terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Momentos gratos da minha vida, e um Sonho numa Noite de Inverno *

A abrir a recordação de alguns dos muitos bons momentos da minha vida que devo ao Sporting Clube de Portugal, cumpre-me agradecer ao amigo José Duarte Pereira e ao seu excelente blog "ANortedeAlvalade" o convite que me foi dirigido para escrever – com muito agrado - o  artigo seguinte para o referido blog.

Ser uma pessoa de idade tem seguramente algumas desvantagens, sobretudo por se ter ultrapassado o fio invisível que assinala a metade da vida humana. Não posso dizer o contrário. Mas tem igualmente as suas vantagens, materializadas na experiência adquirida e num capital enorme de boas e más recordações. No tocante aos momentos desportivos que retenho na memória, muito devo ao grande clube de que sou apaixonado desde a minha infância. 

Não sou, por norma, dos que dizem “no meu tempo é que era bom”.

Mas os meus setenta e três anos deram-me a vantagem incomensurável de viver alguns episódios gloriosos do nosso Clube, que situo entre meados da década de 40 e o ano de 1985. Aqui, sim, digo com muita convicção e frequentemente: “no meu tempo é que era bom”. Enganam-se os que pensam que me refiro unicamente ao futebol e mais concretamente à época dos “cinco violinos”.

O Sporting já foi um clube de projecção internacional, não só no futebol, mas noutras modalidades desportivas geradoras de grandes alegrias aos seus adeptos.

Não podendo falar de todos os factos (e muitos são) de que me recordo, constitutivos da “minha história de encantar”, abordarei unicamente alguns dos que mais me marcaram no futebol, no atletismo e no ciclismo

Começarei pelo capítulo FUTEBOL.

Para quem hoje pode facilmente e em directo ver os jogos do nosso campeonato - e não só -, será difícil entender que, no tempo dos cinco violinos (entre 1946 e 1953), o acesso aos jogos de futebol ou se fazia presencialmente (o que, para mim, era difícil por viver longe de Lisboa), ou através dos relatos da Emissora Nacional feitos, primeiro, pelo relator (assim lhes chamávamos) Quádrio Raposo, e mais tarde por Amadeu José de Freitas.

Com que ansiedade o relato era aguardado, antecedido sempre por marchas militares, igualmente emitidas no intervalo. Não havia comentários. Ouvia-se o relato e era um pau.

Em meados da década de 40, começa a formar-se a grande equipa do Sporting, a qual viria a atingir o seu auge com os “cinco violinos”, designação que lhe foi dada pelo jornalista Tavares da Silva, mestre em atribuir cognomes a jogadores. Lembro-me de ter chamado “Malhoa” a Vasques, - um dos “violinos” - por este grande jogador realizar o seu jogo em pinceladas, designando-o também como “galgo de raça”, pela forma elegante como corria e jogava.

Nessa época, a baliza do Sporting era defendida por João Azevedo, para mim o melhor guarda-redes português de sempre. Recordo um jogo entre o Sporting e o Benfica para decidir o Campeonato de Lisboa. Tinha eu ainda nove anos. João Azevedo lesionou-se num braço, com gravidade, na primeira parte do pleito. Como as substituições não eram então permitidas, Veríssimo foi para a baliza. Se bem me lembro, aos 15 minutos da segunda parte, com o jogo empatado, Azevedo voltou ao campo, com o braço lesionado imobilizado. Mesmo assim diminuído, Azevedo defendeu tudo o que foi à baliza. Um fenómeno! O Sporting venceu por 3-1, e o próprio público adepto do Benfica aplaudiu, no final, Azevedo. Nesse tempo, não se falava em “fair play”, mas a correcção existia no futebol. Eu, junto da “telefonia”, dava saltos e os deveres escolares ficaram esquecidos.

A equipa dos “cinco violinos” fazia exibições que eram verdadeiros recitais. Daí, o seu nome. Mas a equipa não era só constituída pelos cinco avançados que lhe deram o nome. Para além de Azevedo, lembro três grandes defesas: Cardoso, o capitão, Barrosa, excelente central, e Manuel Marques, defesa esquerdo, o tal que jogava sempre com um lenço na ilharga do calção, (não sei porquê). Canário, um médio de grande precisão de passe, acompanhado por Veríssimo e – por vezes – Juvenal, eram os municiadores dos cinco avançados, todos estes com um poder de passe, finta, corrida e remate terríveis. Que o digam o Lille (França) e o Norrkoeping (Suécia) ambos com 8-2 nas algibeiras, e ainda o Atlético Aviación (o actual Atlético de Madrid), derrotado no seu estádio por 6-3, com todos os golos marcados pelo extremo direito Jesus Correia. Foram, na verdade, jogos particulares, mas com projecção, por não existirem quaisquer torneios internacionais entre clubes.

Por falar em torneios internacionais, o Sporting teve a honra de abrir esse capítulo, primeiro na Taça Latina em 1949, ganha pelo Barcelona e, depois, na primeira Taça dos Clubes Campeões Europeus. Com que nervoso, sofrimento e alegria eu ouvia os relatos nesses rádios manhosos, a fazerem uma chiadeira dos diabos! 
 
Tive a sorte de viver esses tempos de glória. Habituado às vitórias, qualquer empate me deixava embirrento durante uns dias, com dificuldade de estudar e comer a sopa, o que me valeu alguns tabefes. Só as vitórias interessavam.

Para mim, pese embora a categoria de todos os outros jogadores, e um deles - José Travassos -, foi mesmo o primeiro jogador português a jogar numa Selecção da Europa (hoje qualquer bicho careta joga nessas selecções, mas nesse tempo isso não era possível), o meu ídolo dessa equipa era Fernando Peyroteo, por ser ele quem me dava mais vezes a alegria do golo e obrigava o relator a gritar “goooooooooolo do Sporting! É de Peyroteo!” Que grande goleador!

Apesar de viver longe, assisti a vários jogos dos “cinco violinos”, que afinal eram onze, mas lembro-me particularmente de um realizado no velho Estádio do Lima, do Porto, onde jogámos e vencemos o F.C. do Porto. Recordo-o, porque no intervalo tive oportunidade de participar, como os outros milhares de assistentes, nas filmagens do “Leão da Estrela” em que nos pediram para acenar, bater palmas e realizar outras manifestações, que depois entrariam no filme, com natural regozijo dos adeptos do Sporting, pela vitória alcançada. No filme, ganhámos e, na realidade, também.

Há, porém, um jogo que me marcou profundamente, e me fez saltar tanto na cama, que parti as tábuas de suporte do colchão. Foi o Sporting-Manchester United,  da Taça das Taças de 1964,  em que vencemos por 5-0,  e eliminámos uma grande equipa, recheada de jogadores mundialmente famosos,  ultrapassando os 4-1 da derrota sofrida em Manchester. A vitória da Taça das Taças foi boa, mas a emoção desse jogo, onde brilhou Osvaldo Silva, foi incrível! 

Depois da década de 50, o Sporting ainda teve grandes equipas de futebol. Lembro-me das equipas de 1961/62, de Fernando Mendes, Figueiredo – o “Altafini de Cernache”-, Geo, Lino e Hilário; a de 1965/66, uma equipa constituída por grandes jogadores, como Morais (o do cantinho na final da Taça das Taças, efectuada em Antuérpia), Alexandre Baptista, José Carlos, Peres, Pedro Gomes, Hilário, Carvalho, Lourenço (o dos 4 golos ao Benfica, na Luz) e Oliveira Duarte. Quase Todos eles foram convocados para o Mundial de 1966, mas alguns não tiveram oportunidade de jogar, apesar, de estarem em grande forma, como Peres e Lourenço, o que valeu grandes críticas ao seleccionador, sócio do Benfica (pois claro!); a equipa de 1973/74, de Damas - para mim, o segundo melhor guarda-redes português de sempre - e do famoso Yazalde; a equipa de 1979/80, de Jordão e Manuel Fernandes, famosa pelos 7-1 ao Benfica, com 4 golos desse grande capitão e sportinguista. Grandes épocas do Sporting em que ganhámos vários campeonatos, taças e torneios. Sim, “no meu tempo é que era bom”.
 
Depois de 1980, para mim, o Sporting nunca mais teve equipas de futebol que garantissem elevadas prestações em anos sucessivos, pese embora o grupo onde pontificavam Jardel e João Pinto, que durou apenas um ano. Foi um fogacho.

O Sporting deste período era um Clube verdadeiramente eclético praticando um número elevado de modalidades desportivas, com atletas e equipas de grande craveira nacional e internacional. Isto permitia que, em épocas de baixa da equipa de futebol, o “ego” sportinguista se mantivesse elevado, por força dos êxitos dos seus atletas noutras disciplinas desportivas. Desde o Hóquei em Patins até ao Basquetebol, passando pelo Voleibol, Andebol, Ginástica e noutras modalidades, o Sporting brilhava no País e no estrangeiro.

Mas nesta minha crónica para o “A Norte de Alvalade” não posso deixar de referir em especial, o atletismo e o ciclismo, duas modalidades que, por força de quatro figuras do meu imaginário sportinguista, deram renome mundial ao nosso Clube.

No ATLETISMO, avulta, desde logo, na minha memória, a figura ímpar dessa grande referência do Sporting, que é o Sr. Prof. Moniz Pereira, responsável por várias épocas de glória do nosso atletismo, criando - é o termo adequado -, atletas como Manuel Faria, Fernando Mamede e Carlos Lopes, todos eles a espalharem a sua classe por todo o Mundo, e constituindo uma equipa de atletismo vencedora da Taça dos Campeões Europeus em vários anos. Esta grande figura do nosso Sporting merece a gratidão de um novo estádio especialmente vocacionado para o atletismo, e não um simples campo de treino, como parece ser o que estão a edificar.

Recordo os relatos da Emissora Nacional, feitos a altas hora da madrugada, das provas da S.Silvestre de São Paulo, onde Manuel Faria se sagrou vencedor por várias vezes (não me lembro quantas)! Note-se que, naquele tempo, a S. Silvestre de São Paulo, onde também Carlos Lopes viria a triunfar, era a grande corrida de atletismo da passagem de ano. Agora, qualquer terrinha, em Portugal e no estrangeiro, tem a sua S. Silvestre. Dessas, já nem há relatos, porque a importância e a dimensão das provas não é comparável com a do Brasil.

Vivi com entusiasmo os recordes da Europa de 10 mil metros, estabelecidos por Fernando Mamede, em 1981 (Lisboa), e depois em 1983 e 1984, respectivamente em Paris e Estocolmo, onde também se fixou, com a respectiva marca, um novo recorde do Mundo. Um grande atleta. Não consigo entender o motivo por que nunca obteve uma medalha nos Jogos Olímpicos.

Recordo também as vitórias de Carlos Lopes, nos Campeonatos do Mundo de Cross, e emocionei-me, sobretudo, com a medalha de ouro (a primeira que Portugal obteve) alcançada por esse grande atleta na prova da maratona dos Jogos Olímpicos de Atalanta. Nessa madrugada, milhões de portugueses escutaram “A Portuguesa”, pela primeira vez, em Jogos Olímpicos, e viram pela televisão, com orgulho patriótico, a Bandeira Nacional a subir lentamente no mastro central do estádio, assim se encerrando (da melhor maneira, para nós), as provas de atletismo. Oh que noitada! “No meu tempo é que era bom”.

Deixo para o final o CICLISMO.
Tivemos grandes corredores (João Rebelo, João Roque, Marco Chagas e outros) mas a figura de Joaquim Agostinho destaca-se a grande altura. Sendo um corredor que apareceu tarde (25 anos) e faleceu prematuramente, teve, contudo, tempo de se alcandorar a figura mundial do ciclismo. Participou na Volta a França, pela primeira vez em 1969, ficando em 8º lugar, e vencendo duas etapas. Nunca nenhum corredor português tinha ganho qualquer etapa no Tour. Lembro-me de um episódio ocorrido comigo, que não resisto a revelar.

Estando eu, nesse ano, a estudar em França, e por me encontrar de férias, fui a Revel, perto de Toulouse, a fim de presenciar o final da etapa. Lá estava eu, com a bandeira do Sporting, à espera dos corredores, quando não foi o meu espanto, vejo o “Agostinô”, como diziam os franceses, a chegar em 1º lugar e a vencer a etapa. Não tenho vergonha de dizer que chorei como uma criança. Tive um orgulho tremendo em ser português e poder dizer que esse corredor - que no final tive a possibilidade de cumprimentar - era um atleta do meu clube: O SPORTING! E aqui também sou obrigado a dizer ““No meu tempo é que era bom”.

Há muitos anos que o Sporting não me dá alegrias sustentadas. Lá vem um fogacho ou outro que me fazem sonhar, mas que rapidamente se apaga. Sonho com um Sporting eclético, com o nome respeitado em todo o Mundo. Com o aparecimento de figuras da estatura do Senhor Prof. Mário Moniz Pereira. Sonho com um Sporting de liderança forte, com uma voz escutada por adversários, e instituições civis e políticas.Sonho com um Sporting a lutar em todas as modalidades desportivas pelo primeiro lugar, e nunca afirmando que é bom ficar em segundo…

Sonho com as Filiais, Núcleos e Delegações a serem mais participativos na vida do Sporting e com as suas claques a darem civilizadamente espectáculos coloridos de verde e branco, nas bancadas. Sonho com um clube que de novo arraste multidões em todas as modalidades. Sonho com a recriação de uma mística própria em que os atletas não desejem sair, a fim de irem para outros clubes nacionais ou estrangeiros, e sobretudo não manifestem o seu desencanto e desagrado pelos anos em que representaram o Sporting.

Sonho com uma formação que, para além de gerar grandes atletas, reforce o gosto e o amor à nossa camisola, para que, por quaisquer motivos das vidas, hajam de seguir para outros clubes, fiquem, todavia, sempre gratos e agarrados aos seus anos de formação, e não se levantem do banco a festejar golos contra nós.

Sonho, enfim, com um Sporting ao nível daquele que tive a felicidade de viver.

…Mas acordo, muitas vezes, com o pesadelo de ver o meu clube (no futebol) longe do primeiro lugar e quase à mesma distância pontual dos lugares de despromoção, portanto muito afastado da vitória no campeonato, enquanto os seus mais directos responsáveis afirmam candidamente que “cumprem o seu dever” e não desistem do primeiro lugar. Como se falassem para um escasso número de matarruanos, e não para milhares de sportinguistas, que têm o seu clube no coração. Haja, ao menos, bom senso no que se diz…      

Para todos os sócios e simpatizantes do SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, e para a Direcção e leitores deste blog, os meus votos de Bom Natal um Feliz Ano de 2011 e Saudações Leoninas.


Eduardo Sá Ferreira
(Sócio nº 6753)


*O "ANortedeAlvalade" orgulha-se de publicar este artigo redigido pelo Dr. Eduardo Sá Ferreira, consócio de um Sportinguismo vibrante e cujo discurso me cativou desde o primeiro momento. Entre muitas outras qualidades que o caracterizam - o seu empenhamento no relançamento do Núcleo de S.Tomé e Príncipe e da filial S.C. de S. Tomé falam por si - há uma que ressalto e que é evidente neste post: apesar de ter conhecido o Sporting no seu esplendor não acredita que esse tenha sido o seu zénite, não desistindo por isso de ver o  Sporting recolocado na trajectória devida. Um testemunho importante quando se diz muitas vezes que os sportinguistas mais velhos se acomodaram com o passar dos anos. Essa não é seguramente a postura do escriba de hoje. Obrigado Dr. Eduardo Sá Ferreira.

44 comentários:

  1. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira,
    São textos como estes que nos fazem sentir que ser Sportinguista é estar no lado certo da vida. Nem vale a pena entrar em comparações nem em argumentações com outros: enquanto pulsar um sentimento de pertença entre nós como o que este texto gera cá dentro, não é necessário mais nada. Só por provocar estas emoções, por mim este texto já valeria muito - o suficiente para ser guardado a sete chaves na nossa memória colectiva.

    Costumo dizer que os grandes clubes são os que têm esta memória colectiva; são os que sabem o que foram, e os que constróem o futuro também em função disso. É claro que uma relação, qualquer relação, não sobrevive só do passado. Precisa de "presente" e de "futuro". E hoje, mais do que discutir o presente ou o futuro, tenho vontade de imaginar um futuro risonho, erguido em cima desta história que aqui nos traz. Até lhe digo mais: o seu sonho, que descreve no parágrafo que transcrevo abaixo, é também o meu sonho, e o de muitos outros. Estou certo que o nosso dia há-de chegar novamente.

    Sporting Sempre!

    "Sonho com as Filiais, Núcleos e Delegações a serem mais participativos na vida do Sporting e com as suas claques a darem civilizadamente espectáculos coloridos de verde e branco, nas bancadas. Sonho com um clube que de novo arraste multidões em todas as modalidades. Sonho com a recriação de uma mística própria em que os atletas não desejem sair, a fim de irem para outros clubes nacionais ou estrangeiros, e sobretudo não manifestem o seu desencanto e desagrado pelos anos em que representaram o Sporting."

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  2. Obrigado Bruno Martins pelo seu comentário tão sentido e que me tocou imenso. Certamente que o o nosso sonho se tornará realidade e veremos de novo o SPORTING eclético, forte e admirado em todo o Mundo. Um abraço

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  3. Confesso que já sentia saudades de ler um texto sobre o SCP que me desse (apenas) prazer. E este deu-me… e muito! Só por isso, já devia um muito obrigado ao Sr. Dr. Eduardo Sá Ferreira. Mas agradecer apenas por isso, é pouco. E é pouco, porque este texto para além do prazer que proporciona a todos os sportinguistas que o lêem, transmite um ensinamento sobre o que foi (e deveria continuar a ser) o SCP e que actualmente não é, sobre o que deveriam ser todos os sportinguistas e (muitos) já não são: sobre o que deveríamos ambicionar e não ambicionamos, sobre o que deveríamos exigir e não exigimos, sobre o que deveríamos amar e não amamos e, especialmente, sobre o que deveríamos viver e não vivemos.

    Se recordar é viver, partilhar as recordações e os sentimentos da forma como este post o faz, é viver e ensinar! Por tudo isso, fica o meu sentido agradecimento a um Sportinguista cheio de conhecimentos, mas sobretudo, sabedoria (que é coisa mt diferente do conhecimento). A experiênciae a maturidade são importante, sim, mas mais ainda se associadas à qualidade intacta da juventude, na sua características mais incontestável: a capacidade de sonhar bem alto.

    “O sonho comanda a vida” (António Gedeão)

    Eles não sabem, nem sonham,
    que o sonho comanda a vida.
    Que sempre que um homem sonha
    o mundo pula e avança
    como bola colorida
    entre as mãos de uma criança.


    Hoje, aqui no ‘ANorte’, o mundo pulou e avançou… a verde e branco! Graças a si, caro Dr. Eduardo Sá Ferreira! Por tudo isso, muito obrigado.


    Como é que mesmo, Hugo?

    Em Frente, Sporting! ;)

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  4. Quero agradecer as palavras gentis que me são dirigidas no final do meu artigo pelo "ANortedeAlvalade". Eu é que fiquei muito honrado por ter sido convidade por este excelente blog para participar com um artigo sobre o Sporting.

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  5. É verdade, LdA, e quanto a esta tua ideia, este teu convite, pego no que o Pedro Varela acabou de dizer aí ao lado no Bancada de Leão: o A Norte de Alvalade é provavelmente o melhor blog sobre o Sporting. Uma bela formulação, a fazer lembrar a Carlsberg, produto nacional aqui da terra.
    Abraço

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  6. Obrigado Virgilio pelo seu comentário que me deixou muito sensibilizado. Possivelmente exagera na análise das minhas capacidades, mas gosta-se sempre de elogios mesmo que exagerados. Há uma coisa em que não exagera: é no meu amor pelo Sporing. Um abraço

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  7. Depois dos comentários do Bruno e do Virgílio pouco há a acrescentar.

    Foi um prazer ler este texto e imaginar o Sr. Dr. Eduardo Sá Ferreira, colado ao rádio ou aos saltos na cama até a partir. Esta passagem é das melhores e é impossível conter uma gargalhada. Espero que tenha sido desculpado na altura pela felicidade e importância da vitória!

    Também eu estive em França, não a estudar mas a trbaalhar, e a maneira como se vive o Clube intensifica-se nessa altura. Não é que se passe a amar mais o Clube - tal é impossível para apaixonados/doentes/o que se queira chamar, como nós - é a alegria que se retira das conquistas devido à distância a que nos encontramos do NOSSO GRANDE AMOR. Podemos desligarmo-nos das notícias referentes a tudo o que diga respeito ao País mas no que toca ao Clube, tal não acontece.

    Infelizmente, este não é o Sporting Clube de Portugal que muitos de nós vivemos. Infelizmente, não sei se viveremos o suficiente para que ele volte a existir. Mas quero, mais do que sonhar, ter a sensação que tudo fiz para que este Sporting, esta VERDADEIRA POTÊNCIA DESPORTIVA, volte a ser o que já foi e se possível, ainda mais.

    SCP SEMPRE!!!

    Muito obrigado pelo post, há muito tempo que não me sentia tão bem ao ler sobre o Sporting Clube de Portugal.

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  8. Caro amigo JVL Gostei muito de ler o comentário que fez ao meu artigo. Três aspectos que desejo referir. 1º Não fui muito desculpado por ter partido a cama e levei um ralhete de todo o tamanho. Mas "perdoei o mal que me fez (o ralhete) pelo bem que me fez (a vitória)"; 2º o que diz sobre quem está longe é bem verdade. Dizem que a distância aparta amor. ´No caso do amor pelo Sporting é mentira. Que o digamos nós e tantos outros sportinguistas que a trabalhar ou a estudar ou por qualquer outra razão estiveram fora do país; 3º poderá não ser na viada que o Sporting vai voltar a ser o que era. Mas tenho a certeza que lá na outra vida vou sentir alegria de ver as bandeiras verde brancas a flutuar de vitórias.
    Eu é que agrade o seu comentário
    Um abraço

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  9. Eu como sou um "puto" comparando com o nosso ilustre convidado, viajei por estas memórias (algumas das quais também vivi), mas não deixei de recordar outras aventuras pintadas a verde e branco.

    No futebol, Oliveira, o homem que me fez Sportinguista, e que completava o trio maravilha com Manuel Fernandes e Jordão. Oceano, talvez o último grande capitão de quem vi a estreia em Coimbra contra a Académica. Também contra a minha Académica os duelos dos dois gémeos Xavier, Pedro e Carlos eram um espectáculo (de caneladas) dentro do espectáculo. Por essa altura deverei ter ido ver o Estádio José de Alvalade pela primeira vez, não fui ver nenhum jogo, foi mesmo só entrar na bancada coberta, ver a pista de tártan, ser esmagado pelo símbolo olímpico que engalanava a tribuna de honra, como se o Sporting fosse o guardião nacional do desporto. Estar próximo do Lito, que cumpria castigo e fazia séries a subir e descer degraus da bancada.

    Brilhantes equipas de hóquei, basquete e vólei, nas duas primeiras com desencontros históricos com a glória, uma equipa com Ramalhete (um dos meus heróis) ladeado por uma resma de putos maravilha, Paulo Alves, Paulo Madeira, Pedro Alves e liderada por Livramento como treinador, no basquete o assistir às primeiras conquistas de Carlos Lisboa vestido de verde e branco e vindo, como eu, de Moçambique. O vólei com Miguel Maia, Nelson Puga (hoje médico do fcp) e alguns dos melhores internacionais italianos.

    Tudo isto recheado com conquistas a nível nacional e internacional.

    Do atletismo até é embaraçoso falar, Lopes e Mamede, já bem recordados, mas os gémeos Castro a cortarem metas de mãos dadas (exclusivo de Sportinguistas!!!!), Francis, Rui e a nossa amazona Náide Gomes!

    A inauguração do novo Estádio José de Alvalade, a final europeia para a qual comprei o bilhete em Fevereiro.

    Caro amigo, obrigado por me fazer viajar pelo Sporting!

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  10. Caro Eduardo Sá Ferreira,
    Subscrevendo tudo o que todos tão bem para trás disseram: muitos obrigados pelo testemunho que nos proporcionou, sendo um que espalha infinito encanto. É essa espécie de autoridade que eu pessoalmente gostava de ver disposta na praça pública sportinguista, oferecida por sportinguistas como o caro. Sou um fã disso. Como diz na sua mensagem: o Sporting é gigante, e teve um largo período da história do desporto português cujo domínio por si exercido foi absolutamente avassalador, porque durou mais de meio século. Vai desde os primórdios - início do século - até ao fim da década de 60. Compreende estes 60 anos e ... prolonga-se por mais 20, ainda que nestes 20 já tenha tido companhia no futebol, companhia essa que nesses 20 anos chega a superá-lo, com mais vitórias em mais campeonatos. Mas mesmo nestes 20 anos, o domínio do Sporting alargou-se, porque o Sporting desde o princípio da sua vida que se habituou a combater em várias frentes.

    Ora caro Eduardo Sá Ferreira, se dominámos sem mácula durante 60 anos e se fomos gigantes durante 80, porque raio (e perdoe-me o termo) vivemos de forma tão mediana e anormalmente tranquila há 30? Imperdoável.

    Eduardo Sá Ferreira, deixe-me aproveitar a sua presença para perguntar-lhe 2 ou 3 coisas bem concretas e que sinto curiosa necessidade de satisfação. Não sei se a ligação a São Tomé lhe permite aferir com exactidão mas se puder diga-me por favor:

    1 - Em São Tomé, qual é o clube português com mais adeptos?
    2 - Confirma que em Moçambique apesar do natural efeito Eusébio, o nosso Hilário permite-nos estar em quase igualdade de nº de adeptos com o Benfica, em Moçambique?
    3 - E por último, é verdade que o Porto é o clube português com mais adeptos em Angola?

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  11. Caro Sr. Eduardo Sà Ferreira, deixou-me de rastos com tanta emoção e, làgrimas nos olhos. Para si, um bem haja por muitos e bons anos. Saudações Sportinguistas, sempre. Grande abraço de Genebra.

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  12. Curvo-me perante tão nobre e brilhante exposição do universo histórico do nosso Clube.

    Bem Haja, Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira e muito obrigado por nos ter proporcionado e honrado com este momento.

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  13. Meu caro LMGM
    Obrigado pelo seu comentário. Pelo que li imagino que é muito mais novo que eu e portanto tem a vantagem da idade mas não viveu tempo glorioso do Sporting, mas uma glória feita de forma sustentada e não casuisticamente e por uma ou outra equipa ou um ou outro atleta.
    Certamente que é bonito o caso dos irmãos Dionísios ou Naide Gomes. Mas nada é contínuo. Enquanto que C.Lopes, Mamede e M.Faria era mais esperada a vitória do que a derrota.
    Não pretendi fazer a história do Sporting mas tão somente registar os momentos que me marcaram desses tempos gloriosos.
    Um abraço

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  14. Caro MM
    Li e agradeço o seu comentário e a análise que faz. Também acho imperdoável o que se está a passar. Mas espero sinceramente que mais tarde ou mais cedo e possívelmente com outra gestão o Sporting se torne no Clube Mundial que foi e a que tem direito.
    Quantos às questões que me coloca digo o seguinte:
    Em S.Tomé havia muita discussão sobre quem tinha mais implantação. Defendia e defendo que na ilha de S.Tomé a maioria eram adeptos do Sporting, muito embora admitindo que o Benfica tinha também grande implantação. O FCP radica-se no Distrito de Lembá muito embora agora com as vitórias comece a surgir muita juventude adepta do FCP. Eu defendia que o SCP está em vantagem porque em S.Tomé houve antes de 1974 e recriado em 2002 o SC de S.Tomé clube muito importante. Na ilha do Príncipe não tenmho dúvida é praticamento do Sporting. Lá existia com muita importancia o SC do PRíncipe.
    Infelizmente e peço desculpe não estou habilitado a falar de Moçambique e Angola Pouco tempo estive em Angola.
    Um abraço

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  15. Caro Amigo José Gomes
    Muito obrigado pelo seu comentário emocionado.Fico contente por lhe proporcionado uns bons momentos.
    Também lhe mando um grande abraço para si e desejo que tudo corra pelo melhor aí na Suisssa. Quem me dera estar aí
    Um abraço

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  16. Caro Leão Transmontano
    Foi com muita satisfação que li o seu comentário. Eu é que fico honrado por ter dispensado uns minutos a ler o meu artigo.
    UM abraço

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  17. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira,

    Primeiro as insignificâncias:

    Aproveito para colocar uma questão:na sua apreciação diz-nos que, depois dos anos 80 não mais tivemos uma equipa à altura das nossas ambições.

    Não acha que a equipa formada por Bobby Robson tinha tudo para ser a tal para interromper um ciclo vicioso e lançar as bases para quebrar a hegemonia portista?

    (nesse sentido não podemos apenas fazer recair as culpas em Sousa Cintra mas também lembrar que estávamos no período em que serviam cafés com leite e fruta de forma descarada)

    Renovo os meus agradecimentos pelo favor que nos prestou com a qualidade deste emocionante testemunho

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. a determinada altura refere que chorou ao ver o Agostinô ganhar uma etapa.
    eu chorei ao ler o seu texto. transmite sportinguismo em cada caracter.
    tenho pena que não tenha falado no hoquei que gosto particularmente, e também por hoje termos aquele que já muitos apontam como futuro melhor jogador do mundo - Gonçalo Alves.
    só numa parte não concordo. a parte do atleta que se levanta a festejar um golo contra o sporting. sei que é de Luis Figo que fala e eu vejo o lance da forma contrária. para mim o Figo era o único naquele banco que respeitava sériamente o sporting. e que sabe da sua grandeza. o seu festejo não foi tão eufórico que mereça tanta crítica, para mim foi de um atleta que sabe que o Sporting é enorme e só não voltou ao clube por nunca ter sido convidado. para isso não bastam os adeptos a pedirem nem os exemplos do Rui Costa. ele não veio porque a direcção quis mantê-lo longe porque sabia qie se ele regressa poderia ser forçada a fazer dele um dirigente e isso seria um problema para esta conjuntura.
    Sr Sá Ferreira, faça-me um favor e volte para contar histórias do Hóquei. Adorei o seu texto. SL Tiago Pinto

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  20. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira

    Como Sportinguista e como editor (com muito pouca obra) do A Norte, e quase com a sua idade, não posso deixar de lhe agradecer a lição de Ser Sporting que aqui deixou.

    Também acompanhei, com igual entusiasmo, muitos dos feitos que aqui relatou, com raro brilhantismo, e que são a razão porque o Sporting ainda tem hoje a pujança que demonstra, apesar das maldades que lhe têm feito.

    A sua mensagem devia funcionar como um programa doutrinário que passasse de mão em mão (ou de blogue em blogue) para que todos os Sportinguistas se unissem exigindo aos actuais dirigentes uma reestruturação total do Clube que possibilite o seu regresso aos tempos de glória da nossa meninice.

    Viva o Sporting!

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  21. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira,

    Obrigado pelo seu texto que é um hino ao Sportinguismo.
    Tal como o Bruno, estou certo que o seu sonho, o de todos nós, irá chegar novamente. Resta-nos continuar a lutar pelo clube e defende-lo como leões! E aqui um muito obrigado por fomentar o Sportinguismo em S. Tomé e Príncipe, onde hoje se regista um novo dinamismo, provando que o Sporting Clube de Portugal também é de África!

    Saudações Leoninas

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  22. Não consigo resistir a interromper o meu voto de silêncio aqui no anorte para retribuir os desejos de um Feliz Natal e um bom ano de 2011 ao senhor Eduardo Sá Ferreira. Tenho pena de não ter assistido a tanta glória, mas a esperança de que venha a assistir ao acordar deste gigante que é o Sporting não morre. Bem haja pela narrativa plena de emoção. VIVA O SPORTING!

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  23. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira

    Por alguns minutos transportou-me no tempo e fez-me relembrar duas das três pessoas que mais Sportinguismo e historias de desporto me ensinaram.

    Primeiro o meu Avô, acerrimo Sportinguista que era capaz de passar um domingo inteiro em Alvalade observando todas as camadas jovens e varias modalidades. Muitas historias me contou ele sobre o "antigamente". Mais tarde muitas horas passei junto do meu grande idolo de infancia e sobretudo a maior causa do meu Sportinguismo.

    O poço infinito de Sportinguismo e a razão que me leva a lutar tanto por um Sporting melhor e maior.

    Por fim o meu pai que é um contador de historias nato e que tendo nascendo em 46 e sendo tambem ele apaixonado pelo Sporting (tambem foi futebolista no nosso clube, preferindo continuar a trabalhar numa instituição bancaria quando o quiseram como profissional) e apaixonado pelo futebol é sempre com prazer que as nossas conversas vão parar para essas lendas do passado mas sobretudo quando vão parar a parte integrante da historia Leonina.

    Dessa 3 pessoas, só o meu pai ainda é vivo. O seu relato foi igual a tantas conversas que já tive com ele, mesmo marcado por algum saudosismo, lembra-nos que algures na nossa historia fomos um gigante. Gigante esse que foi adormecendo por sucessivos factores que não vou falar para não manchar um post tão emocionante.

    Com o devido respeito vou acrescentar um episodio se mo permitir.

    Na minha infancia, até aos 11-12 anos, mesmo ao sabado tinha que ir para a cama cedo por imposição de minha mãe. Ora ao sabado a noite era os jogos de Hoquei em Patins ( a minha 2 modalidade preferida) e os relatos pela noite dentro de jogos emocionantes e de pavilhões cheios.
    Pois eu lá ia para a cama mas com um radiozinho debaixo da almofada lá ouvia as proezas do "nosso" dreamteam , das defesas do Ramalhete, dos cortes do Rendeiro, das "pedradas" do Sobrinho, das fintas do Chana e dos incontaveis golos de Livramento. E eu miudo vibrava dentro dos cobertores imaginando-me marcador do golo com o Leão ao peito...

    Um bem haja para si, Boas Festas e Saudações Leoninas


    PS-LdA um grande abraço para ti!!

    SL

    Miguel Damas

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  24. Joaquim Agostinho foi 3º 2 vezes, 5º 2 vezes e 6º uma vez no Tour de França e 2º na Vuelta Espanha. Era simplesmente fantástico, para quem começou a correr aos 25 anos...

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  25. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira,

    Como eu gostaria de ter escrito este texto.

    Que grandes momentos do nosso Sporting o senhor teve a honra e o privilégio de viver.

    Infelizmente só vivi a parte final desse período que refere (final dos anos 70 e metade da década de 80), mesmo assim a grandeza do nosso clube era tão pujante nessa altura que dificilmente alguém poderia alguma vez pensar que atingiríamos este ponto tão baixo da nossa história.

    Mas tal como o senhor, também mantenho a esperança de ver voltarmos esses tempos.

    O clube está dormecido e os sportinguistas desapaixonados, mas apenas no que diz respeito ao futebol.

    As recentes e grandes jornadas do andebol e do futsal, ou mesmo a jornada europeia no futebol contra o Atletico Madrid, dizem-nos que estamos sempre a tempo de despertar o Leão.

    Haja a coragem para se demitirem aqueles que nos levaram a este lugar.

    Haja coragem para os grandes sportinguistas que ainda existem neste clube (alguns, o senhor já os refriu no seu texto), nos tirarem deste lugar.

    O projecto não é fácil para quem o quiser encabeçar pela situação do clube, mas também não será difícil de receber apoios se o apelo mobilizador vier de gente como Manuel Fernandes, Pedro Venãncio, Oceano, Carlos Xavier, Pedro Gomes, José Eduardo entre outros.

    Não duvido que uma voz unida desta velhas glórias fará os sportinguistas voltar ao estádio e apoiar o NOSSO GRANDE AMOR.

    Voltando o apoio, voltam as receitas, os resultados, a verdadeira onda leonina que tanta falta faz às nossas vidas.

    SL
    José

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  26. Caro Leão de Alvalade
    Agradeço o seu comentário sobre o meu artigo. Concordo que no tempo do Bobby Robson tinhamos uma boa equipa. Mas como disse no meu artigo foi um fogacho. Não foi uma equipa sustentada que lutasse por vitória em anos sucessivos.Considero no entanto um erro enorme do Presidente Sousa Cintra, que aliás já o reconheceu, o despedimento desse grande treinador.
    Um abraço

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  27. Caro amigo Tiago
    Muito obrigado pelo seu emocionado comentário.Nunca foi minha intençãp escrever a história do Sporting mas unicamente lembrar momentos da minha vida que me marcaram desportivamente e relacionados com essa nossa paixão: o Sporting. Concordo que o Sporting teve grandes equipas de Hoquei em Patins que o meu amigo lembrou, bem como de Basquetebol e Voley, mas como compreende seria impossível incluir tudo aquilo que recordo neste artigo. Possivelmente ficará para uma outra altura.
    Quanto à atitude do Figo aí não estamos de acordo. Considero que um jogador com a dimensão do Figo, formado no Sporting, que se diz sportinguista do coração, nunca poderia ter uma atitude daquelas.E como compara com o Rui Costa lembro-lhe o momento em que ele como jogador do Fiorentina marcou ao Benfica o golo que eliminou a equipa encarnada e chorou.
    Quanto ao pedido que faz no final só respondo: vamos a ver.
    Um abraço

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  28. Caro Amigo 8
    Só tenho de lhe agradecer o seu comentário e as palavras que me dirigiu.
    Diz que tem quase a minha idade e como tal assistiu a grande parte dos momentos relatados. È um dos felizardos que pode dizer: "no meu tempo é que era bom"
    Viva o Sporting
    Um abraço

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  29. Caro amigo Carlos
    Tal como fiz para o Amigo 8, só tenho de lhe agradecer o seu comentário e as palavras que me dirigiu.
    Orgulho-me de ter fomentado realmente em STP o amor ao Sporting. Aliás na minha vivenda em S.Tomé tinha sempre uma bandeira do Sporting hasteada e a casa era conhecida pela "Casa da Bandeira do SCP"
    Um abraço

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  30. Querida Amiga Ana
    Para mim o ter quebrado o seu voto de silêncio no ANorte já é uma vitória do meu artigo, porque, nãom sabendo a razão que a levou a esse silêncio, entendo que todas as vozes sportinguistas são importantes para rençar o Sporting na senda da glória. Agradeço-lhe os votos formulados e também lhe desejo um Bom Natal e um Ano de 2011 cheio de felicidade
    Viva o Sporting e um abraço

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  31. Caro Amigo MIke Blitz
    Li com emoção o comentário que fez ao meu artigo e quero dar um bem haja ao seu Avô, idolo e Pai que fizeram de si sportinguista acérrimo e que estará disposto alutar por um Sporting melhor.
    Se o seu Pai nasceu em 46 ainda se lembrará certamente de muitos dos momento que recordo e é um dos que pertence ao grupo que pode dizer "no meu tempo é que era bom"
    Gostei da sua história sobre o Hoquei e fez-me sorrir porque me lembrei que também em criança sonhava como Peyroteo a marcar golos pelo Sporting.
    Agradeço-lhe os votos formulados e também lhe desejo um Bom Natal e um Ano de 2011 cheio de felicidade
    Saudações Leoninas e um abraço

    ResponderEliminar
  32. Caro Amigo PG
    Obrigado pelo comentário. Com efeito Joaquim Agostinho tem um curriculo inesquecível no estrangeiro e em Portugal. No nosso País foi incrivelmente perseguido por invejas de alguns que desejavam ser como ele e nunca chegaram nem aos seus calcanhares.
    Como digo n o artigo estive em França nesse tempo e constatei a admiração que os franceses (povo altamente conhecer do ciclismo) nutria por essa verdadeira força da natureza que se chamava Joaquim Agostinho
    Um abraço

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  33. Caro Sporting até morrer
    Muito obrigado pelo comentário feito ao artigo. O amigo José, pela sua idade, só pode dizer um bocadinho "no meu tempo é que era bom". Tem essa desvantagem relativamente a mim mas como jovem que é estou certo que ainda vai viver nmomentos de grande glória do Sporting, em futebol e não só. Surgirão no momento oportuno, estou certo disso, figuras que criarão um Sporting eclético e vitorioso em Portugal e estrangeiro.
    SL e um abraço

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  34. Meu caro MIke Blitz
    Só agora soube que o seu tio era o Vitor Damas. Tive oportunidade de conviver com o Vitor Damas quando ele foi a S.Tomé por força de conversar com as pessoas do Núcleo e do SC de S.Tomé. Jantava diariamente em minha cas e fazíamos noitadas a conversar do Sporting. Grande Homem, grande Guarda Redes que me deixou maravilhado quando o via na baliza do Sporting.Quando soube da morte de Vitor Damas fiquei amargurado. Obrigado Miguel por ter um tio como o Vitor

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  35. Meu caro senhor Eduardo Sá Ferreira,

    O Senhor é um exemplo de sócio e adepto sportinguista. Já viveu tanto pelo nosso clube mas sobretudo exorto-o, mais do nunca, a viver ainda mais essa paixão.

    Pois eu digo-lhe que no seu tempo também era bom.

    Porque apesar do futebol não nos dar as alegrias que ambicionamos, nos últimos tempos fomos:
    - Campeões de várias modalidades
    - Temos um estádio novo e moderno
    - Temos uma Academia fantástica e criamos jogadores re referência mundial (Figo, Cristiano, Quaresma, etc.)
    - A equipa de andebol conquistou uma taça europeia
    - Continumaos a ter atletas medalhados em JO, CM e CE de várias modalidades (Rui Silva, Naide Gomes, Francis, João Pina, etc)
    - e sobretudo somos um clube digno, exemplo para a sociedade pela forma como nos comportamos desportivamente,sem uma referência ao nosso clube nos escandalos, que vamos sabendo.
    - Vem aí um novo pavilhão, o canal Sporting, etc...

    Digo isto porquê? Porque preciso de alimentar a paixão e fé clubistica dos meus três filhos que já são sportinguistas. Tenho que lhes dizer que vale a pena ser sportinguista pelo passado, pelo presente e sobretudo pelo futuro.

    Pessoas como você fazem muita falta ao clube e têm um papel determinante nesta fase do clube, tendo em vista um futuro fantástico.

    Feliz Natal e um bom ano de 2011 ao senhor Eduardo Sá Ferreira.

    Vamos continuar a sonhar e a ter paixão. Viva o Sporting!

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  36. Cresci numa casa onde o Benfica era quase como Deus e nem eu sei porque sou sportinguista, acho que é como o talento ou se nasce com ele ou nunca o teremos, ser sportinguista é também assim, nasce-se do Sporting. Outra coisa que também tinha contra mim, era o facto de ser mulher e gostar de futebol. Muitas das grandes conquistas do Sporting só mais tarde as descobri, por isso ler textos como este fazem-me sentir um enorme orgulho no clube que escolhi para ser o meu. Por vontade própria sem imposições de ninguém.
    Muito obrigado por partilhar connosco essas lembranças.
    Apesar dos resultados que ultimamente não têm sido os que gostaríamos, tenho esperança que tudo mude e que as grandes alegrias voltem a fazer parte do nosso dia-a-dia.
    Feliz Natal Dr. Eduardo Sá Ferreira e que o ano de 2011 seja o início da recuperação do nosso Sporting.
    SL

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  37. Caro Senhor Eduardo Sá Ferreira,

    Antes de mais o meu agradecimento por nos ter "prendado" com este rol de histórias sobre o nosso clube.

    Muitos consideram-me "maluquinho" porque gosto de saber estes pormenores e pequenos detalhes sobre o nosso clube. Esquecem-se porém que são pequenos detalhes que tornam um clube verdadeiramente "diferente".

    Não escolhi estas palavras em vão... Nos últimos tempos, muito se tem apregoado sobre sermos diferentes de outros clubes - e eu não podia estar mais de acordo, não só por este ser o meu (nosso) clube mas também porque existem factos para o considerar verdadeiramente diferente e único.

    Infelizmente, as razões para nos intitularmos "diferentes" são distintas de algumas histórias e factos que o senhor descreve no seu texto.

    Uma vez mais, obrigado pelas suas histórias...

    Um abraço leonino,

    HM

    ResponderEliminar
  38. Caro Dr. Eduardo Sá Ferreira,

    Obrigado pelo seu testemunho que é efectivamente uma amostra fiel e inequívoca de como todos os Sportinguistas deviam viver o Clube. Com Amor, com Paixão, com História e com a máxima Exigência pelas conquistas!

    Lembro-me que o actual presidente do Sporting disse uma vez que sobre a história do Clube podiam perguntar-lhe o que quisessem que ele sabia tudo. Passado todo este tempo de presidência só posso concluir que nada sabe sobre o que é verdadeiramente o Sporting e que testemunhos, conhecimentos e um espírito Leonino como o seu, deviam ser obrigatórios para se ser presidente do Sporting.

    Eu também sonho muito com um Sporting fiel à sua história!!

    Cumprimentos e Saudações Leoninas!!

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  39. Caro Sr.Ed
    Agradeço-lhe o comentário que fez. Certamente que não posso deixar de estar de acordo com o que diz. No entanto se teve paciência de ler com atenção o meu artigo, refiro bem marcantemente que as vitórias do actual Sporting não são sutentadas. Mal seria se o nosso Clube, já nada fizesse em termos de engrandecimento e de vitórias. Vai continuar a ganhar uma prova ou outra, vai continuar a ter um ou outro atleta que se destaca, mas nada que dê garantias de vitórias sustentadas. Temos uma Academia de grande qualidade, criamos grandes jogadores. Mas quantos continuam ligados à mistica do Sporting? Não me refiro a jogarem no Clube. Refiro-me à sua ligação ao Clube que os formou. Espero que o futuro seja grandioso para o Sporting. Que a sua capacidade de intervenção seja importante em todos os escalões da vida nacional, no estrangeiro e nos orgão que dirigem as várias modalidades desportivas portuguesas.
    Penso que não será por artigos como o meu que a paixão e a fé clubística dos Filhos do Sr. Ed poderá ser beliscada. Pelo contrário eles ficarão a saber que o Sporting já foi muito Grande, respeitado em todo o Mundo, e desejarão voltar a esse tempo.
    Desejo-lhe também um Natal Feliz e um Ano Novo cheio de êxitos pessoais e desportivos
    Viva o Sporting

    ResponderEliminar
  40. Caro Amigo Pedro
    Quero agradecer-lhe o seu comentário. Os dois sonhamos com um Sporting grandioso que marque a sua presença em todo o Mundo.
    Espero realmente que o nosso Presidente conheça bem a Historia do nosso Sporting e espero sobretudo que tudo faça para fazer o Sporting retomar o caminho do ecletismo, formação, mística e vitórias.
    Um abraço

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  41. Cara Amiga Dina
    Gostei do seu comentário que agradeço. Pela sua leitura vejo que a Dina é uma mulher de guerra. Venceu a onda benfiquista da Família. Venceu no gosto pelo futebol. Fico contente, e como eu muitos do que lerem o seu comentário, por ter decidido ser adepta do Sporting
    Estou certo que verá o Sporting ao nível daquele que relato no artigo
    Desejo-lhe também um Natal Feliz e um Ano Novo cheio de êxitos pessoais e desportivos
    SL

    ResponderEliminar
  42. Caro Amigo Hugo Malcato
    Obrigado pelo seu comentário, que li com muito agrado. Concordo consigo em absoluto quando diz que são às vezes "detalhes" que nos fazem ser diferentes dos outros. E a história do nosso Clube não poderá ser esquecida. Será ela uma das bases para o relançamento do Sporting. Estou que esta ou outra Direcção procurará lançar o Clube na senda da glória
    Desejo-lhe também um Natal Feliz e um Ano Novo cheio de êxitos pessoais e desportivos
    Um abraço
    SL

    ResponderEliminar
  43. Obrigado Sr. Ferreira, obrigado ANorte e obrigado atodos os intervenientes por este momento de sportinguismo puro proporcionado.

    ResponderEliminar
  44. Caro Amigo Metralha
    Obrigado pelo seu comentário
    SL

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