quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Brilhantes vitórias nas modalidades


Futsal

A nível interno temos de começar com a brilhante e empolgante vitória do futsal leonino na Supertaça, defrontando o Benfica. Depois de um empate 3-3 no tempo regulamentar, e de novo empate, desta vez 4-4, no prolongamento, conseguimos uma emocionante vitória nos penalties por 3-1, que é a quinta consecutiva nesta competição, num total de onze, sendo ainda de considerar que esta vitória é “só” a oitava vitória consecutiva em todas as competições nacionais. 

Temos também de salientar que além do esforço de todos os jogadores, muitos deles chegados da Argentina havia poucos dias, vindos da conquista pela selecção da Finalíssima, o jovem guarda-redes Bernardo Paçó grande responsável pela conquista da Supertaça ao defender 2 penalties no desempate, demonstrou que apesar de se ver pouco em jogo o trabalho da equipa do nosso futsal é enorme.

Andebol

A nível internacional foi brilhante a vitoria da nossa equipa de andebol sobre os dinamarqueses do Bjerringbro-Silkeborg por nove golos de diferença (31-22) que acreditamos chegue, após a 2ª mão na Dinamarca, para conseguirmos a passagem desta eliminatória para a passagem à fase de grupos da EHF European League.

A nossa equipa tem uma deslocação difícil, no próximo sábado dia 1, ao terreno do Aguas Santas, seguindo-se a viagem à Dinamarca onde jogaremos no dia 4 a 2ª mão da EHF European League.

Basquetebol

Também brilhante a nível internacional está, até ao momento, a ser o comportamento da nossa equipa de basquetebol, que esta quarta-feira venceu no Kosovo a equipa alemã do BG Gottingen por 84-83 na meia-final do torneio de apuramento para a FIBA Europe Cup, indo na próxima sexta-feira disputar a Final com a equipa belga do Antwerp Giants. 

Na Liga depois de adiados os jogos do Sporting nas duas primeiras jornadas, devido aos jogos internacionais de Sporting e Benfica, a nossa equipa receberá a Oliveirense na próxima quarta-feira no PJR, num encontro a contar para a 3ª Jornada.

Hóquei

Menos brilhante foi o comportamento da nossa equipa de hóquei na 2ª jornada do Campeonato com uma derrota no Pavilhão da Luz. Com uma primeira parte bastante razoável, indo para o intervalo a vencer por 1-0, a segunda parte foi um perfeito descalabro, começando com o sofrer o golo do empate logo ao primeiro minuto e acabando por sofrer mais quatro golos. Esperemos que tenha sido uma noite má e que no próximo domingo em Paço de Arcos já tenha um comportamento mais consentâneo com as suas capacidades.

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

O milagre de Santos


Fernando Santos realizou dois milagres à frente da selecção nacional ao conseguir o que nunca antes havia sido feito no escalão sénior: a conquista do Euro e da Taça das Nações. Feitos que o colocarão para sempre na história do futebol nacional, não sabendo nós sequer se alguma vez serão repetíveis, Se o histórico continuar a ser o padrão, os respectivos troféus continuarão por muito tempo sozinhos no pedestal mais alto da sala de troféus federativa.

Essas conquistas parecem cada vez mais longínquas e, a avaliar pelo desempenho da selecção de lá para cá, a sua repetição nem tem direito a sonho. Com excepção de um jogo aqui e acolá, os jogos das equipas do actual seleccionador bem que mereciam o alto patrocínio de uma marca do mais potente dos indutores do sono do mercado.

Se é por gratidão que Fernando Santos se mantém no cargo os valores e os juros entretanto já pagos em desperdício de talento e valor erodido concorrem para desgastar o que foi tão valorosamente ganho. Quem sabe um acordo FPF/Fisco não despoletaria no selecionador o desejo da reforma merecida. Neste momento assistimos ao terceiro milagre de Santos: ao contrário do milagre das Bodas de Caná, está a transformar em vinagre todo o precioso vinho que tem à sua disposição.

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Nesta vitória não devem conseguir passar uma esponja


Quando o Sporting conquista mais um título no futsal os números são de tal forma avassaladores que a dúvida instala-se quanto à nota merecedora de maior destaque:

Oitavo titulo nacional consecutivo.

Quinta vitória consecutiva na Supertaça, num total de 11: 2001, 2004, 2008, 2010, 2013, 2014, 2017, 2018, 2019, 2021, 2022

Um total de 17 títulos de campeão nacional: 1990/91, 1992/93, 1993/94, 1994/95, 1998/99, 2000/01, 2003/04, 2005/06, 2009/10, 2010/11, 2012/13, 2013/14, 2015/16, 2016/17, 2017/18, 2020/21, 2021/22, dos quais os últimos 5.

9 Taças de Portugal: 2005/06, 2007/08, 2010/11, 2012/13, 2015/16, 2017/18, 2018/19, 2019/20, 2021/22

4 Taças de Liga: 2015/16, 2016/17, 2020/21, 2021/22

2 Taças dos Campeões Europeus: 2018/19, 2020/21.

São estes números, associados ao número de atletas nacionais que o Sporting fornece à selecção nacional, que tornam vergonhosa (as outras expressões que me ocorrem não sei se ficariam bem aqui) o blackout a que foi votado o nome do Sporting, de Nuno Dias e até a que clube pertenciam os atletas na mais recente conquista da Finalíssima, em Buenos Aires. O remate final nesta falta de consideração (versão benévola) foi terem perguntado a Nuno Dias, nas vésperas da final de ontem, se ia aproveitar o trabalho feito por Jorge Braz na selecção, quando é precisamente o inverso que tem sucedido, como é óbvio. Muito bem esteve Miguel Afonso, vogal para as modalidades do actual Conselho Directivo, a por os pontos nos iis.

A vitória de ontem, à semelhança de quase todas as anteriores, foi extremamente equilibrada, apesar do Sporting ter estado sempre na frente do marcador. Tanto assim foi que a vitória foi carimbada no recurso aos penalty's, tendo a dose certa de sorte decidido a nosso favor. Menção honrosa justa para a forma como o adversário se bateu, nunca dando o jogo como perdido, o que só tornou a vitória mais saborosa. Mas, valha a verdade, como foi reconhecido por todos, podia ter caído para o lado contrário.

terça-feira, 20 de setembro de 2022

O regresso das modalidades


Autor: 8

Começaram este fim de semana dois dos principais campeonatos nacionais das modalidades de pavilhão, depois de se terem disputado as respectivas Supertaças e os Troféus Stromp.

Andebol

O andebol depois de ter vencido o Belenenses na meia-final por 38-24, perdeu a final da Supertaça para o Benfica num jogo muito emocionante por 43-45, após 2 prolongamentos, em que não começámos bem o jogo e no inicio da segunda parte chegámos a estar a perder por 9 golos, mas com um excelente final do período regulamentar conseguimos levar o jogo para os prolongamentos, onde acabámos por não ser felizes.

Na 1ª jornada do campeonato fomos a Setúbal derrotar o Vitória por 29-24, diferença bastante inferior à registada na conquista do Troféu Stromp onde o mesmo adversário foi batido por 37-24. Para a 2ª jornada do Nacional receberemos no próximo sábado o Marítimo e na terça feira 27 os dinamarqueses do Bjerringbro-Silkeborg para a qualificação para a Liga Europeia da EHF ambos no João Rocha.

Hóquei

O hóquei em patins começou com a disputa da Elite Cup em Tomar. Depois de no primeiro jogo termos vencido o HC Braga por 4-1, perdemos a meia-final com o FC Porto por 4-2, e fomos discutir o 3º/4º lugar com a Oliveirense em que ganhámos por 3-2. Entre a Elite Cup e o início do Campeonato disputámos com o SC Tomar o Troféu Stromp que vencemos por 6-3. O Campeonato começou da melhor maneira. Recebemos e vencemos o FCPorto por 4-2, num jogo equilibrado, resolvido nos últimos cinco minutos com golos de Platero e Toni Pérez. Importante esta vitória para um bom começo de campeonato muito difícil, com a 2ª jornada a termos como adversário o Benfica no Pavilhão da Luz.

Basquetebol

O basquetebol regressou com o Torneio de Lisboa. Um torneio sem sorteio, onde foi distribuído jogarmos com a melhor das equipas espanholas que nos visitaram, e onde a final seria disputada no Pavilhão da Luz. No primeiro jogo vencemos, no João Rocha, o Unicaja Baloncesto por 85-82 num jogo muito bom e muito disputado. A Final disputada no dia seguinte em casa do adversário, que tinha vencido uma equipa espanhola de nível inferior, terminou com a nossa derrota por 90-89 após prolongamento. 

Disputámos a seguir o Troféu Stromp onde a nossa equipa defrontou o Vitória de Guimarães, equipa bem arrumada e com uma excelente percentagem de lançamentos de 3 pontos, mas depois de um começo algo titubeante lográmos uma boa vitória por 106,91. No passado sábado foi disputada a Supertaça, onde num jogo sempre controlado, e dominado, pela nossa equipa respondeu o Benfica nos últimos minutos mas não conseguindo mais que reduzir a diferença no marcador, tendo terminado com a vitória leonina por 89-84, repetindo o êxito da Supertaça da época passada. 

O próximo jogo da nossa equipa será no Kosovo, com o KB Trepça, na próxima quarta-feira dia 28. O campeonato começa no próximo fim de semana, mas devido aos compromissos europeus de Sporting e Benfica, com quem jogamos na 1ª jornada no PJR, os jogos destas equipas nas 1ª e 2ª jornadas foram adiados e ainda não temos conhecimento das datas. Na 2ª jornada iremos a Albufeira jogar com o Imortal.

Futsal

O futsal disputou e venceu o seu Troféu Stromp num jogo algo complicado com o Portimonense por 5-4, ainda com os leões que fariam parte da selecção que tão brilhantemente venceu a Espanha na Finalíssima do futsal mundial, em Buenos Aires. Já sem os internacionais disputámos o Torneio Vila de Cascais onde fomos derrotados pelo Sp de Braga, vencedor do torneio, por 2-4 e derrotámos a Quinta dos Lombos por 5-4. 

Voleibol

O voleibol está atrasado. O campeonato só começa a 8 de Outubro, mas no passado sábado a nossa equipa disputou e venceu o respectivo Troféu Stromp defrontando a equipa espanhola do CV Melilla por 3-0.
O ténis de mesa também disputou e ganhou o seu Troféu Stromp vencendo a Novelense por 3-0.

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Leão que não morde acaba comido


No futebol como na selva quem não mata sujeita-se a ter uma vida curta. É o que aconteceu ao Sporting nesta edição da Liga, a morte precoce como candidato ao titulo deste ano. Só uma hecatombe generalizada e um resto de prova imaculada permitiria a ressurreição. 

Tal como no jogo com o Chaves, o Sporting dominou mas marcou menos que o adversário. E, tal como nos jogos anteriores, apesar de ter dominado o jogo (71% de posse de bola), teve apenas três (!) remates enquadrados, tantos como o adversário. Muito pouco para tanto domínio.  

À atenção de Rúben Amorim, que na conferência de imprensa referiu que temos que ser mais eficazes nas oportunidades criadas. Quais? A verdade é que criamos muito pouco perigo real para o domínio que exercemos.

sexta-feira, 16 de setembro de 2022

A selecção de todos eles

De forma completamente incompreensível do ponto de vista técnico e um erro crasso do ponto de vista "politico", os seleccionadores nacionais optaram por abdicar de jogadores do Sporting para representar a selecção nacional. 

Um, entre os muitos exemplos, é o caso de João Mário, pilar da equipa do Sporting que se sagrou campeã há duas épocas e que este seleccionar então optou por ignorar nas suas convocatórias. Ou estranho caso de Gonçalo Inácio, titular indiscutível há três épocas consecutivas mas com o triste pecúlio de QUATRO (!) internacionalizações sub-21. 

Ao contrário do que se pode pensar de forma primária, a não convocação para a selecção não é boa para descansar. Quando alguns dos nossos jogadores constantemente ignorados vêm os outros colegas ser chamados e a acumular internacionalizações (alguns deles só depois de sair do Sporting...) deve-lhes ocorrer que não só é mais difícil jogar no campo (veja-se o caso dos cartões amarelos, p.ex.) como também para a sua carreira pessoal. Parece ser essa a mensagem que os seleccionadores querem deixar, de uma forma cada vez menos subliminar.


quarta-feira, 14 de setembro de 2022

A noite da revolta dos mal amados


O Sporting de Amorim ofereceu-nos uma noite memorável, deixando para a história uma das melhores exibições de que tenho memória. Paciência, concentração, humildade, abnegação, entrega, eficácia, foram os ingredientes de um jogo a roçar a perfeição, coroando aqui e ali com pormenores deliciosos.  Isto perante uma equipa recheada de jogadores talentosos e um treinador permanentemente orientado para os resultados e que vem fazendo uma época prometedora. E um clube que investiu no reforço da equipa mais de cento e cinquenta milhões de euros.

Se dúvidas houvesse Rúben Amorim (e os seus jogadores, com ele) calou a boca aos que queriam a sua cabaça servida numa bandeja. Esta foi mais uma vitória de autor, como aliás têm sido as nossas conquistas desde que ele chegou. Talvez só ele acreditasse que isto seria possível há um par de meses atrás. 

Confesso ser precisamente os jogos da Liga dos Campeões aqueles que eu mais temia quando olhava para a época em frente. Sem Palhinha, Matheus Nunes e Sarabia não me parecia que estivéssemos à altura das exigentes tarefas que este grupo ia colocar. As limitações impostas por lesões diminuíam ainda mais as possibilidades. A resposta dada pela equipa à minha descrença é difícil de adjectivar. Que ela tenha sido carimbada na jogada final protagonizada Esgaio, Paulinho e Arthur, três jogadores escolhidos por Amorim, frequentemente injustiçados e por ele lançados no jogo é justiça poética. Inteiramente merecido o prémio para os quatro.

Agora que as emoções já estão próximas de serem refreadas, porque temos já de seguida que domar panteras aos quadradinhos, ocorre-me que não ganhamos nada, que ainda pode acontecer Sporting, tal como o Rúben Amorim tão bem lembrou (o ano passado começamos com duas derrotas, este ano, coiso...). Mas estaria a ser injusto com ele e com a equipa que tão bem tem orientado. 

Os resultados são o mais importante, mas não os conseguimos controlar. O que está sob nosso (dele) controlo é todo o processo com que se constrói uma equipa, se treina, se orienta e se extrai o melhor de cada um. E é aí que estou absolutamente tranquilo, mesmo quando discordo dele. É verdade que a vitória de ontem não nos deu nenhum título mas é sobre resultados assim, conquistados com este brilho, ante adversários poderosos, em competições com o alcance mediático da Liga dos Campeões que se constrói uma identidade vencedora. Ganhar também pode ser um hábito.

Um apêndice final: que os árbitros portugueses e respectivos dirigentes associativos e tutelares tenham visto este jogo para perceberem o que a função exige: maior descrição, maior humildade e maior acerto.

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

O miúdo a quem tiraram a camisola: Indignação que não passa de uma farsa


O Sporting ganhou de forma absolutamente categórica ao Portimonense, tornando mais fácil o que parecia poder ser um jogo complicado. O adversário estava moralizado e nós vínhamos de um encontro extenuante, o que obrigou Rui Amorim a fazer algumas trocas nos jogadores titulares. Não é incomum assistir à perda de pontos na ressaca de um jogo europeu com estas características.  

Mas do fim-de-semana ressaltou um facto que está a merecer todas as atenções do mundo do futebol nacional. O caso do menino que foi obrigado a tirar a camisola no jogo Famalicão - Benfica. 

Não deixa de ser curioso que só agora um caso como este mereça esta projecção mediática quando não é inédito nem em Famalicão, nem nos estádios portugueses. Como o caso se tornou incontornável não falta quem venham hoje rasgar as vestes de indignação, como se o sucedido fosse inédito e não resultasse da incúria e desleixo em cascata: dos governantes, dos responsáveis organizativos até aos clubes. 


Todos eles se pronunciaram como se o caso fosse virgem e não tivessem directa ou indirectamente responsabilidades no assunto. Mas o acontece que não é embora venham todos agora, também em cascata, fazer de conta que estão surpreendidos:

O Secretário de Estado, João Paulo Correia disse "o que que se passou exige o maior protesto, e que as entidades envolvidas têm de prestar esclarecimentos pelo sucedido”.

O Presidente da Liga afirmou que “se queremos que o futebol seja uma festa para as famílias, temos de reflectir quanto ao significado de uma criança ser obrigada a despir a camisola do seu emblema pelo simples facto de estar numa bancada onde a maioria dos adeptos torce por outro clube. Não é este o futebol que queremos”.

O clube da criança, o SLB, veio dizer, entre outras coisas “Queremos um futebol diferente e todos temos de contribuir para isso”. Sim, esse mesmo clube cuja ilegalidade das claques continua saliente e cujos adeptos continuam em estádios e pavilhões a festejar, com assobios a imitar um very-light,  o pior acontecimento num estádio de futebol: a morte de um  adepto aos olhos dos seus familiares.

Todos os clubes desejam e proclamam aos quatro ventos que o futebol seja um espetáculo apelativo para os adeptos, de forma a que estes acorram aos estádios e estes se encham, reproduzindo os melhores exemplos conhecidos. Porém as praticas estão muito longe de conseguir resultados práticos satisfatórios. Tirando os jogos grandes e onde os três grandes acorrem, poucas vezes se registam bancadas cheias. Aliás, assiste-se agora ao triste fenómeno de se fecharem bancadas para que o acesso aos estádios seja apenas permitido aos associados do clube anfitrião e acompanhantes destes e à quota obrigatória de adeptos forasteiros, vedando-se o acesso aos lugares sobrantes. A imagem abaixo ilustra o estádio de Braga, quando da última recepção ao FCP, precisamente na casa do presidente do clube que vem pregando aos quatro ventos uma fórmula milagrosa para salvar o futebol português.... Aconteceu o mesmo aquando da visita do Sporting, recentemente.


No âmbito interno, também o Sporting precisa de reflectir sobre a presença dos seus adeptos em Alvalade. Tanto quando me apercebo, continuamos a ser o único clube com uma parte da sua bancada ( a sul) por preencher. As assistências previstas, de acordo com os bilhetes e gameboxes vendidos, ficam sempre aquém do esperado, como aconteceu esta semana, ao não chegarem a trinta mil o número de presentes, quando a expectativa apontaria para um número próximo dos quarenta mil. Ninguém, dos responsáveis aos adeptos, pode não deixar de se interrogar sobre o que se está a passar connosco, o que sucede em contra-ciclo com o momento.

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Wunderbar!


Noite para a história em Frankfurt. De um inicio que parecia confirmar os receios até dos mais confiantes,  a uma vitória de sonho, assim se escreve uma noite memorável pelos números e pelo ineditismo. À décima quinta partida ficou quebrado o enguiço.

De facto não podia ter começado pior. Aquele passe de Ugarte quase que nos punha em desvantagem logo no inicio da partida. E, como se não bastasse, porfiamos nos brindes e ofertas, confirmando uma tendência estranha deste inicio de época e que pode ser explicado como falta de confiança instalada pelos resultados adversos. Nesse sentido, uma vitória como a de ontem pode ser a vitamina que estava a faltar para voltarmos ao nível que desejamos e que esta equipa nos habituou nas duas épocas transactas. 

Hoje ninguém se lembra da falta de um ponta-de-lança mas sobretudo da ideia de que Rúben Amorim está ultrapassado e a sua tácita precisar disto e daquilo. Se há alguém que merece ficar registado na nossa história como aquele que derrubou a malapata dos jogos na Alemanha é ele. É uma vitória de autor, uma lição bem dada e que, infelizmente para nós, o coloca ainda mais na montra dos técnicos mais desejados.

Nada se consegue sem sorte, e ontem ela esteve lá quando foi precisa. Mas também é preciso qualidade e classe para os momentos decisivos. E essas foram também notórias tanto em Adán como em Edwards. Ou em Coates, Ugarte, Pote, Porro, Morita e Trincão. 

Desses e de toda a equipa há que destacar a classe de Edwards - um golo, uma assistência - que, apesar de não estar a jogar na posição onde se sente mais confortável, foi o nosso jogador mais perigoso e acutilante. 

Ao seu lado fica bem Ugarte com uma exibição marcada por algumas acções desastradas e outras coroadas pela excelência. Foi o jogador da noite da Liga dos Campeões com mais desarmes (10). Mas não só. Segundo dados Goalpoint, o uruguaio teve 14 recuperações de posse, dez acções defensivas no meio-campo contrário e dez desarmes, todos máximos do jogo. Somou ainda quatro intercepções (segundo valor mais alto), três bloqueios de passe, completou as três tentativas de drible e registou o máximo de acções com bola (95). Wunderbar! (maravilhoso). Tal como a vitória alcançada. 

Foto: Sapo Desporto

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Na linha da recuperação a Liga dos Campeões chega cedo


A vitória do Sporting no Estoril foi categórica e parece ter devolvido a equipa a uma normalidade a que nos habituamos a reconhecê-la. 

Muito interessante a estreia a titular de St. Juste que, juntamente com Matheus Reis, emprestou novas possibilidades à forma como construímos o nosso jogo. Muito acerto no passe e um golo que acabou por obrigar o adversário a dar mais espaço nas costas, o que acabou por ser determinante para o golo de Edwards, em mais uma assistência soberba de Pote. Uma primeira parte digna do Sporting que gostamos de ver jogar.

Muito diferente seria a segunda parte. Rúben Amorim prefere assumir o controlo dos jogos quando o resultado nos sorri a ir à procura da ampliação do resultado, preferindo a segurança e a gestão do resultado a arriscar perder os equilíbrios. O adversário não teve um único remate enquadrado com a baliza de Adan, uma imagem suficientemente eloquente do que foi o jogo.

Ainda assim é importante notar o elevado número de erros individuais sem que estes tenham resultado de acções do adversário. O que parece ser um sinal claro de que os resultados negativos recentes podem ter afectado a confiança dos jogadores, o que é de todo natural.

Nesse sentido o próximo compromisso - o jogo com o Eintracht de Frankfurt - talvez chegue um pouco cedo no calendário. Seria preferível que estes compromissos de superior nível de exigência se atravessassem o nosso caminho numa fase em que a confiança estivesse num nível superior. Foi visível este fim-de-semana que o adversário, que é nada mais nem menos que o titular da Liga Europa do ano passado, está muito bem apetrechado e que o mau inicio de época parece estar ultrapassado. 

Para sair com vida da Alemanha (leia-se com ponto(s) o Sporting vai ter que correr muito, correr bem e sobretudo saber sofrer. Lindstorm, Gotze e Kamada a servir Kolo Muani, parecem comboios de alta velocidade. Um meio campo a dois, a pressão alta, com a equipa com as linhas e as trocas de bola no ataque móvel do jogo com o Estoril têm tudo para ser mel para as transições ofensivas dos alemães. As falhas individuais serão seguramente punidas com elevado requinte de crueldade.

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

A pior aquisição deste mercado


Terminou de forma estranha, para não dizer bizarra, o mercado de verão. O velho Sporting está de volta, o Sporting Vintage, o Sporting do excesso de ruído, dos especialistas e tudólogos. Um velho Sporting também que regressa, que andou nas casernas a disfarçar o incómodo de ter que engolir o sucesso, apesar dos vaticínios (ou desejos?) diários da horror, da tragédia, do insucesso. Aqueles a quem o título custou um sorriso amarelo regressaram em força. Esta foi a pior aquisição do mercado, estou certo.

Parece já longínquo o tempo do "onde vai um, vão todos". E é bom lembrar por onde tudo começou: na liderança. No caso mais concreto, em Rúben Amorim. Ora é precisamente na liderança que o mercado falhou, sobretudo após a venda de Matheus Nunes. Não peçam aos adeptos para ser racionais quando de cima a racionalidade pareceu ter entrado férias. Há muitas decisões incompreensíveis, tais como:

- O timing da venda de Matheus Nunes, na véspera do clássico. É certo que compra, manda, mas a cartada da cláusula de rescisão poderia ter sido jogada? Havia cláusulas obrigatórias de venda mediante determinados valores?

- O tempo e a forma como Matheus Nunes foi substituído. Para muitos o tempo despendido na aquisição representou impreparação, incúria. Quanto a mim demonstra como a saída do jogador também apanhou desprevenida a SAD e não apenas o treinador, a avaliar pelo trabalho feito desde janeiro e mesmo até desde o ano passado. A escolha por uma promessa de jogador (Sotiris) ao invés de "um valor seguro" representou uma decepção, por representar um claro declínio de qualidade do plantel, sobretudo se somado a outras saídas importantes.

- A azia de Rúben Amorim deixou transparecer talvez a primeira brecha nos alicerces da nossa competitividade: comunhão de ideias e de estratégia entre o triunvirato do sucesso: Varandas / Viana / Amorim. Desde então saltaram da tumba todos os zombies, a explorar as mais estapafúrdias teorias da conspiração, conforme a preferência de cada um.  Toda a gente de repente tem fontes, mesmo que as afirmações não se confirmem. "A culpa é do Varandas, que não lhe dá o que quer", "o Amorim que se deixe de amúos", "o que anda lá a fazer o Viana?", etc, etc. As afirmações recentes de Varandas e Amorim levam a crer que as diferenças de opinião terão sido sanadas ou os superiores interesses prevaleceram.

 - A história de "um ponta-de-lança para concorrer com Paulinho" vai marcar a passagem de Rúben Amorim pelo Sporting. Também aqui à teorias conspirativas para todos os gostos e necessita de um esclarecimento que os adeptos entendam. É que é difícil de entender porque é o Sporting só tem Paulinho para o lugar, parecendo que o Sporting quer mais uma vez ser pioneiro sem que se percebam as vantagens. O argumento de que "não há dinheiro" é difícil de invocar quando se gastaram mais de 40 milhões de euros em aquisições, algumas delas redundantes quando outras demonstram claras carências. Tenho  muitas dúvidas da eficácia do "ataque móvel" o qual, sem Sarabia, parece desprovido de poder de fogo.

- Um aspecto menos importante mas não de descurar, tem a ver com a gestão de expectativas. O Sporting cresceu nestes últimos dois anos em organização e competitividade, criou outras responsabilidades até mesmo a nível internacional, com a qualificação pouco provável mas merecida para a fase a eliminar da Liga dos Campeões. A mobilização dos adeptos é notória. Mas como seria agora a venda das Gameboxes, após este mercado?

Do ponto de vista do reforço do plantel a impressão que fica é que, no cômputo geral, este mercado foi uma oportunidade perdida, com uma clara descida da qualidade do plantel e das soluções à disposição de Amorim.  Só os resultados ajudarão a desmentir a impressão generalizada. Que seja já hoje no Estoril.

Nota importante: independentemente da impressão de cada um é lamentável o que foi dizendo de alguns dos jogadores contratados, alguns dos quais nunca viram jogar.

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