segunda-feira, 31 de outubro de 2022

Modalidades: fim-de-semana vitorioso

Autor: 8
A semana “começou” na terça-feira com a nossa equipa de andebol a receber no PJR os austríacos do Alpla HC Hard e a vencer por 31-30. Começámos bem, mas após o 5-3, os nossos adversários com uma defesa 6-0 formada por jogadores muito fortes e com uma excelente circulação atacante e um bom trabalho dos pivots, foi dominando o marcador sempre até alcançarem os 8-13, altura em Ricardo Costa pede um timeout e Gaspar entra para a nossa baliza e aos poucos fomos recuperando até atingirmos o empate a 14, continuando o jogo equilibrado até ao intervalo em que se verificava um empate 18-18. O Sporting entrou bem na segunda parte e aos poucos foi ganhando vantagem graças à grande exibição de Manuel Gaspar, e da boa circulação em ataque da nossa equipa a libertar muitas a vezes os pontas, originando que a menos de 9 minutos do final ganhávamos por 5 golos de diferença (30-25). 

Nesta altura o técnico da equipa austríaca pediu um timeout e após isso, quando o jogo recomeçou, conseguiram anular o nosso domínio e foram-se aproximando perigosamente no marcador. O Sporting só conseguiu marcar mais um golo, a menos de 4 minutos do fim, e aos 29’35” de jogo os austríacos reduziram para 31-30, ficando a nossa equipa com 20 segundos para gerir. Os adversários apareceram com uma defesa homem-a-homem todo o campo, e a 9 segundos do fim Ricardo Costa pede um timeout para acalmar os nossos jogadores e definir como “gastar” os segundos finais. Mas aos 4 segundos Natan passa mal a bola, que é interceptada, mas quando, desesperadamente, o Hard vinha para o contra-ataque Francisco Tavares conseguiu recuperar a posse de bola e… o encontro terminou. Kiko com 7 e Folqués com 6 golos foram os melhores marcadores da equipa, mas Manuel Gaspar com algumas defesas “impossíveis” foi o grande garante da nossa vitória.

No sábado a nossa equipa recebeu o Académico de Viseu, equipa nitidamente mais fraca e que terminou com a nossa vitória por 39-19. Depois de um equilíbrio inicial, muito por acção do guarda-redes visiense que até aos 4-3 a nosso favor, cerca dos 10 minutos de jogo, tinha conseguido defender 3 livres de 7 metros e dois remates aos 6 metros, disparámos e fomos ganhando vantagem até atingirmos os 16-7 ao intervalo. Nesta primeira parte uma situação desagradável: Aos 11 minutos Edmilson, ao regressar ao chão depois de uma simulação de remate sem oposição, lesionou-se com alguma gravidade, tendo abandonado o campo nos braços dos companheiros não voltando ao jogo. Esperemos que recupere rápido. Uma segunda parte que confirmou tudo o que o jogo tinha demonstrado na primeira e que provocou um descanso a alguns dos nossos jogadores mais utilizados, atendendo a que na próxima terça-feira 1 se deslocam a Espanha para defrontarem a fortíssima equipa do Granollers, para a 2ª jornada da Liga Europeia da EHF. Mamadou Gassama com 6 golos foi o nosso melhor marcador.

Também o futsal começou os seus jogos a meio da semana na Croácia, com o início da disputa do seu grupo da UEFA Futsal Champions League onde defrontou duas equipas croatas e uma equipe cazaque. No primeiro jogo, na quarta-feira, defrontou o MNK Futsal Pula num jogo que serviu de adaptação ao piso e à bola, e que vencemos por 5-3. Falo da adaptação à bola porque nesta competição não há bola oficial e de entre as diferentes marcas a bola é escolhida pela equipa da casa, havendo sempre pequenas diferenças entre cada marca. Foi um jogo complicado contra uma boa equipa, com um excelente guarda-redes e que complicou muito o jogo da nossa equipa. A nossa equipa esteve sempre empatada ou a vencer por 1 golo, e, exceptuando 13 segundos após o quarto golo, apenas a 2’22” do fim conseguiu passar para dois golos de vantagem, após um bom remate de Pauleta.

Na quinta-feira defrontámos o Ayat FC, a equipa cazaque, vinda de um empate (2-2) na véspera com o Novo Vrijeme, a equipa de Makarska, cidade onde se disputou este grupo, que não resistiu a uma excelente 1ª parte da nossa equipa, que atingiu o intervalo a vencer por 5-1. Uma segunda parte mais tranquila permitiu o resultado final de 7-1.

No sábado na terceira e última jornada defrontámos a equipa da casa, o Novo Vrijeme, vencendo por 7-0, com 5-0 ao intervalo, e tal como no jogo anterior com uma excelente 1ª parte e mais tranquilidade na 2ª, garantindo o 1º lugar no Grupo e o estatuto de cabeça de série na Ronda de Elite, a fase seguinte da UEFA Futsal Champions League. No total dos 19 golos obtidos pela nossa equipa ao longo do torneio, Hugo Neves com 4 e Pauleta e Zicky com 3 cada, foram os mais concretizadores.

Também a equipa de basquetebol iniciou a semana na quarta-feira num jogo da 3ª jornada do nosso grupo da FIBA Europe Cup, perdendo na Finlândia com o Karhu Basket por 85-104, com uma péssima arbitragem, que além de uma desigualdade de critérios ao nível técnico, ainda conseguiu enervar os nossos atletas de tal modo que conseguiram marcar 7 faltas técnicas, desqualificando 2 jogadores leoninos com a segunda falta técnica. O jogo foi equilibrado até meio do primeiro quarto (13-13), mas a partir dai até ao final do quarto sofremos um 3-18 que originou um 16-31 no fim do período. No segundo quarto estivemos melhor conseguimos vencer por 3 pontos (24-21) chegando ao intervalo a perder por 12 pontos (40-52). No terceiro quarto novamente os finlandeses conseguiram alargar a diferença para 55-74, ajudados pelas 9 faltas pessoais e as 3 faltas técnicas assinaladas contra a nossa equipa neste quarto. O quarto final foi equilibrado (30-30) originando o resultado final. Não pensamos que a equipa adversária seja muito melhor que a nossa, mas defendem com uma agressividade extrema que os árbitros não castigavam, tendo um critério oposto em relação aos nossos jogadores. Fenner com 21 pontos foi o nosso melhor marcador.

No sábado a nossa equipa deslocou-se a Ovar vencendo a equipa local por 94-72. Um jogo sempre controlado pela nossa equipa que venceu os quatro quartos, os primeiros e terceiros por 4 pontos e o segundo e quarto por 7. Lovett foi o melhor marcador com 24 pontos. Um bom resultado numa deslocação sempre difícil, sabendo-se que a equipa vinha de uma deslocação longa e difícil e que vai para outra longa viagem até à Polonia para defrontar na próxima quarta-feira 2 o Wloclawek no início da 2ª volta do nosso grupo da FIBA Europe Cup.

A equipa de voleibol regressou ao PJR para receber a AA São Mamede e voltou às vitórias. Durante a semana houve acordo para a saída de Gersinho, sendo a equipa orientada neste jogo por José Seixas. Foi uma vitória fácil por 3-0 com os parciais de 25-17, 25-16 e 25-18. A próxima jornada trará a visita na terça-feira 1 a Espinho para defrontar a Académica local, onde ainda brilha o “nosso” Miguel Maia.

Também a equipa feminina esteve brilhante este fim de semana com duas vitorias, uma delas muito importante. No sábado recebeu no PJR o Club Sports Madeira e venceu facilmente por 3-0 (25-11, 25-18, 25-14). No domingo as leoas deslocaram-se à Luz e regressaram com uma brilhante e importante vitória por 3-1 (25-22, 15-25, 26-24 e 25-18). A nossa equipa entrou bem no 1º set, mas no 2º como que relaxou, possivelmente a guardar forças para os 3º e 4º sets. O 3º set vencido nas vantagens e um 4º set dominador que permitiu o 3-1 e a correspondente vitória das nossas leoas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Tottenham 1 - Sporting 1: uma boa dose de sorte para VARiar


Se está a ler este post é sinal que nenhum de nós foi vitima de um ataque fulminante, na sequência do golo de Kane, o citizen de sua majestade que, tal como o protagonista do filme de Orson Wells, teve o mundo a seus pés. Como bem sabemos, tudo não passou de uma ilusão e ainda por cima efémera. Com isto seria até muito provável que tivesse perdido leitores no seio do adeptos Spurs, se os tivesse, com o desgosto. Não mas não me surpreenderia porém que alguns dos nossos leitores, quem sabe muitos, só ontem ou até hoje tenham sabido que o Sporting não tinha perdido o jogo. 

Não é de todo improvável que a nossa sorte - a de não perder o jogo imerecidamente - a segundos do apito final se fique a dever em grande parte ao facto de, do outro lado, estar o Tottenham, que rivaliza connosco em fatalidades e acontecimentos "kármicos". Tanto assim é que quem marcou o golo que nos vale a sobrevivência na competição foi Edwards, um ex-jogador deles, um clássico que conhecemos bem. Neste dérby do infortúnio só faltou o Dier fazer um hattrick, o que até terá sucedido, só que desta feita, de golos falhados. Quem não pecou por falta de comparência foi o VAR,  ao salvar-nos no derradeiro toque do gongo. Estava esconjurado o "azar" com os franceses.

A primeira parte foi jogada por nós como se não tivesse havido apito final no jogo de Alvalade. Lição bem estudada, equipa concentrada e personalizada, show de Edwards. Outro galo cantaria na segunda parte e esse foi do Tottenham. Não o do emblema do clube londrino, mas o da superioridade física e individual de que Conte dispõe no seu plantel, atiçados pelo resultado desfavorável à vista dos seus. 

Nessa altura fez-se notar a exiguidade e excesso de verdura para estas andanças. O banco que Amorim tinha à disposição não lhe concedia grandes veleidades e quando ele foi obrigado a refrescar a equipa o Sporting ficou quase sempre remetido às cordas, embora quando delas conseguiu sair ainda teve oportunidade de por selo e lacre no resultado final. E  por duas vezes (Nazinho) e meia (Fatawu). Porém, num lance infeliz de Adán, o empate acabaria por surgir. 

A invalidação do golo de Kane acaba por ser justa para todos nós e em particular para Ugarte. Senhor de uma exibição enorme, o seu nome não ficará ligado a uma derrota amarga e dolorosa. A presença tutelar do Capitão Coates e a inteligência e influência tão decisiva como invisível de Paulinho - sobretudo aos olhos dos que medem os avançados aos palmos dos golos - ficam nas notas individuais elevadas. 

O futuro continua já a seguir com o lançamento de dois miúdos (no banco só Rochinha e St. Just não o eram) que, no entanto, deixaram à evidência o risco destas apostas em jogadores com estas características. O futebol da Liga dos Campeões já é difícil para os experimentados, muito mais é para os caloiros e nem todos se chamam Nani, Figo ou Ronaldo.

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Magazine Modalidades: um triunfo épico e outras histórias

Esta semana para o basquetebol leonino começou na quarta-feira na Hungria onde defrontou o Egis Kormend e de onde veio com uma difícil vitória por 99-98, a ser conseguida por Lovett, com um triplo em cima da buzina. Um jogo algo confuso, onde ambas as equipais tiveram várias “paragens do cérebro” ficando largos períodos sem pontuarem permitindo aos opositores a aproximação, ou o afastamento, no marcador. A maior diferença cifrou-se em 10 pontos a favor da equipa húngara, ainda no 1º quarto (14-24), mas os leões recuperaram e chegaram ao fim do quarto a vencer por 31-28. Aliás os nossos jogadores venceram todos os quartos por 3 ou 4 pontos, excepto o 2º que perderam por 9 pontos de diferença. Neste quarto aos 5 minutos ganhávamos por 7 pontos e acabámos a perder por 6 (6-19 nestes 5 minutos) numa daquelas “paragens” referidas. 

E foi seguindo assim até cerca de 3 minutos do fim do jogo onde parámos quando ganhávamos por 6 pontos e só “acordámos” a 12 segundos do fim onde já perdíamos por 4, e um triplo de Lovett permitiu reduzir para 1. A reposição da bola em jogo por parte dos húngaros permitiu que a nossa equipa fizesse uma falta a 2 segundos do final que provocou a ida para lance livres de um jogador adversário que só acertou o segundo lançamento. Com uma reposição longa Diogo Ventura conseguiu colocar a bola em Lovett, que a uma distância considerável, conseguiu converter mais um triplo que nos deu a vitória ao soar o apito final. Estes seis pontos contribuíram para Lovett ser o nosso melhor marcador neste encontro com 21 pontos.

Regressada a Portugal a nossa equipa deslocou-se no sábado a Esgueira para disputar o jogo relativo à 6ª jornada da Liga Betclic com a equipa local, onde venceu por 92-78, num jogo onde começámos mal perdendo o primeiro quarto por 7 pontos e ainda chegámos ao intervalo a perder (48-50). No terceiro quarto já tivemos um comportamento mais consoante com o valor da equipa e entrámos para os últimos 10 minutos já a vencer por 13 pontos. O ritmo do último quarto foi menos intenso, terminando o desafio com uma vitória por 14 pontos de diferença. Fenner com 19 pontos foi o nosso melhor marcador. Os leões do basquetebol viajam até à Finlandia para na próxima quarta-feira 26 defrontarem o Karhu Basket na 3ª jornada da FIBA Europe Cup, regressando para no próximo sábado 29 se deslocarem a Ovar para defrontarem a Ovarense na 7ª jornada da Liga Betclic.

O Futsal verde-e-branco começou a semana na quarta-feira 19 recebendo no Pavilhão João Rocha o FC Azemeis, num jogo relativo à 4ª jornada da Liga Placard, tornado fácil e que terminou com uma vitória por 10-1. Um jogo que permitiu o descanso de alguns atletas mais utilizados e que jovens jogadores começassem a habituar-se aos jogos da equipa principal. Neste aspecto de salientar as chamadas de Bruno Maior e de Duarte Correia. De anotar os 4 golos de Cavinato, e um golo “do outro mundo” marcado por Merlim, o nosso quarto golo.

No sábado deslocámo-nos a Oeiras, ao sempre difícil reduto dos Leões de Porto Salvo onde vencemos por 4-1, com 1-1 ao intervalo. Foi uma primeira parte equilibrada com a nossa equipa a abrir o marcador através de Guita, que depois de defender uma bola com um jogador isolado à sua frente iniciou um contra ataque que ele próprio viria a terminar com um golpe de calcanhar. Pouco depois os adversários conseguiram o empate através de um penalti erradamente marcado devido a uma mão, mas que foi fora da área. Para este resultado ao intervalo muito contribuiu o guarda redes de Porto Salvo, André Correia, com defesas impossíveis. A segunda parte continuou a ser equilibrada com a nossa equipa a conseguir obter 3 golos, o primeiro numa bomba de fora pelo Merlim, o segundo a terminar um rápido contra ataque por Pauleta, e o terceiro numa jogada toda ao primeiro toque por Hugo Neves. De salientar também, além do golo que marcou, a excelente exibição de Guita.

A partir de quarta-feira 26 vamos até à Croácia, no âmbito da UEFA Futsal Champions League, para defrontarmos os croatas do MNK Futsal Pula, na quinta-feira 27 defrontamos os cazaques do SK Ayat, e no sábado 29, outros croatas, o Novo Vrijeme Makarska. Confiemos!

A equipa leonina de andebol, num jogo a contar para a 5ª jornada do Campeonato Placard, foi defrontar a AA Avanca, no seu terreno, tendo vencido por 33-26. Com um início de jogo equilibrado, a meio da primeira parte a nossa equipa disparou chegando ao intervalo a vencer por 19-12. Na segunda parte também continuámos forte chegando aos 11 golos de diferença.

Depois houve uma descontracção geral que permitiu que o adversário reduzisse para os sete golos de diferença finais, sem nunca pôr em dúvida a nossa vitória. O capitão Salvador com 6 golos foi o melhor marcador da equipa.

É já na terça-feira 25 que a nossa equipa disputa o primeiro jogo da fase de grupos da Liga Europeia da EHF defrontando no PJR os austríacos do HC Hard, recebendo no sábado 29 o Ac Viseu em jogo a contar para a 6ª jornada do Campeonato Placard.

Já a equipa masculina de voleibol foi à casa do Castelo da Maia disputar o jogo relativo à 3ª jornada da Liga Una Seguros e veio de lá com uma derrota por 3-0, com derrotas nos dois primeiros sets por 3 e 2 pontos, mas com um terceiro set muito desequilibrado. Esperamos mais desta equipa que no próximo sábado 29 vai receber o São Mamede, indo na terça-feira 1 a Espinho visitar a Académica local, onde ainda brilha o “nosso” Miguel Maia. Esperemos duas vitórias.

Já a equipa feminina deslocou-se a Famalicão para a 4ª jornada da Liga Lidl e trousse de lá uma vitória por 3-0, com uns parciais bastante dilatados. No próximo fim de semana teremos pela frente dois adversários bem mais difíceis. No sábado 29 recebemos no PJR o Sports Madeira e no domingo 30 deslocamo-nos ao pavilhão da Luz. Confiemos!

Uma palavra para João Mansos que no último domingo se sagrou Campeão Nacional de triatlo, repetindo um título, que já com a camisola do Sporting, tinha obtido em 2018.

Como nota final mas não menos importante:


Leões do #FutsalSCP premiados na XXI edição dos Portugal Futsal Awards, prémios atribuídos pela revista Futsal Planet

🏆 Merlim - melhor jogador
🏆 Nuno Dias - melhor treinador
🏆 Guitta - melhor guarda-redes
🏆 Erick - melhor jogador português
🏆 Zicky - melhor jogador jovem
🏆Sporting Clube de Portugal: Melhor clube

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

A Casa onde todos ficaram a piar


Devíamos estar a falar do retorno do Sporting às melhores exibições, talvez a conjugação de melhor exibição / melhor resultado desde o jogo com o Portimonense. Isto a nível doméstico, uma vez que a exibição contra o Tottenham foi seguramente das mais consistentes com que fomos presenteados nos últimos anos, ante um adversário com um "andamento" e plantel muito acima do que há por cá.

Porém o que infelizmente acaba por estar no centro das atenções  é o ocorrido na bancada sul. O sucedido deixou toda a gente a piar uma opinião, um veredicto, este é o meu. Tudo terá começado com os assobios à equipa, os insultos ao presidente, a pirotecnia e as duas cargas policiais que se seguiram. Quem ganhou com tudo isto? O Sporting não foi de certeza.

Comecemos onde tudo começou, na atuação da Juve Leo. Deixo para mais abaixo a discussão sobre a pirotecnia. Não tendo estado no estádio há muita informação que me falta para poder comentar de forma justa e equilibrada. E tenho a sensação que ainda que tivesse estado essa possibilidade continuaria a existir, uma vez que há relatos de actuação prévia ao jogo por parte da PSP, junto da sede da JL, conhecida como "casinha".  

Parece que tudo terá tido origem na pirotecnia, mas também nas tarjas claramente dirigidas à policia, nomeadamente o "1312", um acrónimo para ACAB (all cops are bastard) é há muito usado pelos adeptos, especialmente no "fenómeno ultra". É "notável" que a atenção da policia se concentre tanto nas nossas claques, quando se sabe pouco ou nada relativamente às dos nossos rivais, e não é por não se fazerem notar...

A violência policial terá ocorrido como resposta à primeira intervenção e quando os elementos da policia foram despedidos à cadeirada. É o que se costuma dizer "estar mesmo a pedi-las", uma vez que a escalada da resposta por parte da PSP seria mais que óbvia. Daí que as queixas da JL não colhem, quem semeia ventos...

Quem se pode queixar e com toda a propriedade foi quem foi apanhado na enxurrada. Para a PSP e para a JL a lógica da violência não passa de "um dia normal no escritório". Para a generalidade dos adeptos é só mesmo isso: violência exercida num local que procuramos para nos divertir e, sobretudo, viver a paixão pelo nosso Sporting. A JL deu o pretexto que a PSP queria para descarregar a adrenalina acumulada pelos dias fechados nos quartéis, porque é cada vez mais raro ver policiamento na rua. Mas quando há futebol, parece que saem debaixo das pedras da calçada, numa exibição de força e material dignos de um país em estado de sitio.

Foi muito comentado o facto de em alguns sectores terem existido aplausos à intervenção da PSP. Não é bonito de ser ver, nunca o faria, mas é uma resposta ao que estava a ser a actuação da JL até ali, e totalmente ao arrepio do que deveria ser o que se espera de um "grupo de apoio" do clube. Se é para assobiar a equipa ou insultar o presidente talvez seja melhor fazer um protocolo com os SD ou os NN. Mas, pensando melhor, onde, quando, e por quem, mais episódios como este têm sucedido com mais frequência, senão em Alvalade e pelas claques? Com amigos destes, quem precisa de inimigos?

Isso leva-me ao comunicado emitido pelo CD, na sequência destes tristes acontecimentos. Este é omisso relativamente à carga policial e, quanto a mim, mal. Razões:

Por poder ser-lhe colada a autoria moral da carga policial, como aliás já está a acontecer nas redes sociais.

Por abrir a porta à ideia que em Alvalade a policia tem "bar aberto" para cascar nos adeptos, como aliás temos visto vezes sem conta, quando o mesmo não sucede nos outros estádios, especialmente nos dos nossos rivais. Ainda no recente clássico houve pirotecnia e não houve carga policial. E quanto a mim bem, porque a possibilidade de existir uma tragédia, como tantas outras que conhecemos, seria muito real.

Quanto ao cancelamento do protocolo com a JL só está a acontecer aquilo que Frederico Varandas havia prometido na sequência de uma entrevista, por altura da reeleição. Quem estiver para apoiar o Sporting terá esse apoio reconhecido e contrário também sucederá. É mau para todos, imaginam-se as cenas dos próximos capítulos, mas é também a mensagem adequada para a JL:  não haverá impunidade. 

Por último o "problema da pirotecnia". O governo já prometeu criminalizar este tipo de actividade, misturando no mesmo saco coisas que são completamente inofensivas com artefactos perigosos. Uma forma preguiçosa de actuar muito discutível. Porém, o que ressalta deste episódio, é que, não estando nenhuma lei ainda em vigor, a actuação da policia foi justificada pela necessidade de "proteger a integridade fisica dos espectadores" e pelo "teor ofensivo para as forças policiais" de algumas tarjas. 

Muito discutível esta legitimidade para intervir, porém o que ficou mais saliente é que a própria carga policial inicial esteve longe de "proteger a integridade física dos espectadores" e a segunda funcionou exactamente ao contrário, ainda que motivada pela cadeirada com que foram recebidos. Vamos ver o que vai acontecer nos outros estádios...

Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA Crédito: AFP

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

A culpa não morrerá solteira, nem virgem e provavelmente até é poligâmica


Amorim tem um passado curto no Sporting mas recheado de conferências de imprensa que podiam muito bem constar de manuais de bem comunicar. Porém, houve um momento este ano em que pareceu que a pimenta lhe chegou ao nariz e, com o acumular de resultados negativos, tem-se mantido num registo dúbio, equívoco, aberto às mais variadas interpretações. 

Ora, para quem conhece o Sporting, como ele tão bem como surpreendentemente vinha demonstrando, é dar gás às teorias mirabolantes, aos profetas da desgraça, tudólogos e os "já sabia", "eu avisei", "estava-se mesmo a ver". É por isso que, de domingo para cá, nasceu um manancial de candidatos para casar com a culpa que Amorim assegurou que não vai morrer solteira. Esta, de domingo para cá, já foi casada com:

O Varandas que apesar de ter ido buscar o Amorim, ter sido campeão, e acumulado "mais umas tacitas"  não percebe nada disto. 

Com o Viana, que apesar do seu trabalho estar ligado à conquista do titulo e "mais umas tacitas", "não se percebe o que lá anda fazer"

Com o Paulinho (tinha que ser...). Um jogador que de Braga se anunciou a selecção e que entre nós é o anticristo. 

Outros haverá. Mas com tantos casamentos a culpa é já poligâmica e virgem certamente já não será.

Do que retiro no imediato é que, tal como havia dito aqui em post anterior, é que a crise de resultados, indiscutível face ao esperado, afectou claramente  Rúben Amorim e isso nota-se no discurso. Outro exemplo está na declaração extemporânea de que o Sporting não irá ao mercado de inverno, quando é ainda cedo para saber em que posição estaremos nessa altura e que ambições poderemos ainda acalentar. Nós, tal como os nossos adversários directos, com alguns jogadores preponderantes a participarem no campeonato do Mundo, sem se saber como dele sairão. É ainda cedo para atirar a toalha ao chão e ou para anunciar "novos ciclos" a meio de outubro.

Não é esta a altura de fazer balanços ainda por cima com o barco leonino a atravessar um mar de maus resultados. E talvez em vez de culpas fosse melhor falar em responsabilidades e aí todos os envolvidos terão que avaliar o seu desempenho. O  pior é buscar a explicações simples para o que está longe de o ser. Tal como nos aviões, os desastres geralmente não acontecem por uma única causa, mas por falhas consecutivas acumuladas. E no futebol há ainda que acrescentar o factor sorte/azar.  Ou estabelecer relações causais entre eventos / resultados cujas razões não são as mesmas. 

Por exemplo:

Pode haver alguma relação entre "a época foi mal preparada" com a derrota com o Varzim, uma equipa duas divisões abaixo de nós? Não me parece, ainda que o Varzim fosse da mesma divisão... Ou que o Matheus Nunes isto, o Palhinha aquilo. Para ganhar ao Varzim???

"Vendemos jogadores que não foram devidamente substituídos". Tendo a concordar, mas o futebol está sempre pronto para nos deixar mais interrogações. Com Palhinha, Matheus Nunes e Sarabia sofremos derrotas humilhantes (City, Ajax) e este ano, sem eles, conseguimos dos melhores resultados de sempre na Champions, estreando-nos a ganhar na Alemanha e vencendo uma das melhores equipas até agora da Premier. Já quase ninguém se lembra. Mas perdemos com o Chaves, Boavista e... Varzim.
 
Esta é a altura de falar menos e pensar mais. Perceber como se perdeu a virtude de bem defender, uma das que estiveram na base do título nacional, sofrendo poucos golos, para sofrer quase sempre. Como se sofreram golos em tudo semelhantes com o Braga ((Niakaté), Chaves (Steven Vitória) e agora com o Varzim. Porque se remata tão pouco, de forma enquadrada com a baliza, apesar de tanta posse de bola e jogo carrilado no último terço. Um factor comum nas derrotas com o Chaves, Boavista e... Varzim.

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Modalidades: imbatíveis em mais um derby e outras histórias


Autor: 8

 Num fim de semana onde as principais equipas de andebol e de hóquei não jogaram devido à
programação das selecções nacionais o futsal foi mais uma vez a “estrela da companhia”.
Apesar de não ter regressado do pavilhão da Luz com uma vitória, o comportamento dos nossos
jogadores foi brilhante. Lutando contra uma equipa que teve sempre sete “jogadores” em campo,
mesmo assim conseguiu o empate, com o golo obtido pelo Anton Sokolov, a 23 segundos do fim,
quando já jogávamos com o capitão João Matos a guarda redes avançado. Não sei se foi estratégia de
Nuno Dias, ou se foi obra do acaso, mas o empate apenas a 23 segundos do fim fez que os “jogadores”
enviados pela FPF não tivessem tempo de inventarem mais livres diretos numa tentativa de Bernardo
Paçó ser ultrapassado, ele que já tinha defendido dois.

Além de todos os elementos que formaram a equipa leonina uma palavra especial para Diogo Santos,
um jovem de 19 anos que após uma paragem por lesão de oito meses, esteve muito bem quando foi
chamado pela primeira vez a estas andanças. Na próxima quarta-feira 19 a nossa equipa recebe o FC
Azemeis e no próximo sábado 22 visitamos os Leões de Porto Salvo.

A equipa de basquetebol, a meio da semana no Pavilhão João Rocha, defrontou na 1ª jornada da fase de
grupos da FIBA Europe Cup os polacos do Wloclawek. Uma equipa fortíssima, com uma percentagem de
lançamentos de três pontos verdadeiramente espectacular que nos venceu por 89-113. A diferença
principal deste resultado é devida aos 42 pontos obtidos nos primeiros dez minutos do desafio (23-
42).Os restantes três quartos foram muito mais equilibrados apesar dos polacos terem vencido todos
mas por margens mínimas (1, 3 e 1 pontos). Travante com 21 pontos e Fenner com 15 foram os
melhores marcadores da nossa equipa.

Já no passado domingo recebemos e vencemos o Vitória de Guimarães por 114-83, mais uma vez com
Fenner (20 pontos) e Travante (19 pontos) a serem os melhores marcadores da equipa. De salientar
também os 18 minutos do jovem João Troni que conseguiu 10 pontos. Um jogo em que um primeiro
quarto foi equilibrado, apesar do Sporting sair com 5 pontos de vantagem, mas nos dois quartos
seguintes a vantagem foi aumentando para atingir os 30 pontos com que se entrou no último quarto
novamente equilibrado. Um resultado final melhor que o alcançado na disputa do Troféu Stromp com o
mesmo adversário, cerca de um mês atrás.

A nossa equipa desloca-se à Hungria na próxima quarta-feira 19 para defrontar o Egis Kormend, jogo
relativo à 2ª jornada da fase de grupos da FIBA Europe Cup, regressando a Portugal para ir jogar no
próximo sábado 22 a Esgueira defrontar o clube local em jogo relativo à 6ª jornada da Liga Betclic.


A equipa masculina de voleibol deslocou-se à Ilha Terceira, para defrontar o Fonte do Bastardo, forte
equipa açoriana, acabada de vencer a Supertaça, não conseguindo evitar a derrota por 0-3, com uns
parciais algo dilatados (14-25, 21-25 e 19-25). Esperávamos melhor. No próximo sábado 22 iremos
defrontar outra equipa carismática do voleibol português, o Castelo da Maia, no seu reduto.

A equipa feminina disputou as 2ª e 3ª jornadas da Liga Lidl recebendo o Sporting de Espinho e o
AJM/Porto. Se no sábado vencemos categoricamente as espinhenses por 3-0, já no domingo perante as
campeãs nacionais perdemos por 1-3, num jogo em que as nossas meninas deram a luta possível,
perdendo a hipótese de ir à negra nas vantagens do quarto set (20-25, 25-15, 20-25 e 24-26).
Acreditamos nesta equipa!

Uma nota positiva, apesar da derrota: o regresso do râguebi sénior masculino do Sporting! Num jogo
relativo à Taça de Portugal defrontámos o RC Belas e perdemos por 12-39. Não fico satisfeito com o
resultado mas fico muito satisfeito pelo Sporting voltar ao râguebi sénior.

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Maré Negra


Não há adjectivos suficientemente fortes no léxico à minha disposição para qualificar a decepção causada pela eliminação da Taça de Portugal logo na sua primeira jornada. Perder é sempre um dos resultados possíveis quando se trata de um jogo, que o futebol ainda é. Mas ontem não foi um dia de azar, tão pródigos na nossa história. Ontem o Sporting perde praticamente sem criar verdadeiros lances de perigo ou oportunidades reais. Tudo isto perante um adversário dois escalões abaixo do nosso, com meios reduzidos e atravessar uma das maiores crises da sua instituição. Ao Varzim endereço os meus parabéns, pois souberam merecer o prémio alcançado.

Mais uma vez ficamos a dever a nós mesmos mais este resultado aziago, na linha de outros obtidos este ano. Como é habitual nestas circunstâncias elaboram-se as mais diversas teorias para justificar o sucedido, que vão desde análises à forma como época foi preparada, especulam-se sobre desavenças internas, do balneário à relação treinador / direcção, até explicações cabalísticas e suspeitas conspirativas. Porém, tudo se resume à expressão mais simples: o Sporting não jogou um caracol!

E quem melhor que o treinador adversário para explicar o sucedido: 

Detetámos na nossa análise que o Sporting era fortíssimo a encontrar o jogo interior. E a partir desse momento, quando o jogador consegue rodar e se vira para a frente, geralmente as linhas defensivas eram fixadas. O nosso foco para este jogo era nunca desmontar a linha defensiva e os médios tinham por missão tapar sempre que a bola entrasse por dentro», começou por explicar Tiago Margarido, detalhando em seguida outro aspeto relevante: «Os médios estavam compactos e a linha defensiva estava mais preocupada com a profundidade e não tanto com o espaço entrelinhas. A bola entrou mais vezes por fora e estávamos confortáveis com isso porque tínhamos três centrais fortes no jogo aéreo. Apesar de o Paulinho ser forte no jogo aéreo, trabalhámos cruzamentos esta semana e felizmente conseguimos anulá-los dessa forma.

O que fez o Sporting para contrariar isto. Cruzar, cruzar, cruzar. Ricardo, o veterano guarda-redes varzinista acabou por ter uma noite à controlador aéreo: era ver a bola passar, para esquerda e para a direita e vice-versa. Sem ver as estatísticas fiquei com ideia que remates enquadrados só aconteceram no período complementar e sempre sem grande perigo. A presença na área era custeada por Paulinho, que tem carregar às costas o odioso do resultado "porque não marcou" mas ninguém quer responder a "quantas vezes foi servido?" para o poder fazer.  Fica a pergunta: se é para usar o cruzamento como arma preferencial ou alternativa à porta fechada ao jogo anterior, não faltará presença fisica, em número e altura, para dar sequência a esse recurso constante?

Rúben Amorim já se apressou a dizer na conferência de imprensa que não haverá idas ao mercado. A mensagem foi percebida: não haverá um outro ponta-de-lança para se juntar a Paulinho. Na linha da conferência prévia ao jogo, em que Amorim confessou a sua teimosia. Com pena minha, que o quero por muitos e bons anos no sitio onde está, e que tanto já nos deu.  Preferia que continuasse apenas convicto, a teimosia está a desviá-lo do sucesso. A ele e a nós.

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Como se diz "esgar de dor" em francês?


Deve-me ter passado despercebido o protocolo estabelecido com o Marselha, onde ficou determinado que em ambos os jogos da jornada dupla, um dos nossos jogadores teria que se fazer expulsar de forma caricata, a roçar o absurdo, algures a partir dos vinte minutos. Se o protocolo foi estabelecido,mesmo que de forma tácita, temos pelo o consolo, ainda que triste, de não faltar ao acordado.

Quanto ao resto temos que agradecer ao Adán primeiro, e ao Esgaio ontem, terem criado uma crise, porque é na crise que nos sentimos melhor. Todos temos diagnósticos para explicar como entramos nela e ideias e soluções para dela sair. Perceber que perdemos dois jogos por dois erros grosseiros, e pelo menos os do Adán totalmente imprevisíveis, seria demasiado simples e deixaria pouco espaço para "discursar".

Mas há mais boas noticias: o Esgaio não joga em Londres. O meu cardiologista agradece. O Pote também não, terá assim tempo para pensar que a jogar assim está a dar razão ao Fernando Santos. 

Também tenho más noticias: estes dois resultados afectaram Rúben Amorim. A tradicional lucidez e perspicácia com que comunica não tem estado sempre presente nas suas aparições mais recentes. Ontem foi talvez a pior de sempre. Via-se no seu semblante e linguagem corporal que o jogo deixou marcas. Olha, afinal deus - a forma como, por gratidão e reconhecimento o trato - é humano, é a conclusão a tirar.

Como se diz "esgar de dor" em francês?

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Fim-de-semana de vitórias

Este fim de semana foi um fim de semana de êxitos das principais equipas leoninas das modalidades. 

Autor: 8

 
Comecemos pelo hóquei em que a nossa equipa, com uma boa exibição, conseguiu vencer o Valongo, num recinto sempre muito difícil, por 5-3, em que foi fundamental a excelente primeira parte onde, depois de um primeiro golo do adversário conseguimos marcar quatro para atingirmos o intervalo a vencer por 4-1. Na segunda parte onde o Valongo conseguiu dois golos, reduzindo para um golo de diferença a nossa vantagem, Gonzalo Romero obteve o seu segundo golo na partida a seis minutos do fim estabelecendo o resultado final. O Campeonato Placard vai agora parar, para a selecção ir disputar o Mundial, só voltando em meados de Novembro.


A equipa de voleibol estreou-se na Liga, defrontando o Vitória de Guimarães, no Pavilhão João Rocha. Um jogo bastante equilibrado que terminou com a nossa vitória por 3-2, com 15-10 na negra, sendo esta a maior diferença registada em todo o encontro. Os dois primeiros sets caíram para o lado dos vimaranenses, por 3 e 2 pontos de diferença. Os adeptos presentes no PJR temiam o pior mas a nossa equipa soube reagir bem, não se entregando e vencendo os dois sets seguintes também por 3 e 2 pontos de diferença. Na negra os nossos jogadores conseguiram ultrapassar as dificuldades que os bloqueadores do Vitória tinham criado até aí, e embalaram para a merecida vitória final. Uma palavra para a homenagem justa e merecida que, antes do jogo começar, o Sporting fez ao nosso antigo jogador e capitão João Fidalgo, actualmente libero do Vitória SC. O próximo jogo será no próximo sábado 15, nos Açores, para defrontarmos o Fonte Bastardo, num jogo que se perspectiva como muito difícil.

Quem foi aos Açores este fim de semana, na 1ª jornada da Liga Lidl, vencer o Clube Kairós por 3-1, depois de ter perdido o primeiro set, foi a equipa feminina de voleibol, que tem no próximo fim de semana a visita de duas fortes equipas, no sábado o Sporting de Espinho e no domingo a AJM/FC Porto. Confiemos!

A equipa de basquetebol foi à Póvoa de Varzim derrotar a equipa local por 94-79. Uma vitória conseguida com base no 3º quarto onde “vencemos” por 12 pontos de diferença (28/16), que junto aos quatro pontos a mais conseguidos no 1º quarto (28-24), fizeram mais que a diferença com que terminou a partida, porque no 2º quarto “perdemos” por um ponto (23-24) e no último quarto as equipas marcaram o mesmo número de pontos (15). Num jogo com uma péssima arbitragem, Travante e Lovett foram os melhores marcadores, com 19 pontos cada. A equipa vai estrear-se na Fase de Grupos da FIBA Europe Cup, defrontando os polacos do Wloclawek, na próxima quarta-feira 12 no PJR pelas 17:30. Excelente oportunidade para quem venha assistir ao jogo com o Marselha em futebol possa vir um pouco mais cedo e apoiar a equipa de basquetebol. Para a Liga o próximo jogo também será no PJR no próximo domingo 16, com o Vitória de Guimarães.


Para a 4ª jornada do Campeonato Placard a equipa de andebol recebeu a equipa do Gaia, que equilibrou o jogo até perto do intervalo, onde já chegou a perder por 20-16. Na segunda parte o Sporting entrou mais forte e foi dilatando o marcador até aos 39-25 finais. Etienne, Salvador e Kiko Costa com seis golos cada foram os melhores marcadores num encontro em que o guarda-redes Manuel Gaspar também esteve muito bem, tendo ainda conseguido um golo. O Campeonato Placard é interrompido devido a compromissos das selecções recomeçando a 22 de Outubro com a visita da nossa equipa a casa do Avanca.

Menos positivas neste fim de semana foram a estreia no campeonato da equipa feminina de râguebi, que vinda da conquista da Supertaça respectiva a meio da semana, perdeu com o Benfica por 0-22, e a ida da equipa futsal feminina a Fafe disputar a 3ª jornada da Liga Placard de onde saiu derrotada pelo Nun’Alvares por 1-6, a sua primeira derrota. Melhores dias virão!!!

domingo, 9 de outubro de 2022

Ressaca europeia


A viagem aos Açores significava o regresso ao local onde o ano passado começamos a dizer adeus ao título, com a derrota de todo inesperada e que pôs fim a um trajecto que até ali estava a ser quase perfeito, jogos europeus à parte. Além desse enquadramento histórico de má memória o jogo acontecia na ressaca de uma passagem por Marselha à  "Velho Sporting": tudo o que podia correr mal correu muito pior do que a nossa imaginação, ainda que fértil e bem treinada por eventos catastróficos anteriores, nos poderia proporcionar.

Ora seria precisamente o protagonista de Marselha que assumiria novamente o papel principal, só que, desta feita, com as deixas bem decoradas e sem números gagos. Sim, de guardião a coveiro até novamente guardião foi uma viagem de poucos dias, mas muitas emoções. Este é o papel em que reconhecemos Adán e que ele construiu com muitas e sólidas exibições. Todos podemos aprender com este episódio, incluindo eu, que defenderia o descanso de Adán durante este fim-de-semana, até para dar minutos a Franco Israel. A decisão de Amorim foi a mais correcta e Adán mostrou fibra de campeão.

No mais foi notório, especialmente na segunda parte, o cansaço físico e mental da equipa, o que acontece frequentemente após os compromissos europeus e de um jogo de má memória e que, ainda por cima, foi jogado em inferioridade numérica durante quase 70 minutos.

Mas, para lá do adversário, que soube aproveitar as nossas fraquezas, fazendo-nos sofrer, houve que estivesse à altura da fama e do proveito ganhos jogos após jogos com o Sporting. Falo de Artur Soares Dias, o árbitro, e de Hélder Malheiro, o VAR. Tiveram azar, aquele golo do Santa Clara devia ter surgido mais cedo para o respectivo trabalho poder ser dado como concluído com êxito.

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

O fim do futebol de praia e o modelo queremos para o ecletismo


O Sporting anunciou ontem o fim da modalidade de futebol de praia. As reacções foram as esperadas, mas a verdade é que a quase totalidade dos que se pronunciaram, fosse a favor ou contra a decisão tomada, falaram sem conhecimento de causa. 

Todos queremos ter muitas ou até todas as modalidades, do chinquilho à sueca, se preciso for. Até aquelas que não gostamos e não ligamos absolutamente nada, mesmo que uma das respectivas secções jogue à porta de casa. O que quase ninguém sabe ou quer saber é quanto custa cada modalidade, que vencimentos auferem os atletas que a cada ano passam pelo clube, que sustentabilidade tem o actual modelo. 

Eu sou um dos que sabe muito pouco. Mas sei que devem custar muito dinheiro. Sei também que construir equipas ganhadoras todos os anos é um exercício particularmente difícil. O Sporting tem que ganhar aos eternos rivais SLB e FCP se estes estiverem na mesma competição (o FCP está em muito poucas...) e não pode perder com os ditos pequenos. Ainda que estes tenham modelos dedicados a apenas uma modalidade, ou elejam uma como mais representativa, numa espécie de especialização, como acontece por exemplo com o Hóquei de Barcelos, o Fonte Bastardo, etc.  

Secções como o andebol ou o futsal, que são as que "conheço" melhor, são as que têm implantado o modelo que me parece o mais correcto: escalões de formação e alta-competição, com os melhores da formação a abastecerem a equipa principal, formando uma mescla de jogadores da casa e jogadores experientes e reputados. 

Como era bom que todas fossem como os exemplos acima. Porém, para o conseguir, onde estão as instalações que permitam que centenas de atletas de cada modalidade treinem diariamente? O pavilhão João Rocha não é de certeza suficiente. Um verdadeiro pesadelo logístico, nunca tido em equação quando se se abordam estas matérias, a que acrescem os transportes de todas estas equipas em funcionamento, pelo país fora. 

O hóquei, uma modalidade que também tem formação em tudo semelhante às modalidades acima faladas, mas que tarda em produzir resultados semelhantes no fornecimento de atletas à equipa principal, já o conseguiu, ao deslocar para Sacavém a sua secção.

Nunca houve coragem para uma discussão franca do modelo que se pretende para as modalidades, assumindo escolhas, ainda que por vezes estas possam ser dolorosas, como é agora o desaparecimento do futebol de praia. Porque falta informação e transparência. Mas elas são necessárias para se tomarem decisões - no caso dos sócios serem chamados a pronunciar-se, como deveria ser - ou para se apoiarem estas quando as escolhas se tornam necessárias ou até mesmo imprescindíveis. 

Este situação de opacidade é transversal a todos os clubes grandes. Os nossos rivais também optam pela mesma estratégia. Esta porém faz ricochete em quem tem que tomar decisões, porque deixa campo para os "especialistas", "tudólogos" e os "exigentes". Porque estes, apoiados no desconhecimento geral, sabem sempre como fazer mais e melhor.

Conclusão: ser um clube eclético está na matriz fundadora do Sporting e têm sido as modalidades aquelas que mais têm contribuído para a manutenção do espírito de conquista de José Alvalade. Essa matriz é hoje em dia consensual, depois de um período de deriva de má memória e de cujas consequências vamos recuperando paulatinamente. Talvez mais importante do que dividir a actividade do clube entre futebol versus modalidades talvez esteja na altura para definir o que é alta-competição e o que é mera actividade desportiva. Que as duas componentes devem existir, é também consensual. 

No que à alta-competição diz respeito urge definir quais são as modalidades em que o Sporting deve competir ao mais alto nível e para esse efeito aportar o melhor dos seus recursos, sabendo que o Sporting, pelo menos pela realidade que nos é conhecida actualmente, não poderá ser competitiva - isto é, lutar por títulos - em TODAS as modalidades de alta-competição. Para que se tenha noção, os Jogos Olímpicos de Tóquio tiveram em acção 46 modalidades. A estas acrescem ainda as competições paralimpicas, onde o Sporting tem já coleccionado alguns êxitos.  Parece claro que não podemos ser vencedores em todas, mas é de entre elas as que devemos procurar definir as maiores apostas, quer nas modalidades colectivas, quer individuais. A ligação ao ideal olímpico é uma consequência natural do ecletismo. 

Nota: por erro de copy-paste a conclusão não estava no post colocado inicialmente.

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Andebol e basquetebol leoninos na Europa

Autor: 8
Semana muito importante para as cores leoninas na Europa. A equipa de andebol apurou-se para a fase de grupos da EHF European League, e a equipa de basquetebol conseguiu o apuramento para a FIBA Europe Cup.

A nossa equipa de andebol apurou-se para a fase de grupos da EHF European League ao perder por 30-33 na sua deslocação à Dinamarca para defrontar o Bjerringbro-Silkeborg que tinha sido derrotado no PJR por 31-22. Foi um jogo sempre controlado pelos leões que ao intervalo venciam por 17-14 e a 8 minutos do fim venciam por 27-14, perdendo os minutos finais por 3-9, sem pôr em risco o nosso apuramento, não sei se por descontracção se pelo acusar o desgaste da viagem. Kiko Costa com 7 golos e Salvador com 6 foram os principais marcadores da nossa equipa.

No passado domingo já a nossa equipa tinha conseguido uma vitória importante na difícil visita à Maia, derrotando o Aguas Santas por 29-27, e onde Martim Costa, com 6 golos e o polaco Patryk Walczak , com mais 5, deram importantes contributos.

O próximo jogo é no Pavilhão João Rocha no sábado dia 8 onde defrontaremos o Gaia.

Sorteio da fase de grupos:


No basquetebol, no Kosovo, os leões depois de terem eliminado os alemães do Gottigen atingiram a Final do Torneio de acesso à FIBA Europe Cup onde defrontaram os belgas do Antwerpen e venceram por 98-85, num jogo sempre controlado, onde Lovett, com 32 pontos, e Fenner com 24 pontos, foram os grandes marcadores da equipa onde todos estiveram muito bem.

Nesta quarta-feira iniciámos a Liga Betclic, apenas com o jogo relativo à 3ª jornada devido à nossa participação na FIBA Europe Cup ter feito adiar os jogos das duas primeiras jornadas, derrotando, no PJR, a Oliveirense por 99-74, num jogo em que fomos superiores desde os primeiros minutos, tendo Travante com 24 pontos sido o melhor marcador.

A equipa, com a participação na fase de grupos da FIBA Europa Cup, já entrou num ritmo de dois jogos por semana indo este sábado 8 visitar o Póvoa, regressando a casa para defrontar os polacos do Wloclawek no dia 12 no PJR.

A nossa equipa de futsal, depois da brilhante conquista da Supertaça, recebeu no PJR o Eléctrico de Ponte de Sor, uma equipa muito bem “arrumada” e com excelentes executantes. Obtivemos uma difícil vitória por 2-1, com o segundo golo já na parte final do encontro, por Zicky, aproveitando um ressalto na barra. Considero que a equipa jogou bem, podíamos ter obtido uma vitória mais dilatada, mas fomos um bocado infelizes porque vezes sem conta só faltou o toque final para a obtenção do golo. De salientar, também, que outra razão para evitar a obtenção de mais golos foi a extraordinária exibição do guarda-redes dos alentejanos, Diogo Basílio.

A equipa feminina começou a sua Liga Placard indo vencer a casa do Gondomar por 5-4, tendo para a 2ª Jornada recebido e vencido a ACDR Arneiros por 11-2.

A equipa feminina de voleibol conquistou brilhantemente o Troféu Stromp derrotando o Barcelona por 3-0. A equipa masculina começa o campeonato no próximo sábado 8, com a visita a Guimarães para defrontar o Vitória local.

No passado sábado a nossa equipa de hóquei deslocou-se a Paço de Arcos tendo vencido por 4-3, com 4-0 ao intervalo e uma segunda parte para esquecer, salvando a vitória Ângelo Girão que defendeu um penalti nos últimos segundos da partida.

Nesta quarta-feira recebemos no PJR o HC Braga que, muito fechado no seu quadrado, dificultou, e muito, os ataques leoninos tendo-se atingido o intervalo sem golos. Na segunda parte a situação manteve-se com o Sporting a tentar o golo e os bracarenses muito fechados, situação que se agravou ainda mais quando os visitantes obtiveram o seu golo numa jogada bem urdida e em que a nossa defesa deu algumas facilidades. O jogo continuou com estas características até o Sporting, finalmente, ter conseguido o seu primeiro golo e passado pouco tempo o segundo, o que obrigou a equipa do HC Braga a ir tentar empatar, arriscando mais, o que originou haver mais espaços junto à sua baliza facilitando à nossa equipa a obtenção de mais 3 golos colocando o resultado final nos esclarecedores 5-1.

No passado sábado a equipa feminina foi a Massamá empatar com o Stwart por 6-6, mas na terça-feira na sua deslocação a Turquel sofreu uma pesada derrota de 12-2. Uma vitória, um empate e uma derrota nas 3 primeiras jornadas do campeonato. Vamos a reagir, meninas!


Digno de referência é a quarta Supertaça conquistada pela nossa equipa feminina de râguebi ao vencer a Agraria de Coimbra por 31-10, demonstrando a sua superioridade no râguebi feminino nacional.

Não podemos terminar sem enaltecer o atletismo do Sporting por, no passado domingo, ter ganho colectivamente os 4 principais campeonatos nacionais de estrada, em seniores e juniores e em masculinos e femininos.

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Adán: de guardião a coveiro


 Um começo de sonho, com um golo de Trincão, seguido de uma perdida de Pote na cara do guarda-redes francês acabou em pesadelo. Adán abriu o livro e, em poucos minutos, resolveu vestir-se de Pai-Natal dos franceses. Se só não erra quem não está lá, é difícil de aceitar a atitude displicente reiterada do nosso guarda-redes. 

É para não dar baldas como estas que reservamos os melhores lugares na folha de vencimento para os jogadores mais experientes. Inadmissível e inaceitável a falta de concentração e a postura desleixada, de esplanada, com que Adán nos brindou. Exibição tão desastrada inesquecível como as vezes que nos segurou, particularmente no primeiro ano.

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Uma h(m)orita de treino para Marselha


A recepção ao Gil Vicente acabou por ser um bom treino para regressar à competição e preparar a deslocação a Marselha, para o embate da Liga dos Campeões de amanhã. Para isso contribuiu um inicio de jogo particularmente venturoso, alcançando a vantagem com uma dupla de golos por volta dos 20 minutos iniciais.  

No nosso melhor período sobressaiu Morita com um golo e uma assistência, esta com nota artística. No mais, o jogo ficou marcado pela facilidade com que chegámos ao último terço, quase sempre com perigo, mas com muita displicência na definição das jogadas e na finalização. Ficamos a dever a nós mesmos um resultado histórico. Esta atitude foi ainda mais evidente na segunda parte, contando para isso com a "preciosa" ajuda do árbitro, particularmente "inteligente" na gestão do jogo. Se a intenção era enervar a equipa deve ter ficado particularmente frustrado com o terceiro golo, apontado por Rochinha. Já o tradicional mantra Sportinguista haveria de dizer presente, com um golo de Navarro - who else? - ainda antes de Tiago Martins prolongar o jogo, numa derradeira tentativa para que alguma coisa corresse mal. Vai ser premiado, certamente...

Voltando ao inicio do post, o jogo acabaria por se revelar útil para fazer regressar os jogadores à competição, bem como para lançar os indispensáveis alertas. É que a displicência e a desconcentração costumam cobrar elevados custos em alta competição e amanhã é o tipo de atitude que se dispensa. O Marselha é um adversário fortíssimo, tem um óptimo plantel e, segundo os entendidos, tem no ataque as suas maiores virtudes e na defesa o seu calcanhar de Aquiles. 

Muitas das nossas hipóteses jogar-se-ão  no regresso ausência de Coates e Porro. O primeiro devolve ao sector recuado a habitual segurança defensiva que encontrou no esquema de Amorim e será crucial no jogo aéreo. O segundo é o elemento ideal para, a partir da ala direita, explorar os habituais desequilíbrios em que a equipa francesa costuma cair na sequência da sua vertigem ofensiva. Sem eles, ou sem um deles, as nossas possibilidades ficarão consideravelmente reduzidas. Da presença de Coates se decidirá a constituição da nossa retaguarda. Sem ele a utilização de St. Juste é mais do que certa, juntamente com Reis e Inácio. Com Coates julgo ser mais provável Inácio e Reis, com Nuno Santos à esquerda. As dúvidas sobre a sua capacidade defensiva parecem estar dissipadas depois do jogo com o Tottenham e o seu poder ofensivo, apesar de pouco assertivo com o Gil, é uma arma poderosa à disposição de Rúben Amorim.

Outra dúvida prende-se com os jogadores mais adiantados. Pote é indiscutível, mas quem lhe fará companhia? Amorim continuou a dar a primazia a Trincão e amanhã perceberemos se Edwards foi poupado ou se foi simplesmente preterido. Uma coisa parece certa: alguém terá que sair porque não serão certamente os quatro (Trincão, Paulinho, Edwards e Pote) a alinhar de início.

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