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sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Corrupção? Nunca sube!

Passados quase 4 anos não há desenvolvimentos significativos que se conheçam e os diferentes processos em que o Benfica está envolvido continuam a hibernar. Nem a justiça comum nem a desportiva funcionaram ou dão sinais de vir a funcionar. Tal como o personagem autor da já famosa frase, "nunca sube" deve ser a resposta caso perguntássemos aos agentes de ambas as instituições. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

De osso duro de roer a tenrinhos como uma boa costeleta arouquesa


Rúben disse há dias que a actual equipa de Sporting era bipolar e obviamente não fez qualquer confusão com a onda de frio que nos assola: referiu-se e bem às várias caras que a equipa exibe nos jogos e ontem foi mais um. Do osso duro de roer da primeira parte entramos na segunda parte qual tenra costoleta de vitela arouquesa ainda a fumegar e pronta a servir o relvado do estádio de Leiria.

Apesar do claro domínio do Sporting há que dizer, porque é a realidade, tal não é traduzido no número e clareza das oportunidades criadas. Mais, quase sempre de conduções pelas laterais e quase nunca por solicitações pelo centro que, como sabemos, é o caminho melhor e mais perto para a baliza. E mesmos as intervenções do guarda-redes não foram muitas nem particularmente difíceis.

É indiscutível que o actual do Sporting ataca muito mais e mesmo melhor do que o que nos levou ao título. Mas ainda não é demolidora. E, para chegarmos a esta paragem na viagem o Sporting perdeu consistência defensiva. A segunda parte mostrou-nos a outra face da equipa: a que precisa da intervenção do psiquiatra, porque há questões mentais sim, como a insegurança que se instala quando o resultado não é confortável. 

Mas precisa sobretudo da intervenção de Rúben Amorim. Não foi propriamente novo ver o Sporting em sofrimento e incapaz de se opor ao jogo do Arouca. Quase sempre mal organizada para reagir à perda da bola. Por mais que respeito que nos mereça, é inquietante e até embaraçoso ver uma equipa como à nossa deriva e à mercê deste adversário, como já vimos este ano com equipas bem mais poderosas. As coisas lá se compuseram com o golo do Paulinho, mas perante uma equipa com outros argumentos seria seguramente mais difícil de acontecer. É aqui que Rúben Amorim entra, não é?

A imagem que ilustra o post refere-se à agressão de que o Paulinho foi vitima. Inadmissível que VAR e toda a equipa de arbitragem tenha deixado passar em branco. Fica lançado o post de amanhã e que será curto mas que é capaz de ser tão pertinente como escusado.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Revista do fim-de-semana nas modalidades

Autor:8

Começou o fim-de-semana de jogos na quarta-feira com a equipa de hóquei a ir visitar o Parede, regressando com uma vitória por 5-3, com 1-1 ao intervalo. Começou bem o Sporting que começou a vencer na recarga a um livre directo, por Ferran Font, mas os homens da linha conseguiram empatar. Na 2ª parte o Parede passou para a frente na transformação de um livre directo, mas respondemos com dois golos de Toni Pérez que fizeram o 3-2 a nosso favor. O Parede voltou a empatar na transformação de um livre directo a castigar a 10ª falta leonina, e só após isso a cerca de 8 minutos do fim a nossa equipa conseguiu alcançar o primeiro dos dois golos que lhe garantiram a vitória final.

No domingo fomos ao Dragão Caixa defrontar e vencer o FC Porto por 6-4, com Gonzalo Romero e Ferran Font a marcarem 3 golos cada. Foi um jogo muito equilibrado com o habitual ambiente deste pavilhão, com público e jogadores da casa a pressionarem a arbitragem e os jogadores adversários. Os donos da casa fizeram 1-0 e nós respondemos com o 1-1, por Gonçalo Romero. Os nortenhos fizeram o 2-1 e Gonzalo Romero, novamente, empatou na transformação de um livre directo na 10ª falta portista, a 3m e 18s do intervalo, mas o Porto marcou o 3º golo a 1m e 20s do intervalo, ficando nós a perder por 2-3 ao intervalo. Na 2ª parte os nossos hoquistas começaram bem, aos 4m e 2s Gonzalo Romero conseguiu o empate, aos 6m e 16s Girão defendeu o livre directo correspondente à nossa 10ª falta e 12 segundos depois conseguimos o 4-3, por Ferran Font. Aos 18 minutos os nossos adversários fizeram a sua 15ª falta e Ferran Font transformou o respectivo livre directo, passando o resultado para 5-3. A 4:22 do fim foi mostrado um cartão azul a Matias Platero, Girão voltou a defender o respectivo livre direto, e ficámos a defender em Power Play até o Porto ter conseguido marcar o seu 4º golo, mas a 3m e 18 do fim Ferran Font conseguiu o nosso 6º golo que definiu o resultado final, se bem que a 40 segundos do fim o Sporting voltasse a ficar com menos um jogador por Matias Platero ter recebido outro cartão azul, com o correspondente livre directo que Girão também defendeu. Apesar de ter marcado 17 faltas contra o FCP e 12 contra o Sporting vimos uma arbitragem influenciada pelo ambiente e dois jogadores permanentemente a pressionarem os árbitros: Gonçalo Alves e Carlo di Benedetto. Com esta vitória estamos no 2º lugar do Campeonato Placard, e só não estamos na frente devido aos dois empates que tínhamos “obrigação” de ter vencido com o Sporting de Tomar e o Murches. De qualquer modo teremos essa possibilidade quando domingo, dia 29, recebermos o Benfica para o campeonato, depois de jogarmos com o OC Barcelos para a Liga dos Campeões na quinta-feira 26.

A equipa feminina de hóquei recebeu e venceu o EA Azeméis por 9-1, com 5-0 ao intervalo. Os golos foram marcados por Sofia Moncóvio, Rita Batista, Inês Florencio e Margarida Florencio cada uma com 2 golos e Inês Arrais marcou o restante. No sábado 28 as meninas recebem o Odivelas e no domingo 29 vão a Arazede.

Na sexta-feira jogou a equipa de basquetebol recebendo no Pavilhão João Rocha a Ovarense, precisamente aquela equipa que tínhamos defrontado, e vencido, no domingo anterior na Final da Taça Hugo dos Santos, que conquistámos. Voltámos a vencer, desta vez por 95-71, uma diferença maior do que a do jogo anterior. Não entrámos tão espectaculares mas chegámos ao fim do 1º quarto a vencer por 24-15, e compensámos no 2º quarto de modo a que chegámos ao intervalo a vencer por 21 pontos (56-35). Após o intervalo os leões fizeram lembrar o ultimo quarto da Final, como que adormecidos pela vantagem conseguida e permitiram os mesmos 20 pontos à Ovarense, mas apenas marcaram 12 pontos, acabando o quarto com 68-55. A paragem fez bem pois voltaram ao seu ritmo para atingirem a vantagem final de 24 pontos. De salientar os 37 pontos obtidos por Travante, a excelente exibição do jovem André Cruz, que incluiu um afundanço, e os 18 lançamentos triplos convertidos pelos nossos jogadores.

O próximo jogo da nossa equipa de basquetebol será em Angra do Heroísmo, para defrontar a equipa do Lusitânia, no próximo sábado 28.

No sábado o futsal leonino, depois de ter recebido e vencido o Benfica, recebeu os Leões de Porto Salvo e venceu exactamente pelo mesmo resultado 6-4, com 4-3 ao intervalo. Um jogo que se complicou desde o primeiro minuto quando sofremos o primeiro golo, conseguimos o empate, mas esta sina repetiu-se três vezes, sempre com os homens de Porto Salvo a adiantarem-se e os nossos jogadores a terem de ir buscar o empate. Até que Pany Varela, com dois golos seguidos, depois dos de Sokolov e de Zicky Té, conseguiu que fossemos para o intervalo a vencer. Na 2ª parte entrámos melhor e com golos de Diogo Santos e, novamente, de Pany Varela, alargámos a vantagem e já com o jogo a terminar o nosso antigo jogador Pedro Cary marcou pelos homens da linha, o seu segundo golo, e fez o resultado final. De salientar a produção de Pany Varela que com 3 golos foi fundamental na nossa vitória.

Na próxima quinta-feira 26 inicia-se em Gondomar a disputa da Fase Final da Taça da Liga com a nossa equipa a defrontar o Eléctrico de Ponte de Sor para os quartos de finais da competição.

A equipa feminina de futsal foi a Espinho defrontar o Novasemente de onde voltou com uma derrota por 2-7, com 1-2 ao intervalo. No próximo fim-de-semana todo o futsal leonino estará em Gondomar para as finais das Taças da Liga, com as leoas a jogarem a meia-final com o Nun’Alvares no sábado 28.

Os leões do voleibol tiveram dois jogos este fim-de-semana. Recebemos no sábado no PJR o Benfica e perdemos por 2-3. A equipa não entrou bem no jogo. No 1º set os visitantes conseguiram ganhar uma vantagem de quatro / cinco pontos que foram mantendo até aos 19-25 finais. O 2º set foi quase igual, para pior, e terminou com um 18-25. O 3º set já encontrou os jogadores leoninos mais condizentes com o seu valor, chegaram aos 20-15 e depois terminaram o set com 25-22. O 4º set foi equilibrado até aos 20-18, tendo depois os leões disparado para os 25-22 finais. Na negra os encarnados dominaram sempre tendo terminado o set com 10-15.

No domingo foram os nossos homens do voleibol até Espinho, defrontar o Sporting local num desafio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, regressando com uma vitória por 3-2, num jogo algo equilibrado. Os dois sets que vencemos (1º e 3º), além da negra, terminaram ambos a 25-23. Já os que perdemos (2º e 4º) foram por diferenças bem maiores (20-25 e 16-25). Valeu-nos um bom controlo da negra, que vencemos por 15-10.

A nossa equipa de voleibol volta a ter dois jogos nesta semana. Na quarta-feira 25 receberemos o Fonte Bastardo para a 2ª mão dos quartos-de-final da CEV Challenger Cup e no sábado receberemos a Académica de Espinho para a 7ª jornada da Liga UNA Seguros.

Também a equipa feminina de voleibol jogou na sexta-feira para a Taça de Portugal, tendo ido a Famalicão vencer o Atlético Voleibol Clube por 3-0 (25-23, 25-16 e 25-21). Para o campeonato foram no domingo aos Açores e perderam com o Clube K por 2-3 (20-25, 11-25, 25-17, 25-19 e 13-15) perante a equipa 2ª classificada na Liga LIDL.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Pela amostra da 1ª volta temos um grande problema


No jogo com o Vizela tivemos uma boa amostra do que está a ser o percurso no actual campeonato:

- Um jogo muito pouco interessante do nosso ponto de vista, dominado sem convencer, mesmo sem colocar em causa a justiça do resultado.

- Vários golos "feitos" falhados clamorosamente, especialmente os do Paulinho e Trincão, que arrastam a definição do resultado e com isso aumenta a insegurança da equipa.

- Ainda assim, para uma equipa que deve ser dominadora ante adversários como o Vizela, o Sporting produz poucas oportunidades de golo claras. Neste jogo isso ocorreu sobretudo na segunda parte.

- Mais um golo caricato, com a equipa a desligar antes de qualquer decisão do árbitro que podia ter posto em causa a obtenção dos três pontos.

- Investidas muito "macias", pouca presença na área, o que dificulta a conclusão com êxito das jogadas de ataque.

- Das poucas vezes que o Sporting conseguiu chegar até à linha de fundo, ao invés dos cruzamentos antes da linha de grande área, obteve o golo inaugural.

- À semelhança do dérby houve um "emplastro arbitral" que culminou num golo sofrido. Não vai dar nada mas são dois lances claros de intervenção do árbitro que não estão contemplados nas regras mas deviam. 

- Relativamente ao lance de penalty é no minimo estranho que tenha sido necessário o Paulinho ficar a rebolar-se no relvado para o VAR intervir, quando houve duas faltas no mesmo lance. O Sporting não convence, é certo, mas a arbitragem continua "amiga", como sempre.

Se esta configuração se mantiver vamos ter um grande problema: a Liga dos Campeões vai ser vista por um canudo, com as consequências que se advinham. E ainda não sabemos bem que repercussões haverá do período de mercado prestes a encerrar. 


quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Vender Porro agora, sim ou não?

Não é surpreendente o propalado interesse do Tottenham por Pedro Porro. Dos frutos apetecíveis no mercado para lateral direito o miúdo estremenho e dos mais maduros e por isso "pronto a comer". Acresce que, pela sua juventude, seja um jogador mais facilmente moldável às ideias do técnico de destino, denotando igualmente ser um jogador sedento de afirmação e um profissional dedicado e exemplar. O surpreendente é, por isso, ser apenas o Tottenham. Bom, pelo menos para já.

Este apetite por Porro lança várias questões, partindo do principio que o jogador está interessado na proposta:

- O Sporting deve aceitar a saída de Porro se baterem a claúsula?

Tendo em conta a premissa relativamente à posição do jogador, sim. Primeiro, porque o jogador merece essa nossa consideração e porque, embora a sua partida deixe vários vazios por preencher, a época ameaça ser um fracasso. Se o Sporting ficar fora da Liga dos Campeões, (e o caminho para lá chegar afigura-se muito difícil e pouco provável, a menos que haja uma alteração radical de pontos conquistados por jornada) ficaria pelo menos calçado para começar a preparar a próxima época. 

É verdade que seria não ainda o atirar da toalha ao chão mas significaria a preparação para tal. Uma ponderação difícil e uma decisão que envolve riscos, qualquer que seja o seu sentido. Porque se é verdade que o Sporting precisa de ter argumentos financeiros para preparar a próxima época, não é menos ter em conta que estamos a meio da corrida e muito há-de ainda ocorrer. Por outro lado bem sabemos que o futebol é o momento e muita coisa pode suceder tanto no sentido da ainda maior valorização do jogador (uma boa participação na Liga Europa, por exemplo) ou no da depreciação (uma lesão, ou uma má segunda volta).

- O Sporting deveria considerar uma proposta de dinheiro mais jogador(es)?

Corre o rumor, que não me parece que seja mais do que isso, de uma proposta por valores à volta de +/- 35 milhões mais os 50% do passe de Edwards. Seria uma decisão ainda mais difícil. Os 50% de Edwards valem os 10 milhões que faltam para cláusula de rescisão? Atrevo-me a pensar que ainda não. Apesar dos brilharetes contra a sua antiga equipa na Liga dos Campeões a irregularidade da equipa é também a do Edwards. Mas Edwards tem condições para valer muito mais que esta avaliação, pelo que a aceitação da proposta - que, repito, me parece mais uma hipótese académica que uma possibilidade real - é pelo menos tentadora.

- Quem substituiria Porro?

Longe vão já os dichotes a propósito dos calções do Porro, aquando da sua apresentação. Porro conquistou Alvalade e tornou-se num dos melhores de que há memória na sua posição. É o melhor da Liga. Não há obviamente nada que se compare no plantel e só um milagre retiraria a toxicidade à volta de Esgaio. Mas Esteves está de regresso e este podia ser o seu momento. A ida ao mercado seria outra solução mas além do dispêndio, a metade da época que falta seria mais um provável estágio do que um sucesso de integração que, no entanto, nunca pode ser excluído.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Quando a incompetência é premiada

Vale a pena ler todo o conteúdo do artigo do Carlos Barbosa da Cruz, hoje no Record. Mas basta ficar pelo segundo parágrafo para perceber porque é que as coisas não mudam na arbitragem nacional. Não é apenas pela questão corporativista para que o artigo remete, mas tropeçar em nomes como João Ferreira, Paulo Costa e Lucílio Baptista como membros integrantes do Conselho de Arbitragem da FPF é perceber que a incompetência foi premiada. Por isso é que isto nem com VAR lá vai. 

PS: não digo mais do que incompetência porque, enfim, já devem ter percebido...

 

terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Mais 2 taças para o Museu


Autor:8

 Esta foi uma semana brilhante com mais 2 taças para o Museu do Sporting. O basquetebol ganhou a Taça Hugo dos Santos, que já tinha vencido na passada época, o 8º triunfo em 11 competições possíveis desde o regresso da modalidade ao nosso Clube, o ténis de mesa venceu a Taça de Portugal pela 34ª vez, e João Vieira sagrou-se Campeão Nacional dos 35Kms marcha, pela 7ª vez.

A competição das principais equipas das modalidades esta semana começou na quarta-feira com a nossa equipa de hóquei a receber a equipa do Murches, para um inacreditável empate 5-5. A equipa entrou bem, até conseguiu chegar ao intervalo a vencer por 4-1, mas a meio da 2ª parte já tínhamos consentido o empate. Ainda conseguimos o 5-4, mas os visitantes conseguiram de novo o empate a cerca de 2 minutos do final do encontro. O que dizer do empate caseiro com uma equipa manifestamente inferior? O treinador e também Alessandro Verona, no final da partida, consideraram que este empate foi resultante da falta de tensão competitiva, e falta de concentração e de foco. Não se compreende!

Já no sábado deslocou-se a nossa equipa aos Açores, para na Ilha do Pico defrontar o Candelária, actualmente na 2ª Divisão, num jogo a contar para os dezasseis avos da Taça de Portugal, de onde regressou com uma vitória por 8-1, com 3-1 ao intervalo. Jogo sempre controlado pelo Sporting, com mais intensidade na 2ª parte, quando os açorianos começaram a acusar algum desgaste físico. João Souto e Gonzalo Romero ambos com dois golos foram os nossos marcadores neste desafio. De salientar a grande quantidade de sportinguistas presentes no pavilhão.

A próxima apresentação dos nossos hoquistas será na quarta-feira 18 na visita ao Parede para disputar o jogo da 13ª jornada da Liga Placard.

A equipa de hóquei feminina recebeu o Turquel num jogo relativo aos oitavos de final da Taça de Portugal tendo sido eliminadas ao perderem por 1-4.

Também o voleibol leonino começou a jogar na quarta-feira, e também não começou bem. Deslocação aos Açores, para na Ilha Terceira defrontar a Fonte Bastardo num jogo a contar para a 1ª mão dos quartos-de-final da CEV Challenger Cup de onde saímos derrotados por 0-3 com os parciais de 24-26, 19-25 e 21-25. A equipa até começou muito bem no primeiro set, tendo estado a vencer 24-21, mas permitiu que os açorianos conquistassem 5 pontos seguidos para ganhar o set. Este foi o exemplo para os dois sets seguintes onde os homens da Praia da Vitória, dominaram completamente.

No sábado jogámos novamente com a Fonte Bastardo desta vez no PJR, num jogo a contar para a 4ª jornada da Liga UNA Seguros, e voltámos a perder, desta vez por 1-3 (25-21, 22-25, 19-25 e 28-30). Também neste jogo começaram bem os nossos jogadores dominando completamente o início do 1º set, tendo chegado a estar a vencer por 14-7, mas deixaram os adversários empatar a 16, voltando a “saltar” para os 22-18, para terminarem o set a vencer 25-21. No 2º set a Fonte Bastardo entrou melhor e conseguiu um 0-4 inicial, vantagem essa que se foi mantendo ao longo do set até aos 22-25 finais. O 3º set foi equilibrado até ao empate 16-16, mas a partir daí os nossos adversários arrancaram para a vitória no set. O 4º set foi um set equilibrado mas duas decisões incorrectas do senhor árbitro, uma quando o Sporting vencia por 23-22 e outra quando as equipas estavam empatadas a 28 pontos, acabaram por decidir o set e o jogo.

Já no domingo foram os nossos voleibolistas até Esmoriz, aproveitando para regressar às vitórias, conseguindo um 3-0 (25-21, 27-25 e 21-20). Um jogo equilibrado que os leões sempre controlaram e tendo sempre vantagens na casa dos 4/5 pontos, excepto no segundo set onde apenas se conseguiu a vitória nas vantagens. Estes 3 desafios foram disputados sem a presença de José Masso, ausente devido ao falecimento de seu pai. Esperamos um rápido regresso, até que no próximo sábado 21 receberemos o Benfica.

Também as meninas do voleibol foram este domingo ao norte de onde regressaram com uma brilhante vitória perante o AJM/FC Porto, actual líder da Liga LIDL, por 3-0 (25-15, 25-22 e 25-22).

O futsal leonino só teve um jogo esta semana. E que jogo! O grande derby de Lisboa, recebendo o Benfica no PJR. E até parece que andou a brincar com os encarnados. Chegámos aos 3-0, deixámos os adversários empatar, fizemos o 5-3 e quando eles reduziram para 5-4, aumentámos para o 6-4 com que terminou o desafio. Num jogo, nem sempre dominado, mas sempre controlado pelos nossos jogadores, a união dos leões e a rotação imposta pelos nossos treinadores foi fundamental para garantir a vitória. Pany Varela com 2 golos fundamentais, os 2º e 3º, foi o nosso melhor marcador, e Cavinato,  Sokolov e Erick também fizeram o gosto ao pé, mas não devemos salientar ninguém pois o colectivo, não esquecendo Guitta, foi o nosso grande trunfo. Com esta vitória apanhámos o Benfica no topo da classificação da Liga Placard, podendo ser apanhados pelo Braga que tem 3 pontos e 1 jogo a menos. A nossa equipa volta a jogar no sábado 21 recebendo os Leões de Porto Salvo.

A equipa feminina recebeu o GCR Nun’Álvares tendo perdido por 4-6, com 0-2 ao intervalo. As visitantes ainda chegaram aos 0-4, seguindo-se uma boa reacção das leoas que ainda conseguiram o 4-5, mas nos momentos finais, quando faziam tudo por tudo para chegarem ao empate, sofreram o golo que ditou o resultado final. Voltam a jogar no sábado 21 indo a Espinho defrontar o Novasemente.

O basquetebol foi até Gondomar para disputar a Taça Hugo dos Santos, começando no sábado para disputar a meia-final com o FC Porto. Vencemos por 97-84, com 47-35 ao intervalo. Desde o início os leões foram controlando e dominando o marcador tendo ganho o primeiro quarto por 5 pontos (16-21) e o segundo por 7 (19-26) para atingirmos o intervalo a ganhar por 12 pontos. A segunda parte foi jogada mais taco-a-taco tendo perdido o terceiro quarto por 1 ponto (20-21) e ganho o último por 2 (30-28) que deram a diferença final de 13 pontos. Foi uma brilhante vitória sobre uma equipa que no início da semana tinha obtido uma excelente vitória sobre o Cholet, 2º classificado no forte campeonato francês. Lovett com 25 pontos, e Diogo Ventura e Isaiah Armwood ambos com 18 foram os melhores marcadores da equipa, se bem que o MVP do encontro tenha sido António Monteiro com um duplo-duplo (12 pontos e 13 ressaltos).

No domingo, na final, defrontámos a Ovarense, que na outra meia-final tinha eliminado o Benfica. Começaram muito bem os leões que a meio do 1º quarto já venciam por 18-2, para atingirem o final do quarto com 21 pontos de vantagem (35-14). Os ovarenses reagiram ganhando o 2º quarto por 4 pontos (12-16) baixando a diferença para 17 pontos ao intervalo (47-30). O 3º quarto voltou a ser equilibrado com o Sporting a ganhar e aumentando a vantagem para 20 pontos (67-47). No 4º quarto depois de um começo equilibrado os leões tiveram uma paragem no marcador que fez os vareiros passarem de 73-52 para 73-64, mas a partir daqui os nossos jogadores “acordaram” para se atingir o final do encontro com 79-71. Joshua Patton foi o MVP do encontro com 18 pontos, 9 ressaltos, 6 desarmes de lançamento e 1 assistência. Lovett com 16 e António Monteiro com 15 pontos foram os seguintes melhores marcadores. Com esta vitória o Sporting conquistou a 2ª Taça Hugo dos Santos consecutiva.

O próximo jogo dos leões do basquetebol será novamente com a Ovarense, desta vez no PJR, no sábado 21.


Também no norte, desta vez em Vila Nova de Gaia, no Centro de Alto Rendimento, o ténis de mesa leonino foi disputar a Taça de Portugal. Com 4 vitórias nas quatro eliminatórias o Sporting venceu pela 34ª vez a Taça de Portugal de Ténis de Mesa. Vencendo sucessivamente o Camara Lisboa Clube, o Juncal, o Ponta do Pargo e por último o Valbom sempre por 3-0, nada mais justo. Parabéns a  Chen Shi Chao, treinador, e aos seus atletas que actuaram nesta final: Diogo Carvalho, Diogo Chen, Bode Abiodun e Diogo Silva.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Pistas para o desfecho do dérby e de uma época que parece perdida


Primeira impressão a retirar do derby de ontem: o Sporting perdeu terreno para o rival. Nada que o percurso de ambos na Liga não o confirmasse, mas o embate de ontem deixou mais claro pelo menos porque o Sporting é irregular. Já sobre a hegemonia do SLB é o histórico que o atesta, o jogo de ontem não projectou uma imagem de tanta superioridade, embora deixasse claro que há mais e melhores soluções do outro lado da segunda circular. Mas isso - mais e melhores recursos - não é propriamente uma novidade, já assim é há anos. 

O que não é propriamente novo, já vem do ano passado, é o Sporting de Rúben Amorim ter perdido uma das suas principais virtudes: a sua capacidade defensiva. Até ao momento o Sporting já sofreu mais golos do que os jogos que disputou (18 golos, 16 jogos) e tem pior registo defensivo que todos os 3 que vão à sua frente, (SLB, FCP e SCB) e que Casa Pia (11) Vitória (16) Vizela (15) Portimonense (17) e os mesmos que o... Santa Clara. Tal seria mais facilmente aceitável ou compreensível se o Sporting fosse uma equipa cujo ataque fosse demolidor, e que por isso se desequilibrasse, o que está longe de acontecer. Dos quatro primeiros classificados, o Sporting é de longe o pior, a 6 golos do Braga e a 9 dos outros dois rivais. 

Como explicar tamanha fragilidade e exposição aos adversários, se a linha defensiva perdeu apenas um elemento (Fedal) que, no final da sua passagem até já tinha perdido o estatuto de titular. Talvez o problema defensivo não seja propriamente dos últimos a ter que desempenhar a tarefa, mas sim do que se passa à sua frente. 

Vejamos: os laterais jogam projectados e colados à linha. Pote parece ter perdido as qualidades que fizeram dele apetecível como "8" em Famalicão e está mais "burguês", parecendo distraído com as imagens de quando, lá à frente, marcava muitos golos. Edwards e Trincão não têm qualquer aptidão ou vocação defensiva, quando recuam defendem normalmente "com os olhos". Um pormenor: foi tudo menos casual que o principal volume atacante incidisse sobre o nosso lado esquerdo: Nuno Santos tem mais propensão ofensiva, de Pote e Trincão já falamos.

Ugarte foi imenso, mas muito pouco para suprir as necessidades, quer de defender ou de recuperar a bola e pegar no jogo. Não estranha por isso que na segunda parte tenhamos sido, na maior parte do tempo, uma equipa em sofrimento ou a à deriva, incapazes de desenhar uma jogada com principio meio e fim. É certo que a presença do lesionado Morita poderia ter, teria certamente, ajudado um pouco mais, mas dificilmente o suficiente para alterar o desequilíbrio de forças verificado.

É também cada vez mais evidente que o planeamento da época não correu bem. Por exemplo, entre outros, oO Sporting não pode ( ou não deveria poder gastar) mais de 40 milhões de euros no mercado e acabar o jogo com Chermitiy, Arthur e Jovane. Em quantas equipas da I Liga teriam essa possibilidade? 

Mas, convém lembrar, o jogo até nos começou de feição. E não foi por acaso. O Sporting entrou personalizado e demonstrar que sabia ao que vinha e o que queria do jogo. Mas até aí o problema é o escorrer do tempo, em que a equipa desliga e fica à mercê do adversário. Aconteceu já várias vezes este ano para poder ser explicado apenas pela sorte ou pelo azar. Talvez se explique pelo que é dito acima e é uma conjunção de factores: as características dos jogadores e o modelo de Amorim que, combinados entre si, não resultam. 

Esta é uma boa questão para Amorim reflectir. Os seus, nossos jogadores, jogam demasiado tempo em esforço e com pouco tempo e ocasiões para expressar o melhor das suas qualidades. Parecem por vezes até estar a perder valor. E certamente que estão. A bem da verdade que jogadores nossos poderão ter ficado na retina do novo seleccionador pelas melhores razões?

O facto de estarem já perdidos mais pontos a meio do campeonato não só diz tudo sobre o que tem sido o nosso percurso na Liga mas deixa também muitas interrogações sobre o que esperar da outra metade, se não houver uma alteração no significativa de comportamentos. A ideia de salvar a época com a UEFA é uma miragem, a manter-se a inconsistência da equipa. E tal nunca sucederá se nos tivermos a arrastar entre o quarto e quinto lugar, para onde poderemos cair hoje ao final do dia.

Uma nota final para a estreia e sobretudo para o que disse Amorim sobre Chermity no final: deve ser compreendida à luz da necessidade de renovar com um bom activo e com o que me parece ser mais uma vez a ideia do treinador: ou é o avançado que quer ou não quer nenhum.

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

O regresso das modalidades

Autor:8

Depois dos fins-de-semana do Natal e de Ano Novo, em que quase todas as principais modalidades pararam, apenas o basquetebol não teve interrupções, recomeçaram, na actividade habitual, quase todas as restantes modalidades, com a excepção do andebol que devido à realização do seu Mundial tem o respectivo campeonato parado.

A semana começou na quarta-feira 4, com a equipa de basquetebol a deslocar-se a Guimarães para defrontar o Vitória local, de onde saiu com uma derrota, de todo inesperada, por 90-95. Um jogo muito incaracterístico, com os nossos jogadores a não se conseguirem adaptar a uma defesa extremamente agressiva permitida aos vimaranenses. Controlámos o 1º quarto e chegámos ao final a ganhar por 4 pontos (24-20). Ainda chegámos ao intervalo na frente (48-46) mas o jogo continuava equilibrado, no fim do 3º quarto estavam os vimaranenses na frente por 2 pontos (72-70), e assim continuou até que a 5 minutos do final, com o resultado em 79-80, os senhores árbitros “descobriram” 2 faltas a Travante que levou à sua exclusão. Duas faltas inventadas: a primeira, atacante, que era a 4ª pessoal de Travante, não passou de “teatro” do defensor, e a seguinte resultou de uma pressão defensiva considerada faltosa, num critério totalmente diferente do utilizado até aí. Ficamos com a nítida sensação de pura perseguição. Curiosamente ambas as faltas foram marcadas pelo mesmo árbitro. Lovett com 26 pontos e Diogo Ventura com 15 foram os melhores marcadores da equipa.

A liga Betclic continuou no sábado 7 com a recepção ao Esgueira, no Pavilhão João Rocha, num jogo a contar para a sua 17ª jornada. A equipa tendo, possivelmente acusado a derrota em Guimarães pelo lado positivo, entrou a defender muito bem e os adversários só conseguiram os seus primeiros pontos quando já tinham sido jogados 6 minutos e 30 segundos de jogo e os leões já venciam por 18-0. Os quatro quartos foram de domínio leonino, com os nossos jogadores a jogarem muito colectivamente, atingindo-se o final da partida com o resultado de 89-42, com 6 jogadores a obterem entre 10 e 14 pontos cada. Não há dúvida que a base da vitória esteve na atitude defensiva, basta ver que os aveirenses só marcaram 11, 12, 9 e 10 pontos por cada quarto. O próximo jogo dos leões do basquetebol será em Gondomar, no próximo sábado 14 onde defrontarão o FC Porto num jogo relativo às meias-finais da Taça Hugo dos Santos.

Também o futsal leonino jogou no sábado, indo a Fafe discutir com o GCR Nun’Álvares, líder de uma série da 2ª Divisão, o acesso à Final Eight da Taça da Liga que se irá disputar em Gondomar, entre os dias 26 e 29 deste mês. Os nossos jogadores não facilitaram, e desde o início do jogo criaram as condições para travar quaisquer ideias que os adversários pudessem trazer quanto a uma vitória. Ao intervalo já vencíamos por 3-0, com um golo de Tomás Paçó e 2 de Zicky Té. Em termos de golos a 2ª parte foi mais equilibrada, para se atingir o final do encontro com a vitória por 6-2, sendo os nossos golos sido marcados, novamente por Tomás Paçó, Diogo Santos e Pany Varela. Este jogo serviu como um bom treino para o desafio da próxima sexta-feira 13, no Pavilhão João Rocha, quando defrontarmos o Benfica para a 13ª jornada da Liga Placard.

Também as meninas do futsal jogaram este sábado para a Taça de Portugal tendo recebido a Escola de Gondomar e vencido por 10-0. O próximo jogo será no próximo sábado a recepção ao Nun’Álvares.

O voleibol do Sporting também recomeçou no sábado recebendo o Leixões para a 3ª jornada da 2ª fase da Liga Una Seguros. Adversário que na 1ª fase nos tinha derrotado, em Novembro, por 0-3. No jogo de sábado confirmámos que a nossa equipa está muito melhor, pois devolvemos aos homens de Matosinhos os 3-0 com que nos tinham brindado. Os três parciais (25-20, 25-19 e 25-13) demonstram bem a justiça do resultado. Esperamos que esta melhoria da nossa equipa seja evidente nos dois jogos que se seguem onde defrontaremos os açorianos da Fonte Bastardo. Nesta terça-feira 10 em casa dos nossos adversários na primeira mão dos quartos-de-final da CEV Challenger Cup, e no sábado 14 no PJR num jogo a contar para a 4ª jornada da 2ª fase da Liga Una Seguros.

As jogadoras do voleibol leonino tiveram este fim-de-semana dois jogos relativos às 3ª e 4ª jornadas da 2ª fase da Liga LIDL. No sábado foram até Vila do Conde de onde regressaram com uma clara vitória por 3-0, com os parciais de 25-15, 25-22 e 25-17. No domingo recebemos o Benfica e perdemos por 1-3, com os parciais de 23-25, 23-25, 25-17 e 22-25. Um jogo muito equilibrado em que faltou um pouco de sangue frio, e de sorte, para que o resultado fosse outro. Basta ver que na soma total dos pontos obtidos parcial a parcial o Sporting obteve mais um ponto que as nossas adversárias.

Para disputar o jogo relativo à 11ª jornada do Campeonato Placard o hóquei em patins leonino deslocou-se no domingo a Tomar para defrontar a nossa filial, não tendo conseguido melhor que um empate 4-4. Começámos bem o jogo com um golo de Alejandro Dominguez, mas os tomarenses através de um contra ataque e de um livre directo passaram para a frente do marcador e chegaram ao intervalo a vencer por 1-2. Pior foi o começo da segunda parte onde a 11 minutos do fim perdíamos por 1-4, e não era pior porque os nabantinos não conseguiram converter um livre directo. Mas foi nesta altura que a equipa acordou e Henrique Magalhães conseguiu reduzir para 2-4, a 5 minutos do fim Ferran Font converteu o nosso 3º golo e já no último minuto da partida Toni Pérez conseguiu o empate. Os próximos jogos dos nossos hoquistas serão na quarta-feira 11 recebendo o Murches num jogo a contar para a 12ª jornada do Campeonato Placard e no sábado 14 deslocar-se-ão aos Açores para defrontarem o Candelária, num jogo a contar para os dezasseis avos da Taça de Portugal.

As nossas hoquistas jogaram no sábado na pista do Campo de Ourique num jogo a contar para a 1ª jornada da 2ª Fase do Campeonato Nacional que terminou com um empate a 2 golos. O próximo jogo será no domingo 15 para recebermos o Turquel para os oitavos de final da Taça de Portugal.

domingo, 8 de janeiro de 2023

A 5ª derrota não deve ter sido a última


Mais uma viagem à Madeira para coleccionar mais uma derrota. E uma derrota inteiramente merecida, pelo que aconteceu depois de o árbitro Hélder Malheiro, "auxiliado" pelo VA, ter mudado o curso do resultado, perdoando uma penalidade clássica. E logo de seguida, ainda beneficia da "colaboração" do auxiliar ao ignorar uma falta que deveria ter equivalido ao segundo amarelo ao Leo Pereira. Acresce o autêntico bar aberto para os jogadores do Marítimo, que lhes permitiu bater em tudo o que mexia.

Tudo que sucedeu depois foi demasiado mau. Havia ainda muito tempo para jogar mas isso não aconteceu. O Sporting actuou aos repelões, nunca conseguiu estar confortável no jogo, dando-se mal com a agressividade dos ilhéus, perdendo duelos atrás de duelos. Mateus Fernandes ainda não tem estofo físico nem mental para estas andanças, deixando a opção de Amorim muito má impressão sobre o que ele pensa de Sotiris. 

Mas esta derrota não deve ser a última. Já vimos algo semelhante em momentos anteriores esta temporada, quando precisávamos e devíamos aproveitar maus resultados alheios para recuperar e acabamos por ficar ainda em pior situação da que nos encontrávamos antes de disputar o jogo. Esta equipa do Sporting vem demonstrando uma incapacidade quase total de superar resultado adversos, pelo que se a sorte do jogo dita a inferioridade no marcador, a derrota fica praticamente selada.  

E se a estrelinha de Amorim parece ter empalidecido, o discernimento parece ter tido igual sorte.  Teve tempo para pensar e rectificar a equipa ao intervalo, quando se percebia que Mateus Fernandes era um desastre pronto a acontecer. Tardou e pagou por isso. E ainda mexe muito mal na equipa, nunca se conseguindo perceber o que pretendia. Rochinha não é um 8, Coates era importante para o final do jogo e Trincão pura e simplesmente não esteve em campo, tão miserável foi a sua prestação. 

Obviamente que não se põe em causa o talento de Mateus ou Trincão. Mateus precisa de crescer, é uma perda de tempo e até um risco ser chamado a jogos com este nível de exigência, ainda por cima perante uma equipa com superioridade numérica e física. Trincão precisa de se aconselhar melhor, a sua capacidade física actual, que o impede de ganhar qualquer bola dividida, será sempre um muro demasiado alto para escalar em direcção ao sucesso. Mas há solução para isso e ele e a estrutura do Sporting certamente que o sabem. No entanto joga sempre, independentemente da sua prestação, devendo Amorim, antes de o explicar a todos, explicar a si mesmo se a sua presença é uma aposta ou uma protecção.

De facto o discernimento de Amorim já se parece ter esgotado ainda no inicio da temporada. O "caso Matheus Nunes" acabou por crescer mais do que a sua própria importância. A razão que lhe teria assistido então parece ter toldado a avaliação na formação do plantel. Quando se olhava para o banco ficava à evidência que o Sporting tem um plantel deficitário em soluções. E, voltamos à vaca fria: se é para cruzar, cruzar, continuamos a precisar de mais do que apenas Paulinho. Este nunca foi um problema, a inexistência de alguém que o acompanhe na frente ou sirva de alternativa é!

Obviamente que quase tudo o que é dito acima são reflexões avulsas, mas a época parece estar irremediavelmente perdida, apesar do forte investimento realizado (cerca de 45 milhões, grosso modo). Esse facto, juntamente com a cada vez mais certa ausência da Liga dos Campeões obriga a um profunda reflexão. Venha Maio, por favor!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

A coroação do enorme Coates


E são 300 jogos do capitão Coates. Um histórico que sumariza a história recente do nosso Sporting. Dos "quase" e das desilusões ao regresso às indispensáveis conquistas de títulos. Dos anos que o nosso capitão leva de leão ao peito, desde que chegou emprestado pelo Sunderland em 2016, até hoje, há três que me merecem destaque, não necessariamente por ordem cronológica:

- Os três penalty's contra o Rio Ave foram o seu momento mais baixo com a camisola do Sporting. Mas é um momento que condensa bem o que é jogar no Sporting. O Sporting vivia um mau momento, tinha acabado de ser goleado na Supertaça e o Sr. João Pinheiro teve um dos seus melhores recitais, aplaudindo alguns dos melhores mergulhos de Taremi. Coates teve um mau dia, sem dúvida, mas ele foi tornado ainda pior com a conivência de um dos senhores que, na "hora certa", aparece sempre. Ou porque estás mais forte para te parar ou transfigurado em cagarra para te fazer em cima quando tudo corre mal. Coates sobreviveu ao que a muitos teria significado um atestado de óbito desportivo.

- Foi o capitão no ano do titulo, mas foi muito mais do que isso. Foi farol lá atrás nos jogos mais sombrios, foi bombeiro e foi incendiário dos nossos melhores sonhos, com golos como fósforos, quando tudo parecia já perdido.

- Titulo que mereceu por inteiro, tal como a honra de ser o primeiro a levantar o troféu. Pois, quando muitos preferiram sair, ele decidiu ficar. E é com os que ficam, aconteça o que acontecer, que nos podemos fiar e seguir em frente. Como deve ser um capitão.

E que melhor forma de celebrar os 300 jogos senão com uma vitória incontestável, por 3-0, como a quem obtivemos frente ao Paços de Ferreira? Foi bonita a festa, pá!

terça-feira, 27 de dezembro de 2022

Modalidades: revista de fim-de-semana

Autor:8

Com o Natal a coincidir com um fim-de-semana, quase todas as modalidades pararam com as suas principais competições. Apenas a Federação Portuguesa de Basquetebol continuou com a sua Liga Betclic “obrigando” a nossa equipa principal da modalidade a jogar na passada quinta-feira 22 e voltando a jogar na próxima sexta-feira 30.

Assim os nossos basquetebolistas deslocaram-se a Oliveira de Azeméis para disputarem com a Oliveirense o jogo respectivo à 14ª jornada da Liga, e regressaram com uma vitória por 86-79, com 49-39 ao intervalo. Foi um jogo mais equilibrado do que se poderia supor, depois de termos ganho o jogo da 1ª volta, no Pavilhão João Rocha, por 25 pontos de diferença (99-74). O 1º quarto foi equilibrado, apesar de a nossa equipa ir comandando sempre o marcador por 6 a 8 pontos de diferença, tendo chegado ao fim do quarto a vencer 26-20.  No 2º quarto os nossos leões entraram muito bem com um parcial de 10-0 nos primeiros 3 minutos deste período. No fim deste parcial temos de lamentar uma lesão, aparentemente grave, de um dos norte americanos da Oliveirense, Elijah Wilson, que, numa entrada para o cesto, escorregou na humidade do piso e teve de ser conduzido ao hospital. Até ao final do quarto os adversários reequilibraram o jogo, tendo o intervalo sido atingido com 10 pontos a separar as duas equipas.

O 3º quarto decorreu equilibrado até cerca de 2 minutos e vinte segundos do fim, quando vencíamos por 8 pontos (56-48), mas até ao fim do quarto os nossos adversários conseguiram um parcial de 1-10, tendo chegado ao fim do quarto a vencerem-nos por 57-58. Resumindo, perdemos este quarto por 8-19. No 4º quarto recuperámos e chegámos a estar a ganhar por 8 pontos (79-71) mas nova recuperação da Oliveirense fez com que a 35 segundos do fim estivéssemos a ganhar apenas por 2 pontos (81-79), mas a partir daí arriscou cometendo faltas e com 5 lances livres alcançámos os números finais de 86-79. Estranho neste jogo é o parcial do 3º quarto (8-19). Considerando a parte defensiva tudo normal. Os nossos adversários contabilizaram, por quarto 20, 19, 19 e 21. Já no aspecto ofensivo notou-se que no 3º quarto a nossa equipa esteve muito abaixo do que conseguiu nos restantes: 26, 23, 8 e 29. Uma das razões pode ter sido que foram tentados 6 lançamentos de 3 pontos, e nenhum foi convertido. Se tivessem sido convertidos, pelo menos, metade dos tentados já o resultado final ficaria com números mais consentâneos com a diferença entre as duas equipas.

Marcus Lovett com 19 pontos, Diogo Ventura com 15, Gerald Armwood com 14 e Travante com 12 foram os principais marcadores da equipa neste jogo. Esta equipa volta a jogar na sexta-feira 30 recebendo no PJR o CD Póvoa. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Prendas de Natal à vista, com anúncios de uma Nova Era


Num curto espaço de tempo o Sporting efectuou a renovação dos contratos de Salvador Salvador e dos Manos Francisco e Martim Costa no andebol e Dário Essugo no futebol. Hoje é avançado pelo Record o prolongamento do contrato do melhor treinador de futsal do Mundo, Nuno Dias. Prendas de Natal de grande valor que, no caso especifico do futsal, auguram que a desejável e tão saborosa manutenção da hegemonia da modalidade seja bem possível.

Mas as novidades nas renovações não se ficam por aqui. Aliás, a que se anuncia hoje no jornal do Sporting [LINK ] pretende ser muito mais transversal e  transformadora. O pré-anuncio de "uma nova era" com o lançamento de um novo documento estratégico assente em três eixos estratégicos, a saber "Sustentabilidade, Colaboração e Performance", a publicação de um "relatório de sustentabilidade", ambos até ao final do ano em curso assim o indicam.

"Last but not the list", se acrescentarmos ao paragrafo anterior a promessa de um novo rebranding, trata-se de uma comunicação de intenções de enorme ambição. Mas, atendendo à sensibilidade da matéria, adivinham-se debates intensos à volta deste tema. Se os exemplos dados - Juventus e Peugeot - já o foram, no Sporting serão seguramente, enérgicos e fracturantes. Para já, e antes de tecer qualquer juízo, porque o que foi dito não o permite, saboreemos o Natal em Paz e Sossego. 

Bom Natal!

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Vendaval Leonino desnudou arcebispos na Taça


O Sporting brindou o Sp, de Braga com um cabaz de Natal bem recheado, carimbando dessa forma o acesso a mais uma Final Four da Taça da Liga, a decorrer em Leiria e onde vai defender o titulo bem como ir à procura do tri.

Os de Braga mal tiveram tempo de se ambientar ao relvado exemplar e quando acordaram para a realidade recolhiam às cabines com uma manita bem encaixada. O Sporting teve o engenho de outros jogos mas neste beneficiou da sorte que em tantos outros foi madrasta. Desta feita marcou quase sempre que criou oportunidades, especialmente os primeiros dois golos, e isso certamente que terá deixado aturdidos os adversários. Como muito bem dizia Rúben Amorim, nem eles são tão maus assim, nem nós tão bons. A verdade é tal também me parece aplicável a vários outros jogos em que acabamos por perder pontos de forma totalmente emerecida.

Agora é esperar pelo regresso do campeonato, com um intervalo pelo meio para as rabanadas e bolo-rei e enquanto isso podemos deliciarmo-nos com as maldades de Edwards. O Pai-Natal bracarense não lhe vai deixar nada no sapatinho.




 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Modalidades: revista de fim-de-semana


Autor:8

Novamente o andebol a começar a semana das modalidades na terça-feira no Pavilhão João Rocha recebendo os dinamarqueses do Skjern num jogo para a 6ª jornada da Liga Europeia da EHF, sem público devido às chuvas que inundaram Lisboa. E começou muito bem! Mais uma importante vitória 28-24. E quando dizemos começou muito bem, não se aplica só à semana desportiva como também ao jogo. Começámos com vantagens de 4-1 e de 7-4, mas os dinamarqueses foram recuperando chegando a estar a ganhar por 9-10, e o jogo foi continuando equilibrado até se atingir o intervalo com 13-13. Voltou a nossa equipa a começar bem a 2ª parte atingindo ama vantagem de 4 golos (20-16), mas também deixando o Skjern recuperar até aos 20-19. A partir daqui, cerca dos 13 minutos da 2ª parte, os leões foram-se impondo, alargando a vantagem até aos 28-23, permitindo um último golo dos visitantes no último segundo do encontro já quando os nossos jogadores comemoravam a vitória. No aspecto positivo, além da vitória, há que salientar a grande exibição de Leo Maciel, composta de excelentes defesas durante todo o encontro, e que defendeu os quatro primeiros livres de 7 metros dos cinco que o Sporting sofreu. Menos positivo os 14 remates aos 6 metros falhados pelos nossos jogadores. Kiko com 5 golos foi o nosso melhor marcador.

Este fim-de-semana deslocaram-se os leões do andebol a Málaga para a disputa da 1ª edição da Supertaça Ibérica, defrontando, no sábado, no 1º jogo o Barcelona, campeão espanhol e bicampeão europeu, de onde saímos derrotados por 34-37, mas que ao intervalo vencíamos por 20-16, e estivemos a comandar até aos 31-30. Martim Costa com 8 golos e Kiko com 7 foram os melhores marcadores leoninos.

No domingo defrontámos o Granollers para a disputa dos 3º e 4º lugares. Um jogo que terminou empatado 36-36, com 23-16 ao intervalo, mas foi preciso ir para o desempate por livres de 7 metros e ai caiu para os espanhóis por 2-4. Neste jogo os melhores marcadores do Sporting foram Mocquais com 7 golos e Natán com 6.

Neste torneio há que salientar a estreia do guarda-redes André Kristensen, norueguês que vem ocupar a vaga deixada pela saída de Manuel Gaspar. Também de salientar, mas pelo lado negativo, a nova lesão de André José, acabado de vir de uma paralisação prolongada também por lesão.

O basquetebol começou a sua semana na quarta-feira indo ao Pavilhão da Luz, com uma boa exibição, ganhar por 93-90, num jogo a contar para a 12ª jornada da Liga Betclic . No 1º quarto o Benfica esteve quase sempre na frente do marcador, chegando por vezes a cinco pontos de vantagem e até a 7 (19-26), enquanto os nossos leões apenas por uma vez comandaram o marcador (16-14), terminado o quarto com 24-28 no marcador. O 2º quarto começou bem pior, com um parcial de 2-11, chegando a estarmos com uma desvantagem de 14 pontos (31-45), mas a partir deste momento arrancámos com um parcial de 18-2 atingindo o intervalo a ganhar 49-47. O 3º quarto foi equilibrado com ligeira vantagem dos nossos adversários que terminaram na frente por 62-63. A primeira metade do 4º quarto foi totalmente dominada pelos nossos jogadores e chegámos a 5 minuto do fim a vencer por 79-70. Nessa altura os árbitros pensaram que o Sporting podia ganhar o jogo e resolveram assinalar as 5ªs faltas pessoais (inexistentes) a Travante e a Diogo Ventura. Continuaram os leões a controlar a partida e novamente, quando faltavam 1m27s para o final e o Sporting vencia por 86-81, os árbitros voltaram a mostrar para onde vinham, e marcaram uma falta antidesportiva a Armwood, o que provocou a sua exclusão, dois lance livres e a posse de bola para a equipa da casa. Conseguiram os leões controlarem-se e foram controlando o marcador até se chegar à vitória final. Lovett, além dos 28 pontos marcados, esteve muito bem no controle do jogo, mas todos estiveram excelentes na entrega e espirito de luta.

Os jogadores do basquete voltaram a jogar no sábado recebendo no PJR o Imortal e perdendo por 91-96. Começaram pessimamente e só conseguiram os primeiros pontos aos 3m10s de jogo, quando já perdiam por 0-10. Foram equilibrando o jogo os jogadores leoninos mas a 3 minutos do fim do quarto ainda perdíamos por 10 pontos (10-20). E nestes 3 minutos finais conseguiram converter 6 triplos e chegaram ao fim do quarto a vencer 30-24. No 2º quarto o Imortal recuperou até ao empate a 32 e seguiu o marcador equilibrado até aos 49-49, altura em que os algarvios acabaram por chegar ao intervalo a vencer por 50-52. O 3º quarto os leões começaram melhor, 2 triplos voltaram “a cair”, e a meio ganhávamos por 8 pontos (63-55), mas os visitantes recuperaram bem, com um parcial de 4-14, chegaram ao fim do quarto a vencer por 67-69. No 4º quarto continuou um jogo equilibrado e a cerca de um minuto e meio do final do encontro havia um empate a 89 pontos. Os visitantes conseguiram o 89-91, e os leões tentando a recuperação arriscavam lançamentos de 3 pontos que não entravam e fez o Imortal aumentar a diferença para os 91-96 finais. Uma das bases do ataque leonino são os lançamentos de 3 pontos, que neste jogo, excepto no 1º quarto em que conseguimos converter 8 triplos, se resumiram a 2 convertidos por quarto. Outro aspecto em que a equipa não esteve bem foram os ressaltos, quer defensivos quer ofensivos. Tudo isto poderá ter sido a equipa apresentar algum desgaste devido ao intenso jogo da passada quarta-feira. Travante com 26 pontos, a grande maioria obtidos no 1º quarto, foi o melhor marcador da equipa.
O próximo desafio dos basquetebolistas será na quinta-feira 22 em visita à Oliveirense, em jogo a contar para a 14ª jornada da Liga Betclic.

Também na quarta-feira começaram os jogos da equipa de voleibol com a recepção aos espanhóis do Melilla para a 2ª mão dos oitavos de final da CEV Challenger Cup. Precisávamos de reverter a eliminatória pois tínhamos sido derrotados por 2-3 em Melilla, e era necessário vencer no PJR por uma margem maior para evitar o Golden Set. E vencemos por 3-1. O 1º set foi equilibrado tendo a nossa equipa comandado até aos 17-13, mas os visitantes conseguiram recuperar e passar para a frente até aos 23-24, altura que acontece um momento muito importante no jogo. Conseguiram os leões impedir os 25 pontos espanhóis que fechariam o set e colocariam o Sporting numa situação muito mais difícil. Os leões viraram o set e foram vencer nas vantagens por 29-27. O 2º set foi menos equilibrado e os leões venceram por 25-19, estando desde o início no comando do marcador. O 3º set foi uma cópia do 2º, mas em sentido contrário, pois os visitantes controlaram desde o inicio e venceram 19-25. O 4º set começou como uma continuação do set anterior, com o Melilla a controlar o início do set, mas os jogadores leoninos recuperaram e conseguiram o equilíbrio aos 14 pontos, e embalados pela recuperação atingiram os 20-15, para terminarem o set com 25-17. Vitória justa e merecida pois a nossa equipa é superior à equipa espanhola. Na próxima eliminatória defrontaremos o Fonte Bastardo.

Voltaram os nossos voleibolistas a jogarem no sábado, indo defrontar o Castêlo da Maia em jogo a contar para a 2ª jornada da Série A da Liga Una Seguros, de onde regressaram com uma difícil vitória por 3-2. O 1º set foi desde o início controlado pelos maiatos que o venceram por 19-25. No 2º set os leões começaram bem e foram sempre controlando o jogo até chegarem aos 25-20. O 3º set começou com o Sporting ligeiramente à frente mas os maiatos souberam reagir e vieram a vencer por 21-25. Os jogadores leoninos sabiam da necessidade de vencer o 4º set e entraram fortíssimos, sempre controlando o marcador, atingiram os 18-10 para vencerem o set por 25-13. A negra foi equilibradíssima até aos 11-11 altura em que Sporting dispara para 14-11. O Castêlo ainda reduz para 14-13, mas José Masso consegue o 15º ponto e consequentemente as vitórias no set e no jogo. Masso mereceu muito ser ele a marcar este ponto decisivo, pois foi um jogador decisivo nos momentos importantes deste desafio, ele que conseguiu 24 pontos.

As leoas do voleibol receberam o Vitória de Guimarães e, num jogo equilibradíssimo, perderam por 2-3, com os parciais de 23-25, 25-21, 17-25, 25-18 e, numa negra que deveria terminar aos 15 pontos, foi disputada nas vantagens até aos 23-25. Podia ter caído para o nosso lado, caiu para as adversárias. Temos fé nestas nossas meninas.

O futsal leonino deslocou-se, no sábado, a Ponte de Sor para enfrentar, a contar para a 12ª jornada, a difícil equipa do Eléctrico local, 4º classificado da Liga Placard. Um jogo muito complicado que terminou com a nossa vitória com um resultado pouco habitual desta modalidade: 1-0. Alguns desperdícios, de parte a parte com o maior número a pertencer aos leões, e com excelentes defesas de ambos os guarda-redes fez com que o golo de Esteban, a passe de Pany, já na 2ª parte do desafio, sentenciasse o resultado final.
As leoas do futsal deslocaram-se a casa do Arneiros e venceram por 5-0, com 1-0 ao intervalo. Kika com 2 golos foi a melhor marcadora da equipa.

O hóquei em patins leonino recebeu e venceu o Riba d’Ave por 7-1, com 5-0 ao intervalo. Jogo com pouca história tal a superioridade dos leões. Gonzalo Romero, João Almeida e João Souto cada um com dois golos foram os marcadores de serviço, no último jogo leonino em 2022.

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