Alverca 1 - Sporting 4: Um Pinheiro a mais na Liga
Na deslocação a Alverca, pairava uma dúvida: terá a épica remontada frente ao Bodø/Glimt deixado marcas por sarar? Não apenas do ponto de vista físico, mas também na capacidade da equipa de descer ao subterrâneo competitivo que é a Primeira Liga.
A resposta é sim e não. Não integralmente, porque, após o golo, o Sporting deixou-se cair numa letargia semelhante à de outros jogos desta liga — e de má memória. O Alverca soube aproveitar esse relaxamento e criou alguns lances de perigo.
O “chá” do intervalo arrebitou a equipa e, na segunda parte, escreveu-se um capítulo completamente diferente: o Sporting ampliou o resultado com naturalidade e sempre com golos de belo efeito.
O jogo poderia — e deveria — ter tido uma história sem outros episódios dignos de grande registo. Porém, como bem sabemos, o sr. João Pinheiro, tantas vezes apontado como o “melhor árbitro português”, parece ter um problema sempre que arbitra o Sporting. Desta vez, conseguiu inventar um lance digno de figurar num compêndio dos momentos mais ridículos e grotescos da arbitragem. O que, diga-se, não é propriamente fácil, tendo em conta as muitas décadas de futebol que já levamos.
O que fez a Suárez apenas reforça a imagem que foi construindo com o acumular de erros sempre que dirige jogos do Sporting: a de um árbitro de personalidade fraca. Frederico Varandas disse, em tempos, que João Pinheiro tinha “azar” com o Sporting. Mas o rol de decisões controversas é demasiado extenso para ser explicado dessa forma — é, antes, um currículo que faz gáudio de engrossar sempre que se cruza com a equipa leonina.
O episódio de ontem é mais uma confirmação disso mesmo. Na recente tempestade Tempestade Kristin caíram muitos pinheiros; na arbitragem portuguesa, parece continuar a haver um a mais.
A resposta é sim e não. Não integralmente, porque, após o golo, o Sporting deixou-se cair numa letargia semelhante à de outros jogos desta liga — e de má memória. O Alverca soube aproveitar esse relaxamento e criou alguns lances de perigo.
O “chá” do intervalo arrebitou a equipa e, na segunda parte, escreveu-se um capítulo completamente diferente: o Sporting ampliou o resultado com naturalidade e sempre com golos de belo efeito.
O jogo poderia — e deveria — ter tido uma história sem outros episódios dignos de grande registo. Porém, como bem sabemos, o sr. João Pinheiro, tantas vezes apontado como o “melhor árbitro português”, parece ter um problema sempre que arbitra o Sporting. Desta vez, conseguiu inventar um lance digno de figurar num compêndio dos momentos mais ridículos e grotescos da arbitragem. O que, diga-se, não é propriamente fácil, tendo em conta as muitas décadas de futebol que já levamos.
O que fez a Suárez apenas reforça a imagem que foi construindo com o acumular de erros sempre que dirige jogos do Sporting: a de um árbitro de personalidade fraca. Frederico Varandas disse, em tempos, que João Pinheiro tinha “azar” com o Sporting. Mas o rol de decisões controversas é demasiado extenso para ser explicado dessa forma — é, antes, um currículo que faz gáudio de engrossar sempre que se cruza com a equipa leonina.
O episódio de ontem é mais uma confirmação disso mesmo. Na recente tempestade Tempestade Kristin caíram muitos pinheiros; na arbitragem portuguesa, parece continuar a haver um a mais.

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