Modalidades: revista da semana
O Sporting é Campeão Nacional de Atletismo em Pista ao Ar Livre quer em Masculinos quer em Femininos. Nos Campeonatos disputados este fim-de-semana no Estádio Municipal de Coimbra os leões conseguiram o bi-campeonato, sendo este o 50º título nacional conquistado pelos leões e as leoas venceram o seu 56º campeonato, sendo este o 16º consecutivo. Os leões venceram com 155,5 pontos ficando o Benfica em 2º lugar com 150 pontos, enquanto as leoas obtiveram 149 pontos ficando as 2ªs com 113 pontos apenas. Sendo os campeonatos compostos por 21 provas para ambos os sexos, os leões venceram 12 das suas provas, enquanto as leoas venceram 11 provas. Uma demostração do poderio do atletismo leonino e, temos de pensar que a nossa equipa não contou com Patrícia Silva, que esteve a competir em Paris, na Liga Diamante, onde nos 1500metros fez 3.58,74, e que fica a um segundo do recorde nacional na posse de Carla Sacramento, marca que já tem 27 anos. Parabéns Leoas e Leões do atletismo leonino.
No domingo 29 foram os leões do futsal ao Pavilhão da Luz disputar o jogo 5, a negra, da Final da Liga Placard, tendo sido derrotados por 3-4, com 1-2 ao intervalo. Como foi habitual nestes 5 jogos começaram melhor os nossos adversários, que com 6 minutos jogados abriram o marcador com o seu guarda-redes a rematar de longe, e os seus remates que costumam passar sempre ao lado, ou por cima da baliza, desta vez entrou no canto superior, sendo impossível para Bernardo Paçó defender a bola. E 30 segundos depois conseguiram os locais o seu segundo golo, novamente com um forte remate de longe. Os visitados faziam grande pressão defensiva o que originou fazerem as suas cinco faltas quando ainda não estavam jogados 9 minutos. Só que nos 11 minutos restantes da 1ª parte, apenas lhes foi assinalada uma falta, e mesmo essa teve de ser o banco leonino a pedir a ida ao vídeo. Mas no livre consequente Tomás Paçó permitiu a defesa do guarda-redes. E assim só a 5 minutos e meio do intervalo conseguiram os leões o golo por Tomás Paçó, servido por Allan Guilherme com um excelente trabalho de pivô. E o intervalo chegou com 1-2 no marcador. Desde os golos dos adversários que os leões estavam por cima no jogo, e com cinco minutos jogados conseguiram o empate 2-2, quando Bernardo se adiantou e fez um passe/remate que Diogo Santos conseguiu desviar para o golo. No minuto seguinte conseguiram os visitados passar novamente para a frente no marcador, com uma recarga a uma grande defesa de Bernardo. Mas segundos depois Tomás recebe uma bola dentro da área, faz um trabalho que qualquer pivô invejaria, e remata em rotação para o novo empate. A 9 minutos do fim é assinalado um penalti muito duvidoso contra os leões e os locais fazem 3-4. Bem tentaram os leões reverter o resultado mas não o conseguiram, mesmo pondo Merlim como guarda-redes avançado nos últimos dois minutos. E a cinco segundos do fim, Tomás é expulso quando faz um corte limpo, que os senhores do apito consideraram falta e que anulava uma clara ocasião de golo. Podemos dizer que este campeonato foi oferecido pela arbitragem. Mesmo assim se Merlim tivesse convertido o quinto penalti no desempate do 3º jogo, este jogo não teria sido necessário e no fim do jogo 4 teríamos os leões campeões.
O jogo 2, disputado na terça-feira 16 no PJR, os leões venceram por 8-2, com 2-1 ao intervalo, num jogo em que nem a grande exibição do guarda-redes adversário conseguiu minorar os números da vitória leonina. Começaram bem os leões que logo no primeiro minuto Zicky obrigou o guarda-redes aplicar-se, para na jogada seguinte um adversário cortar, dentro da área, um remate com o braço mas os árbitros mesmo depois de irem ver ao vídeo consideraram que não houve falta, quando no vídeo se vê claramente que o corte foi feito com o braço bem afastado do corpo. E as coisas para o Sporting não podem ser fáceis, e com 4 minutos jogados os visitantes conseguem abrir o marcador na transformação de um livre. Empataram os leões com 8 minutos de jogo por intermédio de Bruno Pinto na conclusão de um contra ataque mas onde só conseguiu bater o guarda-redes na recarga. E a menos de seis minutos para o intervalo Felipe Valério faz um forte remate que o guarda-redes não conseguiu agarrar e na recarga novamente Bruno Pinto faz o 2-1, com que se chegou ao intervalo. Começaram muito bem os leões na 2ª parte quando ao segundo minuto Bernardo Paçó desmarca Zicky que com um excelente trabalho de pés faz o terceiro golo leonino. E segundos depois Wesley faz uma incursão pela esquerda até perto da linha de fundo e assiste Tomás Paçó que faz o 4-1. Continuaram os leões a controlar o jogo, com alguma resposta dos antagonistas, mas com 10 minutos de jogo Tomás Paçó remata forte, o guardião contrário defendeu para a frente com a bola a ir ter com Pauleta que remata e ele volta a defender mas quando Pauleta fez a recarga da recarga já não conseguiu evitar o quinto golo leonino. Dois minutos depois Wesley faz o 6-1 a terminar um contra ataque aproveitando uma boa assistência de Diogo Santos. No minuto seguinte aconteceram dois golos. Os visitantes conseguem o seu segundo golo e Merlim na transformação de um livre com barreira faz o 7-2. A pouco mais de cinco minutos do fim Bernardo Paçó também quis fazer o seu golo, mas não o conseguiu porque a bola entra desviada por Diogo Santos fazendo o 8-2 final, apesar dos visitantes a quatro minutos do fim passarem a jogar 5x4 com o seu guarda-redes avançado, sem qualquer resultado.
O jogo 3 foi disputado no domingo 20 no Pavilhão da Luz e depois de um empate 4-4 no fim do tempo regulamentar, e de outro empate agora por 5-5, no fim do prolongamento, os leões acabaram por ser derrotados por 7-8 no desempate por penaltis. Num encontro, como se percebe pelas incidências muito equilibrado, só quando já se tinha passado mais de metade da 1ª parte surgiu o primeiro golo e para os donos da casa na cobrança de um livre em que a bola rematada com força bate na trave e cai para dentro da baliza. Pouco mais de um minuto depois, obtêm os locais o seu segundo golo, igualmente na sequência de um livre lateral onde o seu marcador consegue pôr a bola nos pés de um companheiro que só teve de encostar. E nos oito minutos finais da 1ª parte ainda houve três golos. A oito minutos do intervalo Merlim com um forte remate lateral faz o primeiro golo leonino. Quatro minutos depois conseguem os adversários fazer o seu terceiro golo, graças a um lançamento lateral mal feito pelos leões, que deixam a bola nos pés de um adversário. E a 2 minutos e meio do intervalo Pauleta faz o resultado ao intervalo com uma boa assistência de Felipe Valério. A 2ª parte continuou equilibrada, mas sempre com a nossa equipa a tentar recuperar no marcador. Ainda com dois minutos jogados Diogo Santos remata mas acerta na trave. E a 6 minutos e meio do fim os visitados conseguem fazer o 2-4, aproveitando um avanço do Bernardo Paçó, que não teve tempo de recuperar o seu lugar na baliza. Mas 30 segundos depois Pauleta bisa fazendo o 3-4 ao terminar um contra ataque, para cerca de um minuto depois conseguir o seu terceiro golo fazendo o 4-4 conseguido à custa de um desarme a um adversário. Até ao fim do tempo regulamentar continuaram os leões a tentar a vitória, mas não o conseguiram tendo mesmo perdido uma clara oportunidade de golo a poucos segundos do fim. Do prolongamento pouco há a escrever, tirando a referência aos golos. Conseguiram os visitados a meio da 1ª parte do prolongamento fazer o 4-5 ao terminarem um contra ataque. Estando a perder e não conseguindo o empate a 3 minutos e meio do fim da 2ª parte do prolongamento Nuno Dias pôs a equipa a jogar em 5x4, sendo Merlim o guarda-redes avançado, mas que só resultou porque a equipa adversária cometeu a sua 6ª falta, e Tomás Paçó converteu o livre respectivo. E foi o desempate para os penaltis. A primeira equipa a marcar foi o Benfica, que converteu. Os leões começaram com Bruno Pinto, que também converteu, seguindo-se nos leões Rocha e Tomás Paçó a responderem bem aos golos adversários. No 4º penalti os donos da casa permitem a defesa de Bernardo, e Felipe Valério converte, indo os leões em vantagem para o quinto penalti. E no quinto penalti o jogador contrário converte e Merlim atirou ao poste, o que obrigou a continuação da marcação de penaltis, só que desta vez era um-a-um e quem falhasse, se a outra equipa transformasse, perderia o jogo. Enquanto os adversários foram convertendo os seus, Diogo Santos, Allan Guilherme e Chishkala também foram convertendo, mas Zicky Té ao marcar o nono permitiu a defesa ao guarda-redes e assim os leões perderam o jogo 3.
No jogo 4 voltaram as equipas ao PJR na quinta-feira 25 tendo a vitória sorrido aos leões por 3-2, com 0-1 ao intervalo. Foi mais um jogo muito disputado e onde os leões não tiveram a pontaria necessária para ganhar mais folgadamente, e onde, mais uma vez, tivemos uma arbitragem tendenciosa. Foi assinalada a primeira falta aos visitantes quando já estavam passados sete minutos, quando os leões já tinham sido punidos com 3 faltas com 3 minutos jogados. Num jogo muito lutado com oportunidades para ambos os lados temos de salientar uma jogada, cerca dos 10 minutos de jogo, onde Bernardo Paçó foi obrigado a fazer três defesas consecutivas. Depois de mais uma perdida, desta vez de Rocha, conseguiram os visitantes, na sequência de um canto, a 2 minutos do intervalo abrir o marcador. Até ao intervalo ainda se assistiu a mais um favorecimento pelos senhores árbitros dos nossos adversários quando o capitão dos nossos oponentes puxa a camisola, o que fez durante o jogo inteiro, e os cabelos de Zicky e eles nada assinalaram, e foi preciso Nuno Dias pedir a ida ao vídeo, e lá marcaram a falta, mas o cartão devido ficou no bolso. Começaram bem os leões a 2ª parte, pois logo no primeiro minuto fizeram o 1-1, num contra ataque finalizado por Pauleta, muito bem assistido por Zicky. Continuaram os leões a dominar o jogo, e a falharem na finalização, com Merlim e Felipe Valério a acertarem na madeira da baliza, até que a 6 minutos do fim, Zicky com uma boa entrada pela direita serviu Diogo Santos que ao 2º poste só teve de empurrar, fazendo o 2-1. E um minuto depois Tomás Paçó aumentou para 3-1, com um fortíssimo remate a passe de Merlim, na marcação de um livre. E depois deste golo passaram os encarnados a jogar 5x4, e ainda reduziram para 3-2 a 2 minutos do fim, mas mais não conseguiram, abrindo assim a vinda do jogo 5.
Os leões do hóquei também acabaram a época na semana passada com duas derrotas nos jogos 2 e 3 da Final do playoff do Campeonato Placard em que mais do que inferiores foram infelizes. No jogo 2 disputado na quarta-feira 17 no PJR foram derrotados por 2-5, com 0-2 ao intervalo. Com 5 minutos de jogo conseguiram os visitantes o seu primeiro golo, o que desde logo definiu o jogo. Apanhando-se em vantagem passaram a jogar pela certa tentado gastar o máximo de tempo possível dentro dos 45 segundos permitidos pela lei. E com 10 minutos de jogo conseguiram fazer o 0-2. Continuavam os leões a tentar a recuperação, ainda conseguiram meter a bola dentro da baliza, que faria o 1-2, mas os árbitros anularam dizendo que a bola tinha batido no patim de Bessa. A 2ª parte continuou com os leões a atacarem, mas o guarda-redes adversário defendia tudo, e só quando já estavam passados 7 minutos conseguiram os leões reduzir para 1-2, com um golo de Verona a terminar um contra ataque. Mas a infelicidade mantinha-se pois menos de um minuto depois os adversários conseguiam um golo, num remate que passa ao lado da baliza de Xano, ressalta na tabela de fundo e vai para o outro lado da baliza onde aparece sozinho um jogador visitante que só teve de empurrar. Com 9 minutos de jogo é mostrado um cartão azul a um hoquista do Benfica. Com mais um jogador não conseguiram os leões bater o guarda-redes contrário, e ainda sofreram o 1-4 num livre directo. No minuto seguinte também os leões beneficiaram de um penalti, mas onde Rampulla não conseguiu converter em golo. A 8 minutos do fim Facundo Bridge com um potente remate de longe consegue o nosso segundo golo. A 2 minutos do fim conseguem os visitantes mais um golo a terminarem um contra ataque, e só não aumentaram o resultado segundos depois, porque Xano conseguiu defender o livre resultante da 10ª falta dos leões. A menos de um minuto do fim ainda foi mostrado um cartão azul a Bessa, mas sem consequências para o resultado.
No jogo 3, no Pavilhão da Luz no sábado 20, nova derrota desta vez por 1-3, com 0-2 ao intervalo. E mais uma vez muita infelicidade. Foi uma primeira parte muito equilibrada e disputada, até que a 2 minutos e 32 segundos do intervalo é mostrado um cartão azul a Diogo Barata, e quando faltavam 10 segundos para os leões voltarem a estar completos, conseguiram os locais o seu primeiro golo, para no último segundo de jogo conseguem fazer o 0-2, totalmente imerecido para os leões. E não foi melhor a 2ª parte. Com 5 minutos jogados é mostrado cartão azul a Henrique Magalhães e no penalti a que deu origem essa falta Xano consegue defender o primeiro remate, mas já não conseguiu defender a recarga ficando o marcador em 0-3. Com 8 minutos de jogo nesta 2ª parte é mostrado novo cartão azul a Diogo Barata, e na sua consequência é mostrado cartão vermelho a Edo Bosch e cartão amarelo a Bessa. Conseguiram durante estes minutos em inferioridade não sofrerem golos, e aliás tiverem por 3 vezes jogadores isolados à frente da baliza contrária mas não conseguiram bater o guarda-redes, e só a menos de 5 minutos do fim Nolito na transformação de um livre directo fazer o golo qua seria o único da nossa equipa. E assim terminou a época para o hóquei em patins leonino.







