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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Encerrada para balanço

A época que entretanto findou não deixará saudades a nenhum Sportinguista mas convém tê-la bem presente nos tempos mais próximos porque nela estão contidos muitos ensinamentos que, bem aproveitados, nos poderão evitar a repetição de alguns dos erros.



O erro crucial de toda a campanha 2010/11 centrou-se ainda na época anterior quando Costinha e Bettencourt decidem prescindir de Villas Boas e contratar Paulo Sérgio. Não há qualquer garantia de que AVB fosse tão bem sucedido em Alvalade como o está ser no Porto, mas o que há de mais lamentável nesta deriva é a total ausência de estratégia. O perfil dos dois técnicos é tão díspar que equivale a que alguém à procura de um carro novo entre num stand para comprar um Mercedes ou um BMW e saia de lá com uma pick-up. Seguramente que um comprador assim não sabe para que quer o carro… Um treinador sem nada que o recomendasse e que de seguida aceitou placidamente tudo e todos, - até Tales! – que lhe puseram à frente para construir um plantel ditaram os resultados que hoje se conhecem.



Mas há que reconhecer também que o futebol do clube esteve ao longo desta campanha completamente desprovido de uma estrutura que estivesse à altura da exigência da sua grandeza e por isso o êxito nunca passou de uma miragem. O terceiro lugar alcançado acaba por ser um mal menor perante o muito que o prestígio e o património do Sporting foram delapidados.



Seria quase masoquista lembrar hoje todas as peripécias que foram ocorrendo durante o ano, ao melhor estilo de uma tragédia grega, pelo que optei por me debruçar sobre alguns dados estatísticos que ajudarão a perceber alguns dos números com o Sporting encerra a Liga, mesmo que não revelem na plenitude o quanto foi desbaratado.



O clube tem hoje segundo plantel mais velho da Liga



Manteria o 3º lugar se houvesse um campeonato separado das primeiras e segundas partes



Seria o 6º classificado nos jogos disputados em casa e o 3º nos jogos fora.



O último classificado juntamente com a indesejável companhia do Marítimo, Beira-Mar e Académica das equipas que viraram resultados, isto é, nunca conseguiu virar um resultado desfavorável.



Ocuparia um desonroso 2º lugar nas equipas que deixaram virar um resultado a favor (por 2 vezes).



O mesmo 2º lugar, juntamente com SLB e Nacional, no número de golos sofridos, mas com quase o dobro da média dos golos consentidos pelo campeão: 1.03 por jogo.



4º classificado no campeonato dos golos marcados – 41 – atrás de FCP 73, SLB 61 e Braga 45.



O Sporting acaba por ser o 2º classificado no campeonato da posse de bola, com uma média de 28 minutos por jogo.



Os melhores marcadores da equipa são Postiga e Djaló com 6 golos cada.



O Sporting ficou em 3º lugar no campeonato das assistências com 393. 596 espectadores, com o SLB a liderar ( 657.550) seguido do FCP (601.436) e em 4º lugar o Braga com 231.281.

Nota: dados da Liga de clubes.

domingo, 15 de maio de 2011

Em Bracara fomos romanos

Não tendo conseguido resistir ao apelo do coração lá me desloquei a Braga sem grandes expectativas. Além das naturais saudades que um adepto de futebol sente pelo jogo ao vivo e pela sua equipa, tinha também curiosidade de ver jogar a equipa daquele que se aponta como futuro técnico do Sporting e voltar a uma cidade onde, durante 5 anos, vi futebol praticamente de 15 em 15 dias, e que hoje vive os melhores momentos da sua história. Acabei por dar por bem empregue o tempo. Além do facto de gostar de ver futebol no Axa, pude assistir a um jogo muito razoável, cujas impressões aqui deixo:

1- Número muito apreciável de espectadores entusiasmados do Sporting, se atendermos ao que foi a época que ontem findou.

2- Estratégia bem delineada por Couceiro, pondo o Sporting a jogar à Braga. Isto é o mesmo que dizer que, talvez pela primeira vez que orientou a equipa, Couceiro conseguiu fazer jogar mais em bloco e menos desgarrada entre si. Os ganhos foram evidentes, o jogo esteve quase sempre controlado, jogando o Sporting de forma relativamente confortável perante o domínio que concedeu ao adversário. A noite acabou por ser surpreendentemente tranquila para Patrício.

3- Boa exibição de Djaló, para mim o melhor dos 28 jogadores em campo, provando a sua utilidade. Marcou um golo decisivo, podia ter feito outro quase ao terminar a partida, pondo a cabeça em água a Kaká e Paulão. Quando a bola se joga no chão a envergadura física dos defesas é um problema mas para os próprios.

4- A número elevado de oportunidades claras de golo desperdiçadas por Postiga que podia ter resolvido o jogo ainda na primeira parte.

5- A confirmação que Carriço e Polga deveriam ter sido a nossa dupla de centrais durante toda a época, em particular neste final, em que acabamos por desperdiçar pontos de forma quase infantil. Isto não é o mesmo que dizer que a  culpa é exclusivamente dos defesas, uma vez que atacar de defender deve ser uma missão colectiva e as equipas que melhor o percebem são melhores.

6- Uma palavra para Carlos Saleiro que, pela enésima vez esta época entrou nos minutos finais do jogo. O que se lhe fez esta época foi mau de mais. Pode-se discutir o seu valor mas o seu profissionalismo é inatacável. Quantos de nós se sujeitariam a algo semelhante?

7- Espero que a direcção do Sporting tenha assistido com sentido crítico à forma como em Braga se trabalham bem os momentos que antecedem os jogos, em particular na relação com os adeptos. Nesse sentido há muito a fazer para a próxima época em Alvalade. O nosso estádio tem de voltar a ser um lugar de festa  para nós e um local temido pelos adversários. Uma boa equipa e uma boa carreira são indispensáveis mas não é tudo.

8- Terminou bem uma das piores épocas de que há memória, tantos foram os erros que foram cometidos, antes e durante o seu trajecto. O Sporting precisava desta nota positiva para arrancar mais forte e com mais segurança para a época que se avizinha. 

sábado, 19 de março de 2011

Procissão de horrores continua

Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 24ª Jornada
Estádio de Alvalade, Lisboa
Árbitro: Rui Costa (Porto)
SportingRui Patrício; João Pereira, Anderson Polga, Marco Torsiglieri e Evaldo; Alberto Zapater e André Santos; Yannick Djaló, Matías Fernández e Diogo Salomão; Hélder Postiga.
Suplentes: Tiago, Abel, Carriço, Saleiro, Valdés, Vukcevic e Cristiano.
Treinador: José Couceiro.
U. LeiriaMika; Hugo Gomes, Paulo Vinícius, Zé António e Patrick; Diogo Amado; Marcos Paulo, Leandrinho e Iturra; Cacá e Fabrício.
Suplentes: Luiz Carlos, Pateiro, Rúben Brígido, Bruno MIguel, João Silva, Panandetiguiri e Cepeda.
Treinador: Pedro Caixinha.

sábado, 12 de março de 2011

Jogo molhado, resultado abençoado?


RIO AVE, 0 - SPORTING, 0


Após a derrota da Luz com exibição simpática e a vitória antipática em casa perante um Beira-Mar também em crise, o principal ‘atractivo’ do terceiro jogo deste SCP de José Couceiro estava em perceber qual das duas tendências exibicionais se tornaria predominante. Isso e o resultado final, claro… já que o terceiro lugar estava periclitante.

O início ‘diluviano’ no Estádio dos Arcos apresentou-se com uma equipa da casa a ameaçar ‘chuva’ logo na primeira jogada ofensiva. O Sporting responde com um futebol desligado, amorfo, chato e muito pouco ‘escorregadio’. Só passados os primeiros 20 minutos começa a ‘sacudir a água do capote’ à apatia geral. Mas o Rio Ave foi sempre superior, mais rápido, mais ‘fresco’, com mais garra e muita ambição. A defesa do SCP ‘mete água’, principalmente pelo lado esquerdo, e no ataque, salvo alguns arranques de Yannick, pela direita, não consegue ‘levar a água ao seu moinho’, já que nunca incomoda as redes à guarda dos ex-leões Paulo Santos e Mário Felgueiras, este último a partir da meia hora de jogo. Chega o derradeiro minuto da primeira parte, aos cinco do respectivo prolongamento, que acaba exactamente como o minuto inicial: com os vila-condenses a ameaçar ‘molhar a sopa’.

A ‘meteorologia’ não se altera na segunda parte. O ‘horizonte’ continua muito cinzento e carregado para os lados de Rui Patrício: o ‘guarda-chuva’ que impede que a baliza leonina se ‘molhe’. Isso e o escandaloso falhanço de Braga aos 65 minutos. Polga tem lance anedótico, pareceu que queria obrigar Patrício a brilhar. E o único ‘raio’ (de luz) daquela espécie de equipa fez a vontade ao seu capitão. Os bancos mexem, mas as condições climatéricas do jogo não. Adivinha-se ‘trovoada’, mas no final a abundância de ‘relâmpagos’ dos verde-e-brancos de Vila do Conde (vinte e três, para ser mais exacto) ou caíram longe do alvo ou o pára-raios Patrício deu conta deles.

E pronto, à terceira partida, terceira tendência. Couceiro não consegue que os seus jogadores produzam nem exibição, nem resultado positivo e a terceira posição da tabela classificativa mantém-se como o tempo: instável.

Esta equipa vive um período triste como a noite, mais negro que o equipamento alternativo. Para o cenário ser verdadeiramente exasperante só faltava aparecer alguém com vontade de ‘levantar a cabeça’… provavelmente para agradecer ao todo o poderoso… Só ele permitiu que conseguíssemos passar por entre os pingos da chuva sem nos molharmos. O Rui Patrício cumpriu o centésimo jogo a titular, garantiu um precioso ponto, mas é caso para dizer: ó Rui defendes muito melhor que aquilo que falas!


As boas novas são que já só faltam sete ‘temporais’. Animo! Que melhores tempos virão. E dia 27 chegará finalmente o fim de tão tormentoso 'Inverno'?


 
Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 23ª Jornada
Estádio dos Arcos, Vila do Conde
Gatuno: João Ferreira (Setúbal)


Rio Ave
Paulo Santos (Mário Felgueiras 31’); Lionn, Gaspar, Jeferson e Tiago Pinto; Júlio Alves, Tarantini e Braga; Bruno Gama, João Tomás e Yazalde (Saulo 72’).
Suplentes: Mário Felgueiras, Éder, Vítor Gomes, Fábio Felício, Mendes, Saulo e Cícero.
Treinador: Carlos Brito

Sporting
Rui Patrício; João Pereira, Polga, Torsiglieri e Evaldo; André Santos e Zapater; Valdés (Vukcevic 63’), Matías e Yannick; Hélder Postiga
Suplentes: Tiago, Cédric, Nuno André Coelho, Abel, Diogo Salomão, Vukcevic e Cristiano
Treinador: José Couceiro.

Golos: nada a registar.

domingo, 6 de março de 2011

Ainda longe do lugar à beira-mar.

O de jogo hoje colocava desafios bem diferentes que os do jogo anterior e as mexidas operadas por Couceiro tinham lógica, fazendo entrar Salomão e Valdés, implementando um 4x3x3.  Mas como se sabe o problema não está tanto nos sistemas mas sim na dinâmica que se imprime e isso esteve bem patente na partida.

Se na primeira parte ainda houve espaço para desenhar alguns ataques, embora padecendo de alguma lentidão, na segunda metade,com o recuo das linhas do Beira-Mar ficou ainda mais difícil chegar ao golo. Este chegou de penalty numa jogada onde não me pareceu haver razão para tal, 2 jogadas depois o árbitro tenha retirado a Postiga um golo absolutamente limpo.

Nada a dizer da entrega dos jogadores, mas é evidente que não se adquirem novos processos de um dia para outro. Conseguiu-se pelo menos guardar o mais importante que eram os 3 pontos, que ainda não nos garante um lugar tranquilo ao sol, à beira-mar.

Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 22ª Jornada
Estádio de Alvalade, Lisboa
Árbitro: Hugo Pacheco (Porto)
Sporting
Rui Patrício; João Pereira, Polga, Torsiglieri, Evaldo; Matías, André Santos, Valdés; Yannick, Postiga e Salomão.
Suplentes: Tiago, Maniche, Saleiro, Grimi, Zapater, Abel e Cristiano.
Treinador: José Couceiro.

Beira-MarRui Rego; Pedro Moreira, Hugo, Yohan, Renan; Rui Sampaio e João Luiz; Tatu, Artur e Élio; Wilson Eduardo.
Suplentes: Bruno Conceição, Rúben Lima, Sérgio Oliveira, Wang, Jaime, André Marques e Yartey.
Treinador: Rui Bento.

Golos: Matías Fernández (77').

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Era uma vez o tempo em que qualquer um podia ser treinador do Sporting

O Sporting perdeu hoje de forma injusta, tendo em conta o que foi a produção de ambas as equipas. Não tendo mais uma vez jogado bem fez pelo menos o suficiente para alcançar o empate. Mas o ascendente sobre o adversário aconteceu apenas a partir do momento em que ficamos em superioridade numérica e isso diz tudo sobre ao que está reduzido o futebol do Sporting. Paulo Sérgio já saiu mas deixa um legado que será difícil de contrariar, pelo menos até que haja uma nova equipa técnica investida em funções que não apenas interinas. Advinham-se tempos difíceis, até porque foi hoje fácil perceber a estabilidade emocional que se instalou no grupo de trabalho, a que não será alheia a forma sôfrega como se procurou o empate. Que o sofrimento que se adivinha até ao final da época seja suficiente para nos lembrar este tempo em que parece que qualquer um servia para ser treinador do Sporting.

Se tivermos em conta o dinheiro pago ao Guimarães pela sua contratação (600 mil euros), os ordenados pagos (50 mil euros mensais só para Paulo Sérgio?) e a indemnização que ontem foi acordada (500mil para PS, outro tanto para a restante equipa técnica?), ficando por incluir no custo o valor intangível do que se perdeu ao longo dos últimos 9 meses, estaremos provavelmente a falar da mais cara equipa técnica da história do Sporting. Quem diz que o Sporting não tem dinheiro para gastar, nomeadamente em bons treinadores, tem aqui um bom motivo de reflexão.

Segundo o DN a iniciativa de por fim ao contrato terá partido do próprio Paulo Sérgio. Isto é, não foi a direcção da SAD que percebeu que o treinador não servia, foi o treinador que percebeu que não tinha soluções para um problema de cuja criação é co-autor. Assim se percebe melhor o timing da saída: com "o dele do lado de lá" Paulo Sérgio já não "tem responsabilidades" nas 2 deslocações difíceis impostas pelo calendário: Nacional e SLB. A primeira deu uma derrota, veremos o que dá a segunda. O treinador soube tratar dos seus interesses, pode-se dizer o mesmo da SAD do Sporting?

Independentemente do timing é óbvio que o final deste ciclo era inevitável. Não era só por causa dos resultados, mas também por causa da ausência de futebol de qualidade. Não faltará quem ache Paulo Sérgio tenha sido mais uma vitima do Sporting, como se pergunta e insinua em alguns inquéritos e comentários nos média. Mas se há alguém de quem se possa queixar é antes de mais de si próprio, pela falta de qualidade da suas propostas para o futebol do Sporting. E ainda se pode queixar de si próprio por ter aceite tudo e mais alguma coisa que lhe puseram à frente ou por tudo que lhe negaram, como o próprio foi deixando passar sub-liminarmente nas últimas conferências de imprensa. Paulo Sérgio deu muito jeito à incompetência de Costinha e Bettencourt e aí, tal como ao Sporting, é capaz de se justificar o papel de vítima.

Paulo Sérgio sai com os mesmo elogios com que entrou: trabalhador dedicado e esforçado, com capacidade de liderança. Mas, tal como quando foi contratado, ninguém pode afirmar o essencial: é um bom treinador. E o problema está aí: ninguém pode, no seu perfeito juízo dizer que uma mesa que tem uma perna maior que outra é uma boa mesa. Paulo Sérgio pode ser até um trabalhador incansável e parece inegável que tinha a equipa com ele. É talvez por isso a instabilidade emocional que acima falava. Mas não tinha no seu trajecto um trabalho que merecesse ser referenciado, e durante 9 meses ficou bem demonstrada a sua incapacidade quer ao nível táctico quer ao nível do trabalho físico. O seu 2º falhanço consecutivo em menos de um ano é tudo menos uma surpresa. Essa foi, do meu ponto de vista, a sua contratação.

Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 21ª Jornada
Estádio da Madeira, Choupana
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco)
NacionalBracalli; Patacas, Felipe Lopes, Danielson e João Aurélio; Luis Alberto, Bruno Amaro e Skolnik; Edgar Costa, Mateus e Diego Barcelos.
Suplentes: Elisson, Todorovic, Thiago Gentil, Márcio Madeira, Bodul, Anselmo e Tomasevic.
Treinador: Predrag Jokanovic.
SportingRui Patricio; João Pereira, Torsiglieri, Carriço e Evaldo; Zapater e André Santos; Yannick, Matías e Vukcevic; Hélder Postiga.
Suplentes: Tiago, Polga, Maniche, Saleiro, Abel, Salomão e Cristiano.
Treinador: Alberto Cabral.

Golos: Mateus (19').

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cadáver adiado não procria

Julgo que o resultado de hoje certamente que não surpreendeu ninguém. Mas o mesmo não se poderá dizer dos noventa minutos de jogo, que em alguns momentos chegou a ter momentos imprevistos. Tendo em conta os momentos de cada equipa sabia-se que o pior que podia acontecer no decurso da partida seria o Sporting ficar em desvantagem e o que isso poderia significar no desfecho final. Mas apesar do adversário ter inaugurado cedo o marcador por Gaitan, bem acolitado por Grimi, a quem só faltou aplaudir o compatriota, o Sporting viria a ter as suas melhores chances em lances de contra-ataque, através de reposições de bolas rápidas, após lances no nosso sector recuado, conhecendo então o seu melhor período na partida.

Tudo haveria de mudar após a expulsão de Sidney. A nossa superioridade numérica era apenas aparente, tendo em conta que, tendo em conta as prestações de Grimi e Cristiano, era difícil de determinar qual era equipa mais beneficiada com a sua presença em campo. Pedia-se então alguém que percebesse um pouco de futebol ou tivesse pelo menos 2 neurónios a funcionar. Ora meter muita gente na frente pode ser muito bonito para as bancadas apenas ajudou a anular uma vantagem numérica já de si duvidosa. Daí quase nunca se ter notado em campo que Sidnei não jogou os 45m finais. Quando por fim, num lance de sorte, o segundo golo acontece, o jogo ficou decidido, proporcionando um final agonizante, pela impotência revelada.

O Sporting teve há algum tempo o seu Alcácer-Quibir. Hoje foi mais ou menos que perder Olivença: fere o orgulho, mas está longe de ser o mais importante. Saibamos agora escolher quem seja capaz de restaurar o orgulho leonino .

Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 20ª Jornada
Estádio José Alvalade
Árbitro: Artur Soares Dias
SportingRui Patrício; João Pereira, Polga, Trosiglieri e Grimi; Pedro Mendes, André Santos, Matías Fernandez e Cristiano; Postiga e Yannick.
Suplentes: Tiago, Abel, Nuno André Coelho, Zapater, Maniche, Diogo Salomão e Saleiro.
Treinador: Cabral (adjunto que substitui Paulo Sérgio que cumpre castigo).

Benfica
Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi Garcia, Carlos Martins, Salvio e Gaitán; Saviola e Cardozo.
Suplentes: Júlio César, Jardel, Airton, Aimar, Felipe Menezes, Jara e Nuno Gomes.
Treinador: Jorge Jesus.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Continua a via-sacra

Prosseguiu hoje a via-sacra do Sporting no campeonato nacional- Hoje em Olhão cumpriu a 19º estação. Entre a auto-flagelação de uma equipa mal orientada, quase sempre inferior ao adversário, e a crucificação pelo apito do Olegário,que fez pagar com juros de agiota o golo inicial, assistiu-se a um espectáculo pobre e triste onde ninguém diria ter estado presente um grande de Portugal. 

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Carriço, Torsiglieri, Evaldo; André Santos, Pedro Mendes, Maniche; Vukcevic, Postiga e Valdés. 
SUPLENTES: Tiago, Polga, Salomão, Saleiro, Matías, Zapater e Cristiano. 

OLHANENSE: Ricardo Batista; João Gonçalves, Maurício, Mexer, Carlos Fernandes; Nuno Piloto e Fernando Alexandre; Jorge Gonçalves, Rui Duarte e Ismaily; Djalmir. SUPLENTES: Bruno Veríssimo, André Micael, Lulinha, Cadú, Adilson, Suárez e Yontcha. 

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Entre o sonho e a realidade

"The King's speech"




No final da manhã de segunda-feira, dia 31 de Janeiro de 2011, concretizava-se o anúncio da despedida de Liedson do SCP. Os rumores, que de forma emocional sempre tentei relacionar com especulação jornalística, transformaram-se em notícia oficial. A desilusão instalou-se e o jogo de despedida chegaria poucos dias depois. Os suficientes, no entanto, para criar expectativas: por uma questão de justiça poética iniciei uma construção de devaneios sobre um momento que se pretendia grandioso, mágico, digno perante o último dos jogadores leoninos que garantia momentos grandiosos, mágicos e dignos aos adeptos do Sporting. Tinha que ir até ao nosso templo…

Cai a noite na sexta-feira, dia 4 de Fevereiro de 2011, e com ela a realidade actual deste Sporting que não permite ilusões. Ao invés do estádio cheio e um ambiente quente a acolhedor, da primeira goleada perante o adversário mais fraco da Liga, duma exibição catártica, do clima pacificado e de união em torno do nosso jogador mais carismático, assistimos ao frio das bancadas semi-desertas, a um empate milagroso alcançado no ultimo minuto, à humilhação do melhor futebol praticado pelo ultimo classificado, e um clima tenso, violento, e com clímax final num feroz ataque sobre um treinador (de) negro e que só amainou após o 3 a 3 final. Foi altura de irromper o choro… O vídeo de homenagem com os feitos pouco ‘levezinhos’, o ultimo discurso do 31… E, mais uma vez, ao contrário do que eu imaginara, foi o Liedson que verteu as lágrimas que eu julgara não aguentar conter. Infelizmente contive. Dói ver Liedson partir assim, às pressas e sem ter sido campeão, mas dói muito mais ver o futebol miserável que o Sporting pratica. Ao ponto da revolta se impor a toda uma panóplia de sentimentos contraditórios que vivi na noite da passada sexta-feira e impedir que surgisse em pleno aquele sentimento nobre, agri-doce da nostalgia da despedida.

Uma noite que jamais vou esquecer. Como não podia deixar de ser por motivos díspares, embora não os inicialmente previstos: a enorme gratidão pelas alegrias proporcionadas por Liedson apareceram, mas com ela uma enorme tristeza de ter acabado de assistir aos 60 minutos de futebol mais deprimentes de que me recordo ver, ao vivo ou na Tv, o Sporting praticar. Sim, 60 minutos, porque tinha de ser precisamente anteontem a estrear a sensação de ficar retido fora do estádio no primeiro terço do jogo. Como eu muitas centenas de outros ‘leões’… Da mediocridade geral da noite, salvou-se Liedson e salvou-nos ele da derrota, ao bisar pela última vez em Alvalade… Faz sentido: afinal há coisas que nunca mudam e muito dificilmente nos desapontam.

Obrigado por tudo, Liedson. O melhor que posso fazer é guardar-te num cantinho do meu coração, bem ao lado de Manuel Fernandes, Oceano, Balakov e Acosta.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Liedson deixa-nos a todos com razões para chorar

Numa noite plena de emoções Liedson despede-se de Alvalade num jogo que ilustra, com raras excepções, os 7 anos e meio da sua passagem pelo Sporting: faltou um Sporting maior para  Liedson poder ser ainda maior. As lágrimas vertidas hoje em Alvalade serão de saudade do baiano mas também de dor provocada pelo momento que atravessamos. Não nos faltam razões para chorar pelo Sporting.

 "Chorei poucas vezes na vida. Mas este custa muito. Nunca vou esquecer este clube. Nunca"

SPORTING: Rui Patrício; Abel, Carriço, Polga, Evaldo; Pedro Mendes, Zapater, André Santos; Vukcevic, Liedson e Postiga

Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Saleiro, Matías Fernandez, Grimi, Salomão e Cristiano

NAVAL: Salin; Carlitos, Gomis, João Real e Camora; Manuel Curto e Godemèche; Marinho, Edivaldo e Simplício; Fábio Júnior.

Suplentes: Bruno Jorge, Daniel Cruz, Previtali, João Pedro, Giuliano, Hugo Machado e Rogério

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Viva Zapater e S. Patricio

O estádio dos Barreiros parece ser talismã para Rui Patricio: foi lá que estreou e foi neste regresso que é capaz de ter carimbado a titularidade na selecção nacional, agora que Eduardo é bem capaz de ir para o banco reflectir no que terá deixado ficar em Braga. Zapater é outro dos nomes incontornáveis da noite ao marcar 2 golos em momentos cruciais do jogo. Em particular o 2º, quando o Sporting estava já a jogar com 3 centrais (!!!).O post anterior foi premonitório... 

Ficha de Jogo
Liga Zon Sagres: 17ª Jornada

Estádio dos Barreiros, Funchal

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto)

Marítimo
Marcelo Boeck; Roberto Sousa, João Guilherme, Roberge e Luciano Amaral (54'); Rafael Miranda, Sidnei e Alonso; Marquinho (54'), Baba e Djalma.
Suplentes: Marafona, Robson, Kléber (54'), Briguel, Tchô, Heldon (54') e Danilo Dias.
Treinador: Pedro Martins.

Sporting
Rui Patricio; João Pereira, Carriço, Polga e Evaldo; André Santos (82'), Pedro Mendes e Zapater; Valdés (88'), Liedson e Vukcevic (65').
Suplentes: Tiago, Torsiglieri (65'), Maniche (82'), Saleiro (88'), Salomão, Zezinho e Nuno André Coelho.
Treinador: Paulo Sérgio.

Golos: Zapater (44'), Zapater (67'), Liedson (75').

sábado, 15 de janeiro de 2011

Dos 42 pontos que faltam ainda faremos 43

Seria redutor e injusto resumir o resultado do jogo de hoje à vergonhosa actuação do àrbitro, que, desta forma ajudou a perpetuar uma certa tradição do Paços de Ferreira conquistar vitórias em Alvalade com mais do que 11 jogadores em campo...

Seria injusto para Rui Vitória, que, com meios modestos, demonstrou a Paulo Sérgio como o jogo colectivo pode superar, no caso de hoje até com algum primor, a mais-valia individual desperdiçada num amontoado de jogadores, sem qualquer articulação entre si. Tendo sempre que recuperar de desvantagens no marcador, o Sporting viveu sempre de um enorme Valdés, que, como é bom lembrar, só joga na sua melhor posição por acaso. 

Se nem isso se consegue vislumbrar da tribuna em Alvalade, se de lá se aceita que mais uma vez o treinador diga que fez um bom jogo, se as substituições realizadas não despertam as consciências  o melhor é pensar  que dos 42 pontos que ainda faltam disputar, ainda somos capazes de fazer 43...
  
Estádio: José Alvalade
Árbitro: Luís Catita
0-1 por Samuel aos 28'
1-1 por Liedson aos 42'
1-2 por Manuel José aos 44' de grande penalidade
2-2 por Diogo Salomão aos 63'
2-3 por Pizzi aos 82'

SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Carriço, Polga e Evaldo; Vukcevic, Maniche, André Santos e Valdés; Liedson e Salomão.
Suplentes: Tiago, Torsiglieri, Pedro Mendes, Saleiro, Grimi, Zapater e Abel.
Treinador: Paulo Sérgio

PAÇOS de FERREIRA: Cássio; Baiano, Cohene, Samuel e Maykon; Leonel Olímpio, André Leão e David Simão; Manuel José, Rondon e Pizzi.
Suplentes: Coelho, Ozeia, Nuno Santos, Amond, Nelson Oliveira, Bruno de Paula e Filipe Anunciação.
Treinador: Rui Vitória

Sporting volta à casa de partida

O Sporting regressa hoje à casa de partida do campeonato, voltando a jogar com o Paços de Ferreira. Seria precisamente na Mata Real, na jornada inaugural do campeonato, que muitos Sportinguistas - as bancadas que nos eram destinadas estavam lotadas - seriam confrontados com a primeira evidência de que a estratégia estava longe de estar afinada. Seria o começo de uma longa pré-época cuja 16ª jornada disputaremos hoje.

E, apesar de ser improvável voltar a ver hoje Carriço na posição 6, até porque Pedro Mendes está disponível, o 11 inicial do Sporting contínua a ser uma incógnitas, que, a breve trecho poderá merecer uma atenção dos sites de apostas online, tal a diversidade das apostas do treinador. O que certamente já ninguém se lembra é quantas voltas deu Paulo Sérgio para se conformar que André Santos seria a escolha natural para o lugar. Provavelmente, com a disponibilidade de Maniche e Mendes voltaremos ao "trio de trincos". Provavelmente.

Mas, se afinal perante um adversário bem mais difícil como é o Sp. Braga a equipa até esteve bem, isto segundo a opinião do treinador, porque não dar um voto de confiança ao mesmo 11 que , resultante da lesão Postiga, jogou grande parte do encontro?

sábado, 8 de janeiro de 2011

1.ª volta acaba com vitória

Festejos do 1.º golo leonino na segunda década do Séc. XXI

SPORTING 2; BRAGA 1


No primeiro jogo da segunda década do Século XXI do SCP para o campeonato, assistimos a uma primeira parte que arrancou viva, mas que nem sempre foi bem jogada dada a insegurança no passe de parte a parte. Entra o Braga mais confiante com domínio nos 10 minutos iniciais. A fortuna sorriu ao SCP já que na primeira jogada que consegue encarrilar, inaugura o marcador. Golaço de Diogo Salomão que tinha entrado momentos antes a substituir um infeliz Hélder Postiga. O 33 não fez por menos e aos 10 minutos de jogo festeja a recente renovação do seu contrato, logo com um golo de excelente registo artístico. O Braga acusa o toque, desorganiza-se e Liedson aproveita falha defensiva flagrante de Vandinho para servir Jaime Valdés. O chileno não se faz rogado e, isolado, concretiza o segundo golo leonino. Se é verdade que, face ao volume de jogo ofensivo apresentado, a equipa verde-e-branca não justificava a vantagem de dois golos aos 13 minutos, também não deixa de ser curioso que o Braga reduza logo na sua primeira tentativa, através de Paulo César, aos 19 minutos, numa antecipação sobre João Pereira. O jogo acalma, Paixão começa a dar nas vistas e chega o intervalo.


Rui Patrício a luzir-se praticamente no primeiro lance do reinício da partida, segura a vantagem. Liedson responde por duas vezes, com remates de fora da área: fraco e à figura o primeiro, em força e ao lado o segundo. Entra Hélder Barbosa decorria o minuto 58, substituindo um apagado Moissoró. O Braga instala-se no meio campo do SCP, que parece não se importar com a situação… Aos 68 minutos nova defesa de Rui Patrício a um livre directo de Hugo Viana. Num raro contra-ataque, a bola ‘beija’ o poste (já cá faltava…) da baliza à guarda de Artur Morais. Na ausência de Postiga, foi o levezinho o autor da proeza que começa a tomar contornos de uma verdadeira saga… Outra saga, mais particular, mantinha Paulo César com Rui Patrício, que foi fazendo por evitar que o bracarense bisasse. O jogo corre para o fim sem grandes motivos de interesse, pachorrento, sem o SCP conseguir sair com perigo no contra-ataque, nem o Braga a causar calafrios à defensiva sportinguista., até que Paulo Sérgio resolveu injectar moral a Salomão e a Carlos Saleiro… Segundo o próprio (na flash interview), as entradas de Nuno André Coelho para os últimos 10 minutos e de Saleiro nos descontos, serviram para dar… centímetros. E garantir mais três pontos.

Ahhh… O publico esteve participativo, mas ainda não foi desta que se encontrou o espectador 5 milhões. Fica para a próxima actuação em Alvalade…

Permitam-me apenas acrescentar uma nota pessoal. Dedico esta minha crónica a uma das pessoas que contribuiu decisivamente para o meu sportinguismo e que faleceu na passada quarta-feira: obrigado tio Toni, por todos os bons momentos proporcionados. Entre outros, jamais esquecerei com quem vivi a gloriosa noite da conquista da Taça CERS em Hóquei em Patins, num pavilhão de Alvalade a abarrotar de entusiasmo.

Ficha de Jogo:
Sporting Clube de Portugal
com Rui Patrício; João pereira, Daniel Carriço, Anderson Polga e Evaldo; Simon Vukcevic (Carlos Saleiro 90+2’), Zapater, André Santos e Jaime Valdés; Hélder Postiga (Diogo Salomão 8’; Nuno André Coelho 81’) e Liedson

Sporting Clube de Braga com Artur Morais; Miguel Garcia, Moisés, Paulão e Sílvio; Mossoró(Hélder Barbosa 59’), Vandinho, Hugo Viana (Leandro Salino 73’) e Alan; Paulo César e Lima (Meyong 59’)


Golos: Salomão 10', Valdés 13' e Paulo César19'.


Destaque: Salomão pela autoria de um golo memorável


Um pedreira que se aproxima de Alvalade

Os dois Sporting´s que mais logo se encontram nunca pareceram estar tão próximos como nos últimos anos. Invertendo a tendência que o registo histórico documenta, o Braga ganhou os dois últimos jogos em Alvalade para o campeonato e, no final da competição do ano transacto, tomou o lugar no pódio que nos pertenceu durante os 4 anos anteriores. São 3 anos de aproximação da Pedreira a Alvalade, num movimento convergente, que tem tanto de crescimento dos arsenalistas como de depreciação do nosso valor.

Mas não é apenas no relvado que a aproximação do Braga tem acontecido. Fruto de uma gestão realista e apontada por muitos como um exemplo, o clube minhoto conseguiu, no último exercício, uma receita extraordinária com a venda de jogadores acima dos 11 milhões de euros (desses 7 milhões “são” nossos, pela compra de J. Pereira e Evaldo) e apresentou um orçamento para a época em curso de cerca de 17 milhões de euros. (Não consegui apurar o valor do orçamento da nossa SAD mas andou nos últimos anos um pouco acima dos 20 milhões.)

Se a contabilidade pouco diz aos adeptos, o facto é que, com uma primeira volta abaixo do que se esperaria, o Braga deveria chegar hoje a Alvalade com muito mais do que apenas 5 pontos de atraso. Daí que, se Paulo Sérgio quer continuar no grupo da frente, tem que se esmerar na estratégia para mais logo. É que o Braga de Domingos sentir-se-à como peixe na água a explorar as deficiências na manobra colectiva que o Sporting apresenta desde que lhe foi entregue a braçadeira de treinador. E a hipótese avançada pelos jornais da possível titularidade de um Zapater sem ritmo deve ser uma boa noticia para Domingos e companhia, que, mesmo sem ter Aguiar, não faltará quem a conduza. A vitória de mais logo é necessária para manter o 3º lugar mas, a ocorrer, será muito difícil de alcançar.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Para encher balões


O Sporting bateu o Vitória de Setúbal de forma convincente. Volta a encher o balão que esvaziou uma semana antes, precisamente na foz do Sado. Tem sido assim e assim vai continuar.

V. Setúbal: Diego; Ney, Ricardo Silva, Valdomiro e Anderson do Ó (Henrique); Silva; Zeca, Neca (Michel) e Miguelito (Sassá); Pitbull, Jailson e Zeca

Suplentes: Matos, François, Miguel Lourenço, 

Sporting: Rui Patrício; Abel, Carriço, Polga e Evaldo; André Santos e Maniche; João Pereira, Valdés (Saleiro) e Yannick Djaló; Liedson

Suplentes: Tiago, Torsiglieri, Zapater, Diogo Salomão, Cédric e Nuno André Coelho 

Resultado final: 0-3

Golos: Djaló,Abel,Djaló

domingo, 5 de dezembro de 2010

Portimonense - Sporting: obrigação cumprida

Dificilmente o Sporting terá uma saída tão confortável e tranquila como aquela que desfrutou hoje na visita ao Portimonense. Os visitados serão dos principais candidatos à descida de divisão, pelo menos se continuarem a exibir a falta de argumentos que vem exibindo.

Do nosso lado fica o registo de uma vitória expressiva mas mantendo o mesmo tom cinzento de jornadas anteriores.Como muitas vezes costumo dizer, o Sporting se não joga bem fica pelo menos obrigado a ganhar. Com este resultado pode-se concluir que a obrigação foi cumprida.

 
Estádio do Algarve
Árbitro: Rui Costa(Porto)
0-1 aos 22' por Hélder Postiga
1-1 aos 38' por Pires
1-2 aos 42' por Maniche
1-3 aos 46' por André Santos

Portimonense: 
Ventura; Ricardo Pessoa, André Pinto, Di Fábio e Nilson; Pedro Silva e Soares; Lito, Jumisse e Candeias; Pires.
Suplentes: Ivo, Elias, Pedro Moreira, Kadi, Ruben Fernandes, Valência e Pelembe.
Treinador: Litos

Sporting:
Rui Patrício; João Pereira, Carriço, Polga e Evaldo; Pedro Mendes, Maniche e André Santos; Vukcevic, Liedson e Postiga.
Suplentes: Hildebrand, Torsiglieri, Saleiro, Matias Fernandez, Yannick Djaló, Zapater e Abel.
Treinador: Paulo Sérgio

sábado, 27 de novembro de 2010

Tudo na mesma, como a lesma

Jogo dividido em 2 partes. A primeira em que o Sporting bloqueou o jogo do adversário. Patrício só não foi um mero espectador porque Falcão lhe apareceu uma vez à frente em posição de marcar. A 2ª metade teve domínio dividido onde podíamos, devíamos e precisávamos de fazer mais qualquer coisa. Nem conseguimos explorar o contra-ataque quando o FCP procurou o golo nem a superioridade numérica quando Maicon foi expulso. Lamentável a forma escusada como sofremos o golo, com Maniche muito mal na fotografia. Servirá pelo menos de alguma coisa a boa réplica dada ao líder invicto?

André Vilas Boas foi o palhaço de serviço. O “toma” virado para a bancada e a expulsão ridícula,  (quando se alguém se pode queixar da dualidade de critérios somos nós) são uma nódoa no mérito.

sábado, 13 de novembro de 2010

No mínimo embaraçoso

O Sporting cumpriu hoje em Coimbra a 11ª paragem da via-sacra em que se tornou este campeonato. Não tenho memória de ver uma equipa do Sporting terminar um jogo com 3 centrais e 3 médios defensivos. Se isto é necessário para contrariar a Académica, o que será necessário para bater equipas mais fortes do que os estudantes? No mínimo embaraçoso para um clube grande, como é o nosso.

ACADÉMICA: Peiser; Pedro Costa, Berger, Orlando e Hélder Cabral; Nuno Coelho; Diogo Melo e Hugo Morais; Sougou, Miguel Fidalgo e Diogo Valente.
SUPLENTES: Ricardo, Amoreirinha, Bischoff, Paraíba, Laionel, Sissoko e Éder.

SPORTING: Rui Patrício; Abel, (Torsiglieri) Carriço, Polga e Evaldo; André Santos e Zapater; João Pereira, Valdés (Saleiro) e Vukcevic(Pedro Mendes); Postiga
SUPLENTES: Hildebrand, Cédric, Diogo Salomão e Yannick.

Resultado final: Académica 1 - Sporting 2

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