segunda-feira, 15 de setembro de 2014

As 4 primeiras jornadas: relance do futuro em 4 episódios

Quatro jogos passados desde o inicio do campeonato, o Sporting colecciona 3 empates e uma vitória. São quatro jogos suficientes para avaliar uma equipa e prever o seu futuro no campeonato? 

Começando pelo fim, prever o futuro em geral é uma actividade reservada aos cartomantes, com os resultados que todos conhecemos. Mas, quatro jogos, três dos quais com equipas que se estimam vir a lutar pela permanência ou ficar na segunda metade da tabela, e um com um candidato ao titulo, são suficientes para perceber pelo menos algumas tendências.

A falta de eficácia como explicação
Até agora o Sporting marcou em todos os jogos, porém isso não lhe trouxe grande felicidade. A constatação da semana, face ao que foi o jogo com o Belenenses, é que o Sporting pecou por falta de eficácia. Todos apontam mais ou menos o mesmo problema, mas ninguém define exactamente o que isto significa. A que "medida de eficácia" estará obrigado o Sporting? 1 golo por quantas oportunidades por jogo? Qual é a métrica de um candidato ao titulo? 

Como parece mais ou menos óbvio não há respostas taxativas para estas questões, o carácter aleatório do futebol assim o determina. Uma equipa pode ganhar um jogo apenas com uma oportunidade de golo e no jogo seguinte pode precisar de dez oportunidades para concretizar. O que faz a diferença entre as boas equipas e as restantes é que as primeiras ganham mais pontos, independentemente do número de oportunidades que precisam para concretizar. 

Explicar a perda de pontos apenas por um dos lados da questão é não perceber o futebol no seu todo. A eficácia, seja lá o que isso for, é tão importante a atacar como a defender. As grandes equipas prevalecem sobre as demais nos diversos momentos do jogo e não apenas num deles, e a perda de pontos do Sporting explica-se por aí. Não por acaso, a única vitória até ao momento alcançada, foi o único jogo em que não sofremos golos.

Os problemas
Há quem ache que o problema é Marco Silva. Há quem ache que é a falta de sorte, de garra, a defesa, o Sarr, a dupla de centrais, o André Martins, ou até ainda deve haver que o problema é Carrilo. Sim, esse mesmo que, por acaso, está praticamente em tudo o que é golo nestas quatro jornadas. 

Os maiores problemas vou buscá-los antes da época começar:

 1- A boa campanha do ano passado teve como resultado a sobre-avaliação do plantel e até alguns dos seus elementos tidos como mais importantes. Apesar de termos ficado à frente do FCP, por exemplo, não tínhamos melhor plantel, "apenas" trabalhamos melhor.

A minha opinião sobre alguns deles:

- William Carvalho não é tão bom como se especulava o ano passado nem tão mau como alguns agora pretendem. Muito melhor do que Rosell, ainda assim. 

- Slimani não é melhor nem pior hoje. O final do ano passado e o bom mundial deram a ideia de que seria imprescindível como protagonista mas, para uma equipa que precisa de um goleador para ser campeã, nesse papel, é uma fonte de... enganos. Não digo hoje, influenciado pelo último jogo, digo-o desde o final da época passada, continuando a pensar que se perdeu uma boa oportunidade quando não se lhe fez a vontade de o deixar sair. Slimani é o "último toque na bola", de preferência de cabeça. Não se pode pensar de outra forma de alguém que tem tão má relação com a bola nos pés e não percebe a importância de uma assistência para um colega, ou de uma tabela.

- Montero criou a imagem de estar fora de forma e de falta de confiança. No entanto, quando faço um roll-back dos jogos feitos e das oportunidades falhadas neste tempo que leva de "seca extrema", não me recordo de ser tão perdulário como Slimani foi, por exemplo, frente a Artur na Luz. Duvido que no lugar de Slimani, no jogo com o Belenenses, nas oportunidades que teve nos pés, na primeira parte, não tivesse pelo menos uma vez procurado servir um colega melhor posicionado (Carrillo no primeiro lance, Carrillo e Adrien no segundo). Já nem sequer especulo sobre a possibilidade de rematar melhor na totalidade das 3 oportunidades que teve nos pés.

- Jefferson, pelo menos o mais certinho que conhecemos, ficou algures na época passada. As abébias no seu corredor já vêm do ano passado e ameaçam tornar-se um clássico. Passaria mais despercebido num sector globalmente mais capaz.

- De Maurício já falei vezes sem conta, mantenho o essencial: a formar dupla com Sarr é "andar mesmo a pedi-las". O francês a cada jogo vai confirmando a primeira impressão: péssimo posicionamento, pouca aptidão e compreensão do jogo, a que associa dificuldades de concentração comprometedoras. Esteve em todos os lances de perigo da nossa baliza. No lance do golo do Belenenses o seu comportamento foi mais de um excursionista a pensar onde por a toalha e lancheira do que um defesa central. O golo acabou por ser um penalty de cabeça para Patrício.

- Até me custa dizer isto, uma vez que sempre aqui defendi a qualidade de Adrien quando se diziam enormidades a seu respeito. Mas se ele tem sido importante em matéria de recuperação de bolas, continua a faltar-lhe definição nos últimos momentos. É isso que lhe está a faltar para ser um "jogador de um grande" e indiscutível na selecção.

2- A falta de reforços, cuja excepção é Nani. Ter o melhor jogador ou um dos melhores jogadores do campeonato não resolve o problema porque o fosso para alguns deles é tão grande que anula, como em muitas jogadas se viu no último jogo, parte da sua inegável qualidade. O problema de o futebol ser um jogo colectivo. O que se pediu a Marco Silva foi que fizesse um bolo melhor do que conseguido por Jardim com praticamente com os mesmos ovos. A farinha e o fermento ainda estão a medrar na equipa B, no banco ou na bancada. O problema foi terem-lhe pedido o bolo para já...

As culpas de Marco Silva
O trabalho do  treinador dificilmente escapa ao crivo dos adeptos, especialmente quando os resultados não são os desejados. Quando se ganham há sempre muita gente a aparecer na fotografia. 

Sem prejuízo de constatar que há muito a melhorar em quase todos os aspectos do nosso jogo e que essa perspectiva está longe de estar esgotada, não deixo de alinhar pela opinião dos que acham que hoje se joga melhor do que no final da temporada passada. E quando se joga melhor não se pode perder a esperança de melhores resultados. Razões que justificam que não se coloque em causa o seu trabalho e muito menos a sua continuidade.

Se há uma culpa do treinador que me parece clara foi não ter uma intervenção mais directa na formação do plantel. Não me parece que haja algum jogador indicado por ele. Um maior trabalho de cooperação e entendimento entre ele e a SAD - afinal tem um contrato longo - poderia ser mais vantajoso para todas as partes. 

Na apreciação ao jogo de sábado não deixo contudo de dizer que esperava outra(s) coisa(s) de Marco Silva:

Em particular no jogo de sábado, a presença de Montero no onze inicial era uma delas, pelas razões acima aludidas. Não percebi a saída tão precoce de Carrillo - poupar um jogador para um jogo que há-de vir não faz sentido quando o jogo presente não está ganho - ou a saída de Martins quando Adrien não fazia um passe de jeito. Capel para centrar para a molhada aos 60m, quando se percebia a desinspiração total de Slimani, também não me pareceu fazer tanto sentido. Tal como abdicar de Mauricio, deixando a Sarr a incumbência de comandar a defesa...Marco Silva pôs mais coração do que cabeça e organização o que, de certa forma, contrariou a impressão que tinha dele.

Na apreciação geral estranho, até pelo que se conhecia do seu trabalho anterior no Estoril, que Marco Silva arrisque o que está a arriscar na composição da defesa. As opções não são muitas, estão longe de serem incontestáveis, mas existem. O Lateral Esquerdo dizia há dias que esta defesa era um desastre à espera de acontecer. Oxalá ele não chegue, mas os pequenos despistes já nos estão a fazer mossas que pode ser comprometedoras.

Conclusões
1- O Sporting, pela qualidade do seu plantel, só é candidato ao título se os outros dois falharem, o que é bem diferente de se assumir simplesmente como candidato ao titulo de forma pura e simples. Isto não é semântica, é constatar o óbvio. Por exemplo, com Jackson e um defesa central a sério esta perspectiva mudava de figura. Mas eles não estão e por isso um discurso realista face às circunstâncias tenderia a aliviar a equipa.

2- O facto de ter perdido pontos em jogos com equipas pequenas até me parece injusto, tendo em conta o que se passou nesses jogos, mas é bem a marca do futebol português. Não há nada de novo aqui, as equipas jogam com todas as armas ao seu alcance, nós desempenhamos os mesmo papel quando temos que enfrentar adversários com argumentos superiores aos nossos. Estar preparado para isto é estar preparado para ser campeão.

3- O meu maior temor nos jogos que se seguem estão na componente anímica. As alterações introduzidas por Marco Silva no jogo de sábado potenciaram um padrão de ansiedade sobre a organização e o método, pelo que as queixas do treinador no final do jogo até fazem pouco sentido. Uma sequência negativa potencia a descrença que, uma vez instalada, é difícil de contrariar.

4- O "melhor resultado", até por força do histórico recente, foi alcançado com a equipa mais forte que defrontamos até ao momento. O que revela que os jogos onde disporemos de maior espaço para jogar serão, em teoria, os que estaremos mais capazes de discutir resultados aparentemente improváveis. Um bom resultado frente a um adversário forte pode ser o catalisador que está a faltar na fórmula de Marco Silva.

11 comentários:

  1. Leão,

    Como sabe, tenho a tendência de concordar 99%, só para estimular o debate quanto ao restante 1% :). Mas esta análise parece-me perfeita. Nada a dizer.

    Pergunto, já agora, o seguinte: sem prejuízo de melhorias que obviamente possam resultar do tempo (de trabalho do Marco Silva), entende que a mudança de alguns protagonistas poderia ser suficiente para, no imediato, o rendimento ser outro (ou seja, jogando assim, neste modelo, com outros jogadores, isso por si só bastaria para melhorar)? Isto, obviamente, deixando sempre espaço para a aleatoriedade própria de um jogo de futebol...

    Um abraço

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  2. Koba, assim nem respondo, perde toda a piada.
    Agora a sério:
    Acabei de visitar o F3 e vejo que estamos de acordo.
    Sobre a perguntae querendo ser justo e até coerente com o que escrevi "bastaria"que tivéssemos marcado um golo mais é até primeiro para tudo ser diferente e estarmos a falar agora de outras coisas.
    Parece-me que a solução seria mista. Mudar algumas peças, ou uma (o centro da defesa, p.ex.)acreditar na proposta de jogo, porque no essencial parece correcta e tentar melhorar os aspectos menos bons como por exemplo alguma desorganização quando se perde a bola. No ataque parece-me mais complicado ultrapassar 3 linhas de 11 defesas como fez o Belenenses, especialmente quando o tempo corre com 1 resultado adverso. Vai acontecer mais vezes, acredito menos quando vejo o que vi no sábado.

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  3. Marcamos sempre o mesmo número de golos até aqui, um por jogo. E ganhamos quando não sofremos golos, aconteceu uma vez. Logo está praticamente tão difícil marcar como fácil sofrer, mas fez toda a diferença.

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  4. No futebol moderno é sempre mais grave sofrer que não marcar mas como com equipas pequenas se passa muito tempo na frente...

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  5. LdA
    Boa análise. E concordo na totalidade com os 4 pontos da conclusão. Preocupa-me essencialmente o ponto 3, incontornável e que reduz drasticamente o espaço de manobra do treinador e de todo o projecto se a espiral negativa persistir. Espero seriamente que não, e que se consiga rapidamente ultrapassar esta dificuldade de ganhar jogos.
    Garantidamente o futebol de MS é muito distinto de LJ. É notória a liberdade concedida aos nossos avançados. Nani, Carrillo e A Martins percorreram várias zonas do campo, com mais jogo interior, bem diferente do "rigor" tático do ano passado.

    Em relação ao quarteto defensivo, considero que é o setor mais fraco neste momento. A dupla de centrais ainda se está a fazer (com estes ou com outros do plantel). E eu estou com imensa dificuldade em deixar de lamentar o irremediável, que são as saídas prematuras da mais promissora dupla de centrais, Ilori e Dier.

    Deixo por isso à discussão, embora reconhecendo que MS é quem trabalha diariamente com os atletas e que terá obviamente superior capacidade de escolher os mais bem preparados. Mas aqui para nós: quem escolherias para centrais? E quem deveria saltar fora, na tua opinião: Sarr ou Maurício?

    Reconheço enorme potencial a Tobias. tenho procurado assistir a todos os jogos da B que são transmitidos para o ver actuar e a minha opinião é a de que se está a fazer um belo central, mas não sei se já está preparado para assumir a titularidade nos A. Isto porque aquilo que eu considero que a equipa A mais precisaria nesta fase seria alguém com grande maturidade, capaz de transmitir a tranquilidade necessária à restante equipa (Dier...). Em relação ao Oliveira confesso que foi uma desilusão o que vi na pré-época e não sei se consegue, neste momento, oferecer a estabilidade que a equipa precisa.
    Portanto, reconheço dificuldades para MS melhorar substancialmente o sector!

    SL

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  6. Há pouco a acrescentar a esta análise, bem como às que foram escritas no "Futebol a 3" e "Lateral Esquerdo" acerca desta partida e sobre o futebol actual do Sporting.
    Há coisas muito boas mas com os intervenientes errados. Ter este Nani e não aproveitar os desequilibrios que provoca, mesmo em equipas com 3 linhas defensivas muito próximas como foi o Belenenses, é um crime.

    Em resposta ao Koba, o Leão refere isto: "Vai acontecer mais vezes, acredito menos quando vejo o que vi no sábado."
    Nem mais. Jogos como aquele e equipas como as do Belenenses são mato nesta Liga. Mas a forma como se tentou contorná-la é que nos deve deixar preocupados. Se Marco Silva acha que se resolve com centros "sem olhar", em balão, sem critério, de Capel e outros tais para o Slimani, então o ano será penoso e a classificação ridícula.

    A pré-época é sempre ilusória mas, ainda assim, esta demonstrou-nos coisas muitas boas, até certo momento. Voltar ao que aí foi feito (já sem Dier - um crime...) mas com Montero é o 1º passo.

    E quem vê as prestações de Maurício, Sarr (enfim...) e Jefferson pode, hoje, perceber que as análises que vem sendo aqui feitas, neste espaço sempre tão injustamente atacado, nunca estiveram tão próximas da realidade.

    A meio de Setembro a corda já está na garganta. Este já é o Sporting que sempre conheci, infelizmente...

    Agora mais que nunca, é tempo da Direcção e Equipa Técnica demonstrarem o que, realmente, valem.

    E que o Maribor não seja um novo Videoton.

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  7. A questão de sofrermos mais golos resulta do SCP esta época ser uma equipa muita mais desequilibrada, fruto de se expor muito mais em todos os momentos do jogo. Lê-se muito que o futebol de Marco Silva entusiasma mais mas esta é o outra face da mesma moeda. Não é igual perder a bola no corredor central ou nas alas ou quando o André Martins aparece mais subido, como se diz, não deixa de ter costas. E depois com estes centrais tão subidos... Leonardo Jardim não só retirava o melhor de cada um como ainda escondia muita coisa. E depois quando não se marca. Era imperativo uma ideia de jogo mais condizente com os jogadores que há.

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  8. LdA, acho que estamos todos um pouco como o tolo no meio da ponte. Por um lado, o "futebol jogado" parece melhor; por outro temos perdido mais pontos.
    A ineficâcia não justifica tudo, mas justifica mesmo muito, principalmente qd comparámos directamente com o ano passado: arrancámos em grande, cada bola na área o Montero metia-a lá dentro; veio a seca de Montero, trememos, começou a ser Slimani a resolver. Este ano ainda nenhum dos 2 resolveu. O único golo que têm em conjunto é... do Artur.
    Sobre o Montero, novamente, sou mais um tolo no meio da ponte: é melhor jogador, muito bom toque de bola, inteligente. A bola não tem entrado. Um avançado vive de golos, não pode ficar eternamente sem marcar. Tenta-se a alternativa. Mais cedo ou mais tarde teria de ser --- até qd pode ficar um avançado sem marcar sem se tentar alternativas? A alternativa tb não marca...:( bolas, raios, e agora!?!? Uma coisa teria certamente feito diferente: Montero muito mais cedo no jogo c/ Belenenses. Ainda que a começar do banco, a precisar de marcar fazia Montero entrar bem mais cedo.

    (Com o mal dos outros podemos todos mto bem, mas, já agora, o Aboubakar entrou aos 90')

    Outra coisa que me deixa triste é a substituição Carrilho~>Capel ao 60': já no jogo c/ SLB assim foi, em ambos os jogos não ganhámos nada.
    Da dupla de centrais: ainda não recuperámos do choque de perder Rojo e Dier no fecho do mercado. Estou certo que MSilva não contava perder os 2. Talvez um, mas não os 2 ao mesmo tempo.
    2-3 bons resultados seguidos podem ser o catalisador, vou ter fé.

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  9. Tb me parece muito pertinente o comentário do anónimo das 10:10: a estratégia de Jardim passava precisamente por risco mínimo; atacávamos de forma mais limitada, mas cada perda de bola era muito menos perigosa. Esta proposta de jogo é mais agradável. Impõe maior risco. Agora como a bola não entra mais vezes do outro lado, se calhar não era mau pensado correr menos riscos... pronto, demos a volta, tolo no meu da ponte outra vez :) Nada fácil qd não corre tudo como gostávamos.

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  10. Alma_leonina, o Tobias tem a mesma idade do Sarr e está muito melhor preparado que o francês, não tenho qualquer dúvida. Isto não é dizer que não falharia no lugar dele. No caso concreto do francês, no jogo com o SLB, falhou muito mas o golo não resultou de uma falha únicamente sua, foi colectiva+boa jogadas do adversário. O Sarr nem sequer é melhor que o Ruben Semedo, apesar deste não ser tão bom como Tobias. Não tenho dúvidas que o Sarr deveria ter feito o mesmo caminho do Sacko e o Tobias estar no lugar dele. Atenção, só falo no Tobias, mas poderia ser o Paulo Oliveira também. Obviamente que se pudesse escolher também teria preferido um jogador com outra tarimba, embora isso seja menos importante do que saber o que é necessário para fazer o lugar. Uma coisa é certa, os últimos centrais que formamos sabem-no.

    O MS tem um problema nesta aposta: não lhe ficou tempo para rectificar. Se fosse o ano passado poderia pensar em mudar alguma coi

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  11. O MS tem um problema nesta aposta: não lhe ficou tempo para rectificar. Se fosse o ano passado poderia pensar em mudar alguma coisa esta semana ou pelo menos preparar. Isso não se consegue de um dia para outro.

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