Supercoça
A história da Supertaça é breve: o Sporting tinha um plano delineado e aparentemente bem estudado. Pelo menos foi isso que transpareceu nos primeiros minutos, até sofrer o golo. E a estratégia parecia ser aguentar o adversário e tentar marcar. Mas para lá desse plano não parecia haver outro e por isso, quando o Benfica marcou o Sporting ficou à deriva. Andar à deriva é o caminho mais rápido para um naufrágio doloroso, que foi o que aconteceu.
Se é verdade que podia ter sido melhor, caso as oportunidades dos primeiros minutos tivessem sido concretizadas, não é menos que podia até ter sido pior a partir do segundo golo. Pode-se pensar que foi o azar, próprio do jogo. Mas não foi apenas o acaso. O Bruno Fernandes provavelmente teria marcado caso o guarda-redes ficasse na baliza à espera, como fez Renan no primeiro golo de Rafa. Pormaiores que fazem toda a diferença.
O jogo acaba por ser o espelho da pré-epoca de ambas as equipas: de um lado uma equipa titubeante, cheia de dúvidas e incertezas, com processos de jogo muito crus, mal definidos em todos os momentos (defesa/construção/ataque) que não potencia o valor dos jogadores que é bem maior do que "aquilo" que se viu. A quantidade de golos sofridos e marcados ilustram-no bem.
Do outro um treinador que não apenas tem à sua disposição um plantel rico mas também sabe o que quer e prepara a sua equipa para vencer. Dessa forma os jogadores executam com conforto e segurança e são perfeitamente conhecedores do que se lhes pede.
A Supertaça foi afinal uma Supercoça. Com mais ou menos golos porém não me apanhou de surpresa, bastou ver os jogos da pré-época. E, assim de repente, a semana que hoje começa vai ser muito mais importante para o resto da época do que alguma vez imaginaríamos.
Se é verdade que podia ter sido melhor, caso as oportunidades dos primeiros minutos tivessem sido concretizadas, não é menos que podia até ter sido pior a partir do segundo golo. Pode-se pensar que foi o azar, próprio do jogo. Mas não foi apenas o acaso. O Bruno Fernandes provavelmente teria marcado caso o guarda-redes ficasse na baliza à espera, como fez Renan no primeiro golo de Rafa. Pormaiores que fazem toda a diferença.
O jogo acaba por ser o espelho da pré-epoca de ambas as equipas: de um lado uma equipa titubeante, cheia de dúvidas e incertezas, com processos de jogo muito crus, mal definidos em todos os momentos (defesa/construção/ataque) que não potencia o valor dos jogadores que é bem maior do que "aquilo" que se viu. A quantidade de golos sofridos e marcados ilustram-no bem.
Do outro um treinador que não apenas tem à sua disposição um plantel rico mas também sabe o que quer e prepara a sua equipa para vencer. Dessa forma os jogadores executam com conforto e segurança e são perfeitamente conhecedores do que se lhes pede.
A Supertaça foi afinal uma Supercoça. Com mais ou menos golos porém não me apanhou de surpresa, bastou ver os jogos da pré-época. E, assim de repente, a semana que hoje começa vai ser muito mais importante para o resto da época do que alguma vez imaginaríamos.
