terça-feira, 30 de abril de 2024

FCPorto 2- Sporting 2: Amorim aterrou e o Sporting equilibrou


O Sporting sofreu muito mais do que o esperado e o necessário no clássico do Dragão e só esteve à altura da imagem que projectou neste campeonato quando Amorim desfez a a versão criativa da estratégia que adoptou para  o jogo.

Embora o titulo do post assim possa indicar não relaciono de forma directa a recente viagem de Amorim a Londres com alguma perturbação ou menor esclarecimento na hora de escolher a equipa. Se alguma coisa me  parece ser digno de critica foi o abandonar das ideias base em que a equipa habitualmente se reconhece em favor de uma estrutura mais conservadora, no sentido de anular os alas Galeno e Conceição. 

Isso foi de certa forma conseguido nas alas, mas a equipa foi permeável pelo centro do terreno e, sem conseguir ter bola, perdeu a alma e nunca se conseguiu encontrar. Hesitações e alguma tremideira incompreensível quase deitavam tudo a perder. Só por volta dos sessenta minutos, após a entrada de Gyokeres, Morita Quaresma, Nuno Santos e finalmente Edwards o Sporting mostrou do que era capaz e a diferença que separa neste momento as duas equipas. Os dois últimos contribuíram com assistências para o bis de Gyokeres. 

O momento mágico estava reservado para o epilogo da partida em que, no minuto, o furacão Gyokeres varreu a equipa adversária, deixando-a de pantanas. Houvesse mais tempo e tivesse Edwards maior serenidade a responder à provocação de Galeno e os três pontos quem sabe não fariam a viagem de regresso da equipa na bagagem.

Faltam agora quatro pontos em nove possíveis para podermos conquistar este regresso tão desejado aos títulos. Creio ser esse o raciocínio mais adequado à actual situação, sem contar por isso com ovos de outras galinhas.



terça-feira, 23 de abril de 2024

Toque desafinado na orquestra


A viagem de Amorim a Londres é um toque fora de tom na orquestra afinada que estava a encantar os ouvidos dos Sportinguistas neste final da Liga 2023/2024. 

Não está em causa a legitimidade de Amorim tratar dos seus interesses profissionais, se é que é disso que se trata. O que está desafinado é o timing que inevitavelmente causa alarme e abre azo à especulação, criando um ruído indesejável à volta do clube em vésperas de um clássico de importância capital para os nossos interesses.

Não é crível ou sequer aceitável que o Amorim, que construiu nos quatro anos de liderança uma imagem de ponderação, assertividade, competência e particularmente de inteligência emocional de nos perceber e de connosco comunicar, não antecipasse o abalo telúrico que se sucederia e o correspondente maremoto de comentários e especulações. Adiar uma explicação, como sucedeu ontem, ao ser interrogado à chegada, só amplia o espaço temporal para o burburinho produzir os seus efeitos.

Por mais dúvidas, perplexidade e interrogações que esta viagem está a suscitar é a imagem acima aludida que Amorim projectou que tem de servir de garantia que nada terá sido descurado e que não haverá qualquer desvio do objectivo primordial de todos nós, Rúben Amorim incluído. 

Que este acorde desafinado acabe abafado pela banda sonora que nos alegra por estes dias

EU QUERO O SPORTING CAMPEÃO

e que as devidas explicações de Amorim voltem a fazer a orquestra tocar no mesmo tom.

segunda-feira, 22 de abril de 2024

Sporting 3 - Vitória 0: O teu lugar é aqui!


O Sporting vive por esta altura um dos seus momentos de afirmação e demonstração da sua enorme grandeza. O ambiente em torno da equipa, seja nos jogos fora ou em Alvalade, é feérico e a alegria contagiante. Alvalade é até agora um bastião inexpugnável, a equipa exibe uma autoridade que desmantela a melhor das convicções dos adversários. O Sporting está este momento no lugar que muito tem feito por merecer. Um lugar construído pelo afã de muitos, com serenidade, método e circunspecção e que nós, adeptos, nos entregamos com dedicação e enlevo total.

A recepção ao Vitória foi mais uma vez a demonstração de que este Sporting é uma equipa poderosa e muito dificil de contrariar, mesmo até quando não joga ao seu nível mais apurado. Com o visitante sem pejo de recuar linhas o Sporting fez o trabalho da formiga diligente, não desanimando mesmo quando as jogadas não saíam de feição. Sem se perturbar, como quem sente convictamente que o seu momento chegaria, como um leão que vai desgastando enquanto rodeia e observa a sua presa. O golo inaugural, um tanto ou quanto surpreendente, por inesperado naquela jogada em particular, foi a primeira dentada fatal para um Vitória incapaz de ser opor às investidas que se seguiram ou de se estender até à baliza de Israel.

É verdade que o jogo poderia ter sido diferente se a saída impensada de Israel desse um penalty e uma hipotética expulsão. Mas foi o derradeiro assomo de perigo por parte dos vitorianos, que se acabariam por se remeter à espera que tudo pudesse acabar o mais cedo possível.

Faltam seis pontos para voltarmos a ser felizes!


quarta-feira, 17 de abril de 2024

Um pequeno passo para o Sporting, um grande salto para o titulo

Ao vencer o Famalicão no ajuste do calendário, por via do jogo em atraso, o Sporting deu um pequeno passo, arquivando mais três pontos ao seu pecúlio. Mas mais este pequeno passo, que se associa a todos os outros até agora dados nesta caminhada vitoriosa, significa hoje sete pontos de diferença para o mais próximo competidor. 
 
Na verdade estes sete pontos repõem alguma justiça, uma vez que, do ponto de vista colectivo, este grupo superiormente comandado por Amorim há muito que se distingue dos demais. Faltam assim três vitórias para selar o tão ambicionado regresso aos títulos nacionais.E como nós, Sportinguistas, merecemos este momento!

O optimismo e alegria imperam e são naturais, porém, como o jogo de Famalicão demonstrou, ainda é cedo para levantar voo. Os adversários que temos pela frente têm ainda objectivos para alcançar e não estarão dispostos a facilitar a vida. Senão vejamos:

 

O Vitória luta pela obtenção da melhor classificação possível, que pode ainda ser o terceiro ou quarto lugar.

O FCPorto ainda está longe de garantir o terceiro lugar e, se não se acautela, pode ser ultrapassado pelos seus vizinhos a norte, um ou ambos.

O Portimonense está actualmente na zona de play-off

O Estoril tem apenas mais dois pontos para não cair no lugar do Portimonense.

O Chaves pode até chegar "já" na divisão inferior na última jornada, faltando saber se o que seria melhor para o Sporting, caso precise ainda desse jogo: se uma equipa sem pressão, se a precisar desesperadamente de pontos.

Mas o jogo de ontem diz-nos mais algumas coisas:

Apesar de bem organizado e a saber o que tem de fazer para ultrapassar os adversários, se os golos não surgem, como aconteceu ontem, à medida que o tempo de jogo avança e o marcador não está seguro, a equipa tende naturalmente a sentir o peso do momento, perdendo alguma lucidez. Se nós na bancada ou no sofá nos perdemos, os nossos jogadores com homens que são, e querendo tanto ou mais que nós, também ficam expostos à ansiedade.

Em Famalicão essa ansiedade podia certamente podia ter sido menor, caso o Sr. Veríssimo tivesse sido melhor aconselhado pelo Hugo Miguel, um "azarado" este nos jogos com o Sporting. O engano na colocação das linhas na segunda jornada parece ainda lhe estar a pesar na consciência, da tal forma que em Guimarães esqueceu-se de chamar o arbitro para ver uma simulação que daria um penalty que nos penalizou. Ontem esqueceu-se novamente de chamar o colega para ver o pisão a Pote, que poderia dar o segundo golo. E o próprio Veríssimo teve um critério disciplinar "estranho"...

Sendo uma vitória do colectivo há que realçar a excelente prestação de Hjulmand, o comando de Coates, bem como de Bragança e, a espaços, Trincão e entrada oportuna de Quaresma. 

Agora, como ontem dizia Amorim, todos somos precisos para levar a tarefa até ao fim.

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Modalidades: revista da semana


 Autor:8

Esta semana começaram na quarta-feira os jogos das várias modalidades tendo os
leões do andebol ido ao Funchal para defrontarem o Marítimo em jogo dos quartos-
de-final da Taça de Portugal, inicialmente marcado para o sábado da passada
semana, mas como os aviões não conseguiram aterrar na Madeira ficou adiado para
quarta-feira e desta vez houve jogo. Ganharam os leões por 36-31. Foi um jogo onde
os leões começaram bem ganhando o controlo do marcador desde o início do jogo
passando por 5-2, 8-3, 15-8, chegando ao intervalo com 18-12. Continuaram os leões
a controlar o marcador na 2ª parte com 22-15 e 26-18, mas ai houve uma pequena
reacção dos insulares que chegaram aos 30-27, mas os nossos jogadores reagiram
passando o resultado para 33-28 e 35-29 e terminando nos referidos 36-31. Martim
Costa com 7 golos e Salavdor Salvador e Mamadou Gassama ambos com 5 foram os
melhores marcadores da equipa.

Voltaram ao Continente os leões do andebol, indo até Braga para defrontarem o ABC
no jogo da 1ª jornada da Fase Final, tendo vencido por 33-23, com17-12 ao intervalo.
Começou equilibrada a 1ª parte com empates sucessivos até aos cinco, altura em que
o Sporting disparou para 8-5, 11-7 e 15-10, terminando a 1ª parte em 17-12.
Começou a 2ª parte com golo cá golo lá, mas a nossa equipa rapidamente acelerou e
atingiu os 22-15. Voltaram as equipas a obterem golos alternadamente até aos 30-
23, quando os leões avançaram para os 33-23 finais. Kiko Costa com 11 golos foi o
melhor marcador da nossa equipa. O próximo jogo dos leões do andebol será no
sábado 20, no PJR, na recepção ao Benfica em jogo da 2ª jornada da fase Final do
Campeonato

Deslocaram-se os leões do hóquei na quinta-feira até à Catalunha para o jogo da 2ª
mão dos quartos-de-final da WSE Champions League para defrontarem o Barcelona,
tendo sido derrotados por 4-5. Independentemente da derrota, como esta foi apenas
por 1 golo e nós tínhamos vencido no PJR por 4-1, garantiram os nossos hoquistas a
presença na Final Four, que se vai realizar no Pavilhão Rosa Mota, no Porto, nos dias
11 e 12 de Maio e onde no jogo da meia-final defrontaremos a equipa do Porto. A
visita a Barcelona foi um jogo muito difícil, onde logo aos quatro minutos de jogo foi
mostrado um cartão azul a Ferran Font e na conversão do livre directo respectivo os
catalães abriram o marcador, mas menos de um minuto depois Matias Platero
conseguiu o empate (1-1), não havendo mais golos até ao intervalo. Felizardos os
espanhóis conseguiram o seu segundo golo quando apenas estavam passados 30
segundos desta segunda parte. Mas não se resignaram os leões que com 6 minutos e
meio jogados beneficiaram de um livre directo, devido à 10ª falta dos locais, mas
Ferran Font não conseguiu bater o guardião da casa. Continuando os leões a lutar
com todas as suas forças viram o seu esforço recompensado quando 20 segundos
depois beneficiaram de um auto golo de um jogador do Barcelona quando tentava
evitar que Henrique Magalhães conseguisse o empate. Cerca de 20 segundos depois
conseguiram os catalães colocar-se de novo na frente do marcador, na
transformação de um penalti. Já a menos de 10 minutos do fim cometeram os leões
a sua 10ª falta, e com os espanhóis a não perdoaram pondo o resultado em 2-4, a um
golo apenas de empatarem a eliminatória. Ao sentirem-se tão perto dos seus
objectivos, continuaram os locais a usar um hóquei tipo hóquei no gelo, empregando
muito o aspecto (violência) físico entalando os nossos jogadores contra as tabelas,
sempre à procura de mais um golo que empatasse a eliminatória. Mas a quatro
minutos do fim Verona com um excelente remate fez o 3-4. Deu algum descanso porque 8 segundos depois foi assinalada uma falta merecedora de cartão azul mas
João Souto não conseguiu converter e os adversários ficaram dois minutos a jogar
com menos um. Mas quando a equipa ficou completa o treinador espanhol substituiu
o seu guarda-redes por um jogador avançado e a um minuto e onze segundos do
final conseguiram um golo que voltava a pôr o Barcelona a um golo do empate (3-5).
Com a sua pressão voltaram os homens da casa a receber mais um cartão azul a 17
segundos do final e novamente os leões, desta vez por Ferran Font, não conseguiram
transformar o respectivo livre. Continuaram os locais a jogar os segundos finais sem
guarda-redes mas uma escorregadela de um seu jogador permitiu que no último
segundo Ferran Font fizesse o resultado final.

No domingo voltaram os leões do hóquei ao PJR para receberem o Carvalhos no jogo
da 23ª jornada do Campeonato Placard, e venceram por 11-1, com 5-1 ao intervalo.
Foi um jogo com uma única história: domínio absoluto do Sporting. Perante o último
classificado do campeonato. Alejandro Dominguez fez descansar Nolito, e Ângelo
Girão foi para o banco, e foi Zé Diogo que defendeu a baliza leonina os 50 minutos.
Foram 11 golos e não foram muitos mais porque o guardião nortenho, André
Almeida, fez uma excelente exibição. João Souto com 4 golos, Tony Pèrez com 3 e
Rafael Bessa, Henrique Magalhães, Facundo Bridge e Alessandro Verona todos com
um golo cada, foram os marcadores da nossa equipa. O próximo jogo dos leões do
hóquei será no sábado 20 na difícil visita ao S.C. Tomar no jogo da 24ª e
antepenúltima jornada desta fase do Campeonato Placard.

No sábado foi a vez de jogar a equipa de basquetebol, voltando ao PJR para defrontar
o C.P. Esgueira, na 20ª jornada da Liga Betclic, tendo obtido uma vitória por 88-73,
com 48-39 ao intervalo. Se já havia um lesionado com alguns jogos ausente e não se
sabendo quando poderá voltar (Ronald Curry), já para não falar de Arnette Hallman,
lesionado desde o principio da época e que praticamente não jogou, para este jogo
também não alinharam Eddie Ekiyor, que se lesionou durante o ultimo jogo, e que
não sabemos quando, e se, poderá voltar, nem Marcus Lovett desconhecendo nós a
razão da sua ausência. E se o panorama já era preocupante, neste jogo ficou um
pouco pior. Marvin Clark, que foi o melhor marcador da nossa equipa neste desafio, a
meio do 3º quarto, também abandonou o jogo em braços, com caras muito
preocupadas dos fisioterapeutas que o assistiram. Foi um jogo em que o 1º quarto
começou equilibrado até aos 13-14, mas que os leões terminaram bem o quarto
conseguindo chegar aos 25-15. O 2º quarto foi sempre com os leões à frente com
cerca de 10 pontos de avanço. Começaram bem os leões o 3º quarto chegando aos
60-41, mas não sabemos se a lesão de Marvin Clark afectou os companheiros, o certo
é que os adversários acabaram a perder o 3º quarto apenas por 10 pontos – 64-54. O
4º quarto voltou a começar bem para os nossos jogadores alcançando 76-60
diferença que se foi mantendo semelhante até ao fim, com um parcial neste quarto
de 24-19. Além de Marvin Clark com 21 pontos, Temidayo Yussuf com 16 e Litos
Cardoso com 13 foram os melhores marcadores. O próximo jogo dos leões será no
sábado 20 na visita ao FC Porto na 21ª jornada da Liga Betclic.

As leoas do basquetebol jogaram no domingo no Algarve, indo até Olhão para
defrontar a equipa do Ginásio Olhanense no jogo da 7ª jornada do seu campeonato,
tendo vencido por 83-38. O próximo desafio desta equipa será no sábado 20 para
receber no PJR a equipa de sub22 do Carnide em jogo da 7ª jornada.

Também as leoas do voleibol continuaram a disputa do playoff da Liga Solverde,
onde na meia-final defrontam o FC Porto, que visitaram na quarta-feira e onde
perderam por 0-3, com os parciais de 13-25, 15-25 e 22-25, ficando afastadas da luta
pelo título. Vão iniciar na quinta-feira 25 a luta pelo 3º lugar com a recepção ao
Vitória de Guimarães.

Também as leoas do futsal estão na disputa do play-off da Liga Placard, defrontando
o Novasemente e depois de terem ganho no PJR o 1º jogo no desempate por penaltis
foram no sábado até Espinho, tendo sido derrotadas por 1-3, com 0-1 ao intervalo. O
3º jogo que define quem seguirá em frente está marcado para sábado 20 novamente
no campo do adversário.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

Modalidades: revista da semana

Autor:8

Esta semana começaram no sábado os jogos das várias modalidades tendo todas as
nossas principais equipas jogado fora de casa. Foram os leões do futsal até Ferreira
do Zêzere disputar o jogo relativo à 9ª jornada da Liga Placard, que seria o 20º devido
à troca destas duas jornadas e regressaram com uma vitória por 4-1 com 3-0 ao
intervalo. Num recinto tradicionalmente difícil, competia aos nossos jogadores
“apagarem” as más recordações da final da Taça de Portugal, e foi o que fizeram.
Entraram convictos da sua superioridade e rapidamente conseguiram o primeiro golo
através de Pauleta, pouco passava do primeiro minuto de jogo. E com quatro
minutos e meio jogados Rafa Félix faz o 2-0. A partir deste momento o jogo passou a
ser mais equilibrado com oportunidades para ambas as equipas, mas os leões ainda
conseguiram o seu terceiro golo quando faltavam dois minutos para o intervalo,
através de Zicky. Na 2ª parte continuou a nossa equipa a controlar o jogo mas de
uma forma mais tranquila, de qualquer modo com cinco minutos jogados neste
período Hugo Neves fez o nosso quarto golo. Se os nossos jogadores já tinham
reduzido a intensidade da equipa, depois deste quarto golo ainda mais abrandaram o
ritmo do jogo, mas continuaram a surgir oportunidades para ambos os lados e com 9
minutos jogados os locais conseguiram o seu golo de honra. A partir daqui voltou o
jogo a ter mais intensidade mas até ao final não houve mais golos. Com esta vitória
os leões voltaram ao comando da Liga Placard devido ao empate do Braga que
comandava a Liga em igualdade com o Sporting, mas tinha vantagem nos confrontos
directos. O próximo jogo dos leões do futsal será só no sábado 20 na difícil visita aos
Leões de Porto Salvo no jogo da penúltima jornada desta fase da Liga Placard.
As leoas do futsal iniciaram a fase final da sua Liga Placard disputando com o
Novasemente os quartos-de-final, tendo recebido as suas adversárias para o 1º jogo
no PJR, num jogo extremamente equilibrado. Apenas na 2ª parte houve golos.
Primeiro para as visitantes, conseguindo Ana Alves o empate 1-1 com que terminou o
tempo regulamentar. No prolongamento nenhuma das equipas conseguiu marcar
pelo que foi necessário recorrer aos penaltis. E aí as leoas conseguiram converter
quatro contra apenas três convertidos pelas visitantes. Assim vamos a ganhar 1-0
para Espinho onde as leoas jogam no sábado 13 o 2º jogo deste confronto disputado
à melhor de 3.

Também no sábado foram os nossos hoquistas até Turquel para defrontarem os
locais em jogo da 22ª jornada do Campeonato Placard, e regressaram com uma
vitória por 8-4, com 3-3 ao intervalo. Foi um jogo que começou bem complicado pois
com menos de oito minutos jogados o Turquel obteve o seu primeiro golo, e um
minuto depois João Souto dispôs de um livre directo, para castigar um cartão azul
para um adversário, e não conseguiu converter. No entanto conseguimos empatar
menos de dois minutos depois, quando os visitados ainda jogavam com menos um
jogador, através de Tony Pérez. Com 15 minutos jogados o Turquel conseguiu o seu
segundo golo, para menos de um minuto depois Facundo Bridge ser castigado com
um cartão azul e os locais aumentarem para 1-3 no correspondente livre directo. Mas
em momentos complicados aparecem sempre as individualidades para ajudarem a
resolver o assunto. E foi o que aconteceu. Entre o minuto 19 e o minuto 20 apareceu
Ferran Font que obteve dois golos que empataram o jogo e fez o resultado com que
se chegou ao intervalo. A 2ª parte começou melhor, pois com 3 minutos jogados
novamente Ferran Font pôs a nossa equipa a ganhar, e com 10 minutos jogados
colocou o resultado em 5-3 na transformação de um livre directo. A meio da 2ª parte surgiu mais um cartão azul para um jogador leonino, desta vez Tony Pérez, mas
Ângelo Girão conseguiu defender o respectivo livre. O que não aconteceu cinco
minutos depois quando foi a vez de Verona receber também um cartão azul, mas ai
os turquelenses conseguiram converter o livre e reduziram para 5-4. Tal como na 1ª
parte, novamente na 2ª parte entre os minutos 19 e 20 os leões conseguiram dois
golos. O 6-4 na transformação de mais um livre directo por Ferran Font e o 7-4 por
Henrique Magalhães com um desvio à boca da baliza. Já no último minuto voltaram
os nossos jogadores a beneficiar de um penalti que Rafael Bessa não conseguiu
converter e de mais um livre directo que Ferran Font transformou no seu sexto golo
neste jogo e que fez o resultado final. Deslocam-se os leões na quinta-feira 11 até à
Catalunha para o jogo da 2ª mão dos quartos-de-final da WSE Champions League
com o Barcelona. No domingo 14 o jogo será no PJR com o Carvalhos para a 23ª
jornada do Campeonato Placard.

Também no sábado foi a vez de jogar a equipa de basquetebol, indo até ao Pavilhão
da Luz para defrontar o Benfica, na 19ª jornada da Liga Betclic, tendo regressado com
uma derrota por 70-94, com 36-46 ao intervalo. Foi um jogo que teve um 1º quarto
equilibrado, que terminou com 20-21, mas onde Ekiyor falhou os quatro lances livres
que teve ao seu dispor. Ekiyor estava em noite aziaga pois a meio do 3º quarto
lesionou-se com alguma gravidade, não tendo voltado mais ao jogo. Esperemos que
seja uma lesão ligeira, pois já com Arnette Hallman, que praticamente não jogou
nesta época, e Ron Curry, também gravemente lesionado, possivelmente sem poder
voltar a jogar esta época, a importância de Eddie Ekiyor na equipa é muito forte e a
sua ausência seria uma perda muito importante. O 2º quarto arrancou com um 6-14
que abriu uma distância no marcador que se foi mantendo até ao intervalo. O 3º
quarto continuou com a supremacia dos visitados tendo o parcial de 20-25. No 4º
quarto além da ausência de Ekiyor também tivemos a falta de Mike Moore e de
Rasaq Yussuf, ambos desclassificados com 5 faltas, pelo que os encarnados
conseguiram um parcial de 14-23, causando um desastroso marcador final. Um
número onde se nota também a diferença na prestação das equipas é a quantidade
de lançamentos de 3 pontos convertidos pelas equipas. Os nossos jogadores
conseguiram converter 4 triplos, enquanto os adversários conseguiram converter 15,
o que dá uma diferença de 33 pontos. Também os números dos turnovers (perdas de
bola sem lançamento) são significativos: 22 para os leões com apenas 13 para os
adversários. Marvin Clark com 13 pontos e Rasaq Yussuf e Marcus Lovett ambos com
12 foram os melhores marcadores da equipa neste jogo. A equipa volta a jogar no
sábado 13 para receber no PJR o Esgueira no jogo da 20ª jornada da Liga Betclic.
Os leões do voleibol, depois da sua vitória sobre o Leixões no anterior fim-de-semana
no 1º jogo da meia-final do PlayOff da Liga Una Seguros foram no sábado até
Matosinhos para o 2º jogo desta meia-final tendo vencido por 3-0, com os parciais de
25-16, 25-21 e 25-23. No 1º set começaram muito bem os leões que rapidamente
abriram vantagens 6-2, 16-11 seguindo 21-13 e terminando nos 25-16. O 2º set
começou equilibrado tendo inclusive os matosinhenses estado a vencer por 5-8, mas
os leões reagiram e passaram para 11-8, 15-10 e 18-11. Continuaram os nossos
jogadores a dominar o jogo atingindo 24-17, mas uma reacção dos visitados fez o set
terminar em 25-21. Algo semelhante se passou no 3º set com os leões a abrirem bem
com vantagens de 5-2, 9-4, 16-10 e 19-13 altura em que os adversários reagiram e
foram diminuindo a vantagem leonina encurtando em 19-16, 21-18, 22-21
empatando a 23, para os nossos jogadores fecharem o set e o jogo aos 25-23. Wagner Silva com 16 pontos, Jan Galabov com 11 e Tiago Barth e Lucas Vanberkel
ambos com 10 foram os melhores marcadores neste jogo.

Na terça-feira disputou-se no PJR o 3º jogo desta meia-final em que os leões com a
sua vitória ganharam o direito de jogarem a final, que será disputada com o Benfica à
melhor de 5 jogos. Foi uma vitória por 3-1, com os parciais de 25-17, 25-23, 20-25 e
25-17. O 1º set foi jogado com equilíbrio mas aos poucos os leões foram-se
adiantando no marcador com 8-5, 11-7, 15-9, 19-12, chegando aos 23-15 para
terminar com 25-17. No 2º set voltou o Sporting a ir-se afastando dos leixonenses
com 8-4, 12-7, 17-11, mas souberam reagir os homens do norte para 17-15 e 19-18 e
24-23, terminando o set com 25-23. O 3º set foi mau demais. Arrancaram os
adversários com 4-10, 6-13 e só ai os leões começaram a recuperar ainda chegaram a
17-18, mas o Leixões teve novo arranque que pôs o resultado em 18-24, terminando
o set nos 20-25. O 4º set foi jogado pelos leões mais concentrados, depois de
empates até 4-4 dispararam para 9-5, 16-9 e 21-10. Depois deixaram os visitantes
recuperarem até aos 22-15 terminando o set com 25-17. Martim Licek com 18
pontos, Wagner Silva com 16 e Galabov com 12 foram os nossos melhores
marcadores neste desafio. Ainda não foram anunciadas as datas dos jogos da final.
Também as leoas do voleibol continuaram a disputa da meia-final do playoff da Liga
Solverde, onde defrontam o FC Porto, que receberam no domingo no PJR e onde
perderam por 2-3, com os parciais de 25-21, 14-25, 15-25, 25-23 e 8-15. Contra a
principal favorita para a conquista da Liga portaram-se muito bem as leoas obrigando
as portistas a irem à negra, e com um pouco mais de sorte neste set teriam
empatado a meia-final. Vanessa Paquete com 16 pontos e Lauren Matias com 13
foram as nossas melhores marcadoras neste desafio. O próximo jogo desta meia-final
será na quarta-feira 10 no pavilhão das adversárias.

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Histórias do Dérby: o Gényo, o Capitão e o Ogre


O Gényo

Quem acreditaria que era possível transformar um irregular extremo-esquerdo no ala direito que se afirmaria como titular primeiro, para decidir um dérby e logo com um bis? Quem imaginaria que o mesmo Catamo que, depois do golo madrugador, falharia cruzamentos e assistências, seria o autor do momento sublime que faria explodir Alvalade de alegria e um pouco por todo o lado onde moram os corações dos Sportinguistas? Talvez só mesmo Amorim e o próprio Catamo.

Ninguém no estádio, ou por esse mundo fora onde a alma Sportinguista pulsava de ansiedade, acreditaria já que aquele pé direito, que parecia servir para pouco mais do que para subir do balneário para o relvado, seria capaz de superar o que o esquerdo já havia conseguido no dealbar do derby. Ninguém, não. O Geny sim! Percebendo a singularidade e importância do momento não pensou sequer que aquele não era o seu outro pé. Aquele era o pé de TODOS NÓS, o pé do desejo para se cumprir e materializar em golo. Um momento Genyal!

O Capitão

Enquanto todos gritávamos extasiados, um gigante discreto corria para a bola a saltar dentro da baliza. O mesmo gigante que na volta final, em que um Alvalade uníssono cantava o “Mundo Sabe Que…” deitaria as mãos à cabeça. Que filme lhe estaria a passar diante dos olhos não sabemos. Mas sabemos que é um dos protagonistas imprescindível dos relatos de dor e sucesso da nossa história recente. Chegou na época 15/16, a dos padres e vouchers e da canelada do Ruiz na sorte, ficou quando podia sair e até lucrar com isso, para ser o primeiro a receber nas mãos o regresso aos títulos. No derby foi tão discreto como importante: no futuro falar-se-á do bis de Catamo e poucos se lembrarão do hat trick de golos que a sua experiência e concentração evitou. Um capitão é isto: o exemplo, a luz. Coates é um Leão, há muito que deixou de ser “um estrangeiro”, é um de nós e assim permanecerá na nossa memória.

O Ogre

O derby poderia ter outro desfecho, tão igual como o teve o jogo da “mão de Rony” e tantos outros que, por erros nossos e alheios, ensombraram futuros por cumprir e nos desviaram do percurso de vitória. Bastaria por certo que a estirada de Israel não tivesse encontrado com a ponta dos dedos o remate do Di Maria para podermos estar a falar de resultado e de um campeonato diferente. Esse mesmo Di Maria, que desde os trinta minutos de jogo já devia estar debaixo de uma chuveirada de água gelada. 

A arrogância de Soares Dias só tem paralelo na falta de respeito que exibe à custa daqueles que lhe põem as chorudas verbas que aufere na conta: nós os adeptos, mas em primeiro lugar aqueles que correm e se esfalfam: os jogadores. A cara pétrea e enfatuada com que cumprimentou os jogadores no momento protocolar que antecedeu o jogo devolve a imagem de um ser presunçoso de ser “o melhor”, mas que é a negação do que deve ser um juiz: falta-lhe a coerência a julgar, independentemente da cor das camisolas, e por isso logo o gosto pela justiça e pela verdade. Falta-lhe a inteligência de saber que não lhe é possível hoje tentar enganar e passar despercebido, mesmo que tenha padrinhos influentes que fecham os olhos aos seus actos e às respectivas consequências. 

Não há razão entendível que suporte o que Soares Dias fez em Alvalade. Quando se olha ao espelho deve ver-se como o príncipe da arbitragem mas aquele não lhe deveria devolver outra imagem que não a de um ogre, que se alimenta da sua soberba e vaidade.

sexta-feira, 5 de abril de 2024

Noticias sobre o futebol subterrâneo


As primeiras páginas dos jornais "A Bola" e "Record" de hoje dão-nos, por diferentes razões, uma ilustração do que o outro lado da competição futebolística nacional, um lado que escapa ao controlo do Sporting, ainda que a sua planificação e os seus profissionais sejam os melhores e mais bem preparados. 

A Bola prefere dar cor a um momento de infortúnio e de memória muito particular para todos nós, ignorando quer o escândalo que representa a surdez conveniente mas pouco Nobre do árbitro António, bem como mais um périplo pelos túneis do Rui.

Isto diz-nos que não lutamos com armas iguais e que nenhum titulo nos cairá do céu, antes resultará da derrota das nossas próprias limitações, dos méritos dos nossos adversários e uma vitória tenaz sobre o poder que detêm nos subterrâneos onde se movimentam para contrariar o que não conseguem obter nas quatro linhas.

Qualquer Sportinguista aprende isto quase no berço, pelo que não pode jamais ser invocado como desculpa. Sabemos que para ganhar não basta sermos apenas melhores mas superiores. 


quarta-feira, 3 de abril de 2024

SL Benfica 2 - Sporting 2: Jamor aí vamos nós!


O mais importante num jogo de futebol é sempre o resultado e esse foi inteiramente favorável às pretensões do Sporting, mas para lá chegar foi preciso saber sofrer, talvez mais do que esperaríamos, saber aproveitar quase todas as oportunidades criadas e, claro, a indispensável sorte. 

Mas sofremos muito, muito mais do que certamente havíamos projectado para este jogo, certamente influenciados pelo jogo da primeira mão. Sem retirar o devido mérito ao adversário, falhamos naquilo que sabemos fazer melhor: pressionar alto (no jogo anterior, com o Casa Pia, o Sporting completou o maior número de acções defensivas de uma equipa no meio campo do adversário), falhamos passes consecutivos para os pés dos adversários, perdemos duelos atrás de duelos, na agressividade sobre a bola, o que nos foi retirando o ar que necessitávamos para respirar o futebol ligado a que estamos habituados. 

Para isso contribuiu o número considerável de jogadores a jogar a um nível abaixo do que era esperado. Diomande, Inácio, Santos, Trincão e Paulinho perdiam bolas consecutivamente, deixando Gyokeres muito desamparado, por não conseguir ligar com ele ou servi-lo de apoio. Mas a grande virtude desta equipa tem sido não se conformar ou amendontrar perante o infortúnio e o desacerto, tem fé, acredita em si mesma e nos princípios que lhe são vertidos por Rúben & Cia.

Foi assim que, numa jogada tipica deste Sporting 23/24, se chegou ao golo inaugural, por sinal magistral, de Hjulmand, após assistência de Gyokeres. A ampliação da vantagem trazida de Alvalade foi determinante para o desfecho da eliminatória. Por muito que se inflaccione a boa prestação do adversário, tida como a melhor da época até ao momento, não pode ser escamoteado da análise que o Sporting nunca esteve em desvantagem nesta eliminatória a duas mãos. E isso é significativo porque nunca é demais lembrar que jogamos contra o campeão em titulo que, por sinal, deve ter investido quase tanto no mercado de inverno como o Sporting em toda a época.

Nos destaques individuais o destaque vai para Hjulmand, que está em toda a parte a defender e até marcou um golo determinante para o desfecho final. Igualmente para Israel, em cujo colo caiu a responsabilidade inesperada, face ao infortúnio de Adán, de ser o último bastião, tendo estado a um nível elevado, defendendo bolas de elevado grau de dificuldade. Coates foi o capitão que precisávamos para a ocasião.

Sobre a arbitragem o melhor que se pode dizer é que foi muito melhor do que o esperado. O lance que maior polémica suscita creio que é claro, visto pela câmara que filma por trás, que é Rafa, que está atrás de Coates, quem toca no pé deste. Fossem sempre assim as arbitragens de João Pinheiro.

E agora, no Jamor, é levantar o caneco. Aí vamos nós!

terça-feira, 2 de abril de 2024

Modalidades: revista da semana

Autor:8

Temos de começar por salientar a vitória, e a conquista da respectiva Medalha de
Ouro, do judoca Jorge Fonseca no Grand Slam de Antalya, na sua categoria (-100kg),
melhorando o que já tinha conseguido à cerca de um mês, onde no Grand Slam da
Áustria tinha obtido a Medalha de Prata. A poucos meses dos Jogos Olímpicos temos
de salientar a recuperação de Jorge Fonseca, depois de algumas lesões que o tinham
impedido de combater. De referir também a Medalha de Bronze conquistada na
véspera no mesmo meeting pelo leão João Fernando na categoria de -80kg.

Realizou-se em Sines neste fim-de-semana a Final Eight da Taça de Portugal de futsal,
onde na quarta-feira, nos quartos-de-final os leões defrontaram e venceram o
Belenenses por 8-0, com 3-0 ao intervalo. Foi um jogo onde, apesar de sofrer oito
golos, o guarda-redes azul se fartou de defender, bem como os leões Henrique
Rafagnin e Bernardo Paçó que também defenderam muito e bem. Apesar de dominar
o jogo a nossa equipa só conseguiu o primeiro golo quando já se jogava o oitavo
minuto, demorando mais quatro minutos até chegar o segundo e o terceiro foi
obtido a dois minutos e meio do fim da 1ª parte. No segundo minuto da 2ª parte
aumentaram os leões a vantagem, que só voltou a ser alargada quando se
conseguiram dois golos em menos de dois minutos a meio desta 2ª parte, pondo o
resultado em 6-0. Os dois últimos golos só foram obtidos nos dois minutos finais,
ambos por Hugo Neves, que tal como Taynan obteve dois golos neste desafio, sendo
que os outros foram conseguidos por Alex Merlim, Zicky Té e Pany Varela cada um
com um e ainda temos de acrescentar um auto golo de um jogador belenense.
Depois de vencido o Belenenses, passámos às meias-finais onde nos calhou em sorte
defrontar na sexta-feira a equipa dos Leões de Porto Salvo, equipa tradicionalmente
difícil, que vencemos por 3-1, com 1-1 ao intervalo. Começaram bem os leões que
quando ainda não estavam decorridos dois minutos de jogo já tinham obtido o seu
primeiro golo, através de Diogo Santos. Continuaram os leões a controlar o jogo mas
sem conseguirem marcar, até que a pouco mais de cinco minutos do intervalo os
adversários conseguiram o empate com que se chegou ao intervalo. Na 2ª parte
manteve-se o Sporting a dominar o jogo mas só com sete minutos e meio jogados
Merlim conseguiu o 2-1, para minuto e meio depois conseguir o seu segundo golo e
fazer o resultado final, ganhando a nossa equipa o acesso a mais uma final da Taça de
Portugal.

No domingo na Final os leões defrontaram o Braga e a sorte não quis nada com os
nossos jogadores. Com um jogo sempre equilibrado, mas com mais supremacia
leonina durante quase todo o jogo, os leões perderam no prolongamento por 3-5,
após 3-3 no final do tempo regulamentar. Além da grande exibição do guarda-redes
bracarense, a falta de acerto no remate contribuiu, e muito, para o insucesso
leonino. Apesar do domínio leonino os adversários conseguiram fazer 0-1 ao nono
minuto de jogo, e ainda fizeram 0-2 a menos de 3 minutos do intervalo, resultado
com que terminou a 1ª parte. A 2ª parte foi diferente com os leões, aos dois minutos
e meio através de Zicky e aos quatro minutos por Taynan, a conseguirem empatar o
jogo. E com 10 minutos jogados Zicky, com um golo espectacular, pôs a nossa equipa
na frente do marcador. A partir deste momento o Braga, além de criar dificuldades à
saída da nossa equipa para o ataque, passou a jogar 5x4, e a um minuto e meio do
final conseguiu o golo que restabeleceu o empate e levou o jogo para o
prolongamento. Na 1ª parte do prolongamento o Braga continuou a jogar em 5x4mas não houve golos. Na 2ª parte do prolongamento, quando estavam jogados um
minuto e quinze segundos os adversários conseguiram o seu quarto golo passando o
Sporting a partir daí a ser a sua vez de jogar 5x4, que não resultou e antes pelo
contrário os bracarenses aproveitaram para a dois minutos e meio do final do jogo,
conseguiram o seu quinto golo rematando para a baliza deserta. Não mereciam os
leões do futsal esta derrota, mas a sorte nada quis com eles, e novas provas vêm aí.
Já no sábado 6 há novo jogo, na visita a Ferreira do Zêzere para o jogo da 9ª (trocada
com a 20ª) jornada da Liga Placard.

Os leões do andebol receberam na sexta-feira os nazarenos do Dom Fuas, em jogo
relativo aos oitavos de final da Taça de Portugal, e venceram por 41-23 com 19-8 ao
intervalo. Perante uma equipa muito bem classificada na 2ª divisão, os leões, apesar
de terem começado a perder 1-0, encararam o jogo com toda a responsabilidade,
esquecendo que o adversário era de uma divisão secundaria, e rapidamente saltaram
para 3-1 e 10-2, mantendo o ritmo e aumentando o resultado que atingiu os 11 golos
de diferença ao intervalo. Apesar da rotação de todos os jogadores, e da inclusão de
um jovem, a 2ª parte foi semelhante com os nossos jogadores a respeitarem os
adversários, não entrando em facilidades, e continuando a aumentar a diferença no
marcador, chegando aos 20 golos de diferença, aos 40-20, e conseguindo um parcial
de 22-15 neste período. Orri Porkelsson com 6 golos, e Kiko Costa e João Gomes
ambos com 5 foram os nossos melhores marcadores. No próximo sábado irão os
leões até à Madeira para defrontarem o Marítimo em jogo dos quartos-de-final da
Taça de Portugal.

Os leões do voleibol, depois da sua vitória no passado fim-de-semana na Taça de
Portugal, vão agora disputar o PlayOff da Liga Una Seguros tendo recebido no
sábado, no Pavilhão João Rocha, o Leixões, 3º classificado da fase anterior, no 1º jogo
da meia-final do PlayOff que será disputado à melhor de 5, tendo vencido por 3-1. No
1º set os leões começaram bem dominando o marcador aos 5-3 e 9-7 mas aí os
leixonenses reagiram e depois dos empates a 10 e a 11 saltaram para 12-16. Nesta
altura foi a vez dos nossos jogadores irem recuperando aos poucos, conseguindo o
empate aos 18, e conseguindo passar para a frente até aos 22-20. Neste momento o
técnico adversário pede um timeout e no seu seguimento a sua equipa passa para a
frente e atinge 22-23, altura em que é João Coelho que pede também um timeout
que faz os leões conseguirem empatar a 23 e a 24, mas nesta altura o Leixões
consegue dois pontos seguidos e ganha o set por 24-26. O 2º set arranca com os
leões a conseguirem bons avanços por 3-0, 5-1 e 9-2, vantagens que se foram
mantendo passando por 20-12 e terminando o set com 25-15. No 3º set houve
empates e vantagens para um lado e para o outro até ao empate a 16, altura em que
os leões fizeram 20-16 e 22-17 vantagem que se manteve até aos 25-20 finais do set.
Os homens do norte começaram o 4º set com 0-2, mas rapidamente os nossos
jogadores recuperaram para 6-2, 9-5 e 13-6, que abriram para 24-11, terminando o
set com 25-13, fazendo o 3-1 final. Foi um jogo onde os marcadores leoninos foram
todos muito equilibrados com Jan Galabov e Lucas Vanberkel a conseguiram ambos
14 pontos, Wagner Silva com 13, Martin Licek com 12 e Tiago Barth com 11. O
próximo jogo dos leões do voleibol será no sábado 6 na visita a Matosinhos para o 2º
jogo desta meia-final.

Também as leoas do voleibol começaram a disputa do playoff da Liga Solverde, onde
na meia-final defrontam o FC Porto, que visitaram no sábado e onde perderam por 0-3, com os parciais de 25-17, 25-16 e 25-22. Tal como os homens, esta meia-final é à
melhor de 5 pelo que irão receber no PJR no domingo 7 as portistas.

Também no sábado os leões do basquetebol voltaram aos Açores para defrontarem
o Lusitânia em jogo da 5ª jornada da Taça Hugo dos Santos, tendo vencido por 113-
87, com 65-48 ao intervalo. No 1º quarto começaram muito bem os leões que
arrancaram com 14-2, 18-4 e 25-12, mas os açorianos recuperaram para 25-21,
seguindo depois equilibrado até aos 31-26 do final do quarto. O 2º quarto começou
equilibrado tendo os locais chegado a três pontos de distância aos 43-40, mas ai os
nossos jogadores dispararam para 55-41, fazendo um parcial de 34-22 neste quarto.
No 3º quarto o domínio dos leões foi crescendo atingindo rapidamente 82-55, para
se atingir o final do quarto em 93-65, com um parcial neste quarto de 28-17. O 4º
quarto foi o mais equilibrado com o Sporting a rodar todos os seus jogadores, tendo
um parcial de 20-22, terminando o desafio com 26 pontos de vantagem. Mike Moore
com 21 pontos e Rasaq Yussuf com 18 foram os melhores marcadores leoninos neste
desafio. O Sporting, que venceu o seu grupo, já garantiu o acesso às meias-finais
deste trofeu e no dia 4 de maio irá defrontar em Gondomar o vencedor do jogo
Benfica – Imortal que se irão defrontar na véspera. O próximo jogo dos leões será no
sábado 6 na visita ao Benfica na 19ª jornada da Liga Betclic.

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