Questões de respeito
Costinha assumiu ontem uma das funções que lhe estão atribuídas, marcando uma posição relativamente às notórias diferenças de critério que os homens do apito usam para nós e para os nossos adversários directos. Os benfiquistas acham que são desculpas de mão perdedor, afinal as mesmas que usaram quando perderam pontos neste campeonato. Aí , não têm qualquer lição a dar. A expulsão de Luisão faria diferença, obviamente, mas com a atitude que a equipa entrou na 2ª parte, o máximo que conseguiríamos seria um empate, e eu não gosto de ver o Sporting jogar para empatar, sem ousar ganhar.
Costinha exigiu o respeito que nos é devido. Mas esse respeito, bem como a igualdade de oportunidades e critérios não nos vai ser entregue de mão beijada, antes será de conquista árdua. E tem que ser ganha a 2 níveis:
1) O Conselho Directivo, que é quem tem a seu cargo a missão politica, isto é, ao nível da representatividade e relacionamento com as instituições. As eleições da LIGA estão aí e o Sporting não se pode alhear do processo. O Sporting tem que ter uma palavra activa na reforma, cada vez mais urgente, do futebol português, dos regulamentos ao quadro competitivo. E isto sem cair na tentação de se dedicar ao negócio da fruta e meias-de-leite, ou gabar-se de ter os melhores pontas-de-lança na… secretaria. Os Sportinguistas gostam de ganhar mas de mãos limpas, por mais difíceis que sejam as vitórias, quase sempre as mais saborosas. E para ser um parceiro credível não podemos ignorar que ainda temos arrumações a fazer em casa.
2) Nós, os adeptos, temos um papel insubstituível para que as instituições nos dêem o que é nosso de direito. A relação com o clube tem que ser encarada como uma relação de amor: é nos maus momentos que todos somos mais necessários. Na hora de celebrar as vitórias a nossa ausência nota-se menos. Não podemos esperar sentados que elas aconteçam. Sem uma participação activa na vida do clube, sem a associação ao clube, perdemos a massa crítica tão necessária para que nos levem a sério. Seja quando a C.M. de Lisboa faz os seus negócios em vésperas eleitorais, seja quando os árbitros apitam a favor do vento que sopra com mais força. E só assim, dedicando-nos ao clube, na medida das possibilidades de cada um, cumprindo o dever de apoiar (não as pessoas, ou as “politicas” em que não revemos, mas a instituição) conquistamos o direito de exigir e reclamar.
Costinha exigiu o respeito que nos é devido. Mas esse respeito, bem como a igualdade de oportunidades e critérios não nos vai ser entregue de mão beijada, antes será de conquista árdua. E tem que ser ganha a 2 níveis:
1) O Conselho Directivo, que é quem tem a seu cargo a missão politica, isto é, ao nível da representatividade e relacionamento com as instituições. As eleições da LIGA estão aí e o Sporting não se pode alhear do processo. O Sporting tem que ter uma palavra activa na reforma, cada vez mais urgente, do futebol português, dos regulamentos ao quadro competitivo. E isto sem cair na tentação de se dedicar ao negócio da fruta e meias-de-leite, ou gabar-se de ter os melhores pontas-de-lança na… secretaria. Os Sportinguistas gostam de ganhar mas de mãos limpas, por mais difíceis que sejam as vitórias, quase sempre as mais saborosas. E para ser um parceiro credível não podemos ignorar que ainda temos arrumações a fazer em casa.
2) Nós, os adeptos, temos um papel insubstituível para que as instituições nos dêem o que é nosso de direito. A relação com o clube tem que ser encarada como uma relação de amor: é nos maus momentos que todos somos mais necessários. Na hora de celebrar as vitórias a nossa ausência nota-se menos. Não podemos esperar sentados que elas aconteçam. Sem uma participação activa na vida do clube, sem a associação ao clube, perdemos a massa crítica tão necessária para que nos levem a sério. Seja quando a C.M. de Lisboa faz os seus negócios em vésperas eleitorais, seja quando os árbitros apitam a favor do vento que sopra com mais força. E só assim, dedicando-nos ao clube, na medida das possibilidades de cada um, cumprindo o dever de apoiar (não as pessoas, ou as “politicas” em que não revemos, mas a instituição) conquistamos o direito de exigir e reclamar.

