sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O grande Elias uma breve reflexão sobre os fundos de jogadores

O titulo do post remete-nos para um filme português dos anos 50, protagonizado por António Silva,  e outros nomes grandes do cinema português. O enredo tinha no centro uma família portuguesa  que contornava as dificuldades em que estava emergida graças às remessas de uma abastada tia brasileira que julgava terem os seus parentes lusos iguais condições.

Uma relação equívoca, algo semelhante à que uniu o Sporting a Elias. Este, como muitos outros que chegaram com ele, viu  no Sporting um meio para projectar a sua carreira e o Sporting viu no brasileiro um jogador de qualidade, um investimento seguro e rentabilizar e até um líder, oferendo-lhe a braçadeira de capitão. Ambas as expectativas saem frustradas.

No inicio da época passada poucas contratações me entusiasmaram tanto como a de Elias. Conhecia o jogador, contemporâneo de Ronaldo, o Fenómeno, no Corinthians, e a sua ascensão até à selecção brasileira. Conhecido como "o guerreiro", as suas características de jogador técnico qb, mas que se devotava com grande intensidade ao jogo, parecia cair na perfeição no que era identificado como o modelo típico nas equipas de Domingos. Os quase nove milhões não pareciam, em condições normais, difíceis de rentabilizar num curto/médio prazo.

Hoje todos sabemos que as tais condições, entendidas como normais, nunca se proporcionaram e a contratação de Elias foi um fracasso. As causas desse fracasso compreendem-se entre as que dizem respeito ao insucesso desportivo consubstanciado no falhanço da aposta em Domingos, e do desmoronamento de todo o edifício desportivo que se seguiu este ano com Sá Pinto, após um começo prometedor que terminou numa das tardes mais inglórias e frustrantes no Jamor.

Mas, no caso de Elias, não há apenas "culpas" no falhanço do projecto desportivo que veio encontrar no Sporting.  Há também muita responsabilidade pessoal. Há poucos dias, o jogador dava conta que não se sentia feliz no Sporting, que gostava de lutar por títulos. Se essa vontade for a que demonstrava em campo, em particular nos últimos jogos, completamente descomprometido da sorte da equipa, sem qualquer esforço pela procura da bola, resguardando-se do jogo, Elias nunca lutará por títulos, com sorte ganhá-los-á por inércia.

Elias foi entretanto cedido ao Flamengo, certamente inserido numa estratégia de contenção de custos mais do que necessária tendo em conta o actual contexto e o vislumbre do que podem ser as receitas futuras. Ao contrário do que parece ser o entendimento maioritário, é uma boa decisão. A sua permanência, no contexto actual do clube e do próprio jogador, só equivaleria a uma desvalorização ainda maior. A sua venda, neste momento, seria, isso sim, um mau negócio porque dificilmente deixaria de ser feita abaixo do preço de custo. O seu regresso ao Brasil pode equivaler a uma valorização, até porque é feito para um clube com pergaminhos e com visibilidade para proporcionar o regresso à montra que é a selecção brasileira.

Para os que sempre se opuseram ao recurso aos fundos, que, como tudo na vida têm vantagens e inconvenientes, talvez percebam agora melhor que o Sporting, ao alienar a percentagem do passe deste jogador, não alienou apenas parte dos lucros de uma futura venda. Partilhou também o risco do investimento feito e, correndo tudo pelo pior, tem pelo menos asseguradas as verbas que já recebeu, isto é, 50% do passe.

O problema para o Sporting nunca foram os fundos, como também não são as comissões. Esta tem sido a solução adoptada e com o sucesso conhecido no FCP e, menos, no SLB. A virtude deste modelo não é apenas a de partilhar riscos. Está também na possibilidade de proporcionar aos clubes a quem eles recorrem o acesso a jogadores cujo preço seria proibitivo. A falta de transparência obrigou já a UEFA preparar legislação para lhes por termo, demonstrando um parcialidade condenável, quando nada faz para impedir a meia batota que é a compra de clubes por magnatas, cujo dinheiro não é digno de menos suspeita.

O problema para o Sporting é e sempre foi a gestão desportiva. O looping permanente entre o recomeço e um novo fracasso impede o Sporting de alcançar os da frente. O consequente afundamento económico e financeiro e as convulsões que daí resultam fazem o resto. A entrada de Elias para o polémico compêndio do "jogador mais caro do Sporting" e dos fracassos a ele associado, é capaz de nos fazer manter por muito tempo longe do acesso a jogadores de qualidade que nos permitam encurtar o fosso que nos separa dos nossos rivais. O pior é que eles, a par dos treinadores, são os que ditam muita da nossa sorte e do nosso azar ao jogo.

36 comentários:

  1. É evidente que o problema é de gestão desportiva e não dos fundos. Os fundo são o que permitem chegar a determinados jogadores e são, essencialmente, relações de interesse mutuo. Um dos interesses é o referido: partilha do risco.

    O futuro do SCP passará seguramente por uma atitude mais contida que a vista até aqui. E nessa medida os fundos podem ser cruciais. Cruciais nos ajustes ao plantel.

    Contudo devo dizer algo que não foi referido pelo LdA, os fundos associados à formação mais facilmente são um tremendo erro que um tremendo benefício.

    De facto, a não ser que se trate de uma proposta espectacularmente boa, é um erro tremendo. O Sporting quer voltar a ser um clube cujo plantel principal tem por base a formação. E os fundos devem entrar na medida em que vamos precisar de alguns jogadores extra-formação. Assim, entendo que fazendo uma equipa de jogadores da casa poderemos usar os fundos para cobrir lacunas manifestas.

    Já os da casa devem ser blindados salvo raras excepções. Raras excepções associadas à evolução deficitária ou a uma proposta excepcional. Fora esses casos, não devemos ceder jogadores.

    Isto permitiria uma situação de equilibrio. Pouco risco no investimento (comprar fora) e todo o beneficio do potenciar dos miúdos.

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  2. Os fundos são um instrumento como outro qualquer

    O problema são coisas como esta:

    1. O sporting paga 8,85 milhões por 100% de Elias
    2. No mês seguinte, o Sporting vende 50% de Elias a um fundo por 3,85 milhões de euros
    3. Ora: 3,85 + 3,85 = 7,7
    4. Ou seja: na negociação com o fundo, a administração do Sporting aceitou uma depreciação do jogador equivalente a 1,15 milhões de euros -- apenas um mês depois de o comprar

    Esta é que é a vergonha, não são os fundos per si.

    Ainda sobre os fundos:

    É verdade que os fundos partilham o risco, mas também partilham os lucros. Logo, quando o jogador entra no fundo, é preciso ter a certeza que a sua cotação de mercado é absolutamente rigorosa. Porque se não for, naturalmente o clube sai prejudicado

    E nenhum clube de futebol pode abdicar de receitas extraordinárias

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  3. E já agora:

    Daniel Oliveira, Record:

    "Até custa a escrever: o Sporting está a 1 ponto da linha de descida de divisão. Se isto acontecesse noutro grande clube, não sei se o presidente do clube poderia ir aos jogos.
    Mas a civilidade e a paciência dos sportinguistas são as suas imagens de marca. Felizmente. Em apenas duas épocas a equipa vai no 6.º treinador. Vendeu, e vendeu mal, alguns dos seus melhores jogadores. Da direção inicial poucos restam. A ver se nos entendemos: Pereira Cristóvão, Luís Duque, Carlos Freitas e Carlos Barbosa foram convidados por Godinho Lopes para a direção.
    A responsabilidade foi sua. Todos os jogadores que entraram e saíram fizeram-no por decisão final de Godinho Lopes. A responsabilidade foi sua. Todas as decisões financeiras passaram pela secretária de Godinho Lopes. A responsabilidade foi sua. Domingos Paciência, Sá Pinto e Franky Vercauteren foram contratados por Godinho Lopes. A responsabilidade foi sua.
    Não sei se é preciso não sobrar ninguém na direção, não sobreviver nenhum jogador com valor no Sporting, contratar o 10.º treinador e o Sporting descer realmente de divisão para Godinho Lopes perceber que o problema é ele. E, obviamente, demitir-se. Era isso que faria um qualquer presidente que pusesse os interesses do clube à frente de tudo o resto. Independentemente do seu envolvimento pessoal na relação com a banca.
    A presidência do Sporting merece-se, não se compra. Como Godinho Lopes parece não o perceber, terão de ser os sócios tratar disso. Espero que o façam numa próxima assembleia geral. Destabiliza a equipa? Mais do que a mudança trimestral de treinador? Perturba o campeonato? Mas o Sporting está no campeonato? Já nada pode ficar pior do que está e não são vitórias simbólicas que mudam o essencial. Ou se muda de rumo rapidamente, ou o presente do Belenenses será o futuro do Sporting"
    Daniel Oliveira, Record

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  4. Quando se contrata um jogador não se pode só olhar só à componente tecnica. O Elias é um grande jogador, mas não tem cabeça nenhuma. É um jogador fraco mentalmente o que faz com que à primeira dificuldade baixe os braços e não honre a camisola que veste.
    Infelizmente o Sporting tem lá vários jogadores desses.

    A grande questão é que não existe uma estrutura forte para por estes casos na linha. Um jogador que ganha milhares de Euros por mÊs, não pode baixar os braços e dizer que está desmotivado!

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  5. "Obrigado Daniel Oliveira"

    Obrigado por nos demonstrar que dos 9 elementos que eleitos para o Conselho Directivo, 2 saíram e foram substituídos em Assembleia-Geral (isso é com sócios, não é?).

    Obrigado por nos dizer que o Luís Duque e o Carlos Freitas foram convidados para a Direcção. Não sabia. Isso deverá seguramente dizer que o Carlos Freitas recusou um cargo como Administrador da SAD, porque do Conselho Directivo nunca foi.

    Obrigado por nos referir que, em 2 épocas, vai no 6º treinador. Porque nos faz ver mais além, talvez para lá do despedimento de Jesualdo Ferreira. Ou serão 3 épocas?

    Obrigado Daniel Oliveira por - para lá dessa coisa dos detalhes, coisa sempre pouco importante - por nos assegurar que o que virá é melhor do que o que lá está. Quando não sabemos o que virá.

    Obrigado Daniel Oliveira por nos dizer que o presente e o futuro sob este Conselho Directivo seriam o caos, mas em nada contribuir para ajudar a construir o futuro.

    E obrigado Daniel Oliveira por representar tão bem aqueles que nunca fizeram, mas disseram sempre que fariam melhor.

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  6. Ainda neste Natal tive uma grande discussão com o meu irmão sportinguista sobre os fundos. Ele vê-os como o demo enfiado numa organização, que mina a independência dessa mesma organização.

    Eu vejo-os como o Kovacevic. Por si só, um fundo, pode servir, e muito, os interesses de um clube. Digo isto se a sua utilização for estratégica, ponderada, pontual.

    Elias pode até ser fraco da cabeça, mas metido numa estrutura como a do SCP, liderada por um incompetente de primeira (LdA, acho que o homem não tem defesa nenhuma já e só a dignidade poderia salvá-lo, demitindo-se, mas não a tem, ao que parece), qualquer jogador não rende o esperado.

    Sem GL o SCP não vai melhorar por si só, também. Mas é o primeiro passo para que isso aconteça.

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  7. PLF,

    Estas a agarrar-te em pormenores para defender o indefensavel.

    Sabes tão bem como eu que as bases do projecto de GL era Luis Duque e Freitas para o futebol, se são administradores ou do conselho directivo são pormenores insignificantes, eles ja la não estão.

    Uma das premissas para aumentar as receitas do clube era trazer o Carlos Barbosa, que era o melhor. Não me parece que la esteja também.

    Para o patrimonio era objectivo trazer o PPC, onde ele está? Parece que saiu e ainda colocou o nome do Sporting onde não é normal estar, na justiça. Com razão ou não o nome foi lá parar.

    E o numero de treinadores não é motivo de orgulho, sendo 5 ou 6 sendo 2 ou 3 epocas, é miseravel o registo.

    Mas isso sou eu que penso. E ha tanto para falar...Até de uma lista negra da UEFA fizemos parte...

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  8. Certamente que não foi pela Ana Margarida Ulrich ou pelo Aureliano Oliveira Neves que GL ganhou as eleições...

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  9. André,

    Que as pessoas comecem a ser escrutinadas pela sua capacidade de acertar nos pormenores e pelo que propõem. Pessoas que nada propõem, que nada sugerem em alternativa, andam à boleia das decisões dos outros para poder criticar. Esses são uns cobardes.

    O que eu defendo e de há muito - ao contrário do que o senhor sugere (não me parece que o conheça de lado algum) - é que as pessoas sejam escrutinadas pela força das suas propostas. Só assim poderemos começar a fazer uma avaliação sobre se o problema esteve na ideia ou na sua implementação. Se o Daniel Oliveira não controla sequer os "pormenores" do passado que critica, quem lhe pode dar legitimidade para projectar o futuro?

    Um bocadinho mais de humildade era o que se pedia a estes pessoas que debitam sentenças como profissão. Mas isso o Daniel Oliveira não tem, porque ele é o paradigma do justiceiro, que acertou sempre apesar de nunca ter feito nada.

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  10. PLF,

    e escrutinar as pessoas pela competência demonstrada na gestão do Clube, não?

    Será ingenuidade minha ou outra coisa qualquer mas entre julgar uns pelo que fazem/fizeram e os outros pelo que dizem, eu não tenho duvidas.

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  11. Não conheço pessoalmente o Daniel Oliveira, não sei se já fez alguma coisa válida na vida ou não. O que eu sei é que por exemplo em relação ao SCP e com anos de opinião mais ou menos publicada nunca escreveu nada em abono do clube, como se o clube nunca tivesse feito nada de válido. É mesmo do SCP? Não sei, como já disse não o conheço pessoalmente mas calculo que ganha dinheiro à conta de também escrever sobre o SCP.

    E também porque faz parte destes comentadores profissionais que há agora. No passado sempre existiram mais ou menos os "opinion makers" que eram uma coisa completamente diferente, opinavam e lideravam opiniões com consequências, normalmente sobre uma determinada área onde já antes tinham demonstrado a respectiva "expertise". Continua a não me chocar nada ouvir um ex-jogador de futebol comentar um jogo. Já me faz confusão ouvir alunos a criticar professores. O que já não é possível é opinar por tudo e por nada, independentemente da retribuição. E depois dá no que dá.

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  12. FCS,

    Não percebo o seu comentário. Quem lhe diz que (a) eu não avalio as pessoas pela competência demonstrada na gestão do Clube ou que (b) a competência dessas não será objecto de escrutínio?

    Isto é, para perceber o seu comentário, teria de aceitar a premissa da sua pergunta. E a premissa da sua pergunta - que foge, e muito, ao teor dos meus dois comentários anteriores - é, em meu entender, acusatória, ofensiva e provocatória. Acusatória porque me imputa de não fazer algo que decorre intrinsecamente do critério que utilizo para avaliar as intervenções de todos, ofensiva porque, além de desonesto (por postular através de uma pergunta um facto que é falso), o facto que me imputa não joga bem com os valores que adopto para mim e, por fim, provocatória, porque não pretende o debate.

    Aliás, debate é o que menos se pretende nesta altura de "ouvir os sócios". Não deixa de ser curioso.

    Ah! E - para afastar quaisquer dúvidas - não tenho qualquer interesse em debater consigo, porque não gosto dos termos em que põe a discussão. Não gosto também dos termos em que os Daniel Oliveiras das vida põem a discussão e é para isso que serve a liberdade de expressão e a liberdade de opinião.

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  13. Paulo Guerra,

    Quando comecei este blogue tinha particular atenção pelo que diziam os colunistas sobre o Sporting. O Joel Neto e o Daniel Oliveira em particular.

    Ao fim de algum tempo, não muito, descobri mais ou menos o que nos diz aqui e que o PLF constatou acima e optei por ser mais criterioso na selecção de quem cito, porque se tiver que dar a cara dou pelas asneiras que escrevo. E totobolas à 2ª feira também eu acerto.

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  14. Este comentário foi removido pelo autor.

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  15. é simplesmente inacreditável a capacidade que as pessoas têm para NÃO mudar de opinião

    também gosto desse argumento: ah só dizem mal e não sei quê... nunca fizeram nada pelo clube...

    eu não sei o que fez o Daniel Oliveira pelo clube, mas sei o que fez Godinho Lopes: merda e mais merda e mais merda ainda

    quem não vê isto só pode estar comprometido com outro tipo de argumentos

    lamento, Lda e PLF.

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  16. kovacevic,

    ao longo do mandato de GL nunca deixei de fazer criticas o histórico do blogue comprova-o.

    Provavelmente para ti não são suficientes, mas terás que respeitar a minha opinião para mereceres o meu respeito.

    Lembro que Isso do comprometido com outros argumentos é válido para ambos e é um caminho um pouco escorregadio que prefiro evitar.

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  17. Kovacevic,

    Quer explicar-me com que outro "tipo de argumentos" é que estou "comprometido"?

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  18. Pessoalmente não nutro qq simpatia pelo daniel oliveira. Mas nutro muito menos pelo anormal que lidera o clube. Já está a dever vários meses à saída...

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  19. LdA,

    eu respeito a tua opinião, como já te disse inúmeras vezes

    não consigo é compreendê-la

    repara: nem se trata de não concordar contigo

    é outra coisa: não consigo situar as tuas posições num plano de raciocínio lógico e coerente

    que mais era preciso falhar no projecto do GL?

    sendo tu um blogger que me habituei a seguir (mais do que ler, seguir) e em cujos escritos quase sempre me revia, é difícil para mim entender que uses a palavra estabilidade como escudo para alguém que todos os dias lesa o Sporting um bocadinho mais

    PLF,

    que tipo de argumentos serão nem sequer imagino


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  20. Kovacevic,

    As pessoas de bem pelo menos concretizam as acusações que fazem. É uma pessoa de bem?

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  21. PLF,

    você -- posso tratá-lo por você, não posso? -- consegue perceber o ridículo de algumas afirmações que profere?

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  22. Kovacevic,

    Não consigo perceber o meu próprio ridículo. Não devo ter acesso à sua pedra filosofal, em que consegue discernir o ouro do chumbo, o bom do mau, a luz da obscuridade.

    Por exemplo, não consigo perceber - insuficiência minha, certamente - o que pretende dizer com "quem não vê isto só pode estar comprometido com outro tipo de argumentos". A forma como o interpreto (ridícula certamente), é que tenho motivações que não seriam transparentes. Mas como esse tipo de acusação soez, de calúnia, não fica bem a ninguém - talvez por reconhecer as minhas próprias insuficiências - resolvi perguntar-lhe para confirmar.

    Ficava grato se ajudasse.

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  23. Este tipo de comentadores como o Daniel Oliveira para além de opinarem sobre tudo e mais alguma coisa nunca conseguem elogiar nada, é uma impossibilidade intrínseca que arrastam com eles e daí o apreço e o espaço que a comunicação social de hoje lhes reserva. Se lhes pedirem uma auto-análise é bom que a seguir saibam onde está a caixa dos comprimidos, senão há azar.

    Quando disse que não o conheço pessoalmente, todos nós os conhecemos mais ou menos dos ecrãs que todos temos em casa e dependendo da profissão de cada um conhecemo-los melhor ou pior. E o que eu digo é que não é fácil a um cidadão comum compreender o Daniel Oliveira ou perceber como funciona o cérebro do Daniel Oliveira. O resultado é invariavelmente este que trouxeram aqui hoje.

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  24. http://notrocardaslinhas.blogspot.com.br/

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  25. O mal é que nos últimos anos há poucas razões para elogios no futebol profissional do Sporting.Se muitas ocasiões existissem posts como o que agora se discute não existiriam.


    É verdadeiramente inacreditável certas pessoas que se acham mais Sportinguistas que outros por não conseguirem encaixar certas criticas.Se elas existem por alguma razão é(antes não existissem).

    Alem do mais uma das razões para qual chegamos a este ponto foi por grande parte das pessoas (eu incluo me por o ter feito durante alguns anos) optar por silêncios verdadeiramente insurcedores durante demasiados anos em prol do clube (pensado que isso seria benéfico).

    Não foi,e revelou-se uma verdadeira bola de neve e hoje vive-se este "clima" .A massa associativa nada beneficiou com isto ,e hoje esta mais dividida que nunca e pior ainda o clube esta sofrer imenso dada a forma como se compactou com direções que se revelaram desastrosas.

    É triste que tenhamos de ter chegado a este ponto,mas se calhar isto era um reality check que o clube necessitava.Só é pena que só tenha sugerido quando batemos praticamente no fundo.Deveria ter sido evitado.

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  26. Vamos ver se a massa associativa está assim tão dividida.

    Parece-me que de certa forma isso é só mais um mito.

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  27. Caro PLF, gosto muito de o ler. Lamento apenas não perceber metade do que diz, e mesmo para perceber a outra metade tenho de ler duas vezes.
    Ainda não consegui perceber qual a sua opinião acerca da Administração LGL, quer em termos absolutos, quer em termos comparativos com outras Administrações, como a do saudoso JEB, por exemplo. Se pudesse, gostava de o ouvir/ler em relação ao tema.

    Já foi há muito tempo, ainda havia a Centúria Leonina e o seu blog estava aberto... Mas para lhe facilitar o exercício de memória, deixo aqui alguns excertos e links do que pensava então:
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    http://bancadadeleao.blogspot.pt/2009/10/jose-eduardo-bettencourt-esta-perder-o.html
    “Não somos nós - os terroristas - quem joga, não somos nós quem desvaloriza recorrentemente os jogadores, não somos nós que utiliza argumentos (que se prometeu não utilizar) como o orçamento apenas nos dias em que é menor...

    Pelo contrário, o miserável futebol e a errática liderança têm influência sim, mas no desejo de que se retome um percurso que seja positivo para o Sporting.

    Porque decerto concordará, atingir mínimos históricos não estará nos "desejos" de nenhum dos sportinguistas, terroristas ou anti-terroristas.

    No mais, se ainda não percebeu que o Sporting precisa de todos, terroristas e anti-terroristas, também será complicado explicar-lhe qualquer outra coisa...”
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    http://leaodaestrela.blogspot.pt/2009/06/os-punhos-de-renda-de-bettencourt.html?m=0
    “A mim, caro Orlando, dói-me a alma porque vejo sportinguistas a votar numa pessoa que não apresentou um programa (que chamou manifesto) e cujas ideias não conhecemos, temos apenas uma vaga ideia.”
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    http://bancadanova.blogspot.com/2009/12/...ot-if-you-were-last-junkie-on-earth.html
    “É preciso pôr a mão na consciência. Os Bancos, nesta relação com o Sporting, não são como a família que – com pena pelo sofrimento e esperança na recuperação – contribuem com mais uns €uros a fundo perdido na ilusória expectativa que este seja o último chuto. Os Bancos são antes o dealer que apenas está interessado na sobrevivência deste junkie na exacta medida em que à sua morte corresponderá uma perda de receitas.”

    ************************************************
    http://leaodaestrela.blogspot.pt/2009/06/bettencourt-e-gestao-desportiva.html
    “E se o modelo deve ser o (ditatorial) do FCPorto, em que os associados não podem pronunciar-se em AGs (sob coacção física), então saberão seguramente o que podem contar deste associado.

    Não dou dinheiro a malandros.”

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  28. Já agora caro PLF, se pudesse concretizar a acusação que fez ao ex-Presidente JEB, chamando-o de malandro...é uma pessoa de bem, certo?

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  29. Kovacevic,

    O momento é pouco propicio para discussões com o mínimo de razoabilidade e a prová-lo está o facto de o que pretendia ser uma discussão sobre os fundos - um tema que me parece merecer a pena debater - ter sido imediatamente capturado pela tema que se seguiu.

    Neste momento se tivesse colocado um post sobre as marés o resultado seria mais ou menos o mesmo...

    Mas por os ânimos estarem extremados e haver um deficit de racionalização não me parece correcto recorreres à forma redutora e que não respeita a essência do do que tenho aqui proposto.

    Não tenho falado em estabilidade mas em prioridades e ainda não encontrei um comentário que me fizesse repensar os meus argumentos.

    Por isso deixo aqui o link dos posts que escrevi esta semana para que possas fazer, tu e quem quiser, a avaliação pessoal:

    Sobre o actual momento do Sporting:
    http://anortedealvalade.blogspot.pt/2013/01/sobre-o-actual-momento-do-sporting.html

    Sobre a contratação de Jesualdo e as condições que terá para desenvolver o seu trabalho:
    http://anortedealvalade.blogspot.pt/2013/01/finalmente-uma-boa-noticia-e-uma-boa.html

    Não que a estabilidade não seja um factor importante mas é impossível falar com estes resultados e classificação.

    E enquanto eles se mantiverem como estão não haverá nem estabilidade nem racionalização possível.

    Não me parece que o meu discurso seja desprovido de lógica, acho até que é muito mais racional que grande parte dos argumentos que o tentam contrapor. Ser-me-ia mais fácil juntar à manada que é mais ou menos o que me parece o conjunto de banalidades que o Daniel Oliveira debita.

    E não apenas banalidades e falta de respeito pelos factos. É também a forma distante como se posiciona em relação ao clube, não propõe nada e nem sequer se dispõe a fazer o que lhe parece ser essencial, manda os outros fazer.

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  30. FS,

    Primeiro, porque isto cada vez me é mais importante: o meu nome é Pedro Fajardo, o seu é?

    Talvez não seja uma pessoa de bem. Mas a minha "acusação" de ser um "malandro" parece-me um tanto mais ligeira e qualificada - o que é bem demonstrado no "se... então..." do que a insinuação deixada pelo Kovacevic, quando sugeriu que teria uma agenda escondida. Satisfaz a resposta ou faz parte daquelas que não consegue compreender, mesmo lendo duas vezes?

    Sobre a minha opinião sobre a presidência de LGL, digo-lhe desde já que não tem a menor relevância e que - se for associado como eu sou - terá quanto muito a mesma relevância que a sua. Nessa medida, e também não era tido nem achado nesta "conversa" e os meus comentários em nenhum ponto abordaram a bondade ou a "maldade" da gestão de LGL, acho que estar aqui a transmiti-la seria um exercício totalmente inútil.

    Mas mais lhe digo. Em nenhuma das opiniões que aí verteu - no que o parabenizo pelo interesse e trabalho (que me deixam admirado) - mudei de opinião. Nomeadamente aquela que poderia ser mais "engraçada" da possibilidade de pronúncia dos sócios em AG, veja lá. Não sou partidário de um despotismo iluminado, mas da responsabilidade e responsabilização democrática (ainda que os termos da "democracia" numa AG sejam verdadeiramente atípicos e não falo do número de votos).

    Sobre o mérito da gestão (ou do programa) do LGL já falei - e muito - no meu blog, com as pessoas com quem gosto de falar. Reconheço-lhe muitos méritos, assim como muitos deméritos, e não preciso de estar "comprometido" com qualquer coisa para o fazer. Felizmente ainda vivemos num país (e mesmo numa associação), em que há liberdade de expressão, pese embora, nesta blogosfera haja uma ausência de respeito pela pluralidade de opinião que... ora veja bem se faz sentido:

    1. Invoke a terrifying internal and external enemy
    (...)
    2. Develop a thug caste or paramilitary force not answerable to citizens
    3. Set up an internal surveillance system
    4. Harass citizens' groups
    (...)
    5. Target key individuals
    6. Control the press
    7. Treat all political dissidents as traitors

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  31. (cont)

    E termino com isto. Se quisesse ser um perfeito atrasado mental, dizia-lhe que "quem não vê isto só pode estar comprometido com outro tipo de argumentos" (sendo "isto", a forma como eu vejo as coisas) e ser acusado - o que já fui muitas vezes - de pretender o que quer que seja no Sporting ou ser pago para o fazer. Não o faço e não é apenas pela calúnia subjacente, é porque tenho um bocadinho mais de respeito pelos demais associados. Eu sou um "terrorista" e as minhas opiniões, nomeadamente aquelas que foram publicadas no jornal do Sporting, foram extraordinariamente duras com os actos da actual gestão. Mas não sigo - recuso-me - a cartilha de alguns "opinion makers" que não olham a meios para a atingir os seus fins. E olhe que nem todos os fins são ilegítimos - por exemplo, o de derrubar os actuais corpos sociais - e nem todos os meios são ilegítimos. Só que alguns fins e alguns meios, se algum dia atingidos, voltarão para lhes morder no rabo.
    Como é bom de ver, pôs-me a debater comigo próprio, o que é sempre um exercício interessante (até porque poderia cair o carmo e a trindade se uma pessoa, no espaço de 4 anos, tivesse mudado de opinião, quer muito, quer pouco). Mas o seu exercício - que me coloca num lugar que não mereço - tem o mesmo de censurável que o do Daniel Oliveira: se não conheço as suas ideias, como poderia discuti-las consigo? No fundo é isto, o exercício visa apenas tentar provocar um qualquer efeito sobre a minha pessoa/opiniões (actuais ou passadas) sem contribuir o que seja. E ficamos nisto: o senhor tenta colocar uma opinião em causa sem a rebater e quem perde? É o Sporting.
    É este o tipo de exercício que me enoja. Enojam-me as pessoas cujas opiniões andam ao sabor do vento, ao sabor dos resultados, ao sabor do empirismo ou (pior) ao sabor de um sentimento profundamente negativo, intestinal, sobre outras pessoas. O Sporting precisa de menos Daniel Oliveiras e de mais pessoas dispostas a pensar o futuro, em vez de pessoas dispostas a desenterrar afirmações do passado para ajustar contas com o presente. Ser-me-ia fácil juntar-me à opinião dominante e navegar ao sabor do vento. Se não o faço é por dever de consciência.

    Faço muito poucos comentários A Norte e uma das razões é isto: são raras as vezes em que não há comentários como os seus e são raras as vezes em que não há comentários como o do Kovacevic. Como o espaço não é meu e me estou positivamente a marimbar para que as pessoas conheçam a minha opinião, raramente digo alguma coisa. Mas às vezes há coisas que jogam comigo, como esta apologia do Daniel Oliveira, e dou por mim a responder. O que eu gostava de saber é porque mereço um tratamento diferente dos outros... É a democracia, que só funciona quando gostamos do que ouvimos...

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  32. LdA,

    Consegues obter a totalidade da notícia do Expresso sobre esta notícia?


    "Proposta de reestruturação financeira apresentada pela banca aos responsáveis do Sporting prevê como garantia as receitas de quotização nos próximos 40 anos e um perdão parcial de dívida"

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/banca-quer-ficar-com-quotas-do-sporting=f778899#ixzz2HnwndOG9

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  33. "apologia do Daniel Oliveira"

    hahahahaha!

    é de cair da cadeira, este PLF

    ResponderEliminar

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