terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Izmailov. Que solução?
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| Izma, outra vez sem treinar... |
Mas hoje também é dia para celebrar. Faz hoje 26 anos:
sábado, 23 de junho de 2012
A porta da rua é serventia da casa
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Uma jóia do Czar por este Rio acima
Sporting - Rio Ave, 1-0.
Ao intervalo: 1-0.
Marcador: 1-0, Izmailov, 35 minutos.
Sporting: Marcelo, João Pereira, Xandão, Anderson Polga, Insúa, Daniel Carriço, Elias, Schaars (André Santos, 80), Izmailov (Evaldo, 86), Van Wolfswinkel e Diego Capel (Pereirinha, 70).
(Suplentes: Tiago, Evaldo, Matias Fernández, Pereirinha, André Santos, André Martins e Ribas).
Rio Ave: Huanderson, Jean Sony, Gaspar, Éder, André Dias, André Vilas Boas, Vítor Gomes (Braga, 46), Tarantini, Yazalde (Mendes, 60), João Tomás (Anselmo, 75) e Christian Atsu.
(Suplentes: Paulo Santos, Ricardo Pateiro, Kelvin, Braga, Mendes, Anselmo e Wires).
Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Huanderson (18), João Pereira (26), Jean Sony (36), João Tomás (42), Van Wolfswinkel (45+1), Gaspar (90) e Elias (90+3).
Assistência: 25.107 espetadores.
domingo, 18 de setembro de 2011
O reforço que nunca mais chega
- Guarda-redes: Rui Patrício e Marcelo.
- Defesas: Rodriguez, Onyewu, Evaldo, Pereirinha, João Pereira, Polga e Insúa.
- Médios: Schaars, Capel, Matias Fernández, Rinaudo, André Santos, Carrillo e Elias.
- Avançados: Wolfswinkel, Bojinov e Diego Rubio.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Izmailov e outras renovações em curso
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Cadeiras verdes

(foto retirada de ogol.com.br)
Leio hoje que sempre se irá avançar para a colocação de cadeiras verdes no estádio, o que saúdo.
Estamos a falar da identificação dos adeptos com o seu próprio estádio e, claro, da possibilidade
de receitas de marketing, aspecto que parece não ter sido tomado em consideração aquando da sua concepção. Algo impensável se fôssemos realmente liderados por "gestores de topo" como tantas vezes foi apregoado. Adiante.
Sendo assim, e para cumprir uma das suas promessas eleitorais, irão ser substituídas as cadeiras, trocando o visual policromático por um mais consentâneo com as nossas cores.
Segundo O JOGO:
"O JOGO sabe que este valor está fixado em cerca de 1,2 milhões de euros, uma soma substancial, mas que se espera abatida dentro de pouco tempo com os acordos publicitários que os dirigentes leoninos pretendem acertar para a zona em questão. "
Este custo comporta apenas a substituição das cadeiras? Haverá alguma verba a pagar ao arquitecto responsável pelo projecto (duvido que não haja) e se sim, quanto? Nos 100 milhões falados, esta despesa já estava contemplada? Se não, irá retirar-se dos supostos 40 milhões que se falam que serão usados para reforço do plantel, uma vez que os 60 já tinham destino?
Por falar em reforços, dos quatros que se fala, nenhum deles é Hugo Almeida. E ainda bem! Para
pontas-de-lança pouco eficazes e caros, já bastam os que passaram pelo clube nos últimos anos. Não é que fique descansado com o nome que se fala para o ataque, Bobô, porque tendo em conta os seus dados e a ser verdade o salário que pretende parece-me que estaremos novamente a comprar gato por lebre.
De registar ainda o regresso de Caneira e Izmailov aos treinos de conjunto, principalmente deste último. Se para esta época há que minimizar ao máximo os estragos causados, creio que será um reforço importantíssimo para a próxima época, desde que as lesões o deixem em paz (o Costinha já o deixou).
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Noticias do mercado: quem vai agitar quem?
Digo isto porque, a serem verdade as noticias que por aí circulam, o Sporting poderia aproveitar agora oportunidades que podem não se repetir. Não tenho dúvidas que 7 / 8 milhões por Vuckcevic seriam um bom encaixe face à produção irregular do montenegrino. Lembro-me do que se passou o ano passado com Izmailov para o justificar, sendo que o russo, lesões à parte, já fez mais com uma perna que Vuk com as duas mas sem a cabeça que lhe falta.
Já o mesmo não direi de Liedson. Não acredito que os clubes brasileiros abram as bolsas para pagar muito dinheiro por um jogador com a idade do baiano e sem a devida compensação o Sporting não se poderá suprir o lugar em aberto. A não ser que se entenda que, como se deduz do que diz hoje o DN, o Sporting esteja com dificuldades de fazer face aos compromissos que assumiu com ponta-de-lança. Talvez seja a altura de nos conformarmos apenas com os dividendos desportivos, esquecendo qualquer realização de capital.
Postiga é um jogador pouco popular entre os Sportinguistas e não falta quem gostasse de o ver de costas. Acontece que pelos valores que se falaram, 2,8 milhões o Sporting faria um mau negócio, mesmo que esse fosse apenas pelo valor dos 50% do passe que detém. Por esse valor o Sporting não compra nenhum avançado por valor idêntico, muito menos internacional A português, que, com a chegada de PB vislumbra aumentar o número de internacionalizações e hipotética valorização.
Sobre Patrício falei ontem aqui. Carriço dependeria do preço oferecido. Izmailov é apenas uma ilusão. Ninguém vende um jogador lesionado a não ser a preço de outlet, isto é, saldo sobre saldo.
É por isso ainda mais lamentável a forma e o timming escolhido por Bettencourt para se demitir. Tivesse apenas rectificado as más decisões e o Sporting estaria agora habilitado para preparar antecipadamente o plantel do próximo ano.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O preocupante abandono dos indispensáveis
Podemos até pensar que, no caso quer de Vukcevic quer de Izmailov, a culpa ou a responsabilidade da situação em que se encontram não seja exclusiva do clube. Mas é também evidente que são já demasiados os casos como os deles para não nos interrogarmos sobre a gestão dos recursos humanos em Alvalade. E admitindo que se tratam de jogadores com feitio especialmente problemático não ajuda muito a promover a sua venda deixar passar a ideia que o clube está ansioso para os ver pelas costas, como insistentemente vem aparecendo nos jornais nos últimos dias. À sua mais que provavel saída ficará também na mente de muitos Sportinguistas a ideia de que o seu rendimento nunca chegou a corresponder ao que o seu talento prometia, que agravará a sensação de desperdício de valores: o do rendimento desportivo e da mais valia financeira.
Não é surpresa para ninguém os números que vêm hoje no "Jogo". A quebra de 30% de público nos últimos 4 anos está intimamente ligada à descida a pique da qualidade do futebol exibido. Sem futebol de qualidade e competitividade os Sportinguistas vão preferindo outros espectáculos, como em tempos foram aconselhados. De todas as saídas a dos adeptos é aquela que mais preocupações suscita. O Sporting superou a saída de Peyroteu, de Yazalde, de Damas e de muitos outros, mas não suportará por muito mais tempo esta espiral depreciativa em que se afunda o seu futebol que leva ao afastamento dos únicos indispensáveis: os seus adeptos. Sem Sportinguistas não há Sporting!
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Mistérios
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Izmailov e o Sporting

As constantes lesões que amaldiçoam o 7 leonino, camisola que parece estar amaldiçoada desde a saída de Luís Figo de Alvalade, têm impedido o “tigre” Siberiano de mostrar todo o seu potencial com constância e sustentabilidade.
Porém, a espaços, Izma, tem-nos brindado com requintes de classe, contagiando os adeptos com a fragrância do seu futebol. Parece ser um futebol com um toque e pormenores algo diferentes, do futebol de um europeu latino ou de um sul-americano, o que confere a Izma o estatuto de “jogador diferente” do padrão normal a que estamos habituados no campeonato português.
Essa diferença, não pode no entanto desviar-se das quatro linhas. Fora delas, Izmailov deve tratar e ser tratado de forma idêntica aos restantes profissionais que servem o Sporting Clube de Portugal.
Os acontecimentos da eliminatória com o Atlético de Madrid, na época passada, espantaram tudo e todos. Ainda hoje é uma história “mal contada”, com contornos algo estranhos: o jogador queixou-se com dores, não sentindo apto para defrontar o Atlético em jogo decisivo a contar para a Liga Europa. O departamento médico do Clube, dava o atleta como apto.
O que deveria ter acontecido a partir daqui?
Ou o jogador era convocado prevalecendo a opinião do Departamento Médico ou tendo em conta as queixas do atleta, optava-se por deixá-lo recuperar da suposta lesão, não o convocando. Vistas as coisas desta forma, o problema ou o caso não existiriam e nada do que se passou se passaria, nem a imprensa, ávida de casos, empolgaria aquilo que aparentemente parece ser algo normal na vida de um atleta e de um clube.
Assim seria se houvesse sensibilidade e bom senso no tratamento destas situações, precisamente, o que faltou, considerando que as posições se extremaram, ao ponto do caso continuar a fazer mossa em Alvalade e a correr tinta nos jornais.
Por entender que o jogador não queria ajudar o Clube no decisivo jogo de Alvalade, o Director Desportivo, solicitou ao atleta que abandonasse o estágio “ em nome da estabilidade do grupo e da equipa”.
A partir daqui Marat Izmailov “desapareceu” misteriosamente por dois dias, não cumprindo as suas obrigações profissionais, ou seja, apresentar-se na Academia para treinar ou ser tratado na recuperação da suposta lesão. Provavelmente, foi aqui, que Marat perdera a razão em termos jurídicos.
O direito do trabalho que opine quem tem razão no caso, sendo que deve haver a tal sensibilidade e bom senso para avaliar tais comportamentos e situações. Nem só de dor de pernas poderão padecer os profissionais de futebol. O jogador poderia não estar psicologicamente bem por razões diversas e ao departamento médico penso que não caberá apenas tratar ou avaliar a condição física dos atletas, porque sem a mente sã, dificilmente haverá um corpo são. Em Alvalade não há uma estrutura capaz de avaliar e tratar situações que escapem ao padrão normal da actividade quotidiana que a gestão futebolística impõe. O departamento de futebol do Sporting não soube lidar com esta situação, ponto. Fica claro, a ausência de uma personagem como, Manolo Vidal, ou alguém com perfil idêntico, com perspicácia suficiente para lidar com este género de situações, evitando males maiores.
Hoje, sabemos no que desaguou toda esta história mal contada. Sangue, suor e lágrimas. Um atleta em rota de colisão com o Clube, subvalorizado e com clubes à espreita a ver se o levam por meia dúzia de cascas de alho. O atleta vai forçar a saída do Clube, seja pela via jurídica, seja através da pressão constante que o seu empresário e a imprensa empreenderão, podendo com isso vir a desestabilizar o próprio grupo na presente temporada.
Não estou com este post a defender ou a criticar o atleta. A mim, enquanto sócio e adepto do Sporting, interessa-me que o Clube saiba tratar estas situações, porque quem perde com elas, desportiva e economicamente, é única e exclusivamente o Sporting.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Who is who?

Não deixa de ser uma vez mais curioso ver qual o órgão de comunicação social - leia-se órgão de propaganda travestido - que lança à baila esta notícia.
Mais curioso ainda é ver que o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol surge finalmente de capa e espada erguida na defesa de um colega de profissão, vítima de opressão por parte do seu clube empregador. Este gesto de humilde entrega e dedicação deixam-me deveras sensibilizado e esperançado para o futuro do futebol em Portugal pois finalmente voltam a conseguir lutar pela sua classe, algo que não víamos desde os tempos de Mário Jardel e atletas como Adriano, Mantorras e Balboa não tiveram oportunidade de usufruir.
Depois de Costinha o ter tentado usar para dar o "exemplo", será que o SJPF irá usar o russo como "rampa de lançamento", manter a coerência e agir sempre da mesma forma? Ou estamos perante uma "excepção"?
EM FRENTE SPORTING!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Entrevistas
PS: Mais logo continuaremos com a publicação do balanço da época ontem iniciada, que para nós é mais importante que a agenda mediática. Embora o passado não possa ser alterado quem sabe se a sua compreensão não evita a repitação da(s) história(s). Não custa ser optimista...

quarta-feira, 5 de maio de 2010
Coisas que não queria ouvir mas são verdade
"Izmailov falta ao treino sem justificação.O russo protagonizou o episódio mais marcante da sessão de preparação para o derradeiro encontro da temporada, diante do Leixões, no próximo sábado." in Record
Se vierem a ser verdade as noticias mais recentes, o Sporting do próximo ano será uma espécie de paraíso de futebolistas reformados ou em pré-reforma. Allan e Nilson, por exemplo. Não seria melhor aproveitar o jogo de hoje e fazer regressar Acosta, Naybet, Marco Aurélio e André Cruz. E se é para ter um jogador a quem já devem ter trocado as rótulas e respectivos tendões, o Venâncio também pode fazer uma perninha. in minha cabeça
terça-feira, 30 de março de 2010
Being football manager
Mesmo correndo o risco de aborrecer os nossos leitores, volto à carga com o assunto. Isto porque na caixa de comentários foram apontadas muitas “soluções” sem contudo se notar preocupação em fazê-las acompanhar do necessário realismo. Por isso nada melhor do que servir-me de um exemplo, citando precisamente um leitor do “ANorte”, para reforçar a minha chamada de atenção. Esse mesmo leitor advogava a saída de 12 jogadores, a saber: Tiago, Ricardo Batista, Abel, Pedro Silva, Polga, Adrien, Pereirinha, Miguel Veloso, Izmailov, Vukcevic, Djalo, Hélder Postiga. O que eu sugiro então é que façam um pequeno exercício, de papel e lápis ou folha Excel. De um lado ponham o valor resultante da venda de cada um desses jogadores, do outro o jogador que o substituiria e o que teriam que pagar por ele.
Mesmo usando a perspectiva mais optimista para a venda e a que nos seja mais favorável na hora de comprar, apurem a diferença. Não prescindindo do necessário realismo, poderão muito bem concluir que alguns desses jogadores não suscitarão qualquer interesse no mercado. Ora, uma vez que quase todos eles têm contrato em vigor, a sua dispensa significará que o seu vencimento continuará a assombrar-nos a tesouraria se não conseguirmos clube que o assegure por inteiro. E, acreditem, todos os clubes têm sabido explorar muito bem as nossas “necessidades”, como se viu recentemente com Rochemback e Romagnoli.
Eu até não gosto muito de falar de dinheiro, mas todos sabemos que é com ele que se compram os melões. E sem ele recorre-se ao endividamento e aumento de passivo. Não vos parece que disso já temos que chegue? A não ser que se queira seguir o modelo do clube da Luz. Escrevo no dia seguinte a mais uma operação de controlo e reestruturação de um passivo que de 2008 a 2009 disparou 90,7 % “and couting”. Se é para isto, as noticiais do adiamento da nossa tão falada reestruturação financeira só podem ser consideradas boas. É que deixar um Sporting viável aos nossos netos é mais importante para mim do que “fazer o que for preciso” para ser campeão e com isso hipotecar o futuro.
Aceito que o Sporting tenha que investir, obviamente. Mas, como diz muito bem desde o PLF, o Sporting já investiu mais do que o que tem e, se quer ser fiel á ideia de um clube formador, sem limitar as perspectivas de afirmação aos que, de todo o mundo, recorrem à nossa Academia para se receberem aquilo que ali se faz com distinção ímpar: ensinar a jogar futebol. Sem essa perspectiva condenamos a Academia a um mero lugar de passagem, de excelência na formação, mas sem qualquer proveito para o Espírito Leonino. Os que a procurarem fá-lo-ão para ser jogadores de futebol em qualquer lugar do mundo, não para serem jogadores do Sporting. E isso fará toda a diferença, pelo menos é assim que o vejo.
PS: Fico satisfeito com o pedido de desculpas de Izmailov. Fazê-lo como o fez diz muito do carácter do jogador. Elas eram devidas pelos danos que as suas declarações haviam provocado, sobretudo à competência profissional de Gomes Pereira. O que veio a público do triste episódio é apenas a ponta de um iceberg que já provocou muitos estragos ao Sporting, seria uma pena que se prolongasse até à contagem de baixas.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Replicas de mais um terramoto

Convém não esquecer que relativamente à 'bronca' com o Marat Izmailov já se sabia ainda antes do jogo começar e apenas a porrada entre a Frente Atlético e a Juventude Leonina evitou que estoirasse mais cedo com as dimensões que, infelizmente, se vieram a verificar. Convém ainda recordar que Costinha estava a ser atacado pela nossa ‘amiga’ Comunicação Social e por Paulo Barbosa, esse paladino da verdade, justiça e lisura para com o nosso clube... Assim sendo, foi 'obrigado' a explicar-se. Se o fez da forma mais conveniente já é outra questão, mas não podia deixar que a sua posição ficasse em causa e que as mentiras propaladas em torno da sua figura, enquanto recente Director de Futebol do SCP (o quarto só nesta época), crescessem. Para mim, esteve bem ao aclarar os seus passos.
Quanto ao desmentido de Izmailov ao Dr. Gomes Pereira. É simples: um dos dois MENTE! Se o SCP quiser, algum dia, endireitar-se não pode permitir mais margem de manobra a mentirosos.
sábado, 20 de março de 2010
O Director Deusportivo
Quo vadis SCP: um longo caminho para percorrer...
Ponto prévio: é sempre mau sinal quando se gasta tempo e argumentos a discutir os méritos e/ou defeitos de alguém que exerce o cargo de Director Desportivo (DD)…
Costinha foi eleito como o alvo privilegiado em mais um caso, neste caso, o caso ‘Izmailov’: é caso atrás de caso e este é já o enésimo caso só na presente temporada. Convenhamos que é caso para se afirmar que é muito… caso para um só clube! Mesmo quando, no caso, o clube em questão é o nosso Sporting…
Por mais que queiramos o DD do SCP, chame-se ele como chamar terá virtudes e defeitos. “Ninguém é perfeito”. Esta afirmação palissiana parece esquecer a muito boa gente. Por melhores características que possua e por mais importante que seja, o DD, ocupa apenas e só uma única posição numa estrutura, a do futebol profissional do SCP, que, comprovadamente, funciona pessimamente mal. Por isso, quer-me parecer que discutir o actual DD não levará, realmente, a grandes conclusões e muito menos a soluções concretas. Mais ainda quando esse director acaba de ‘aterrar’ numa espécie de limbo purgatório. O mal, esta bom de ver, não é de agora e não reside apenas no DD.
Aliás, DD do SCP parece, definitivamente, cargo inquinado: Pedro Barbosa era “low-profile”, Sá Pinto “hard-core”, Costinha, com mania que é "ministro", portista de gema e um infiltrado de Jorge Mendes, também já não serve… Venha pois o próximo. Mas estou convicto que, infelizmente, nem que Deus Nosso Senhor (filhos Dele, também já se sabe há dois milénios que não resulta), descesse à terra e encarnasse no próximo DD do SCP, resolveria esta situação.
Afirmava ontem o Kovacevic, numa caixa de comentários deste Blogue, que não adianta discutir pessoas mas antes estratégias. Estou, basicamente, de acordo com a ideia, mas não totalmente já que as estratégias são definidas por pessoas, normalmente quem lidera as organizações, logo, nem que seja indirectamente, ao comentar estratégias aprecia-se igualmente quem as definiu. Mantenho que a grande questão, o verdadeiro busílis não está nos DD's…
Vejamos, qual é o elemento comum a todos estes casos made in 2009/2010? Costinha? Izmailov? Sá Pinto? Liedson?
Vamos lá então redefinir alvos e falar em estratégias… Quem as decide? Quem não soube, e pelos vistos continua sem saber, rodear-se duma equipa ou formar uma estrutura que encarrile definitivamente um clube que já nem sequer está à deriva. Antes parece encontrar-se simplesmente sentado e esgotado à beira do caminho da perdição, aguardando que um qualquer todo poderoso e milagreiro Director Deusportivo o resgate e lhe indique o curso correcto… Seria realmente muito mais útil canalizar a discussão para as tais estratégias. Mas, pergunto eu novamente: quais estratégias? Como debatê-las se não se nota qualquer estratégia por parte de quem nos lidera… Haja alguém que me diga qual foi e se tem ideia de qual será a(s) estratégia(s) que se pretende(m) adequar e implementar neste Sporting caótico.
As organizações reflectem em muito a imagem de quem as lidera… E eu só sei que a actual imagem que o SCP projecta está longe de ser aquela que idealizei. Querem tanto apontar o indicador? O meu vai direitinho lá para cima.
Quo vadis Sporting?
Tiro no pé

Costinha não deixa Izmailov jogar mais
Continuo a dizer que isto poderia e deveria ter sido tratado de outra forma. Agora...batatas!
sexta-feira, 19 de março de 2010
O Sporting acima de tudo
No rescaldo da eliminação da Liga Europa, existem obviamente dois "casos" que vão dar - aliás, já dão mesmo - que falar: a relação entre as declarações de Salema Garção e os incidentes verificados e ainda o "episódio" da não-utilização de Izmailov.
Salema Garção
Recordo-me com nostalgia as famosas "noites europeias" de Alvalade com ambientes infernais nas nossas bancadas, com os adeptos a apoiarem de forma fervorosa o nosso clube. Ontem, foi como se tivesse revivido esse mesmo ambiente.
Face ao que aconteceu à hora do almoço, há já quem tente associar as palavras do team manager com os incidentes verificados, quando para mim estes não estão em nada relacionados. As declarações de Salema Garção foram obviamente uma alusão ao ambiente que se sentia em Alvalade noutros tempos. Não houve qualquer incentivo à violência mas sim um apelo aos adeptos para que o ambiente no estádio fosse uma forma de pressão sobre os adversários, em particular para Simão Sabrosa. Não vejo nada de especial pois todos sabemos que o "factor-casa" deve ser aproveitado graças a aspectos como esse. Daí seja, por exemplo, difícil ir disputar uma partida à Grécia ou à Turquia - e vejam-se as declarações dos jogadores do Atlético antes de defrontarem o Galatasaray em Instambul.
Para quem aponta o dedo a Salema Garção pergunto: E as agressões que houve na Plaza Mayor em Madrid, foi MSG que as instigou com este discurso "incendiário"? Veja-se todo o historial das deslocações fora dos adeptos do Atlético e pode ser que se consiga culpar o team-manager.
Izmailov
São certas e sabidas as limitações físicas do russo e a sua utilização em determinadas condições poderia ser prejudicial para a sua carreira. Gostava que tivesse jogado ontem? Sem dúvida! Mas não a qualquer custo. Quanto às declarações de Costinha, são completamente compreensíveis. Houve um jogador que não se sentiu em condições para jogar e por isso não integrou os convocados da partida, mas outros houve que mesmo com limitações evidentes, mostraram forças para contrariar as mesmas e dar o seu contributo pela equipa. Não se trata de uma crítica ao "não-sacrifício" de um dos atletas mais profissionais da nossa equipa mas sim a devida menção por quem se entregou para defender o Sporting Clube de Portugal.
Tudo o mais, são para mim palavras aproveitadas para continuar a tentar destabilizar o Sporting.
EM FRENTE SPORTING!
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Ecos de Liverpool
É muito fácil criticar Carvalhal, é até cada vez mais popular. Mas, com o histórico de resultados com que se chegou ao jogo de ontem, compreendo que ele privilegiasse a consistência do meio-campo. Essa consistência acabou por falhar não porque o princípio estivesse errado, mas porque o colectivo deixou de o aplicar. Este não é ainda o futebol que desejo, mas creio que seja o possível. E, convenhamos, não foi por jogar como ontem que estamos como estamos.
Aceito a discussão se, nesta fase da sua carreira, Patrício seja o guarda-redes indicado para ser titular. Se todas as camisolas verde-e-brancas pesam muito, a do guarda-redes mais ainda. Mas apontar-lhe uma falha no lance do 2º golo é no mínimo um acto de má vontade. No Público chega-se a escrever esta pérola: “mais uma demonstração de como se pode marcar golos ao Sporting. Canto de Baines, Cahill salta com Patrício em falta e a bola embate em Distin, que faz o 2-0.” Ou seja para marcar golos ao Sporting “basta” fazer falta…
Dia mau para explicar porquê que o futebol do Sporting perde dimensão colectiva com as decisões do Liedson e com isso muitas jogadas de ataque. Perdas de bola no contacto ia em 7 quando deixei de contar. Passes de tabela nem um, apesar de solicitado por Yanick, Matias e Saleiro, mais do que uma vez. Sem ver isto, que quem gravou o jogo poderá confirmar, fica sempre a ideia que o problema é dos outros e nunca dele, porque no final o homem cava sozinho o golo. Como já tinha feito com o slb. E se ele continuasse a fazer o mesmo, jogando também com a equipa, não ganharíamos todos? E na selecção queixar-se-á de jogar sozinho? Jogará mais com o resto da equipa?
Não posso deixar de manifestar o meu apreço por Carvalhal, pela forma quase estóica como tem remado contra a(s) corrente(s). Enquanto o presidente (não merece a maiúscula…) acha que não deve explicações aos sócios que o elegeram ("Estou mais preocupado com aquilo que as pessoas que trabalham no Sporting dizem" a propósito das criticas de Dias Ferreira a mais um serie de declarações infelizes), Carvalhal apela a um “estádio tranquilo”, com “ambiente positivo”. É o mínimo que podemos proporcionar. O resultado de ontem permite-nos pensar no apuramento. Mas nada indica que ele seja fácil de conseguir.













