Caro mister,
Caro mister,
Trato-o por mister porque, se fosse seu jogador, seria desta forma que o trataria; se fosse seu jogador, depois de me benzer todos os dias agradecendo o facto de ser jogador do Sporting, pensaria: “bem, isto vai mudar, deixa-me aproveitar para fazer boa figura logo de início para não perder o comboio.” Com mais ou menos críticas, com uma ou outra excepção, estamos todos à espera de mudança, e de uma mudança para melhor. Chamar-lhe-ia “mister”, mas, com uma licenciatura na Universidade do Porto, é tão “Professor” como qualquer outro, e muito mais do que outros mestres que por aí andam.
Hoje é dia 16 de Novembro e eu, pessoalmente, volto a sentir uma ansiedade, um nervoso miudinho em relação ao Sporting; se pudesse, antecipava já o jogo com os Pescadores para amanhã e o Derby para este sábado. Isto que eu sinto é bem diferente da inesperada e inexplicável apatia que vinha sentindo em relação aos nossos jogos. E isto é porque espero mudança: de atitude, de comportamento, de respeito; mas também aguardo mudanças tácticas que se reflictam num futebol mas agradável e mais motivador.
À medida que vou ouvindo notícias acerca desta sua vinda para Alvalade, aumenta o meu respeito pela sua figura e pela sua decisão. Não que ache que é difícil vir para o Sporting – esse tipo de raciocínios fica para outro tipo de “notáveis”. Simplesmente, vejo-o ser desconsiderado por uma direcção à deriva, deixando-o ao sabor de especulações. Se agora é o nosso treinador, é o nosso treinador, ponto final. Só lhe peço coragem nas decisões, respeito pelos sócios e pelo superior interesse do Clube, e que consiga tirar o máximo partido do potencial humano de Alvalade e de Alcochete.
Para que saiba, e para que não restem dúvidas: estamos consigo, e pode ter a certeza que o seu sucesso será a nossa alegria. Quanto mais bem sucedido for, mais forte será o seu lugar nos nossos corações. Não se esqueça nunca que os sportinguistas têm memória e respeito a quem lhes faz bem ou trata com consideração. A nossa família é sagrada, e imagino que para si deve ser um privilégio poder ter acesso directo aos sportinguistas e partilhar connosco este sentimento de pertença. Boa sorte, mister, e seja muito bem-vindo.
Trato-o por mister porque, se fosse seu jogador, seria desta forma que o trataria; se fosse seu jogador, depois de me benzer todos os dias agradecendo o facto de ser jogador do Sporting, pensaria: “bem, isto vai mudar, deixa-me aproveitar para fazer boa figura logo de início para não perder o comboio.” Com mais ou menos críticas, com uma ou outra excepção, estamos todos à espera de mudança, e de uma mudança para melhor. Chamar-lhe-ia “mister”, mas, com uma licenciatura na Universidade do Porto, é tão “Professor” como qualquer outro, e muito mais do que outros mestres que por aí andam.
Hoje é dia 16 de Novembro e eu, pessoalmente, volto a sentir uma ansiedade, um nervoso miudinho em relação ao Sporting; se pudesse, antecipava já o jogo com os Pescadores para amanhã e o Derby para este sábado. Isto que eu sinto é bem diferente da inesperada e inexplicável apatia que vinha sentindo em relação aos nossos jogos. E isto é porque espero mudança: de atitude, de comportamento, de respeito; mas também aguardo mudanças tácticas que se reflictam num futebol mas agradável e mais motivador.
À medida que vou ouvindo notícias acerca desta sua vinda para Alvalade, aumenta o meu respeito pela sua figura e pela sua decisão. Não que ache que é difícil vir para o Sporting – esse tipo de raciocínios fica para outro tipo de “notáveis”. Simplesmente, vejo-o ser desconsiderado por uma direcção à deriva, deixando-o ao sabor de especulações. Se agora é o nosso treinador, é o nosso treinador, ponto final. Só lhe peço coragem nas decisões, respeito pelos sócios e pelo superior interesse do Clube, e que consiga tirar o máximo partido do potencial humano de Alvalade e de Alcochete.
Para que saiba, e para que não restem dúvidas: estamos consigo, e pode ter a certeza que o seu sucesso será a nossa alegria. Quanto mais bem sucedido for, mais forte será o seu lugar nos nossos corações. Não se esqueça nunca que os sportinguistas têm memória e respeito a quem lhes faz bem ou trata com consideração. A nossa família é sagrada, e imagino que para si deve ser um privilégio poder ter acesso directo aos sportinguistas e partilhar connosco este sentimento de pertença. Boa sorte, mister, e seja muito bem-vindo.





















