Sporting 2 - Tondela 2: Nem ganhamos aos primeiros nem aos últimos
À luz do que foram os últimos meses este final de época parece-nos ter trazido uma equipa completamente diferente, sem força física nem anímica, incapaz de enfrentar e resolver até os problemas mais simples que as equipas menos apetrechadas como o Tondela e antes o AFS.
Nestas alturas o mais recomendável é não ceder à critica fácil e em todas as direcções porque mais do que um bom diagnóstico o mais natural é dar voz à amargura e ao desencanto que nos provoca ver o fragoroso desmoronar de uma equipa que nos deu várias alegrias e nos agradou ver jogar.
Há contudo algo que é inevitável: olhar com abertura de espírito, largura de horizontes, de forma transversal e sem ideias preconcebidas sobre o que foi esta época, como foi preparada, como foi gerida até chegarmos aqui.
Apontar o dedo acusatório a Rui Borges, que indiscutivelmente é um dos maiores responsáveis, pecará sempre por ser demasiado curto e pouco responsável. Tendente por isso a que os resultados se repitam porque as suas causas permaneceram.
É também nestas alturas que o Sporting mais precisa que aqueles que dizem que tanto o amam o pratiquem agora também.
Imagem: zerozero

Pois, amigos! Não tivemos, desta vez, um Cesar Prates nem um Mpensa, ou lá como se escreve o nome desse grande jogador que tivemos!
ResponderEliminarO pensamento anterior, consubstanciado nos nomes já mencionados, leva-me a mim, e só a mim, a perguntar que raio de procura de jogadores temos nós no Sporting que vêm rotulados, ou não, sabe-se lá do quê... e depois!... É preciso substituir o pessoal da pesquisa de talentos ou náo? É preciso ou náio substituir os fda tal unidade de performance "ou lá como chamam" a essa prestimosa instituição que dentro do Sporting já npos fodeu, pelos vistos, o campeonato deste ano! Como dizia o Peça: Pensem, amigos, pensem!