Apagão

Não assisti à partida disputada no passado domingo no Estádio da Luz por diversas razões, sendo que a principal se prende com o facto de normalmente não acompanhar jogos do campeonato nacional que não tenham influência na classificação do nosso clube.
Por outro lado, a nossa performance nos últimos anos e as sucessivas figuras que temos proporcionado são também razão para as pessoas se desinteressarem do campeonato nacional. Se há alguns anos podíamos estar arredados da luta mais cedo, havia uma luta da qual nunca estivemos arredados: a luta pela verdade desportiva e pela transparência.
Ontem ao jantar, perguntavam-me por quem eu torcia ao que eu dei a minha resposta habitual: “Pelo Sporting. Eu sofro pelo Sporting e não tenho qualquer preferência por qualquer um dos rivais”.
O “apagão” registado também resulta do eclipse leonino no panorama desportivo nacional e que permitiu o acentuar das clivagens entre os outros dois rivais. Naturalmente, não posso dizer-me satisfeito com o sucesso de um clube a que eu me habituei a ter uma vantagem competitiva “invulgar” e pouco clara, ao longo dos 18 anos do nosso jejum. Visto isto, penso que não cometo nenhum erro ao dizer que não se trata de quem gostamos mais mas sim quem menos desgostamos.
Fenómenos como este apagão, decisões disciplinares ou a propaganda jornalística em torno de uma colectividade têm vindo a alimentar sentimentos “Anti-qualquer coisa” nos adeptos leoninos, fazendo-os alhear-se de todo um panorama.
É complicado lidar com as papoilas histéricas que tão depressa se escondem na sua toca quanto aparecem e procuram os defeitos dos outros para camuflar os seus mas a limitação da visão a este prisma será a limitação dos horizontes do Sporting e enquanto visualizamos apenas um “adversário” perdemos noção de quais são todos os nossos oponentes: efectivos, reais ou potenciais.
Assuma-se de vez uma postura de “Lead, do not follow”.
Por outro lado, a nossa performance nos últimos anos e as sucessivas figuras que temos proporcionado são também razão para as pessoas se desinteressarem do campeonato nacional. Se há alguns anos podíamos estar arredados da luta mais cedo, havia uma luta da qual nunca estivemos arredados: a luta pela verdade desportiva e pela transparência.
Ontem ao jantar, perguntavam-me por quem eu torcia ao que eu dei a minha resposta habitual: “Pelo Sporting. Eu sofro pelo Sporting e não tenho qualquer preferência por qualquer um dos rivais”.
O “apagão” registado também resulta do eclipse leonino no panorama desportivo nacional e que permitiu o acentuar das clivagens entre os outros dois rivais. Naturalmente, não posso dizer-me satisfeito com o sucesso de um clube a que eu me habituei a ter uma vantagem competitiva “invulgar” e pouco clara, ao longo dos 18 anos do nosso jejum. Visto isto, penso que não cometo nenhum erro ao dizer que não se trata de quem gostamos mais mas sim quem menos desgostamos.
Fenómenos como este apagão, decisões disciplinares ou a propaganda jornalística em torno de uma colectividade têm vindo a alimentar sentimentos “Anti-qualquer coisa” nos adeptos leoninos, fazendo-os alhear-se de todo um panorama.
É complicado lidar com as papoilas histéricas que tão depressa se escondem na sua toca quanto aparecem e procuram os defeitos dos outros para camuflar os seus mas a limitação da visão a este prisma será a limitação dos horizontes do Sporting e enquanto visualizamos apenas um “adversário” perdemos noção de quais são todos os nossos oponentes: efectivos, reais ou potenciais.
Assuma-se de vez uma postura de “Lead, do not follow”.
EM FRENTE SPORTING!