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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

De Montero a Barcos e de Vietto a... Montero

Foi assim que aqui expressei o que senti com a troca de Montero por Barcos:

Um dia vamos perceber porque fomos buscar Barcos e despachamos Montero. Mas nunca saberemos se o colombiano tivesse ficado poderíamos ter evitado três nulos fatais (Rio Ave em casa, Guimarães fora, SLB casa) e com isso uma sorte diferente no campeonato. O que nunca perceberemos é porque fomos buscar um jogador que estava parado (...)
 Para que não restem dúvidas, considero o Montero um jogador com talento e que pode trazer algo que tem faltado na ligação do nosso futebol no último terço, especialmente com Bas Dost. Já percebemos que podemos chegar até ao holandês pela via aérea, através de cruzamentos, mas que falta ainda a ligação terrestre, através de assistências para o pé, especialmente quando existe excesso de tráfego naquela zona.

Ora Montero parece-me um jogador capaz de conseguir essa ligação, muito mais até do que daria à equipa como 9. E ainda acrescenta meia-distância. Um bom avançado cujo rendimento não deve ficar apenas pelo número de golos marcados.

Há no entanto muitas dúvidas (minhas dúvidas...) para que esta operação venha a ser coroada de êxito no imediato, que é afinal o que se pretende quando se vai ao mercado no inverno. E duas serão cruciais:

1- O estado de prontidão de Montero, que não joga há um par de meses, fará que Jorge Jesus não poderá contar com ele tão cedo. Tomando o exemplo de Barcos, é caso para perguntar porque veio então?

2- É minha impressão que Jorge Jesus nunca foi propriamente um fã do jogador. Sabemos o que isso representou no passado, foi quase sempre o terceiro avançado da lista, atrás de Slimani e Teo e quando podia ter "dado jeito" deixou-o trocar por Barcos. Lembro-me na altura que JJ disse que o jogador é que lhe pediu para sair. Quem sabe exactamente por perceber que não contava muito...

Obviamente não nos podemos esquecer que o JJ queria mesmo era Vietto, que infelizmente optou por outros ares. Mas, ao que parece - e isto parece-me o lado bom da chegada de Montero  - é que o facto de ser declaradamente uma segunda escolha não parece assustar "El Avioncito". Pois então que venha e faça muitos voos rasantes e picados que tanta felicidade nos trouxeram no passado. Aquela da imagem no topo do post é inesquecível.

Números da anterior passagem de Montero por Alvalade (imagem Sporting Adeptos):

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Fecho do mercado: "Estamos muita fortes" ou nem por isso?

Tal como prometido ontem, falaremos hoje dos efeitos do fecho do mercado no plantel do Sporting. Falaremos de jogadores que entram e dos que saem e procuraremos perceber qual será o resultado das mexidas na capacidade de resposta aos desafios que ainda se colocam. Estes, são como se sabe, a presença na Liga Europa e a disputa do titulo de campeão nacional.

Do ponto de vista da quantidade, o Sporting ficará com um plantel extenso de vinte e sete jogadores. Se, como esperamos que não aconteça, o Sporting ficar arredado da Liga Europa, passará a jogar apenas uma vez por semana, o que quer dizer que, estando todos aptos, um número muito razoável de jogadores ficará arredado da competição. Existindo uma equipa B, parece-me um número algo exagerado e por isso dispendioso.

Relativamente à qualidade disponível, esta parece ter melhorado num sector - a defesa - e piorado consideravelmente noutro - o ataque - relativamente ao que ao inicio de época. Em quantidade e qualidade ficou a perder a baliza, onde contamos apenas com Patrício. Azbe Jug é uma incógnita e agravada pelo facto de desde 2013/14 para cá ter disputado apenas cinco (!) jogos oficiais. A dispensa sem mais de Boeck, ainda por cima após renovação de contrato (que deve ter significado o pagamento de prémio de assinatura) parece-me o acto mais difícil de compreender e até temerário, se se atender ao que pode representar, caso haja um problema com Patrício.

Para a defesa entraram Coates, Semedo, Schelotto e Zeegelar. Saiu Jonathan e Tobias acumulará algum tempo de inactividade. Se Coates, como se espera, conseguir estar ao seu melhor nível sem lesões, o centro da defesa registará melhorias na oferta individual. Onde elas parecem ser evidentes é com a troca no lado esquerdo. Jonathan praticamente não progrediu, continuando a exibir as mesmas dificuldades a defender que registava à chegada e Zeegelar parece poder oferecer uma verdadeira concorrência a Jefferson, que defende mal mas é fundamental no serviço prestado no apoio ao ataque. Schelotto parece-me um excesso, não se percebendo porque se menospreza assim Esgaio, que até esteve bem sempre que foi chamado.

Não houve alterações na linha média, o que é das melhores noticias que se registam neste fecho de mercado. Este facto não pode ser considerado casual. Este é um dos sectores que melhor e mais consistente desempenho tem registado, afigurando-se como difícil o seu reforço. Não que não haja jogadores capazes de o fazer, como é óbvio, mas encontrar jogadores para competir com Adrien, William, João Mário e Aquilani significaria um elevado e aparentemente desnecessário esforço financeiro, atendendo ao que estes vêm fazendo.

O sector atacante o Sporting é aquele que passa a suscitar maiores dúvidas, atendendo ao abanão que sofreu relativamente ao inicio de época. Primeiro saiu Carrillo, pelas razões que se sabe, e agora, de forma algo surpreendente, Montero. Não se sabe o que Barcos será capaz de oferecer, mas percebe-se que a sorte do Sporting poderá estar umbilicalmente ligada à prestação deste jogador. Isto porque Slimani é um alvo a abater, e Teo tem a cabeça, (se é que a tem...) noutro(s) lugare(s).

Fica ainda uma observação: quer Barcos quer Teo são jogadores de custo elevado, quer na aquisição quer nos ordenados, pelo que devem ser vistos como aquisições de risco. Atendendo à idade que têm, o melhor que o Sporting pode esperar para não ver os ver como "sunk costs" em próximos relatórios de contas é que rendam desportivamente. Até agora Teo tem sido uma desilusão, as suas "originalidades" são apenas toleradas pelos adeptos em jogadores que de alguma forma contribuem para o esforço colectivo, o que está longe de ser o caso.

Dúvidas que se acentuam relativamente ao que podem oferecer os restantes elementos. Se é verdade que Bruno César parecia caminhar para o seu melhor (muito bom jogo em Paços de Ferreira, completamente devotado aos interesses da equipa) parece muito pouco contar apenas com a irreverência e espontaneidade de Gélson Martins para furar os autocarros de espessa blindagem com que a generalidade das equipas se apresentam contra nós. A menos que um Matheus Pereira ainda não visto apareça na segunda metade que falta da época. Atendendo ao que vem fazendo no Moreirense, não podia o Sporting ter sugerido uma troca com Iuri Medeiros?

Parece-me pois indiscutível concluir que o ataque perdeu os seus dois jogadores mais talentosos, o que agravou quer o seu valor absoluto quer o valor relativo aos seus mais directos rivais. Não deixa porém de ser inevitável constatar que, apesar disso, estamos a falar de dois jogadores cujas prestações estavam longe de ser um exemplo de regularidade e que ou não tinham estatuto de titular - Montero - ou cujo contributo se perdeu numa fase muito precoce da época - Carrillo - não obstando a que o Sporting seja a equipa com mais tempo na liderança do campeonato. A dúvida é pois esta: será suficiente contar mais com a força do que com o talento?

Não se fala aqui de Tanaka, Labyad, Cissé, Salomão e Viola porque, pelas mais variadas razões, nunca foram parcelas de somar.

sábado, 2 de maio de 2015

Sporting-Nacional: sem futebol na era A.C. e o Avioncito que não fez greve

Duas eras completamente distintas marcaram este jogo: a primeira parte foi a era A.C. (antes de Carrillo), em que não conseguimos controlar o meio campo, não conseguindo por isso nem criar grandes lances de perigo nem anular as investidas dos insulares. Na segunda parte, a era D. C. (depois da entrada de Carrillo) a equipa solta-se e acaba por ganhar com alguma naturalidade, contando para o efeito com eficácia de Montero, que marca o regresso del Avioncito ao que nós esperamos dele e sabemos que é capaz.

Creio que a partida ficará bem resumida no parágrafo anterior. Indo um pouco mais ao pormenor convém também dizer que não foi apenas a entrada de André Carrillo que mudou o jogo. A opção de Marco Silva em colocar Rosel ao lado André Martins não foi muito feliz. O catalão parece-me ser um "seis" mais posicional, não parecendo estar talhado para pegar no jogo. André Martins também não estava a conseguir grande desempenho, assinale-se. Capel está irreconhecível e Tanaka nem chegou a entrar. Demasiadas peças "encravadas" para uma máquina funcionar bem. Feitas as devidas substituições é reposto o normal funcionamento, sobretudo no motor da equipa que é o meio-campo.

Para lá do destaque já conferido a André Carrillo assinala-se a bela exibição do Cédric, talvez o melhor do sector, onde Paulo Oliveira e Ewerton parecem entender-se cada vez melhor. E o jogo discreto mas extremamente seguro de Patrício também deve ser destacado.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Moreirense-Sporting: o regresso do Cónego Montero e do Abade Martins

Só o facto de não haver perigo de danos na classificação impediu que assistisse ao jogo de ontem com alguma apreensão. O Moreirense é uma equipa bem orientada, uma das que, do seu campeonato, deixou melhor impressão este ano em Alvalade.

Foi um jogo bom para recentrar  as conversas sobre a equipa e o trabalho do treinador, isto depois de, após o jogo cinzento com o Boavista se terem registado criticas catastrofistas sobre uma e outro. Tal como então afirmei, creio que se extrapolou em demasia, ao não se ter em conta a especificidade de algumas circunstâncias que ocorreram durante o referido jogo.

Curiosamente o jogo em Moreira de Cónegos haveria de começar também com um golo cedo, isto sem que antes não tivéssemos sido sujeitos a um enorme susto, que, a ter acontecido o pior, teria com certeza resultado numa crónica bem diferente.

Do lado das notas coincidentes, saliente-se a ocorrência, pela enésima vez este ano, de mais um golo patético, desta feita ao nível dos distritais. Uma equipa que sofre golos "do nada" é uma equipa condenada a jogar sempre sobre brasas, ou pelo menos inquieta. A excessiva rotação dos centrais pode ajudar a explicar alguns deles, mas está longe de explicar tudo. Um sério problema para uma equipa com as nossas ambições.

Para terminar as notas coincidentes fica a dificuldade revelada pelo Sporting em controlar o jogo, apesar da marcha favorável do marcador não por em causa o resultado. Este facto tanto se deveu a mérito do adversário, como em grande medida em demérito nosso em controlar as movimentações, especialmente de João Pedro.

Outra nota importante importante resultante deste jogo foi o ingresso de quase meia-equipa, apenas um (Tobias) resultante de impedimento, sendo por isso quatro de opção do treinador. Carrilo ficou fora certamente para descansar, atendendo às dificuldades reveladas no final do jogo anterior. O mesmo se aplicará por certo a Adrien. João Mário andava mesmo a pedir banco, uma vez que há vários jogos anda muito distante do que sabemos que pode fazer. Montero foi opção de Marco Silva, e em boa hora o fez.

A inclusão do colombiano acabou por me deixar ultrapassado pelos acontecimentos, uma vez que, se o tempo me tivesse permitido, era minha intenção ter escrito um post sobre o que me parece ser a incompatibilidade de Slimani com os restantes avançados, Montero e Tanaka. Sem querer ser injusto com o argelino, não me restam dúvidas que as suas características e limitações parecem recomendar o seu uso em modo "single" e que as caracteristicas dos outros dois tendem a complementar-se melhor, concorrendo para um melhor entendimento entre eles e, com isso, com melhor aproveitamento.

O caso do Montero já havia aqui inclusive merecido análise do Cantinho, na crónica do jogo com o Boavista. O regresso de Montero aos jogos e aos golos parece-me muito natural, atendendo à qualidade do seu jogo e o que pode oferecer à equipa. E se o seu companheiro tivesse mais um bocadinho que "apenas um bom pé esquerdo", ou seja, se o seu entendimento do jogo se aproximasse mais do registo do colombiano, este poderia revelar-se tão importante como parece poder ser. Isto é, importante sem tantas e tão demoradas intermitências. Um bocadinho mais de agressividade sobre os lances e menos "diletantismo" também lhe fariam muito bem. 

Uma palavra final para André Martins. Está sem ritmo, consequência de demoradas passagens pelo banco e até pela bancada. Ainda assim o que jogou é o suficiente para questionar se o ostracismo a que foi sujeito além de o prejudicar a ele, não encurtou desnecessariamente as soluções disponíveis para a equipa, especialmente nos momentos de maior cansaço, em que uma maior rotação parecia ser necessária.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Demasiados preliminares para resolver com 2 rapidinhas

Quando começava a escrever este post perguntava-me que diferença se deveria assinalar entre o jogo com o Maribor e o jogo com o Setúbal, tendo em conta que as dificuldades com os sadinos foram aparentemente maiores, pelo menos para inaugurar o marcador, mas os eslovenos são melhor equipa. 

Se a questão aqui abordada no post anterior, de grande dificuldade de lidar com as equipas nacionais, pela conjunção de factores, poderia fazer algum sentido antes deste jogo - melhor conhecimento dos adversários e por não terem problemas em jogar de autocarro estacionado -  Marco Silva encarregou-se de baralhar a discussão. Baralhar a discussão e baralhar o adversário, que se viu forçado a fazer uma substituição ainda na primeira parte para se conseguir equilibrar, tamanha foi a avalanche a que foi sujeito. Tal resultou da inclusão de Montero no lugar agora ocupado por João Mário e que outrora fora de André Martins. 

As movimentações e inteligência do colombiano foram decisivas na criação de oportunidades de golo em catadupa, as suficientes para ter fechado os primeiros 20 minutos com golos suficientes para assegurar uma vitória tranquila mas que, por ineficácia, manteve o nulo inicial até ao intervalo. Após a entrada de Erickson nos sadinos para a posição 6, com notória intenção de reduzir os espaços a Montero, e pelo nosso natural travão ao fulgor inicial, o jogo decresceu de qualidade.

Algumas notas soltas que resultam da observação do jogo:

1- A importância de ter um jogador da qualidade e inteligência de Montero, especialmente em jogos de menor participação de Nani, cuja preponderância no nosso jogo Domingos soube reduzir. Talvez também por algum cansaço acumulado do nosso 17, foi talvez o seu jogo menos importante desde o seu regresso.

2- Realce para a participação de Carlos Mané, que só perdeu por não conseguir uma melhor definição dos lances. E essa é a diferença entre os bons jogadores e os outros. De nada adiantam os grandes slalons se depois a bola não segue jogável para um jogador bem posicionado. Se estiver atento às palavras de Marco Silva -  "é preciso trabalhar ainda mais. Melhorar todos os dias." - com o potencial e idade que tem, tem tudo para se tornar num caso sério.

3- Muita da ineficácia registada no nosso melhor período se deveu a Slimani. Uma actuação paradoxal, se atendermos que foi ele a marcar 2 dos 3 golos na segunda parte. A verdade é que acabou por apontar golos mais difíceis de executar do que oportunidades  tidas e que falharia. 

4- A impaciência crescente em torno de William. Do exagero do ano passado, apesar de serem evidentes as suas insuficiências, para o exagero deste ano, em torno das suas participações. É óbvio que não começou bem a época mas esse período já está para trás. Marco Silva pede-lhe agora funções um pouco mais alargadas na construção do jogo, o que é incontornável face à inépcia nesta matéria por parte dos centrais. Pede-lhe também que exerça a sua influência em terrenos mais adiantados e creio que, face à novidade, se tem saído muito bem. Mas William não é responsável  pela nossa falta de acutilância no espaço central, tal parece-me antes um problema do modelo de jogo. Quanto ao jogo de sábado foi determinante para anemia atacante do Setúbal, que mais não pareceu querer que levar um pontinho, mesmo sem marcar golos.

5- Parece-me precipitado concluir que este 4x2x3x1 é a melhor solução. Os adversários não são todos iguais pelo que os sistemas também não o devem ser. O que foi agora bom com o Setúbal, e poderá ser com outros dos adversários mais fracos da actual Liga, não será necessariamente tão acertado com outros mais fortes. Marco silva reconheceu isso mesmo no final do jogo. Não menos importante também terá que ser considerado o factor surpresa que, de ora em diante, terá o seu efeito reduzido.

6- Em 11 jogos é a 4ª vez que o Sporting não sofre golos. E apenas num, com o Vitória, em Guimarães, não marcou, curiosamente a única derrota até ao momento.

7- O jogo foi marcado por diversas falhas por parte da equipa de arbitragem, falhas essas que se estenderam a outros campos. Podemos queixar-nos de foras-de-jogo mal assinalados, mesmo que embora difíceis de ajuizar. Domingos Paciência queixou-se com razão de dois momentos: o que resulta do lance do primeiro golo, uma distracção a não repetir por William. E a da falada agressão de Maurício. Se atendermos às consequências desses lances, e que o resultado em ambos os casos ainda estava a zero a queixa faz sentido. Mas olhando ao que se passou noutros campos - Guimarães e Porto, por exemplo - as queixas devem-se limitar aos sadinos, é bom que os restantes tenham algum pudor.

Em jeito de conclusão, e reportando-me ao titulo do post, diria que, ao contrário de outros jogos, não foi por falta de um sistema adequado às exigências colocadas pelo adversário que o Sporting não criou oportunidades de golo suficientes. Provavelmente foram demasiados os preliminares para o conseguir, para depois em dois lances quase consecutivos marcar os dois golos que fariam o resultado. Uma semi-goleada que a produção de jogo merecia muito mais.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Sporting encontra nos saldos artigo de primeira

Ao exercer antecipadamente o direito de opção sobre Montero e pelo valor de 2 milhões de euros (900 mil pelo empréstimo, 1,1 milhão pela totalidade do passe) o Sporting assegura a contratação de um artigo de primeira pagando por ele um valor de artigo de saldo. Um excelente negócio!

domingo, 18 de agosto de 2013

Matador Montero corta rabo e orelhas a vitela arouquesa

Primeiros vinte minutos decepcionantes, Jardim a "merecer" o castigo, ao preferir Magrão a André Martins. O brasileiro a fazer uma exibição a fazer lembrar os tempos "gloriosos" de Angulo. Ainda antes do intervalo o técnico corrige, com evidentes ganhos colectivos.

Defesa tenrinha a sofrer um golo inadmissível, episódios que se repetiram pelo jogo fora, especialmente nos cantos. Não sei que qualidades possui Rojo - desaprendeu o que parecia ter adquirido com Jesualdo, indiscutivelmente o seu melhor período no clube - que leva a que os 5 treinadores que conheceu em Alvalade lhe dêem a titularidade. Qualidades que depois não aparecem em campo. É difícil de avaliar Maurício com tanta instabilidade à sua volta. Golo importante do brasileiro, a desbloquear o que parecia poder ficar complicado.

William Carvalho não entrou bem, mas acabou por se libertar para partir para um bom jogo, apesar da tentativa de condicionamento ainda tentada pelo treinador do Arouca. Bom jogo de Adrien, a jogar o que sabe, e que não é pouco. 

Boas intervenções de Wilson, que inicialmente se parecia afundar com o resto da equipa. Carrillo é uma pena jogar tão amarrado à linha, acrescido do facto de não apoiar Cédric como deve e quando é necessário. É também uma pena que desapareça tantas vezes do jogo.

Capel esteve igual a si próprio, ao fazer uma assistência acabado de entrar e ao perder ingloriamente uma jogada de individual vistosa. Antes de ir aos finalmente, muito bem Patricio, que esteve lá quando é preciso. Se fosse um ponta-de-lança quantos golos valia por jogo?

Freddy "Krueger" Montero, um pesadelo em Alvalade Street. Creio que falhou apenas uma vez, e de forma clamorosa, em todas as oportunidades que lhe proporcionaram. E pelo meio foi fazendo demonstrações de classe em cada toque de bola. Apenas um temor, depois do que lhe vi fazer hoje: vai haver caça ao homem nos jogos que se seguem?

Jardim tem ainda muito trabalho pela frente que o resultado conseguido não desmente. O Arouca está demasiado tenrinho, não é ainda desta divisão e se lá continuar o "afilhado" Emanuel, nem com o Rui Costa lá chega. 

E assim termina a crónica da entrada em grande do Sporting na Liga 2013-14. 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Montero: nem lobo, nem falcão

Montero foi ontem apresentado com pompa e circunstância em Alvalade. Sobre ele escrevi aqui há dias isto e mantenho:


Um jogador com um perfil interessante, à procura da afirmação de uma carreira que prometia muito quando apareceu no Atletico da Huila como melhor marcador do Torneio Apertura e confirmado no regresso ao Deportivo de Cali. Apesar da aparência frágil e não ser especialmente alto, não se intimida, é rápido e tem um razoável jogo de cabeça, a que associa um drible curto e bom remate. É também um bom executante de bolas paradas e assiste com frequência os companheiros melhor posicionados. Não é um 9 puro e isso levanta uma questão: irá, caso se confirme a sua chegada, ser adaptado por Jardim? A sua velocidade encaixa-se na perfeição no perfil usual das equipas do treinador madeirense, que privilegia as transições rápidas, mas fica a dúvida se poderá ser a referência no ataque. O facto de vir de uma liga menor tem pouca importância, não faltam por aí jogadores que nos dariam muito jeito.

Desde o Bueno que não faço análises pelo que vejo no Youtube. Como o trajecto de Montero passou sempre ao lado das principais ligas, não há outra fonte para avaliar a qualidade do nosso novo ponta-de-lança, o que é o mesmo que dizer que este é ainda uma grande incógnita. Que precisa do usual tempo de adaptação, a que certamente ajudará muito que a família se junte a ele. Não apenas os progenitores, como acontecia nos Estados Unidos, mas especialmente a mulher - americana - de quem espera o primeiro filho, neste caso filha.

Enquanto aguardamos pelos primeiros toques na bola  o pior que se pode fazer é colar a imagem do recém-chegado à de outro qualquer jogador. Fredy Monteiro é bem diferente de Wolfswinkel - que já não está cá -  e mesmo de Falcão, com que divide apenas a nacionalidade. A comparação já feita é absurda tendo a conta a diferença de estatutos e, tal como outras feitas no passado, tendem a prejudicar mais do que a ajudar quem procura a sua própria afirmação. E não sabemos onde estaria hoje Montero se, além de voar sobre os centrais, fosse capaz de roubar dois anos à velhice.

Para terminar o vínculo ao Sporting. O empréstimo tem vantagens óbvias sobre uma opção definitiva quer do ponto de vista técnico como económico. A discrepância entre o anunciado formalmente pelos clubes e pelo presidente era desnecessária.


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P.S.- Tenho más noticias para "os amigos da onça" que, na ausência de posts no passado fim-de-semana, aqui deixaram comentários apenas compreensíveis por alguém que partilhe igual baixo nível. De forma aprioristica e sonsa, sem cuidar de saber os motivos que levaram a que tal acontecesse - quando podiam vir congratular-se com as vitórias que, tal como as derrotas, são de todos os Sportinguistas - apressaram-se a produzir acusações sem qualquer sentido. Como se as vitórias não fossem minhas também ou até conseguidas apesar de mim e contra mim. Ou que estas me deixassem triste a ponto de nem lhes fazer referência.

Isto sim não é normal, revela um sportinguismo infectado, a escorrer pus na caixa de comentários Esta celeridade em condenar anula por completo a legitimidade de qualquer critica. É uma mera tentativa de ajuste de contas apenas porque não gostam da minha opinião. Azar, continuarei aqui a escrever quando, onde, como e sobre o que eu quiser.

Fica aqui o registo porque não sou santo e muito menos Cristo, capaz de dar a outra face. Quem sabe se Ele não tivesse sido tão compreensivo e benevolente há 2000 anos não teria erradicado várias série de gerações de crápulas.

PPS- Ainda não li a recente entrevista de Bruno de Carvalho. Assim que o faça e se achar que merece post aqui  darei conta disso. No entanto congratulo-me pelo meio escolhido, o site do Clube. Ao contrário dos outros meios, ali só não lê quem não quer.

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