O que nos disse o clássico: estão aí os novos anos 80/90
De forma laboriosa, foram-se gradualmente apoderando das estruturas do futebol nacional e, aproveitando as fragilidades internas de um Sporting em perda de identidade, - depois da saída de um dos seus lideres mais carismáticos, João Rocha - depositaram no futebol nacional o ovo da serpente que ainda hoje o contamina: o minar da desconfiança permanente pelo uso de todos meios para alcançar os fins. Algo a que infelizmente o nosso outro rival não conseguiu resistir, tendo sucumbindo às mesmas práticas.
Para quem viveu esses tempos, facilmente identifica no modus operandi de então, o mesmo playbook agora em uso pelo dissimulado André. Sem vergonha, sem ética, tudo vale para criar a instabilidade e o tumulto permanente, procurando criar o ambiente próprio de desagregação, para que as manobras de bastidores possam conhecer os mesmos resultados que produziram nos últimos quarenta anos.
Que ninguém se iluda: se houver novos Fernandos Marques, Pintos de Sousa, Antónios Garridos, Lourenços Pintos, Josés Guímaros, Augustos Duartes, Martins dos Santos, Calheiros e quejandos, André Vilas Boas vai deixando sinais evidentes que se serviria deles.
O FC Porto tornou-se especialista em fabricar tempestades para disfarçar a aflição que o receio que o all in que fez não produza o resultado esperado. O clube que dizia ganhar no detalhe vive hoje, como então, obcecado com o ruído. Alimenta polémicas, encena cercos imaginários e transforma cada episódio banal numa cruzada moral, como se todos tivéssemos sido afectados por um nevoeiro amnésico do que foram os últimos muitos anos.
O problema não é a intensidade — é a insistência. A repetição de uma fórmula que já não intimida, apenas desgasta. O mito do clube implacável deu lugar a uma versão ansiosa de si própria, que reage sempre como quem perdeu o controlo que lhe servia de rede à bola que bate na trave.
Grandeza não é barulho. É autoridade silenciosa. E quando um clube precisa constantemente de lembrar que é grande, talvez já não tenha tanta certeza disso.
A tudo isto o Sporting tem de estar atento, até porque do outro lado da segunda circular também não pode esperar nada bom. Há uma santa aliança informal rancorosa- a mesma que então se registou entre Fernando Martins e Pinto da Costa - que germinou no actual sucesso do clube. O tal Sporting forte que tanto pediam hoje é o pesadelo que lhes assombra as noites e os dias.

Com base na IA: A importância da Ética e Moral no Desporto
ResponderEliminar" A ética e a moral no desporto são fundamentais para garantir a integridade e a justiça nas competições. A ética desportiva envolve princípios como o respeito às regras, o fair play e a honestidade, que são essenciais para a competição justa e a integridade das práticas desportivas. A moral desportiva, por sua vez manifesta-se em atitudes como a lealdade, a responsabilidade e a transparência, que são cruciais para o desenvolvimento de atletas íntegros e responsáveis. A educação em ética desde as fases iniciais de formação desportiva é crucial para assegurar que os jovens atletas cresçam com uma compreensão clara dos valores de honestidade, respeito justiça e responsabilidade."
É incrível como o FCP não cumpre nenhum dos princípios acima referidos. Por isso, (apesar de nem tudo ser perfeito), me orgulho cada vez mais de de ser do Sporting Clube de Portugal. Ser do Sporting, não é para quem quer, mas sim para quem pode, tenho dito.