Artilharia faltou à chamada
Um dos melhores 45 minutos da época deveria ter-nos permitido uma vitória folgada e tranquila. Isto se o futebol não tivesse cantos ou a equipa os soubesse defender. É no mínimo frustrante que depois do homem a homem de Paulo Bento, a zona de Carvalhal continue a ser uma passadeira estendida. Não tem nada a ver com a altura da defesa, como muitas vezes se ouve dizer, mas com a articulação de movimento colectivo – não apenas dos defesas… - e de concentração. Convém porém realçar que, não fora o desperdício quase absurdo de oportunidades, pouco importaria não sabermos defender bolas paradas. No dia de revolução, a artilharia faltou à chamada e sem ela é difícil ganhar.
Do pouco que se pode fazer até ao final da época, faltou ganhar, já que a exibição andou por acima do suficiente. E, no momento em que já se fazem campanhas despudoradas promovendo jogadores ao Mundial, preocupa-me a forma de Moutinho e Veloso, nomes que, em condições normais, se juntariam a Liedson, Pedro Mendes e Patrício. Tonel, Carriço e João Pereira não estão ainda fora da corrida.
Do pouco que se pode fazer até ao final da época, faltou ganhar, já que a exibição andou por acima do suficiente. E, no momento em que já se fazem campanhas despudoradas promovendo jogadores ao Mundial, preocupa-me a forma de Moutinho e Veloso, nomes que, em condições normais, se juntariam a Liedson, Pedro Mendes e Patrício. Tonel, Carriço e João Pereira não estão ainda fora da corrida.
