Sporting 1 - Guimarães 2: Mais tarde ou mais cedo a corda teria de partir
Mais tarde ou mais cedo tinha de acontecer: a corda acabaria inevitavelmente por partir. Na meia-final da Taça da Liga, o problema tornou-se ainda mais evidente com a acumulação de mais duas lesões, as de Quaresma e Ioanidis. A do jovem central é particularmente preocupante, não só pela sua importância imediata, mas sobretudo pela autêntica razia a que o sector defensivo tem sido sujeito.
Custou ver a equipa a perder o controlo do jogo à medida que o tempo avançava. A incapacidade para marcar um golo que tranquilizasse a equipa acabou por dar vida aos vitorianos e, simultaneamente, por penalizar um Sporting cada vez mais curto de forças. Jogadores como Hjulmand e Maxi, pilares do nosso jogo, exibiam sinais claros de desgaste físico e mental. A saída forçada de Quaresma expôs de forma cruel a falta de soluções: Rómulo entrou, mas nunca conseguiu dar estabilidade à equipa.
A entrada de Morita acabou por ser o símbolo maior de uma noite para esquecer. Falha o 2-0, num momento que podia ter resolvido o jogo, e pouco depois oferece, de forma involuntária, a assistência para o 1-2. Kocho, por seu lado, continua a adiar qualquer justificação prática para o investimento feito, tardando em mostrar aquilo que levou o scouting a resgatá-lo em Espanha.
O resultado final traduziu-se numa eliminação dolorosa e desanimadora, mas que exige alguma frieza na análise. Com o actual quadro de ausências, continuar em prova seria quase um exercício de teimosia, roçando o masoquismo. A realidade impõe-se, por muito que custe.
Mais do que procurar culpados habituais ou alimentar ódios de estimação, este é o momento de aceitar o golpe, cerrar fileiras e aproveitar o raro interregno competitivo de semana e meia para recuperar jogadores — não apenas das lesões físicas, mas também das marcas anímicas deixadas por esta Taça da Liga.
Custou ver a equipa a perder o controlo do jogo à medida que o tempo avançava. A incapacidade para marcar um golo que tranquilizasse a equipa acabou por dar vida aos vitorianos e, simultaneamente, por penalizar um Sporting cada vez mais curto de forças. Jogadores como Hjulmand e Maxi, pilares do nosso jogo, exibiam sinais claros de desgaste físico e mental. A saída forçada de Quaresma expôs de forma cruel a falta de soluções: Rómulo entrou, mas nunca conseguiu dar estabilidade à equipa.
A entrada de Morita acabou por ser o símbolo maior de uma noite para esquecer. Falha o 2-0, num momento que podia ter resolvido o jogo, e pouco depois oferece, de forma involuntária, a assistência para o 1-2. Kocho, por seu lado, continua a adiar qualquer justificação prática para o investimento feito, tardando em mostrar aquilo que levou o scouting a resgatá-lo em Espanha.
O resultado final traduziu-se numa eliminação dolorosa e desanimadora, mas que exige alguma frieza na análise. Com o actual quadro de ausências, continuar em prova seria quase um exercício de teimosia, roçando o masoquismo. A realidade impõe-se, por muito que custe.
Mais do que procurar culpados habituais ou alimentar ódios de estimação, este é o momento de aceitar o golpe, cerrar fileiras e aproveitar o raro interregno competitivo de semana e meia para recuperar jogadores — não apenas das lesões físicas, mas também das marcas anímicas deixadas por esta Taça da Liga.

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