Orçamento aprovado: quem procura o caos?
Com uma maioria relativamente confortável - 1.151 votantes
69,01% votos | 701 votantes (60,9%)
30,99% votos | 450 votantes (39,1%) - o orçamento para o próximo ano foi aprovado. Mas, infelizmente, mais uma vez a AG decorreu de uma forma que está longe de honrar o clube centenário que somos.
Como pano de fundo dos incidentes estão certamente muito mais os acontecimentos do ano passado - e que levaram à destituição dos órgãos sociais então presididos por Bruno de Carvalho, cujo processo de expulsão será apreciado precisamente de hoje a oito dias - do que propriamente problemas com o documento apresentado. Lá teremos que ir até este tema, esta semana. Mas não agora, embora me pareça que foi este o tema que marcou a AG de forma evidente ou subliminar. Até porque é conhecido de todos a pouca apetência da generalidade dos que frequentam estas reuniões por números e contas. Em regra o sentido de voto é orientado sobretudo para manifestar o alinhamento com os órgãos sociais ou para os repreender ou manifestar desagrado.
Em relação a esta ou outras matérias devemos admitir como válidas todas as opiniões, desde que devidamente fundamentadas. Tratando-se de um documento estratégico de uma direcção ainda com um curto período de actividade, creio que os Sportinguistas entenderam apreciá-lo com alguma benevolência e percebendo as circunstâncias em que ele será exercido. Não faria muito sentido reprová-lo por ser maior o dano causado que o bem que se poderia obter.
Mas, como dizia acima , a AG ficou marcada por episódios de muita confusão, muita falta de respeito e educação entre diversas partes, que, quanto mais não fosse por respeito ao clube e à bandeira presente, é totalmente inadmissível mas que infelizmente vem acontecendo de forma recorrente. Ver o ambiente de loucura, confusão, mentira, agressão permanente que se vive diariamente nas redes sociais, replicada numa AG é o pior que podemos fazer pelo clube. Quer o PMAG quer o CFD têm obrigação de actuar de forma mais proactiva e com coragem.
Percebo que há quem pense que quanto pior melhor e que o caos possa favorecer esta ou aquela estratégia, quem sabe à espera que surja um "salvador". Porém os únicos vencedores são os média, que muitas vezes tratam os temas com superficialidade e procurando sobretudo o sensacionalismo. E o Sporting com isto apenas perde porque afasta aqueles que poderiam participar de forma construtiva. Poucos são os que têm estômago para estar uma tarde fechado num ambiente de permanente crispação e violência verbal e até fisica. Talvez seja essa a única forma de poderem despontar aqueles que não têm outros argumentos.
Em relação a esta ou outras matérias devemos admitir como válidas todas as opiniões, desde que devidamente fundamentadas. Tratando-se de um documento estratégico de uma direcção ainda com um curto período de actividade, creio que os Sportinguistas entenderam apreciá-lo com alguma benevolência e percebendo as circunstâncias em que ele será exercido. Não faria muito sentido reprová-lo por ser maior o dano causado que o bem que se poderia obter.
Mas, como dizia acima , a AG ficou marcada por episódios de muita confusão, muita falta de respeito e educação entre diversas partes, que, quanto mais não fosse por respeito ao clube e à bandeira presente, é totalmente inadmissível mas que infelizmente vem acontecendo de forma recorrente. Ver o ambiente de loucura, confusão, mentira, agressão permanente que se vive diariamente nas redes sociais, replicada numa AG é o pior que podemos fazer pelo clube. Quer o PMAG quer o CFD têm obrigação de actuar de forma mais proactiva e com coragem.
Percebo que há quem pense que quanto pior melhor e que o caos possa favorecer esta ou aquela estratégia, quem sabe à espera que surja um "salvador". Porém os únicos vencedores são os média, que muitas vezes tratam os temas com superficialidade e procurando sobretudo o sensacionalismo. E o Sporting com isto apenas perde porque afasta aqueles que poderiam participar de forma construtiva. Poucos são os que têm estômago para estar uma tarde fechado num ambiente de permanente crispação e violência verbal e até fisica. Talvez seja essa a única forma de poderem despontar aqueles que não têm outros argumentos.


