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sábado, 29 de dezembro de 2012

Pereira Cristóvão ao Expresso: O Sporting é um clube autofágico

O Sporting é um clube autofágico, diz Paulo Pereira Cristóvão, entre muitas outras coisas, hoje ao Expresso. 

Com pouco tempo para comentar, partilho com os leitores a entrevista na íntegra, bemo como a a minha concordância com o entrevistado.

E continuo a pensar que faz muita falta ao Sporting quem, como PPC, assim fale e haja, quer para dentro quer para fora do clube.



quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

De Jesualdo "The Manager", ao caso PPC, até à "Última Ceia"

O Manager
Jesualdo Ferreira foi ontem apresentado como manager para o futebol do Sporting. Uma decisão feliz a contrastar com um momento particularmente infeliz.

Não sabemos se a sua passagem será prolongada ou breve, porque no Sporting cada dia é uma eterna voragem e um triturador de pessoas e vontades. E não é de crer que o que está por fazer seja tarefa para um homem só, porque não é. Mas a sua entrada corresponde a uma decisão necessária e importante na reconstituição do departamento de futebol. 

Podia dissertar se a decisão é meramente politica e ou cosmética, mas prefiro salientar que ela corresponde a uma necessidade há muito identificada pela generalidade das pessoas que se debruçam sobre o futebol do Sporting e esse é o facto que prefiro relevar. Desde ontem que o êxito dele será também o nosso pelo que lhe dou as boas-vindas e deixo os meus singelos votos de boa sorte.

Se há referência para o cargo que agora Jesualdo vai ocupar ela é Fergusson, daí a escolha da ilustração do post. O perfil de Jesualdo - a idade, o curriculum - e o seu trajecto recomendam-no. Mas, para a sua passagem pelo Sporting ter significado é necessário tempo. Por isso era bom que Jesualdo o pudesse ter, como teve Ferguson. E, tal como o escocês, pudesse sobreviver à passagem, quase sempre fugazes, dos corpos sociais. 

O Sporting não pode continuar a ser um cemitério de sonhos, uma vala comum a cada dia mais profunda de desgostos, intrigas, traições e angústias. Para o evitar vai ter que querer dar continuidade a alguma coisa ao invés da permanente vontade de terminar o que mal chega a iniciar.

E diga-se que Jesualdo começou bem. Desde a referência à formação, à importância de manter os melhores jogadores mas apreciei particularmente a forma elevada e simultâneamente lúcida como falou de nós:

«Por fora, sempre que fui adversário do Sporting e daquilo que me habituei a acompanhar da sua história, sempre senti que era um clube diferente dos outros. Tinha uma história diferente, construída de forma diferente. Vibrei na minha adolescência com alguns grandes jogadores e grandes equipas que o Sporting teve, mas acompanhou-me a dúvida permanente do porquê de este grande clube não ser constante, ter tantas oscilações e não ser durante tanto tempo o que tanta gente quer» salientando também a «fidelidade e a paixão da massa associativa, apesar da ausência de títulos»

A última ceia 
A primeira página do jornal do clube que hoje sai para as bancas é um bom exemplo do fracasso que tem sido a politica de comunicação de Godinho Lopes em quase todo seu mandato. Seguramente o fruto de uma má assessoria que resulta de más escolhas. Num momento particularmente delicado da vida do clube e em que a liderança é escrutinada acto a acto, um episódio como este pode ser mais fatal que desligar a máquina a um doente nos cuidados intensivos. 

A falta do mais básico bom senso anula de forma fulminante a vontade de perceber qualquer boa intenção, mais ainda atendendo à importância que a quadra que se pretende comemorar tem nas famílias portuguesas. A capa é ainda mais perniciosa por ainda dar mais foco negativo ao clube, quando este é já excessivo. O Sporting precisa de estar nas noticias, mas por boas razões.

Não sei se alguém quis fazer a cama a Godinho Lopes e gostaria de evitar esta teoria conspirativa. Prefiro pensar que todos nós nos deitamos na cama que fazemos, mas este episódio lamentável revela também que Godinho Lopes está pouco ou mal acompanhado.

O regresso do caso PPC
Pode ser apenas uma coincidência mas, no preciso dia que PPC volta a falar à comunicação social, o seu caso na justiça volta a conhecer desenvolvimentos. E os piores para imagem da justiça, tendo em conta que as noticias chegaram primeiro aos jornais do que ao arguido e respectivo advogado. Isto já não é uma coincidência, é um modus operandi.

Nunca gostei de ver a execução de justiça pelas mãos de quem a reclama. Nunca gostei de vigilantes. Mas também é verdade que, como individuo, nunca foi objecto de assaltos contínuos que me retirem o bem-estar que tão difícil me é de alcançar. E tenho a sorte de viver num sitio onde o portão não é fechado à chave e a porta de casa fica aberta onde ninguém entra sem pedir licença. Se a minha rua fosse anos a fio devassada e as casas assaltadas por um bando de malfeitores organizados, retirando o que é meu para depositar no quintal do meu vizinho, e a justiça ou fosse incapaz ou fosse fechando os olhos, certamente que mudaria de opinião e de actos. 

Se dúvidas houvesse na forma iniqua e desigual como o Sporting tem sido tratado pela arbitragem atente-se à reacção da APAF, que já solicitou o regresso do caso à justiça desportiva e nos últimos trinta anos assistiu caladinha e  muitas vezes conivente, à corrupção e ao tráfico de influências. Nojo, o mais profundo dos nojos é o que eu sinto por estes biltres, cópias decrépitas de mal-feitores saídas de filmes de série B.

Lamento a exposição pública que o caso trás ao clube mas lamento ainda mais a saída de Paulo Pereira Cristóvão. Mas os seus actos, a serem verdade, produziram pelo menos um efeito favorável: uma das bestas negras do Sporting, o tal Cardinal, não tem podido usar a sua bandeirinha mágica.

Quanto à vigilância aos jogadores é para rir. Todos os grandes clubes o fazem e se o Sporting o começou a fazer agora já foi tarde.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Sobre a entrevista de PPC à TVI

Assisti, enquanto via a entrevista de PPC a Judite de Sousa, a algumas reacções ao que se ia perguntando e respondendo e parece-me inevitável regressar à convicção aqui expressa da primeira vez que me referi a este caso: por força da acção iniqua dos agentes da justiça(?), que deixa sair de forma conveniente e a conta gotas informações para esturricar os arguidos, semelhante ao que já se verificou noutros processos mediáticos, PPC já está condenado pela generalidade da opinião pública. E o que se persegue será precisamente esse objectivo: assegurar desde já uma condenação que as sessões de julgamento, se o caso aí chegar, poderão vir a confirmar ou não.

Obviamente este não é o espaço para discutir o estado da justiça nacional, mas este é um ponto importante na análise deste caso. E sabemos bem que até que este tenha uma decisão final passará muito tempo e nesse período já houve uma condenação contra a qual quem é arguido não se pode defender.

Quanto ao teor da entrevista propriamente dita, esta pouco terá adiantado para o esclarecimento do caso. De um lado a entrevistadora agarrada a partes do processo (que deviam estar em segredo de justiça, mas tal não parece interessar a quem de direito) que indiciam uma trama, por outro um arguido que não pode pisar o risco e que também não estará muito interessado em trazer o julgamento do caso para as ecrãs de televisão. 

PPC tem direito a defender-se da acusação e esse direito terá que o exercer em tribunal. Mas tem também o direito de se defender da repetição diária de primeiras páginas com a sua fotografia e pormenores que o implicam. É ai que enquadro a necessidade que PPC terá sentido em conceder a entrevista, porque ao Sporting convinha mais, neste momento, o silêncio até que se possa fazer luz sobre o assunto de forma cabal. Da entrevista saliento a  garantia dada de nunca ter desviado dinheiro para seu beneficio ou de terceiros, bem como o facto de nunca até hoje ter recebido um cêntimo pelo seu cargo no Sporting. Pessoalmente estou convencido da veracidade destas duas afirmações.

Da entrevista merece igualmente referência 2 pontos deixados passar sem muito interesse por parte da entrevistadora. PPC foi testemunha num processo de fuga da capitais que envolvia dirigentes de futebol conhecidos na praça, e que não parece também ter despertado muito interesse por quem vai divulgando o caso na comunicação social, pese o furo que tal representaria. E a informação curiosa de que existe um clube grande cujo estádio não cumpre as regras da UEFA no que às cadeiras diz respeito, o que também depressa foi esquecido pela entrevistadora.

Não posso deixar de confessar o meu incómodo por ver o Sporting na ribalta por razões como esta.Julgo que nesse sentimento sou acompanhado por todos os Sportinguistas. O Sporting precisa de silêncio à sua volta mas está quase permanentemente envolvido num ruído de fundo que não se consegue libertar. Para esse ruído temos contribuído todos nós, adeptos,sócios e até dirigentes, por acção e omissão. E fazêmo-lo  pelas melhores razões - pelo amor que todos temos ao clube- e pelas piores, porque, a coberto desse amor, há muita irresponsabilidade, projectos promoção pessoal, ódios de estimação, que a generalidade das redes sociais e blogosfera veio apenas contribuir para ampliar o seu alcance.

E, enquanto os nossos adversários estão descansados a preparar época tranquilamente, aproveitando o campeonato europeu, o Sporting arde em combustão lenta. O campeonato ainda não começou. Ainda não se conhece muito bem qual será o valor dos adversários e que valor conseguiremos manter e acrescentar ao que deixamos entrever o ano passado. Mas é difícil não sentir que vamos partir atrás do(s) prejuízo.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Para perceber melhor a demissão de Pereira Cristóvão

Para perceber melhor a demissão de Paulo Pereira Cristóvão, que é o que julgo mais importará aos Sportinguistas, será necessário esperar mais algum tempo. Isto porque não creio que tenham sido apenas as razões invocadas por PPC ( por mais plausíveis que sejam) a conduzirem ao desfecho hoje verificado. Algo se terá alterado radicalmente para que em apenas 2 meses PPC se veja obrigado a reconsiderar novamente a sua presença no CD do clube. 

Olhando para o pode estar por trás da decisão tomada parece-me difícil terem sido razões relacionadas com o processo em que foi arguido, uma vez que o nome do Sporting já não poderá ser dissociado do nome do até agora dirigente que, recorde-se, não foi ainda formalmente acusado de nada. A menos que PPC saiba que a sua audiência perante o juiz de instrução venha introduzir alterações dramáticas.

 Não foi certamente no que disse PPC que encontraremos grandes explicações para o abandono, merecendo realce o momento em que se refere a Luís Duque, Carlos Freitas e Sá Pinto, afirmando emocionado que "o Sporting precisa de gente assim".  A melhor explicação estará no silêncio com que brindou todos os colegas de direcção, incluindo o presidente Godinho Lopes. E a leitura solitária do comunicado que levou a efeito diz o resto.

Tive oportunidade de estar uma vez com PPC em Alvalade, que, como é óbvio, não é o mesmo que "conhecer" alguém. Mas o encontro breve, consolidado pelo que acompanhei directa e indirectamente, serviu para gravar uma imagem de alguém muito focado e até entusiasmado com o muito trabalho que sabia que tinha pela frente e com ideias e convicções bem fundadas. Uma boa surpresa, tendo em conta aquilo que muitas vezes se diz a propósito dos dirigentes do nosso clube. 

Não sei quem ocupará as suas funções ( não me preocupa tanto o nome mas sim a as suas aptidões) , mas mesmo partilhando da ideia que não há insubstituíveis, não duvido que o Sporting deixou de ter no seu centro de decisões um elemento importante. E quem ocupar o seu lugar tem um exemplo de dedicação para seguir e difícil de superar. Tal como ele disse a propósito do trio que dirige a SAD também me parece que o Sporting precisava de mais pessoas como o Paulo Pereira Cristóvão a dirigi-lo. É essa a minha convicção e não é por, aparentemente, ter caído em desgraça, que não o iria afirmar aqui.

Deixo de fora, propositadamente, as questões que envolveram a passagem de PPC pelo CD, como as tão faladas imagens do túnel ou o "caso Cardinal". No tão "bacteriologicamente  puro" futebol português só  as imagens colocadas num túnel do estádio do Sporting poderiam ter o tratamento que tiveram e o desfecho verificado. Quanto ao "caso Cardinal" não vou usar de relativismo moral para o aliviar, aguardando por isso que este se clarifique. E é recusando precisamente esse "relativismo moral" que entendo que, por ora, e até que se faça luz sobre esse caso, o Sporting não tem lições a receber de ninguém, nem tem que suportar remoques de quem está longe, pelo seu passado, de servir de exemplo a ninguém.

P.S.- Já depois de ter colocado o post o Sporting emitiu um comunicado que pode ser lido na integra no site do clube, bem assim como o comunicado integral lido por PPC. Nele está reservado um parágrafo (Aos meus colegas de Conselho Directivo, presidido por Luís Godinho Lopes, peço que nunca se desviem do caminho e que mantenham a raça, a força e a verticalidade sempre demonstrados mesmo quando alguns «moços de recados» anunciaram a desgraça e a cisão entre nós.) que anula parcialmente o que disse acima. Não vi a declaração de PPC em directo e o comunicado que li no jornal "ABola" afinal não era integral como haviam anunciado. Em nome do rigor fica a correcção.

terça-feira, 8 de maio de 2012

TPC sobre o PPC

Paulo Pereira Cristóvão: vice-presidente para o património do SCP


Fica o aviso: nos últimos dias dei conta de muita ‘tripalhada’ e alguns 'lamps' a frequentar este blogue, mas este ‘trabalho para casa’ tem como propósito auscultar os sportinguistas. É, exclusivamente, essa opinião a que me interessa... Aqui vai:


1. Após longo período de investigações, o Hulk, o Sapunaru, o Cristian Rodriguez, o Fucile e o Helton, vão ser JULGADOS em Tribunal, acusados de agressão... Uma vez que enquanto estiveram sob investigação não o fizeram, não seria melhor eles afastarem-se do futebol até o caso do ‘túnel da Luz’ ser decidido?

2. Porque é que somos tão lestos a culpabilizar (até ver, sem provas concretas) os nossos e a esquecer ou a desvalorizar os outros?

terça-feira, 17 de abril de 2012

E agora Sportinguistas, o que vão fazer?

Para preservar o espírito do post colocado hoje no Bancada Nova este vai ser colocado aqui na íntegra. O titulo é da minha iniciativa, mas foi retirado do texto original. Os sublinhados são meus.

Encerrar o blog deu-me a oportunidade de falar apenas do que mais me interessa, do futebol no campo. Mas não consigo passar ao lado do que se está a passar neste momento no clube – tenho feito muitos comentários no twitter mas estes nunca têm uma profundidade mínima – e não consigo deixar de referir a minha revolta e indignação com as estruturas da democracia portuguesa. Porque o que se passa é bem mais grave do que um ataque a Paulo Pereira Cristóvão ou ao Sporting, é elucidativo de que instituições – a imprensa escrita e a polícia judiciária – que são supostas ser neutras (cegas) e zelar pelo pluralismo, estão ao serviço de alguém.

1. Cronologia – O Sporting jogou com o Marítimo para a Taça de Portugal a 22 de Dezembro de 2011, os alegados factos terão ocorrido antes – entre 19 de Dezembro e o dia 22 de Dezembro. O Sporting jogou com o Benfica a 09 de Abril, ganhou o jogo virtualmente afastando o Benfica da possibilidade de vencer o campeonato esta temporada (até este momento, com 1pto de separação entre Benfica e FCPorto, o Sporting poderia ser decisivo na atribuição do título ao Benfica), e a primeira notícia sobre os alegados factos é de 11 de Abril. As buscas foram realizadas pela PJ a dia 12 de Abril e, desde então, nos últimos 7 dias, houve a publicação consecutiva em três órgãos da comunicação social – Correio da Manhã, Record e Diário de Notícias – de notícias sobre actos da investigação (desde imagens recolhidas, pessoas envolvidas, de declarações prestadas, conjecturas sobre o envolvimento de Godinho Lopes com base na localização de chamadas efectuadas e escutas) e outras notícias que nada têm a ver com o objecto do processo - desde espionagem a jogadores, árbitros e dirigentes (que em nada têm a ver com o objecto do processo) a “traições” no Conselho Directivo, a querelas internas entre dirigentes.

O que me impressiona é que haja pessoas suficientemente burras para achar que isto é uma coincidência. E que haja outras pessoas suficientemente toldadas para acreditar que tudo o que se diz é verdade, apenas e só porque põe em causa a “corja roquettista” e outros epítetos afins. Tanto os burros quanto os toldados são pessoas que não têm discernimento para compreender que mais do que um ataque frontal e cerrado ao Sporting, o que se tem vindo a verificar é o próprio ataque às estruturas da democracia.

Para que serve a liberdade de expressão se ela for utilizada para condenar na praça pública quem não se pode defender? Para que servem as restrições à liberdade de expressão – por exemplo, a proibição da difamação ou da calúnia – se o sistema judicial demora anos a responder e uma empresa de comunicação pode passar semanas a minar, por dentro e por fora, uma pessoa ou uma instituição?

Para que serve a separação de poderes e o princípio da legalidade na acção penal se são as instituições judiciárias que decidem quem investigar, quando investigar, que meios utilizar nessa investigação e quando e como podem quebrar o sigilo da investigação para condenar na praça pública aquilo que não conseguem fazer nos tribunais? Quem policia o polícia? E quem policia o polícia, tão célere a deter o ex-presidente do Benfica por factos ocorridos durante a sua presidência (sim, foi no dia seguinte, mas não durante!) ou tão célere e tão expedita a investigar alegadas condutas de dirigentes do Sporting, numa semana que pode ser financeira e desportivamente importantíssima para o futuro da instituição?

Muito mais do que a desproporção de meios utilizados relativamente a um tipo penal que não tem, por exemplo, a natureza de crime organizado e/ou uma prática de corrupção instituída (e Dias Ferreira foi suficientemente imbecil para dizer que esta prática era mais grave, o que não surpreende face à sua flagrante idiotice), é o atentado às estruturas da democracia que choca. Esta semana foi o Sporting e Paulo Pereira Cristóvão, para a semana será ouro qualquer, e enquanto houver néscios que aceitem este estado de coisas – que chegaram ao mais alto nível, com declarações do Procurador-Geral da República e do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto – o melhor talvez seja mesmo emigrar (nós e o Sporting).

2. Presunção – tenho manifestado a minha incredulidade face à absoluta ausência – de qualquer quadrante, salvo muito honrosas excepções (e muito pouco verbais) – de defesa de Paulo Pereira Cristóvão das acusações (públicas) de que é alvo. Não se trata da “presunção de inocência” (que é um critério de valoração da prova) ou do benefício da dúvida, trata-se antes do respeito pela estrutura acusatória do processo penal (principio fundamental dos estados democráticos…) e da simples constatação de que uma investigação que se conduz de acordo com a cronologia acima referida, que obedece a critérios de oportunidade na acção penal tão evidentes e que ainda atropela disposições penais de (pelo menos) igual dignidade como o segredo de justiça, NÃO VALE NADA. Eventualmente – porque ainda não podemos distinguir o que é verdade em tudo o que vem sendo reportado – as pessoas responsáveis e/ou em contacto com a investigação têm um inexistente respeito pelos princípios fundamentais de um estado democrático e pela inviolabilidade da integridade moral de uma pessoa e – consequentemente – também NÃO VALEM NADA.

Isto é o que se me apraz dizer sobre esta investigação e sobre quem a conduz. Mas há mais.

De todos os quadrantes – vide o imbecil do Eduardo Barroso a ameaçar Paulo Pereira Cristóvão de expulsão – age-se como se o que se reporta nestas peças “jornalísticas” tivesse, ou um fundo de verdade grande, ou fosse mesmo tudo verdade. Porquê? Qual a razão desta presunção de culpa de Paulo Cristóvão relativamente aos factos de que vem sendo acusado, numa investigação com as características acima descritas? Porque não haveria de ser tudo mentira? Já sabemos que a investigação tem um NULO respeito pelas pessoas e pela instituição em causa, porque não podemos presumir que esta investigação se destina apenas e só a garantir a validação judicial de escutas que sirvam outro propósito (como controlar a acção do Sporting, saber como se pretende contrariar a criminalidade organizada que existe no futebol, etc.)? O que nos garante que eventuais escutas efectuadas, que em nada tenham a ver com o objecto do processo, não estarão a ser vendidas ao melhor preço?

Pelo comportamento da investigação e da comunicação social, esta utilização instrumental do processo penal para a prossecução de interesses particulares, parece-me bem mais provável do que a eventual responsabilidade criminal de Paulo Cristóvão pelo que vem sendo alegado.

Que haja sportinguistas que rejubilem e se apressem a condenar quem ainda nem sequer teve o direito de consultar os factos relativamente aos quais está a ser investigado, não surpreende. Porque há muito sportinguista a fazer bem pior do que os lampiões e do que os tripeiros.

3. Inocência – um último (curto) parágrafo sobre a inocência das acusações que têm vindo a público. Tenho lido de tudo um pouco mas em todas as peças jornalísticas aparece que a “denúncia” recebida pelo Sporting foi efectivamente efectuada por uma ex-namorada de Cardinal. Ora, salvo melhor opinião, se isto for verdade, parece-me manifestamente improvável que – verificando-se a existência de todos os outros comportamentos – se preencha o tipo de crime em causa. Isto para falar na inocência dos acusadores actuais (a comunicação social) que nem tem a inteligência de perceber isto.

Mas mais importante é a inocência de muitos que acham que um ex-inspector da Polícia Judiciária faria as coisas da forma transparente que se encontra relatada. E ainda mais importante é a total ausência de reflexão sobre os motivos de semelhante conduta. Porque pretenderia o Sporting afastar José Cardinal de um seu jogo, para ter no seu lugar outro fiscal de linha (!!) que não seria sua escolha (ao contrário de outros com capacidade de nomear…)? Estas duas questões não parecem merecer qualquer linha de reflexão e/ou (pelo menos!) de dúvida sistemática.

Com uma ligeireza que fere a dignidade dos princípios da democracia em que vivemos, aceita-se placidamente que Paulo Pereira Cristóvão e o Sporting tenham de forma patusca procurado afastar um árbitro auxiliar de um jogo em Alvalade, como se isso pudesse fazer sentido de caras. Mais depressa se vê a justificação de que temos de procurar combater com as mesmas armas(!) do que a mera reflexão de que esta história não está apenas mal contada, está estrategicamente mal contada e visa atacar uma das maiores instituições portuguesas.

Portanto, sportinguistas, o que vão fazer?

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O regresso de PPC pode ser para ontem?

Face ao esturricar diário que vem sendo feito na imprensa ao vice-presidente do Sporting, sem que o clube o defenda de forma eficaz, não me surpreende a decisão de PPC em regressar às funções. O segredo de justiça parece, como em quase todos os outros casos mediáticos, funcionar apenas num sentido, obrigando os arguidos ao silêncio enquanto a imprensa, com o Correio da Manhã à cabeça, a deixar cair diariamente noticias, sem qualquer prova ou confirmação, que vão formando a opinião pública.

Sobre a possibilidade de o CD recusar o regresso de PPC  e salvo melhor opinião , tal não me parece uma boa medida. Para o exterior seria a admissão de culpa. Se, como Godinho Lopes disse, o CD confia na sua inocência, tem agora uma dimensão prática para o demonstrar.

Sou já demasiado velho para acreditar em coincidências. Não me surpreende que, independentemente do que é verdade e do que venha a ser apurado, PPC seja um alvo que a muitos daria gosto abater. PPC talvez seja, dos membros que compõem o actual CD, aquele que melhor percebe as particularidades do futebol português, juntamente com o Luís Duque. E isso tem faltado em anos seguidos ao Sporting. Os dirigentes parecem revelar alergia ao cheiro dos balneários bem como aos subterrâneos do futebol português, onde muito da sorte é decidida. Não duvido que o Sporting precisa de gente que incomode e que infunda receio junto de aqueles que se recusam a respeitar-nos. Já passou demasiado tempo para esperar que nos vejam trazer ao colo o que é nosso de direito.

Nada acontece por acaso. Nesse sentido não surpreende que o Correio da Manhã, baluarte nacional do jornalismo de sarjeta, tenha escolhido Patrício como exemplo dos “perseguidos” de PPC. É pública a sua situação contratual com o Sporting e uma noticia como esta dificilmente ajuda a um entendimento. E quanto à possibilidade de os jogadores do Sporting serem “vigiados” da parte que me toca só me resta um comentário: até que enfim! Provavelmente o Sporting será dos últimos clubes a adoptar tal medida.

Não falo obviamente de um “Big Brother” mas o Sporting, tendo em conta o investimento que faz nos seus jogadores e do que deles depende para alcançar resultados, tem que assegurar que a sua vida privada é consentânea com a sua vida profissional. E tem obviamente que assegurar também que noticias, como por exemplo as do Grimi apanhado a altas horas da noite e com álcool no sangue, ou não aconteçam ou sejam contidas. Elas fazem a imagem do clube e a relação dos adeptos com a equipa.

É lamentável que o Sporting, sempre que está num bom momento ou em véspera de grandes decisões veja, seja por culpa própria uma vezes, por fomento externo ou ambos, surgirem casos e episódios que ameaçam a estabilidade necessária. Será inocente que um caso que foi despoletado o final do ano passado tenha dito agora os desenvolvimentos que teve e, face à acusação de “denúncia caluniosa” os meios que foram empregues?

Do mês que resta para o fim se fará a história desta época e por isso não é a altura para abrir mais uma frente interna, discutindo o  sexo do anjos. Não concebo que o meu clube adultere a verdade desportiva mas tenho cada vez menos pruridos em aceitar uma resposta musculada contra o tráfico de influências, contra os interesses instalados.

O Sporting pode contar apenas consigo e com os seus. Da imprensa, mais do que a missão de informar, que ainda ocorre, mas cada vez menos, há a necessidade de vender. Não é apenas o CM. Durante todo o fim-de-semana a Sport Tv passou em rodapé a noticia de que PPC foi acusado de tentativa de corrupção. E vários foram os que tentaram que o caso fosse analisado como se de coacção se tratasse, com objectivos óbvios. E dos organismos oficiais que pode o Sporting esperar, depois do que vimos este ano acontecer com a recusa dos árbitros e as consequências nulas deste procedimento?

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