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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Prolongamento: quando o presidente vai ao circo



Ficamos a saber que o presidente que se ufana de trabalhar vinte e quatro horas por dia também tem tempo para ir ao circo. Sim, circo, porque não há outra palavra para definir um programa como o Prolongamento. O lamentável é não se ter ficado pela bancada, escolhendo descer à arena. Aí mergulhou na mesma lama onde paineleiros como os Guerras desta vida chafurdam. Como ficou claro, é impossível fazê-lo sem sair de lá tão embostelado como os que lá vivem.

É óbvio que o Sporting está sobre cerrado ataque - o Football Leaks é apenas um dos vários indícios, e que aqui falarei em breve - e era necessário fazer a defesa do clube, esclarecendo algumas matérias que estão a provocar sérios danos reputacionais ao clube.  É isto que torna indefensável a presença de Bruno de Carvallho num programa deste jaez, por se tratar de uma escolha voluntária,  quando as possibilidades de escolha dos locais e dos interlocutores eram vastas. Ele que aparentemente até ia bem preparado e documentado.

Como era expectável a gritaria e a boçalidade abafaram por completo a força dos argumentos, dando embaraço e pena tamanha falta de noção do ridículo de um espectáculo burlesco. Se a ideia de Bruno de Carvalho era demonstrar que conseguia ser tão mau como o Pedro Guerra, ao ponto de o embaraçar, então aí o programa pode ser considerado um sucesso pessoal.

São a forma e os meios que usamos que nos definem e distinguem. Ao contrário do exemplo dado por Bruno de Carvalho e do spin do momento, é possível fazer a defesa dos interesses do Sporting sem baixar o nome do clube ao nível a que ontem assistimos, expondo-o ao ridículo. Será muito difícil explicar, a alguém que veja o programa, que diferenças separam uma instituição centenária, com a nossa matriz identitária, de um grupo de arruaceiros que se juntam para uma suecada. 

Bruno de Carvalho pedia há dias na A.G., num apelo quase quixotesco,  que não o deixassem cair. Desta forma é ele que se atira para o chão, não precisa de inimigos, ele próprio se encarrega do seu próprio mal. Infelizmente à sua volta não parece haver ninguém capaz de lhe fazer o contraditório e o culto de personalidade que lhe é dedicado parece estar a tolher-lhe o raciocínio. O Sporting não é ele, é muito maior e mais importante, por muito que ele se esforce por confundir. Ontem pode ter ganho ao Pedro Guerra mas o Sporting perdeu quase em toda a linha.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

O campeonato dos feios, porcos e maus

Se não viram o filme que serve de titulo ao post de hoje recomendo. Realizado por Ettore Scola, cujo trabalho lhe granjeou o prémio do Festival de Cannes em 1978, o filme conta a história de uma família pobre que mora num subúrbio pobre de Roma em condições degradantes. Por via disso, o filme é um mostruário, em tom de comédia e drama do que de pior o Homem é capaz de fazer a si mesmo e aos que vivem em seu redor.

Se não viu entretenha-se a ver um desses programas pretensamente sobre futebol que enxameiam as nossas televisões, onde agora vulgarmente conhecidos como programas de paineleiros, porque se aproxima em muitos aspectos no que de pior é retratado no filme de Scola. Sobre o pretexto de analisarem os jogos, os seus intervenientes desfiam entre si rosários de insultos, quase sempre ignorando o que devia ser o assunto central e que afinal lhes proporciona substanciais proveitos económicos: o futebol. 

Estes verdadeiros atentados de lesa-futebol são a pedra filosofal das estações de televisão, especialmente de cabo. Não visando esclarecer ou exercer qualquer pedagogia, procuram a polémica em cada frase. Os seus ditos cujos paineleiros são escolhidos a dedo, havendo até transferências entre canais, como se de artistas da bola se tratassem. É difícil a quem assiste, mesmo que inadvertidamente, não ficar à espera da reacção seguinte no habitual "tiroteio" entre as facções em confronto. 

É esse excesso de controvérsia e polémica permanente que lhes proporcionam a publicidade grátis, uma vez que é impossível que os adeptos que assistem fiquem indiferentes. Na era das redes sociais os comentários funcionam como focos de incêndio que se propagam como quem rega uma fogueira com gasolina.

Há muito que deixei de ver qualquer dos programas - novos ou velhos - com assiduidade. As poucas vezes que tenho caído na tentação, não fazendo zapping imediato, só têm contribuído para vincar a má impressão geral e a noção de perda do meu precioso tempo que o seu visionamento implica. Valha a verdade que o facto de normalmente o Sporting estar muito mal representado na generalidade dos programas também não ajudou muito. Do ébrio ao auto confesso praticante de ilegalidades, já tenho cromos que cheguem.

Ora isto dito, não pude deixar de me espantar quando assisti à última intervenção de Carlos Dolbeth num programa emitido na SportingTV. Mais ainda quando ela não só recolhe aprovação e a seguir se pede que junte a um dos mais histriónicos comentadores comentadores da nossa praça, um tal Pedro Guerra. Aqui há que reconhecer o traço de ADN comum deste com o correligionário que na SIC vai destilando fel a cada sílaba.

Espero que se tenha tratado de uma vez, sem exemplo. Vai muito mal a direcção de programas do canal do clube se permitir ou até instigar uma espécie de braço de ferro de taberna, ou ping pong de dislates e gritos. É a face oposta do comportamento inerte e poltrão que tantas vezes me revoltou quando o Sporting não era cabalmente defendido, mas igualmente de repudiar. Como dizia a publicidade, tem de continuar a existir uma linha que separa a miséria intelectual, boçalidade e ordinarice do nome Sporting Clube de Portugal.

Embora haja muito quem ache que o Sporting "tem um estigma por ter ligado à sua origem viscondes" essa é a sua maior riqueza. Não a da classe social dos seus fundadores per si, da sua origem ou do seu carácter restrito e exclusivista. A ser assim o Sporting não seria hoje mais do que uma associação de jogos de bridge, canasta, ou bailes de debutantes.

Sporting nasceu, cresceu e consolidou o seu estatuto pela qualidade excepcional dos fundadores e sucessores, ao criarem uma identidade muito própria, mas simultaneamente de grande abrangência, arrastando atrás da sua bandeira milhões e acumula milhares de troféus em dezenas de modalidades. A tal diferença que muitos querem, para nos apoucar, confundir com elitismo bacoco e extinto. O Sporting é indiscutivelmente popular mas não precisa de ser popularucho.

Mais do que ganhar muito ou pouco, creio ser essa a identidade que nos é muito própria e cara que nos tem permitido atravessar os piores dos tempos. Se quisermos ser tão feios, tão porcos e tão maus como os piores arriscamo-nos a confundirmo-nos com eles. E, se assim for, que razões terão os vindouros para querer ser do Sporting?

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Agressões, comunicados & paineleiros: casos que nos envergonham

Paineleiros: parece que são escolhidos a dedo, pelo menos para os programas de maior audiência. Ou o Sporting "deixou de ser quem era" ou não representam sequer os paus onde se hasteiam as bandeiras do clube. Como se não bastasse esse distanciamento em relação aos Sportinguistas, prestam-se a figuras tristes, por ignorância, lassidão e total impreparação dos temas que abordam, acumulando vulgaridades. Infelizmente nem a recusa de ver os programas onde participam me impedem de ser atingido pelas suas prestações degradantes, como foi o caso desta semana, protagonizado por Eduardo Barroso.

Obviamente que esta gentinha não representa o Sporting, representa-se apenas a si mesmos. E da forma mais egoísta, apesar de passarem o tempo a bater com a mão no peito e a gritar o amor pelo clube. Não passam de peões de brega na estratégia de audiências dos canais, a troco de chorudas recompensas por arrastarem o nome do clube para a lama das suas tristes prestações.

Agressões & comunicados: Sou um admirador confesso do trabalho exercido pelas nossas claques. É onde, em casa ou fora, me sabe melhor ver os jogos, numa espécie de liturgia indispensável para exorcizar regresso, a saudade e o amor pelo clube. Mas agredir profissionais que se deslocam às nossas instalações para exercer a sua actividade há que dizê-lo sem rodeios, é muito NoNameBoy. 

Este abastardamento tem que ser condenado de forma veemente e não através de comunicados frouxos, que mais não são do que sacudir a água do capote e assobiar para o lado. O Sporting não se pode distanciar do sucedido como se nada fosse. Os actos foram praticados nas nossas instalações pelo que, além prejudicarem a imagem da instituição, terão consequências económicas, quando a factura de reparação da viatura cair na secretaria do clube. 

Para evitar que estas situações se voltem a repetir a direcção do clube tem agora uma oportunidade de agir de forma pedagógica: chamar os responsáveis dos grupos ou grupo envolvidos, comunicar-lhe o seu repúdio, lembrar-lhes o que é e o que representa o Sporting, e exigir o pagamento dos danos materiais causados. As manchas na imagem do clube infelizmente não pode ser assim tão facilmente lavadas.

O surgimento deste caso, habilmente aproveitado pela comunicação social pasme-se!, por ter sido divulgado pelos próprios autores, surge em colisão com a imagem recente do exemplo de fidelidade e amor incondicional com que a Curva Sul vinha sendo citada, recolhendo a admiração até dos nossos adversários.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Eleições: como falar é fácil, cada um diz o que quer

Caminha-se a passos largos para o encerramento do prazo de entrega de candidaturas e é cada vez mais evidente que da correria para o cumprimento dos prazos para o preenchimento dos muitos lugares vagos nas listas (Conselho Leonino, Conselho Fiscal, Conselho Directivo) é, mais do que uma corrida contra o tempo, uma corrida contra a coesão e racionalidade. Um processo assim tem pelo menos um mérito, reduz as expectativas, a possibilidade de me defraudar é cada vez mais diminuta.

No Sporting os erros repetem-se -  nos chavões e nos métodos - e essa acusação tanto serve para qualificar as administrações passadas como os que se opõem, mimetizando os movimentos dos ratinhos de laboratório, nas suas voltas sem fim. As poucas coisas quem mudam são  os dias, os meses e os calendários, subsistindo os mesmos problemas que, por não se darem solução, também mudam, mas de dimensão, tornando-se mais difíceis de resolver ou simplesmente minimizar o seu impacto.

Se a vitalidade de uma instituição se pode avaliar pela forma como responde aos desafios, em similitude como o corpo humano replica às infecções, facilmente se conclui que o Sporting está senão declaradamente doente pelo menos debilitado, asténico. Essa conclusão depreendo-a da forma como se tem respondido às sucessivas crises e que mais uma vez se verifica neste processo eleitoral: de forma fragmentada, parcelar, em que a ideia de agregação soa à mais abjecta heresia. Paradoxalmente foi nessa matriz associativa que se fundou um dos mais titulados modelos associativos que a sociedade portuguesa gerou: o Sporting Clube de Portugal.

Ontem, ao fim de muito tempo a evitá-lo, dei uma vista de olhos pelos famigerados programas "sobre futebol" que infestam os canais de televisão. De futebol não têm nada mas tinha alguma curiosidade de perceber o posicionamento dos nossos paineleiros relativamente ao momento do Sporting e ao acto eleitoral em concreto. Pura perda de tempo.

No canal do jornal "A Bola"  José Eduardo dava uma lição do que há de mais vulgar na blogosfera, dissertando sobre o "milagre do Dortmund", com ar grave e sério de quem vai finalmente revelar a formula da pedra filosofal.

No canal de cabo da TVI Barroso revelava algum distanciamento relativamente a Bruno de Carvalho nos últimos 2 anos, (lista onde foi eleito...), para concluir que o seu voto e eventual apoio público a uma lista candidata iria não para o melhor projecto, para uma ideia vaga ou estruturada, mas contra qualquer lista onde se incluam ou alinhem os seus ódios de estimação, "aquela gente".

Na SIC Dias Ferreira tresandava ressabiamento por todo o lado, acusando Ricciardi de tudo e do seu contrário, esquecendo-se que nem todos perderam a memória nem o significado ou importância da palavra "accountability"

Dias Ferreira escolheu a saída mais fácil, dizendo o que é, neste momento, o mais popular e conveniente. Ou o PMAG ao tempo de Betttencourt, por sinal Dias Ferreira, e na sua qualidade de representante de  todos sócios, não deveria ter colocado aos senhores do Conselho Fiscal, onde já estava Ricciardi, as perguntas que ontem deixou:
"-  Então para que é que serve o Conselho Fiscal?"
"- Para que servem os auditores?"
"- O Conselho Fiscal não tem obrigação de chamar a atenção para os negócios que são feitos?"
"- Vêem os ordenados que são pagos, os negócios, etc, e não alertam para estas situações?”
Mas não só. Dias Ferreira que explique aos sócios onde estaria hoje o Sporting se estivéssemos a pagar o ordenado a Frank Riijkaard, a Futre e se este trouxesse a sua famosa lista de reforços, onde constavam Donadel, Trochovski, Taiwo, Wendt, Brian Ruiz, Stekelemburg, ou Alex Sanchis.

Para estes e muito outros o Sporting é um ponto algures depois da linha que dista do seu nariz ao umbigo. Por isso o "eu isto" e o "eu aquilo" vem sempre antes das propostas, das ideias e das soluções.  E estes programas de TV estão para o Sporting como os receptadores da arte antiga para o património nacional: pagam a poucos e a bom preço o uso e o abuso do que de é muitos e que muitas gerações se danaram a erigir.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Assista às AG´s a partir da TVI

De há muito que me recuso a ver qualquer programa onde participe Eduardo Barroso em representação do Sporting. Desde logo porque não lhe reconheço essa representatividade e porque, no geral, as suas participações me envergonham, quer pelo desconhecimento das matérias que revela, quer sobretudo pela irracionalidade das afirmações e comportamentos. O mesmo para Rui Oliveira e Costa e para a sua argumentação rasteirinha e humilhante. Apesar de algumas semelhanças entre um e outro, o Ferreira ainda tem Dias...

Tinha prometido a mim mesmo não me referir mais a este senhor porque, sendo ele ainda o PMAG, entendia ser meu dever tentar preservar-lhe alguma da dignidade que ele parece querer abdicar cada vez que escreve ou abre a boca. 

Barroso sabe que os Sportinguistas não gostam que acumule a função de paineleiro com a de PMAG, porque quem lhe vai transmitindo a informação "sobre isto aquilo" não podia deixar de lho dizer. Mas ainda assim agarra-se ao lugar, preferindo-o a fazer a vontade dos que representa , preferindo satisfazer o seu ego.

É-me indiferente que uso o seu tempo de antena para um ajuste de contas pessoal com Godinho Lopes por causa da rábula dos médicos, embora considere tal de gosto duvidoso. Mas acho vergonhoso que se sirva do mesmo palco para se pronunciar sobre decisões que resultam de competências exclusivas como PMAG e que, por isso, deveriam ser anunciadas no local,  no momento apropriado e em primeira mão apenas aos Sportinguistas. Isto torna Barroso indigno do cargo que ocupa.

Mas também não é menos mau que este "PMAG de interruptor" se desligue para depois vir, já como adepto, descredibilizar o papel de Jesualdo, quando este ainda não se sentou na cadeira. É que, caso ainda não tenha reparado, a sorte de Jesualdo será também, a partir de agora, também a nossa.

Ao que parece as AG´s do Sporting agora começam no programa da TVI. Este tipo de actuação configura o pior dos desrespeito pelos sócios do Sporting que, ao contrário do que sucederia em AG, não podem servir-se dos regulamentos para manifestarem a sua opinião, favorável ou contrária. . E, no momento em que muitos clamam por eleições, por considerarem a gestão de GL incompetente, qual é o critério que possa ajudar Eduardo Barroso a passar pelo buraco da agulha? Se os Sportinguistas acham que se enganaram ao escolher GL não podem achar que o mesmo não aconteceu com o actual PMAG.

sábado, 24 de novembro de 2012

Sporting, um clube de Carlos Barbosas


A conclusão é inevitável e surge na sequência da chusma de reacções que desaguaram em tudo o que é comunicação social: o Sporting é um clube de Carlos Barbosas.

Carlos Barbosa pôs um pé no Sporting (antes ainda pensou por os 2) sem tirar o outro do ACP e julgava que podia das 9h ao meio-dia ser presidente de um clube e das 14h às 18h00 ser vice-presidente de outro.

Ainda não se tinha sentado na cadeira de vice e nem sabia o que era o Sporting e já nos vendia ao desbarato os sonhos que não fazia a mínima ideia de como cumprir. Saiu sem que da sua presença se pudesse até agora extrair qualquer vantagem que não seja para o próprio, pelo menos em tempo de antena. 

Poder-se-á pensar que quem ocupa a cadeira de presidente do maior clube do País em número de associados não precisa de tempo de antena. Mas não será bem assim. 

Se assim fosse - se o ACP fosse tão visível como é o Sporting - talvez os sócios de ambos os clubes já se teriam interrogado se faria muito sentido entregar tamanhas responsabilidades a alguém que, na vigência da mais profunda crise que há memória na democracia portuguesa, advoga a construção de uma linha de "eléctrico rápido do Marquês até ao Rossio ou ao Terreiro do Paço" para resolver "o problema do trânsito e da poluição" porque "quem polui são os transportes públicos, não são os privados". Talvez Carlos Barbosa ande demasiado de carro, com ou sem motorista, não sei, e ainda não se tenha dado conta que o tal eléctrico que preconiza já existe desde a década de 50 do século passado e se chama Metropolitano de Lisboa.

Para o Sporting infelizmente existem demasiados Carlos Barbosas. Quando lhes é concedida a honra de associarem o seu nome ao de muitos ilustres dirigentes que, estribados na força de um associativismo ímpar, ajudaram a fazer o que é hoje o nosso grande Clube, entram à leão mas saem sem deixar outra marca que não seja as que fazem crescer os orçamentos e quase sempre do lado da despesa. Uma vez fora estão sempre prontos a dar opinião, cujo acerto e profundidade em tudo se assemelha à pobreza da obra realizada, confundindo-se quase sempre com acertos de contas, sem qualquer proveito para o clube.

Vivo o Sporting há já muitos anos e não me lembro de, em momentos de particular necessidade, haver quem se ofereça para mais do que estes diagnósticos proferidos de forma ligeira, com um microfone pela frente. O contributo mais comum é juntar mais barulho ao ruído de fundo, que é em tudo semelhante aos préstimos que se podem esperar do histerismo na hora do naufrágio. Já perguntar "como, onde e quando posso eu ajudar para inverter a actual situação?" não me lembro de ver. E este comportamento não é exclusivo apenas dos notáveis, há sempre Carlos Barbosas desconhecidos perto de si...

É fácil pedir eleições ante os maus resultados. Quem as pede oferece-nos exactamente o quê? Mais difícil é perceber que um novo acto eleitoral não garante o que o Sporting mais precisa neste momento: que a sua equipa jogue com qualidade suficiente para alcançar os pontos que precisa. 

Talvez durante a próxima semana dê, de forma mais fundamentada, a minha opinião (que em tudo se assemelha à que expressou o meu amigo Virgílio nos comentários ao post anterior) sobre a questão. Mas estou seguro de que, no actual momento, mais do que uma mudança imediata de presidente e direcção o Sporting precisa de boas decisões do seu treinador e de todo o empenho dos seus profissionais. Sem isso estou seguro que a actual crise não só não será debelada como se pronunciará, sendo bem provável que em pouco tempo se esteja a falar de novo em eleições.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O Sporting tem os direitos limitados? E quando deixou de ser grande?

Bastaria um sopro para os rios de tinta que correm desde domingo à noite sobre o empate do Sporting na madeira terem sido poupados. Agradeceríamos todos os Sportinguistas em particular e os portugueses em geral, atendendo ao estado depauperado da economia. 

E que sopro faria tamanha diferença? O do Carlos Xistra no apito, validando o golo nascido a remate de Capel. Se dúvidas houvesse basta ver a fotografia do lance no Record e lembrar que o guarda-redes maritimista antes de parar a bola em cima da linha ainda faz um movimento final, tirando-a por isso dentro da baliza.
Alguma dúvida?
O lance é de difícil juízo e passível de erro? Sem dúvida mas isso não invalida um golo. 

O árbitro estava mal colocado e o respectivo assistente tinha a linha tapada? Mas isso também não tira a bola dentro da baliza. 

Mas a história não fica toda contada neste lance uma vez que o golo do Marítimo, que dá o empate, surge de uma falta inexistente. Este sim, foi um lance que o árbitro podia e devia ter ajuizado melhor e se não o fez foi pelo menos incompetência. Vindo do artista Xistra, que há precisamente um ano nos deu mão e mais tudo o resto que não lhe pedimos diz muito. 
Só estranho é que porque não jogamos bem haja quem entenda que não temos o direito de reclamar. 

Por acaso quem não joga bem tem os seus direitos diminuídos? 

Quantos campeões são feitos e desfeitos nas primeiras jornadas por lances como o que descrevi acima? 

Exemplos não faltam. O mais lamentável em tudo isto é que o PMAG, representante de todos os Sportinguistas, venha hoje na sua crónica dar o flanco - ou abrir as pernas? - considerando que não temos razões de queixa da arbitragem.  Se houvesse um campeonato da ingenuidade éramos decacampeões de 10 em 10 anos!

Por falar em PMAG já devem ter reparado, quem vê a TVI, que anda por lá um fulaninho ( que é representante do Braga)  que não sossega a passarinha enquanto não achincalha o nome do Sporting via Eduardo Barroso. Para quem dúvidas basta olhar o tom no mínimo provocatório com que, ufano, anunciava no seu perfil de Facebook, a sua participação no programa de segunda-feira passada:
O "anúncio" de Jorge Sequeira
Deixo de lado mais uma vez as considerações sobre a participação de um PMAG ( o Sporting nisso é original, os 2 últimos em funções cumularam a nobre função de representar os adeptos Sportinguistas com a de vulgares paineleiros )  em programas da estirpe do da TVI ou SIC. Volto ao paineleiro representante do Braga, cuja argumentação se baseia quase sempre na repetição da ideia de que o Sporting já não é um grande. 

Percebo a estratégia, em tudo semelhante à de Pinto da Costa quando chegou ao Porto. O primeiro grande adversário foi o Sporting para hoje ser quem é. É por isso que o Braga, cujo mérito no seu crescimento é indiscutível, mas que está longe de poder ser considerado um grande - e títulos? - não pode ser negligenciado. Porque vale o que sabemos que vale e mais ainda por, por esse valor, poder ser instrumental na estratégia dos que sabem que quanto menos comerem do bolo maiores são as fatias disponíveis...

Enquanto assistia à participação do triste fulano - por acaso, uma vez que cheguei a ela num zapping - que, de forma vil, não se escusava a usar dados falsos para estribar as suas intervenções, tendo sido desmentido em directo e obrigado a pedir desculpa de forma patética, dei comigo a constatar que ele usava mais menos os mesmos argumentos e dúvidas que durante o dia tinha visto Sportinguistas proferir por causa do empate na Madeira. Senão vejamos:

 " Já não somos um grande", "Qualquer merda vem jogar sem medo a Alvalade", "Com esta mentalidade vamos longe vamos...lutar para não descer" "Ser-se Sportinguista neste momento, é ser-se burro".

Quando as dúvidas começam em casa é difícil fazer valer os argumentos fora dela. Para esses lembro que o Sporting é um grande clube com mais de cem anos de história, com grandes campeões e grandes conquistas que não serão apagadas nunca por momentos menos bons. 

As instituições, tais como as pessoas, têm momentos grandes e pequenos e é a forma como os vivem que os distinguem dos outros. As piores derrotas acontecem dentro de nós, quando nos sobram as dúvidas e nos falta a convicção.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

2 notas (sobre) notáveis

1- Não deve haver nenhum Sportinguista que não se tenha ainda pronunciado sobre a necessidade de renovar com Adrien. Entre os quais uma série de adeptos que entre nós são habitualmente designados por notáveis. Mas o que me parece mais notável neste caso é que olhando para o que dizem uns (adeptos) e outros (notáveis) é que não há... diferença nenhuma. Hoje é muito fácil dizer que é obrigatório renovar com Adrien, que é um crime lesa clube não o fazer, etc. 

Mas onde é que andou toda esta gente, que só agora reparara no jogador? Como é fácil reivindicar a exigência para avaliar os outros, como é fácil ser profeta do passado!

2- Ainda sobre o actual PMAG, Eduardo Barroso. Absolutamente notável que se disponha a abandonar o cargo que lhe foi confiado pelos sócios e onde, e, pela sua acção, pode realmente ser útil ao clube e fazer a diferença e nunca tenha ponderado fazer o mesmo com a sua posição de paineleiro de, pelo menos, muito duvidoso proveito para o clube. 

Sobre este caso soube-se se hoje que o PMAG se encontra de férias, o que de certa forma ajuda a perceber um pouco a forma distendida, to say the least, como se pronunciou. O que me parece absolutamente notável é que não se imagina o insigne cirurgião a actuar com esta ligeireza na sua profissão, onde é uma referência. Porque o faz com o Sporting, onde também o é?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Sporting é o petisco mais apetecível para os papagaios

Vamos ainda na quinta-feira desta semana e:

Já falou várias vezes o advogado de Adrien;

O Carlos Xavier falou sobre o Adrien;

O Bruno de Carvalho falou sobre o Adrien;

O Rogério Alves falou sobre o Adrien;

O José Eduardo falou sobre o Adrien;

A generalidade da blogosfera, eu incluído, falou sobre o Adrien;

Os jornais só parecem conhecer os jogadores do Sporting cujo contrato expira no final da época;

O pai e empresário do Jeffren falou sobre o filho, exigindo que o jogador jogue mais ou saia, esquecendo-se que ele não jogou mais porque não esteve à altura das exigências, sem que com isso não deixasse de receber o que era dele de direito.

Para fechar com chave de ouro vem hoje o Presidente da Assembleia Geral, entre frases enigmáticas, manifestar-se desaproveitado, esquecendo-se, por exemplo, de fazer qualquer referência à medalha olímpica conquistada no dia anterior por um atleta do Sporting. Na sua qualidade de representante de todos os sócios era capaz de não ser de todo descabido.

E para me ficar por aqui recomendo-lhe que procure nos estatutos as funções do cargo que exerce e, se ainda assim se sentir perdido, que olhe para o que fazem os seus congéneres. Por exemplo, o que teria dito o PMAG do SLB ou do FCP se estivesse no lugar de Eduardo Barroso?

Se fosse o do SLB iria perguntar a Luis Filipe Vieira porque comprou um suplente do Atlético de Madrid por 13 milhões de euros?

Ou se fosse o do FCP, perguntaria a Pinto da Costa porque estão Sapunaru e Bellushi a treinar à parte, ou para que se gastou dinheiro em Walter, Souza, Janko (fala-se em empréstimo ao Maiorca), Sapunaru, Rodriguez (custou 7 milhões e saiu a custo zero) e Belluschi?

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Eles não brincam em serviço, ou como a RTP abre as pernas

Há já algum tempo que a linha dura do nosso rival andava insatisfeita com as prestações de Júlio Machado Vaz no programa trio de ataque. A postura civilizada e cordata do conhecido médico não rimava com a linha editorial do João Gabriel ou com os discursos que escreve para LFV e que este, com maior ou menor dificuldade, lá vai lendo. Pressão puxa pressão e o médico lá volta para os seus programas de sexologia que o tornaram conhecido, tendo tomado conhecimento da dispensa no último programa deste ano. Adivinha-se a chegada de alguém com o perfil à altura de umas pedradas sobre os viadutos ou de very-light em punho. A RTP lá abriu as pernas mais uma vez...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

À terceira...

... será a vez em que sai de cena?

Existe uma série de figuras que sempre pulularam em torno do Sporting Clube de Portugal acumulando cargos nos mais variados órgãos e entidades relacionadas com o nosso clube e cuja utilidade ou produtividade em prol do Sporting merece ser questionada.

Dias Ferreira é apenas uma dessas figuras mas dado o tempo de antena que sempre teve, acaba por representar bem esta "dinastia" de sportinguistas que até podem estar bem intencionados mas devem de uma vez por todas assumir as suas falhas.

As suas ideias, opiniões e posições são mais do que conhecidas e estão à vista de todos nós. Será mesmo isto aquilo que o Sporting precisa?

Em 2006 desistiu para Franco e em 2009 caiu até à lista de Bettencourt. Será que à terceira é de vez?

sábado, 18 de dezembro de 2010

O triunfo dos porcos

Muito se falou do golo de Valdés frente ao F.C.Porto por pretensa irregularidade do chileno. Isto porque, no momento em que Rui Patrício pontapeia a bola, Valdés de facto estava adiantado ou, como diz a lei 11, estava em fora-de-jogo porque estava "mais perto da linha de baliza adversária do que a bola e o penúltimo adversário". Acontece que a mesma lei também diz que "estar em posição de fora-de-jogo não constitui por si só uma infracção" e acrescenta "a posição de fora-de-jogo só deve ser sancionada se, no momento em que a bola é tocada por um colega ou é jogada por um deles, o jogador toma, na opinião do árbitro, parte activa do jogo:
• intervindo no jogo ou
• influenciando um adversário ou
• tirando vantagem dessa posição"

A minha opinião é que Valdés não se encontrava em fora-de-jogo, por não tomar parte activa do jogo, por a bola ter sido enviada para um local onde ele não podia estar. Posteriormente, e por aselhice do defesa portista, a bola acabou por ressaltar para uma zona onde aparece Valdés, mas que não é exactamente a mesma onde se encontrava no momento do pontapé de Patricio, fazendo um golo que me parece limpo. vejamos o vídeo:


Não foi essa a opinião do treinador do FCPorto nem dos paineleiros do famoso tribunal de "O Jogo", como se pode ver  a seguir:
 
 Há fora-de-jogo no golo do Sporting?

Jorge Coroado

Valdés, no momento da assistência de Patrício, estava em posição irregular. O pontapé foi longo, e isso originou a distracção de José Ramalho, que não prestou atenção à movimentação do atacante. Na sequência, Valdés jogou a bola com o tronco e não com o braço, como foi pretendido por Helton.

Pedro Henriques
Um lance de difícil análise, porque a bola vem de um passe feito a mais de 50 metros de distância. Contudo, Valdés, no momento do passe de Rui Patrício, está mais perto da linha de baliza do adversário do que a bola e o penúltimo adversário, ou seja, estava em fora-de-jogo. Valdés nunca tocou a bola com a mão.

Paulo Paraty

Apesar de os jogadores do FC Porto reclamarem que Valdés jogou a bola com a mão, tal não aconteceu. E é um facto que o assistente é traído pela grande distância que a bola percorreu até chegar a Valdés, não punindo a sua posição inicial de fora-de-jogo.

Passaram já diversos dias e a dúvida sobre a legalidade do golo ficou no ar, tal como uma mentira que, dita muitas vezes, ganha estatuto de verdade. E, embora me parecendo que, face ao que a lei determina, a minha interpretação está correcta, aceito outras interpretações, desde que devidamente fundamentadas na referida lei.

Mas porquê falar agora disto? Bom, era minha intenção fazê-lo mais cedo mas o que pretendo com estas letras é algo que não depende da actualidade para que a análise se mantenha pertinente. 

Repare-se agora no 1º golo de Postiga frente ao Portimonense, na jornada seguinte ao clássico de Alvalade. Na sequência do livre de Maniche, a bola é defendida pelo guarda-redes e no momento da recarga, Postiga está deslocado mas não chega a intervir na jogada, o que só acontece momentos depois, fazendo um golo regular e que ninguém contestou, apesar de ser resultante de uma situação muito idêntica à que proporcionou o golo a Valdés frente aos azuis e brancos. Atente-se ao vídeo:


E atente-se ao que disseram os paineleiros do tribunal de "OJogo", que consideraram ter sido "um jogo fácil com duas dúvidas", sem contudo referirem o lance em causa. No mínimo teriam que manter a coerência da análise feita anteriormente. Saber porque não o fizeram ajudaria a entender muitos fenómenos do entroncamento do futebol português. O que me leva a concluir que a lei é igual para todos mas, para uns alguns, é mais igual que para outros, como nos dizia George Orwell premonitoriamente na sua alegoria "O Triunfo dos Porcos".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Se dúvidas houvesse...

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Várias vezes se tem falado da independência de opinião dos paineleiros que representam o Sporting nos programas de televisão. Apesar de qualquer um deles propalar a sua autonomia a os factos, isto é, as suas actuações desmentem-nos a cada programa. Nunca tive dúvidas que estes senhores representam, mais do que a si mesmos, os adeptos leoninos ou o clube tão-somente a opinião da situação. Se dúvidas houvesse:

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Mais uma boa prestação na TV Senhor Doutor?

Desde os longínquos programas “Jogo Falado” da RTP ou “Donos da Bola” da SIC que não sou apreciador das participações dos representantes leoninos neste tipo de programa. Se assim o era naqueles tempos, o que dizer dos três programas que temos à nossa disposição na actualidade?

Um dos elementos que há mais tempo marca presença nestes programas é o Doutor Eduardo Barroso, tendo inclusive já passado por todas as estações televisivas. Mas vamos por partes. Nada se pode apontar ao Sportinguismo do Doutor Eduardo Barroso, muito menos à sua notoriedade enquanto um dos melhores cirurgiões da Medicina portuguesa. Penso porém que é evidente a fraca qualidade e confusão de interesses na qualidade de representante da massa afecta ao meio leonino.

Semana após semana, o Doutor Eduardo Barroso assume-se como um dos agentes de propaganda que procuram deturpar o julgamento dos sportinguistas. É frequente vê-lo a defender com tenacidade um determinado ponto-de-vista para poucos momentos depois ser capaz de se refugiar na clássica expressão “Essa não é a minha especialidade”.

Depois de o termos visto exaltar-se com um candidato à presidência do Sporting, de lançar acusações aos sportinguistas que manifestaram as suas opiniões em Assembleias Gerais e incitando à responsabilização destes pela demora na aplicação de um plano financeiro, que foi adiado por 12 meses após aprovação final da parte dos sócios, o Doutor Eduardo Barroso tomou a posição de apontar os adeptos sportinguistas como responsáveis do estado a que o nosso clube chegou.

Palavras corajosas da parte de quem nunca foi capaz de proferir uma palavra relativa a incompetência de gestão ou incapacidade negocial da parte de quem tem gerido o clube. Mas mesmo aí, admito que a responsabilidade é dos sportinguistas pois foram eles que democraticamente sufragaram as direcções que trouxeram o Sporting a esta situação.

Neste prisma, sendo o Doutor Eduardo Barroso um dos mais acérrimos defensores das políticas praticadas, bem como um dos maiores meios de promoção e divulgação das medidas que se tentam implementar, é no mínimo pertinente perguntar ao ilustre cirurgião, comentador televisivo e conselheiro leonino de longa data, se na sua condição de Adepto privilegiado dentro do Sporting pretendeu assumir-se naquele programa televisivo como parte responsável do que infelizmente temos vindo a verificar no dia-a-dia do Sporting Clube de Portugal.

EM FRENTE SPORTING!


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ninguém quer casar com esta desgraçadinha?!


Dizia Joel Neto na sua crónica de sexta-feira, aqui publicada sem punhos de renda, e referindo-se aos primeiros meses de governação de Bettencourt, “que nunca alguém foi tão rápido a mergulhar o Sporting no lodo – e tão eficaz, depois, a segurar-lhe a cabeça no fundo, na expectativa de que deixe, enfim, de respirar.” Depois de, já esta madrugada, ter visto na gravação do “Trio de Ataque” da RTPN, Oliveira e Costa defender com unhas e dentes que não há nenhum bom treinador que queira hoje treinar o Sporting, concluo que há até já quem lhe tenha tomado o gosto. Não satisfeito, ainda acrescentou que o plantel do Sporting é fraco para justificar a carreira da equipa. (Foi obrigado a engolir em seco quando o representante vermelho lhe perguntou pelo plantel do Braga.)

Dirão muitos que é uma perda de tempo comentar ROC e os inefáveis paineleiros que pululam nas tv´s representando o Sporting. Não acho. Porque todos eles ocupam cargos nos corpos sociais e porque são há anos o suporte mediático da ideologia e práticas que emanam do E.V.A. Muito bem acolitados ,diga-se, pelos comentaristas de serviço no Jogo e Record. A propaganda tem feito os seus efeitos.

Pôr a questão da forma que ROC põe revela uma total falta de respeito pelo Sporting, pelos seus associados e pelo que representa como baluarte do desporto nacional e internacional. Revela igualmente como 4 anos de mau futebol podem ferir bem fundo a auto-estima dos adeptos e tolher-lhe a ambição Sportinguista. Vindo de um conselheiro leonino é muito grave.

ROC acredita que ninguém pode fazer melhor e avança com as suas estatísticas para dizer que o Sporting só logrou ser campeão com uma chicotada psicológica com Inácio. Esquece-se de 3 coisas muito importantes: 

i)    Também é difícil fazer pior do que tem sido feito esta época e para isso já não usou as estatísticas para o demonstrar;

ii)     Esqueceu-se de olhar para a tabela classificativa para perceber que este campeonato, para PB ou a quem o venha a substituir, já é uma miragem, estando neste momento em causa o prestígio do Sporting e a preparação do futuro da qual este Dep. Futebol não deveria fazer parte;

iii)    Continuando as coisas como estão, para alcançar o Braga são precisas 4 derrotas consecutivas dos arsenalistas, complementadas por 4 vitórias consecutivas nossas. Ou mudamos muito e depressa ou então será tarde para querer mais que o 4º lugar.

Já se abdicou de todo e qualquer pudor para defender a manutenção de Paulo Bento e todos os que se escondem nas suas costas. (Estou até cansado de falar de Paulo Bento, porque estou longe de achar que é a causa dos nossos males.) Aceitamos como inevitável o estado a que chegamos e acreditamos que serão os que aqui nos puseram os que daqui nos irão tirar. Olhamos para a equipa principal, (e quem sabe para o nosso clube…) como uma solteirona feia e escanifrada, uma desgraçadinha com que ninguém quer casar. Se nós pensamos assim, e o dizemos aos 4 ventos, o que pensarão os nossos jogadores e os nossos adversários?

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