quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
E se prendessem o Hulk?
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
A candidatura de Fernando Gomes e o Sporting
domingo, 9 de outubro de 2011
De volta

Chove lá fora e não me apetece sair para ir passear numa cidade que me agrada cada vez mais. A cada visita, há algo que me encanta, algo que me passou despercebido na primeira visita e que descubro numa segunda ou algo que já conheço e que me apetece revisitar. Sendo assim e de maneira a aproveitar estas duas pausas - a do campeonato e a dos passeios - achei por bem falar sobre algo que me apaixona desde que me conheço: o SCP.
E o que tenho para dizer é que concordo cada vez mais com o slogan adoptado para esta época: O SCP está de volta. Acredito que estejamos mesmo!
Numa época onde a revolução foi enorme, tendo como objectivo encurtar as distâncias para os maiores rivais, será demasiado pedir o título já. Realisticamente será esse o nosso pensamento mas secretamente, desejamos conquistar o Campeonato já este ano. Como sempre aliás.
Porque ao SCP nunca chegará fazer apenas bons campeonatos; época em que não sejamos campeões será sempre uma época que nos deixará um amargo de boca. O SCP existe para ganhar e não para se satisfazer com 2s lugares!!
Duas épocas horríveis: nunca esquecer para que nunca mais as repitamos!
É impossível passar ao lado de algo que me parece uma das várias faltas de respeito para com o SCP: a eventual perda do estatuto de "grande" do futebol Português.
Aqui abro um parêntesis para falar directamente acerca dos nossos rivais, apenas e só para enquadrar a questão. Não irei perder muito tempo com eles pois o que me interessa é o Sporting Clube de Portugal e não qualquer outro Clube.
Voltando então à perda de d estatuto de "grande" do futebol Português: Nunca tal foi equacionado para qualquer um deles. Antes das últimas duas miseráveis e desgastantes épocas, o slb esteve 4 anos seguidos sem passar do 3º lugar; o fcp no virar do século, esteve 3 anos seguidos sem se sagrar campeão e nada foi dito.
No entanto com o SCP, tudo é colocado em causa. É preciso que a nossa Direcção reaja de forma veemente e nunca deixe que a miserável CS que existe no nosso País, tenha sucesso quando atenta contra o nosso bom nome, estatuto, dignidade e História.
É ridículo, e isto aplica-se a qualquer um dos três "grandes", que nas próximas décadas algum deles perca o estatuto de "grande".
Porque esse estatuto foi alcançado devido aos títulos conquistados e feitos alcançados ao longo dos anos e não serão 2 épocas, por muito más que sejam, que o alterarão. Seriam precisas muito mais épocas e gerações, para que tal aconteça.
Porque a História não se apaga e a nossa é riquíssima, a todos os níveis e não apenas no futebol.
Plantel
Parece-me inegável que houve um aumento notório de qualidade no plantel da equipa profissional de futebol, o grande motor do Clube. Temos neste momento mais opções no plantel e saudáveis dores de cabeça para a equipa técnica. Finalmente temos banco, algo que nos tem faltado.
As boas indicações deixadas na pré-época não tiveram sequência no jogo de apresentação, jogo esse que foi um verdadeiro balde de água fria. Era compreensível o clima de optimismo e expectativa em relação aos novos jogadores e entre alguns Sportinguistas, havia inclusivamente sinais de alguma euforia.
Eis que chega o jogo de apresentação que tratou de colocar um travão na euforia e deixar alguns de nós de pé atrás. Em abono da verdade, convém referir que não jogámos contra uma equipa qualquer. O Valência fez um excelente jogo, é uma equipa que já se conhece muito melhor que a nossa e conta com bons jogadores como Soldado ou Piatti.
Só que como tantas vezes acontece no futebol Português, não se valorizou nem se reconheceu a qualidade da equipa espanhola e sua superioridade nesse jogo, focando-se apenas os pontos negativos do SCP. Mas o SCP não joga sozinho...mais, se havia altura para perder desta forma, esta era a altura.
Em relação ao jogo de apresentação, se por um lado houve jogadores que me deixaram preocupado com a possibilidade de serem um flop, houve outros que me agradaram apesar do pouco que foi possível observar, como casos do Rinaudo, Schaars, Carrillo e Wolfswinkel.
Com Rinaudo passámos finalmente a jogar com um trinco e não com alguém que pode fazer o lugar, algo que já não tínhamos há algum tempo. É fácil perceber porque é que Rinaudo já conquistou tantos de nós: além da sua qualidade, é um jogador que deixa tudo em campo.
Aproveito este aspecto para dizer que uma das coisas que mais me tem agradado nos jogos do SCP este ano, é a atitude demonstrada pela equipa.
Vejo uma equipa onde todos querem vencer, deixando tudo em campo e nunca baixando os braços, além de uma grande diferença: quando sofremos golo e/ou ficamos reduzidos a 10, não abanamos, não baixamos os braços; arreganhamos os dentes e partimos para a luta. Até ao momento, tem sido assim e espero que o consigamos fazer durante todo o campeonato.
Schaars tem um pé esquerdo fantástico, uma qualidade de passe e visão de jogo excelente. Além disso é um bom marcador de bolas paradas e está a revelar uma veia goleadora que aposto que até o próprio estará algo surpreendido.
Carrillo é fantasia. Fiquei com a sensação que teria uma qualidade técnica acima da média e apesar de ter sido remetido ao banco no início do campeonato, tem sido agradável constatar que pode vir a ser um caso sério nesta equipa, aproveitando a ausência de Jeffrén para marcar pontos na luta pelo lugar.
Tem ainda que crescer mas que diferença é jogar com a) extremos e b) extremos que saibam o que fazer à bola e que a saibam dominar e controlar em progressão e endossar a colegas com conta, peso e medida.
Apesar de não ter sido a 1ª opção de Domingos, algo estranho tendo em conta o investimento feito e o aproveitamento ridículo que Postiga teve em todas as épocas que passou no SCP, Wolfswinkel tem sido letal nos últimos jogos e verdadeiro homem-golo. Obrigado por teres saído, Postiga!
Não sou nenhum adivinho nem olheiro profissional mas do pouco que conhecia, parecia-me que o que poderíamos esperar dele seria eficácia e não grandes floreados. Mas também ninguém esperava grandes dribles do Jardel, não era?
Aposto que neste momento, com maiores ou menores dificuldades em dizer o seu nome, todos nós temos vibrado com os golos do Van Basten de Alvalade ;)
Capel e Elias são jogadores de grande qualidade que fizeram a diferença mal chegaram. O Futre espanhol estreeou-se a marcar em Guimarães e é neste momento o rei das assistências em Alvalade. Elias é um jogador de elevada qualidade técnica e só tenho pena que não o possamos utilizar na Liga Europa. Por outro lado, abre espaço à rotatividade no plantel.
O que me parece comum a todos eles é que desta vez, o SCP privilegiou a qualidade ao invés da bagatela. Investiu-se tendo em conta o médio prazo e de maneira a obtermos resultados desportivos e por conseguinte, financeiros com a possível venda dos passes. Algo tão elogiado noutros lados.
O mesmo aconteceu no que à equipa técnica diz respeito. É óbvio que qualquer escolha seria sempre uma melhoria em relação à anterior - o forcado não deixa saudades nenhumas - mas Domingos tem mostrado trabalho e pode ser, não o é já?, um dos nossos melhores reforços. Não teria sido a minha escolha mas estou contente com o seu desempenho e postura, até ao momento.
Portugueses
Outro aspecto que tem sido abordado insistentemente esta época, é o número de Portugueses com que o SCP alinha. O que para mim é uma falsa questão por dois motivos:
O primeiro prende-se com a qualidade dos jogadores. O principal, é que o SCP alinhe com 11 jogadores que possuam qualidade para envergar a nossa camisola.
Há uns tempos, um amigo de um amigo dizia que tinha saudades do tempo em que o SCP alinhava com uma maioria de jogadores Portugueses. Saudades?! Ainda o ano passado o fazíamos e eu não tenho saudades nenhumas dessa época ou da anterior. A qualidade não tem nacionalidade e não me parece, nem quero, que o SCP adopte uma postura semelhante à do Athletic Bilbao .
Se alinhamos com 11 portugueses, OK. Se são 10 portugueses + o melhor jogador chinês da actualidade, OK. Se forem 11 espanhóis, tudo bem!
O que eu quero, e o que acho que deveria ser o objectivo do SCP, é ter jogadores que quando chamados à equipa principal do SCP, tenham a qualidade exigida a um Clube com a nossa dimensão e que nos permitam, no fim da época, celebrar a conquista do título nacional.
Porque a falta de qualidade não tem nacionalidade, chamem-se eles Grimi, Koke ou Djaló.
O segundo motivo, é que não vejo por parte da CS - que se encontra muito preocupada com o SCP este ano - a mesma postura sobre este assunto, no que aos nossos rivais diz respeito.
Porquê? Onde é que está escrito que o SCP tem que alinhar com uma maioria de jogadores Portugueses e/ou fornecer 75, 80% dos jogadores convocados pelos Seleccionadores Nacionais? Tem por acaso o SCP, a responsabilidade exclusiva de formar jogadores para a Selecção Nacional? É que da última vez que vi, o nosso lema não era "Esforço, Dedicação, Devoção e Formar para a Selecção Nacional".
É um orgulho ter jogadores chamados à Selecção Nacional mas também gosto de ter jogadores chamados a Selecções como à da Holanda, Argentina ou Brasil.
Mas esta é uma problemática que não só não cabe apenas ao SCP resolver, uma vez que é uma questão que diz respeito a todos os Clubes, como não é o objectivo do post.
Balanço
Sendo assim, e para concluir que já vai longo, digo que o balanço é francamente positivo. Temos equipas, no campo e no banco, temos qualidade não só para formar o 11 como opções válidas no banco, temos jogadores que mostram vontade em ajudar o SCP e que consideram que o SCP foi um passo em frente na sua carreira e não o vêem como trampolim para outros vôos e estamos num bom momento de forma.
Apesra do calendário nos ser favorável, iniciámos o campeonato aos tropeções, por culpa própria mas também com "ajuda" externa - a nós não nos oferecem penalties em lances dúbios - sendo que o jogo em Paços marcou o início da reviravolta.
Encetámos uma recuperação notável e estamos apenas a 3 pontos da liderança, com vitórias importantes contra a Lazio e Guimarães, jogos onde acabámos reduzidos a 10.
Podemos não ser campeões mas ao contrário de épocas recentes, temos uma equipa que nos permite sonhar e que nos pode deixar orgulhosos. Deixei de ver o jogo quase como uma obrigação para voltar a apreciá-lo e a ansiar pelo próximo.

É... O SCP ESTÁ DE VOLTA!!!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um caso: para onde quer ir Aguiar o Luís?
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A propósito do Dia Multidesportivo.
A equipa de futebol tem, com os seus últimos desempenhos, “agitado as massas”, e é um prazer ver a onda de entusiasmo que está a gerar, com assistências (então a norte…) que praticamente só nos lembramos nos anos em que fomos campeões. Os escalões de formação também vão cumprindo a sua missão, porém não têm a visibilidade, melhor, não lhe dão a visibilidade (vide, por exemplo a NextGen Series) que faça crescer o orgulho leonino e atrair mais adeptos ao Clube.
No respeitante às modalidades, futsal e andebol vão fazendo pela vida, tal como hóquei e ténis de mesa, embora estas com outro nível de notoriedade na comunicação social. Não querendo ser injusto, e posso estar a esquecer algumas, as restantes modalidades praticadas no Clube não têm qualquer relevo, muitas nem sequer qualquer notícia, na CS generalista, o que independente do valor dos seus atletas, que não se discute, não traz grande visibilidade ao Sporting, excepção talvez ao judo e, episodicamente, à natação.
Claro que não esqueci o atletismo. Antes pelo contrário, guardo para ele um espaço próprio. Quantos que hoje são Sportinguistas, não o são graças às vitórias de Carlos Lopes? As figuras de topo, os grandes olímpicos e vencedores internacionais, tornam-se ídolos de miúdos ainda sem as suas preferências clubisticas bem definidas, passando a ser do clube do seu ídolo.
E o que vemos nós no atletismo? No Clube do ecletismo e das grandes referências olímpicas (o Sporting) vão-se deixando sair, directa ou indirectamente, um a um, os grandes nomes e os possíveis futuros grandes ídolos para o grande rival.Claro que, inicialmente, todas estas modalidades teriam de ser sem custos acrescidos para o Clube, mas tudo o que seja trazer juventude para o Sporting é cada vez mais importante. Com tantos núcleos espalhados pelo país, não há gente capaz de agarrar uma destas modalidades e, começando por baixo, trazer de novo as camisolas verde brancas até à ribalta?
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A primeira de Domingos

Muito mudou no futebol do Sporting desde Maio passado, aliás, muito mudou no Sporting Clube de Portugal, dirigentes, técnicos, atletas até os adeptos sendo as mesmas pessoas sentem-se renovados. Nesta imensa limpeza de balneário há sempre injustiças a serem feitas e todos os que entram têm sempre um período de graça para desfrutar.
De tudo o que ia acontecendo fui fazendo figas para que a opção do técnico não fosse outra do que Domingos, espero que definitivamente essa tónica esteja presente na mente de quem dirige os destinos do Sporting. A base de uma equipa não é a defesa, o meio campo, nem o ataque mas uma boa equipa técnica. Assim foi feito.
Os últimos jogos têm sido em crescendo mas existiram diferenças que mesmo quando os resultados ainda não apareciam eram notórias. O maior destaque o aproveitamento dos lances de bola parada, desde os lançamentos laterais até aos pontapés de baliza. Explorar a ausência de situação de fora de jogo nos lançamentos laterais, livres batidos de forma diversa mas estudada, aproveitamento dos cantos como situação de finalização. Quando o tempo fugia para dar algo mais de estrutural à equipa foram estas armas que Domingos utilizou.
Os dois últimos jogos foram excepcionais, no primeiro contra a Lazio ofereço todo o mérito da vitória aos jogadores. Não há treinador ou equipa técnica que ensine a Van Wolfswinkel a finalizar lances com aquele instinto, que dê aquela alma a Rinaudo ou dome o feitio de João Pereira. Aquilo que faz parte da sua função é ler as características dos seus jogadores, por outras palavras conhecer os seus super poderes e potenciar essas características em prol da equipa. No fim do jogo Domingos definiu mais uma vez bem aquilo que já aprendeu sobre o seu grupo de trabalho, esta equipa tem coração.
O jogo de Guimarães foi diferente, não foi o talento individual, a coragem ou o coração que venceu aquele jogo, foi o treino. Tudo correu mal em relação ao que tinha sido preparado durante a semana e foi preciso recorrer ao trabalho de sapa. Durante a segunda parte parecia que estávamos perante um treino táctico, o Sporting como à muito não via controlou na verdadeira acepção da palavra o jogo.
A equipa movia-se coesa como um bom aluno a responder consecutivamente a um teste de escolha múltipla. Subir a defesa até ao meio campo nos pontapés de baliza, provocando a recepção da bola longe da nossa área, rapidez de reacção à perda de bola, recuo de linhas, pressão sobre o portador da bola, equilíbrio rápido nas variações de flanco do adversário, manter a bola longe da área. Correr, reagir, descansar. O resultado foi a completa ausência de situações de finalização do adversário, mesmo com Nuno Assis a mostrar todo o seu talento o Sporting já tinha tudo o que podia surpreender estudado.
Parabéns Domingos, parabéns à tua equipa, esta última vitória foi vossa.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Há sempre um MAS nas vitórias do Sporting
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| Foto MaisFutebol |
domingo, 2 de outubro de 2011
WE TRUST... EVEN MORE!
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| Capel: aponta na direcção da vitória. |
Árbitro: bruno 'moço de fretes' paixão.
V. GUIMARÃES: Nilson; Alex, Freire (Barrientos, 35 m), João Paulo e Bruno Teles; Renan (Toscano, 71 m), El Adoua e Nuno Assis; Faouzi (Soudani, 45 m), Edgar e Maranhão.
Treinador: Rui Vitória.
Suplentes não utilizados: Douglas, NDiaye, Leonel Olímpio e Targino.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Bruno Teles (39 m), Barrientos (41 m), Alex (42 m), Soudani (47 m), Nuno Assis (81 m) e João Paulo (82 m).
SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Onyewu, Anderson Polga e Insúa; Elias, Rinaudo e Schaars; Carrillo (André Santos, 45 m), Van Wolfswinkel (Daniel Carriço, 80 m) e Diego Capel (Evaldo, 57 m).
Treinador: Domingos Paciência.
Suplentes não utilizados: Marcelo, Matias Fernandez, Bojinov e Rubio.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Evaldo (68 m), Schaars (74 m), Elias (81 m). Cartão vermelho para Rinaudo (22 m).
Golo: Capel (7 m)
WE TRUST...
Acreditar na vitória. Contra tudo e contra todos, até contra a 'desavergonhada' paixão do... bruno paixão.
É impressão minha ou hoje o tempo corre em super slow motion?...
"Better not stop, better not stop, Sporting,
Better not stop, better not stop, Sporting,
Better not stop, better not stop, Sporting,
Better not stop, better not stop, Sporting..."
PELO SPORTING, SEMPRE!
sábado, 1 de outubro de 2011
Contra a euforia marcar, marcar!
"Ter um Sporting na crista da onda cria euforia e se há coisa que não queremos é euforia." Como sabemos a euforia em si mesma, (que é, grosso modo, uma sensação de bem-estar e de grande alegria) não é negativa, bem antes pelo contrário. E estando o Sporting numa espiral ascendente de resultados e exibições não é de crer que esse sentimento possa ser contido.
Não me parece que o que Domingos quer seja exactamente o fim da euforia nem dos bons resultados. O que certamente Domingos quer chamar à atenção é que, não sendo possível ganhar sempre, os adeptos percebam que, quando tal acontecer o mundo não acaba. Domingos conhece já o estado inverso à euforia, que é a depressão, e o seu potencial destruidor ou pelo menos desagregador no seio dos Sportinguistas e será por isso que deixa o alerta. Já no seio do grupo que lidera ser-lhe-à mais fácil controlar os ânimos e esperamos todos que o consiga.
Até porque o jogo de Guimarães será tudo menos fácil. Apesar do saldo positivo nos 66 jogos para o campeonato disputados até hoje (dados ZeroZero) a memória que retemos desses jogos são os resultados pela diferença mínima.
| V. Guimarães em casa | Jogos | Empates | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total | 66 | 13 | (20%) | 19 | (29%) | 34 | (52%) |
Será provavelmente um resultado desse género que ocorrerá amanhã e provavelmente um jogo de elevado nível emotivo até ao apito final. A vitória é o único resultado que nos interessa e que nos levaria ao intervalo que se avizinha no campeonato numa mais sólida para abordar os jogos mais dificeis que se avizinham até final do ano.
P.S.- Vale a pena expreitar o excelente trabalho que o não menos excelente profissional de fotografia Vasco Casquilho, grande Sportinguista, realizou em Alvalade por estes dias. Parabéns Vasco e obrigado.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Ontem foi uma vitória à Sporting!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
As grandes equipas também se constroem assim
Sporting - Lazio, 2-1.
Ao intervalo: 2-1.
Marcadores:
1-0, Ricky van Wolfswinkel, 21 minutos.
1-1, Miroslav Klose, 40.
2-1, Emiliano Insúa, 45+2.
Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Onyewu, Anderson Polga, Insúa, Rinaudo, Matias Fernández (André Santos, 69), Schaars, Carrillo (Evaldo, 52), Van Wolfswinkel e Diego Capel (Daniel Carriço, 74).
(Suplentes: Marcelo, Daniel Carriço, Evaldo, Bojinov, André Santos, André Martins e Diego Rubio).
Lazio: Marchetti, Konko, Diakité, André Dias (Radu, 69), Lulic, González, Cana, Brocchi (Sculli, 63), Hernanes, Klose (Cissé, 46) e Rocchi.
(Suplentes: Bizzarri, Sculli, Kozak, Ledesma, Radu, Cavanda e Cissé).
Árbitro: Serge Gumienny (Bélgica).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para André Dias (31), Rinaudo (44), Insúa (45+2 e 50), João Pereira (51), Cissé (56), Sculli (90+1) e Rocchi (90+2); cartão vermelho por acumulação de amarelos para Insúa (50).
Assistência: 33.725 espetadores.
O leão e as tempestades
2- O Sporting disputa logo um jogo importante mas que está longe de ser decisivo, seja qual for o resultado. Tendo em conta a vitória alcançada fora na jornada inaugural e a posição de relativo conforto alcançada preocupa-me, para lá do sempre necessário resultado, a resposta que a equipa vai dar às muitas dificuldades que a Lázio nos vai colocar ao longo do jogo. Preocupação que se alarga às consequências que se possam vir a verificar após o jogo: além de ser importante não se registarem lesões, uma vitória seria moralizadora para a partida de Guimarães, onde a equipa surgiria mais confiante e poderia contar com um apoio confortável dos adeptos. Mas isto são factores que estão para lá do nosso controlo e que, para os quais, pouco mais podemos do que fazer figas. Pessoalmente estou confiante num bom jogo e num bom resultado, desejando que logo o estádio de Alvalade reviva a atmosfera das grandes noites europeias e que uma tempestade de bom futebol se abata sobre os italianos.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Lázio, uma exigente prova de aferição
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| Foto A Bola |
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Luis Aguiar: o que torto nasce...
“A Sporting Clube de Portugal - Futebol SAD e o jogador Luís Aguiar chegaram a acordo para a suspensão do contrato, até 30 de Junho de 2012”, pode ler-se no comunicado do Sporting.
“Devido a problemas pessoais do jogador, relacionados com a gravidez da mulher, a Sporting Clube de Portugal – Futebol SAD entendeu que o Uruguai, onde o jogador irá jogar a partir de Janeiro de 2012, é o local ideal para sua recuperação futebolística”, acrescenta o texto publicado na página oficial do Sporting na Internet."
Para ler e meditar
À partida para a Bielorrússia, onde os campeões europeus vão defrontar o BATE Borisov, Pep Guardiola e Sandro Rosell cruzaram-se no Aeroporto del Prat mas, de acordo com o diário Marca, não se falaram nem sequer se cumprimentaram.
Na base desta situação estão as declarações de Guardiola tomando partido de Joan Laporta, anterior presidente blaugrana, na guerra com Rosell.
«Laporta está a sofrer muito e não acho que o mereça. Não merece ir a tribunal, gosto muito dele. Escolheram-me para treinar o Barcelona. Encontrou o clube numa situação precária e devemos-lhes muito porque fizeram coisas extraordinárias. Espero que as pessoas reflictam», declarou Guardiola.
A tensão entre Rosell e Laporta tem crescido nos últimos tempos. O antigo presidente acusou a Junta Directiva de Rosell de mentir.
«Dedicámos tempo e esforço para construir o melhor Barça da história e não merecemos tanta fúria. Não merecemos que os nossos filhos sofram as cpnsequências desta tempestade de mentiras e ataques ferozes contra nós», afirmou Laporta.
Por seu lado, Rosell voltou a criticar Laporta, qualificando a contratação do sueco Ibrahimovic como o negócio «mais ruinoso da história do clube».
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Finalmente o regresso à normalidade?
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| Foto MaisFutebol |
O exemplo dado não é à toa. Onyewu será dos jogadores menos dotados tecnicamente e dele não se esperam grandes flores. Mas até ele, sem a pressão excessiva dos jogos anteriores, consegue render o que está ao seu alcance e, em determinados momentos até superar-se. Este último jogo acaba por ser um marco: a equipa precisava de fazer uma afirmação de categoria e demonstrar aos adeptos que podiam contar com ela, anulando uma divida que estava pendente e vinha engordando.
Mas é bom lembrar que de definitivo ficaram apenas os três pontos conquistados e uma boa exibição mas que pouco conta para os difíceis jogos como serão os de quinta-feira e domingo, por exemplo, e todos os outros. O jogo de sábado foi o jogo em que a equipa puxou pelo público, vai haver jogos em que terá que ser ao contrário, pondo fim a um ambiente mórbido e agoirento que se instalou há muito tempo em Alvalade e que escorria como uma doença contagiosa da bancada até ao relvado. Essa é uma normalidade que urge reinstalar para que a nossa casa volte a ser temida pelos adversários e para que os jogadores possam pôr a render o seu talento. Essa é uma tarefa que cabe apenas aos sócios e adeptos que se deslocam a Alvalade e que não pode ser deliberada nem instituída por nenhuma direcção.
Da euforia à depressão auto-destrutiva é uma passagem volátil que realizamos no passado vezes sem conta. São muitos os factores que para isso contribuem, desde as características que o fenómeno futebolístico encerra, suscitando a paixão exacerbada, até às que são fomentadas externamente, seja de (i) forma involuntária ou mesmo (ii) dolosa.
Nos segundos enquadro alguns comentários ouvidos e testemunhados por terceiros sobre Rui Patrício.Não é apenas o Sporting que está em causa mas também a luta pela baliza da selecção nacional.
Volto ao assunto, e disso peço desde já desculpa aos leitores assíduos, porque no rol onde se incluem as asneiras do próprio continuo a ver, de forma que considero tudo menos inocente, as dos árbitros, como foi o caso de Paços de Ferreira. Ou até as que tem responsabilidades partilhadas, como foi o caso da bola dominada com a mão por João Silva. É certo que resulta de uma displicência imperdoável do nosso guarda-redes, mas é também impossível que os 2 pares de olhos de árbitro e auxiliar não tenham visto o jogo de braço do ponta-de-lança setubalense.
Nos primeiros incluo a imprensa pela forma meramente contabilística ou de registo estatístico a puxar o sensacionalismo no qual caem como moscas no mel muitos Sportinguistas.
Os mesmos que se estarreciam há 2 semanas com a possibilidade de o Sporting registar o pior inicio de campeonato do século, que tantas dúvidas tinham na contratação de um jogador que ainda não tinha jogado, Wolfswinkel, são os mesmos que agora já o comparam a Jardel, Jordão, Acosta ou até Liedson. Que os jornalistas o façam para vender papel até poder ser aceitável, a vida está difícil para todos. Mas fazer a vida difícil o jovem ponta-de-lança holandês que só agora desponta, colocando-lhe em cima dos ombros o lastro de nomes que têm já assegurada a imortalidade história do clube é irresponsável e contraproducente. Depressa chegará a altura que os treinadores e defesas adversários conheçam melhor o jogador e lhe criem mais dificuldades.
domingo, 25 de setembro de 2011
Setúbal pondera protesto e ainda incidências do clássico
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| Foto Record |
sábado, 24 de setembro de 2011
Sporting de regresso aos Carri(llo)s
Sporting – Vitória de Setúbal, 3-0
Marcadores:
1-0, Schaars, 02 minutos
2-0, Van Wolfswinkel, 07´
3-0, Van Wolfswinkel, 14´
Equipas:
Sporting: Rui Patrício, João Pereira, Onyewu, Rodriguez (46´ Anderson Polga), Insúa, Rinaudo, Schaars (70´ Bojinov), Elias, Carrillo (59´ Matias Fernández), Van Wolfswinkel e Diego Capel
V. Setúbal: Diego, Ney Santos, Ricardo Silva, Anderson do Ó, Miguelito (87´ Igor), Hugo Leal, Bruno Amaro, José Pedro, Jorge Gonçalves (46´ Neca), João Silva e Cláudio Pitbull
Árbitro: Cosme Machado (Braga)
Ação disciplinar: cartão amarelo para Hugo Leal (46´), Miguelito (65´) e Onyewu (75´)
Assistência: 33.261 espectadores
Mais uma excelente aquisição
Carrossel de emoções
Quem tem medo compre um cão ou fique em casa. Logo é para ganhar e só são precisos os que podem e querem ajudar.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O que é que eu quero para o meu Clube?
Nota: texto da autoria de Bruno Martins, editor deste blogue.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Ainda sobre a defesa do Sporting
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| Foto EPA/ESTELA SILVA |




















