É lindo, não é Erick?
Fica escrito, muito contra minha vontade, mas merecidamente.
De 18/19 para cá começou isto. Adorei desde logo ver Erick Mendonça no nosso - meu e dele - Sporting. Dois anos de confinamento ajudaram, houve quem fizesse massa-mãe, eu vi futsal. Aproveitei, diverti-me muito seguindo jogos e redes desta equipa, e já se sabe, quem me diverte e entretém, tem a minha atenção. Se for um leão, leva-me o coração verdibranco.
Erick é um universal e isso nota-se em tudo: a sua irreverência é madura, a sua maturidade irreverente, está bem em todo o lado e com todos. E quando não está, tem toda a razão certamente.
Em 2019, na festa da Champions, chegou, pegou no micro e eu acordei: "cá está, é como nós!", e se eu me sentia órfã de mais como eu.... Não deixei mais de o acompanhar. Na alegria e na tristeza (muito pouca, raríssima com estes bravos), nas bocas ou festejos, no bom e mau ganhar, de cabelo às cores ou sobrolho aberto, Erick é um campeão.
Mas os campeões às vezes têm de ir (não têm, ainda me estou a convencer) à sua vida, de maneira que fico assim, sem mo Erick. Eu sei, há o resto e o resto são todos, e nenhum me é indiferente (quem me conhece ou segue no Twitter sabe, mas isto hoje é sobre o Erick). Nenhum me é indiferente, mas... universal chega a todo o lado, é por aí com ele.
Uma coisa é certa: é o primeiro que sai do Sporting e vou fazer questão de acompanhar (até ao natural regresso, claro). Té já, boy.
