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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Está encontrado o primeiro investidor da SAD

Está encontrado o primeiro investidor. O primeiro e único até agora conhecido, Pedro Baltazar que, segundo noticia hoje "ABola", terá já avançado com uma acção de penhora para receber os 5,5 milhões que acha no direito de cobrar pela sua anterior participação no capital da SAD.

Será difícil contestar o direito de Pedro Baltazar a receber o que o Sporting livremente contratou com ele. Pode-se discutir o negócio bem como o timing agora escolhido para fazer valer os seus direitos. Não se pode esquecer a sua qualidade de sócio e ex-candidato a presidente do clube. Mas no fim do dia é apenas o negócio, é apenas o dinheiro que está em causa. 

Quem acha que os investidores são o próximo milagre tem aqui um bom motivo para discutir ou pelo menos reflectir sobre as possibilidades e virtudes da abertura do capital de uma SAD com as especificidades da nossa.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O certo pelo incerto e o candidato Baltazero

Continuam os rumores sobre hipotéticas transferências. Hoje é Jeffren que é dado como hipótese para Liverpool. Seria uma perda importante, quanto a mim. Depois de parecer ter resolvidos os problemas de  lesões crónicas que o afectavam - curioso como não foram dados créditos ao Sporting por ter conseguido o que o Barcelona tanto tentou... - o internacional espanhol tem todas as condições para finalmente comprovar o muito que é legitimo esperar dele. Por isso veria com pena a sua partida, justamente agora.

Rumores devem ser tratados como tal e até ao fecho da janela de transferências, que ainda nem aberta está, serão muitos os que circularão. De qualquer forma reitero o que tenho dito sobre o tema: o potencial deste plantel continua sub-avaliado, face à instabilidade em que tem vivido, pelo que uma intervenção de fundo na sua constituição me parece precipitada.

Julgo que passou despercebida a muitos Sportinguistas a entrevista de Pedro Baltazar ao programa Zona Mista, já na madrugada do passado sábado. Já do tempo da anterior campanha que a substância do discurso deste consócio me merece atenção pela pertinência do que diz, apesar de ter com ele uma divergência de fundo: para Pedro Baltazar o Sporting é a SAD e para mim a SAD é apenas uma parte, muito importante é certo, mas apenas uma parte do Sporting. E tenho muitas dúvidas que as suas ideias para a SAD pudessem produzir resultados significativamente diferentes das que que foram tomadas. Ainda me lembro de Zico e, quando vem com a ideia de um treinador espanhol (a menos que fosse Guardiola...) ou italiano, ainda mais desconfiado fico.

Pareceu-me interessante a ideia da responsabilização dos órgãos sociais pela gestão realizada. Já outras me parecem a exploração do momento, como por exemplo a incongruência de se achar que o plantel é bom, mas a solução económica é má, como aqui foi já abordado. Mas comparar Godinho Lopes a Vale e Azevedo é mau gosto e ir longe de mais. Zero para Baltazar.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Breve reflexão sobre comissões de jogadores e entrevista de Pedro Baltazar

Fala-se cada vez menos à boca pequena no elevado valor pago em comissões, (11 milhões) pelo Sporting nas transacções que realizou há cerca de um ano. Ora isto quer dizer que o tema acabará por ser abordado de forma menos subliminar, como acontece quase sempre em assuntos desta natureza. 

Como todos sabemos, o dinheiro não fala, o que se presta a que, sobre este tema, existam as mais diversas especulações e julgamentos.

Uma vez que o Sporting não concorre sozinho, e por isso está sujeito às leis e costumes do mercado, julgo que o que é importante perceber é se o Sporting paga comissões dentro dos valor praticados no mercado, em termos globais. Isto porque não me repugnaria que o possa fazer em valores superiores se, num caso em que enfrente concorrência (que não se circunscreve ao mercado nacional), tenha que superar a oferta superior.

Para perceber melhor do que estamos a falar podemos ter como valores de referência que o FCPorto esperava pagar na época 2010/11 (exemplo escolhido ao acaso, mas que serve de amostra), e cujos dados podem ser comparados com os nossos.

Há, sobre este assunto, duas questões que me parecem importantes e que se relacionam entre si:

- O Sporting, dentro dos limites que a confidencialidade que o negócio exige, deve procurar a maior transparência possível relativamente ao destino das verbas. 

- Quem comenta o assunto, como Sportinguista certamente interessado, deve fazê-lo observando o mesmo rigor que naturalmente exigiria a terceiros caso fosse um interveniente no processo, tendo em conta a importância dos valores como a honra e o carácter.

Sobre este tema, e no sentido mais lato sobre alguns assuntos candentes nas conversas entre Sportinguistas, recomendo a seguinte leitura: Fundos, parceiros, investidores e Sporting.

Entrevista de Pedro Baltazar ao DN

Pedro Baltazar deu uma entrevista ao DN na passada sexta-feira mas por falta de oportunidade só hoje consigo disponibilizar.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O que dizer das preocupações de Pedro Baltazar?

Chamou-me à atenção a preocupação manifestada ontem por Pedro Baltazar relativamente à sustentabilidade financeira da SAD. A questão interessa ao “ANortedeAlvalade”, onde o debate sobre o tema foi aqui várias vezes lançado, e porque é de importância crucial para qualquer organização. A generalidade dos portugueses sabe hoje muito bem quanto pode custar viver acima das possibilidades: mais tarde ou mais cedo a factura terá que ser paga.

Faz sentido colocar a questão, como o faz agora Baltazar? Não faltará quem sinta que ela é extemporânea, em contra-ciclo com um bom momento no futebol, por poder introduzir instabilidade. A mim parece-me que uma questão desta importância está sempre actual. Claro que, lendo o que o Record transcreve (o que nem sempre respeita o que foi dito), não sou suficientemente ingénuo para não me interrogar se as preocupações de Baltazar são genuínas, ou se ainda as faz de fato de “ex e futuro candidato” vestido. Talvez seja um pouco de ambas as coisas: por um lado tenta gerir a agenda mediática de forma a manter-se na memória dos sportinguistas, e por outro está preocupado como qualquer um de nós  com o rumo dos acontecimentos.

Acontece que o Sporting, por forma a combater a sua cada vez mais notória falta de competitividade, foi obrigado a investir “o que tinha e o que não tinha” na sua equipa de futebol e teve que fazer esse ajustamento em contraciclo com o que recomendaria a conjuntura. Poderíamos discutir se havia outros caminhos, mas a discussão seria estéril porque não nos faria voltar atrás e porque, à semelhança do que aqui fui manifestando nos piores momentos da equipa, e em oposição ao que foi feito no passado, Carlos Freitas conseguiu o que era quase tido como impossível: (i) é difícil olhar para as aquisições do Sporting e identificar um verdadeiro flop. Não menos importante, e independentemente da nossa disponibilidade, (ii) o Sporting não pagou valores exorbitantes, se atendermos aos factores custo/valor/estatuto dos jogadores contratados. Nesta equação é conveniente não esquecer a importância do papel treinador que, desde o início da sua carreira, tem sabido manter e criar valor nas equipas onde passou.

Tendo portanto presente a actual conjuntura, em que a possibilidade do encolhimento das receitas é real, apanhando as despesas em sentido ascendente, é indubitável que o Sporting está a correr riscos. Falta saber se os riscos que corre estão dentro do razoável, sabendo como sabemos que a actividade é em si mesma de elevado risco: só pode haver um campeão, só dois têm acesso directo às verbas da Liga dos milhões, ficando os restantes  no meio do deserto de receitas e, no que pode constituir um pernicioso efeito de “pescadinha de rabo na boca”, com acesso vedado a um patamar competitivo e a uma montra dos seus “produtos” mais elevados.

Como adepto e sócio do Sporting não vejo outro caminho que não passe por uma equipa forte, que nos permita disputar com os nossos pares os títulos nacionais TODOS. Isso tem custos. Disse-o já aqui anteriormente que este deveria por tudo o que foi dito acima, ser considerado o ANO ZERO. Por isso o Sporting se viu obrigado a aguentar simultaneamente as perdas de imparidade acumuladas (Zapater, Pedro Mendes, Maniche, etc, etc) com o forte investimento realizado. 

Como se pode ver pela amostra ainda tímida, a desejada valorização dos activos é perfeitamente possível, mas as hipotéticas receitas que daí advirão só poderão ser contabilizadas no final da época, uma vez que não é desejável começar a vender já em Janeiro. Até lá estou ciente de que o Sporting enfrentará sérios problemas de liquidez para fazer face às suas despesas correntes. 

Para responder a este problema, e respondendo à questão colocada por Pedro Baltazar, cabe-nos como adeptos responder presente dentro das possibilidades de cada um. O esforço necessário tem que ser colectivo e abarcar o Universo Sportinguista e não pode, ou não deveria, estar dependente das bolas que entram, dos penaltys que nos espoliam ou dos golos que nos anulem. Porque o futuro é amanhã mas está jogado todos os dias.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Nem Godinho Lopes nem Bruno Carvalho: back to basics!

Estas eleições têm sido condicionadas por dois factores: a discussão à volta da ruptura/continuidade, que aqui ontem procurei desmistificar, e pela bipolarização das discussões entre GL e BdC. Foi-se instalando a ideia de que GL é o caos e BdC o único que nos pode salvar . Este maniqueísmo é a versão inversa de um dos piores tiques que vigoraram durante o período de que tanto se querem livrar os Sportinguistas: quem não é por nós é contra nós, é mau Sportinguista. Aliás o BdC que vi no Solar do Norte, simpático e afável, - o debate tinha-lhe corrido bem e tudo andava sobre rodas – revela-se agora arrogante com os adversários e azedo perante as contrariedades.

Para quem aqui me lê sabe que desde o inicio não caucionei a questão de fundo que acaba por ser incontornável nesta campanha: o fundo russo. Pelo mecanismo em si, que encerra  em si  um risco superior ao que devemos correr num campo onde é aconselhada prudência. Onde devemos arriscar é em campo, e nem aí de forma descontrolada. E as dúvidas sobre o fundo, desde a sua existência até à própria valia como ferramenta de alavancagem do reforço do plantel, e que é crucial na estratégia de BdC são mais que legitimas. E ontem, quer de manhã no debate da TSF quer no debate na SportTV, ficaram bem expressas quer as fragilidades do fundo quer as dificuldades de BdC em dar explicações. No fundo o fundo não existe ainda, senão quem fez o show off com Van Basten já teria apresentado umas unhas. E ontem BdC não conseguiu contrariar a ideia que o direito de veto dos tomadores do fundo não permite ao Sporting contratar quem quiser, nem ficou claro de quem são os direitos desportivos e de quem são os direitos económicos, ou como serão divididos os prejuízos com os jogadores que não se imponham . Acreditar no fundo é necessário quase fazer uma profissão de fé.

Isto é mais ou menos o mesmo que eu arranjar finalmente o dinheiro que tanto necessito para comprar casa nova, decidindo prescindir do habitual financiamento bancário, e socorrendo-me das amizades que tenho junto de gente endinheirada, mas de ascensão duvidosa. Dou de barato que até me emprestam o dinheiro e que não tenho que explicar em casa, em particular aos mais novos, porque decidi fechar os olhos aos valores que lhes andei a tentar incutir e que nos deviam servir de guia. Mas afigura-se mais difícil entender como um bom negócio estar sujeito ao veto a decisão que só devia ser minha relativamente ao revestimento exterior do edifício, a marca dos electrodomésticos, a cor das telhas ou  a escolha do madeira para a pavimento.  E desconfio quando a esmola é grande: se vender o imóvel ainda fico com 60% das mais valias. Parece um bom negócio, mas é igualmente um risco e não vejo porque, face às outras opções disponíveis, eu decida arriscar a segurança e a estabilidade da minha família. Pesados os prós e os contras depender de um banco pode até ser melhor até para a minha saúde... Porquê então arriscar?

É isso que tenho ouvido mais da parte dos Sportinguistas quando, perante as dúvidas sobre o fundo de BdC declaram que é preciso arriscar. Há sempre necessidade de arriscar em  determinados momentos da vida, mas há que fazer a devida ponderação entre o grau do risco e o ganho que se possa vir a obter. Não me parece razoável, perante todas as possibilidades que existem, arriscar assim tanto. É por isso que não votarei BdC. Mas não só. Não gosto das suas escolhas, não vejo estrutura sólida, tudo gravita à sua volta. Mas BdC tem pelo menos 1 grande mérito: diz as coisas que são bonitas de ouvir, é um grande prestidigitador, tão do agrado das massas: disse que ia ter um grande treinador e trouxe um treinador grande. O adjectivo está lá , mesmo que deslocado. Tem um projecto de 93 medidas, logo ninguém pode desmentir a existência do projecto, mas ninguém discute o mérito do que propõe. Tem dinheiro de investidores, com quem tirou fotografias em Moscovo, logo é verdade, mesmo que não se lhe veja rasto e na véspera da sua viagem o rosto do fundo negava a sua existência.

Até perceberia tudo isto se as eleições fossem entre BdC e GL. Não nego o direito de GL e seus acompanhantes de se candidatarem, mas, tal como afirmei aqui anteriormente, era preferível que, em nome da pacificação do clube, fosse finalmente dada via aberta para novas pessoas e ideias. Parece que GL tentou fazer uma lista consenso, no que falhou redondamente. O que nasceu foi um bebé cheio de gorduras e a crescer de dia para dia, sem nexo. Arranjam-se lugares para as pessoas e não pessoas para os lugares. Continuará seguramente a promiscuidade, sendo difícil de perceber se alguns elementos dos órgãos sociais estão em representação dos credores ou como Sportinguistas, ou ambos. Não gosto de o dizer por não querer cair na conversa dos bons e maus Sportinguistas, mas expliquem-me a necessidade de ter nos órgãos sociais elementos ligados às empresas auditoras do clube e da SAD?

Há mais vida nesta eleições para além de GL e BdC. Por umas razões ou por outras nenhuma destas listas merecerá o meu voto. O mesmo não acontecerá com DF, apesar deste ter mais anos de Sportinguista que eu de vida. O seu historial não o recomenda, em particular nesta altura de vida do Sporting. Falar mais alto não é ter mais razão. O Sporting precisa de um consenso alargado que DF nunca conseguirá oferecer pela dificuldade que tem em lidar cada vez que ouve uma critica. Pedro Baltazar tem sido razoável nas suas propostas, cheguei-o a considerar uma hipótese mas, o problema pode até ser meu, preciso de o perceber melhor.

Já ontem o disse: vou votar Abrantes Mendes. Revejo-me nos valores e princípios que defende, revejo na forma realista como aborda o momento do Sporting. Não é conformismo percebermos as  nossas limitações, é apenas o primeiro passo para melhorar.  O Sporting sempre encontrou no seu seio a força para superar as dificuldades. A forma de estar de SAM é que mais se adequa a estabelecer as pontes que há anos foram derrubadas entre nós e aglutinar as sinergias que se espalham por todas as candidaturas e sensibilidades. A forma como todos se calam quando ele fala é paradigmática. E como me pareceu pela pergunta final que endereçou aos seus concorrentes, é o único cuja ambição pessoal é servir o Sporting, acima dos projectos de projecção pessoal. O Sporting precisa de um urgente caminho de volta para si próprio, precisa de fazer o seu back to basics.

Esta é a minha escolha pessoal. Mas seja qual for a escolha que os Sportinguistas façam no sábado o meu mais intimo desejo é que o próximo presidente seja finalmente o presidente de todos os Sportinguistas. Para que tal aconteça que a primeira medida seja chamar a si todas as listas que concorrem ao acto eleitoral, incluindo ao CL e CF, e ouça o que propõem. Porque em todas há boas ideias. O Sporting é um gigante anestesiado pela dor e pela desconforto da desconformidade da sua actual existência com a sua grandeza. Saber ouvir e congregar em torno do clube todos os associados que a isso estiverem disposto é o primeiro passo para o triunfo da próxima liderança.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O medo, a paciência e o protesto




Pontos prévios:

- Não existem candidaturas perfeitas. Se assim fosse, qualquer uma das outras candidaturas recenhocê-lo-ia e retirar-se-ia da corrida eleitoral uma vez que não teria qualquer hipótese, pois todos os sócios iriam votar nessa.

- Não me revejo completamente em nenhuma das candidaturas mas sei perfeitamente em quem não votarei. E uma das razões que me leva a excluir determinadas candidaturas, é que não posso votar em quem não respeita os Sportinguistas com opinião contrária à sua.

O medo

De há vários anos para cá, o medo tem estado sempre presente na vida do SCP, tendo o seu expoente máximo no já familiar "ou nós ou o caos". Porque qualquer outro é um aventureiro que se quer promover às custas do SCP, ao passo que quem nos tem liderado, não. Eles são a fina flor da gestão portuguesa e eles sim, têm a visão, competência e capacidade para nos conduzir à glória eterna. Está é a levar tempo...

Eles não necessitavam do SCP mas a visibilidade que lhes foi dada, os negócios que foram conseguidos e os salários que foram pagos, alguns deles pela 1ª vez na História do Clube - não é JEB? - deram muito jeito. Oh se deram.

Passado este tempo todo, onde é que eles nos levaram? Ao ponto mais baixo da nossa História.
São anos a fio de discursos derrotistas e castradores da paixão Sportinguista, onde a apologia da mediocridade e do conformismo, anda de mãos dadas com a subserviência ao fcp.

Paciência (falta dela)

Seria então de esperar que por esta altura, qualquer Sportinguista já não conseguisse sequer conceder qualquer margem de manobra ou confiança a quem tenha estado ligado a este trajecto. Claro que não.
Há sempre quem esteja ainda disposto a acreditar, que desta é que é. Só é pena não jogarmos no campeonato das reestruturações, porque ai, seríamos os candidatos mais fortes ao título.

A minha paciência para estes "gestores de topo" acabou-se há muito. Não estou disposto a dar-lhes nem mais um minuto à frente dos destinos do nosso Clube. Chega.

Chega de falta de ambição.
Chega de falta de respeito para com os Sportinguistas.
Chega de pensar pequeno.
Chega de ficarmos contentes com o 2º lugar, especialmente se o slb ficar atrás de nós.
Chega de aumentar o passivo.
Chega de delapidação de património.
Chega do decréscimo de qualidade do plantel de futebol.
Chega de desculpas.

Protesto

É por isso que nas próximas eleições, o meu voto quanto mais não seja, será de protesto.
Depois de anos a dar oportunidades a estes miseráveis que nos dirigem, porquê tanto receio e cautela em relação a um novo rumo e renovada fé para quem corporiza "mais do mesmo"?

Não bastam já as provas cabais de incompetência e incapacidade? Como é possível ainda acreditar-se que serão eles a reerguer-nos e que os seus "projectos" e re-estruturações, serão a resposta desta vez? Nunca a foram, porque é que seria diferente?

Qualquer candidatura que não esteja conotada com a continuidade, tem que provar por A + B que o seu programa é exequível, que as suas soluções funcionarão, mostrar o seu treinador, etc. etc.
Porque é que a exigência não é a mesma para com as candidaturas de GL e DF, por exemplo? O mesmo já se tinha passado com a de JEB e viu-se onde isso nos trouxe: a eleições passados menos de 2 anos.

GL limita-se a arranjar nomes sonantes do Universo leonino. E confrontarem-no com a questão da proveniência dos 100M€? Com as sucessivas contradições do seu discurso? Já
DF arranjou o Futre, defendeu-o com mais uma das suas tiradas típicas referindo que arranjar "Sportinguistas bacteriologicamente puros" é difícil, e treinador. O resto logo se vê.

Se falta dinheiro para acabar a época, de quem é a responsabilidade? Porque é que há quem ainda queira que os responsáveis por esta situação, continuem à frente dos destinos do Clube?

Neste momento, estou inclinado para votar Bruno de Carvalho. Não tem experiência? Que experiência tinham Roquette, Dias da Cunha, FSF, etc.? E o que é que interessa a experiência, se o histórico nos diz que é má?
BdC foi até ao momento, o único que cumpriu tudo o que disse, que se preocupou em apresentar aos sócios o seu programa e que tentou arranjar uma forma de financiamento diferente da de sempre.
Para além disso, não fez parte das Direcções do SCP. Parecendo que não, é um trunfo. O que diz muito do momento do Clube.

Está na altura de mudarmos. Mudarmos a sério. Porquê tanto medo?

quinta-feira, 3 de março de 2011

Santana Lopes ou o Cerebrum esgotou nas farmácias

Têm sido tantas as novidades relativamente às movimentações eleitorais que se torna difícil, julgo que até para os profissionais da comunicação social, estar completamente actualizado. Torna-se porém demasiado óbvio para passar despercebida a escalada na procura de nomes de peso, os chamados notáveis. Os candidatos parecem perceber como ninguém que o que tem valido nos últimos tempos são os nomes, mesmo que os projectos que os acompanhem se percam no meio de uma folha A4. 


Mas Pedro Baltazar, que hoje apresentou a sua candidatura parece-me ter levado as coisas longe de mais ao escolher Santana Lopes. A menos que os Sportinguistas sofram em massa de Alzheimer ou outras doenças que afectem a memória a nomeação do ex-primeiro ministro, ex-secretário de estado, ex-presidente do Sporting e com muitos outros ex no curriculum é um verdadeiro tiro no pé. Ou, servindo-me do que dizia Bruno de Carvalho sobre ases e duques, parece-me que Pedro Baltazar vai começar com cartas a menos no baralho eleitoral.

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O mundo ao contrário





Sporting terá de comprar acções para evitar processo em tribunal

«Antes de reduzir para metade o capital social da Sociedade Anónima Desportiva (SAD), no âmbito do projecto de reestruturação financeira, o Sporting deverá comprar a participação de um dos seus accionistas de referência, a Nova Expressão, dirigida por Pedro Baltasar. Tudo para compensar o empresário (e ex-administrador da SAD) e impedir que este avance com uma acção legal contra uma operação que implicará a perda de metade do seu investimento financeiro, como acontecerá, de resto, com os restantes accionistas.

Ainda que nenhuma das partes assuma a conclusão (ou sequer a existência) do negócio, os responsáveis "leoninos" já terão um princípio de acordo com Pedro Baltasar para adquirir os 11,667 por cento do capital social da SAD, aproximadamente 2,450 milhões de acções (0,91 euros por título ao final da sessão bolsista de ontem, em que perderam 13,33 por cento em relação a sexta-feira).

"Por enquanto, não posso dizer nada sobre isso. Essas coisas têm de ser anunciadas primeiro à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários [CMVM], já que se trata de uma participação qualificada", referiu ao PÚBLICO Filipe Nobre Guedes, administrador responsável pelo pelouro financeiro da SAD "leonina".

Também a Nova Expressão, num e-mail assinado pelo seu director-geral, Manuel Falcão, não confirmou o eventual acordo: "A posição na Sporting SAD é integralmente detida pela Nova Expressão SGPS e o seu conselho de administração nunca fez qualquer declaração sobre o tema das suas questões [de uma venda ao Sporting]." A empresa garantiu, por outro lado, que estará "representada com a totalidade da sua participação no capital social" amanhã na assembleia geral (AG) da Sporting SAD, em que será discutida e aprovada o "relatório de gestão", que implica um prejuízo de 26,461 milhões de euros, o segundo maior de sempre.

Com a aquisição desta importante participação, o Sporting reforçaria os 68 por cento que actualmente detém de forma directa (pelo clube) e por via indirecta (a SGPS que controla o grupo empresarial "leonino" e que é detido a cem por cento pelo clube), mas, acima de tudo, impediria uma acção legal por parte da Nova Expressão, pouco entusiasmada em perder metade do investimento feito em acções da SAD - o custo desta operação para o Sporting será (por causa da diminuição de capital) a perda de metade do valor pago.

Nobre Guedes garantiu ao PÚBLICO que já está ultrapassado o prazo legal de dez dias para se interpor uma providência cautelar contra a deliberação da assembleia geral da SAD de 9 de Setembro último, com a aprovação do plano para a sua reestruturação financeira- este plano, em traços gerais, implica uma redução de capital de 42 milhões de euros para 21 milhões, seguindo-se um novo aumento de capital em 18 milhões de euros e com o lançamento de um montante máximo de 55 milhões de euros em valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis (VMOC) em acções da SAD num prazo máximo de cinco anos.

Mas, segundo o PÚBLICO apurou, existe ainda a possibilidade de qualquer accionista poder apresentar uma acção para pedir a anulação da deliberação da AG da SAD de 9 de Setembro, já que o prazo, neste caso, é de 30 dias. Uma acção que teria o mesmo efeito de uma eventual providência cautelar.»

Posso ter lido mal mas é impressão minha ou temos alguém que resolveu investir na Bolsa, tendo para o efeito comprado acções do SCP - das reais não daquelas que se entregam como garantia - mas que agora, devido à reestruturação financeira, irá perder metade do seu investimento tendo o SCP que o ressarcir!?
Imaginem o que era agora as empresas cotadas em bolsa, terem que compensar os seus investidores. Ou o casino a devolver o dinheiro das apostas porque não tinham ganho prémio nenhum.

Já agora, porque não votou contra o plano na AG da SAD?

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