A vez de Duque
Por motivos pessoais e profissionais, não tive oportunidade de assistir à entrevista do nosso administrador Luís Duque na RTPn, pelo que tive de dar uma leitura rápida pelas notas soltas que os jornais de hoje publicam e depois da mesma, confesso que as suas palavras não me deixam grande surpresa e acabam por ir em conta com algo que eu já calculava.
No meu círculo de sportinguistas, tenho vindo a comentar que grande parte do trabalho feito até agora fora levado a cabo por dois intervenientes: Godinho Lopes e Carlos Freitas. A parte reservada a Luís Duque - talvez a mais crítica para o Sporting - inicia-se agora.
Duque realça questões como exigência, cultura de trabalho e dedicação, bem como a existência de pessoas acomodadas, rejeitando o cenário de "revolução" mas reconhecendo um natural "abanão" dentro do seio do grupo. Correndo o risco de ser repetitivo, recordo que ao longo de muitos dos textos que aqui coloquei no "A Norte" ao longo destes dois anos como editor, frisei sempre a necessidade de trabalho e exigência, bem como a existência de pessoas que necessitavam que lhes fossem "mordidos os calcanhares".
Neste início de campeonato, não posso afirmar que estou com expectativas elevadas e esperançado nem consigo dizer que algo menos que o título nacional será uma derrota para nós. Acredito que o Sporting terá feito algo que deveria ser feito há muito tempo, desde as alterações no plantel - que até poderão vir a revelar-se curtas ou insuficientes - até à requalificação da estrutura em torno do principal motor do clube.
Quero acreditar no slogan "O Sporting está de volta" e há medidas que fazem com que me identifique com tal mensagem. Ponto de parte questões de pessoas (ou caras), quero acreditar que neste início de temporada temos uma grande diferença em relação a outros anos: Quem está no Sporting, quer efectivamente lá estar em vez de uma de situações anteriores:
- Precisava de estar lá;
- Terceiros queriam que estivesse lá
Mal ou bem, os papeis parecem estar definidos e é evidente para todos quem deverá fazer o quê e qual a sua competência e por essa razão temos assistido um fluir de informações e entrevistas frequentes.
Ontem foi a vez de Luís Duque falar, a dois dias do início do campeonato... A dois dias de reassumir o papel fundamental de acompanhar os jogadores durante os tempos de competição, ser exigente com eles, apoia-los nos momentos difíceis e incutir o respeito pela camisola e pelos adeptos leoninos.
Duque terá de lutar contra a fama de despesista, mas tem novamente a oportunidade de comprovar o seu papel de líder junto de um plantel e equipa técnica. Correspondendo à altura das tarefas que lhe são propostas, Duque poderá ser o maior reforço deste Sporting, mesmo que os resultados não surjam no imediato.
"Difícil não é atingir o topo mas sim conseguir lá permanecer"
EM FRENTE SPORTING!
Duque realça questões como exigência, cultura de trabalho e dedicação, bem como a existência de pessoas acomodadas, rejeitando o cenário de "revolução" mas reconhecendo um natural "abanão" dentro do seio do grupo. Correndo o risco de ser repetitivo, recordo que ao longo de muitos dos textos que aqui coloquei no "A Norte" ao longo destes dois anos como editor, frisei sempre a necessidade de trabalho e exigência, bem como a existência de pessoas que necessitavam que lhes fossem "mordidos os calcanhares".
Neste início de campeonato, não posso afirmar que estou com expectativas elevadas e esperançado nem consigo dizer que algo menos que o título nacional será uma derrota para nós. Acredito que o Sporting terá feito algo que deveria ser feito há muito tempo, desde as alterações no plantel - que até poderão vir a revelar-se curtas ou insuficientes - até à requalificação da estrutura em torno do principal motor do clube.
Quero acreditar no slogan "O Sporting está de volta" e há medidas que fazem com que me identifique com tal mensagem. Ponto de parte questões de pessoas (ou caras), quero acreditar que neste início de temporada temos uma grande diferença em relação a outros anos: Quem está no Sporting, quer efectivamente lá estar em vez de uma de situações anteriores:
- Precisava de estar lá;
- Terceiros queriam que estivesse lá
Mal ou bem, os papeis parecem estar definidos e é evidente para todos quem deverá fazer o quê e qual a sua competência e por essa razão temos assistido um fluir de informações e entrevistas frequentes.
Ontem foi a vez de Luís Duque falar, a dois dias do início do campeonato... A dois dias de reassumir o papel fundamental de acompanhar os jogadores durante os tempos de competição, ser exigente com eles, apoia-los nos momentos difíceis e incutir o respeito pela camisola e pelos adeptos leoninos.
Duque terá de lutar contra a fama de despesista, mas tem novamente a oportunidade de comprovar o seu papel de líder junto de um plantel e equipa técnica. Correspondendo à altura das tarefas que lhe são propostas, Duque poderá ser o maior reforço deste Sporting, mesmo que os resultados não surjam no imediato.
"Difícil não é atingir o topo mas sim conseguir lá permanecer"
EM FRENTE SPORTING!
