quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
A equipa para a estreia na Liga Europa
Guarda-redes: Rui Patrício, Tiago, Marcelo Boeck;
Defesas: João Pereira, Pereirinha, Carriço, Rodriguez, Polga, Onyewu e Evaldo;
Médios: André Santos, Rinaudo, Schaars, Matias Fernandez, Capel, Izmailov e Jeffrén;
Avançados: Postiga, Yannick, Van Wolfswinkel e Diego Rubio.
JPereira, Polga; Rodriguez; Evaldo
Rinaudo, Schaars e Izmailov
Jeffren, Postiga e Djaló.
Ainda o mercado: Sporting em negociações por um novo Douglas?
P.S.- Já algum tempo que havia decidido acabar com as 2 secções de links de blogues. Se na transposição o seu blogue não estiver presente agradeço a chamada de atenção.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Onde pára Wolfswinkel? (e ainda Rúbio, Postiga e Djaló)
O meu maior temor reside no entanto na suspeita que a entrada de Rúbio tenha sido um rebuçado do treinador para as bancadas. Porque todo o animal tem um aguçado espírito de sobrevivência, e Domingos já deve ter percebido a contestação aos patinhos feios. Aos de sempre, afinal, naquilo que já se tornou numa histeria colectiva digna de estudo académico.
Se o processo fosse fiável o Sporting faria sondagens no site para apurar os convocados e a equipa titular. Sabemos bem que não pode nem deve ser assim. E, entre outras coisas, se assim fosse, o Sporting não teria 4 jogadores titulares da selecção, facto que tanto pareceu orgulhar os Sportinguistas há dias.
domingo, 14 de agosto de 2011
Constantes e variáveis
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| Postiga, mais uma vez 'vilão'... |
sábado, 13 de agosto de 2011
Xistra e Cia. atravessam-se no caminho do Sporting
Foi Xistra a mais para um Sporting ainda à procura de equilíbrio. Que nunca chegará se os Xistras continuarem a cruzarem-se no nosso caminho. À semelhança de anos anteriores, a nossa menor capacidade face aos rivais não pode continuar servir de álibi para nos espoliarem descaradamente.
Estádio: José Alvalade
Resultado Final: Sporting - Olhanense, 1-1. Marcadores: 0-1, Wilson Eduardo, 29 minutos. 1-1, Izmailov, 77.
Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Anderson Polga, Rodríguez, Evaldo, Rinaudo, André Santos (Izmailov, 46), Schaars, Jeffrén (Diego Rubio, 55), Hélder Postiga e Yannick (Diego Capel, 63).
Olhanense: Fabiano Freitas, João Gonçalves, Maurício, Mexer, Ismaily (André Micael, 86), Fernando Alexandre, Nuno Piloto, Cauê, Ivanildo (Salvador Agra, 75), Dady e Wilson Eduardo (Vítor Vinha, 63).
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).
Acção disciplinar: cartão amarelo para Ismaily (11), Jeffrén (38), Rinaudo (40), Fernando Alexandre (42), Cauê (71), Nuno Piloto (79) e Salvador Agra (90+3).
Assistência: 33.248 espectadores.
O Sporting está de volta e a lição de Barcelos
Defesas: Rodríguez, Daniel Carriço, Polga, Evaldo, João Pereira, Pereirinha
Médios: Izmailov André Santos, Rinaudo, Yannick, Stijn Schaars e Capel
Avançados: Hélder Postiga, Diego Rubio, Van Wolfswinkel, Jeffrén.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A vez de Duque
Duque realça questões como exigência, cultura de trabalho e dedicação, bem como a existência de pessoas acomodadas, rejeitando o cenário de "revolução" mas reconhecendo um natural "abanão" dentro do seio do grupo. Correndo o risco de ser repetitivo, recordo que ao longo de muitos dos textos que aqui coloquei no "A Norte" ao longo destes dois anos como editor, frisei sempre a necessidade de trabalho e exigência, bem como a existência de pessoas que necessitavam que lhes fossem "mordidos os calcanhares".
Neste início de campeonato, não posso afirmar que estou com expectativas elevadas e esperançado nem consigo dizer que algo menos que o título nacional será uma derrota para nós. Acredito que o Sporting terá feito algo que deveria ser feito há muito tempo, desde as alterações no plantel - que até poderão vir a revelar-se curtas ou insuficientes - até à requalificação da estrutura em torno do principal motor do clube.
Quero acreditar no slogan "O Sporting está de volta" e há medidas que fazem com que me identifique com tal mensagem. Ponto de parte questões de pessoas (ou caras), quero acreditar que neste início de temporada temos uma grande diferença em relação a outros anos: Quem está no Sporting, quer efectivamente lá estar em vez de uma de situações anteriores:
- Precisava de estar lá;
- Terceiros queriam que estivesse lá
Mal ou bem, os papeis parecem estar definidos e é evidente para todos quem deverá fazer o quê e qual a sua competência e por essa razão temos assistido um fluir de informações e entrevistas frequentes.
Ontem foi a vez de Luís Duque falar, a dois dias do início do campeonato... A dois dias de reassumir o papel fundamental de acompanhar os jogadores durante os tempos de competição, ser exigente com eles, apoia-los nos momentos difíceis e incutir o respeito pela camisola e pelos adeptos leoninos.
Duque terá de lutar contra a fama de despesista, mas tem novamente a oportunidade de comprovar o seu papel de líder junto de um plantel e equipa técnica. Correspondendo à altura das tarefas que lhe são propostas, Duque poderá ser o maior reforço deste Sporting, mesmo que os resultados não surjam no imediato.
"Difícil não é atingir o topo mas sim conseguir lá permanecer"
EM FRENTE SPORTING!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Vitória arrancada a ferros
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Quem vai ser campeão? (E os 8 trabalhos de Domingos)
Na sequência do sorteio da Liga disse aqui que, numa análise superficial, o calendário nos tinha sido favorável. Alicercei esse juízo dando conta que, com a revolução efectuada - nova direcção, nova equipa técnica e muitos jogadores novos - o que o Sporting mais precisaria era de tempo para consolidar o seu jogo. Hoje, terminadas as experiências, e à luz do que foram os resultados e exibições, mais sentido me parece fazer esse raciocínio. Nas primeiras seis jornadas o Sporting joga com equipas que se classificaram na época transacta do sétimo lugar para baixo e que este ano dificilmente poderão aspirar a melhor. Pior seria se fosse ao contrário, tendo que defrontar desfalcados e titubeantes os principais rivais, com os prejuízos que daí poderiam advir. É óbvio que o Sporting joga com o tempo para se poder fortalecer.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Jogos marcados com os pés ou com a cabeça?
sábado, 6 de agosto de 2011
O futebol não está com Paciência
Não haverá por hoje Sportinguista pouco preocupado com a sequência negativa de resultados e exibições da equipa de futebol. Há razões para isso, sobretudo pelo facto de as fragilidades reveladas serem muitas e variadas quando estamos apenas a 1 semana do jogo inaugural da Liga. O facto desse o jogo ser em Alvalade e frente ao modesto Olhanense não serve de refrigério para os adeptos pelas razões que todos sabemos: nos últimos anos jogar em casa pode ser um verdadeiro inferno para a nossa equipa, especialmente quando as coisas correm mal. Provavelmente a capacidade de sofrimento de uma franja cada vez mais ruidosa parece ter-se esgotado e os adeptos sucumbem aos primeiros sinais de contrariedade. Depois, e não menos preocupante, o facto de o Olhanense ser uma equipa bem orientada e capaz de encurtar por isso a distância que nos separa, resultante da nossa maior valia individual.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O Sporting ainda está verde
Málaga: um Ruud teste para o Sporting
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A soma de todos os medos

Atravessamos tempos conturbados e onde qualquer previsão que seja feita por melhor que seja a sua fundamentação histórica e analítica corre o risco de falhar. Esta imprevisibilidade afecta todos os sectores da sociedade quer nacionais, quer internacionais. No futebol a silly season a que estamos habituados está invulgarmente activa e cheia de movimento nos planteis dos principais clubes nacionais.
Esta pujança financeira é também ela mais uma imprevisibilidade que nos saiu em sortes e que eventualmente só será esclarecida (e paga…) daqui a alguns anos. Até os jornais que lideram normalmente os ratings do folclore das hipotéticas contratações, parecem estar espantados com a velocidade a que entram e saem jogadores dos principais planteis e já pouco opinam sobre entradas e saídas. Felizmente o futebol a sério está à porta para ocupar as primeiras páginas com profecias de desgraça ou loas de invencibilidade.
Tenho visto várias vezes explorado o exercício de fazer a nossa melhor equipa com o plantel que agora dispomos (e do qual Carlos Freitas não põe a mão no fogo que esteja fechado…) a saber:
Plantel 2011/2012
Defesas Esquerdos: Evaldo e Turan
Defesas Centrais: Onyewu, Rodriguez, Polga e Carriço
Médios defensivos: Rinaudo e André Santos
Alas/Extremos: Izmailov, Carrillo, Jeffren, Capel e Pereirinha
Médios centro/nº10: Matias Fernandez, Schaars, André Martins e Luis Aguiar
Avançados: Postiga, Wolfswinkel, Rubio, Bojinov e Yannick
Proponho-me a fazer o exercício contrário. Qual é a pior equipa que conseguimos retirar deste plantel? A minha primeira dificuldade é avaliar os jogadores de que desconheço o valor (Arias, Turan, Capel, Carrillo e Bojinov) outra é que táctica utilizar. Para dar alguma coerência vou manter o 4-1-3-2 que Domingos tem apresentado e nesse sistema montaria a equipa assim:
Tiago
João Pereira, Carriço, Polga, Evaldo
André Santos
Pereirinha, André Martins Yannick
Postiga e Bojinov
Seria este na minha opinião o nosso pior onze (o que não equivale a dizer um mau onze). A primeira constatação que faço é – Epá, tanto português na equipa principal! – não vão ser tempos fáceis para Paulo Bento agora que o Sporting também se decidiu a comprar jogadores em barda para a sua equipa principal.
A segunda constatação é que definitivamente temos um problema nas laterais defensivas, os jogadores que escolho são os habituais (e previsíveis) titulares, por mais milhões que lá enterremos não conseguimos qualidade indiscutível. Do lado direito eu apostaria sem hesitar no Pereirinha mas, e do lado esquerdo? Não encontro melhor solução que Evaldo.
O meio campo poderia ser uma agradável surpresa pois tem o “ferro” da Academia Sporting e poderia surpreender muita gente pela dinâmica que o seu conhecimento de longos anos oferece. Já no ataque há de novo uma imensa incógnita, escolho Postiga não por ser mau jogador mas porque é um mau finalizador e em futebol não há sucesso sem golos, Bojinov apenas o coloco por desconhecimento. Fica contudo a questão sobre se os seus concorrentes serão realmente melhores que esta dupla.
A minha conclusão final acaba por ser positiva, porque se isto é o pior que podemos apresentar, para vencer Rio Aves e Navais chega e sobra. No fundo só podemos melhorar e muito!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Onyewu e Salomé. Tonel e a generosidade dos adeptos
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| Onyewu e Salomé Khorasanchi |
A defesa que o Sporting precisa e ainda não tem
terça-feira, 2 de agosto de 2011
"Negócio Roberto" com a marca Jorge Mendes
PS: O post foi reeditado após a sua colocação inicial por, na altura da sua edição, não constarem as 5 linhas finais do primeiro parágrafo. Sem elas parte do sentido que se pretendia para a análise do caso perdia-se. Aos que já haviam lido e comentado as minhas desculpas.
O caminho faz-se caminhando

Na ressaca do jogo de sábado no comentário que fiz ao post do Leão de Alvalade propus uma alteração à equipa para o próximo jogo com o Málaga, essa alteração seria de nomes (alguns, poucos) mas principalmente de táctica de um 4-1-3-2, para um 4-2-3-1. Relativamente aos nomes seja lá qual for a troca será difícil ter sol na eira e chuva no nabal, como exemplo a troca de João Pereira por Pereirinha daria maior qualidade de posse e posicionamento mas uma perda de velocidade e agressividade, não há jogadores que consigam ser perfeitos em tudo.
Deixando as trocas de nomes de lado, porque cada um terá a sua preferência e os seus ódios de estimação, a principal conclusão que tiro é – acobardei-me – assim sem mais nem menos, uma porcaria de uma derrota num amigável contra o terceiro classificado da Liga Espanhola e já estou cheio de medo e a recuar a equipa.
Analisando o nosso campeonato, que é aquele que nós temos de ganhar, contra quantas equipas com a qualidade técnica e táctica do Valência é que o Sporting vai jogar? Duas? Quatro? Então e contra as outras treze ou onze, também vou jogar com dois trincos e só um ponta de lança? Serão tácticas defensivas ou modelos de contenção que o Sporting tem de treinar durante a pré-época?
Domingos arriscou uma equipa virada para o ataque, confiando na capacidade de Rinaudo como tampão e no complemento gigante/formiguinha na dupla de centrais, ambos os laterais têm características ofensivas e Schaars actuou mais em apoio do ataque do que preocupado em recuar e equilibrar o meio campo. O pior que podia acontecer ao Sporting era o resultado final ser desfavorável … e foi!
Devia Domingos ter sido mais cauteloso e utilizar uma equipa ou um posicionamento mais defensivo? Talvez, mas para quê? Provavelmente, mas para aquilo que Domingos pretende que seja o Sporting versão 2011/2012 as conclusões finais que iria retirar não lhe serviriam para nada e perdia a oportunidade de um bom treino contra uma equipa mais madura.
Hoje já com a cabeça mais limpa consigo ver que nem na segunda parte o Sporting jogou de forma substancialmente diferente mantendo praticamente até final dois pontas (até André Martins actuou a segundo ponta de lança). A mensagem que deve ter passado para o grupo é, seja lá qual for o resultado a nossa matriz de jogo é atacante, com pelo menos cinco jogadores dedicados a essa função, é este o modelo que temos que trabalhar é desta forma que vamos conquistar pontos ao longo do campeonato.
Se o jogo de sábado fosse a doer, p.ex. uma eliminatória, não acredito que nesta fase de preparação da equipa Domingos fosse colocar uma equipa para ganhar ou para atacar, aliás se nesta altura da época tivéssemos de jogar pré-eliminatórias da Champions todo o planeamento da pré-época seria diferente, cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém mas o nosso primeiro jogo táctico a sério é lá para a 11ª jornada em finais de Novembro.
O próximo jogo contra o Málaga vai permitir verificar se realmente Domingos tem já uma ideia do que quer para o futebol do Sporting ou se (como eu fiz) se amedronta e muda tudo. O Málaga o mais recente novo-rico do futebol ibérico, fez um investimento brutal na sua equipa mas se a sua referência avançada for Van Nistelrooy o seu futebol será muito diferente daquele apresentado pelo Valência com um jogador mais fixo e a “dar-se “ à marcação.
Será um bom treino, mas até 14 de Agosto é à la Bobby Robson, attack, attack, attack, que os golos vão entrar nem que seja à força.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Bojinov, camisola 7
Apresentação: O que correu mal e o que esperar a seguir
3- O ambiente feérico e de grande intensidade emocional certamente também terá pesado, sobretudo na concentração, em particular nos momentos iniciais, onde até sofremos 1 golo e podíamos ter levado mais. Já o Valência atirava a bola ao poste e nas cabeças dos jogadores estavam as emoções das palmas de um estádio cheio e vibrante.
4- Mas olhemos sobretudo às razões que têm a ver estritamente com o futebol:
Mas o futebol, na sua imprevisibilidade que o torna tão apetecível pelo mundo inteiro, pregaria as suas partidas. Apesar de parecer eminente um golo resultante de um desses lançamentos directos, o golo inicial surgiria de um lançamento lateral numa série de falhas individuais a roçar o caricato. Não deixa de ser "interessante" notar que, logo agora que tínhamos a altura na defesa tão pretendida pelos adeptos, sejamos goleados por uma equipa de avançados minorcas.
O papel dos adeptos
Sempre fomos, do grupo de candidatos ao título onde não nos podem excluir, o que parte atrás. Quem deixou de pensar o contrário vive em delírio pouco recomendável. Esse é aliás um estatuto que nos convém como estratégia. A época será longa e difícil, a menos que queiramos acabar com ela já por não termos, como adeptos, estofo para aguentar as contrariedades e os reveses que, inevitavelmente, vão surgir.
Obviamente que o foco estará agora no treinador e na resposta que dará de seguida. Ao contrário do que aconteceu o ano passado, quando surgiram as primeiras contrariedades, não espero que Domingos desate e trocar de jogadores e estratégia, prolongando a pré-época para lá do Natal. Espero uma resposta serena, própria de quem confia na qualidade do seu trabalho, na sua competência e na da sua avaliação sobre a qualidade dos jogadores ao seu dispor. Agrada-me sobremaneira verificar que Domingos não pensa com a cabeça da bancada, mas sim apenas com a sua.
A minha posição pessoal
A derrota de sábado não me soube bem mas não me apanhou desprevenido nem me retirou a esperança de ver o Sporting a caminho do lugar que merece. A minha primeira e única exigência mantém-se actual e possível; encurtar as distâncias do fosso em que nos deixamos cair nos últimos anos, sendo o futebol de qualidade o caminho mais curto para o alcançar. Não acredito em fatalismos, mas sim em competência.















