Rio Ave 1 - Sporting 4: Vamos agora ver se este é o novo ou o velho Sporting
Diz-se, com alguma propriedade, que por vezes não há justiça no desporto e no futebol em particular. A possibilidade de o Sporting ficar arredado do lugar que dá acesso à Liga dos Campeões tinha tudo para ser um desses casos. Seguramente uma das duas melhores equipas da nossa Liga e frequentemente apontado pela crítica como a equipa com a mais atrativa proposta de jogo, o Sporting parecia ter-se condenado a um ano de exílio na segunda divisão europeia.
O surpreendente empate do eterno rival ofereceu agora a possibilidade à equipa de Rui Borges (e também muito ao próprio...) de reclamar para si um lugar mais justo e de acordo com o seu percurso e qualidade de desempenho na competição. Uma segunda oportunidade, rara e pouco comum, que o Sporting não se pode dar ao luxo de desperdiçar, até para provar aos 'deuses da bola' que foi merecedor de tal benefício.
Para o conseguir, a equipa de Rui Borges tem de estar muito acima do que (não) foi capaz de fazer nos primeiros minutos ante o Rio Ave. A equipa da casa apanhou o Sporting várias vezes desequilibrado, fazendo-nos sofrer mais do que a diferença de qualidade entre as equipas deveria permitir. O empate, logo seguido de um estranho e inesperado autogolo, ajudou a tranquilizar a equipa; o 1-3 e as expulsões que se seguiram trouxeram a estabilidade e a segurança de que o grupo precisava.
Vamos entrar na última jornada num lugar que é nosso por direito e justiça, e que nos abre a porta à manutenção na elite europeia. Segurá-lo ou não dir-nos-á se nos mantemos no patamar dos últimos anos, dando continuidade ao destaque alcançado este ano, ou se regressamos ao 'velho' Sporting, que se via todos os anos a recomeçar do zero.
É precisamente isso que o jogo final desta Liga tem em causa: muito do nosso prestígio, mas também um passo decisivo para a estabilidade desportiva e financeira do Sporting.
O surpreendente empate do eterno rival ofereceu agora a possibilidade à equipa de Rui Borges (e também muito ao próprio...) de reclamar para si um lugar mais justo e de acordo com o seu percurso e qualidade de desempenho na competição. Uma segunda oportunidade, rara e pouco comum, que o Sporting não se pode dar ao luxo de desperdiçar, até para provar aos 'deuses da bola' que foi merecedor de tal benefício.
Para o conseguir, a equipa de Rui Borges tem de estar muito acima do que (não) foi capaz de fazer nos primeiros minutos ante o Rio Ave. A equipa da casa apanhou o Sporting várias vezes desequilibrado, fazendo-nos sofrer mais do que a diferença de qualidade entre as equipas deveria permitir. O empate, logo seguido de um estranho e inesperado autogolo, ajudou a tranquilizar a equipa; o 1-3 e as expulsões que se seguiram trouxeram a estabilidade e a segurança de que o grupo precisava.
Vamos entrar na última jornada num lugar que é nosso por direito e justiça, e que nos abre a porta à manutenção na elite europeia. Segurá-lo ou não dir-nos-á se nos mantemos no patamar dos últimos anos, dando continuidade ao destaque alcançado este ano, ou se regressamos ao 'velho' Sporting, que se via todos os anos a recomeçar do zero.
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