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terça-feira, 18 de maio de 2010

Época 2009/2010 - O balanço (II)

CARLOS CARVALHAL E EQUIPA TÉCNICA
O Carlos Carvalhal foi técnico do Sporting? Não me lembro que tenha sido apresentado. Parece que sim. Lembro-me de ver no banco do Sporting um senhor de casaco e gravata ao lado do Lima. Devia ser o Carlos Carvalhal. Portava-se bem. Menos bem só quando depois de ser convidado a continuar na próxima época, e ter recusado, passar todas as semanas a fazer um discurso em que parecia que quase implorava um lugarzinho para continuar no Clube.
Ah! Mas isto não era para analisar Carlos Carvalhal. Era para analisar a equipa técnica de Carlos Carvalhal. Aí tenho de pedir desculpa a quem estivesse a contar com uma análise profunda a toda a equipa técnica, mas muito sinceramente não consigo identificar mais ninguém alem de Carlos Carvalhal e Lima, sem recorrer a arquivos que, agora, não tenho à mão. Penso que andavam pelo fosso do Estádio a tentar encontrar e colar os cacos em que encontraram a equipa quando, pela calada da noite, lhes disseram (só a eles) que faziam parte da equipa técnica do Sporting.
Na verdade o que se podia esperar de uma equipa técnica que os dirigentes tiveram vergonha de apresentar, que recebeu um grupo desorganizado, quer tacticamente quer psicologicamente, onde mal chegou foi confrontada pelo poder de alguns bons jogadores, mas maus profissionais?
A apresentação de Carlos Carvalhal foi o 2º grande erro desta época desportiva. O 1º, e principal, foi Paulo Bento ter iniciado a época 2009/10. Atendendo ao estado anímico em que se encontrava o Sporting, quer a equipa, quer o discurso dos dirigentes, quer a massa apoiante, era fundamental que Carlos Carvalhal fosse apresentado como o futuro treinador campeão pelo Sporting, com contrato a perder de vista, mesmo que redigido para poder acabar, sem encargos, no fim da época. Tinha de haver um discurso muito forte que mobilizasse a nação leonina e empolgasse a equipa. Tinha de ser mostrado à equipa que aquele era “o treinador”, e que os “meninos tinham de se portar com juízo”.Em vez disso foi anunciado, às escondidas, um treinador a prazo, ficando este imediatamente, em inferioridade perante os jogadores. Por tudo isto:
Conselho Directivo pela apresentação de Carlos Carvalhal:  6 valores.
Desempenho de Carlos Carvalhal e adjuntos: 10 valores
Média: 8 valores
A minha tendencia para o 8... Se ajudar alguma coisa,  na próxima época mudo o nick para 18...
por 8

LIGA SAGRES
Falar da candidatura do Sporting ao campeonato nacional 2009/10, agora Liga Sagres, é falar de um nado-morto. Falar da nossa participação é compilar um manual do absurdo, tantos foram os erros inqualificáveis que se acumularam. Os números são reveladores e demolidores: 26 golos sofridos e apenas 46 marcados. Apenas 13 vitórias, 9 empates, e 8 derrotas! E que dizer de zero golos de livre directo e apenas 3 golos de canto? O 4º lugar alcançado no final foi também o lugar mais alto a que se conseguiu guindar em 30 jogos.
Para lá dos números, não posso deixar de assinalar o que hoje é por demais evidente, e que aqui assinalei antecipadamente: a má planificação da época. Esta impunha sérias dificuldades, por um começo antecipado, por via de uma participação armadilhada na Champions League e pela manifesta aposta de tudo ou nada dos nossos adversários mais directos. Ao invés, mereceu descuido e leviandades. A constituição do plantel tem episódios que já constam do anedotário do futebol nacional – Caicedo, Ângulo, desinteresse por Hugo Viana – e como classificar o número insuficiente de jogos de preparação?
A participação na Liga fica assinalada pelo abandono de Paulo Bento, num reconhecimento tácito da sua incapacidade de dar a volta a 3 vitórias, 4 empates e 2 derrotas, em 9 jogos. Neste rol, não podem ser esquecidas as roubalheiras que foram os jogos com o Braga e FCPorto, precisamente as 2 derrotas. Mas também é um facto que nada houve que merecesse referência, fossem as exibições, fossem os resultados. Carvalhal conseguiu inicialmente não só mudar a tendência dos resultados, bem como as exibições. Os seus 6 jogos iniciais equivaleram a 16 pontos, mas a ida a Braga, na sequência do episódio Sá Pinto / Liedson, foi o estertor final. Já quando ninguém esperava, uma vitória por números históricos, ante o então campeão nacional, foi um ligeiro bálsamo para o orgulho leonino.
O melhor que se pode dizer da nossa participação na Liga 2009/10 foi que acabou. Estou convicto que o desfecho não tinha que ser este. Mas para que estes 9 meses não tenham parido uma total inutilidade há que ter aprendido com os erros para que não se repitam. Sem nota, por falta de comparência na maior parte das provas a prestar.
por LdA

LIGA EUROPA
A participação do Sporting nesta primeira edição da Liga Europa teve alguns aspectos positivos, mas deixou no ar a sensação que a nossa marca na competição poderia ter sido um pouco mais ambiciosa. O apuramento foi conseguido por Paulo Bento, e o último jogo da fase de grupos, juntamente com as eliminatórias com o Everton e o Atlético de Madrid ficou a cargo de Carvalhal, que perdeu aqui a oportunidade de, com o campeonato perdido, deixar um legado de sucesso no clube e uma porta aberta para o regresso.
Ao futebol sofrível da fase de grupos, a equipa juntou um pouco mais de qualidade nas eliminatórias, sem, no entanto, nunca deslumbrar. O golo de Miguel Veloso nos últimos minutos do jogo em Liverpool fez com que a equipa e os adeptos pudessem sonhar com voos mais altos, mas tal não se concretizou. O momento memorável do ano veio com a eliminatória com o Atlético de Madrid, que muitos já esperavam desde sorteio de finais de Dezembro. Cinco mil sportinguistas estiveram presentes em Madrid numa quinta-feira à tarde, numa demonstração de força impressionante; um cortejo de três kms pelas ruas velhas de Madrid, a fazer parar o trânsito e a trazer todos às janelas para ver "los portugueses" - e uma homenagem do plantel às vítimas dos atentados de 11 de Março que ficou bem vincada nos espanhóis. Foi isto que me ficou da Liga Europa. Isso, e a imagem de marca deste Sporting, no jogo em Berlim com o Herta: quando já tínhamos a qualificação assegurada, quando podíamos, sem pressão, tentar corrigir um pouco a vergonha de Munique e, pela primeira vez na história, ganhar na Alemanha, perdemos o jogo contra uma equipa que terminou a Bundesliga como lanterna vermelha. A falta de qualidade, ambição e amor próprio da equipa ficou bem patente nesse momento. 12 valores.
por Bruno Martins

TAÇA DE PORTUGAL
Analisando o comportamento da nossa equipa ao longo da última época, constei que a Taça de Portugal acaba por retratar ou estar no “caminho” dos principais momentos do Sporting durante 2009-2010.
Sporting 3 – 0 Penafiel
A contestação à equipa e a Paulo Bento já era uma constante, verificando-se oscilações exibicionais constantes bem como algumas vitórias importantes. No campeonato, o SCP somava já duas derrotas e na Liga Europa contava com duas vitórias em exibições sofríveis (Hereenveen e Hertha de Berlin). Na recepção ao Penafiel, o SCP vinha de um empate caseiro frente ao Belém e arrumou a equipa duriense por três golos sem resposta.Logo depois, a equipa entra numa série de maus resultados (e sobretudo exibições) que culminaram com a saída de Paulo Bento.
Pescadores da Caparica 1 – 4 Sporting
Este foi o primeiro jogo de Carvalhal no banco do Sporting. Durante as semanas anteriores, os sportinguistas manifestaram-se surpreendidos com a escolha da direcção leonina, que recaiu num treinador com um currículo modesto e que acabaria por ser apresentado através de uma pequena entrevista colocada no site do clube.Em relação ao jogo, apesar do adversário ter inaugurado o marcador, um Sporting ainda com pouco tempo de trabalho sobre a alçada do novo treinador pareceu exibir-se com outra dinâmica e com outro tipo de abordagem ao jogo. Nesta altura, apercebíamo-nos que Carvalhal pretendia aplicar um 4x3x3, dar novas funções a Miguel Veloso e Matias Fernandez e dar mais preponderância a jovens como Adrien, Pereirinha e Saleiro. Apesar desta estreia, nos 5 jogos seguintes, o Sporting venceu apenas um jogo, empatou duas vezes e perdeu outras tantas.
Sporting 4 – 3 Mafra
Para mim, foi o jogo da época, pelas piores razões e sem querer tirar qualquer mérito ao jovem chinês Zhang.Numa partida que o Sporting parecia ter completamente controlada e a vencer por 3 bolas de diferença, a descontração e o desleixo de alguns jogadores veio ao de cima e o adversário aproximou-se no marcador e os adeptos criticavam as exibições, neste jogo em particular, Rui Patrício. A vitória calhou ao Sporting mas o pior estava para vi.Na manhã seguinte, os sportinguistas acordam com a notícia dando conta das cenas de pancadaria entre Sá Pinto, então director - desportivo, e o avançado Liedson. Carvalhal havia aparecido na conferência de imprensa completamente combalido e os relatos sobre o sucedido multiplicam-se.Todo este caso deixou a nu os problemas de balneário dentro do Sporting e a fraca capacidade directiva tanto por parte do clube em si como do próprio treinador que cada vez mais confirmava capacidades para preparar uma equipa em termos de treino mas que tinha dificuldades em gerir uma equipa.
FC Porto 5 – 2 Sporting
Depois de perder em Braga para o campeonato, o Sporting é humilhado no Dragão em mais um jogo da série de 7 partidas sem vencer. Além de ter entrado a medo na partida, a nossa equipa parecia desconcentrada permitindo praticamente três golos em outras tantas vezes que o adversário foi à baliza, sem demonstrar capacidade de reacção no momento de atacar a bola e impedir o adversário de finalizar. Pelo meio, Izmailov marca o golo fantástico através de um forte pontapé, dando razão aos que defendiam que ele não devia ser negociado, longe de saber dos episódios que aconteceriam até ao final da época…
A Taça de Portugal espelha a época do Sporting. É impossível negar que toda a temporada foi mal preparada e que tanto equipas técnicas como estrutura directiva demonstraram incapacidade para gerir o nosso grupo de trabalho que por sua vez é composto por jogadores de temperamento difícil e elementos que acumulam comportamentos pouco profissionais, privilegiando o individualismo e demonstrando, em minha opinião, uma posição de desrespeito pelo peso institucional de um clube centenário como o Sporting Clube de Portugal.
por Hugo Malcato

TAÇA DA LIGA
A taça da liga é uma competição que ainda não está suficientemente solidificada no panorama futebolístico nacional. Talvez por isso, a maioria dos adeptos encare a competição sem grande entusiasmo e com alguma indiferença, estilo, não aquece, nem arrefece, o importante é o campeonato.
A partir das meias-finais, esta competição ganha necessariamente outra importância, porque a probabilidade de existir um derby ou um clássico é quase certa. Como esses são jogos que ninguém quer perder, a competição ganha outra importância e estatuto à medida que o calendário avança. Foi o que sucedeu nesta terceira edição. Houve derby nas meias finais e clássico na final.
Importa salientar que o Sporting teve sempre um comportamento digno em todas as edições da Carlsberg Cup, facto que sustenta a velha máxima de entrar em todos os jogos e competições para vencer. Não subestimar a competição é meio caminho andado para lhe dar o estatuto e a solidez necessária à sua afirmação no calendário futebolístico nacional. Se há clube grande que sempre prestigiou esta competição, foi o Sporting Clube de Portugal, ao contrário dos seus pares. A Liga Portuguesa de Futebol, deveria portanto ter mais respeito pelo Sporting, coibindo-se o seu Presidente de prestar declarações infelizes, tanto nesta como na edição anterior, em função dos constantes erros de arbitragem com que o nosso Clube tem sido brindado. Recorde-se que na época passada, fomos escandalosamente prejudicados e a competição ficou ferida de morte nessa época.
Mas é sobre esta época que agora estamos a fazer o balanço da participação do Sporting nesta competição.  Após uma excelente caminhada na fase de grupos, com 3 vitorias sobre Braga, Leiria e Trofense, estas duas ultimas fora de casa, a meia-final ditou um derby entre Sporting e Benfica, presenciado em Alvalade por 30.081 espectadores, provavelmente o derby com menos público nas bancadas.
Copiosamente derrotado pelo rival, não nos podemos esquecer que aos 6 minutos ficamos reduzidos a 10 elementos e aos 7 acontece o primeiro golo adversário, factos que mataram o jogo à nascença, conforme reza a crónica do jogo de então. Os 4 golos sofridos doeram, como dói qualquer derrota perante o rival de sempre. Seja como for, não podemos ignorar a caminhada do Sporting até à meia-final, pelo que, em jeito de balanço, vou dar 10 valores à participação do Sporting nesta edição da Taça da Liga.
por Leão Transmontano

sábado, 8 de maio de 2010

Fim!!!





Finalmente chegou ao fim a época 2009/2010. Como diz o povo, esse mesmo do tempo de Marco Aurélio, “não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe”.

O que fazer com ela? Gravar, ou apagar? Para esquecer ou para lembrar?

Pelo Sporting Clube de Portugal, instituição que está acima de todos nós, pelos milhares de atletas que nas várias modalidades serviram este clube com honra, com dignidade, com esforço, devoção, dedicação e glória, pelos milhares de sócios e adeptos espalhados pelos quatro cantos do mundo, pelos valores, pela crença, pelos ideais leoninos, pela história, pelo futuro, será bom que se retire a devida lição, para que na próxima época não se continue a matar o Sporting Clube de Portugal.

domingo, 25 de abril de 2010

Artilharia faltou à chamada

Um dos melhores 45 minutos da época deveria ter-nos permitido uma vitória folgada e tranquila. Isto se o futebol não tivesse cantos ou a equipa os soubesse defender. É no mínimo frustrante que depois do homem a homem de Paulo Bento, a zona de Carvalhal continue a ser uma passadeira estendida. Não tem nada a ver com a altura da defesa, como muitas vezes se ouve dizer, mas com a articulação de movimento colectivo – não apenas dos defesas… - e de concentração. Convém porém realçar que, não fora o desperdício quase absurdo de oportunidades, pouco importaria não sabermos defender bolas paradas. No dia de revolução, a artilharia faltou à chamada e sem ela é difícil ganhar.

Do pouco que se pode fazer até ao final da época, faltou ganhar, já que a exibição andou por acima do suficiente. E, no momento em que já se fazem campanhas despudoradas promovendo jogadores ao Mundial, preocupa-me a forma de Moutinho e Veloso, nomes que, em condições normais, se juntariam a Liedson, Pedro Mendes e Patrício. Tonel, Carriço e João Pereira não estão ainda fora da corrida.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pouco, muito pouco

Primeira parte a dominar completamente o jogo, fazendo de Patrício mais um dos muitos espectadores a assistir ao jogo. No entanto raras vezes o Sporting conseguiu estender o seu domínio até à baliza do adversário, faltando comprimento ao seu futebol.

Na segunda parte deu a sensação de que não subiram os onze ao relvado. A entrada de Aimar mudou o cariz do jogo, com o Sporting a não conseguir ligar a construção dos lances, permitindo por isso o retorno da confiança do adversário. Com tanto tempo para jogar custou-me ver escorrer o tempo sem que do campo ou do banco viessem as necessárias rectificações, reagindo apenas quando era tarde demais, após sofrer o golo inicial. Não gostei.

João Ferreira fez aquilo que sabe. A entrada de Luisão, com o jogo parado, visando evitar a reposição rápida da bola, só não é vermelho porque não dava jeito nenhum.

Não é mais um, é o derby!

Já foram escritos verdadeiros rios de tinta sobre o derby do futebol nacional, pelo que pouco ou nada poderá ser escrito de verdadeiramente novo quando se joga o 282º o episódio da saga mais popular do futebol português.  É sabido por todos que este não é mais um derby. É o derby, porque, apesar da história que o antecede, o próximo é sempre o mais importante, é o resultado desse jogo que marcará as memórias e ditará o teor das conversas, até que outro suceda e lhe tome o lugar. Por isso tem pouca importância o lugar que cada um ocupa e o seu trajecto ao longo do campeonato, e o resultado final é sempre um grande ponto de interrogação.

Mas as circunstâncias em que o derby sucede não podem ser negligenciadas. A equipa de Jesus é a grande candidata ao título nacional, chega a esse jogo com a moral elevada, mas temperada pela ida a banhos a Liverpool. Talvez por isso Jesus use agora vestes mais humildes ao analisar as dificuldades que a partida de logo encerra, deixando para trás a cagança dos “permenores” tácticos com que julgava ir embrulhar Benitez. Veio de lá embrulhado e com 4 lacinhos dourados, a condizer com a arrogância quase generalizada com que o “a melhor equipa do Universo  e quiçá de todo o Mundo” abordou o jogo.

Do nosso lado pareceu-me excessivamente humilde a forma como Carvalhal abordou o derby, falando de capacidade de sofrimento. Compreendo-o, face a toda a pedra que teve que partir para fazer o seu caminho, mas preferiria uma abordagem mais “à Sporting”: p.ex. “não temos nada a temer, apenas um 3 pontos a perder e um jogo grande para desfrutar e ganhar, como nos compete”.  Obviamente que Carvalhal também sentirá que foram dados trunfos ao adversário, ao permitir este estranho adiamento, que atirou um derby para uma terça-feira e que deu 10 dias de “férias” ao plantel. Mas há vantagens: não poderão ser invocadas as desculpas de cansaço que serviram de cortina de fumo para os 4 de Liverpool, e não estou a falar dos Beatles. Para lá de considerações tácticas, sempre importantes, penso que este detalhe poderá ser importante: férias e atitude competitiva são conjunturas que não costumam rimar, por isso me parece muito importante a forma como o Sporting abordará os momentos iniciais da partida.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Não houve casos, apareceu o futebol

O Sporting fez hoje uma descida tranquila do Rio Ave. E se pareceu fácil, como tanto se esforçou em salientar o comentador Sport TV, é porque tudo fez para tornar o jogo fácil. Controlou o jogo, controlou o adversário e sempre que acelerou o jogo conseguiu os golos. A ausência de casos nos momentos que antecederam o jogo ajudou certamente à forma concentrada como a equipa abordou o jogo.

Se o triunfo se deveu ao colectivo, é mais que justa a menção a Yanick Djaló. “Este” Yanick que, apesar das lesões e consequente intermitência, superou a sua marca pessoal de golos marcados na Liga, é o Djaló que ameaçava mas não concretizava. Hoje teve um jogo exemplar coroado com um golo monumental. Mérito inteirinho para Carvalhal que, em pouco tempo, percebeu as características e faculdades do nosso 20. Não será apenas em alguns sectores da bancada que o técnico deixará saudades, aposto.

Faço também uma referência a Hélder Postiga. Um avançado vive dos golos, é verdade, mas vale também pelo que joga e faz jogar. Não foi certamente por jogar como jogou hoje que saiu da equipa.

Criminoso o vermelho a Izmailov. Já se joga o derby que, de forma incompreensível, permitimos o adiamento. Duvido que a equipa técnica tivesse sido consultada. Chegaremos a esse jogo com 10 dias de intervalo, enfrentando um adversário moralizado e embalado. Veremos…

domingo, 14 de março de 2010

É disto que o meu povo gosta!

Demolidores, exibição monumental, do tamanho do castelo de Guimarães, foram assim os primeiros minutos de jogo do Sporting. Bons golos, jogadas colectivas envolventes, público on-fire, como deve ter sido liiiindo este jogo hoje em Alvalade. É disto que o meu povo gosta! Tentar minimizar a nossa vitória com o desacerto do adversário é ridículo. Se ele existiu ao nosso bom jogo se deveu. Falar da arbitragem é desonestidade intelectual. E é bom não esquecer que o Guimarães em nada facilitou a nossa tarefa, nem sequer permitindo que o jogo fosse disputado amanhã, mas pagou o "favor" bem caro.

Na 2ª parte a equipa geriu, embora nem sempre bem, a vantagem confortável, acusando também o peso de um jogo difícil e extenuante da passada quinta-feira. Tivesse gerido com melhor critério as saídas para o contra-ataque e o resultado seria gordo. Uma vitória importante, ante um adversário que nos estava à perna. Motivação, confiança e auto-estima em alta a fazer o que nunca havíamos conseguindo nas jornadas anteriores: marcar 2 golos e não sofrer nenhum nos primeiros vinte minutos. Foi uma vitória colectiva a merecer um destaque individual de um jogador muito castigado: ao fazer 5 defesas de grande qualidade na 2ª parte Patrício segurou a vantagem conseguida na metade anterior.

PS: Sabiam que a irmã de Carvalhal é uma Sportinguista ferrenha?

Que a alegria continue

Jogo muito interessante de seguir é o que me parece ser o que logo nos oporá ao Vitória de Guimarães. Trata-se de uma equipa bem orientada, que tem dado excelente réplica aos grandes neste campeonato, e que vê neste jogo a possibilidade, em caso de vitória, a possibilidade de nos roubar o 4º lugar. Os vimaranenses estão num bom momento, como indicam as 3 vitórias consecutivas (Leixões, Leiria e Nacional) com que chegam a Alvalade. Este duelo colectivo terá no relvado uma luta muito particular: Nilson e Patrício não sofrem golos há 391 minutos e quererão ambos prolongar essa contabilidade.

O Sporting chega a este jogo no seu melhor momento da época, como reconhece Carvalhal. E por isso, mais do que qualquer preocupação especial com o adversário, é o que a equipa for capaz de fazer que ditará a sorte do jogo, uma vez que não se discute a nossa vantagem em termos individuais. Há contudo alguns desafios para Carvalhal. Grimi está impedido de jogar na 5ª feira, pelo que seria aconselhável dar minutos a Pedro Silva, seu potencial substituto. O mesmo seria recomendável fazer com o eclipsado Caneira, uma vez que Tonel é uma carta fora do baralho e Carriço também o parece ser. Pelas mesma razões impunha-se a rodagem de Pereirinha, uma vez que Vukcevic deixou de contar depois do jogo com a Académica.

Não acredito que CC faça uma revolução, o jogo de logo é importante para as nossas aspirações e prestigio, tal como o da próxima quinta-feira. Dos adeptos aos jogadores, muitas das cabeças já estarão nesse jogo. Se esquecermos o de logo ele será muito difícil de ganhar. Era muito bom que a alegria continuasse.

Lista de convocados:
Guarda-redes: Rui Patrício e Tiago;
Defesas: Abel, João Pereira, Pedro Silva, Polga, Tonel, Caneira, Grimi;
Médios: Adrien, Pedro Mendes, Miguel Veloso, Izmailov, Matías, Pereirinha, Moutinho;
Avançados: Saleiro, Liedson e Sinama-Pongolle

P.S. Logo, pelas 13h, Naíde Gomes ataca o titulo mundial de salto em comprimento em pista coberta. Estou impossibilitado de assistir mas espero que seja mais um título, ou pelo menos mais uma medalha, a premiar a matriz ecléctica do nosso clube.

domingo, 7 de março de 2010

Interlúdio a azul


O terceiro adversário de azul vestido e a 3ª vitória consecutiva e todas alcançadas de forma categórica e por número expressivos de golos sem resposta. A inviolabilidade da baliza de Patrício. Um penalty por marcar, um golo mal anulado. A estreia ao poker de Liedson no Sporting, o regresso desse número mágico à I Liga, depois de Carlos Bueno, também do Sporting, na ida época de 2006/07. A maior vitória também desde 2006/07. A tristeza de Carvalhal no flash-interview, “sou apenas treinador, existem pessoas na estrutura do clube para o fazer se quiserem”. Ah,os calções do Atletic são azuis…

PS: Porque não jogou o Sporting com o seu lindo equipamento habitual, ou com a bonita camisola Stromp?

Communication breakdown


Foi tudo menos pacífica a saída de cena de António Sousa Duarte do cargo de director de comunicação. Uma saída consensual, negociada, não acontece de forma abrupta e sem assegurar soluções de continuidade de funções. Assim o Sporting prosseguiu o seu papel inovador no panorama do futebol português este ano: que me recorde foi a 1ª vez que não se conheceram os convocados para um jogo de uma equipa da I Liga. Costinha prometeu um novo período na comunicação para o Sporting e ninguém duvida que mais silêncio à volta e sobre o balneário são medidas que deviam ser para ontem. Mas convém não exagerar…

De igual modo não deve ter sido fácil para Carvalhal saber por terceiros que o Sporting anda à procura de treinador, sem ainda lhe ter comunicado o que pretende fazer com a opção que está clausulada no seu contrato. Assim como não será fácil enfrentar mais logo a bateria de jornalistas. O Sporting tem todo o direito de escolher novo técnico, não pode, ou não devia fazê-lo prescindindo de regras éticas que deveriam ser norma num clube que gosta de ser visto como padrão no meio desportivo. Pelo meio fica “uma mensagem aos Sportinguistas” que de nada serve. Ou se desmentia vigorosamente a noticia, ou ignorá-la apenas serve para lhe dar sentido.

E é assim que se chega ao jogo do Restelo. Onde não se espera outra coisa que não uma vitória ante uma equipa que apenas conseguiu vencer 1 vez. Gostava que o Belenenses, clube com o qual nutro simpatia, superasse este momento.Os seus  adeptos merecem-me especial  solidariedade pelas sucessivas atrocidades que a sua classe dirigente tem cometido num clube que há 30 anos era claramente um grande e que hoje está confinado ao seu pequeno reduto. Espero que a recuperação fique para depois do jogo de logo.


domingo, 28 de fevereiro de 2010

Leão morde onde dói mais!

O Sporting feriu hoje de morte o dragão, colocando-o fora da disputa da Liga Sagres, razão para encher de orgulho os adeptos. O Sporting de que eu gosto não faz fretes, tem uma camisola para honrar.

Exibição quase irrepreensível, num jogo que começou a ser ganho no gabinete do treinador e complementada no campo com a agressividade e empenhamento. A qualidade individual e postura colectiva fizeram o resto. Este ano quando existiu uma verdadeira equipa ganhamos ou pelo menos disputamos os jogos do princípio ao fim conseguindo ocultar os seus pontos fracos. Por certo hoje ninguém consegue apontar um jogador que não tenha merecido a vitória!

Não pode passar em branco a devolução do correctivo da Taça, devolvendo uma eliminação,desta vez no campeonato. Como esteve diferente esta equipa hoje! Defendendo longe da área, manietando os extremos e estendendo o nosso ataque, assegurando presença na área no ataque. No 1º e no 3ª golo tinhamos 4 jogadores dentro do último reduto azul. No lançamento do jogo pedia para jogarmos bem, conseguimo-lo e por isso ganhamos!

É para jogar bem!



A poucas horas do clássico são pouco importantes as palavras. À equipa do Sporting peço apenas que jogue o que sabe, que jogue o que está ao seu alcance. E se o fizer estará meio resultado feito. O resto ficará a cargo dos factores aleatórios de qualquer modalidade desportiva. Tendo em conta a importância do jogo na decisão da Liga Sagres, esperemos que não haja qualquer manobra para inclinar o campo. Poucos têm sido os jogos com o adversário de logo em que isso não tem acontecido. Para melhor oportunidade ficará a análise à convocatória para o jogo de logo.

Não termino sem deixar a excelente sugestão do nosso leitor Nastase, que muito nos honra. Provavelmente já não a tempo do jogo de logo, mas muito pertinente, por estar relacionado com um esquecimento muito comum entre os Sportingistas:O Sporting é de Portugal e do mundo inteiro, onde existem Sportinguistas e não apenas de um bairro ou cidade.

Já se sabe que num clássico desses, tem vindo a ser cantado de forma recorrente o "Cheira bem, Cheira a Lisboa". Eu não sou de Lisboa. Uns 60Km mais a Norte. Apesar de ser uma cidade que trago no coração, não me revejo nesse cântico pois o Sporting, como toda a gente sabe, é de Portugal.

Por isso gostaria de sugerir uma nova letra para ser cantada sobre a mesma melodia:

Uns Leões de vitórias esfomeados,
Cheira bem, cheira ao Sporting!
Uma história de glória centenária,
Cheira bem, cheira ao Sporting

Do Futebol, basquetebol ao hóquei!
Andebol, atletismo ou futsal!
Cheira bem porque é o Sporting,
O Sporting Clube de Portugal!

Pode parecer pouco mas julgo que este seria um bom incentivo para nos apropriarmos de uma melodia muito conhecida e relembrar às pessoas que o Sporting é, de facto, um Clube de Portugal! O único com o nome da nação!

Pedro Anastácio aka Nastase
Sócio nº 61.107

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Em Olhão golo não

Não vale a pena perder muitas linhas com a invernia futebolística em que o Sporting caiu. O jogo de Olhão resume-se em poucas palavras. Na 1ª parte a equipa não soube tirar partido do facto de jogar a favor do tempo. Na 2ª parte não conseguiu jogar contra ele. Ele, o vento, ele o Sporting. Não sabe, nem consegue é a imagem que ficou do futebol do Sporting.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Pesadelo autofágico

Para uma equipa saída de 2 jogos em que viu caducar, num deles com estrondo, as suas possibilidades em 2 competições, começar o jogo a perder com um golo evitável era um cenário proibitivo. Conseguir empatar e voltar a sofrer um golo por uma reincidência infantil de Vukcevic (cresce rapaz…) é imolar em erros individuais uma exibição colectiva que estava longe de merecer tal castigo.

Fazer tudo isto perante uma equipa bem orientada, cuja mais valia reside no colectivo, traçou o destino de mais uma derrota em Alvalade. Para se perceber o nosso momento e o sgnificado desta derrota a Académica conseguiu hoje a sua 1ª vitória fora, quando anteriormente tinha apenas 2 empates. Surreal? De forma nenhuma. O nossos maiores pesadelos são sempre ao vivo e a cores…

Se alguém acha que com assobios durante o jogo isto melhora, não será melhor assobiar mais alto?

sábado, 30 de janeiro de 2010

Domingos, dias santos e feriados

Ainda está para nascer o dia em que uma derrota do Sporting me seja fácil de digerir. E pior ainda quando a “indigestão” vem associada à irritação pelas incidências da partida. No entanto há que deixar bem claro que foi uma derrota imerecida e vendida por alto preço.

Lembram-se daqueles jogos em que o actual treinador do Braga, secundado por Kostadinov, ia 2 vezes à nossa baliza e acabava por ganhar o jogo? Pois foi isso que o jogo de ontem me fez lembrar. Foi sem dúvida um dia de Domingos. E se a eficácia bracarense acabou por ser premiada é também verdade que contou com a ajuda dos santos. Um golo à tabela, num momento em que o jogo estava por definir tornou a tarefa Sportinguista mais difícil. Hoje por hoje a equipa do Braga é das mais difíceis de bater após se apanhar em vantagem. As suas saídas para o ataque são venenosas e não tem vergonha de jogar com todas as linhas atrás da bola, contando com a consistência defensiva da sua linha mais recuada. S. Eduardo foi bem acolitado por S. Rodriguez e Moisés nem precisou de fazer o milagre de dividir as àguas.

O nosso jogo porém poderia ter sido outro. Há mérito do adversário mas também houve demérito nosso. Não me parece que a dupla Liedson – Saleiro (cada vez mais individualista) seja a ideal, nunca se vendo qualquer coordenação entre eles. Com as laterais tapadas tivemos dificuldade em dar profundidade ao jogo, não havendo quem, ao meio e pelo interior, fizesse a ligação do jogo. Isto sem desmerecer o enorme jogo de Moutinho, que deixou em Braga pormenores deliciosos de se ver. Em pólo oposto a “ausência” de Izmailov” foi notória, bem como o desacerto de Veloso. A nossa reacção final e o equilíbrio registado durante a partida tornam injusto o resultado final.

Será feriado o dia em que num jogo decisivo o Sporting conte com uma arbitragem isenta. São dias normais quando, em jogos deste teor, sejamos prejudicados. E a vitória do Braga ontem alicerçou-se em muito anti-jogo, que árbitro não só ignorou como patrocinou. O Braga está bem servido de jogadores como de maus actores, que viram as suas prestações circenses permanentemente aplaudidas pelo apito de João Ferreira. Isto sem falar nos momentos em que o jogo se aproximava da sua decisão, em que as faltas cirúrgicas marcadas ao contrário roçaram a palhaçada.

Seria sempre muito difícil inverter ou apenas anular a desvantagem numa conjuntura semelhante, para qualquer equipa. E, apesar disso, disputamos o jogo até ao fim, controlando as reacções num meio adverso. Espero por isso que a derrota não provoque estragos na confiança para o jogo difícil de terça-feira. Na minha não fez e por isso estarei lá. Para te ver ganhar, claro!

P.S.: Os pormenores são por vezes decisivos. Num mês sobrecarregado de viagens, não faria sentido ter evitado o regresso a Lisboa, com um jogo para jogar no Porto já na terça-feira?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O Sporting errado


Qualquer Sportinguista que olhe para a tabela classificativa da Liga Sagres deve compreender bem o que quer dizer o título deste post. Há de facto um Sporting a comandar o campeonato, só que para nós é o Sporting errado. Uma vitória no jogo de amanhã não permitirá inverter a situação ou colocar-nos no lugar que devia ser o nosso mas esse é o único resultado que nos interessa. Porque desde logo é assim que deve ser encarado qualquer jogo e este em particular. É o primeiro de série que pode mudar o cariz tristonho desta época, é a equipa sensação do campeonato, seguindo invicta no confronto com os “big 3”. E nunca é demais lembrar que Domingos disse, aquando do jogo da 1ª volta, que o Braga queria calar Alvalade e conseguiu-o. Ontem Paulo César deu a sua equipa como favorita.

É também o Sporting errado aquele que caia na tentação de facilitar a vida ao adversário, só porque ele compete com o nosso rival de sempre. É que não consigo descortinar como “perder” possa rimar com o  “Esforço, Dedicação, Devoção e Glória!” do nosso lema. Muito menos percebo como como isso se podia compaginar com uma história secular de muitos sacrifícios para afirmar o nome Sporting como a maior potencia desportiva nacional. Como diria o Octávio, vocês sabem do que eu estou a falar…

PS: Já depois de editar este post dei de caras com esta noticia fabulosa. 

sábado, 16 de janeiro de 2010

Levantamos voo? (Resumo da semana)


Esta semana desportiva no Sporting tem sido marcada pela melhoria de resultados e exibições. Vitória, apesar de suada e difícil, ante o Leixões, regresso do interesse, por números sérios, por um jogador do nosso plantel e nova vitória ante uma U. Leiria, que na jornada da Liga quase provocou uma abalo em pleno dragão, depois de o ter concretizado em Alvalade.

O jogo com os homens do Mar significou o regresso de um tom mais agradável no futebol leonino. Sendo certo que há problemas que continuam latentes, é bem verdade que se notam evidentes melhorias na produção futebolística. Os jogadores parecem querer voltar a mostrar o que sabem e pareciam ter esquecido. Foi magra a vantagem, chegou quase no final, mas foi inteiramente merecida.

Izmailov, que de jogo para jogo procura voltar à sua melhor condições técnica e física, é requisitado em Moscovo. 6 milhões de euros é uma verba considerável para o Sporting, para um jogador com 27 anos, que é dos mais valiosos e por isso dos mais necessários. Uma decisão difícil, a merecer ponderação. Uma boa decisão a recusa, parece-me, a ser repensada no final da época, caso os russos voltem à carga. O interesse por Moutinho foi outra das noticias da semana. Mesmo sem qualquer confirmação, é a demonstração que o valor dos nossos jogadores continua a ser reconhecido, mesmo quando parecemos ser nós os primeiros a não acreditar neles.

A malquista Taça da Liga, de má memória para nós, levou-nos a meio da semana a Leiria, onde, num terreno sem condições, se deu um passo para um patamar confortável, de onde poderemos olhar a fase seguinte da competição com confiança. Foi um bom treino real, veremos que repercussões terão na condição física no compromisso Nacional, uma vez que foi a equipa titular a fazer as despesas.


O jogo com os alvi-negros madeirenses será uma boa prova de aferição da consistência da retoma desportiva verde-e-branca. Trata-se de um adversário de qualidade, com quem repartimos, neste momento, a quarta posição. Uma boa oportunidade para impor um afastamento na tabela classificativa, sem perder de vista qualquer derrapagem nos lugares cimeiros da classificação, num jogo que ficará assinalado como o nº 100 de Patricio e pelo regresso aos convocados de Liedson.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Vitória tão sofrida como merecida


Estádio José Alvalade, em Lisboa

Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre)

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Daniel Carriço, Tonel e Grimi; Adrien (Matías Fernandez (77); Izmailov, João Moutinho e Vukcevic (Pereirinha, 90+2); Hélder Postiga (Pongolle, 59) e Saleiro.

Suplentes: Tiago, Polga, Yannick e Abel

LEIXÕES: Diego; Sony, Tucker, Trombetta e Bruno Gallo; Fábio Espinho, Fernando Alexandre, Seabra (Didi, 87) e Hugo Morais; Léo (José Manuel, 59) e Pouga (Antunes, 80).

Suplentes: Fonseca, Braga, Cauê e Paulo Tavares.

Disciplina: Cartão amarelo para Bruno Gallo (63 e 70) e Fábio Espinho (76). Cartão vermelho para Bruno Gallo (70).

Marcadores: 1-0, Tonel (84)

Ao intervalo: 0-0

Resultado final: 1-0


A estreia de João Pereira foi o facto mais notório na constituição inicial da equipa. A titularidade de Vukcevic surgia em consequência do impedimento de Veloso, não constituindo, por isso qualquer surpresa. A presença do lateral direito, por troca com Abel, permitiu verificar, em alguns momentos do jogo, como é diferente ter um lateral a sério e apenas um lateral. Como Grimi estava do outro lado, mais fácil se tornava a comparação.

Contudo, apesar do domínio e controlo do jogo no primeiro tempo ter sido quase em permanência do Sporting, não logramos fazer funcionar o marcador, nem conseguimos, valha a verdade, estender esse domínio e presença à área do Leixões. Postiga estaria nos lances mais perigosos, e sempre dentro do mesmo tom. Se no lance do Vuk a velocidade da bola exigia execução difícil, no passe que deveria isolar Saleiro foi tão impreciso no passe como infantil. Falta de agressividade e poder de explosão, associado a últimos passes mal definidos permitiram que o guarda-redes leixonense acabasse por ter 45m descansados.

Avinhava-se uma 2ª parte a exigir nervos de aço, a menos que o golo surgisse cedo. Tal não aconteceu, apesar de as oportunidades terem surgido em número e qualidade. Diego foi chamado a intervir várias vezes, mas quase sempre por demérito dos nossos atacantes. Apesar da pressão exercida recorrendo às alas, raras vezes conseguimos ganhar a linha de fundo. Com isso a missão defensiva dos leixonenses era facilitada, uma vez que, de frente para a bola, era mais fácil anular as nossas intenções. Tonel acabaria por desfazer a igualdade, num golo que é a sua imagem de marca.

Não vou fazer destaques individuais, negativos ou positivos, porque me parece que deve ser destacada a força do colectivo nesta vitória. Com um passivo emocional a ter que ser vencido, uma vez que esta é apenas a 3ª vitória em casa (!!!) quando se fecha a 1ª volta, esse parece-me o realce merecido. Apesar do resultado escasso, o trabalho desenvolvido permite vislumbrar uma melhoria significativa na qualidade do futebol praticado. A 2ª vitória consecutiva em 2010 está conseguida e foi inteiramente merecida.

sábado, 19 de dezembro de 2009

A vitória possivel e necessária


Surpresa na constituição da equipa. Ficamos sem saber qual seria a equipa titular se Vukcevic não tivesse sido acometido de gripe, não chegando, por isso, a constar da ficha de jogo. Carvalhal decidiu premiar o esforço alemão de Saleiro e demonstrou coragem em sentar Polga, oferecendo a titularidade a Tonel.

Mau começo, mais uma vez: sem segurar a bola, sem uma jogada ligada, sem conseguir estender o jogo até à área até aos 10m. Mas na primeira vez que o conseguiu podia até ter marcado, por Liedson.

Depressa se voltou aos passes transviados, com o meio campo a ser constantemente apanhado em contra-pé, permitindo superioridade numérica em algumas situações ao adversário. Quase sofreu um golo, com Grimi a deixar Marinho, sempre ele, aparecer a finalizar nas costas. Perante as dificuldades em impor o seu futebol, víamos a opção pelo futebol directo ganhar primazia à circulação da bola de pé para pé. E foi numa bola ganha de cabeça por Liedson, numa jogada de insistência, que chegamos ao golo de Saleiro, à ponta-de-lança.

O regresso das cabines, após o intervalo, trouxe uma equipa mais confiante na gestão da posse de bola, mas nem por isso muito esclarecida ou consequente. Mas o suficiente para nos permitir jogar mais à frente, muito por causa da subida de Moutinho, mais perto dos avançados, aparecendo na área com frequência.

A entrada de Postiga para o lugar de Saleiro deu-nos o melhor período de jogo, em que se sucederam as oportunidades para selar a vitória. O 23 entendeu bem o que se lhe pedia , criado sucessivos lances de perigo em tabelinhas com Liedson.

Não nos fugiria a vitória habitual na Figueira da Foz. Merecida, a vitória possível e necessária. Viu-se na reacção dos jogadores em pleno relvado, após o apito final, que os jogadores perceberam a importância dos 3 pontos, que souberam merecer, num areal com alguma relva, a tornar difícil ocorrerem grandes primores.

Penalty perdoado, dualidade escandalosa de critérios foi o registo de Carlos Xistra durante o jogo.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Do cemitério de Alvalade


Embora entenda que no futebol é preciso muito mais do que simples atitude ou disposição para o jogo, hoje, especialmente na 1ª parte, ficou bem claro que os profissionais do Sporting tiveram uma postura que nem se admite num jogo de solteiros e casados. Zombies não fariam pior, conseguiriam quiçá assustar os mais supersticiosos jogadores do Leiria.Jogando com a que se entende ser a melhor equipa, exige-se muito, muito mais.

Apesar dos primeiros 15m revelarem dificuldade em penetrar as linhas defensivas leirienses, que conseguiam colocar-se permanentemente em superioridade numérica nas zonas onde a bola circulava, esperava-se que o tempo e um pouco de velocidade trariam resultados. Mas nem o passar do tempo ajudou nem a velocidade chegou.

Quando parecia que o Sporting fosse finalmente assentar o seu jogo, após uma jogada de Moutinho na área, quem o fez foi o Leiria. Enquanto o Sporting não tinha  ainda conseguido rematar, o Leiria já tinha mandado uma bola à barra e à terceira foi de vez. À excepção de Patrício, que esteve muito mal, todos os jogadores do Sporting estavam de pés no chão, quando a bola se disputava no ar, na sequência de um canto!.Deve ter sido dos golos mais fáceis do União no campeonato.

A equipa do Sporting, ou o que deveria ser, desconjuntou-se, tornando-se num arquipélago de 11 ilhas desperdiçando uma vez mais 45 minutos. Não rematou uma vez que fosse e a maior posse de bola não representou qualquer perigo.O Leiria merecia a vantagem que levou para o balneário. 

Substituições correctas para o inicio do 2º tempo para dar largura e a profundidade que faltaram anteriormente. Pereirinha e Adrien no lugar de Caneira  que não subia e Matias que nada decidia. A maior dinâmica notou-se nos primeiros minutos, mas depressa se esgotou, com Liedson a desperdiçar uma bola pouco habitual. O Sporting encostava o Leiria, este deixava-se encostar, mas sem criar grande perigo. Quem o fez foi o Leiria, conseguindo um golo limpo, mal anulado pelo árbitro.

Devo confessar que quando Postiga entrou eu já tinha dado o jogo como perdido. Ver Pereirinha desperdiçar um passe fabuloso de Adrien ainda mais acentuou essa ideia. E Liedson vezes sem conta. E o tempo a esgotar-se rapidamente, com o árbitro a premiar todo o anti-jogo possível e o inimaginável com 5 minutos de desconto.

As aspirações de uma época ficam hoje definitivamente enterradas, com funeral a condizer, entre o silêncio sepulcral e a assobiadela monumental de Alvalade.

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