quarta-feira, 20 de julho de 2016

Pequena nota sobre o Sporting de Jorge Jesus

Quando falámos de forma breve sobre Fábio Rochemback (a propósito de Renato Sanches), dissemos que as notórias qualidades de ambos se viam associadas aos seus perfis físicos mas que em primeira instância tinham / têm origem na permanente capacidade de encontrar soluções para as suas equipas (atributo mental), matéria que faltando, a título de exemplo, no Sporting de Jorge Jesus, explica o porquê de alguns adversários relativamente frágeis nos terem tirado tantos pontos em Alvalade na época passada.

Olhados os plantéis do Sporting dos últimos anos, para efeitos de qualidade individual, temos de eleger 2004/05 como a época de ouro em Alvalade, temporada que juntou o já mencionado Fábio Rochemback a futebolistas de muita qualidade como Rui Jorge, o fundamental João Moutinho, Rogério, Carlos Martins, o soberbo Hugo Viana, o ímpar Pedro Barbosa, o bom Ricardo Sá Pinto e Liedson. Focando-me por instantes em F. Rochemback, noto que o futebol do brasileiro (ou de Carlos Martins, recorda-se da sua exibição em Roterdão?), em conjunto com o dos acima mencionados, permitiu-nos nessa temporada sonhar bem alto. Em 2005/06, em Inglaterra, o mesmo F. Rochemback também permitiria ao Middlesbrough sonhar alto. Infelizmente para os clubes, Sporting e Boro, bem como para o próprio, ambas as equipas perderiam as finais europeias que disputaram. Na mesma temporada, derrotaria o Arsenal de Arsène Wenger mas sobretudo o poderoso Chelsea de José Mourinho. Serve tal para sugerir que mesmo não se tratando de jogadores tipicamente percebidos como extraordinários, perfis como estes, dotados de capacidades muito particulares, atribuem às suas equipas qualidades que outros jogadores como Adrien, ou excelentes jogadores como João Mário, não são capazes de conceder. No nosso contexto, se a competência e o equilíbrio são fundamentais, só a dinâmica e mentes ágeis e criativas nos permitirão vencer qualquer adversário que encontremos pela frente, especialmente aqueles que forem tão bons, melhores, ou muito piores do que nós.

Jogadores com este perfil são os que mais falta nos fazem e além das provas internas, com Jorge Jesus no Sporting, seria um «crime» passar ao lado da oportunidade de legitimamente ambicionarmos a conquista de uma prova europeia de futebol. Ainda há tempo.

34 comentários:

  1. Umas notas:

    O Sporting de 2004/2005 fez, à data, um dos piores aproveitamentos pontuais da história do clube, raramente o Sporting perdera tantos pontos como nesse campeonato, raramente perdera tantos jogos.

    Ficou o registo de uma boa prestação na Uefa, percurso onde Miguel Garcia foi herói e uma luta pelo título até à penúltima jornada, numa liga atípica pela absoluta mediocridade em simultâneo dos 3 grandes. O Benfica de Trapp foi um dos piores campeões da história do futebol português, quer em pontos conquistados, quer em futebol praticado.

    Pessoalmente, prefiro Adrien ao melhor Rochemback, que basicamente durou um ano. A partir daí foi sempre a descer, pena o Sporting ter tido a infeliz ideia de o fazer regressar, gordo e em jeito de reforma antecipada.

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    1. Subscrevo.

      Adrien é mais regular, um autêntico monstro táctico. Tem a minha preferência. A segunda passagem do Rochemback foi horrível.

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  2. Por fim um artigo do sr. MM sem polémicas e, sobretudo, sportinguista. De facto não temos um jogador com o perfil físico de Fábio Rochemback, mas isso não é razão para pensar que estamos em desvantagem no que toca à conquista do que quer que seja.

    Nos dias que correm é fácil dizer que o plantel é fraco e que os reforços não correspondem, mas não nos podemos esquecer que esta equipa é a mesma que o ano passado bateu o recorde de pontos do clube e até do próprio JJ, já para não falar que fomos a melhor defesa. Por isso vamos ter calma porque ver o JJ ser goleado na pré época, por norma, é sinal que vai ser campeão. Pelo menos assim era no rival.

    Aproveito também para me manifestar relativamente à insistente comparação do antigo jogador do rival com o Fábio Rochemback. A meu ver não são comparáveis. Ou melhor, até podem ser comparáveis mas apenas na vertente física. O Fábio Rochemback era um jogador fino a jogar, com classe, grande remate de longe e bons atributos técnico tácticos. O Sanches, já o disse e repito, tem força e em frescura tem capacidade de queimar linhas, mas não tem lucidez táctica, tem carências gritantes a nível técnico e no capítulo do passe e é excessivamente agressivo e impetuoso (quem não vê isto é porque fica deslumbrado com as tranças).


    SL

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    1. "O Fábio Rochemback era um jogador fino a jogar, com classe"

      Até que enfim concordo com alguma coisa vinda de si.

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  3. Nuno Bispo,

    Miguel Garcia pelo dramatismo do golo em período de descontos eternizou a passagem à final, mas os heróis dessa campanha foram outros. O jogador mais determinante foi João Moutinho, salvo erro em idade de júnior.

    No campeonato, tanto goleávamos com extrema facilidade como perdemos jogos em catadupa. Não faço ideia se por responsabilidade de Peseiro ou outras. Ainda assim, se Peseiro teve alguma responsabilidade no que correu mal, não terá menor responsabilidade na forma como pôs o Sporting a jogar com bola.

    Paulo Bento nunca teve jeito para lidar com jogadores talentosos, vide o que fez a Vukcevic. O Rochemback em 2007 ou 2008 pareceu durante muitas alturas desmotivado e displicente mas tinha muitas das suas qualidades intactas, "gordo" foi rótulo porque mesmo fisicamente continuava um cavalo ao pé de muitos outros. Lembro um jogo em Alvalade com o FCP onde correu mais de meio-campo na encalço de Hulk. E custa bem menos correr com a cenoura do que correr atrás dela. E mesmo que não custasse, tratava-se do Hulk.

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    1. Essa jogada com o Hulk foi o exemplo perfeito da precoce falência física do Roca. Estava em corrida mais perto da bola e foi ultrapassado de forma confrangedora por Hulk, com toda a facilidade do mundo.

      A equipa por vezes jogava bonito. Facilmente se encontram nesse ano meia dúzia de jogos espectaculares. Mas por cada jogo bom, o Sporting fazia 2 ou 3 de gritante incompetência colectiva. Era uma equipa desorganizada, instável e pouco fiável. À imagem do seu treinador.

      Grosso modo e apesar de algumas lacunas, aquilo que o actual Sporting não é. E o futebol equilibrador e organizador de Adrien, a sua liderança e caracter, são o cimento que mantém esta equipa coesa e responsável.

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    2. "Mas por cada jogo bom, o Sporting fazia 2 ou 3 de gritante incompetência colectiva. Era uma equipa desorganizada, instável e pouco fiável. À imagem do seu treinador."

      É possível. Como disse há dias a respeito doutra coisa qualquer, bons treinadores ou gente muito conhecedora da matéria conseguirá perceber, pelo simples visionamento dos jogos, quanta responsabilidade teve Peseiro no nº de derrotas alcançado nessa temporada. Eu não sei vê-lo.

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  4. "nos terem tirado na época passada tantos pontos em Alvalade"
    nunca na historia do clube tinhamos feito tantos pontos no campeonato. ficamos em 2 porque o benfica ainda perdeu menos pontos que nos, o que, julgo (mas nao tenho certeza), ter tambem sido um recorde.
    ao contrario da epoca 2004/2005 que o nuno bispo ja explicou bastante bem

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    1. O rival, com muito "colinho" pelo meio, lá conseguiu o recorde de pontos no campeonato.

      O Sporting por culpa própria (mas também por factores obscuros que foram habilidosamente empurrando o Sporting para baixo) acaba por não conseguir o título num ano em que o FCP esteve sempre muito longe de ser um verdadeiro candidato. Mas foi indubitavelmente o melhor campeonato dos últimos anos, e o regresso do Sporting às sérias disputas pelo título.

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    2. MM

      Basta ver as equipas de Peseiro. Defensivamente frágeis e desequilibradas, com algumas boas ideias a nível ofensivo. Não é treinador para grandes exigências em provas de regularidade.

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  5. Os pontos que fizemos no ano passado explicam-se pela qualidade do nosso treinador. Não pela qualidade do nosso plantel. Outrossim, os 6 ou 7 jogos nos quais perdemos pontos ou os cerca de 10 jogos onde poderíamos facilmente ter perdido pontos vista a forma como decorreram, se exceptuarmos a deslocação a Guimarães onde empatámos por manifesta infelicidade, caracterizaram-se pela falta de soluções e incapacidade de jogar com bola. E nesses jogos tanto poderá contabilizar o Tondela como o Benfica de R. Vitória, equipa que se apresentou em Alvalade tal qual Tondela.

    Se o Sporting quiser tentar melhorar sobre o que fez, não sendo líquido que somará um nº semelhante ou sequer parecido de pontos, já que podemos (a par de Benfica ou FCP) perder ou ganhar com facilidade uma dezena de pontos por campeonato em jogos que se decidem em pormenores -, terá de perceber que precisa de jogadores de qualidade. Jogadores que nos dêem coisas que Adrien, João Mário ou Slimani nunca darão.

    Em 2010/11, para o campeonato, o Benfica perdeu 7 jogos e fez somente 63 pontos. Se olhar para os resultados foram 2 derrotas menos que as de Peseiro em 2004/05.

    Esses nºs em si mesmo não explicam nada.

    Com um treinador como Jorge Jesus e muita qualidade no plantel, 7 derrotas seriam à partida inimagináveis (2010/11). Essas derrotas explicam-se pelos devastadores efeitos anímicos que os confrontos directos com o FCP tiveram na equipa do Benfica. Ao contrário do que a pontuação sugere, esse foi um dos campeonatos ganho literalmente nos confrontos directos.

    O Sporting não sofre que se saiba desse tipo de problemas (anímicos).
    Os problemas do seu futebol são de natureza diferente.

    Temos o Jorge Jesus. Seria uma pena que a falta de 3 ou 4 jogadores de qualidade nos impedisse (enquanto ele cá está) de ganhar campeonatos ou de tentar ganhar provas europeias de futebol.

    Perceba-o se quiser. Doutro modo, fie-se nos pontos que fizemos no ano passado e no chavão "dos 4 campeões europeus que temos na equipa".

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  6. JJ deixou sair o bruxo. Perdão, esta é uma nota grande.

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  7. Mais uma vez acho que estás carregado de exagero e imprecisões, para começa não perdemos assim tantos pontos em alvalade (2 com o Paços, 2 com o tobdela e 2 com o rio ave) olhando para a época que falas a diferença é brutal.

    Renato Silva é bom jogador e foi decisivo para a conquista do título para os lamps mas caracterizar o jogador como 1 jogador cerebral dá para rir porque ele é completamente o oposto disso.

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  8. Eu acho que o Sporting tem um plantel com qualidade, com algumas lacunas e uma espinha dorsal fortíssima onde assentou o modelo de JJ.

    Que muito do que fez o actual treinador assentou numa base que veio de anos anteriores e o Sporting fez por manter. Sem esse núcleo, havia recordes nenhuns, havia luta pelo título nenhuma.

    Não concordo de todo que o que falta ao Sporting seja um Rochemback ou noutro registo e se percebi bem, um Renato Sanches.

    O miolo do Sporting é fortíssimo, com William, Adrien e João Mário. Aceitando que haja quem prefira jogadores com outro perfil, que todos temos as nossas preferências pessoais, parece-me óbvio que há uma enorme complementaridade entre os 3 jogadores ao qual se junta um jogador de classe como Ruiz, que formam o melhor meio campo de Portugal. Há falta de explosividade neste contexto, que a partir do meio da época foi resolvida com a maior largura e profundidade que Schelotto deu, com um Teo mais móvel e eficaz a partir do momento em que se lembrou de jogar à bola e a afirmação plena de João Mário.

    Pessoalmente, entendo que é urgente vir um bom suplente para o Ru1, acho que temos laterais esquerdos com fartura que não fazem um que dê garantias, uma alternativa para Adrien e, principalmente um avançado que complemente Slimani e garanta muitos golos.

    O que deu o título ao Benfica não foi Renato Sanches, por importante que tenha sido, com os seus 2 golos e 1 ou 2 assistências.

    Foram os seus avancados. Jonas e Mitroglou marcaram que se fartaram e quando faltava um, havia Jimenez, decisivo na fase final do campeonato.

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  9. Não vi muitos jogos ao vivo do Sporting de 2004/05 porque me encontrava fora de Portugal nesse período. O que consegui ver via TV confirma o essencial que me parece que o MM queria transmitir quando falou em ano de ouro: tínhamos de facto um grande plantel, mas com lacunas que haveriam de custar-nos um preço elevado. Nomeadamente no centro da defesa, onde Enakarhire e Hugo nunca conseguiram ser o complemento que Polga precisava.

    Mas tinhamos um grande meio-campo (Rochemback, Custódio, Rogério, Tinga - mal amado e aproveitado - Carlos Martins, Pedro Barbosa, Tello, Sá Pinto, Hugo Viana e Danny) e avançados como Sá Pinto, Liedson, Pinilla, Niculae.

    Atribuir todas as desventuras e falhanços a um treinador que pôs a equipa a jogar o melhor futebol dos últimos anos, pelo menos até à chegada de JJ, parece-me profundamente redutor, especialmente quando se constata o valor deficiente dos centrais, por exemplo.

    E, olhando para o que o actual treinador tem à disposição concordo que falta ainda um golpe de asa na capacidade de improviso e criatividade que tanta falta nos fez o ano passado.

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  10. Uefa à parte, o campeonato 2005/2006 mostrou um Sporting mais forte, mais sólido, mais equilibrado e mais regular, sem Viana, sem Barbosa, sem Rui Jorge, sem Rochemback e com Rogério a sair a meio da época. Como explicar tal se não pela incapacidade de Peseiro em montar uma equipa competitiva que não funcionasse por fogachos?


    Peseiro teve Beto e Polga como centrais titulares, com Rogério e Rui Jorge nas laterais. Era uma defesa fraca?

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    1. Nuno Bispo,

      Paulo Bento teve nessa época um efeito semelhante ao de Octávio em 1996/97. Estabilizou a equipa defensivamente, arrumou as peças no sítio e devolveu mentalidade aos jogadores, normalizando-os nesse aspecto.

      E continuava a ter muita qualidade individual. Liedson, Deivid, Sá Pinto, Carlos Martins, João Moutinho, R. Tello, Caneira, Polga, Custódio ainda fez essa época?, e outros. Recordo nesse ano a arbitragem vergonhosa no Dragão para a meia-final da taça e claro, o golo de Jorginho em Alvalade (ou foi o Bruno Alves de livre directo?) que nos arrumou da corrida pelo título.

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    2. Sim, mas a qualidade global do plantel desceu, claramente. Aliás, esse decréscimo foi gradual, ano após ano, até há pouco tempo.

      Estive no Dragão nessa meia final da Taça e foi de facto uma verdadeira vergonha. Penso que foi o Jorginho, com o jogo a acabar, a umas 3 jornadas do fim.

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    3. "Sim, mas a qualidade global do plantel desceu, claramente. Aliás, esse decréscimo foi gradual, ano após ano, até há pouco tempo."

      Completamente de acordo.

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  11. Realmente o tempo faz com que tudo parece melhor.

    tinham / têm origem na permanente capacidade de encontrar soluções para as suas equipas (atributo mental), matéria que faltando, a título de exemplo, no Sporting de Jorge Jesus, explica o porquê de alguns adversários relativamente frágeis nos terem tirado tantos pontos em Alvalade na época passada.

    Devemos mesmo enaltecer o espírito mental do Sporting de 2005? Aquele em que a equipa com um o melhor plantel, o melhor marcador do campeonato e melhor ataque ganhou zero competições?
    Perdeu o campeonato na luz por jogar contra o seu principio de jogo, perdeu na última jornada o acesso directo à Champions (o qual viríamos a perder contra a Udinese na época posterior) e finalmente perdeu uma taça europeia a jogar no próprio estádio a ganhar ao intervalo, onde se diz, que o capitão de equipa exigiu negociar os prémios de vitória durante o mesmo.

    É também o próprio jogador visado, Rochembak, o mesmo jogador que proferiu a celebre frase para o treinador (que não tinha mão para os jogadores) "vai tomar no cú) aquando a substituição do mesmo contra o Porto uma época antes.

    É a mesma equipa que Paulo Bento se queixou várias vezes de perder pontos de forma infantil quando tinha o jogo ganhou por não saber controlar as emoções.

    Por curiosidade fui ver as derrotas para o campeonato em 2004/2005 e a lista é a seguinte: Benfica, Porto, Setúbal, Penafiel, Belenenses, Marítimo x2, Nacional x2. Pegar nessa época para criticar a ultima é hilariante. Se ao menos fosse a posterior do Paulo Bento que foi muito mais equilibrada.


    Uma nota final para a "dimensão física" do Rochemback, estamos seguramente a falar dos seus 80kg distribuídos pelo metro e oitenta. Utilizar o Rochemback para dar mérito ao "fisico" no futebol é um erro tremendo pois se havia algo em que o Rochemback não se destacava era particularmente na forma física do seu futebol. Rochemback era um jogador de posse, apesar de ser um trinco (coisa que o Renato não é) estava longe de ser um carregador de jogo (coisa que o Renato é) pois o futebol dele passava por essencialmente pela distribuição de jogo e capacidade táctica (para efectivamente se mexer menos).

    Compara-lo com o Renato para elogiar os atributos físicos é ridículo pois se havia coisa em que o Rochemback não fazia era pressionar, não tinha capacidade de entrega e muito menos seria um jogador de "intensidade" essa coisa que agora está muito valorizada graças ao Renato. Era um jogador mais cerebral, jogava a volante ou a pivot e era a bola que corria, não ele.

    Não consigo deixar de me lembrar de o Rochemback contra o Hulk em 2008 prá taça. Visto no estádio parecia desportos diferentes.


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    1. Mental remete para o único motor que temos, cérebro, não para o "espírito" que referes. Cérebro, neurofisiologia de alguns cérebros de alguns futebolistas que lhes permite encontrar caminhos muito rapidamente. Näo tem a ver com "espírito mental".

      "Compará-lo com o Renato para elogiar os atributos físicos é ridículo."

      Ridícula é a tua incapacidade para ler ou perceber que os atributos físicos säo precisamente complemento (parte menor) das suas principais virtudes (parte maior).

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    2. PTM,

      "Pegar nessa época para criticar a última é hilariante."

      És realmente mais estúpido que uma porta :)

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    3. E estava eu tranquilo a ler os comentários para depois avançar com um da minha autoria quando, para meu espanto, sou confrontado com mais um insulto do sr. MM, agora ao leitor PTM. E isto em pleno debate saudável que não indiciava que isso pudesse acontecer, o que me leva a crer que de facto o sr. MM sofre de uma grave patologia que o leva a insultar pessoas quando bem lhe apetece com a conivência de quem toma decisões no blogue.

      O mais engraçado é que, por norma, o comentário de resposta ao insulto não é validado por quem tem essa incumbência (ou seja, não aparece no blogue, como aconteceu comigo no post anterior quando também fui insultado por esse senhor) e mais tarde o insulto do sr. MM é apagado para não dar nas vistas. Felizmente existe uma ferramenta maravilhosa chamada print screen.

      Lamentável, sr. MM, realmente o senhor tem uma forma estranha de lidar com a crítica.

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    4. "Rochemback era um jogador de posse".

      Errado. Rochemback era um jogador de rupturas, tal como Sanches.

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    5. A minha memória já vem falhando, mas não me lembro de Roca como tal. Nunca teve velocidade nem capacidade de explosão, mesmo nos seus melhores momentos.

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    6. MM

      Não concordar com uma opinião é perfeitamente normal e manifestar essa discordância também, partir para o insulto pessoal por causa das mesmas é básico e rasteirinho como tens vindo a demonstrar.

      Não te acho idiota, acho que tens uma opinião diferente da minha, eu argumento tu afirmas. Como disse não te acho idiota. Acho-te extremamente mal educado, talvez não tenhas culpa disso, e com uma soberba moral que não tem reflexo naquilo que escreves, pois eu acho que é invariavelmente desadequado da realidade mas isto ( o facto de as nossas opiniões serem discordantes) é a minha leitura, o que é um facto é que és mal educado e não tens estaleca para escrever online ( neste ou qualquer blog ) porque não sabes encaixar a critica.

      Entretanto espero um pedido de desculpas teu pelo ataque pessoal.

      Espero também que argumentes com factos ao invés de afirmações. Podes ir perguntar ao Maldini o que é uma ruptura que ele explica-te.
      Pontualmente o Rochemback poderia fazer um movimento vertical mas nunca foi de "rupturas" como nunca foi jogador de "jogos partidos".

      SL (a ver se a mandas meter como ao outro)

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    7. "Não concordar com uma opinião é perfeitamente normal e manifestar essa discordância também, partir para o insulto pessoal por causa das mesmas é básico e rasteirinho."

      De acordo, é isso mesmo que te qualifica como estúpido, além da desonestidade sempre que pretenderes inventar coisas que (eu) não disse. Não é o facto de termos (tu, eu, quem quer que seja) opiniões.

      Lê o comentário que escreveste ao qual reagi, retira-lhe os insultos que diriges, retira-lhe a invenção e verás que independentemente da opinião que produzas tratar-te-ei sempre bem. Algo menos do que isto é conceder-te um estatuto especial que não tens (o de insultar-me).

      Eliminar
    8. MM

      és rasteirinho e ainda não pediste desculpa. não te insultei nem tão pouco "inventei coisas que escreveste"

      neste comentário chamas-me de estúpido e desonesto.

      Não tens espinha dorsal, não tratas bem o legado do LdA

      és um simãozinho da blogosfera

      Continuo à espera do pedido de desculpas

      SL

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    9. @Nuno Bispo

      Rochemback nunca foi um jogador de rupturas, jamais. As rupturas no modelo do Peseiro vinham sempre através do Douala esse sim um jogador físico.

      O que o Rochemback fazia era aproveitar desequilíbrios no meio, característica de jogadores evoluídos "mentalmente" como o outro diria

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    10. "Compará-lo com o Renato para elogiar os atributos físicos é ridículo".
      "Pegar nessa época para criticar a ultima é hilariante".
      "Não tens espinha dorsal"
      "És um simãozinho da blogosfera"

      Como te disse, podes ser irracional. O que não podes é ofender de forma gratuita nem ser desonesto. Não porque ofendas, mas a mera intenção qualifica-te. Ao pé de ti a porta é paisagem, imbecilóide. E como te orgulhas de ser imbecilóide, e estúpido, passo a desprezar-te. Não custa rigorosamente nada.

      Eliminar
    11. epá disse que não te achava idiota mas estás a esforçar-te bastante caro amigo.

      "Compará-lo com o Renato para elogiar os atributos físicos é ridículo" o ridículo não é a pessoa é a acção de comparar. Ridículo é partir para a ofensa sem contra argumentar. idem para o hilariante.

      a espinha dorsal e o simãozinho ficam-te bem.

      SL

      Lista de ofensas do MM
      estúpido
      desonesto
      imbecil
      irracional

      só aqui neste post. no outro mandou o utilizador Bruno Nogueira enfiar o SL num sitio qq. E isso passou pelos pingos da chuva.

      continuo à espera de um pedido de desculpas.

      SL

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    12. PTM,

      Não se incomode nem perca o seu tempo a aguardar por um pedido de desculpas desse senhor. É improvável que aconteça. Se o PTM acha que foi grave o que ele lhe dirigiu, imagine a minha indignação quando no post anterior fui alvo do derradeiro insulto por parte desse senhor mal educado, de tal forma que alguém do blogue o apagou passado uma hora e eu nem o vou reproduzir aqui por achar que é desprovido de quaisquer valores ou moral.

      No entanto, o insulto ainda esteve o tempo suficiente online para alguma pessoas saberem quem realmente é esse sr. MM que, impunemente, continua a escrever no blogue.


      SL

      Eliminar
  12. PTM,

    Só uma nota: o Rochemback 1 é diferente da sua 2ª versão.

    Aproveito também para lembrar o episódio com Liedson na véspera do dérby em 2005 para dizer que a partir daí o meu encanto por ele morreu.

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    Respostas
    1. LdA

      Absolutamente e o que fica na memoria é a ultima versão.

      Devo dizer que nunca apreciei por aí além o Rochemback. Era entre ele e o Thiago Motta a decisão para o negocio Quaresma.

      Eliminar

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