terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Palavra chave para o falhanço: liderança

Diz que lhe Chamam dinâmica de grupo


O reinado de Domingos no Sporting pode, na minha perspectiva, ser separado por três períodos muito diferentes:

O primeiro marcado por uma incrível sucessão de erros arbitrais e por um histerismo apocalíptico em jeito de assobio que o prejudicou (e à equipa) e do qual não se lhe pode apontar o dedo com ênfase, até porque Domingos estava, nessa altura, a arrancar com uma equipa nova… Que obviamente ainda não conhecia. Mas, os princípios de jogo e até a qualidade do futebol mostravam-se presentes, com excepção de um jogo fraco em Aveiro. Houve, claramente, máfia e histeria a mais e demérito a menos de Domingos Paciência, nessa primeira fase.

O início do segundo período deu-se após o clique de Paços de Ferreira. Um pequeno milagre quando uma mais que previsível derrota se transformou, num ápice, numa vitória redentora: a quinze minutos de acabar o encontro e com três golos de rajada. Depois da tempestade inicial, vinha a bonança, que chegou a apresentar dias de um sol radioso. O calendário facilitou, as arbitragens acalmaram a ânsia persecutória, e a sucessão de êxitos tomou uma dinâmica que se alimentava a ela própria, tipo bola de neve que descia pela ribanceira abaixo… Mas que o primeiro obstáculo a sério, na Luz, veio travar. É certo que a paragem surge entre desperdício próprio e fortuna alheia, com, novamente, decisões do juiz controversas pelo meio. No entanto, começava nesse clássico, aquele que seria o período de trevas e durante o qual Domingos seria colocado, realmente, à prova.

A fase final do percurso de Domingos no Sporting, a etapa mais difícil e complicada, veio revelar um treinador impreparado, hesitante, inseguro, em muitas ocasiões mesmo perdido e injusto para com quem comandava… E, se é nos momentos problemáticos que se contempla quem são os verdadeiros líderes, então Domingos falhou… E fracassou, estrepitosamente. Venho, já desde há longo tempo, afirmando que mais do que i) a errática gestão do plantel, com atitudes incompreensíveis para quem assiste na bancada (ou na tribuna…), mas mais grave ainda para quem se vê alvo delas (os futebolistas do SCP) e que os confunde, que lhes retira confiança, que chega a desmotivá-los; ii) mais do que a táctica ou o principio de jogo adoptado que se revelou, a partir de Vaslui / Belenenses, completamente ineficaz e aborrecidamente previsível; iii) mais do que a mediana preparação física demonstrada por vários jogadores do Sporting em diversos momentos; iv) mais do que a fraca leitura de jogo, cujas substituições e/ou alterações no decorrer dos encontros raramente adicionaram vantagens ao jogo do SCP e v) ainda mais que os resultados negativos, o que verdadeiramente me preocupava e onde considero que Domingos realmente falhou nem terá sido tanto na falta de conhecimentos técnicos, onde falhou, repito, foi vi) na liderança do seu grupo. Não é preciso ser-se muito perspicaz para perceber que a falta de solidariedade de um líder para com os seus seguidores tem efeitos altamente nefastos.

Coloco o caro leitor perante a seguinte situação:

Imagine-se parte integrante duma equipa de trabalho nova que tem vários objectivos comuns para alcançar. Eis o propósito: pretende-se vender 4 projectos a um cliente importante. O caro leitor é incumbido, pelo líder da equipa de trabalho que integra, para executar determinadas tarefas que visam contribuir no alcançar dos objectivos traçados. Claro que para as cumprir tem que estabelecer relações com os seus colegas e também com o líder. Ao princípio as coisas não encarrilam muito bem... É natural, já que estão, todos os membros da equipa a conhecer-se uns aos outros. Com o tempo o conhecimento entre todos vai-se consolidando e o ritmo de trabalho melhora. Imagine que cumpre as tarefas que lhe confiaram da melhor forma que consegue, com esforço, com empenho e galhardia, seguindo as indicações do seu líder, mas, por alguma razão e a partir de certo momento, os resultados não se mostram em conformidade com o esperado, ou seja, não se obtém o sucesso espectável. O primeiro projecto, aquele que renderia maior lucro à empresa onde trabalha, perde-se a meio do caminho. O segundo, bem mais fácil, por alguma razão que lhe escapou e que, possivelmente, até é alheio à sua resonsabilidade, também vai pelo cano abaixo. Entretanto a desconfiança cresce no seio do grupo. O terceiro e quarto projectos, ainda em curso, transformam-se num stress contínuo, e o prazer e a determinação com que encarou o desafio inicial vai-se transformando num peso e numa angústia crescente. O seu líder, perante o aumento da pressão, reage retirando-o da tarefa que lhe tinha preconizado numa semana - substituindo-o por outro colega - voltando a colocá-lo na sua execução na semana imediatamente seguinte, sem que perceba bem o porquê de tais acções… Olha para o lado e nota que o mesmo acontece com outros seus colegas… As trocas e baldrocas sucedem-se, sem razão lógica aparente. Perante este cenário caótico e quando apertado pelo 'patrão' ou pelo cliente, o seu superior hierárquico, sacode a água do capote e, afim de salvar a própria pele, aponta-lhe publicamente o dedo a si ou aos seus colegas… Agora, imagine-se a ver essa acusação repetida consecutivamente… Umas vezes mais implícita, noutras mesmo explicitamente. Como se sentiria? O que pensar dum líder assim?

Agora imagine a situação contrária. Que apesar dos falhanços colectivos, que emanam da acção conjunta do grupo e que, como tal, é difícil de quantificar individualmente, o seu líder assume as consequências, assume como sua a responsabilidade do falhanço. Como agiria de seguida, caso fosse dada outra oportunidade ao seu chefe de continuar a liderar a equipa que integra?

Continuo a dizer… Domingos falhou. E muito.

20 comentários:

  1. Grande texto em todos os sentidos.

    Depois de Paulo Sérgio a chegada de Domingos encheu-nos de esperança que o futuro seria nosso. Infelizmente pela enésima vez um treinador foi uma desilusão. A culpa não é toda de Domingos é certo mas para ganhar às reservas do Moreirense em casa com a equipa titular não é necessário ser um Mourinho.

    A ser verdade a história das conversas com o Porto começamos a perceber as titularidades dos "Pereirinhas". Mesmo assim custa a acreditar...

    http://quintadelduque.blogspot.com/

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  2. eu quero é ouvir o domingos!

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  3. Muito bom texto.

    Acrescento que o Domingos tem uma óptima imprensa, mesmo após as sucessivas burradas, ainda, era apresentado como um técnico de grande gabarito e capaz de inverter este ciclo.

    Não foi isso que eu vi nestes sete meses e, desculpem a insistência, foi um treinador que não conseguiu ganhar em casa às reservas do Moreirense. Sobreviveu e ninguém questionou a sua competência.

    Beneficiou de um apoio e de um conjunto de jogadores como há muito não se via em Alvalade. Tudo malbaratou com incompetência ( este é o atributo daqueles que têm um desempenho igual ao do Domingos).

    Agora, na senda do comportamento bipolar que nos caracteriza, estamos com medo que seja um sucesso no FCP. Se o for não o será certamente actuando como fez no Sporting o que levanta um conjunto de questões que agora provavelmente também não interessam a ninguém.

    SL

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  4. Acho o post extemporâneo. Ainda não se conhecem todos os motivos q levaram ao despedimento de Domingos. Sabe-se, q a equipe estava a jogar mal, desunida e o treinador completamente a leste dos problemas. Sabe-se agora q Domingos tinha contactos com Pinto da Costa, para ingressar no FCP, se o Porto perde-se qualquer dos últimos dois jogos. A partir daqui, Godinho Lopes, tomou uma decisão corajosa. Domingos é um traidor, dragão de ouro, e nunca vestiu a pele de leão, de Sportinguista. Portanto, não comecem a filosofar, e a pressupor esquemas de q ele nunca teve tempo. Teve tempo, 7 meses, e 19 jogadores. Falhou, porq nunca se interessou verdadeiramente, ou não tem as capacidades q a imprensa diz q tem. Braga e Académica, não são comparáveis ao SCP. Agora, há q dar todo o apoio a Ricrado, Coração de Leão, Sá Pinto! Vamos encher Alvalade já no próximo jogo.

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  5. Virgílio,
    Não acrescentaria nem mais uma virgula: "bull's eye!".

    P.S. Bem sei que no futebol não há coincidências e é certo que desde a bênção do accionista do fcp ao Domingos que as decisões deste tornaram-se cada vez mais estranhas, mas não quero acreditar no que sub-jaz a esta notícia: http://aeiou.expresso.pt/sporting-conversas-com-fc-porto-precipitam-demissao=f704236

    Um abraço para ti e para o LdA,

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  6. Factos:

    Uma equipa que tem Rinaudo (int argent) Elias (int Brasil) Schasrs (int holanda) Matias ((int chile) só no meio campo, nãso pode jogar tão pouvo

    EM

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  7. “O clube acusa o técnico de «não estar concentrado no Sporting» e andar a «ter reuniões secretas com o FC Porto», rumor que já tinha chegado a Godinho Lopes há três semanas, soube o DN.”

    Este tripeiro nunca me enganou. Agora finalmente vai poder desfrutar do calor da noite como eles tanto gostam. Pena tenho eu de quem se tenha lembrado de o ir buscar.

    SL

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  8. Parabéns pelo seu post.

    Na minha opinião, o nosso insucesso deveu-se:

    1) Erro na escolha do treinador. Fraco psicológicamente e errático nas escolhas, deficiente na preparação fisica (isto explica a dificuldade em pressionar os adversários bem como no multiplicar das lesões).

    2) Erro na escolha de jogadores, por parte do Carlos Freitas e do Luis Duque. Foi um tiro muito arriscado ter optado por jogadores com problemas crónicos (Jéffren, Rodriguez) além de que o plantel não é equilibrado (retirando o Insua, a falta de qualidade da defesa é gritante).

    3) Erro na definição da estrutura. Um presidente (GL), um administrador (LD) e um manager (CF)são gente a mais (nos grandes clubes as estruturas são mais leves, de modo a evitar os "ruidos"). Outro exemplo gritante desta confusão é o nosso Dtpto. Comunicação, pareçe um albergue espanhol.

    Com a escolha do Ricardo Sá Pinto, uma coisa é certa, vai haver uma injecção de adrenalina. Atendendo às condicionantes, penso que foi uma boa escolha.

    Saudações Leoninas

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  9. todo o argumentário do texto só poderia ser sustentado após um periodo de avalialção relevante que seguramente não era em meados de Fevereiro.

    O texto remete-me para (num outro contexto) aquilo que Jesualdo Ferreira apelidou de "profectas do passado". É facilimo encontrarmos um rol de argumentos que tentem justificar a saída, é natural, é uma maneira se calhar até inconsciente de nos sentirmos um pouco mais confortaveis com a realidade que nos surpreende.

    O problema é claramente de liderança, é inegavel, muito acima da liderança técnica está uma liderança institucional que é composta por demasiados egos que atentam contra os superiores interesses do clube.

    Julgo que se o nosso clube não está à beira de uma palaciana e acredito que não, Domingos não pode sair sozinho, a composição da Direcção deverá ser obrigatoriamente repensada, sob pena de nos desgastarmos permanentemente a encontrar justificações plausiveis para decisões como as de ontem e, meu caro Virgilio, até podiamos fazer aqui um exercicio que justificasse, por exemplo, um hipotetico despedimento do Jesus no SLB, alegando a incaceitavel ostracização do Capdevila ou a situação de ruptura com Amorim e por aí fora...

    Quanto aos argumentos de novelas que começam agora a ser "plantados" em jornais e blogs, eles não são mais do que a prova que há demasiada gente a decidir e por sinal MAL e sem justificação!

    obrigado.

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  10. Concordo essencialmente com tudo o que o Virgílio escreveu, contudo há um período inicial que o não cita (vá lá saber-se porquê), marcado pela insistência senão teimosia em opções irracionais que custaram pontos, dando desde logo a indiciar que Domingos podia ter uma actuação errante.

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  11. Este comentário foi removido pelo autor.

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  12. "todo o argumentário do texto só poderia ser sustentado após um periodo de avalialção relevante que seguramente não era em meados de Fevereiro"

    Pedro O. Para si não é em Fevereiro. Para mim foi mais do que suficiente. Eu não queria estar a aprofundar muito a minha opinião sobre Domingos por uma questão de pudor, até pq, bem ou mal, foi até ontem o meu treinador, foi o treinador do SCP. Apenas reafirmo o seguinte: um treinador que não assume nunca as suas responsabilidades, responsabilizando sempre terceiros chegando ao ponto de, atente-se, passar parte ou a totalidade das conferências de imprensa e entrevistas rápidas nos fins de jogos a acusar os seus próprios jogadores, para mim, não serve... E fê-lo reiteradamente, não foi numa ou noutra ocasião... Mesmo que o pensasse, jamais teria que o declarar publicamente. Essa atitude, reafirmo, é demonstrativa de uma falta de carácter gritante. Nós, no Sporting, nunca vimos isto, nem com o Paulo Sérgio, só para citar o mais contestado treinador leonino dos últimos tempos... . Podemos acusar Paulo Bento, ou Carvalhal, p.e., de não cumprirem com o que era exigível em termos de resultados para o futebol profissional ou, pontualmente, por falta de qualidade no futebol praticado. Mas nunca os ouvimos a eles, nem a Couceiro e outros, a criticar implícita ou declarada e vergonhosamente, os próprios jogadores. PB e CC sempre defenderam o grupo, a sua equipa. E fizeram-no com prejuizo e desgaste da sua própria imagem. E fizeram-no repetidamente. Refiro-me principalmente a estes dois pq foram aqueles que mais deram nas vistas nesse campo. PB, então, era um defensor acérrimo do grupo, Podemos acusá-lo de mts outros defeitos, mas de falta de coragem e carácter nunca ninguém o acusou.

    Agora compare-se o discurso de Carvalhal e PB com o de Domingos. Não tem nada a ver... Falta de carácter é imperdoável. E não me custa nada a acreditar que os jogadores já olhassem Domingos de esguelha... Domingos, ficou claro para mim, não servia. E não se via que a equipa, com ele ao leme, conseguisse ultrapassar esta terrível situação. A falta de solidariedade e confiança minam qualquer relação, principalmente se estivermos a falar de relações laborais...

    Comparar este facto facilmente verificável com os argumentos que apresenta com JJ, desculpe que lhe diga, não me parece que façam qlq sentido. Conflitos dentro de um grupo de trabalho sp existirão. Não vi foi o JJ vir queixar-se de Capdevilla ou de Rubem Amorim para as CdI... Outros pormenores: parece que JJ não apresenta resultados, exibições e declarações de jogadores do plantel altamente elogiosas. Logo o JJ, o tal que dps de (mais) uma revolução no slb, colocou a equipa a "jogar o dobro, tendo sido imediatamente campeão no ano de estreia...

    Qt ás teorias de 'traição'... Enfim, servem para vender jornais. Ora pensem lá um bocadinho comigo para ver a quem é que beneficiam tais teorias?

    Ao benfica, claro está... Não é ao fcp que servem. O porto tem um treinador que ainda está na luta por títulos, nomeadamente o principal... Serve alguma coisa ter o seu treinador a ser atormentado por eventuais fantasmas? Sendo, ainda por cima e pelo seu passado, Domingos um fantasma que até se encaixa mt bem na verosimilhança da 'traição'.. Aquem interessa, nesta altura, lançar instabilidade ao principal rival na conquista pela Liga?

    O Domingos não me pareceu ter personalidade forte, pareceu-me com carácter limitada, mas não a esse ponto. E falhar, como falhou, estrepitosamente no SCP tb não ajuda em nada a sua imagem de treinador...

    Juizinho...

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  13. Acrescento que para além de não possuir carácter suficiente para treinar um clube da dimensão do SCP nem liderar um grupo como aquele de que dispôz no SCP, Domingos, tb não se mostrou capaz tecnicamente. As opções que tomou e a qualidade de jogo do SCP, ao fim dos 7/8 meses (contando com a pré-época), são claramente negativas. Sem perspectivas reais de melhorar. Nem com um tremendo balão de oxigénio, depois de um apuramento para a final da Taça de Portugal com mt sorte pelo meio (há que admitir), se notou melhorias na 'saúde' da equipa...

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  14. Virgilio, bom post, ao bom velho estilo do capicua :)

    Não contesto que existissem razões, maiores ou menores, para esta decisão. Não contesto sequer que é um erro apontar o dedo ao grupo, principalmente quando este apresenta sinais de instabilidade.

    E talvez aqui iniciem e acabem os problemas. Esta rescisão (vamos para já dizer assim) não vem orfã. Há claramente clivagens que já resultaram na saida de um jogador (Bojinov), de um vice (Barbosa) e agora de um treinador ou melhor de uma equipa técnica.

    Parece uma mini revolução. O que está a minar o grupo? Mais do que a impotância ou relevância desta decisão é essa a questão que não me sai da cabeça.

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  15. Acho que ninguém questiona o percurso do Domingos até chegar ao Sporting.
    Ainda no início do campeonato fez uma grande recuperação.
    Agora a liderança de um clube de futebol não pode passar só pelo treinador.
    No Sporting os treinadores não são enquadrados por uma estrutura que os defenda e isso não é de agora.
    Inácio tinha sido campão foi despedido.
    Boloni tinha sido campeão foi despedido.
    Paulo Bento era forever dois meses depois estava na rua.
    Mas no Sporting todos só têm olhos para os treinadores, parecem que são eles sempre eles o elo fraco.
    Os mesmos que aplaudem agora o Sá Pinto, serão os mesmos que daqui a dois três meses se não aparecerem resultados, vão dizer rua Sá Pinto.
    O futebol da equipa não era o melhor ultimamente, mas se analisarem o comportamento técnico dos jogadores,incapacidade de concretização, situações de falta de concentração e muitas vezes de falta de entrega. Tudo culpa do Domingos? Não sei. Porque que é que Duque e Freitas nunca apareceram a defender Domingos e a equipa? Porque quem dá agoraa cara é Godinho Lopes?
    Infelizmente no Sporting há sempre muitas interrogações e não é um vicio de agora, é um vício muito antigo.

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  16. "despedimento do Jesus no SLB, alegando a incaceitavel ostracização do Capdevila ou a situação de ruptura com Amorim e por aí fora"

    O Jesus ainda não foi despedido porque está à frente da Liga.Aquilo por lá tem ido melhor, porque o Orelhas meteu uma surdina no trombone e é isso que tem de ser feito aos papalvos que todas as semanas vão botar faladura nos canais de TV em nome do Sporting.

    Quanto ao texto estou plenamente de acordo com ele.A análize é bem feita.

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  17. LMGM:

    Agora fiquei nostálgico. Bons tempos esses do capicua. Parecia-me que a blogosfera era bem mais saudável. Ou então era eu que era mt mais ingénuo... :)


    "O que está a minar o grupo? Mais do que a impotância ou relevância desta decisão é essa a questão que não me sai da cabeça."

    Tb me deixa apreensivo. Não sei, mas a mim parece-me que o grupo nc chegou a ter a coesão apregoada. Foi essa, aliás, a minha dúvida desde o início e é essa a sensação que mantenho após quase um ano de mandato de GL.

    jmbb:

    Primeiro ponto. PB saiu porque ele assim o decidiu. Falta de apoio directivo nc lhe faltou, nem com FSF nem com o 'incrível' JEB. O próprio afirmou que já não fazia parte da solução e que esteve 4 meses a mais no SCP. É preciso não esquecer isto e não sermos mais papistas que o papa.

    Qt ao despedimento de treinadores e de ser este o elo mais fraco... É assim com o SCP, efectivamente. Mas pergunto, é diferente com os outros clubes? Como foi, p. e. com o slb qd perdia e jogava miseravelmente?

    Nisso dou razão a quem afirma que acontece mais no SCP pq, infelizmente, ganhamos menos.

    Para esclarecer devo dizer que não sou a favor de se despedirem treinadores. Defendi a saída de PB apenas ao fim de 4 anos e após 2 épocas de regressão permanente. Defendi-o até não ser mais possível... Fui contra a saída de Fernando Santos. Depois contra a saída de José Peseiro. Contra a saída de Carlos Carvalhal. Que considero terem sido prematuras em tds esses casos. Mas, lamento dizer, que não sou contra a saída de Domingos. Não acreditava mais no homem. E lamento mt a atitude dele em nc se dignar a defender o grupo. Isso é, para mim, que exerço cargo de chefia mas tb sou chefiado, um ponto de honra que me diz muito. Não se admite aquele permanente afastar de responsabilidades. Mt menos desviando culpas para quem está abaixo dele. Passando o exagero, tal atitude quase que se pode caracterizar como uma cobardia. Apear disso, não isento de responsabilidades os jogadores, mt menos os dirigentes... Até pq claramente GL, LD e CF falharam na aposta do treinador.

    Dps, como tenho memória, tb sei observar que DP teve condições que os últimos treinadores do SCP não tiveram... O investimento foi brutal, o esforço feito pelo SCP em aquisições enorme e a resposta de DP mt fraca.

    Estou à vontade para falar de DP... No incio serviu, claramente como trunfo eleitoral. E nem isso me fez votar em GL. Mais depressa votaria em DF com o Riickaard. Apesar disso, confiei nele e dei-lhe o beneficio da dúvida. Confiei ainda no percurso ascendente que DP vinha efectuando enquanto treinador de futebol.
    Relativamente aos dirigentes: Mantenho tb a a obrigação de reconhecer as coisas boas que GL, principalmente este, vem fazendo no sentido de melhorar as condições do SCP. Qt a CF reconheço-lhe acerto e alguns falhanços: em 19 contratações novas é natural que assim seja. Jà LD, continuo a ser algo céptico sobre os benefícios que aporta ao SCP. Ainda não os descodifiquei.


    GL tem feito um percurso de acetos e alguns erros: ñ gostei das declarações em se auto-proclamou de salvador. Caíram-me mt mal. E neste episódio do despedimento, cai numa contradição que não se percebe. Não fica bem na fotografia dizer que não faz sentido despedir DP, para nem 24 Horas depois o dispensar...

    Abraço a tds e obrigado pelos V/ comentários.

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  18. LMGM,
    Eu encarei a saída de Bojinov como um reflexo dos problemas que se registavam no seio da equipa. Com o VW fora, o Domingos fez entrar o Ribas em campo assim que chegou, o que para o Bojinov deve ter sido desesperante e o levou a cometer aquela insanidade de querer mostrar serviço "à bruta".
    A saída de CB parece-me que foi diferente, por um lado, era inevitável que o choque entre personalidades tão distintas nos corpos dirigentes não levasse a ajustamentos, por outro, a situação do Sporting exige "esforço, dedicação, devoção", que é algo que CB talvez não tivesse equacionado dar na medida necessária para que, oportunamente, respondesse pelos objectivos fixados.
    A saída de Domingos é diferente, aceito e concordo perfeitamente a decisão. Aliás, acho até um pouco absurdo a quase necessidade de sobre-justificar a decisão, atentos os sinais das últimas semanas de progressivo afastamento do treinador em relação à equipa e da equipa em relação ao treinador. Pior seria deixar "cozinhar" a equipa (e Domingos) nos próximos jogos em lume forte.
    Em tudo isto só há uma coisa que me deixa intrigado e que com certeza nunca vou saber, o que é que fez com que GL publicamente arriscasse a sua palavra e desse o dito por não dito em 24 horas. Mas se eu sou daqueles que defende que numa equipa de futebol "what happens in vegas stays in vegas" tenho de deixar isso de lado.

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  19. Só uma pequena achega, no caso do Paulo Bento, durante 4 anos foi ele sozinho que deu o corpo as balas.
    E também é preciso não esquecer que com ele sairam Ribeiro Teles e Pedro Barbosa, portanto a situação não foi assim tão linear.
    O que eu pergunto é se nós temos o mesmo direito de exigir os resultados que os adeptos do Porto e Benfica pedem as suas equipas?
    Porque olho para os onzes e não vejo em que posição os jogadores dos Sporting teriam lugar nessas equipas.
    O meu grande desejo é que a estrelinha da sorte acompanhe o Sá Pinto, porque bem vai precisar dela.

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  20. Virgilio,
    o exemplo hipotetico "SLB/JJ" serve apenas para se entender que é sempre possivel arranjarmos argumentação que suporte determinada decisão de ruptura.

    Quanto à tentativa de colocar nos antipodas do comportamento de solidariedade grupal Paulo Bento / Domingos, essa não "compro" e nem perderei muito tempo a recordar a imagem vitimizada do "peito às balas" e outros belos quadros que perpetuaram no cargo de treinador alguém que não teve a dignidade de sair após ser responsavel ou co/responsavel pela maior vergonha da historia recente do futebol do nosso clube que foram os 12-1 com o B. Munique nos 1/8 final da Champions (essa não perdoarei nunca).

    Aquilo que nesta altura me move a não concordar com a decisão nada tem a ver com critérios técnicos mas totalmente a ver com a decisão ter sido "cozinhada" internamente à revelia de um lider que quer se queria, quer não chama-se Godinho Lopes. Aliás, as suas declarações de domingo passado foram de enorme lucidez e que nada fariam prever que o mesmo fosse ultrapassado por acontecimentos que claramente não promoveu e que alguem os promoveu por ele.

    Essa é a questão que me incomoda e que reflete a actual situação de liderança do clube, quanto ao resto é-me nesta altura secundário e há muita interpretação sobre o comportamento e atitudes de Domingos no post com o qual discordo tendo feito outro tipo de leituras (mas como disse anteriormentede, não será nesta altura relevante), independentemente do balanço - até à data - ser negativo, isso é inquestionavel.

    Vejamos então se futebolisticamente se ganhou alguma coisa com esta tomada de decisão, uma coisa parece-me clara, do ponto de vista institucional, ficámos a perder com este episodio e se não queremos mostrar fraquezas para o exterior, perdeu-se uma optima oportunidade.

    Abraço e Obrigado!

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