelos não são os mesmos dos anos 80. Mas serão seguramente melhores que os seus compatriotas do Nordsjland.

Infelizmente os nossos tempos áureos tardam, e o futebol que conseguimos até agora produzir não nos dá garantias de conseguir ver, sem sobressaltos, os dois jogos da eliminatória. É essa a lição a retirar dos três jogos já disputados na competição “a sério”. As fragilidades até agora evidenciadas são, na minha opinião, e ao contrário do que muitos sportinguistas afirmam, um problema de treino, de ideias e organização colectiva e não tanto de questões individuais, ou de necessidade de reforços. Essa é a lição particular de Paços de Ferreira, onde perdemos com uma equipa de recursos notoriamente inferior, mas que soube aproveitar com eficácia mas também com saber, a oportunidade que souberam criar. E falando de eficácia, lembro que se nós falhamos oportunidades (2 de Postiga, 2 Liedson, 1 Saleiro, 1 de Polga, num total de 6) o Paços de Ferreira, em acções miméticas, também as conseguiu em número razoável. O que revela que os nossos problemas não são apenas de eficácia ofensiva.

É por isso que a importância do jogo de amanhã cresce. A equipa do Sporting, em particular Paulo Sérgio, tem a oportunidade de demonstrar aptidão e inteligência, fazendo o diagnóstico que nos permita corrigir os erros, permitindo com isso o crescimento da equipa. A hora dos discursos bonitos mas ocos terminou, (“a melhor equipa do mundo”, “a responsabilidade é toda minha”) há apenas tempo para a acção.

Mas, por via das dúvidas, mais vale ir atirando uns alfinetes ao poço, que, em algumas paragens, é tido, de forma supersticiosa, como um chamamento da sorte. Infelizmente, no actual panorama, dependemos muito mais dela do que deveríamos depender da competência. E, neste caso,com alguma propriedade, uma vez que o símbolo do adversário é precisamente um poço, no qual seguramente não queremos cair.

É neste quadro que a presença dos adeptos ganha relevo. E se ela é natural nos grandes momentos, é nestes que podemos fazer a diferença. Não podemos resolver os problemas de treino, de concepção de jogo, de falta de ideias correctas, mas podemos, estando presentes, ser o fermento necessário para levedar as vitórias. Nada é mais triste que a casa vazia de uma família grande. É assim que penso, porque o Sporting é nosso e o Sporting somos nós!

P.S. - Ajudaria muito lavarmo-nos dos preconceitos ou ideias feitas sobre os nossos jogadores. Polga foi melhor que Nuno André Coelho, que até comprometeu, mas foram para o brasileiro as piores criticas e totalmente desprovidas de sentido. Postiga tem sido mais útil que Liedson, mas continua a ser alvo das piores alfinetadas. Patrício opôs-se com garra à nossa humilhação. Se é connosco que eles devem contar, nós não temos outros. Ah, e não se distraiam com as dinamarquesas.

Nota: No momento em que escrevia o post o clube comunicou à CMVM  a conclusão do acordo com a banca relativamente à famigerada e tão adiada reestruturação financeira. Se outros comentários ficam para depois, como por exemplo o da oportunidade ou do tempo perdido, não posso deixar de estranhar ter conhecimento da comunicação pelo Record e não através do site do clube, que, até agora, não contém qualquer referência. Há hábitos difíceis de perder...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Upgrade


Depois de uma qualificação sofrida frente a uma equipa dinamarquesa, heis que o destino nos traz outra equipa dinamarquesa.

Curiosamente, tive a oportunidade de conviver com os membros da associação de adeptos do Brondby no último congresso europeu de adeptos em Barcelona. Criou-se uma boa relação entre os dois grupos e não fossem os jogos à mesma hora, tenho a certeza que adeptos do Brondby estariam presentes no nosso jogo com o Nordsjaelland.

Calha-nos agora um adversário mais forte que na eliminatória anterior, 3º classificado no último campeonato dinamarquês (Nordsjaelland ficou em 7º) e actualmente em 5º lugar no campeonato, com os mesmos pontos que o segundo classificado.

Espera-se naturalmente um "bocadinho" (irónico) mais que pelo menos o jogo de ontem.

EM FRENTE SPORTING!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Fééééérias!

Paulo Sérgio convocou  todos os jogadores do plantel, com os lesionados Pedro Mendes e Marat Izmailov incluídos. Zapater,  Torsiglieri (porquê tanto tempo?)e Stojkovic não estão inscritos nas competições europeias mas integram a convocatória. E eu, que estou de férias, incluí-me na lista, mas não devo passar da bancada. ainda bem para Paulo Sérgio.

Lista de inscritos na UEFA:
Guarda-redes: Rui Patrício, Tiago e Vítor Golas.
Defesas: Carriço, Polga, Evaldo, Tonel, Grimi, Nuno Coelho, André Martins, João Pereira e Abel.
Médios: André Santos, Maniche, Matías Fernandez, Valdés, Diogo Salomão e Vukcevic.
Avançados: Saleiro, Pongolle, Yannick Djaló, Hélder Postiga e Liedson.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Vukmarca

Rui Patrício; João Pereira, Daniel Carriço, Anderson Polga e Evaldo; Pedro Mendes (Veloso), Maniche, Vukcevic(Valdês) e Yannick(Liedson); Hélder Postiga e Carlos Saleiro.

Suplentes: Tiago, Nuno André Coelho,  Matías Fernández, e Sinama-Pongolle.

Uma entrada distraída quase provocou ter começado o jogo a perder,o que só não aconteceu  devido a Rui Patricio. De seguida a equipa procurou equilibrar-se, fazendo valer a sua maior valia individual e colectiva. Acabamos por chegar ao golo, num excelente passe de Maniche, a isolar Vukcevik, que não perdoou. E esta acabou por ser a toada comum a todo o jogo, com o Sporting a controlar o jogo e a permitir, aqui e ali, golpes sem grande perigo para a nossa baliza.

O jogo trouxe algumas confirmações. Ao contrário do que vimos suceder em anos anteriores, esta equipa consegue ter uma melhor posse de bola quando a recupera ou sai a jogar de trás, perdendo-a com menos frequência e de forma infantil do que era habitual. A responsabilidade nesta melhoria recai sobre a acção de Pedro Mendes e Maniche.

Falta porém ainda uma ligação fiável com o sector mais avançado da equipa. Seja porque hoje a acção de Hélder Postiga não foi tão relevante como havia sido com o Man. City, seja porque a acção de Djaló foi quase sempre inofensiva. Muito também porque é frequente, ao sair para o ataque, ver os jogadores demasiado isolados do resto da equipa, obrigando à opção pela solução individual, em detrimento da colectiva. Saleiro acabou por ser a maior vítima, uma vez que quase nunca teve bola. E com isso as soluções para um futebol “arrogante”, nas palavras de Paulo Sérgio, ainda está para chegar.

Para rever, com adversários mais poderosos, o posicionamento defensivo da equipa. Foram muitas as vezes que se viu a defesa esquecer as indicações do treinador, permanecendo muito baixa, dando demasiado espaço aos adversários, que não puderam, porque não sabem, aproveitar.

O jogo terminou com o Sporting completamente por cima dos dinamarqueses, muito pelo reagrupamento das linhas, dando uma imagem mais consentânea da diferença de valor existente entre as 2 equipas e do que está ao alcance desta equipa. Um bom resultado, que dá a tranquilidade necessária para continuar a sonhar e a… trabalhar. Preocupante a possibilidade de lesão grave de Pedro Mendes.

 

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Unhas para o Leão

No dia em que se soube que o Nordsjaelland será o nosso primeiro obstáculo à entrada na fase de grupos da Liga Europa, ficamos também a saber que o Sporting não pagou o que acordou com S. C. Braga relativamente à transferência de Evaldo, que, por ora, ainda é jogador do clube minhoto, com quem não assinou sequer a rescisão do contrato ainda em vigor. A última vez que me lembro de ouvir algo semelhante estava a acabar a década de 80 (89/90) e era presidente Jorge Gonçalves. Na altura os Sportinguistas andavam entusiasmados com os nomes de Douglas, Silas, Eskilson, mas sobretudo com Frank Rijkaard, que acabou por ser transferido para Milão sem vestir a camisola em jogos oficiais. E quando se sabe que Paulo Sérgio ainda pretende mais 5 jogadores, mais real parece este flashback...

Não sei qual a posição oficial do Sporting, de quem me agradaria ver um desmentido inequívoco, transformando a noticia num boato. Mas enquanto não chega (chegará?...) aproveito para lembrar que tanto é ladrão quem vai à horta como quem fica à porta. Isto para dizer que no futuro todos seremos julgados pelas decisões que hoje se tomam. De todo o lado, todos os dias, surgem novos nomes e os Sportinguistas parecem embalados com os cantos de sereia,sem nunca se interrogaram como as aquisições serão pagas e depois sustentadas mensalmente. O dinheiro que o Sporting não tem mas que vem gastando de algum lado terá que vir. As unhas do leão servirão para esgravatar ainda mais fundo?

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