Somos as nossas escolhas
Nada como situações limite para pressionarem a tomada de
decisões medíocres. Sempre balizadas pelos estatutos que nos regem, mas sempre
decisões de gestão quotidiana sem a possibilidade de seguir um projeto com objetivos
e metas devidamente delineadas. É o que temos de momento, fomos obrigados a tal
para gáudio de alguns, tristeza de outros e na dor de todos.
Tivesse havido clareza de espírito de quem estava
responsável pelos destinos do Sporting Clube de Portugal e não chegaríamos a tanto. Parece que
pouco ou nada se aprendeu com o antecessor Godinho Lopes nem com os desaires de
mais uns quantos presidentes que se foram sucedendo nas rédeas do clube.
Bruno de Carvalho também aparece numa situação limite, com
um Sporting arrasado por obra de Godinho. O Clube parecia seguir apenas com a dignidade
de quem morre de pé. É nesse momento que o Messias verde consegue dar aos sportinguistas
uma esperança, um querer e um crer, um sabor da prometida vitória como poucos o
conseguiram. Foi nesse acreditar que cresceu uma massa adepta e associativa
devota do projeto apresentado por Bruno de Carvalho. Era essencial quebrar com
o passado e voltar a página. Era vital ganhar.
Ironia das ironias, voltamos a necessitar de romper com o
passado recente, voltamos ter de reconstruir e de trilhar complicados caminhos.
Haja coragem.
Democraticamente já iniciámos esse processo com uma adesão que só nos orgulha. É a participar com sentido de dever e sensatez que se constrói a mudança. O ruído de quem assim não o entende e teima em contrariar este processo não pode servir de barreira.
Preocupa-me o marasmo e as decisões forçadas inerentes as estas breves comissões de gestão que, muitas vezes, não estão devidamente inteiradas da situação em que o clube se encontra. Preocupa-me toda a movimentação ardilosa que tem apenas em mente o assalto ao poder e não o futuro viável e consistente do Sporting. Preocupa-me não sabermos escolher, ou não termos uma opção que nos inspire confiança e nos una.
Democraticamente já iniciámos esse processo com uma adesão que só nos orgulha. É a participar com sentido de dever e sensatez que se constrói a mudança. O ruído de quem assim não o entende e teima em contrariar este processo não pode servir de barreira.
Preocupa-me o marasmo e as decisões forçadas inerentes as estas breves comissões de gestão que, muitas vezes, não estão devidamente inteiradas da situação em que o clube se encontra. Preocupa-me toda a movimentação ardilosa que tem apenas em mente o assalto ao poder e não o futuro viável e consistente do Sporting. Preocupa-me não sabermos escolher, ou não termos uma opção que nos inspire confiança e nos una.
Será que desta vez aprendemos com os erros do passado?





