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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Eles tinham o Bellarabi e nós o Mané. Ah, e vontade de ganhar, claro

Obviamente que para uma eliminatória a duas mãos e para explicar a saída de uma competição com esta configuração tem de se avaliar o que sucedeu em ambos os jogos. Daí que o titulo seja redutor e injusto por fazer recair a atenção em apenas um elemento o que é da responsabilidade de muitos. 

Mas ainda assim o titulo do post parece-me correcto se analisarmos a actuação de ambos os jogadores: enquanto Bellarabi não apenas não falhou as oportunidades que teve como ainda foi responsável pela sua criação. Do outro lado Mané foi falhando bolas (remates, passes) atrás uns dos outros. 

Mas não foi só a diferença entre este ou aquele jogador. Houve também uma enorme diferença na seriedade e sobretudo de querer. Contabilizados os dois jogos fica o sabor amargo de oportunidade perdida, mais uma, para afirmar o nome do Sporting numa competição internacional, ante uma equipa perfeitamente ao nossa alcance. Ao invés, o que fica para a história são duas derrotas. Não fazer tudo o que está ao nosso alcance para ganhar é a mais amarga e triste forma de perder e está longe de poder ser aceite com toda a placidez.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Bayer distribuiu em Alvalade a pílula da realidade

De uma forma algo cínica poder-se-ia dizer que o Bayer Leverkussen acaba de fazer um grande favor a Jorge Jesus e a todos aqueles que acham que o Sporting não só não tem equipa para estas andanças europeias como nem sequer lhes deve atribuir importância e muito menos afectar grandes recursos ou tempo a tentar seguir em frente. Há quem concorde com ambas as afirmações, há quem se reveja apenas em uma delas.

Antes de ir o jogo propriamente dito devo dizer que eu não concordo com a abordagem feita por Jorge Jesus às outras competições que não o campeonato nacional. Sobretudo no discurso, embora na prática isso também seja notório. Mas especialmente no discurso, que dificilmente não contamina a forma como a equipa encara os jogos. Creio mesmo que o mesmo acontece com os adeptos, que hoje deixaram a casa meio cheia, meio vazia.

Deixaremos para posterior oportunidade a discussão sobre a necessidade de rodar e fazer descansar alguns dos jogadores mais sobrecarregados, embora a questão ganhe pertinência quando o próximo jogo é na segunda-feira, e com uma das equipas mais limitadas da nossa Liga. Mas, sem prejuízo de considerar que melhor do que ninguém, é a equipa técnica, apoiada certamente no conselho clínico, que melhor habilitada está para tomar decisões, pergunto:

- Porque não descansou o Ruiz, o jogador mais sobrecarregado e dos poucos cuja criatividade e capacidade de criar desequilíbrios é acima da média?

- E porque não entrou João Mário no mesmo critério?

- Que peso terá não apenas nas pernas (gestão do esforço física) mas também nas respectivas cabeças (gestão do esforço e prontidão psicológica), quando os níveis de stress competitivo estão já no seu pico, caso no próximo jogo o percurso do resultado seja adverso?
Mas, voltando ao parágrafo inaugural, o que o Leverkussen veio hoje fazer a Alvalade foi demonstrar aquilo que é cada vez mais notório: 

- Há um núcleo duro essencial que tem carregado a equipa às costas: Patrício - que hoje dividiu com João Pereira as culpas num golo evitável - Adrien, João Mário, Ruiz e Slimani. 
- Sem eles há um outro Sporting, menos forte, menos intenso, menos capaz. Façamos um exercício: olhando para o banco hoje à disposição do treinador, e retirando Adrien e Slimani, Jesus podia esperar o quê de Gélson, Matheus, Esgaio ou de Teo, Mané ou Aquilani, se não tivessem sido hoje titulares, para tentar virar o jogo?
- Depois, em quais das outras equipas do quarteto da frente do campeonato Gélson, Matheus, Mané (a viver um segundo ano de estagnação) ou Semedo (um caso claro de falta de controlo emocional que obsta à sua afirmação) poderiam ambicionar a titularidade?
- Numa perspectiva mais abrangente, ficou também bem evidente a distância que nos separa do campeonato alemão. É escusado lembrar que jogos com grande intensidade e elevado nível competitivo acontecem todos os fins-de-semana por lá, enquanto por cá a diferença entre as grandes equipas e as pequenas é quase sempre combatida pela negativa.


Indo para o jogo, começo precisamente pela falha mais evidente no jogo de hoje: a falta de intensidade na recuperação da bola, em grande parte resultante das dificuldades que quer Aquilani e William revelam neste aspecto. Sem esse factor determinante a equipa teve muito pouca bola no pé e quando a tinha não conseguia libertar-se da asfixia que o Bayer levava a todo o ponto do relvado onde se disputava a posse de bola. Sem bola ficamos à mercê do que o adversário seria capaz de fazer.

Mas não sejamos ingénuos, este mesmo resultado podia ter acontecido com os melhores em campo, o adversário de hoje é mesmo forte e muito bom nos vários momentos de jogo. Com ou sem Adrien e Slimani seria sempre capaz de nos criar dificuldades que ainda não havíamos sentido no campeonato, talvez nem mesmo nos jogos com os dois maiores rivais e isso já é dizer muito.

A discussão sobre a secundarização desta competição, bem como das demais, será sempre orientada em função do resultado final. Mas, por muitas voltas que se dê, parece-me inevitável concluir que não se constrói uma grande equipa de um dia para outro e a do Sporting ainda tem muita estrada para fazer para lá chegar.
Isto dito, e apesar de achar que o discurso de Jesus sobre a nossa/dele responsabilidade nesta competição ser particularmente desmobilizador, compreendo que um clube que não ganha o campeonato há mais de uma década faça da quebra desse jejum a sua principal aposta.

A ambição de lá chegar não deve contudo retirar-nos a clarividência e objectividade. Uma equipa que não ganha há tanto tempo não tem que vencer apenas os adversários, tem que vencer em si mesma o hábito de não ganhar. E, ainda mais importante, apesar de perdemos para os nossos adversários nos meios à disposição do treinador e na capacidade de influência institucional nos centros de decisão, não nos limitamos a "dar luta", estamos mesmo a ser os melhores e mais consistentes até ao momento.

A chamada de atenção feita por Jorge Jesus aos "assobiadores de serviço" ("Aqui não há patinhos feios, precisamos de todos. Não me compliquem as coisas") é pertinente. Até podia falar de Teo Gutierrez, (de cuja atitude não gosto e considero um erro que pode estourar nas mãos do treinador) e recordar o que aconteceu com Acosta no passado, em que muita gente teve que engolir os assobios.

Prefiro reforçar que este é um ano de todo excepcional, nunca nos anos anteriores estivemos tão perto e tão capazes de poder inverter o curso de uma história sem títulos. Apesar das diferenças de opinião e até mesmo na forma de olhar para o clube, ninguém duvide da ambição de ganhar de Jorge Jesus ou que ele está a ser o factor diferenciador que nos colocou na posição que os nossos rivais estranham e invejam. Façamos os balanços no fim, agora é hora de cerrar os dentes e acreditar que podemos ser felizes.

*o post foi revisto e aumentado já depois da publicação inicial

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Bayer Leverkusen: no passado foi assim, este ano como será?

O ano passado o Sporting encontrou-se por duas vezes com equipas alemãs e pelas duas vezes acabou por coleccionar resultados amargos para as suas pretensões. Amargos porque em ambas as ocasiões o Sporting poderia ter conseguido passar à fase seguinte, quer na fase de grupos da Liga do Campeões, onde encontrou o Schalke 04, quer mais tarde nos 32 avos de final da Liga Europa, com o Wolfsburgo. Não o conseguiu devido à acção inacreditável de uma equipa de arbitragem russa, e por culpa própria na eliminatória para a Liga Europa.

Agora encontramos o Bayer Leverkussen, com quem já temos algum passado. Nas épocas 1997/98 e e 2000/01, que se saldaram, os quatro jogos, em três derrotas e um empate. Pouco favorável, como é tónica com as equipas alemãs. Coincidência interessante é o facto de em 1997/98 Octávio ser então o treinador principal no inicio de época, como a foto de então documenta, e hoje ter assistido ao sorteio ao vivo.

Este ano, como será?


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Liga Europa: pobres são já só as receitas

Atente-se à lista abaixo:

FCPorto, Manchester United, Liverpool, Valência, Galatasaray, Sevilha, Borussia de Dortmund, Marselha, Fiorentina, Anderlecht, Villareal, Nápoles, Olympiakos, Bayer Leverkusen. 

Podia ser a descrição do conteúdo de um "pote" para o sorteio de uma qualquer fase da Liga dos Campeões mas é afinal parte de uma extensa lista de clubes apurados para a fase a eliminar da Liga Europa, alguns dos quais (veremos mais adiante quais) poderão ser o futuro adversário do Sporting.

Com a descida de alguns tubarões da Liga dos Campeões a proporcionar o reencontro com clubes que já haviam estado nas primeiras fases de apuramento da competição principal, esta fase da Liga Europa é cada vez menos uma mini-Champions. Há já um par de épocas que o nível competitivo das fases finais é elevado, sendo apenas de todo pobre nos prémios pagos pela UEFA e na atenção que os média lhe dedicam. 

Agora que o apuramento foi conseguido, e com a lista de clubes que continuam na competição já disponível, é que é o momento de avaliar a real importância da presença para um clube como o Sporting. Ora a resposta para mim é clara e rápida: a nossa presença não é só necessária como imprescindível. E preferencialmente que ela se prolongue na competição o mais tempo possível. 

Para o justificar nunca é demais lembrar a responsabilidade de fazer do "Sporting um clube tão grande como os maiores da Europa". Neste momento tal pode não passar de uma imagem longínqua, atendendo ao desequilíbrio cada vez maior entre os clubes mais ricos (os dois gigantes espanhóis, os ingleses e Paris St. Germain e um  par de clubes alemães) e os outros, nos quais nos incluímos. Mas sem o sonho e a ambição a realidade actual não será transformada.

Depois há que ter em conta o contexto das competições nacionais. Ninguém negará que ganhar o campeonato é objectivo primordial, o objecto de desejo. Mas, embora reconhecendo a dificuldade que a conquista acarreta, grande parte dos jogos são muito pobres em emoção e espectáculo, reduzindo-se muitos deles a saber se e a que horas se desmontam aos "autocarros" adversários. A execepção está em meia-dúzia de jogos, em particular os clássicos e dérby's e uns quantos que se conseguem libertar de um guião repetitivo. Os adeptos dos clubes, e do Sporting em particular, apreciam sobremaneira os jogos e os ambientes efervescentes dos grandes jogos europeus.

Há que não esquecer também a importância que as competições internacionais de clubes têm para a economia dos clubes. Quer na valorização das receitas obtidas de forma directa, como a publicidade, as transmissões, a bilhética, etc, quer no potencial de valorização de outras indirectas, como a valorização dos passes dos jogadores. A visibilidade do campeonato português, embora hoje bem maior, é ainda muito reduzida, como frequentemente se pode constatar.

De não esquecer também é o valor que os jogadores atribuem aos jogos europeus. Não só pela legitima ambição de aceder a melhores contratos como pela não menos importante de jogar com os melhores da sua profissão. Quantas vezes não ganhamos (ou perdemos...) a corrida por um jogador a outro clube porque nós jogamos habitualmente nas competições europeias?

Para terminar fica a lista dos adversários possíveis, a sair de um grupo extenso. Destes registe-se a excepção dos portugueses e dos russos do Lokomotiv, por termos partilhado o grupo de qualificação.

FC Porto
Olympiakos
Bayer Leverkusen
Manchester United

Molde
Liverpool
FC Krasnodar
Nápoles
Rapid Viena
Sp. Braga
Lazio
Lokomotiv Moscovo
Basileia
Tottenham
Schalke 04
Athletic Bilbao

Se me fosse pedido para escolher um nome forte, que impreterivelmente nos teria que calhar em sorte a minha escolha recairia no Manchester United. Não que ache fácil eliminá-los, mas vejo-o como perfeitamente possível, desde que não sejam cometidos os erros de ontem.

Não queria de todo o Tottenham, porque está a jogar muito e muito bem orientada, os alemães pelo nosso habitual destino com eles, joguemos muito ou pouco, e o mesmo se aplicará aos italianos. Os espanhóis também me parecem indesejáveis, quanto mais não seja pelo poder tantas vezes diferenciador de Angel Vilar. E talvez o Krasnodar porque nunca é bom viajar muito no inverno. Ficariam o Olympiakos, o Molde, Rapid Viena e Basileia.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sporting - Besiktas - As noticias da nossa morte (não) foram exageradas

Para quem precisava de ganhar o jogo para se qualificar entramos da pior forma no jogo. Ou melhor dito saímos do jogo tão rapidamente como entramos. Registando falhas consecutivas em posse que nos impediam de ligar o jogo. Não sendo capaz de ter bola a equipa foi perdendo confiança e daí a perder a cabeça foi um ápice. 

Jefferson esteve desastrado, sendo muitas vezes mais um jogador do Besiktas do que nosso, tão frequente eram os seus erros quer com bola quer a defender. William não esteve muito melhor, repetindo a gracinha de ficar limitado por um amarelo ainda dentro do primeiro quarto de hora e foi incapaz de ajudar atrás, quando os turcos apareciam nas suas costas. Mas não foram os únicos, os erros foram sobretudo colectivos. Mau posicionamento, pouca reacção à perda da bola deixava-nos à mercê dos turcos. Por muito pouco não marcaram, especialmente por Sahan. 

Quando a primeira parte termina já mostrávamos alguma tentativa, mesmo muito ténue e inconsistente, de reagir. Ficava uma certeza que, dentro do que eram os nossos interesses, dificilmente faríamos pior na metade seguinte do jogo.

Ao intervalo Jesus recorre ao banco, tirando Montero. É certo que o colombiano não esteve feliz, revelando a apatia que já lhe vimos em jogos anteriores, mas eram tantos os jogadores que mereciam ir tomar banho mais cedo que estar no lugar do treinador não era uma posição invejável. Por exemplo, de Ruiz só se via a camisola.

Ainda as alterações não tinham produzido efeito e Gèlson ainda procurava a melhor forma de ser útil, quando João Pereira resolve cometer um erro de principiante, deixando a equipa completamente descompensada. Daí até Quaresma servir Gomez e deixar-nos em maus lençóis foi um tiro. Que parecia ter-nos fulminado naquele instante. Face ao que estávamos a jogar, como era possível dar a volta ao resultado?

Estávamos já de funeral encomendado quando, num lance desbravado por Slimani, após assistência primorosa de Ruiz, chegamos ao empate. De forma um pouco expectável, atendendo que os turcos se deixaram apanhar em contrapé, quando o mais recomendado parecia ser esperar que o jogo chegasse ao fim, jogando com a nossa incapacidade de criar jogo.

Ainda não o sabíamos, mas estávamos no limiar de uma recuperação épica. Devíamos ter dado mais importância à expressão do Slimani, quando foi buscar a bola ao fundo da baliza. Recuperação que havia de ser selada por Ruiz e de seguida carimbada pelo regressado Teo. Vale a verdade que a nota artística deste jogo não foi elevada e ficamos a dever o êxito a uma eficácia invulgar, atendendo a que marcamos quase todas as oportunidades que críamos. 

Mas, talvez mais importante do que tudo, foi a vontade e o crer da equipa contra o que pareciam ser as nossas melhores possibilidades, face ao que estávamos a produzir. Talvez os turcos tenham pensado que estávamos mortos, na viagem de regresso terão tempo de perceber que menosprezar esta equipa é capaz de ser um erro fatal.  

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Liga Europa: ganhar o apuramento economizando

Vem aí o jogo decisivo da Liga Europa que ditará o futuro imediato do Sporting nas competições europeias. Tal como venho escrevendo aqui, continuo a pensar que o apuramento é possível e desejável e que tal não compromete as aspirações primordiais de voltar a ser campeão. Sendo essa a principal meta, obviamente que a gestão do esforço dos atletas continuará  a ditar que alguns sejam poupados em determinados momentos mas, desde que feita de forma equilibrada, o plantel do Sporting contém soluções que permitem manter a competitividade.

No caso concreto do jogo com o Besiktas, tendo em conta o compromisso imediatamente anterior (Marítimo) e posterior (Moreirense) para a Liga NOS, e que logo de seguida temos um "mata-mata" marcado com o Braga, que jogadores aparentam recomendar descanso?

- Ewerton está a contas com queixas numa anca e pode ser substituído por Naldo que, salvo uma ou outra distracção, tem cumprido.

- Jefferson veio de lesão, sendo por isso natural que o ritmo não seja ainda o ideal. Jonathan seria a opção mais popular. Tendo em conta o que tenho visto a ambos a minha aposta recairia em Esgaio, que, por exemplo, em Arouca substituiu com ganho o brasileiro.

- William, João Mário e Adrien são intocáveis neste momento e aparentam estar num bom momento, pelo que seriam de manter e a gestão de esforço seria um recurso a usar em função do resultado.

- Nas posições mais adiantadas do terreno foram titulares na Madeira Gélson, Ruiz e Montero. A minha primeira escolha para fazer descansar seria Ruiz, pelo esforço continuo a que tem sido sujeito. Porém JJ não só tem confiado de forma quase cega nele como ele a tem justificado inteiramente, sendo por isso natural que se mantenha. Assim não surpreenderia muito que fosse Matheus a fazer a rotação com Gélson. Caso a escolha para descanso recaísse em Ruiz, o regresso de Slimani permitiria manter Montero no apoio ao argelino, no lugar ocupado na Madeira pelo costa-riquenho.

Seja como for, a desejável vitória com o Besiktas, por mais respeito que a equipa turca mereça e considerando-a obviamente difícil, não deve ser considerada como uma façanha histórica pelo seu grau de dificuldade. O facto de os turcos também estarem a jogar o seu futuro na competição tem tudo para funcionar a nosso favor, assim o saibamos aproveitar.


Este grupo de trabalho, que nos tem sabido retribuir o apoio com muitas alegrias e pontos, tem agora neste jogo a possibilidade de reparar uma divida deixada em aberto pelo cataclismo de Skenderbeu. A qualificação para a fase seguinte, embora não apagasse o resultado da história, permitiria olhar para o jogo na Albânia como mero um acidente de percurso.

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Poupar pelo colosso Arouca, o nosso "Guimarães 2015" e outras considerações por causa de um resultado "impossível"

Poupar por causa desse colosso, o Arouca?
Foi pela frase acima que começaram muitas das reacções ao resultado do jogo de ontem, algumas até quando se soube o alinhamento da equipa escolhida por JJ. Pela sobranceria. A mesma que os jogadores usaram no jogo com o Skenderbeu.
 
Nem com o Sekenderbeu nem com o Arouca a disputa é sobre o passado histórico de cada clube. A disputa é, como sempre em futebol, entre onze jogadores pela posse da bola, procurando marcar o maior número de vezes num espaço temporal de noventa minutos. Apenas aí e é aí que temos de jogar tudo e com tudo, porque antes e depois não conta.

Fazia sentido poupar jogadores por causa do Arouca?
Sem dúvida, especialmente em alguns jogadores-chave, sobrecarregados de jogos. Como se irá ver domingo, o campo é difícil pelas dimensões, a que acrescerá o facto de a semana ter sido chuvosa, com as respectivas consequências no relvado a fazerem-se sentir. Não deve ser também desconsiderado o valor do adversário, como me pareceu ter sucedido ontem, até porque a equipa adversária está muito bem orientada por um treinador que pode muito bem ambicionar outros voos. 

Era possível poupar jogadores sem comprometer o resultado?
A resposta à questão acima já havia sido dada previamente, praticamente os mesmos jogadores golearam o mesmo adversário semanas antes. Porém o futebol é imprevisível e este ponto será melhor escalpelizado abaixo.


Revisitar "Guimarães 2014" na Albânia em 2015
A 1 de Novembro do ano passado o Sporting sofreria uma derrota cujos reflexos se estenderiam até ao final da época, expondo à evidência uma relação de instabilidade e atrito entre a SAD e o então treinador. Passado um ano e quatro dias o Sporting sai vergado por resultado idêntico de forma igualmente surpreendente. É verdade que não jogamos com a equipa titular, como aconteceu em Guimarães, mas não é menos verdade que o Skenderbeu não é o Guimarães. Derrotas como esta não se circunscrevem ao plano desportivo abalam o prestígio e o bom nome do clube quer a nível interno, quer externo.

Tal como então está em causa o brio profissional dos jogadores. Discordo quase sempre que seja este o caminho seguido porque não há qualquer indicio de menor comprometimento dos jogadores como o clube ou com o treinador, antes pelo contrário. Foram estes os mesmos que golearam os albaneses em Lisboa e estiveram quase sempre bem quando foram chamados. Tal como em Guimarães 2014, ontem foram várias as coisas que correram mal ao mesmo tempo. 

Será contudo igualmente mau fazer-se de conta que não aconteceu nada como dramatizar excessivamente. Especialmente entre os jogadores mais jovens o talento não se extinguiu e, devidamente enquadrado entre os melhores, encontrará condições para vingar. Que se tenha aprendido alguma coisa com o sucedido no ano passado e que a derrota de ontem não seja completamente desperdiçada.

À atenção de JJ
Embora de forma não especialmente esclarecida, JJ acabou, como não podia deixar de ser, por assumir as responsabilidades pelo fracasso da estratégia seguida para o jogo. Mas não deve deixar de reflectir sobre o resultado e especialmente o que ele significa para o clube, em particular para os adeptos. Alguns pontos em especial:

- JJ não pode parecer apenas especialmente motivado para ganhar o campeonato e à sua antiga entidade patronal. O Sporting, mesmo com os actuais constrangimentos, tem um nome a defender e é possível e obrigatório fazer mais e melhor.

- Uma coisa é rodar alguns jogadores outra é jogar com as reservas. Não é possível a jogadores sem rotinas e sem ritmo responderem ao mais alto nível. 

- Do ponto de vista do enquadramento psicológico, jogar com jogadores habitualmente reservistas é dizer-lhes ou que o adversário é fraco ou que o jogo não é importante. Em jogos em que as circunstâncias parecem conspirar contra nós, como o de ontem, acabamos por ficar limitados no poder de reacção. É o perigo que estas rotações encerram e ontem pagamo-lo bem caro.

- Ao optar por uma rotação excessiva JJ expõe os jogadores em demasia e ele, melhor do que ninguém, sabe isso.

- Tentar salvar Bruno Paulista do naufrágio geral é não perceber o que realmente aconteceu ontem e, quando assim é, a possibilidade de algo semelhante voltar a suceder é enorme.

Estou à vontade para falar sobre JJ, porque continuo a pensar que tendo terminado como terminou a ligação do técnico que o precedeu, a sua contratação era a única solução que poderia significar uma mais-valia para o clube. Tanto assim é que as derrotas de Jesus continuam a ser festejadas pelos nossos adversários, em particulare os adeptos do seu anterior clube, como se de vitórias próprias se tratassem. Além de demonstrar que a digestão ainda está por fazer é um bom indicativo da importância que lhe atribuem como fautor do nosso sucesso.

Ewerton nas pisadas de Rodriguez?
Como se costuma dizer o que torto nasce tarde ou nunca endireita sendo a contratação de Ewerton um exemplo vivo. Chegou sem estar pronto para jogar, quando a época começou lesionou-se novamente com gravidade e ontem volta novamente ao estaleiro. Aquele que é talvez o nosso melhor central tem também de ser muito mais fiável sobe pena de ser melhor apostar em quem possa oferecer estabilidade e continuidade na aposta.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

No inferno da Liga Europa valeu o evangelho segundo Matheus

Hoje em Alvalade defrontavam-se duas equipas que haviam descido do areópago do futebol mundial - A Liga dos Campeões - até à cave das competições europeias de clubes. Para o visitante de nome estranho poder permanecer em competição pode ser encarado como um prémio, para um clube como Sporting assemelha-se a uma descida ao inferno. É isso  a que se assemelha esta fase de grupos da competição, com equipas de terceira e jogos em hora de trabalho ou de ponta. Foi por isso que vi apenas a segunda parte do jogo em directo e a primeira depois de devidamente rebobinada a box, para depois concluir que tinha perdido os momentos mais perdulários, passe a repetição. 

À medida que a partida ia decorrendo mais evidente era a diferença entre as equipas, o que empurrou o jogo para o registo entre o cumprimento do dever e a possibilidade de um massacre futebolístico. Ficamo-nos pelo primeiro, mantendo assim em aberto a possibilidade de qualificação para a fase seguinte da competição, depois da escorregadela comprometedora inicial. Registe-se também como bom indicador o compromisso dos jogadores, atendendo o anonimato do adversário e o facto de nos apresentarmos com uma equipa recheada  de jogadores jovens e que têm jogado menos. 

Destaque óbvio e obrigatório para Matheus que, em passadas seguras e com eficácia, vai "exigindo" um lugar na equipa principal.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Besiktas - Sporting: Tricky Teo

O Sporting fez um jogo globalmente positivo sem no entanto ter conseguido que o resultado tivesse igual significado. Um dos pontos mais positivos a realçar deve ser o facto de Jesus ter mudado mais de meia-equipa e esta ter respondido, especialmente na primeira parte. O lado negativo foi o desperdicio de várias oportunidades consecutivas que acabaram por resultar na perda de dois pontos. Falhas que se pagam caro a qualquer nível competitivo, mesmo que a disputa envolva adversários de nível colectivo e individual menor que o nosso. Ao nível das competições europeias, com equipas recheadas de bons executantes, como é o caso do Besiktas, que nos é inferior colectivamente, é fatal.

Falar em falhas é falar em Teo Gutierrez. Seguramente que não foi por se exibir ao nível que vem fazendo no Sporting que se tornou titular numa equipa como a do seu país natal, sentando nomes como Jackson. Mas, até para proteger o jogador, talvez fosse bom deixá-lo descansar uns tempos. O Sporting acumula assim dois jogos consecutivos a exibir problemas na criação de oportunidades e na eficácia, ficando assim explicadas as razões de dois empates consecutivos.

Muito interessante e prometedor foi ver William, que vai fazer muito mais do que fez hoje, com Aquilani e Ruiz. Com eles o nosso jogo pede muito mais pé que Slimani pode oferecer pelo me pareceria natural a inclusão de Montero para o nosso jogo subir uns degraus. Saliência para a estreia de Matheus, que pode fazer muito mais. O mesmo se aplica a Mané e a Gélson, a revelarem os problemas naturais da juventude nos grandes palcos. Aliás, não me parece que JJ tivesse sido muito feliz a fazer as substituições. 

É um pouco injusto para JJ afirmar que deixou em segundo plano as competições europeias, especialmente quando pôs a equipa a jogar para ganhar. Mas, depois da queda na Liga Europa ainda mais se justifica a orientação das prioridades para as competições internas. Não me preocupa por isso excessivamente o apuramento para a fase seguinte da competição, mas é evidente que o Sporting tem um estatuto a defender e como representante de Portugal na competição, a obrigação de contribuir com pontos para o ranking de clubes. Um ponto apenas para já em seis possíveis é pouco e por isso a obrigação de ganhar torna-se agora maior.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Sporting entra na Liga Europa a ver passar as Lokomotivas

A estreia na Liga Europa fica marcada pela pior exibição da época. A falta de jogadores chave como William, João Mário e Carrillo não explicam tudo mas ajudaram a perceber que uma coisa é Mané e Gelson actuarem na sombra e outra é esperar que assumam por inteiro a responsabilidade de dar a volta em momentos desfavoráveis. E que, numa perspectiva mais abrangente, as análises demasiado optimistas relativamente à qualidade do plantel talvez não sejam assim tão justificadas.

Parece-me também que JJ não terá sido muito feliz ao mexer em demasia na equipa. A menos que tal se deva ao facto de, para lá do discurso de conveniência, na sua cabeça o Sporting não tenha locomotiva para puxar dois comboios: o das viagens nacionais e o das viagens internacionais. Julgo que é também uma boa oportunidade para repensar se este 4x4x2 é o mais adequado para enfrentar adversários mais cotados. O treinador do Lokomotiv sai por cima neste encontro, demonstrando que viu muito bem por onde podia entrar.

A possibilidade de classificação neste grupo sofre assim um poderoso abalo, ficando nós agora obrigados a recuperar os três pontos perdidos mas com os principais concorrentes em vantagem razoável.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Champions League: E depois do adeus?

Não há como escamotear: foi traumática a forma como acabamos apeados da Champions League mas, mais do que olhar para esse passado recente que já não podemos mudar, vale a pena depositar os olhos no que de muito há ainda para fazer. 

Sem dúvida que as perdas foram enormes, mas parece-me demasiado cedo para se carpir o falhanço de uma época que ainda está a começar e que tem ainda muito para poder ser conquistado. Sem minimizar as perdas, há que convir que "apenas" o dinheiro é irrecuperável. Isto porque até o prestigio a alcançar numa prova como a Champions é muito contingente, não faltando exemplos, próprios e alheios, de grandes tosquiadelas quando se ia em busca de lã. 

Sem que isto deva ser entendido como falta de ambição, parece-me claro que, no actual momento da vida do Sporting, e na actual conjuntura das competições europeias, a Liga Europa é a competição onde melhor poderemos sobressair. Como apontamento final sobre o passado fica o registo de que, com arbitragens como as deste play-off, estamos condenados a não poder ambicionar muito mais que a Liga Europa.

É muito comum entre os adeptos, e especialmente em momentos de profunda desilusão como o actual, procurar encontrar culpados para o sucedido. Ou foi a direcção que não fez o que devia para reforçar convenientemente o plantel, o treinador que adormeceu, os jogadores que não se empenharam o suficiente. 

Convenhamos que, a nível interno, tem sido esse objectivo primordial dos erros de arbitragem há muitos anos, sempre que o clube parece querer deitar a cabeça de fora do género simpático: a ignição de uma combustão interna que tudo queima em redor e que nos entretém enquanto os outros fazem o seu caminho. 

Independentemente dos juízos que se possam fazer, parece-me claro que, apesar das várias falhas, o Sporting fez mais do que suficiente para passar, acabando duramente penalizado por praticamente todos os erros cometidos. Às vezes é assim, connosco tem sido muitas vezes, infelizmente. Isto não invalida considerar que, apesar do potencial parecer existir, são muitas também as dúvidas que a equipa deixa, em particular quando, se repente, se desconjunta e fica abúlica, entregando-se à sorte.

É esta a parte que me interessa neste momento: apesar do insucesso na Champions, os sinais passados são positivos, pelo menos um bom ponto de partida para os compromissos imediatos. Nem todas as equipas se podem gabar disso neste momento da época. 

É a seguir a momentos como este que as equipas revelam a matéria de que são feitas e muitas vezes se definem os resultados de toda uma época. Mais do que uma má abordagem ao jogo por parte do treinador no plano de jogo ou quebra física (que foi notória em Teo, Ruiz e Aquilani) pareceu-me ter havido uma hecatombe anímica instigada por uma série de acontecimentos adversos. 

Para que essa queda não se perpetue, é urgente conseguir inverter esta série de resultados negativos (empate, derrota) no imediato, já em Coimbra, com uma vitória. Menos do que isso é uma confissão de incapacidade e significaria o regresso extemporâneo a um lugar que conhecemos bem mas não temos saudades.

Como nota adicional fica um quadro com os compromissos a levar a cabo na Liga Europa, em função do resultado do sorteio hoje efectuado e a sua relação, sempre importante com as jornadas da Liga NOS.

SPORTING-Lokomotiv  (17/09) =>        SPORTING-Nacional     Jornada5
Besiktas-SPORTING      (01/10) =>        SPORTING-VitoriaSC   Jornada7
SPORTING-Skenderbeu (22/10) =>        Benfica-SPORTING      Jornada8
Skenderbeu-SPORTING (05/11) ->         Arouca-SPORTING       Jornada10
Lokomotiv-SPORTING  (26/11) ->         SPORTING-Belenenses  Jornada11
SPORTING-Besiktas      (10/12) ->         SPORTING- MoreirenseJornada13

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