E. Amadora 0 - Sporting 1: Entre a ressaca e antecipação da Liga dos Campeões
Foi em registo “QB” que o Sporting geriu a deslocação à Amador que antecipadamente se afigurava muito dificil. E ninguém terá ficado muito surpreendido com o facto. O Sporting estava entre a ressaca de um jogo dificil e outro quase impossível.
Foi neste enquadramento que o Rui Borges recorre novamente à dupla de centrais Quaresma – Debast, em que a adaptação do segundo ao lado esquerdo continua a não ser uma solução para planos mais exigentes. Bragança demorou um pouco a pegar na batuta mas acabou por marcar um golo decisivo. Pote, Trincão e Suárez eram a imagem do desgaste que o embate com os arsenalistas tinha deixado.
Ainda assim a primeira parte foi inteiramente dominada pelo Sporting, embora da eleva percentagem de posse não tenha produzido o aproveitamento de outros jogos, muito pelo que foi dito anteriormente. O elevado número de erros na finalização e as decisões pouco acertadas no último terço empurraram a equipa para um nulo no final dos primeiros quarenta e cinco minutos.
Já na segunda parte, e após o golo de Bragança, a equipa recorreu às mudanças mais baixas, procurando controlar os acontecimentos e reduzir o ímpeto do adversário. Este não teve nem força nem mestria para causar grandes sobressaltos, mas o golo solitário deixava a equipa desconfortável. Porém o final do jogo chegaria sem que se registasse qualquer alteração no marcador.
Os três pontos foram arrecadados, deixando o primeiro lugar a apenas um par de pontos. Num abril infernal, onde tudo se vai decidir, na corrida pelo tri a obrigação mínima foi cumprida.




