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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Freitas e Duque já eram

Godinho Lopes sucumbiu aos pedidos de sangue e acaba de demitir de uma só penada Carlos Freitas e Luis Duque. Um erro que pagará caro porque é o nome dele que se segue na lista uma vez que, com este desfecho, é natural que a legitimidade do cargo que ocupa seja colocada em causa. É que Luis Duque foi uma das suas bandeiras eleitorais e formava com Carlos Freitas os pilares da SAD. 

Apesar de já se adivinhar convenhamos que não é um espectáculo bonito de se ver.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Sá Pinto sai - 1 decisão incompreensível

É-me muito difícil de perceber o que se pretende com a substituição de um treinador a 48 horas da realização de um jogo de futebol. Fosse qual fosse o jogo, mesmo que até a feijões. Mais ainda sendo um jogo como o de domingo, onde se jogam sempre muito mais do que os 3 pontos. 

Quem toma decisões destas deixa-me muito pouco tranquilo, sabendo que serão os mesmos a quem caberá a tarefa de escolher o próximo treinador. Uma decisão incompreensível, reveladora de que não é apenas a Sá Pinto que faltava a clarividência.

Nota: Já depois de publicado o post tomei conhecimento das declarações de Godinho Lopes, revelando que Oceano assume o comando técnico apenas no jogo no estádio do dragão. Ora isto ainda reforça mais a ideia expressa anteriormente: o desnorte é total.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A solidão de Sá Pinto


Palavras que o vento leva (e traz...)

Sá Pinto tem aparecido sozinho nas conferências de imprensa o que deu azo, e justificadamente, sobre a solidez da sua relação com os dirigentes, em particular com Luís Duque, com quem lida de forma mais próxima e até com Godinho Lopes.

Pude constatar que, no mesmo período, Mourinho vivia também um período complicado e também não vi Florentino Perez aparecer ao lado do treinador, o que me levou a estabelecer um paralelo com o sucedido no Sporting. Como devem os dirigentes comportarem-se perante situações de crise?

A resposta é "lapalissiana", cada caso é um caso. Por exemplo, Mourinho é um eucalipto de raízes bem fundadas, um "one man show" que, ao invés de alguém a seu lado, gere como ninguém as mais variadas situações em que um treinador tropeça ao longo da carreira. É também um treinador com muitos anos de estrada, muito diferente do que sucede com Sá Pinto.

Soube-se ontem que Sá Pinto, Luís Duque e Carlos Freitas jantaram juntos num restaurante em Lisboa. Nem o mais ingénuo dos mortais acredita que o acaso de se encontrarem jornalistas para o testemunhar foi um mero acaso. Assim presume-se que esta foi a resposta encontrada pelos responsáveis para atalhar os rumores cada vez mais crescentes de que Sá Pinto estaria transformado num general abandonado pelas cúpulas, entregue a si próprio.

Actos simbólicos como este valem o que valem. No futebol em particular, o seu prazo de validade extingue-se com o próprio acto. Antes este que nenhum, se com isso se conseguir devolver alguma tranquilidade ao grupo de trabalho que, não vivendo numa torre de marfim, vai lidando, cada um a seu modo, com as ondas de choque de ver o seu líder fragilizado.

Do meu ponto de vista, mais do que as refeições propaladas nos jornais um treinador deve ser respaldado nas conferências de imprensa que antecedem e sucedem aos piores momentos e de preferência não fora do meio natural: Alvalade ou Alcochete. Uma imagem dessas, presenciada por adeptos e sobretudo pelo grupo de trabalho, vale por mil jantares ou por comunicados com mais ou menos retórica.

Actualmente, nos clubes de topo do futebol português, só Pinto da Costa se pode dar ao luxo de poder ver naufragar um treinador sem que o seu esbracejar não o salpique ou, no extremo, o leve com ele. Talvez possamos incluir o Braga, face aos últimos resultados. No caso de uma direcção do Sporting, e desta em particular, o falhanço de um treinador dificilmente lhe permite escapar entre os grossos pingos da borrasca que se instalaria. Daí que qualquer manobra de distanciamento em relação ao treinador está condenada ao fracasso, as suas sortes estão umbilicalmente associadas. E, no caso concreto de um treinador a dar os primeiros passos, a falta de amparo tende a ser mais um factor de perturbação, a juntar ao acumular de maus resultados.

O general no seu labirinto

Só Sá Pinto poderá confirmar ou desmentir a falta de apoio de que se tem falado. Mas, como é bom de ver, admiti-lo é um cenário de pré-ruptura anunciada ou já consumada, havendo, caso suceda, pouco ou nada então a fazer.

Mas, sem poder confirmar ou desmentir as falhas da direcção no apoio ao treinador, e confirmando a ligação umbilical acima descrita, é por ora evidente que Sá Pinto também tem faltado a esta direcção, ao clube que confiou nele e, porque não dizê-lo, a ele mesmo como profissional que necessita de resultados para consolidar a sua carreira.

Como dizia ontem aqui um leitor não é possível olhar para a carreira do Braga sem concluir que, não apenas este ano, tem faltado um treinador que saiba potenciar e reverter num colectivo as qualidades individuais que possuímos hoje no plantel. De forma quase trágica mesmo os que acertaram no clube da cidade nortenha, Domingos, falham em Alvalade. A questão é que para o Braga até o terceiro lugar é bom, para o Sporting é um mal menor.

O que vi em Alvalade no passado sábado deixa-me preocupado e espero ver desmentido já amanhã, seja qual for o resultado. Tal como havia previsto após o jogo com o Gil Vicente, naquelas condições dificilmente voltaríamos a ganhar um jogo, não esperava é que tal se confirmaria tão cedo. Ao insistir num 4x2x4 o Sporting perde a tal segurança de posse que tanto Sá Pinto parecia perseguir e que, sendo um bom principio, não se percebe que possa agora ser abandonado. Dessa forma perde também muita da capacidade de reacção à perda de bola e, sem ela, podemos sofrer golos mas não os marcaremos de certeza.

O problema, no inicio de época, estava na anemia atacante. Agora somou-se a fragilidade defensiva, e a equipa assemelha-se a um sem-abrigo que não sabe se há-de puxar a manta para cima, para tapar a cabeça ao frio, ou para baixo, para tapar os pés gelados. Isto é um problema que compete ao treinador resolver e até ao momento, parece muito longe de o conseguir parecendo agora, nos actos, menos convicto da solução a adoptar. Mas quem tem nas suas fileiras Elias, Schaars, Rinaudo, Adrien, André Martins, Pranjic e Izmailov não devia, não podia, estar sujeito a tanta fragilidade.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Só nos saem Duques

A condenação de Luís Duque (e Rui Meireles) por crime de fraude fiscal, acto cometido enquanto dirigentes do Sporting, é grave e indiscutivelmente uma má noticia. E é grave porque, por mais que se discutam os fundamentos e até a justiça da decisão tomada, e mesmo que esta venha a ser contrariada por uma instância de apelo, o que prevalecerá nos próximos tempos na opinião pública, interna e externa ao clube, será a condenação em si mesma. Não faltará quem dela se aproveite para a usar contra o Sporting.

Como sócio e adepto do Sporting acompanhei desde o inicio este caso, que sempre me pareceu muito estranho. 

1-Desde logo o facto de ter partido de uma denúncia anónima o que indicia, mais do que um objectivo claro de desejo altruísta de justiça, o objectivo de atingir os viriam a ser constituídos arguidos no processo: José Veiga, João Pinto e o Sporting. Ou um em particular ou todos por atacado é o que falta saber. 

2-Estranhei também o envolvimento do nome do Sporting tendo em conta que não foi o clube que fugiu ao pagamento de impostos, como inicialmente se tentou fazer crer.  A menos que o Sporting tivesse decidir, em conluio com o jogador e empresário, facilitar a fuga ao fisco. Para daí retirar que outras vantagens que não apenas meter-se em sarilhos? 

3- Ou que o Sporting estivesse ligado à empresa sobre a qual recaíam as suspeitas, com desconhecimento do empresário. Este negou enquanto pôde, sendo desmentido pelas provas produzidas em tribunal pelo Sporting e, por isso, obrigado a confessar o que já era bem claro para todos. 

4- Do lado de Luís Duque agradou-me o facto de não se ter querido furtar ao julgamento, ao jeito de quem não deve não teme, mantendo desde o inicio a sua posição sobre o assunto: como dirigente do Sporting nunca cometeu nenhuma ilegalidade. Sobra, relativamente ao actual vice-presidente da SAD e a "velha" questão: deve-se demitir ou permanecer no cargo? Essa é uma questão que em primeira instância deve ser respondida pela consciência do próprio. A mim parece-me que ela deveria ter sido colocada à priori: deveria Luís Duque ter aceite o cargo antes do cabal esclarecimento de todo o caso? Neste momento os danos causados ao Sporting pela decisão tomada, dificilmente poderão ser maiores.

Como contribuinte com as contas com o fisco em dia, algumas delas prestadas de forma antecipada, tenho a a autoridade que a muitos falta para falarem sobre o tema. Tendo havido crime, que me parece mais do que óbvio, só me posso congratular com a condenação de quem o exerce. Pena é que faltem nesta contabilidade muitos outros nomes. Refiro-me concretamente a clubes e agentes que gravitam na sua órbita já que para o que diz respeito à sociedade portuguesa em geral este não é o local apropriado para falar sobre o tema.

Há momentos assim na vida das instituições. Não bastava a noticia de ontem que deu origem ao presente post como ainda nos vemos agora envolvidos na retenção de verbas por parte da UEFA por pretensa violação das normas de fair-play financeiro. Sobre este caso é no mínimo estranho que no site do clube não apareça, ao momento em que escrevo o presente artigo, uma noticia sobre o assunto que permita tranquilizar os adeptos, ou pelo menos esclarecê-los, quando já existem "reacções" em órgãos de comunicação social.

Este será um caso de resolução mais rápida (até ao final do mês) enquanto o anterior se arrastará por alguns anos pelas instâncias de apelo. Depois de algumas boas noticias, como por exemplo a deste link parece que só nos saem duques.

sábado, 22 de outubro de 2011

Luis é Duque, Vice-rei ou...?

A equipa do Sporting vive um momento feliz e essa felicidade contagia os adeptos. Quando assim é as matérias que não tenham a ver com performance futebolística tendem a cair no desinteresse, o que não é o mesmo que dizer que sejam desprovidas de importância. É o caso das eleições para a FPF, onde se vai jogar muita da "sorte" (deveria reforçar as aspas?...) do futebol português e com ela a do Sporting em particular. O interesse residual que esta matéria possa suscitar nas actuais circunstâncias do clube é ainda por cima esmagado pelo jogo de estratégia subterrâneo e cujos reais contornos nos escapam, como adeptos que somos do futebol que se joga apenas nos relvados e que se treina durante a semana.

O futebol é uma caixinha de surpresas como soe dizer-se, mas no caso das eleições da FPF e para o Sporting em particular tudo se tem conjugado para que o cliché seja ultrapassado e quase sempre em tom nefasto para os interesses do clube. Sem peso suficiente para fazer vingar um candidatura verdadeiramente regeneradora para o futebol nacional, o Sporting viu-se encostado à parede pelo súbito apetite de um ex-presidente seu pela cadeira de Gilberto Madaíl. A fractura que já se julgava exposta acabou por não acontecer por Filipe Soares Franco cedo ter percebido que não iria longe, o que talvez possa ter sido um julgamento algo precipitado em função do apoio dos clubes da Liga a Fernando Gomes. Apoio esse que é mais fátuo do que propriamente um facto, como adiante se verá.

O que quase ninguém esperaria era que nascesse no interior dos corpos sociais do Sporting e ainda por cima no braço direito do presidente do clube um enxerto apócrifo e ainda por cima colado à APAF de Luís Guilherme e ao discurso padreca do abjecto presidente da AFPorto. É assim que eu vejo o "apoio pessoal" de Luís Duque a Carlos Marta, que é a confirmação de uma conduta reiteradamente dissonante do homem forte do futebol leonino. Começou por ser assim quando se ameaçou demitir, continuou ao demarcar-se das criticas mais do que justas do presidente Godinho Lopes à arbitragem e assim permanece agora ao aparecer de mão dada com inimigos declarados e como tal identificados há muito pela generalidade dos adeptos sportinguistas, que se revêem mais nas posições de Godinho Lopes e agora assumidas por Dias da Cunha.

São difíceis  de entender as posições de Luís Duque e elas constituem um óbvio incómodo para a nação leonina. E tanto pior quando elas vêm de alguém identificado como o "ponto de Arquimedes" do nosso futebol. Luís Duque é, sem margem para dúvidas, a ponte que nos coloca no continente do futebol nacional, em particular das suas catacumbas, sem o qual o Sporting volta a ser uma ilha frequentemente ignorada nos respectivos mapas de interesses.  

O Sporting precisa de estabilidade para o que resta da época e para os anos vindouros para que o seu PREC (processo de reconstrução em curso) possa ter continuidade e apresente os resultados que todos almejamos e merecemos. Melhor do que ninguém Luís Duque saberá o que está a fazer, mas sem que a as suas acções sejam entendidas pelo grosso dos adeptos, estas investem contra o próprio clube e são o adubo para a desestabilização interna e  externa, como em breve se verá nas crónicas dos "opinion makers" que nem dele precisam para nos torpedear.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A insustentável leveza de Luis Duque

Luís Duque, ( cujo o regresso ao Sporting é indiscutivelmente uma mais valia, mesmo considerando as diferenças que me separam),  será tudo menos inexperiente e certamente que não é ingénuo. É-me por isso difícil de perceber como, na sua recente entrevista à RTPn, tenha misturado alhos com bogalhos ao proferir a seguinte afirmação: 

"Não desculpo erros de gestão do clube com os árbitros. No final, as contas entre os clubes ficam todas iguais. Estive um ano como presidente da SAD e não me viram desculpar-me com erros dos árbitros".  

Não duvido da boa intenção de Duque ao fazer aquela declaração, certamente motivado pela implementação de uma nova postura num clube que procura agora soluções e está farto de desculpas. E, porque não dizê-lo, demarcando-se dos que choram fortunas gastas em jogadores que acabaram por se tornar num dos principais adversários, como foi o caso de Roberto o ano passado. Mas Luís Duque não podia esquecer-se das especificidades do futebol português, em especial do mundo particular que se vive na arbitragem há muitos anos, onde um quadro de árbitros genericamente medíocre vive subjugado aos interesses de quem detém o poder de decidir sobre as suas carreiras e sobre os seus proventos, nada negligenciáveis, diga-se. 

Foi um erro estratégico do qual já se pagam juros. Após a péssima actuação de toda a equipa de arbitragem no jogo de sábado teve que ser o administrador geral Carlos Freitas a assumir o protesto e a indignação. Duque teve que ficar calado, sob pena de se desdizer com a diferença de poucos dias e limitando também a acção de Godinho Lopes e toda a direcção, que também não quererá dar uma ideia dissonante do seu vice-presidente. Ora o que é necessário em alturas como estas é precisamente uma posição dura e ao mais alto nível da instituição que, convenhamos, Carlos Freitas não representa, pese a forma categórica como refutou a actuação do árbitro. Nem pode ser alcançado com a estampagem da indignação na primeira página no jornal do clube. Creio que, chegados aqui, e depois do que assistimos no sábado, cabe a Luís Duque retomar o assunto, pondo as virgulas e os pontos onde eles devem estar. Essa é única forma de desatar o Sporting, permitindo uma reacção adequada à gravidade do sucedido. De outra forma Alvalade e qualquer outro campo onde o Sporting se desloque serão sempre uma quinta para os homens do apito. 

Não sou ingénuo para pensar que o famigerado e quase estéril processo "Apito Dourado" fez desaparecer a rede que sustenta o poderio do FCP e que o SLB não beneficiou do período que se seguiu para se instalar nas caves do futebol português e com isso alavancar um título. Mas também não irei tão longe sustentando que os erros de arbitragem registados em Alvalade contra o Sporting e que os lances duvidosos registados nos jogos dos nossos adversários fazem parte de um complot para nos afastar do campeonato. No entanto, se assim fosse, seria apenas a reedição do sucedido nos anos 80 e 90, numa saga pornográfica protagonizada por artistas do calibre dos Calheiros, Martins dos Santos, João Mesquita, Soares Dias, Guímaro, José Silvano, José Leirós, dinastia Paraty e tantos outros.

Os erros no futebol, tal como na vida, existirão sempre. Não se trata de perseguir os que erram, em particular os árbitros, ou correríamos os risco de acabar sem ninguém disponível para arbitrar, ou até, quem sabe, pontas-de-lança para jogar no Sporting... O que o Sporting tem é que pugnar pelo respeito do clube e da sua equipa de futebol, dos seus profissionais e dos seus adeptos, coisa que não ocorre actualmente, pelo tratamento diferenciado que lhe é dispensado, dos dirigentes aos meios de comunicação social, face aos seus rivais. Errar contra o Sporting, ou tomar decisões que o prejudicam, parece às vezes uma modalidade desportiva e com muitos candidatos a campeões. 

Lembro-me agora do Manifesto Por Um Debate Diferente Sobre oFuturo do Sporting, movimento surgido na altura das eleições e que, no fragor da disputa eleitoral, terá passado despercebido a muitos Sportinguistas, e cuja leitura recomendo mais uma vez.  Recupero o que era então defendido como posição a adoptar pelo clube no contexto do futebol nacional e que passo a citar: o clube tem não apenas de pensar a sua identidade mas impô-la. Primeiro, o clube tem de retomar a liderança do debate sobre o futebol em Portugal. Que modelo de organização para o nosso futebol? Que mudanças na arbitragem e, em particular, nos critérios de avaliação dos árbitros? O clube poderia sugerir, por exemplo, que a classificação anual dos árbitros assentasse mais na sua coerência de critérios do que em erros individuais. Isto exigiria uma comparação entre os critérios adoptados pelos árbitros não só em diferentes lances mas também em diferentes jogos o que permitiria, igualmente, controlar os próprios avaliadores.

O Sporting pode continuar a investir o que tem e o que não tem em jogadores e técnicos e aprimorar a sua organização interna mas nunca conseguirá mais do que vitórias pontuais se continuar a alhear-se por muito mais tempo do meio e das condições especificas em que disputa as competições e em particular o campeonato nacional de futebol. Luís Duque sabe-lo-à melhor do que ninguém porque não chegou ontem ao futebol, pelo que não pode olhar para o fenómeno de forma tão ligeira como o fez na entrevista à RTPn.

domingo, 22 de maio de 2011

A Gaiola das Loucas

Dizer que a notícia da iminente demissão de Luís Duque é um murro no estômago dos Sportinguistas é capaz de pecar por defeito. Como adepto do Sporting estava – estou – preparado para enfrentar todo o tipo de dificuldades que se coloquem no caminho do clube, sejam elas de ordem financeira, da sempre difícil conjuntura que os meandros do futebol português impõe, seja pelo pesado lastro que nos constrange os erros cometidos no passado recente e remoto. 

O que para mim é inconcebível é que, mais uma vez, a procissão ainda nem no adro esteja e o nosso andor ameaça nem poder sair a tempo do seu inicio. E, quando finalmente estiver “preparado” para o fazer, prenuncia apresentar-se mais uma vez mal escorado e de remendos à vista. O resultado final, neste contexto, será o de sempre.

Tudo o que se conhece sobre o "episódio Duque" por ora não passa de especulação. Isso nota-se nas noticias contraditórias que a comunicação social difunde desde ontem. E aí é tremendamente frustrante que, mais uma vez o Sporting seja capa de jornais pelas piores razões. Se, para quem dirige o Sporting o clube, os sócios e adeptos fossem tão importantes como tão facilmente apregoam, certamente que nos poupariam a mais este vexame e à angústia de continuar a recear pelo futuro do Sporting. Ao invés, as noticias e os rumores apontam para que Alvalade faça lembrar a Gaiola das Loucas, comédia onde as surpresas se sucedem em catadupa e onde nada o que parece é.

Nesse sentido o Sporting assemelha-se um pouco ao momento que assola o País: atolado numa crise profunda e com uma agenda difícil para implementar, numa conjuntura terrivelmente adversa, entretemo-nos com divergências e antagonismos pessoais. É que, tal como aos portugueses, interessa pouco aos Sportinguistas as ambições pessoais ou colectivas desta ou daquela facção. O que nós queremos ver é, de uma vez por todas, os interesses do clube acima de qualquer outro.

Por ora deixo de fora o que representa para os profissionais com contrato e a contratar uma crise, ainda mais nesta altura. Mas recomendo a leitura das palavras de Abel, que, retratando a época passada, ameaçam permanecer actuais e até eternizarem-se.

P.S.- São episódios como este que acabam por fomentar o re-aparecimento daqueles que têm necessidade de arranjar desculpas para a sua própria incompetência, como é o caso do senhor que aparece hoje na 1ª do jornal a bola a dizer que o Sporting foi um passo atrás na sua carreira. Para o Sporting foi “apenas” o regresso ao tempo do Carlos Manuel, Cantatore e outros de estaleca semelhante.

sábado, 21 de maio de 2011

A bomba: só nos saem Duques

Segundo a Bola Luis Duque abandona os cargos que ocupa na SAD e no clube. Numa altura em que se planifica a próxima época este é o pior sinal que se pode dar para o exterior e para dentro do clube. Nem direito ao estado de graça que os tradicionais  primeiros 100 dias de governo tivemos. É caso para dizer e com toda a propriedade que só nos saem Duques!!!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

50 milhões de euros resolverão 50 milhões de problemas?

Subitamente o Sporting parece ter resolvido os seus problemas de liquidez. Dos dois candidatos que avançaram ambos se comprometeram já a apresentar aos Sportinguistas um fundo de 50 milhões de euros, supõe-se destinados a alavancar a próxima época com aquisições para a equipa principal do Sporting. Nem parece estarmos a falar do mesmo clube que se despediu de Liedson por, entre outras razões, ter dificuldades em pagar-lhe o vencimento que ainda há pouco havia contratado. Ou do mesmo Sporting que, na tentativa de substituir o seu melhor ponta-de-lança, não consegue melhor do que protelar para 2012 a primeira tranche de pagamento na proposta feita por Kléber. Como não coloco em causa o  amor ao clube dos dois candidatos, estou certo que, independentemente do resultado eleitoral que venham alcançar, qualquer um deles, ou outros que se venham a apresentar com propostas semelhantes, encaminharão as suas carteiras de investidores para a nova administração, de forma a que o Sporting veja resolvido aquele que muitos apontam como o principal problema do Sporting e de que Costinha foi apenas última voz conhecida: a falta de dinheiro face aos seus rivais. Por este andar ainda vamos acabar por concluir que o melhor era haver eleições todos os anos e com elas as soluções milagrosas cresceriam como cogumelos, sendo por isso fácil de estimar que, no final desta década, Abramovich (Chelsea) ou Khaldoon Al Mubarak (ManCity) sentir-se-iam incomodados pela pequenez dos seus números ao leram os nossos orçamentos.

Ironias à parte, e não querendo minimizar os méritos e a coragem dos dois consócios que já se deram como candidatos, temo que o tema dos 50 milhões acabe por ganhar uma preponderância perniciosa no debate sobre os méritos das candidaturas, acentuando a ideia de que existem soluções milagrosas. E esse perigo é agravado pelo carácter uninominal que estas eleições parecem querer assumir, como se um homem só pudesse ser a solução para os problemas do Sporting. Com 50 milhões de problemas para resolver o Sporting não mudará de rumo sem uma equipa dirigente a jogar ao mais alto nível nos diversos palcos onde se exigirá, mais do que nunca, dedicação e competência. Em termos mediáticos os primeiros passos dados por Braz da SIlva e Bruno de Carvalho foram dados isoladamente, veremos o que acontecerá nos próximos actos.

O que o argumento dos 50 milhões não tem em linha de conta é que o problema do Sporting nunca foi verdadeiramente o dinheiro mas a forma como ele é aplicado.  Sabe-se que, grosso modo, Bettencourt gastou quase 40 milhões de euros em menos de dois anos no que pretendia ser o reforço competitivo da equipa e resultado desse esforço: zero de progressos na competitividade, um plantel envelhecido, sem valorização dos seus activos e sem vislumbrar a realização das mais-valias necessárias à sua renovação. Com metade desse valor os nossos rivais Fabio Coentrão (1 milhão de euros), Gaitan (8,4 milhões) David Luis (2,4 milhões) Falcão (5,4 milhões, menos que Pongolle, tendo Purovic custado metade...) que, associados a João Pereira (3 milhões),  e com a manutenção de Veloso e Moutinho, constituiriam um  outro plantel, por comparação com o que hoje temos. Estes são nomes de recurso, não necessariamente os meus, mas de mais fácil entendimento para demonstrar o que aqui se pretende. Não estaria hoje o Sporting mais competitivo?

Obviamente que não, se a aposta fosse num treinador como Paulo Sérgio. Da mesma forma que o SLB investia muito e estaria condenado a não valorizar David Luiz e Di Maria como valorizou se mantivesse a aposta em Quique Flores. E seguramente que mesmo com um bom treinador o Sporting não assegurará o titulo, como pode acontecer este ano também ao SLB com Jesus, ou ao FCP com Vilas Boas, mas que, pelo que as suas equipas vão jogando, não deixam de valorizar os seus activos e de manter a fidelidade dos seus adeptos.

O Sporting precisa de, antes de qualquer outra medida, de se reconciliar com o bom futebol para voltar a contar com a paixão dos seus adeptos. Para isso é necessário fazer o uso da razão que lhe tem faltado na condução da actividade desportiva. Coisa que não conseguirá com velhas fórmulas e velhos actores. É isso que perspectivo com o regresso agora apregoado da dupla Duque / Freitas que, sem discutir se foram  bons a comprar, foram uma nulidade a vender sendo, em particular o 2º, pelo tempo que esteve como director desportivo, os pais de uma boa parte do passivo. Basta olhar para os prejuízos da SAD:  1998/99, 2 milhões e meio, em 1999/00, onze milhões e meio, em 2000/01, 21 milhões e meio, em 2001/02, 22 milhões e 700 mil euros, em 2002/03, o máximo de prejuízo de 27 milhões e 300 mil euros. Se for só para gastar até eu sirvo.

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