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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Quando o "caso Slimani" é mesmo um caso e o Sporting decide dar uma borla aos jornais

A "caxa" dos jornais na manhã de ontem, dando conta de uma pretensa recusa de Slimani em treinar é revelador do "estado da arte" na comunicação social especializada. Tal porém só acontece porque o Sporting preferiu reagir ao invés de agir, acabando assim por dar uma boa borla aos matutinos que difundiram o boato. Bastava ter comunicado oficialmente, atalhando os rumores que desde o final da tarde circulavam sobre a ausência de Slimani ao treino da tarde, para os jornais ficarem impossibilitados de, na manhã seguinte, gozarem com os seus leitores. Isto porque, pelos vistos - algo que não consegui confirmar - fonte não identificada do clube teria no próprio dia desmentido a noticia.

Se a ideia era expor os referidos jornais ao ridículo, o objectivo foi plenamente alcançado. Claro que para alguém ou uma instituição se sentir ridicularizada é preciso que o pudor, a vergonha estejam presentes na consciência individual ou ideário da organização. Acontece que a necessidade de vender e procurar lucro há muito se sobrepôs ao código deontológico da profissão. Aqui convém dizê-lo,  porque está muito em voga bater nos jornalistas, há muito que estes deixaram de mandar nas redacções, imperando aí a voz do dono ou dos accionistas, sendo poucos os que gozam de estatuto que lhes permita viver indiferentes à pressão.

Nesta equação não entrou o interesse dos adeptos, que certamente prefeririam não se ter preocupado com a possibilidade de mais um caso e logo com o seu avançado mais habilitado para fazer golos. Apesar de não ter passado de um rumor ninguém duvida que ainda vamos voltar a ouvir o nome do argelino e não vai ser sobre a sua capacidade goleadora. Isto porque os indícios de que a possibilidade de eclodir um caso de facto são vários.

Convém lembrar que Slimani já no passado registou problemas com a SAD com origem em problemas contratuais. E, para quem como eu, assistiu ao último jogo da época em Braga, dificilmente não terá concluído que a vontade do jogador em rumar a outras paragens, quando se dirigiu sozinho aos adeptos, ficou bem expressa.  

Obviamente que os clubes não podem estar reféns dos estados de alma ou vontades dos jogadores, e por isso é que se celebram os contratos entre as partes, penalizando-se quem deixa de o cumprir. Por outro lado, numa actividade com condições tão particulares, não há qualquer interesse em ter um jogador contra sua vontade. Muito menos um jogador com o valor de mercado como Slimani em conflito aberto, impedido de jogar, na equipa B, desvalorizando-se. 

A forma mais avisada de lidar com estas questões é a antecipação, com uma avaliação correcta e prospectiva dos sinais por parte de quem lida directamente com os jogadores. Isso é o que se chama gerir: resolver com eficácia, antecipando potenciais dificuldades, possíveis problemas. Ora prevenção foi coisa que o Sporting não fez neste caso. Senão vejamos:

A substituição de Slimani nunca seria matéria pacifica. É o melhor goleador disponível e, não tendo surgido nenhum interessado em bater a claúsula de rescisão, o problema acabou por se agravar. Sem avançados disponíveis e ainda sem ninguém contratado para a posição, a vontade de o ver partir deve ser quase nula, porque ninguém pode prever o tempo de adaptação necessário para quem chegue entretanto e o campeonato vai ter pontapé de saída dentro de um par de dias.

Por outro lado há ainda o facto de haver, no pico do inverno, que normalmente coincide com tempos de decisão no campeonato, a famigerada Taça das Nações Africanas. Esta retirará o jogador da equipa por um período relativamente prolongado.

E, algo que me parece não estar a ser lembrado, a possibilidade de para o ano o atleta poder invocar a "Lei Webster", que permite que a ruptura unilateral do contrato a um atleta com mais de 28 anos, desde que tenha cumprido dois anos do acordo e o clube seja recompensado com o valor remanescente estipulado. Provavelmente assistiríamos a uma batalha legal - qual contrato é que seria invocado para o efeito? - que independentemente do resultado final, não traria nada de bom para o clube.

Obviamente que em nenhum momento aqui se equaciona a possibilidade de ver o jogador partir sem que o clube fosse devidamente ressarcido. Mas perante todas as parcelas em apreço essa é uma possibilidade que, na eclosão de um conflito entre as partes, é uma possibilidade a ser encarada. Como quase sempre, uma solução com o acordo das partes é o que mais se deseja. 


sábado, 6 de agosto de 2016

No Algarve acabaram as férias, confirmaram-se as preocupações

Acabaram os jogos de teste e a impressão que fica desta pré-temporada é que esta foi em grande parte desperdiçada. Apesar das falhas e do menor rendimento exibido hoje - que se podem aceitar pelo cansaço de mais um jogo em vinte e quatro horas - a preparação da equipa denota atraso.  Isso é notório na generalidade do seu rendimento, nos mais variados momentos do jogo: a equipa é ainda débil a defender e muito pouco eficaz no ataque, estando ainda a anos luz dos melhores princípios que a tornaram conhecida no pretérito campeonato. Isso é ainda mais claro na organização do plantel posto à disposição de Jorge Jesus.

Diversos factores concorrem para a situação actual:

- O sucesso da selecção nacional prolongou no tempo a ausência dos cinco jogadores que constituem a espinha dorsal desta equipa. A regresso à melhor forma de todos ainda vai demorar, a excepção é Patrício, hoje mais uma vez determinante para a obtenção do resultado.

- Apesar dos vários jogos, não foi possível integrar devidamente quer os reforços (Alan Ruiz, Petrovic e Meli). Ou porque estes chegaram e forma física inadequada - Ruiz - ou simplesmente porque acabou de chegar  - Meli - ou porque precisam ainda de mais tempo, por manifesta falta de assimilação do que lhe é exigido no modelo de jogo - Petrovic.

De todos os recém-chegados este é o que exibe maiores dificuldades de integração. O seu posicionamento é deficiente e a mobilidade é quase nula, sendo visto como que perdido em campo e sem qualquer capacidade de influenciar o jogo colectivo através das suas acções. Terá que subir muito de rendimento para justificar a contratação bem como o tempo de jogo em detrimento de Palhinha.

- Faltaram oportunidades com melhor enquadramento para alguns jogadores que já pertenciam aos nossos quadros, mas que não faziam parte do grupo de trabalho, e sobre os quais residem fundadas esperanças. Palhinha, Podence, Iuri e o reaparecido Bruno Paulista. Uma coisa é ser chamado a jogar numa equipa com rotinas consolidadas, outra é entrar no meio da molhada. O mesmo se pode dizer relativamente a Gélson, cujas primeiras aparições nos jogos iniciais desta época acabaram por se diluir no tempo.

Certamente não ficarão todos, a dispensa de alguns pode ser surpreendente e até dolorosa, mas o pior que pode acontecer neste momento das suas carreiras é a estagnação por falta de tempo de jogo, essencial para poderem evoluir e aprimorar qualidades que indiscutivelmente possuem. Pela posição que ocupa no terreno, Palhinha é o que tem a tarefa mais complicada, pois não é uma aposta do treinador, partindo atrás de Petrovic e até mesmo de Paulista. Talvez o mesmo se aplique a Iuri, atrás de Gélson e Podence. Quanto a mim com pena. Admito a parcialidade do meu juízo, pois gosto do jogador, a quem reconheço tanto qualidade como "aquele feitio especial", que requer por isso  tratamento especifico que, no futebol profissional, é um luxo muito caro e raro.

- Alguns dos principais problemas da equipa no ano passado transitaram para a época actual sem resolução. A falta de elementos criativos e desequilibradores mantém-se. E a ideia de excessiva dependência de Slimani, ao invés de ser resolvida ainda se acentuou. Apesar do impedimento do argelino para a primeira jornada ser por demais conhecido, não há ninguém que ocupe o lugar sem ter de recorrer ao improviso.

A afirmação de JJ que "ainda há Barcos" é, para ser simpático, surpreendente. E, ainda que chegue amanhã um ponta-de-lança, é claro que será muito difícil integrá-lo na equipa em tempo útil. Nesta equação falta ainda perceber se Slimani estará cá no dia 1 de Setembro. São demasiadas incertezas que ainda por cima não se extinguirão tão depressa quanto seria necessário.

- Um exemplo claro da forma equívoca como foi "organizada" até agora esta época é a resolução do caso do guarda-redes. Pelo menos pode-se perceber, sem outros danos que não sejam apenas os do orgulho de quem esteve no scouting e decisão de contratar Jug, que passamos um ano apenas com um único guarda-redes. Mas Beto, que estava livre, só agora se junta ao grupo, quando se perdeu mais de um mês na contratação falhada de Eduardo. Esta demora a fechar uma aquisição é um "imagem de marca" que já teve custos na época passada: Mitroglu e Cervi.

Duas notas individuais, que se justificam pela importância que os jogadores têm para a equipa. Coates está pesadão e fora de forma. Tendo em conta o seu perfil físico e o já mencionado facto da equipa jogar pela segunda vez em vinte e quatro horas parece-me uma condição natural para o inicio de época. Por isso de menor preocupação. Já a forma displicente como Bryan Ruiz continua a falhar golos cantados é desesperante e, tendo em conta o que sucedeu num passado recente, quase agoirenta.

Já a situação na lateral esquerda é o prenuncio do desastre eminente a cada lance. Jefferson e Zeeglaar são a promessa senão de desgostos, pelo menos de sobressalto permanente.

Apesar da preocupação, que me parece ser inteiramente justificada, acredito que, com menos carga e sem jogos até à jornada inaugural, será possível ter uma equipa capaz de levar de vencida o Marítimo. Mas é um jogo que deve ser encarado sem qualquer facilitismo. Mas é inequívoco, chegado o fim das experiências e das primeiras impressões, que o Sporting se deixou enlear numa teia de adiamentos e indefinições - das quais o futebol jogado é disso espelho - cujos possíveis custos estão ainda por avaliar.

Nota: o post foi revisto já após a sua publicação.

sábado, 30 de julho de 2016

Troféu 5 Violinos: com a orquestra completa a música é outra

Tal como era esperado, o regresso dos campeões europeus à titularidade elevaria o nível de resposta da equipa. Se houve surpresa essa veio da forma exibida pelos quatro campeões, em particular de Adrien, que parece nem ter tido europeu ou férias, seguido de perto por William. João Mário esteve mais discreto e, claro, Rui Patricio, cuja posição é menos exigente do ponto de vista da prontidão física. Mas é notório que manteve o peso bem como a excelente forma exibida em França, factor decisivo para a conquista do titulo mais saboroso do futebol português.

A exibição agradável não invalida porém o juízo indispensável sobre a necessidade de reforços. Isto mesmo sem contabilizar possíveis saídas, que ainda podem ocorrer, ou aquilatar a valia dos recém chegados Ruiz e Meli. O primeiro dá sinais claro de dificuldades e de ainda precisar de tempo. O segundo tem que fazer muito para merecer a volta olímpica antecipada. Dos que já cá estavam, mais uma boa prestação de Bruno César, cuja participação em todos os lances de golo o tornaram no homem mais influente do jogo.

É notória a diferença de qualidade entre alguns dos titulares e as segundas linhas, bem como a necessidade, que transitou da época passada, de jogadores com criatividade e capacidade de rotura no último terço. Quanto a mim, muito mais importante mesmo que o propalado reforço do sector defensivo. Parece-me ser aí que os esforços se deviam concentrar.

Fica ainda a menção para o facto de a totalidade dos troféus até agora disputados desta competição de verão organizada pelo clube. Há lá melhor forma de homenagear a memória desses "monstros" da nossa história e do futebol português?

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Bom dia Senhor João Mário!

João Mário não é um jogador qualquer. Para lá das suas qualidades técnicas como futebolista denota inteligência, o que contribui para responder bem em qualquer posição que se lhe peça para fazer no terreno. Além disso é um miúdo com personalidade vincada cujo discurso foge à "lenga lenga" habitual nos jogadores de futebol. Isso é notório nas entrevistas e conferências de imprensa. 

Como dizia há dias, só houve "caso João Mário" porque a comunicação do clube esqueceu-se de dar conta que João Mário não estaria presente na apresentação da equipa. E aqui não interessa se João Mário comunicou antecipadamente ou não a sua ausência. Uma comunicação profissional tem que ser proactiva e não reactiva, antecipando os problemas. 

Ao não o ter feito - ainda por cima parece que foi mesmo por incúria - serviu um belo repasto à comunicação social, sempre tão ávida de "caxas". Sabemos como podem ser criativos mas neste caso quem os pode censurar, sabendo o quão difícil está vender noticias? Quem sabe uma menor atenção ao clube do lado e aos seus ex-funcionários dessem espaço para mais tempo e maior discernimento para se ocupar dos assuntos que realmente interessam.,

Ao apresentar-se respeitando o que o clube lhe havia pedido - pela lei não precisava de o fazer hoje - o jogador dá um sinal claro de inteligência. Por maior que seja o desapontamento que as negas do Sporting tenha dado aos clubes que pretendiam o seu concurso, o jogador sabe que não lhe seria favorável de todo a via da confrontação. Respeitando o contrato anula também as acusações / insinuações de ser um mercenário. 

Falta agora saber se as acusações do empresário, que reitera as proferidas também pelo pai, de o Sporting estar em falta com que havia prometido anteriormente, relativamente a uma melhoria - mais que merecida, diga-se - das condições remuneratórias. A serem verdade tal significaria mesmo aquilo que se diz em liguagem corrente "estás mesmo a pedi-las".

Isto é, o Sporting não cumpria o prometido e ainda lhe cortava as pernas relativamente a um futuro auspicioso,. É fácil dizer que ainda há pouco assinou um contrato de livre vontade. Mas qual de nós reagiria bem se ganhasse o que ele ganha, olhasse para seu lado no balneário e verificasse que há quem faça menos, ganhe mais e por vezes ainda cria problemas? E se fosse mesmo enganado nas promessas de aumento e ainda por cima visse negada a possibilidade de ir para um campeonato mais competitivo ganhar o suficiente para viver descansado o resto da vida? 

Não me parece que a apresentação atempada do jogador venha a significar o fim das noticias. Pela declarações do seu empresário é claro que ainda vamos ouvir mais vezes falar da relação contratual do jogador com o clube. Do meu ponto de vista, que sou admirador do jogador, ficaria feliz por o ver continuar de verde e branco. Mas confesso que a venda pelos valores também referidos pelo pai e pelo empresário também me pareceria um bom negócio. Se vier ocorrer por valores superiores a adjectivação também teria que ser revista em conformidade.

Para já fica o regozijo pela sua atitude e pela presença entre nós. Bom dia Senhor João Mário!

Villareal - Sporting: O campo ainda é muito grande para este Sporting

Primeira nota deste encontro em Badajoz vai para a oportunidade da marcação para um local onde a temperatura, à hora do jogo, se situava em cerca de quarenta graus centígrados. Era mesmo necessário?

Quanto ao jogo, o Sporting denotou ténues melhorias, especialmente do ponto de vista defensivo, não sendo por acaso que tenha conseguido ontem registar o primeiro jogo desta pré-epoca sem sofrer golos. Mas no que diz respeito à criação de jogo ofensivo as dificuldades continuam evidentes, muito longe da marca habitual nas equipas de Jesus. Processos ainda muito pouco esclarecidos, de que raras vezes resultam oportunidades de golo com grande possibilidade de sucesso. De tal forma que a  mudança de actores na frente de ataque - Barcos ou Slimani - não provoca alterações dignas de registo na nossa capacidade finalizadora. 

Do ponto de vista individual destaque para a prestação de Bruno César, desta vez chamado mais ao centro. Demonstrou a sua utilidade para o treinador, uma vez que é um jogador que percebe bem o que o jogo lhe pede nas diferentes funções.

Palhinha, sem ser exuberante - nenhum jogador o foi - deu indicações muito positivas, tendo a segurança com que actuou constituído um requerimento de mais e melhores oportunidades ao treinador. A lesão de Petrovic pode tornar em mandatória  essa decisão.

Para já é notório que o terreno de jogo continua a ser demasiado grande para as nossas possibilidades. A chegada dos internacionais ajudará a dar maior consistência ao nosso futebol mas a necessidade de reforços - o recém-chegado Ruiz ainda não o é - continua a ser evidente.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Apresentação: João Mário, o público, o relvado, os reforços, o jogo, a esperança e a apreensão


Público 
Não surpreendeu ninguém que a apresentação aos sócios contasse apenas com cerca de sessenta por cento da lotação do estádio. Os resultados negativos até agora coleccionados, a falta de reforços e a excessiva indefinição do plantel, a par das férias e calor estival certamente a assumirem aqui a responsabilidade pelo grosso das ausências. Muito longe portanto do momento de grande entusiasmo vivido o ano passado com contratação de Jorge Jesus.

Relvado 
Um dos artistas da noite não jogava mas tem importância primordial no sucesso da equipa, nos jogos em casa: o relvado. As primeiras impressões deixadas são positivas, registando-se muito menos levantamentos no relvado do que normalmente se verificavam no anterior, sendo que este ainda não terá o nível de enraizamento que ocorrerá no futuro próximo.

Não havendo alterações de monta tudo indica que a aposta vai ser ganha, o que vem de encontro ao que sempre afirmamos aqui: com o conhecimento e tecnologia hoje disponível os problemas crónicos no relvado não se justificavam de todo. Mais ainda porque no novo estádio já havíamos jogado pelo menos uma época inteira com um relvado de referência, que acabaria destruído num concerto.

João Mário
Pelo menos até à próxima quarta-feira se há "caso João Mário" tal se deve exclusivamente à comunicação da SAD. Se de facto ele se encontra de férias em local remoto e se de facto o comunicou  aos responsáveis, muito do "diz-se, diz-se" que desde o jogo circula não aconteceria se tal tivesse sido comunicado antecipadamente. Um erro que se repete, já depois da "constipação de Teo" ser afinal o "luto de Teo" pelo falecimento da avó. Falhas que resultam de incúria e inabilidade, perfeitamente evitáveis, portanto.

Reforços
É ainda cedo para nos pronunciarmos sobre a qualidade dos recém-chegados Ruiz e Petrovic. Mas as indicações até agora são díspares. Ruiz vai dando indicações de possuir técnica apurada, mas está nitidamente acima do peso indicado, consequência de longa paragem, que em futebol profissional se paga sempre caro. Isto agravado pelo facto de ainda não conhecer bem as movimentações dos seus colegas e as que lhe serão exigidas para conquistar a titularidade.

Petrovic é um caso diferente. Até ao momento está muito longe de justificar a contratação. É certo que sofre dos mesmos problemas apontados a Ruiz, pelo facto de ser tudo novo. Muita dificuldade em posicionar-se correctamente, passe sem grande qualidade e definição, denotando um certo atordoamento por tudo que se passa à sua volta. Caso para perguntar se era para esta palha, já não estávamos servidos com Palhinha?

Daí que, pelo que é sabido até agora, os grandes reforços já cá estavam. É o caso de Podence, que poderá ser um caso sério, caso JJ assim o entenda. Estou convencido que o mesmo se poderá dizer de Gélson, Palhinha e Medeiros. Embora se deva considerar que dificilmente veremos jogar Podence, Gélson e Medeiros em simultâneo. 

Qualidade de jogo
Com tão poucas mudanças estruturais aparentes, é de alguma forma surpreendente a quebra de qualidade do nosso jogo, especialmente do que foi visto no último terço do campeonato. Mas, como é inegável, a ausência dos campeões europeus, é mesmo uma alteração estrutural. Sem a sua presença ou, em caso de saída, com a devida substituição, é natural que se registe um rendimento menor.

À ausência dos europeus há que acrescentar a mediania geral de uma grande parte dos elementos que foram titulares. Os laterais são sofríveis, o que a abnegação de Schelotto não é suficiente para o contrariar. Defende um pouco melhor que Marvin, que demonstra precisar de aprender depressa para não perder o comboio. As dúvidas sobre os efeitos que instabilidade emocional de Semedo produz no eixo da defesa continuam a justificar-se, e a presença do hesitante Petrovic pioram consideravelmente a resposta defensiva da equipa.

Esperança e apreensão
Jorge Jesus acabou por confessar que no primeiro jogo da época apenas um par dos jogadores titulares na apresentação manteriam esse estatuto. Atendendo à produção geral tal é motivo de esperança, por ser notória a mediania acima aludida, que pode ainda ser contrariada, enquanto o mercado estiver aberto. A apreensão é natural por não se vislumbrar como será possível, no curto espaço de tempo que falta para o primeiro compromisso a doer, o Sporting conseguir adquirir e integrar os jogadores que nitidamente lhe estão a faltar. Não falo obviamente dos europeus, com menos de um mês para se aproximarem da melhor forma, mas dos reforços que nitidamente faltam ainda. Isto remete-nos para o que foi a planificação da pré-época, que inevitavelmente tem que ser objecto de artigo a propósito.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Spalvis é um tiro na proa, mas nem por isso o mais grave

A lesão de Spalvis é a pior noticia que o próprio poderia receber, num momento em que atravessou a Europa para apostar na sua valorização profissional. Já para o Sporting representa um acréscimo de pressão, embora a carga dramática seja inferior, por ser claro que não deveria ser, no imediato, a aposta primordial de Jorge Jesus.

A situação de Teo é diferente. Um jogador com o seu passado polémico mereceria sempre melhor ponderação na hora de contratar, a que se deveria juntar o preço pago por um jogador que se aproxima do ocaso. Depois de, no melhor interesse do clube, o termos perdoado pelas longas férias de Natal, de termos esquecido os golos falhados e a forma pouco atlética como corre, volta a reincidir no desrespeito pelo clube que o sustenta e pela generosidade dos adeptos. É, inevitavelmente, o fim de linha em Alvalade. E um problema de difícil solução sem perda do investimento realizado. Os cinco milhões hoje anunciados no Record seriam um verdadeiro milagre para as possibilidades da generalidade dos clubes argentinos. 

Depois há Slimani. Aos rumores que já corriam sobre a vontade do jogador sair - o que nem é novo - veio agora o reconhecimento tácito da existência de problemas na pena do responsável pela comunicação. É que não há outra forma de entender o que escreveu em comunicado: há clubes interessados no jogador  (certamente também por outros, onde obviamente se inclui João Mário) mas sem interesse em desembolsar o que o Sporting exige. 

O caso especifico de João Mário tem uma agravante: o valor da cláusula de rescisão. Ninguém se aproximará dos sessenta milhões a pronto, como exige o contrato. Na melhor das hipóteses o valor será atingido na realização de alguns objectivos. Mas falamos já de um custo que permite ir ao mercado por jogadores que representem menos "risco político" para o adquirente. Isto é, jogadores com mais "nome", que nem sempre necessariamente melhores.

E aqui o mercado é claro: se houvesse muito apetite pelos jogadores, isto é, vários clubes seduzidos pelo seu valor e com disposição para abrir os cordões à bolsa por valores próximos das respectivas cláusulas, já algum se teria antecipado à concorrência. Ninguém o tendo feito é sinal inequívoco que os potenciais interessados estão interessados em prolongar ao máximo a decisão no tempo, apostando no desgaste de quem está pressionado a vender e na erosão da relação dos jogadores com o clube, pagando um valor inferior. Para ajudar a respectiva causa, são oferecidos aos jogadores importâncias completamente fora do nosso alcance.

É provavelmente aqui que estará a fonte de todos os males. De um lado jogadores atraídos por vencimentos que lhes garantem uma carreira confortável, auferidos em campeonatos menos periféricos que o nosso. Do outro, o clube com necessidade de realizar mais valias que lhe permitam não apenas refinanciar o seu negócio, como adquirir  jogadores que permitam a manutenção ou até mesmo o acréscimo do seu valor competitivo. 

Falta um mês para o encerramento do mercado de verão. Será neste espaço de tempo, nas decisões tomadas no arranjo do plantel, que se decidirá muita da nossa sorte.

domingo, 17 de julho de 2016

Com os russos do Zénit um Sporting ainda no fundo

Mais um jogo, mais uma derrota por números expressivos neste inicio de temporada. Razões para grandes preocupações? Não, atendendo ao momento em que nos encontramos. Mas algumas, mesmo que não muito relevantes para já.

Pode-se dizer que para que uma parcela substancial da factura se deve ao nível elevado de adversários e frequência dos jogos alinhados para a pré-época. O elevado grau de exigência pode no entanto compensar no curto prazo. Fica porém a dúvida sobre os efeitos que estes maus resultados possam ter a nível anímico, quer entre jogadores quer entre os adeptos, porque as derrotas, mesmo que a feijões, não proporcionam a confiança e estabilidade sempre necessárias para a construção de uma equipa.

O que se viu ontem foi um pouco a linha de continuidade do que se observou em jogos anteriores: uma atípica desorganização nos vários momentos do jogo, sendo mais notória até agora a registada nos movimentos defensivos. E aqui saliência para uma estranha amnésia no entendimento entre os centrais, que estão muito longe do que exibiram no final de época, agravada por erros de cariz individual de palmatória. Mas não são apenas os centrais a merecer reparo, nestes jogos foi notório que Petrovic está muito longe de estar integrado e completamente identificado com o papel que se lhe exige.

Ainda no sector recuado é obrigatória a referência a Abze Jug, cujas actuações deixam a maior preocupação e perplexidade. Preocupação pelas limitações exibidas e perplexidade ao tentar perceber as razões que levaram à sua contratação, uma vez que se trata de guarda-redes que praticamente não contabiliza tempo de jogo num já longo período. 

Ressalve-se porém que já foi notória uma maior intensidade, com os jogadores progressivamente a denotarem maior disponibilidade física, essencial para responderem ao que Jesus pretende deles. Destaque obrigatório para o menino Gélson que, para lá de uma já muito apreciável forma física, deixou promessas  muito reais para uma época de afirmação plena.

Como nota final as várias ausências e indefinições ainda existentes no plantel, e que de cuja resolução se escreverá muito do que será a resposta da equipa no campeonato. Como é evidente, um Sporting com os campeões europeus já integrados será uma equipa muito mais capaz. E falta ainda saber como e quem será os elementos mais adiantados na frente de ataque.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Ruiz & Ruiz, uma sociedade que promete? E a convocatória olimpica, um Rio de irracionalidade

Ruiz & Ruiz
Continua a ser ainda muito cedo para conclusões, mas já se conseguiram vislumbrar alguns pormenores em Alan Ruiz. Atendendo a que vem de um longo período de paragem é de esperar que, uma vez recuperados os índices físicos, o jogador consiga expressar melhor a qualidade técnica cuja fama o precedeu. A ser assim poderá estar em formação uma sociedade promissora com o Bryan Ruiz.

Do lado negativo do ensaio em Nyon fica a lesão de Spalvis, Não há lesões oportunas, mas as que acontecem nos primeiros momentos da época, com jogadores recém-chegados pode acabar por lhes carimbar o destino. Oxalá o pior não se confirme, faltando apurar se o joelho afectado não é o mesmo que foi responsável por uma longa paragem há precisamente dois anos (Agosto 2014).

Convocatória para os Jogos Olímpicos
Quase ninguém sai bem do resultado da convocatória para a selecção que representará Portugal nos Jogos do Rio 2016. Logo à partida a pré-convocatória divulgada por Rui Jorge, ao incluir vários jogadores que estiveram no recente campeonato da Europa. Já nem sequer coloco a questão da motivação, partindo do principio que uma Olimpiada e tudo o que a envolve pode ser um momento único na vida de um atleta. Mas quando é que os jogadores terminariam a época e começariam a nova, com as merecidas férias de permeio? 

Do outro lado os clubes, ao recusarem a ida de alguns jogadores que, em condições normais, estariam presentes. Mas aqui a pergunta justifica-se: devem os clubes descurar as principais competições que se avizinham em prol da selecção? Ou não deveria o Comité Olímpico Internacional procurar uma posição de consenso com a FIFA, de modo a que os interesses de todos (clubes que despendem largos recursos, atletas, federações e, claro o público) pudessem ser melhor acomodados e defendidos? A resposta parece-me óbvia.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

A tragédia com o Mónaco

Primeiro jogo da época recheado de erros e desacertos. Mas era expectável outra coisa para o primeiro jogo da época, com um par de semanas de treino? Sim, podia ser, se o adversário fosse outro. Ora o Mónaco está em apronto acelerado para disputar as pré-eliminatórias da Liga dos Campeões, tem já outro andamento, sobretudo do ponto de vista físico. Se houve algum erro aqui talvez ele tenha residido na escolha deste adversário para esta altura. 

Nenhuma surpresa na prestação de Podence, que há muito já reclama outro enquadramento que a equipa B não lhe pode oferecer. Do resto, tudo muito caótico para já, a não permitir desempenhos brilhantes, o que se sabe ser precisamente a antítese das equipas de Jesus. 

A única nota de alguma preocupação fica para actuação do guarda-redes Azbe Jug que, pela posição que ocupa, depende sobretudo das suas aptidões para o lugar. As saudades de Patrício foram muitas, as comparações anteriormente feitas com o seu compatriota Oblak são, pela amostra, claramente exageradas. Para ambicionar aquele lugar, com o peso que tem na nossa história, está obrigado a demonstrar muito mais. Esperemos que tenha sido a excepção que a regra não confirmará.

sábado, 9 de julho de 2016

Lucas Silva, o maestro

Não pode deixar de se considerar uma surpresa a contratação de Lucas Silva, hoje dada como certa pelo jornal "A Bola". Surpresa por ser conhecido o interesse, já de longa data, do FCP e, não menos importante, a contratação de um jogador para uma posição onde existe já abundância de jogadores e talento. 

Daí que a primeira conclusão a tirar-se é que, a confirmar-se, o Sporting buscará não apenas o reforço de qualidade do seu plantel - o que parece indiscutível com este jogador - mas também parece estar a precaver possíveis mexidas de monta. William Carvalho?...

Quem é Lucas Silva?

Lucas Silva é um jogador brasileiro, um médio defensivo que joga ao centro, normalmente à frente dos centrais e cuja melhor qualidade é a forma como consegue pautar o jogo quando recupera a bola. A qualidade de passe do seu pé direito chamou à atenção dos tubarões europeus quando despontou no Cruzeiro, tendo sido apontado a diversos clubes ingleses (Chelsea, Manchester, Arsenal) tendo acabado por se comprometer com o Real Madrid, de onde chegará, ao que se diz, por empréstimo. À qualidade acima descrita junta um excelente posicionamento e a forma como ataca a bola a partir de uma posição defensiva. Como pontos fracos está jogo aéreo, alguma precipitação a decidir em quando muito exposto à pressão adversária.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

A propósito do regresso de Slimani e as cláusulas de rescisão

O regresso de Slimani pode ser avaliado de diversas formas, vou aqui dar conta do que me parece ser mais importante a reter neste caso. Aqui não deve ser esquecido que o Sporting e os seus responsáveis têm um plantel para gerir e este tipo de excepções devem ser bem explicadas e aceites por todos, para não se criar a ideia de que há jogadores mais iguais que outros. É um ponto de disciplina incontornável.

Em primeiro lugar é indiscutível que alguma coisa deve ter havido para se justificar o atraso no regresso, uma vez que o jogador não esteve envolvido em nenhuma competição que o motivasse. Sendo um jogador com antecedentes do género mais ainda justifica a desconfiança.

Em segundo lugar há a registar que quaisquer que tenham sido as razões do atraso, a forma como ele terminou deixa crer que foi bem gerido por ambas as partes. O jogador, nas declarações prestadas, deu conta do seu compromisso com o clube e o clube manifestou o regozijo pelo regresso. Se houve desencontros de pontos de vista, ou até atritos, eles não transpareceram, eliminado assim a exploração de um filão de especulações habitualmente muito bem garimpado e posto a render.

Desta forma defenderam-se os interesses dos envolvidos (jogador, que respeita o compromisso assumido de livre vontade, e o clube que lhe paga e promoveu), mas o mesmo não quer dizer que o jogador permaneça connosco. É por isso provável que o tema "saída de Slimani" volte à actualidade. 

A situação actual, em que a cláusula de rescisão deixou de poder ser executada de forma automática com o pagamento do valor respectivo, não indica falta de interesse de terceiros, parece, isso sim, indicar que não há assim tanta concorrência pelo concurso do jogador, e a que há não estava interessada em pagar tanto. Creio que tal facto diminui a posição do jogador, se for sua pretensão (legítima, diga-se) de procurar um novo projecto (eventualmente uma liga mais competitiva, para lá do dinheiro, claro está).

Tal não me parece de todo surpreendente, uma vez que não faltam jogadores no mercado a caber na relação entre o valor da cláusula de rescisão do argelino e do próprio jogador. Sem pretender efectuar uma comparação directa, atente-se por exemplo que o muito interessante ponta-de-lança da selecção galesa, Robson-Kanu, que ontem defrontou Portugal, é um jogador livre.

A actual situação parece-me agora mais favorável ao clube, por não ter que ser já obrigado a aceitar o valor da cláusula, podendo por isso pedir até mais pelo jogador. À luz do raciocínio anterior, duvido porém que tal suceda. E devo dizer que não ficaria de todo surpreendido que o jogador acabe por sair por valor inferior, embora, por razões óbvias, o clube não o possa admitir.

Mas se a procura proporcionar uma negociação por valor próximos das duas dezenas de milhões a porta de saída poderá acabar por se abrir. Isto se for verdade ser essa a vontade do jogador e porque o Sporting estaria a realizar o seu melhor negócio de sempre, saindo bem servidas todas as partes.

Diferente é, por exemplo, a posição de William Carvalho ou João Mário. Trata-se de jogadores ainda bastante jovens, mas que revelam níveis técnicos e entendimento sobre o jogo superiores. Não creio que haja hoje quem se aproxime das suas cláusulas rescisórias, mas isso é uma questão de tempo. Os valores que se falam (por exemplo, vinte e cinco milhões por João Mário) não sendo propriamente maus negócios, não são particularmente apelativos.

Há aqui uma outra componente que é a mediática. A sua valorização no europeu também não tem sido fulgurante, e isso não é alheio a forma como joga a selecção, pouco tendente a favorecer prestações individuais. Tal percepção poderá mudar muito rapidamente, assim que regressem ao clube. A ambição de ser campeão mantêm-se intacta e a entrada directa na Liga dos Campeões certamente que fornecerá muito palco para as suas actuações.

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