terça-feira, 21 de maio de 2013

70 x 7

Para onde caminhamos? Descansem aqueles que reconhecem no título do post o programa religioso de televisão, não venho em missão de evangelização se bem que o tema a que alude podia dar origem a muitos textos relativos ao Sporting. O perdão. Nunca fui muito adepto de perdões e desculpas, sempre pedi às equipas com que trabalho que reconheçam os erros que vão cometendo e não percam tempo com desculpas, o seu tempo é muito mais útil a desenvolver formas de os corrigir e principalmente de não os repetir.
Em Alvalade é tempo de novidades, os Sportinguistas estão como peixe na água neste ambiente, saíram os “maus” e vieram os “bons”. Ah que alegria, nem jogos vão existir para eleger novos demónios e apontar dedos acusadores. É tempo de união, lá para Janeiro de 2014 lembrem-se deste post e voltem cá para o ler. 

A direcção do Sporting está a montar a casa à sua medida, julgo que é o mínimo indispensável para poder assumir as responsabilidades das suas opções. Vai errar, é inevitável, vai falhar, mas se conseguir construir um edifício seu, solidário, homogéneo e sólido a correcção desses erros será mais simples e rápida de conseguir. Eu não arriscaria, neste momento, a substituição de Jesualdo Ferreira por um promissor Leonardo Jardim, não por aquilo que interessa num treinador mas pelo peso institucional que a figura do nosso antigo treinador trás associada. Tenho a certeza que mais que as suas qualidades de treino (evidentes na melhoria em campo da equipa) esse estatuto chamou à pedra um balneário de “cabeça-no-ar” e pôs ordem em muito corredor, túnel e gabinete. Mas essa não deve ser a função de um treinador...
A chegada de Leonardo Jardim é uma pedrada numa “vox populi” que se começava a arregimentar com os argumentos do costume, ninguém quer o Sporting, estão falidos, não vão à europa, etc.. Esta contratação cala muita caneta peçonhenta. Não há treinadores (ou jogadores) jovens ou velhos, há bons ou maus e Leonardo Jardim, não tenho dúvidas, é um bom treinador, mas também não tinha dúvidas das qualidades de treino de Domingos ou Carvalhal e eles também falharam, ou pior, falhou o Sporting. Esta contratação não encerra nada, inicia, se os dirigentes aprenderam algo com o passado deveria ser que dar mais funções a um treinador do que aquelas para que ele está preparado, não trás bons resultados. Para garantir que encurtamos o caminho para o sucesso, a estrutura, seja lá o que isso for, tem agora de assumir as vantagens que Jesualdo Ferreira representava para o Sporting, com esta opção aumentou muito a responsabilidade dos dirigentes do futebol profissional com Inácio à cabeça. Boa sorte, não vai ser fácil.
Num comentário a um post anterior do Leão de Alvalade (por falar em ti, andas numa forma absolutamente extraordinária. Que não te doam os dedos.), disse que o Sporting precisava de um rumo e esse rumo para mim é simples de definir, 70x7. O que é isto? Já lá vamos.
Ainda não percebi bem o que é que a bancada quer, se por um lado reconhece que o próximo ano vai ser difícil, logo de seguida desdenha que se façam ofertas a Carlão ou Edinho. Ah, já sei, isto está muito mal mas vamos contratar o Bielsa, o Nani, o Ghilas, um central alto forte e líder, mais o ponta de lança sempre em rotação de remate fácil e bom jogo de cabeça... Pois. Leonardo amigo, prepara-te, esquece tudo o que viste antes, vais entrar na montanha russa de Alvalade, as subidas serão feitas devagar e os mergulhos vertiginosos. Aguenta-te! Que, S. Inácio te proteja e S. Carvalho te valha.
Voltemos à conversa mais séria. Imaginem que foram eliminados por uns padeiros quaisquer da Noruega na primeira eliminatória da Liga Europa, não é difícil pois não, infelizmente não. Virtualmente é isto que esta horrível classificação nos deu de novidade, fomos eliminados em Maio em vez de ser em Agosto como já aconteceu antes. Pergunto, o Sporting morreu? Houve alguma calamidade? Os patrocinadores desapareceram? Os credores acionaram o clube? Não, pois não, então vamos lá deixar de carpir mágoas e agarrar esta oportunidade de num ano de dificuldades sérias termos um calendário mais desanuviado e concentrar atenções no que interessa, o campeonato e 70, melhor, 70x7.
O desafio que colocava à equipa profissional era este, têm 30 jogos numa época, são 90 pontos, eu só quero 70, não quero ser campeão, nem vice, nenhuma classificação de especial, nem taça nenhuma, quero 70 pontos, não há cá mais nada em que pensarem, as taças são para recuperar dos jogos do campeonato (só têm de chegar às finais...), agora mesmo que o orçamento desça para um terço, são €10.000.000,00, é mais do que suficiente para no campeonato nacional garantir 70 pontos. Como?
Com um bom treinador, um plantel equilibrado, uma táctica de posse que permita atacar em segurança, uma enorme segurança nas bolas paradas defensivas, acrescida de criatividade e agressividade nas ofensivas. Amealhar, cada ponto para esse objectivo final, 70 pontos.
Agora imaginem que este desafio não é para a equipa mas para os órgãos sociais, conseguem reunir condições para que, em sete épocas consecutivas, a equipa de futebol profissional conquiste, no mínimo, 70 pontos? 70 x 7!
Se este for o rumo, tenho a certeza que em breve voltaremos a ter todos os Sportinguistas unidos num imenso abraço a pintar Portugal de verde e branco!

22 comentários:

  1. Carvalhal não falhou... falhou aquele que lhe prometeu a continuidade e depois não lha deu (Bettencourt), carvalhal foi substituido por um treinador fraquinho, Paulo Sérgio, que nesse ano falhou a europa com o Guimarães na última jornada em casa com o Marítimo. Muitos sportinguistas não se opunham a continuidade de Carvalhal, merecia ter começado uma época do inicio.
    Foi na minha opinião um treinador que fez um bom trabalho em alvalade, num ano em que o diretor desportivo bateu num jogador (o episódio Sá Pinto-Liedson), num ano terrivel a nivel emocional, Carvalhal até conseguiu uma boa classificação

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  2. Sérgio, eu corrigi, falhou o Sporting, na imensidão de treinadores que passaram pelo Sporting nos últimos 40 anos, as suas carreiras posteriores encarregaram-se de demonstrar quem era, profissionalmente, bom ou mau. E eu tenho manias de Man. United, se ele é bom, fica até querer ir embora. Quando os resultados são muito piores que o potencial que existe, e já nem falo do potencial de evolução apenas do real, a culpa ou a sua resolução não passa pela troca de treinador "per si".

    Eu não sei quantas funções vão ser atribuídas directa ou indirectamente a Leonardo Jardim, nem as suas capacidades para tocar vários barcos. Para mim seria um bom sinal que lhe fosse imputado apenas o treino.

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  3. Jardim é um treinador que conheço, bom treinador e ambicioso. Mas bons e competentes também eram Domingos, Carvalhal ou até Paulo Sérgio. Não foram eles que falharam...foi o Sporting que falhou e sobretudo, tal como o afirmaram na Sport TV Freitas Lobo e Pedro Henriques (para mim os mais competentes comentadores desportivos da actualidade) o problema do Sporting não tem sido os treinadores mas as lideranças do clube desde João Rocha (excepção a algum rigor na à gestão de Filipe Soares Franco que não aumentou o défice...)até Godinho. Como um grande amigo sportinguista apoiante incondicional da nova liderança de Bruno, também a mim o rosto e as palavras de Bruno me criam empatia, mas há desde já dois erros estratégicos que lhe aponto e que me fazem duvidar de um futuro diferente do passado. O primeiro a escolha de Inácio (um comissionista de atletas) para a direcção técnica. Depois o facto de Bruno ter posto acima dos interesses imediatos do Sporting o seu projecto presidencialista, talvez não percebendo que Jesualdo com alguma autonomia, e um director técnico coordenador competente, seria neste momento o caminho mais seguro e garantido para um maior sucesso próximo. Bruno com a persistência e determinação que muitos lhe reconhecem que conforme as circunstâncias pode ser virtude ou defeito decidiu. Jardim, um sportinguista, treinador competente e organizado, (como o era Domingos e sucessores)é o novo treinador do nosso Sporting. Oxalá Bruno na liderança esteja ao seu nível como treinador...

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  4. O Domingos tb tinha mto boa imprensa, só não tinha era o apoio e respeito do balneário!
    Jesualdo, do alto da sua sobranceria, teve medo e fugiu!

    A Leo Jardim só desejo paciencia e sabedoria pq no SCP à gente, infelizmente, q é quase impossivel perceber.
    Dp de quatro anos MISERAVEIS ainda há quem considere q Bettencourt, Godinho e Couceiro é q estavam certo!!!

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  5. Não estou de acordo Vitor,

    BdC ganhou as eleições apresentando aos sócios uma estrutura de futebol onde, mal ou bem, Inácio e Virgilio eram os nomes anunciados.

    Não faria agora sentido, que passado 3 meses, BdC alterasse essa estrutura só para que Jesualdo se sentisse bem e confortável.

    É uma pena que Jesualdo se tenha ido, principalmente neste momento, já que a equipa parecia estar a evoluir, mas acho que em nenhum lugar do mundo existem imprescindíveis.

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  6. Acima de tudo e dos projectos pessoais deverá estar o interesse do Sporting. É esse que conta e Bruno mais que ter um projecto sufragado foi sobretudo mandatado para salvar o Sporting. E se a nível financeiro poderemos ter iniciado um caminho mais realista e afastado por agora o descalabro eminente a que nos conduziram lideres incompetentes e irresponsáveis nas últimas 2 décadas, no capítulo desportivo era mais sólido na defesa do Sporting entregar responsabilidades organizativas e de planeamento a J.F. do que aos escolhidos de BdC sobretudo Inácio. Jardim é competente. Oxalá todos os outros (BdC incluído) sejam desportivamente tão competentes. Conheço Jardim do Beira-Mar e vi que trabalhou muito bem com um plantel modesto. Não lhe criem dificuldades...

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  7. J., a única coisa que é imprescindível é a qualidade, no plano técnico a substituição do treinador mantém essa qualidade, mas Leonardo não tem um longo percurso para puxar galões quando for preciso, seja interna ou externamente. Essa novidade introduzida por Jesualdo Ferreira e ausente de Alvalade há muitos anos deve ser assumida por quem esteja fora da área técnica. O episódio Paulo Bento foi um acaso em alguém que rapidamente se impôs no futebol não jogado, mas poucos, muito poucos conseguem evitar um castigo como Jesualdo fez quando foi expulso do banco. Principalmente se representarem o Sporting.

    Falta essa peça, ou melhor, penso que Inácio vai ser essa peça, na minha opinião com prejuízo relativamente a Jesualdo. A entrada de um treinador com o perfil de Leonardo Jardim, aumenta as responsabilidades de Inácio, para o bem e para o mal. O Presidente é ainda mais maçarico nestas andanças que Jardim e tem mais em que pensar.

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  8. Que belo texto.

    Tenho que concordar com esses 70x7.

    À margem; sem desonestidade intelectual que já não tenho pachorra para ingenuidades ou facciosismos:

    Bruno de Carvalho, o Nosso Presidente, foi eleito por ser Bruno de Carvalho; independentemente de qualquer nome acessório na sua equipa(nem Inácio, Virgílio ou o Vicente-este, não me merece qualquer respeito mouro).

    Tenha sorte/estrelinha e decida/gira em conformidade com as suas exigências/promessas anteriores a ocupar o cargo que hoje ocupa, e que exige respeito/conduta no Nosso Lema.

    Fiquem bem...neste 70x7 (que vai exigir muita engenharia).

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  9. LMGM, bom post no qual revejo muito do que me vai pela cabeça por estes dias. Entrar nos eixos, subir de nível até poder ambicionar o sucesso outra vez é uma tarefa de todos não apenas do Leonardo Jardim. Veremos o que diz a bancada quando olhar para o plantel 13/14.

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  10. Bom texto e concordo com a exigência dos 70 pontos.

    O Sporting e favorito em 84 pontos, que perca 14 parece-me bem, sejamos exigentes e melhores resultados virão.

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  11. Bom, vistas as coisas assim e reportando-me apenas ao desejo parece ser fácil.
    70 pontos corresponde a uma eficácia de um pouco mais que 75%...ou seja, ganhar 3 em cada 4 jogos.
    Creio que não será pedir nada de extraordinário, mesmo com os parâmetros definidos no post.
    Já repetir 7 vezes a "façanha" poderá ser mais complicado. Mas entendo bem o porquê do x7. É que ao fim de 70 x 7 o hábito da regularidade ficaria instalado e mais cedo ou mais tarde a coisa dava-se.
    Mas, já agora, que mal pergunte.
    Não se poderia fazer o negócio por 70 x 5?
    Porque o problema é que quando não se pede muito a cobrança costuma ser maior.

    Mas está bem visto, de facto.
    Uma base regular para o crescimento sustentado.

    SL

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  12. O Porto anda a bater recordes há 3 épocas consecutivas, sem perder há não sei quanto tempo, o que reflecte antes de mais o fosso para os restantes clubes e a perda de competitividade da Liga, fruto da situação económica que o país atravessa desde precisamente há 3 épocas e acaba de se sagrar campeão com 78 pts. Fora da crise económica muito dificilmente o campeão nacional faz 70 pts. E o Sporting é neste momento dos clubes mais afectados. Objectivo muito complicado pois.

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  13. Aqui há uns tempos li num blog um texto em que se pedia 69 pontos, pois segundo as contas do autor, 69 pontos teriam dado 7 dos últimos 10 campeonatos (na altura)...

    70 pontos entra no mesmo nível de exigência, mas se as coisa continuarem como nestes últimos anos já não darão os 7 campeonatos em 10...

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  14. Só acrescentar que se o país continuar a empobrecer ao ritmo do Gaspar também pode inviabilizar o objectivo pelo lado dos 16 clubes e 32 jornadas na 1ª Liga, independentemente da coragem e dos compromissos do Mário Figueiredo, cheio de vontade de aumentar ainda mais o número de clubes.

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  15. Veiga Trigo, neste momento nós não lutamos por títulos (em meu entender claro), lutamos sim para aumentar a competitividade do clube. O Sporting não deve nunca traçar objectivos pobres, sabemos todos que é idiota (mas não impossível) exigir campeonatos. Eu anulava essa pressão, esquecia o restante universo, centrava a luta, a conquista em nós, aumentar a nossa competitividade interna imediatamente. Se o Sporting conseguir fazer 70 pontos, independentemente do lugar na classificação (é irrelevante) estará um clube muito mais preparado para se erguer. E nunca deve ambicionar menor esforço, 70 x 5, é esse erro que não quero que o Sporting cometa. Tomar a(s) última(s) época(s) como padrão de comparação e diminuir a sua ambição.

    Fazendo uma analogia automóvel, se eu tenho um Fiat e quero um Mercedes, devo trabalhar para ter um Ferrari e não para ter um Toyota, sob o risco de o Toyota se tornar confortável, sem avarias e nunca mais trocar de carro.

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  16. Paulo Guerra, é essa mesma descida de competitividade do campeonato nacional que ajuda o Sporting a melhorar. Estamos a falar de um clube com infraestruturas de excepção a nível mundial, com condições económicas muito superiores a qualquer outro excepto os seus concorrentes, mesmo que o orçamento desça vertiginosamente, com uma formação modelar, com quadros técnicos superiores disponíveis às dezenas.

    Este clube não consegue fazer melhorar? Não consegue bater 75% dos jogos nacionais? Não consegue atingir 70 pontos?

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  17. LMGM,
    essa analogia é perfeita e representa um dos meus maiores temores para a próxima época e que parece estar-se a instalar na mente de alguns de nós, pensar que o Sporting fica confortável com um 5º lugar.

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  18. LMGM,

    Eu percebo o raciocínio, só chamei a atenção, queira-se ou não, 70 pts implica sempre luta pelo título até ao fim.

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  19. Caro LMGM,

    Nada a opor. Antes pelo contrário. É óbvio que o bom é inimigo do óptimo. Mas convenhamos, para o Sporting que conhecemos, com as limitações identificadas e pelos vistos agora levadas à prática, 70 pontos parece-me para já um pouco inatingível. Basta dizer que desde que o formato passou a ser de 16 clubes, nunca fizemos 70 pontos e com argumentos bem diferentes...
    Mas lá está, e concordando consigo em absoluto, o culto da exigência desportiva deverá acompanhar o do rigor que se promete.
    E ganhar 3 em cada 4 jogos não será à primeira vista uma tarefa tão descabida de exigir a um grande Clube. Mas que é dureza...

    E é justamente nessa medida que julgo que uma vez atingido o 70 x 5 (ou até x4), o Clube estará mais que pronto para atingir o topo. Provavelmente durante uma dessas 5x já nos terá dado uma grande alegria.

    SL

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  20. Paulo Guerra :) isso... Na cabeça de um atleta se eu chegar à pré-época e lhe meter como objectivo ser campeão, ele de imediato constrói uma barreira mental subconsciente que lhe diz "é impossível, isto é tudo maluco". Se eu transformar esse objectivo noutra formula mais humana, ele aumenta a sua motivação.

    Veiga Trigo, a melhor série de Jardim foram 13 jogos sem perder, imagine que eram só vitórias, podia dizer quando surgir um percalço "não há problema em perder, temos crédito para 3 derrotas...".

    Este jogo de motivação, o treinador do Paços usou este ano e o Fernando Santos em Alvalade, permite muita coisa. Exemplo, conforme for o calendário vamos imaginar que o primeiro clássico é à 5ª jornada, podemos dizer "Meus amigos, eu quero perder o nosso 5º jogo, não temos hipótese e por isso essa semana vai ser para descansar não vale a pena pensar em pontos nessa jornada, mas para isso precisamos de vencer os 4 anteriores, são eles, Belenenses, Marítimo, Braga e Vitória. Algum destes mete medo?"

    Se resultar, isto são teorias não certezas, o 5º jogo vai ser de loucos porque não acredito que ainda exista algum atleta que não acredite que consegue vencer qualquer jogo. A vitória é um vicio.

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  21. Só mais um pormenor, 70 pontos, seria o objectivo para uma equipa numa determinada época, 70 x 7 é um desafio para uma direcção, várias equipas, vários mandatos...

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  22. Sim, perfeitamente de acordo. É evidente que vitórias trazem vitórias. E se repararmos nos arranques dos últimos campeonatos, é sempre a correr atrás do prejuízo.
    E depois a inefável cambiante dos senhores do apito que quando a equipa se aproxima do topo acontece sempre um caso. Bastará recordar a série de vitórias interrompida pela deslocação à Luz onde apesar do tenebroso arranque o Sporting em caso de vitória isolava-se face ao Benfica e ficaria colado ao Porto. Isto foi na época passada. E quando assim é lá se vão os grandes objectivos e na maior parte das vezes os 70 pontos que seriam o corolário lógico da dinâmica da equipa transformam-se rapidamente em 50 e tal...
    Mas lá está, como muito bem refere, a imposição desportiva sem lampejo de roubo ou gamanços passa também pela afirmação dos valores do Clube enquanto grande Instituição. Daí os 70 x 7.
    Tenhamos fé!

    SL

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