Terça-feira, 31 de Agosto de 2010
à(s) 20:31 | 39 Comentários | nonsense
Última hora: Timber no Sporting!
à(s) 02:24 | 28 Comentários | comunicação, LMGM, Nuno Dias
Carpe Diem

Obrigado Nuno Dias, Parabéns!
Depois de meses e meses de trabalho árduo em parceria com uma equipa de especialistas mundiais, Nuno Dias, Director de Informação do Sporting, vê aparecerem os primeiros frutos da sua persistência. Ontem em sede de núcleo Sportinguista, as declarações do Presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt, que chegam à imprensa são… tcham, tcham, tcham, tcham:
«Em primeiro lugar quero destacar o espírito muito forte da equipa. Estávamos a criar uma boa relação com os adeptos e foi estragada numa semana. Agora, queremos dar continuidade ao trabalho que temos feito para sermos mais fortes e dar alegrias aos nossos adeptos, que estão sempre connosco nos bons e maus momentos»
Carpe Diem, malta, Carpa Diem, nem terroristas, nem donas de casa, nem fcp, nem maracas. 1ª frase, elogio à equipa profissional, com destaque para o seu “espírito forte”. 2ª frase, uma admissão de erro próprio. 3ª frase, confiança e agradecimento a todos os adeptos.
Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
à(s) 23:09 | 13 Comentários | djaló, Liedson, Liga Zon/Sagres 10/11, Virgílio
A força da tradição
O início do jogo apresentou também um Sporting forte, ambicioso e logo nos três primeiros minutos efectuou dois remates à entrada da grande área (fracos e à figura), feitos duma posição que augurava maior perigo. Aos quinze, a primeira grande sensação num surpreendente remate de cabeça ao poste. E Surpreendente porquê? Se o SCP vinha apresentando um caudal ofensivo digno de registo? Pois… Há que observar que, antecipando-se a várias sequóias gigantes da defesa navalista e ganhando um lance nas alturas em plena área, surgiu o gajo que fazendo o papel de resinosa altiva, não passa, na realidade, de uma mera planta de porte mais arbustivo e de seu nome Yannick… Uma cena verdadeiramente inconcebível…
O tempo foi decorrendo e com ele chegou o maior acerto nas marcações dos homens da Naval, a saber lidar melhor com o esquema do SCP que não deixa de ser ainda uma incógnita para todos, adversários incluídos… No entanto, o Sporting insistiu no ataque e procurou sempre chegar à vantagem num daqueles típicos jogos de sentido único. Até que, mesmo à beira do intervalo Liedson conseguiu, finalmente, facturar… E o que futebol às vezes tira, noutras oferece. Há que reconhecer que o lance é precedido de fora de jogo, ao contrário do golo mal anulado na Dinamarca. O levezinho apesar de não tocar na bola, interfere na jogada ao procurar dar continuidade ao lance. Depois foi só aproveitar e fazer um golo com boa nota artística. Apesar do golo ferido de legalidade, o resultado ajustava-se àquilo que as duas equipas tinham produzido até ao intervalo.
Na segunda parte tivemos ‘direito’ a ver regressar um leão mais pastelão, a praticar o já famoso ‘controle’ de jogo, com resultados práticos pouco famosos no passado. Mas, uma boa recuperação de bola no meio campo deu azo a um contra-ataque que o desastrado Lupede travou à margem da lei perante um 31 à solta dentro da área. Penalty convertido exemplarmente por Matias à hora de jogo. Depois apareceu o tal arbusto, (lembram-se dele?) quando dez minutos depois aproveitou nova oferta do 3 da Figueira da Foz para acabar com o jogo. Até ao fim ainda houve tempo para ‘matar saudades’ da displicência leonina, que atingiu o seu auge num golo sofrido a premiar a frágil reação dos canarinhos da Figueira.
Apesar de tudo, esta noite vivemos um jogo de campeonato descansado como há muito não me recordava. Afinal a tradição ainda manda alguma coisa no futebol.
A. Naval 1º de Maio - Sporting Clube de Portugal (3ª jornada)
Suplentes: Jorge Batista, Zé Mário, Godinho, Giuliano, Marinho, Edivaldo e Simplício.
Suplentes: Tiago, João Pereira, Anderson Polga, Zapater,Hélder Postiga, Vukcevic e Saleiro.
Árbitros: Elmano Santos, Sérgio Serrão e Alberto Moniz
à(s) 07:00 | 16 Comentários | aniversário "A Norte", antevisão, campeonato nacional, JVL, Naval, SCP
Antevisão Naval - SCP
Depois da alegria que nos foi proporcionada pela equipa de futebol profissional na Quinta-feira passada, tendo o SCP dado a volta a uma eliminatória que parecia irremediavelmente perdida e para a qual o SCP partiu como natural favorito pois era sua obrigação eliminar o Brondby, eis que volta o campeonato nacional.
O SCP desloca-se à Figueira da Foz para enfrentar a Naval 1º de Maio, equipa que recebeu na 1ª jornada o fcp tendo perdido por 0-1, num penalty muito duvidoso, diria mesmo num penalty "à fcp". É que não são só os jogadores que são "à fcp"...
Voltando ao jogo, o SCP conta por vitórias as deslocações ao reduto da Naval e assim espero que continue. É que depois da alegria da qualificação, se analisarmos o jogo friamente, verificamos que ainda falta ao SCP apresentar futebol que conjugue o querer e a capacidade de luta demonstradas, com qualidade do "jogo-jogado" (anda ausente este último).
Movimentações do mercado
Tonel no D. Zagreb, Stojkovic no Partizan e Pongolle no Saragoça, foram as últimas movimentações no mercado por parte do SCP.
Stoj - Em relação ao Stoj nada a dizer. Era notório que não seria opção em Alvalade, apesar de tanto Carvalhal como Paulo Sérgio terem tido a determinada altura, um discurso que parecia indiciar o contrário. Sendo assim, espero que aproveite a hipótese que lhe é dada de competir, para mostrar serviço de modo ao SCP conseguir recuperar alguma parcela da verba que despendeu para o adquirir.
Pongolle - Situação que roça o criminoso, a nível da gestão do SCP. Um jogador que foi adquirido por 6.5M€, é agora, e sem que tenha realizado 10 jogos (valor de cabeça, não fui confirmar), emprestado ao Saragoça!!!!
Num Clube que todos os dias - pelo menos até há bem pouco tempo - se queixa de falta de dinheiro, emprestamos a 2ª contratação mais cara da nossa História, sem que esteja sequer contemplada, uma cláusula de aquisição futura. Espero que o salário seja suportado na íntegra pelo Saragoça.
Gostaria de ver explicadas as razões que nos levaram em 1º lugar a adquirir Pongolle para agora o emprestar. Não é uma questão de nos explicarem todas as movimentações que fazem mas esta merecia, da parte da Direcção / Depto. Futebol, uma explicação, na minha opinião.
Tonel - Como disse no post acerca da sua saída, só tenho a agradecer-lhe tudo o que deu ao SCP. Um jogador que sempre respeitou o Clube, sempre deu o máximo em campo e que se mais não fez, foi porque não pôde, fosse por limitações próprias ou injustiça do treinador. Tonel encarnou na perfeição o nosso lema e merece o nosso respeito e consideração. Que tudo lhe corra bem nesta sua nova aventura.
Aniversário do "A Norte"
Last but not least, o aniversário do blog.
Um blog que me dá um gozo enorme ler e um orgulho enorme em pertencer, pois é feito por Sportinguistas para Sportinguistas, sem qualquer agenda, sem qualquer interesse, onde cada qual dá a sua visão, colocando sempre em 1º lugar aquilo que realmente é importante: o nosso Sporting Clube de Portugal.
Um blog que principalmente devido ao seu criador e mentor, o nosso "Mister" LdA, se tornou num espaço de reflexão e debate do nosso Clube. Parabéns LdA, por todo o teu empenho e dinamismo, pelo teu esforço e companheirismo.
É uma honra fazer parte do conjunto de editores deste blog e poder falar do SCP convosco!
SCP SEMPRE!!!
Domingo, 29 de Agosto de 2010
à(s) 19:29 | 17 Comentários | nonsense
É só escolher
Trata-se de uma solução no mínimo anacrónica, tendo em conta a filosofia conservacionista que se opõe ao uso desregrado da natureza. A menos que a solução preconizada recaia num qualquer barrote queimado, resultante dos incêndios sem fim que pintaram de negro o País.
Tendo em conta os pergaminhos do clube, porquê a opção pelo pinheiro, sem especificar se ele é manso, bravo, das Canárias, cepo, perdão, do alepo e não uma madeira nobre como sejam o mogno, cedro, imbuía, cerejeira, freijó, amendoim, ipê, cumaru, angico, jatobá, itaúba, tatajuba, pau roxo, maçaranduba, sucupira, garapa, jarana que embelezam as nobres casas?
Tendo em conta o passado pioneiro do clube, porque não antes uma solução de moderna engenharia e arquitectura como uma das torres das Amoreiras? Já imaginaram os proventos resultantes da rentabilização de tanto espaço envidraçado com vista privilegiada para os relvados? Se Taveira e respectivo rebento conseguiram a visão epifânica – direi diarreia cromática? – e colorida para o exterior do nosso estádio mais perto estariam de resolver os problemas da deslocação da estrutura. Ou porque não o recurso a um monumento histórico como a Torre de Belém? Por certo que o risco de cair permanentemente em fora de jogo seria compensado com as dificuldades de marcação para as defesas contrárias e pela mais sólida e eficaz barreira vista num campo de futebol, para oposição aos sempre perigosos cantos e bolas paradas.
Seja como for saúde-se o realismo do nosso treinador: a vida não está fácil e o dinheiro muito caro. Um pinheiro é sem dúvida uma solução original e barata. Só não percebo uma coisa. Se Paulo Sérgio tinha identificado a baliza como um dos pontos a reforçar porque não pede a Bettencourt um taipal? E já nem pergunto porque não se interroga o nosso treinador sobre as soluções que preconiza e a forma descuidada como as verbaliza. É que para cuidar de pinheiros ou construir taipais fica-nos mais barato contratar jardineiros ou trolhas.
P.S: Sei que não rima com as linhas anteriores (será assim tão difícil comunicar bem?) mas não posso deixar sem referência as bonitas palavras de Tonel. Obrigado!
Dois anos de paixão "ANorte"
Sábado, 28 de Agosto de 2010
à(s) 12:59 | 19 Comentários | Leão de Alvalade, Paulo Sérgio, treinador
Optimismo estival
E enquanto reflectia sobre a importância de um treinador numa equipa, dei comigo a pensar que Quique, um treinador limitado, à frente de uma equipa com menos recursos que o Inter, acabou por inscrever o seu nome, pela 2º vez consecutiva num curto espaço de tempo, na galeria restrita de vencedores de competições europeias. Ora se Quique o conseguiu em Madrid, com o Atlético, porque não há-de Paulo Sérgio ser campeão com o Sporting, em Portugal, superando Villas Boas, Jesus e Domingos, contra todas as perspectivas e ponderações?
O futebol está cheio de exemplos contraditórios sendo por isso sempre difícil fazer previsões. A importância de um bom treinador é decisiva. Mas, como vimos na 5º feira, a vontade de ganhar e o espírito de grupo também o são e, por vezes, permite superar as limitações próprias, as dificuldades impostas pelos adversários e vencer até a história e a estatística. Foi assim que nasceu o apuramento para a Liga Europa, até porque ninguém ignorará, estou certo, que grande parte dos Sportinguistas, queriam mais do que criam passar o Brondby, na Dinamarca. Se isso chega para fazer uma equipa campeã? Creio que não. Mas sem essa vontade é que não vamos lá de certeza absoluta.
Sexta-feira, 27 de Agosto de 2010
à(s) 19:49 | 22 Comentários | alma leonina, Pongolle, Tonel, Torsiglieri
Tenho pena
Tenho pena que Pongolle tenha sido contratado de forma pouco criteriosa e precipitada, numa altura que, estando a época decidida, nada podia acrescentar. Tenho pena que Pongolle saia assim sem mostrar ao que veio, porque, estou certo, ele vale muito mais que o nada que mostrou. Mais pena ainda tenho que, sem saber com nem porquê, tenhamos , correndo bem, perdido 1 milhão de euros numa passagem inútil e mais de cem mil euros por cada mês de estadia. A sua saída liberta recursos para um avançado que não precisará de fazer muito para o superar em rendimento e nas lembranças dos Sportinguistas.
à(s) 11:54 | 28 Comentários | Brondby, Leão de Alvalade, Liga Europa10/11
Agora chorem eles
PS: O Sporting, após o sorteio da fase de grupos da Liga Europa, ficou colocado no Grupo C, e terá como adversários o Lille (França), Levski Sofia (Bulgária) e Gent (Bélgica).
Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
à(s) 20:14 | 36 Comentários | alma leonina, Liga Europa10/11, Virgílio, Épico
Fazer o que ainda não foi feito
Felizmente pendeu para o Sporting e com todo o merecimento. Foi o SCP que conseguiu uma reviravolta épica a uma eliminatória que, ao intervalo, estava bem lá no fundo. Mas o SCP começou a trepar a trepar, sofreu uma escorregadela de um incompetente árbitro auxiliar, mas não se atemorizou e, mesmo à beira de esgotar o tempo, saiu do poço… triunfante.
Hoje não há espaço para análises ao anárquico futebol da primeira parte. Nem a sistemas tácticos difíceis de descortinar tal a desorganização que por vezes se nota dentro do campo. Hoje é dia para festejar, respirar fundo, esfregar as mãos e voltar a ganhar alguma esperança em que este Sporting possa reencontrar-se…
Na segunda mão deste Play-off para a Liga Europa tivemos o que faltou há uma semana em Alvalade. Querer, brio, jogadores inspirados como André Santos, voluntariosos, como Maniche, e decisivos, como Evaldo, Nuno André Coelho ou Yannick. A sorte também nos protegeu, quando foi preciso.
O Brondby confiou que seria novamente premiado a jogar na expectativa, mas esqueceu-se que a estatística não favorece quem continuadamente aposta no jogo da retranca. Ainda bem. O Sporting, à excepção dos primeiros 10 -15 minutos assumiu sempre as despesas do jogo e alcançou o seu objectivo.
Parabéns ao nosso leitor MM na permanente aposta em Nuno André Coelho e ao nosso colega ‘nortenho’ JVL que acertou no resultado. O Zandinga tem dois potenciais sucessores. Parabéns a quem não deixou de acreditar. Hoje o 'coração' triunfou.
Parabéns Sporting Clube de Portugal!
à(s) 10:19 | 133 Comentários | antevisão, Brondby, Leão de Alvalade, Liga Europa10/11
A razão e o coração
O general perdido no seu labirinto
Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
à(s) 23:09 | 25 Comentários | Pontos de vista
Pontos de Vista*
O presidente dos 90 por cento de votos, 100 por cento profissional e
100 por cento incompetente, prossegue a política cobardolas e suicida
de "rugir para dentro e miar para fora".
Nos dias de leão sanguinário, ar assassino, juba branca espigada e
sobranchelhas carregadas de um cinza temível, ouvimos o terrível
rugido...
-- Vou expulsar todos os terroristas, cretinos e sem estatuto, de
sócios do clube
No dia seguinte o empresário Jorge Mendes deparou-se com um gatinho
pequenino, mansinho e fofinho.
-- Miau, miau, o senhor Jorge é que sabe. Se quer o seu amigo
Costinha, que ainda anteontem era jogadora da Atalanta, a
director-desportivo, não se fala mais nisso. Está escolhido e pronto!
Afinal o senhor é o empresário mais poderoso do mundo, e eu adoro
dar-me com pessoas poderosas e que movimentam milhões.
No outro dia, de rabo a dar a dar, diante do amigo do empresário...
-- Miiiaauuuu, o senhor Francisco é que sabe. Se quer dar 6,5 milhões
por esse tal Cinema Sem-Gol e 3,5 por esse argentino com cara de
Torsionário, merece todo o crédito. Eu preferia o Paulo Torres como
braço-direito do Paulo Bento II, mas se o senhor quer o seu amiguinho
Nuno Valente, quem sou eu para o contrariar? Afinal o senhor é amigo
do empresário mais poderoso do mundo, e eu adoro dar-me com pessoas
poderosas e que vestem fatos de tão fino corte.
No outro dia ronroa sem parar à vista do todo-poderoso Papa...
-- Miiiiiaaauuuuu, Miiiiaaauuu, Miiiiiaaaaauuuuu, ai que prazer tão
grande estar na presença da pessoa mais importante do futebol
português! O senhor Jorge Nuno não imagina a honra que tenho por saber
que aceita sentar-se comigo à mesma mesa. Adoro dar-me com pessoas
poderosas e respeitáveis. Então o senhor acredita que o malandro do
meu capitão de equipa diz que não joga mais no Sporting e que só
aceita vestir a camisola do FC Porto? Parece impossível! Não sei quem
é que lhe meteu essa ideia na cabeça! Olhe, vendo-lhe esta maçã podre
a preço de amigo, por metade do preço do mercado, e se me der uma
mãozinha neste problemão ficar-lhe-ei eternamente grato,
miiiiaaauuuuuuuuuuu...
Ontem prontificou-se a resolver o problema da churrascaria do Kadahfi
dos pneus...
-- Miiiaaaauuuuuuu, ai que prazer tão grande estar à mesma mesa e
almoçar com o presidente do clube que os sportinguistas mais adoram!
Disseram-me que o senhor Luís Filipe precisa de um guarda-redes...
Olhe, tenho lá um óptimo, tão alto como aquele barrete que o Jesus
trouxe de Espanha, mas que é titular da selecção e até defendeu
penáltis no Mundial. Não lhe custa um chavo: troco por aquele mono com
ar de King-Kong que o Paulo Bento II vê como parceiro ideal do nosso
Levezinho. Olhe, enquanto pensa nisso vai desculpar-me mas prescindo
da boleia de regresso a Alvalade. É que estou a ver lá fora os tipos
do Correio da Manhã e não quero aparecer na manchete de amanhã como
pendura no seu carrão topo de gama. Ainda pensam que tem um gatinho ao
seu lado...
*Pontos de Vista é uma rubrica em que publicamos artigos enviados pelos nossos leitores. No presente caso trata-se de um texto de Jacques Ferreira.
Porque ganham uns e outros não
Há quase 2 semanas, predisse que, na grelha de partida desta época, partiríamos em 4º lugar. Considerei o Braga o campeão do defeso, acrescentado que “Independentemente do resultado final, dos quatro candidatos ao título, a estratégia arsenalista é indiscutivelmente a mais inteligente e adequada á realidade do futebol português. Domingos é o principal garante de uma boa época e pela sua permanência e das suas ideias é que não posso deixar de considerar o clube de Braga no rol de candidatos, mesmo correndo por fora. A recente eliminação do Celtic não foi, seguramente, uma casualidade como, estou certo, veremos mais adiante.”
Hoje depois do feito do Braga, e com o País justamente rendido, excepto o Record..., talvez seja dado mais crédito às minhas palavras. Acertar hoje nos números do euromilhões de sexta-feira é muito mais fácil, mas não faz aumentar o número de "excêntricos"... Faço esta lembrança, não porque me considere nenhum iluminado, antes porque me parecem constatações simples de factos mais do que evidentes, que por razões que me escapam, a generalidade os Sportinguistas preferiu ignorar.
Os Sportinguistas, hoje em particular, interrogam-se como tudo sai bem ao homónimo minhoto, e, ao contrário, tudo parece sair-nos mal de há muito tempo para cá. O nosso leitor “Sporting até morrer” fundamentou, em poucas linhas, o que é quase óbvio, mas os Sportinguistas em geral parecem não querer perceber:
“Este Braga tem um Presidente que sabe gerir.
Este Presidente sabe comprar barato e vender com grandes ganhos.
Este Presidente fala pouco e trabalha muito.
Sabe escolher treinadores, pois raro é aquele que se dá mal com os ares de Braga nos últimos anos. Rodeia-se de um boa estrutura, que trabalha em silêncio e tem vindo calmamente a solidificar a posição do clube como quarto grande português.
Este tipo de Presidente já não vejo em Alvalade desde os tempos de João Rocha.
Pelo contrário, em Alvalade temos um presidente que é uma anedota, uma estrutura que parece um circo. Para qualquer problema com que se depare esta Direcção com vencimento profissional, existe sempre uma resposta...amadora.”
Acrescentaria: Salvador aprende com os erros, os nossos dirigentes não. Cansado de nos imitar em actuações e resultados decepcionantes, e em número de treinadores por época, Salvador, num ápice, transformou o cemitério de treinadores numa incubadora de técnicos campeões nacionais – primeiro Jesualdo, depois Jesus – sendo que o vice-campeonato de Domingos em Braga, e da forma como foi alcançado, um feito equivalente.
Salvador percebe mais de futebol que Bettencourt, que até já foi campeão nacional? Não creio, mas não duvido que o supera em bom senso, ao deixar o futebol para quem percebe. Foi afinal o mesmo que fez Vieira com Jesus e o que faz Pinto da Costa há muitos anos, dispensando eles protagonismos excessivos aos directores desportivos, quando os tinham.
O Sporting pode continuar a gastar nos móveis, nas caixilharias, nos electrodomésticos, mas enquanto não tiver um bom arquitecto – leia-se treinador – e uma boa equipa de engenharia – leia-se uma estrutura sólida – nunca terá uma casa funcional. Quem viu o jogos do Play-off do Braga percebe isso melhor: a vitória foi alavancada no gabinete e no banco do treinador. Em Braga, depois de uma primeira parte na corda bamba, foi a intervenção de Domingos ao intervalo que acabou por fazer pender de forma quase decisiva o apuramento. Ontem o Braga foi uma equipa esclarecida, quer das suas capacidades, quer das debilidades do adversário. A equipa vale pelo seu todo, independentemente dos protagonismos de ocasião dos jogadores em melhor forma. E alguém se lembra hoje que na equipa de ontem não estão 60% dos elementos do sector defensivo (Eduardo, João Pereira, Evaldo), responsáveis pela solidez do ano passado?
O Sporting em que eu acredito é um Sporting que não precisa de imitar ninguém para voltar a vencer, basta para isso que se volte para os princípios que estão na sua génese e história. Mas enquanto não for capaz de o fazer, pelo menos que siga os bons exemplos.
Terça-feira, 24 de Agosto de 2010
à(s) 17:24 | 31 Comentários | Leão de Alvalade, Rui Patricio, Torsiglieri
Torsiglieri, Otamendi e outros
Julgo que em Portugal poucos conhecem o valor de Roberto, para além de Jesus, uma vez que os jogos do Saragoça não têm a visibilidade no nosso País como sucede com o Barcelona ou Real Madrid. Não tem carreira internacional digna de registo, também. Por isso são tão válidos os juízos que asseguram que se trata de um bom guarda-redes como o contrário. O que todos sabemos é que não foi pelas prestações que agora conhecemos que Jesus o foi buscar a Espanha e jogou o prestígio de bom observador que granjeou justamente no ano passado.
Tudo indica que o problema de Roberto é o que se costuma dizer uma questão de estofo, neste caso de falta dele. O valor pago pelo seu passe, o peso de ter que jogar numa equipa que quer revalidar o título, é muito diferente de jogar no Saragoça para não descer. Num candidato ao título um guarda-redes é chamado poucas vezes a jogo e cada falha é vista milhares de vezes. Ao contrário, numa equipa do meio para baixo da tabela está-se permanentemente em jogo, as defesas realçadas e as falhas menos escrutinadas.
Roberto vive hoje o mesmo problema que Ricardo viveu quando se transferiu para o Sporting. No caso do ex-guarda-redes da selecção nacional o seu eclipse deu-se não tanto pela mudança de estatuto mas pela campanha sórdida por causa da preferência de Scolari em detrimento de Baía. Ricardo não soube lidar com a situação e nunca mais foi o mesmo.
É olhando para estes 2 casos, passados com jogadores mais velhos, que olho para Patrício, que, com todas as falhas, as próprias e as alheias, e com toda a turbulência em que tem crescido, continua de pé, de forma quase estóica. Algum valor deve ter.
à(s) 09:59 | 41 Comentários | Ecletismo, Leão de Alvalade, Modalidades
A cimeira
Não creio que a razão do encontro tenha sido a troca de jogadores, como hoje é sugerido por alguma comunicação social, o que não é o mesmo que dizer que conversas nesse sentido não tenham surgido. As modalidades, anteriormente ditas amadoras, são bem capaz de ter sido o epicentro do conclave, e não faltará, nesta agenda, uma enorme quantidade de pedra para partir. Em causa está a sustentabilidade financeira e competitividade das modalidades. Já na III Tertulia Leonina havia defendido uma concertação de actuação, que normalmente é inviabilizada pela irracionalidade subjacente à rivalidade entre os grandes, como muito bem lembrou Júlio Santos, homem com sabedoria constituída à custa de muitos anos de esforço, por vezes quase solitário, (conta lá Juvenal...) nas presidências de Sousa Cintra.
O actual modelo está esgotado e ultrapassado. A concertação seria a auto-estrada para as melhores soluções, atalhar com soluções únicas mas imprescindíveis o mal necessário, mas inevitável. Atente-se, por exemplo, no atletismo, onde os atletas recebem “subsídios”, alguns deles substanciais, para, em 2 ou 3 ocasiões por ano, vestirem a camisola do clube. Em participações internacionais aparecem com as cores dos patrocinadores, e arrecadam prémios de montante razoável, sem qualquer retorno para o clube. A par disso, veja-se como o FCPorto contornou a sua falta de competitividade em relação à ala feminina do atletismo: fez desaguar em Leixões contentores de atletas de países de Leste, mais baratas de sustentar que as nacionais. O Estado fecha os olhos, ignorando como será a representatividade nacional nos Mundiais ou nos Jogos Olímpicos num futuro próximo. Mas, como quase tudo neste País, interessa apenas o que se falará logo nos jornais das oito hora, nas televisões.
Não faltam pois matérias que imponham a necessidade de conversações entre os grandes, o Sporting tem todo interesse em promovê-las, e por isso, só vejo razões para me congratular com a iniciativa e participação do Presidente Bettencourt. A especulação subjacente é para vender a tinta dos jornais. Não acredito que JEB fosse, no actual contexto, arriscar o empréstimo de Stojkovic, e as consequências que podiam advir de uma boa prestação do sérvio, que apesar dos pesares, é bom lembrar que é internacional pelo seu País. Apesar de achar que essa situação já cheira mal e carece de solução urgente e definitiva. Mas não pode e não deve passar por aí.
Por ser um assunto pertinente, porque acredito num Sporting ecléctico, e em consequência, entender que devemos dar e tratar os assuntos relacionados com o ecletismo com o devido destaque, deixo para mais logo o que penso da recente aquisição de Otamendi por parte do FCPorto e a sua relação com Torsiglieri, que parece estar a suscitar reacções entre os adeptos.
Segunda-feira, 23 de Agosto de 2010
à(s) 18:20 | 28 Comentários | alma leonina, incompetência, José Eduardo Bettencourt, O Roquetismo, Virgílio
Quinze meses em quinze anos
"É preciso levantar a cabeça..."Momentos como o vivido actualmente no Sporting ocorreram com tanta frequência nos últimos anos que é difícil dizer que este é o pior.
“Pior do que isto parece-nos difícil, mas a verdade é que continuamos a escorregar para o fosso a cada dia que passa.”
O título deste post refere-se a quinze meses. Mas é só por uma questão estilística, pretende-se fazer a concordância dos anos de “roquetismo” com os meses do mais enervante “palermismo”, aproveitando a coincidência do número. Na realidade, o actual estado do SCP conta com dez anos de participação (e de incompetência) do actual presidente do CD e SAD leoninas! D E Z! A N O S! Uma década. Como foi (é) possível isto, num clube que se quer (manter) grande?
Não, não está na hora. Estamos muito atrasados. Mas como vale mais tarde do que nunca e os abundantes elastimáveis factos estão aí, à vista desarmada, haja a suficiente coragem para colocar em prática ‘a’ decisão. E ‘a’ decisão só pode ser uma: cortar o mal pela raiz. Acabar de vez com este mal que nos atingiu e que apesar de multifacetado, tem origem comum, sendo o mal-branco, sem dúvida, a sua versão mais perturbadora...
Termino já com duas breves notas. Acreditem que é com mágoa que escrevo isto, com o coração apertado e num intenso conflito interno: entre aquilo que mais desejo (estar enganado) e aquilo que a razão me dita ao observar a realidade. Não será, certamente, a ultima vez que analiso a actual liderança do nosso SCP. Mas, independentemente do que a sucessão dos acontecimentos ditar, será a ultima vez que a manifesto. A minha opinião está formada. Muito dificilmente mudará. Mesmo desejando que se altere, não acredito que tal aconteça.
à(s) 12:26 | 12 Comentários | Leão de Alvalade, nonsense
O espantalho
Domingo, 22 de Agosto de 2010
Crónica de uma miséria continuada
Resultado de tudo isto? Na primeira parte, e em termos práticos, resultou na nulidade absoluta. O Sporting nunca conseguiu ou tentou construir jogadas de ataque de outra forma que não fosse de pontapé para a frente, futebol directo portanto. Em contrapartida, continuou a revelar imensos problemas em lidar com as transições rápidas para o ataque do adversário, que só não deu piores resultados devido à atenção de Patrício. Os primeiros 45 minutos não terminariam sem as imagens terríveis e preocupantes de um João Pereira inanimado, após um violento choque com o nosso guarda-redes, o que obrigou à entrada de Polga.
A segunda parte parecia começar melhor. Djaló apareceu mais perto de Liedson, ficando Evaldo com todo o corredor esquerdo a seu cargo, uma vez que Carriço no lado contrário, não tendo as características de João Pereira, ficava numa missão mais contida. Mas foi sol de pouca dura, voltando depressa as dificuldades iniciais. Foi até com alguma sorte que não sofremos um golo, numa jogada que revelou que o Marítimo sabia como devia explorar a subida da nossa defesa.
Aos 70 minutos Paulo Sérgio retira Zapater e Vuckcevic, entrando Saleiro e Matias Fernandez. Seria precisamente o chileno a marcar de penalty, mais do que justo, que nos permitiu somar os primeiros 3 pontos do campeonato. De forma feia e igualmente preocupante foi cumprida a obrigação de ganhar.
à(s) 18:13 | 2 Comentários | Liga Zon/Sagres 10/11, Maritimo
Sporting Clube de Portugal- Marítimo
Suplentes: Tiago, Anderson Polga, Grimi, Matías Fernández, Diogo Salomão, Saleiro e Hélder Postiga.
MARÍTIMO: Marcelo; Ricardo Esteves, João Guilherme, Robson, Alonso; Roberto Souza, Rafael Miranda; Danilo Dias, Cherrad, Djalma, Baba.
Suplentes: Marafona, Marquinho, Kanu, Luís Olim, Briguel, Tchô, Luciano Amaral.
Árbitros: Bruno Paixão, António Godinho, Paulo Ramos.
à(s) 12:33 | 6 Comentários |
Em busca das vitórias perdidas

Já me perguntaram 50 vezes se não era melhor esperar por outro jogo, principalmente porque vai ser a estreia de um dos miúdos em Alvalade. Respondi com duas questões, primeiro pedi que me dissessem qual é o jogo em que a vitória está antecipadamente garantida, se me conseguirem garantir isso, não só a minha argumentação para formatar os putos ia melhorar imenso como ia já a correr apostar uma pipa de massa naqueles sites de apostas que se reproduzem pela internet fora.
Segundo, questionei também quando vai ser o próximo jogo em Alvalade, em dia e hora que possibilite levar crianças entre os 4 e os 10 anos, e isto tendo em conta que no final do jogo há que fazer uma viagem de regresso de umas centenas de quilómetros.
Como fiquei sem respostas, mantive o programa das festas. Há mais factores a juntar à equação a capacidade de regeneração dos putos é infinitamente superior à dos adultos, a última derrota, que ainda me está entranhada nos ossos, para eles foi um acontecimento do século passado, sabem lá quem é o Bettencourt, o Paulo Sérgio, ou o Costinha. O que interessa é poder estar no estádio ao vivo, ver o Liedson, ouvir as claques e fazer macacadas.
Se pelo lado deles o problema está resolvido, do meu nem por isso, fiquei profundamente desiludido com o último jogo, e continuo a não admitir a descrença que vi apoderar-se da equipa nos minutos finais. Que eu saiba, os golos marcados aos 92 minutos valem rigorosamente o mesmo que em qualquer outro. Não há desculpa possível para um atleta do Sporting baixar os braços antes do palhaço dar o apito final.
Sou péssimo a assobiar mas consigo apupar como poucos e também fará parte da formação da miudagem o apupo se vir a equipa ceder à pressão. Como já não sou criança aproveitei a ressaca do último jogo para respirar fundo e tomar uma medida drástica. Durante muitos anos mantive uma rotina (vulgo superstição) que me garantia que pelo menos o Sporting não perdia. Digo pelo menos porque se essa rotina não fosse efectuada a tempo e horas era derrota garantida. Faz aproximadamente 2 anos que deixei de a fazer e nem tive a hombridade de avisar o Paulo Bento. Tenho a anunciar que está de volta, vamos verificar hoje se a coisa ainda tem influência nos astros ou não.
O meu último argumento para não ficar em casa é comum a milhares de Sportinguistas. Apesar de por vezes sentir uma inexplicável nostalgia do antigo José de Alvalade (eu fui lá umas 4 ou 5 vezes), o meu estádio é este, sei e sinto isso, eu faço parte da sua história, da sua estrutura, dos cabos, das luzes, da relva que teima em saltar, do fosso. Foi nele que um belo dia passei minutos a cantar junto com milhares de vozes “Até morrer Sporting allez…”, para mim foi um juramento e se tivesse alguma influência nas claques era com esse cântico que recebia hoje a equipa, a mensagem é simples.
Eu ainda não morri. O Sporting não morre. E… o amor é eterno!
à(s) 12:30 | 1 Comentários |
Sem desculpas ou álibis.
à(s) 00:49 | 19 Comentários | adeptos, alma leonina, defesa dos interesses do SCP, Leão Transmontano
a morte de Alvalade

O Sporting é o Sporting, vive-se, sente-se, ama-se. Poderemos até estar cansados de ama-lo (eu estou cansado), mas o Sporting é imortal e far-nos-á voltar sempre a casa, sem sermos filhos pródigos.
Mas, o Sporting está pejado de filhos pródigos. Escuso-me a contar a parábola do filho pródigo, sobejamente conhecida de todos, mas olhando bem para Alvalade, não podemos deixar de constatar a abundância daqueles que vão e regressam em nome do seu próprio interesse, servindo-se sem servirem o Clube que os vai acolhendo.
O Sporting somos nós e sem nós não há Sporting. Quem somos nós? Os que pagamos as quotas, os que percorrem o país e a Europa a apoiar o clube, os que se dignam a ir às Assembleias Gerais, os que compram ou assinam o Jornal do Clube, os que vão fazendo pequenos sacrifícios em prol do seu sentimento, vivência e amor inexplicável, o Sporting.
Depois, há os tais filhos pródigos, Sportinguistas que gostam de percorrer os corredores do poder de Alvalade, não para tornar o Clube mais forte e competitivo, mas apenas porque é fino percorrer esse corredor, é fino ser-se do Sporting, além de dar jeito para a concretização de interesses e negócios que a todos servem, menos ao Sporting.
O meu negócio quando vou à bola, é beber umas cervejas com os amigos, torcer pelo Clube e regressar a casa, feliz da vida ou com uma cachola do caraças, como vem sendo hábito ultimamente. Diferentemente, há quem fume um bom charuto (nada contra) e vá vendo o jogo sem o mesmo fervor do adepto, porque o que mais lhe interessa é ser visto, falar com fulano e sicrano em prol do suposto interesse ou negócio. A bola não é um prazer, mas sim um álibi, um trampolim para algo mais do que o simples orgasmo que um golo leonino pode provocar.
É verdade que tanto a blogosfera como a imprensa estão carregadas de crónicas e dissertações sobre o momento actual do clube, momento esse que perdura e teima em manter-se actual. Num mundo cada vez mais volátil é interessante verificar que em Alvalade está tudo na mesma de há uns anos a esta parte, ou seja, tudo decadente, sem alma, sem crença nem glória. Não vou entrar na discussão já estafada, sobre os conhecidos problemas que estão a matar o Sporting.
Na Revista do Expresso da semana passada, o Presidente do FCP, Pinto da Costa, concedeu uma interessante entrevista, onde, entre outros temas, abordou as relações com os rivais. Já não há rivais. Apenas há um rival. O Sporting? Esses “são nossos amigos”, referiu o edil Portista.
Pinto da Costa tornou o seu Clube no segundo grande e afastou-nos para terceiro por muito que nos custe admitir. Tratou-nos quase sempre como amigos, ao longo dos anos, adormecendo-nos e explorando ao máximo a nossa rivalidade histórica com o velho rival. Nós, (os filhos pródigos de Alvalade) foram quase sempre na cantiga. O resultado está bem à vista de todos. Pinto da Costa sairá do FCP quando este ultrapassar o SLB em número de troféus conquistados e morrerá com a esperança de que o seu neto pode vir a pertencer ao maior Clube Português, mesmo em número de adeptos.
O Sporting, por razões históricas derivadas do seu código genético, jamais poderia pautar a sua actividade mediante determinadas práticas menos éticas, nada condizentes com os valores e pergaminhos do Clube que sempre se soube diferenciar dos seus rivais quanto à postura social e desportiva dentro e fora das quatro linhas.
Isso é legítimo, admirável, defensável e devemos continuar a pugnar pela verdade, pela irradiação dos apitos, dos túneis e da fruta do futebol português, que está falido e com a reputação pelas ruas da amargura. Não significa isso que se abandone a cruzada contra o sistema conhecido, outrora liderada por nós, que não se tenha posição sobre nada, continuando a ser anjinhos, completamente apáticos, parecendo que nada importa, mesmo quando está em causa a defesa dos nossos mais elevados interesses do Clube.
Parece que já não contamos, somos constantemente ignorados, ninguém nos teme, ninguém nos passa cartão. Tornou-se banal ganhar um jogo ao Sporting, tornou-se banal prejudicar o Sporting, tornou-se normal tratar mal o Sporting, porque quem representa o Clube, pouco ou nada se importa com isso nem nada parece estar a fazer de forma assertiva para alterar esta penosa situação que se abateu em Alvalade.
20.057 almas, estiveram quinta-feira em Alvalade num jogo europeu. Eu estive lá. Fiz meia dúzia de telefonemas a amigos, antigos companheiros de lugar em Alvalade, todos sócios, todos residentes na área de Lisboa. Nota dominante: todos continuam sócios, todos pagam quotas, nenhum vai a Alvalade. Estão realmente cansados de amar este Sporting. Estão cansados de se deitar e acordar no dia seguinte com o sabor amargo da derrota, do desvario, da falta de rumo e de horizonte, precisamente aquilo que no "nosso amigo" a norte não se passa.
O Sporting como o conhecemos, parece já não existir, parece estar a morrer, padecendo de uma doença crónica que todos os dias vai comendo um pouco mais da nossa alma. É todo o pomar que parece estar podre. É mau de mais, como diz Santana Lopes, o homem que tem medo dos elevadores do dragão, "responsável" pela debandada de milhares de sócios quando foi Presidente do nosso Clube.
Há quem acredite na morte do Sporting. Nós podemos salvar o Sporting. Os meus amigos, sócios, que ficam em casa, podem salvar o Sporting. Todos aqueles que deixaram de ir a Alvalade pelas razões que sabemos, podem salvar o Sporting. Há certas alturas na vida, que é preciso dizer bem alto: o povo é quem mais ordena. Aquele povo de que Marco Aurélio falou, pode salvar o Sporting, precisamente para evitar a morte de Alvalade e acabar com o estigma.
Sábado, 21 de Agosto de 2010
Amar também cansa
As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra (maior) realidade.
Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nos cansamos, por um ou outro itinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.
Do sonho de eterno fica esse gozo acre
na boca ou na mente, sei lá, talvez no ar.
Carlos Drummond de Andrade
Dizia ontem que de JEB já nada espero. Mas é bom que se perceba que quando me refiro ao nosso presidente incluo todos os que o acompanham nos órgãos sociais do clube e da SAD, cujo silêncio não é mais que a demissão das suas responsabilidades ou a aprovação tácita da actual gestão, responsável pela situação em que os encontramos.
Dizia também que vejo como muito difícil o surgimento de uma alternativa à actual gestão, tendo em conta os resultados eleitorais de há um ano. Com a agravante da letargia, conformismo e resignação com que a generalidade dos Sportinguistas aguentou um ano de gestão ruinosa para o espírito Sportinguista, seja ela avaliada pela gestão desportiva ou económico- financeira. Quem se sentem inspirado pela tarefa de ser presidente de um clube de acomodados?
O Sporting não tem hoje oposição constituída, o que é tão preocupante como estranho, face ao momento do clube. Compreendo o difícil papel de todos os meus consócios que se queiram apresentar como alternativa, porque os critérios e a exigência com que são avaliados pelos sócios é de uma duplicidade angustiante. Faz algum sentido dizer ainda hoje que o antigo candidato Paulo Cristóvão que não tinha credibilidade, quando tudo vem sendo permitido ao Presidente Bettencourt?
Mas é indiscutível que o Sporting carece de uma liderança forte. Que, para se constituir e ganhar força entre nós, não pode falar apenas quando as coisas correm mal. E ainda ajuda menos não haver alguém que ofereça, com um discurso sólido e coerente, um projecto desportivo consistente, em alternativa à mediocridade vigente. É com muita pena e com arrepios na espinha que leio considerações tão superficiais como absolutamente disparatadas sobre o que são as necessidades do futebol leonino. Para dizer e fazer disparates já lá temos gente há muito tempo. Quem quiser ser visto de forma credível, tem que dizer e fazer muito mais e melhor do que apenas aquilo que os adeptos gostam de ouvir. Falar verdade é o caminho. Num dos piores momentos da história de Inglaterra Churchill mobilizou a vontade de uma nação dizendo clara e cruamente: "Só tenho para oferecer sangue, sofrimento, lágrimas e suor."
Temo pelos próximos tempos, porque, no actual estado da alma leonina, a recuperação de todas as outras condições está fatalmente condenada. São muitos os Sportinguistas que, cansados, não estão dispostos a ser testemunhas da nossa falência, que, mais do que financeira é anímica. Como diz Drummond de Andrade, “As coisas que amamos (…) são eternas até certo ponto,” e (…)Começam a esmaecer quando nos cansamos”. Não me parece que seja a hora de atirar a toalha ao chão, ficando na história do nosso cube como os que “rebaixaram o amor ao estado de utilidade”, deixando de aspirar para o Sporting “a resina do eterno”.
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
à(s) 10:39 | 57 Comentários | Costinha, JEB, Leão de Alvalade, Paulo Sérgio
Já estivemos pior
![]() |
| A enfermidade é cada vez mais evidente |
No dia 21 de Abril escrevi sobre a escolha de Paulo Sérgio:
“Não é o meu treinador quem eu reconheço não estar á altura dessa terrível missão de treinar o meu Sporting. Seria incoerente. Não lhe vejo passado, nada lhe vi de assinalável no presente, não lhe sinto futuro.”
(…) a dúvida é o pior preâmbulo de um mandato de treinador. Não enxergar isso faz-nos regressar à casa de onde partimos na época passada, quando JEB não percebeu o fim de linha de Paulo Bento I, e recear pelo que aí vem. Esta é a antítese da esperança mobilizadora tão necessária para a época que se avizinha.
(…) não esperava ver tão pouco depois de sensivelmente 3 semanas de trabalho. (…) E não me parece que esteja em vias de encarreirar. Se é verdade que melhores jogadores ajudarão é por demais evidente que era obrigatório fazer mais com os jogadores já disponíveis. A questão está no modelo que se pretende para o nosso futebol, cujas linhas mestras não se conseguem vislumbrar da bancada, e creio que nem o balneário o percebe bem, pelo que as exibições sofríveis não devem surpreender. A imagem que fica é uma equipa que trata a bola a pontapé, ignora a sua posse e não possui qualquer mecanismo colectivo a defender ou a atacar. (…) Se isto fosse uma corrida de fórmula um, diria que estamos a correr o risco de “pane” nas voltas de aquecimento, ficando obrigado a partir das boxes, com todas as implicações que isso tem nas nossas aspirações.
Ver agora os meus receios confirmados e até superados por uma realidade cruel em nada me alegra. Mas já estivemos pior. E porquê esta afirmação agora, naquele que parece o pior dos momentos? Porque se há dois meses atrás eram poucos os que se aperceberam das consequências de uma série de decisões que nos deixaram mais pobres e mais fracos, a actual situação do futebol do Sporting já deve ter produzido algum efeito na consciência dos adeptos. É que para mudar é preciso, em primeiro lugar, tomar consciência da necessidade e a urgência de o fazer.
O problema é o que fazer, como fazer e quem deve fazer a mudança.
Não vale a pena esperar por Paulo Sérgio que, ontem, depois de não ter conseguido corrigir nenhum dos defeitos que a equipa enferma de forma evidente, e depois de uma noite de horrores, ainda se atreveu a dizer que a equipa fez um bom jogo. Quem viu o S.C. Braga mudar ao intervalo, resolvendo o jogo em seu favor, perceberá melhor a importância de um treinador no contexto de uma equipa de futebol. É impossível dissociar os nossos problemas das acções do treinador. Os treinadores adversários sabem como nos vencer e nós não sabemos nem como nos defender nem como atacar.
Não podemos esperar por Costinha, uma vez que os equívocos da sua acção estão agora expostos de forma muito evidente. No entanto esperava, sempre esperei, muito mais dele. Se os seus erros podem ser aligeirados pela inexperiência e impreparação, é no mínimo estranho que tenha desaparecido ontem, como D. Sebastião em Alcácer Quibir. Até Salema Garção soube, numa situação delicada como a de ontem, dar a cara.
De JEB ninguém espera nada. O que é um erro, porque se deve esperar o pior. E como dizia ontem o JPS, na Centúria Leonina, JEB não é tolo. E prova-o a forma como soube controlar as vozes mais sonoras que o podiam contestar. Hoje a contestação à sua acção é feita de forma individual, por menos de uma mão cheia de blogger´s, não existindo qualquer movimento organizado que levante a voz. Como o conseguiu? Sabe-lo-emos em breve. Não deixa contudo de ser paradoxal que, tendo a Juve Leo impedido Mourinho de ser treinador do Sporting, ou chicoteado um treinador que levou o Sporting a uma final europeia ao fim de várias décadas, esteja agora mais mansa que um cão de porcelana na chapeleira de um carro, a abanar a cabeça. De facto JEB não é tolo.
Também não creio que a mudança se faça com uma revolução. O Sporting está hoje dividido em 4 grandes grupos: os que perderam qualquer interesse pelo clube, os que contestam a direcção e há muito alertam para o perigo, os que acham que se deve apoiar, “no matter what”, e os que nada pensam e, no fim de um jogo como o de ontem, abandonam Alvalade a falar do tempo, da economia, etc. Sejamos claros: depois de uma eleição de um presidente a roçar a unanimidade, não há ninguém que se atreva a avançar. Muito menos passado um ano como o que acabamos de viver, que, afinal, parece ser apenas um “trailler” suave do que se prepara para cair sobre as nossas cabeças. Se todos percebemos que Bettencourt não se demite, tem a palavra quem o elegeu.
Receio pelos tempos que aí vêm. O Sporting, cuja redução à “expressão belenenciana” me recuso a aceitar, está de facto remetido ao fundo de um poço. Ou aproveita muito rapidamente para, fincando os pés, impulsionar o salto, ou, de forma lenta e inexorável, definhará, deixando de ser o que é, habituando-se a chafurdar na lama onde se encontra.
Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010
à(s) 23:35 | 26 Comentários | Liga Europa10/11, Virgílio
No fundo do poço...

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, 0 – Brondby I. F., 2
Daniel Carriço tinha dado o mote. A resposta ao mau arranque no campeonato seria dado hoje, na Liga Europa, em pleno Estádio José de Alvalade. Por isso, afirmava na conferência de imprensa: “apareçam, venham apoiar-nos”, deixando implícita que a resposta da nossa equipa seria do agrado dos sportinguistas. Mas os sportinguistas andam desconfiados e foram poucos os que aceitaram o repto do jovem capitão.
Restava saber se ao discurso habitual haveria correspondência prática, no rectângulo do verde cesped (que saudades de Acosta)… Mas não, infelizmente, palavras leva-as o vento e a apregoada ‘sede’ de vitória estatelou-se no fundo de um poço…
Este Sporting de Paulo Sérgio é uma caricatura de equipa de futebol. Parece que hoje jogou em 4-4-2 losango pela primeira vez nesta época, mas a bem dizer, cada vez é mais complicado perceber a disposição que Paulo Sérgio pretende impor à equipa no terreno: quando ataca surge sem homens suficientes à frente e quando defende nunca transmite a ideia de ter homens suficientes…atrás. Dois bons exemplos desta ‘coerente’ desorganização e permanente desequilíbrio ficam demonstrados em duas jogadas da primeira parte. A primeira quando aos 23 minutos, João Pereira rompe pela direita isolado por Liedson. Com pouco ângulo, a melhor decisão seria assistir um colega que surgisse na área, mas depara-se com o vazio absoluto. Assim restou-lhe o remate… Acertou no lado errado das redes da baliza. Mas o exemplo mais cruel resulta do primeiro golo dos dinamarqueses: quarenta e três minutos de jogo, nova saída rápida para o ataque pelo flanco esquerdo, passe a rasgar para o flanco contrário onde surge Kristiansen com tempo e espaço para fazer tudo aquilo que lhe apetecesse. Podia desmarcar dois (DOIS!) colegas isolados no centro da grande área, podia isolar um colega que entrou na área, veloz, pela sua direita, mas ele, guloso, aproveitou as facilidades e rematou para golo. Sem qualquer oposição.
Antes já Carriço obrigara a boa defesa do guardião do Brondby no seguimento de um bom cabeceamento, mas também é verdade que o Brondby já ameaçara… Apesar de sofrer o golo em cima do intervalo o Sporting arranjou tempo para reagir, mas voltou para as cabines a maldizer a famosa alergia aos golos de Hélder Postiga.
Se a primeira parte acabou com a aversão de Postiga, a segunda iniciou com a já conhecida propensão de João Pereira para refilar, valendo-lhe o primeiro cartão amarelo. Seria o primeiro sinal do nervosismo do Sporting, que pagaria caro pouco depois ao sofrer o segundo golo. Até o Jallow deles marca…
Paulo Sérgio muda. Troca Matias e Postiga por Simon e Yanick. A equipa melhora, procura o golo que esteve quase a surgir: Liedson remata à barra em pontapé de bicicleta; Nuno André Coelho acerta no poste; Vuk no guarda-redes. Cinco minutinhos a tentar sacar alguma água que nos saciasse a sede! Não deu. Caímos no poço bem fundo, bem seco. Agora resta aguardar para ver se há forças suficientes para trepar e sair do buraco onde nos enfiamos. A sede de vitórias aumenta. A luzinha da Liga Europa nota-se sumida, lá bem ao cimo, lá bem longínqua. Costuma chover em Agosto na Dinamarca?
à(s) 20:30 | 71 Comentários | Brondby, Liga Europa10/11
Sporting Clube de Portugal - Brondby I F
Suplentes: Tiago, Polga, Saleiro, Pongolle, Djaló, Zapater e Vukcevic
BRONDBY: Andersen; Wass, Bischoff, von Schlebrugge, Rasmussen; Jensen, Nilsson, Kristiansen, Larsen e Krohn-Deli; Jallow.
Suplentes: Tornes, Randrup, van der Schaaf, Frederiksen, A. Farnerud, Bruno e Madsen
à(s) 10:34 | 4 Comentários |
Homenagem aos Vencedores da Taça Challenge

Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010
à(s) 14:51 | 30 Comentários | antevisão, Brondby, Leão de Alvalade, Liga Europa10/11
Atirar alfinetes ao poço
Infelizmente os nossos tempos áureos tardam, e o futebol que conseguimos até agora produzir não nos dá garantias de conseguir ver, sem sobressaltos, os dois jogos da eliminatória. É essa a lição a retirar dos três jogos já disputados na competição “a sério”. As fragilidades até agora evidenciadas são, na minha opinião, e ao contrário do que muitos sportinguistas afirmam, um problema de treino, de ideias e organização colectiva e não tanto de questões individuais, ou de necessidade de reforços. Essa é a lição particular de Paços de Ferreira, onde perdemos com uma equipa de recursos notoriamente inferior, mas que soube aproveitar com eficácia mas também com saber, a oportunidade que souberam criar. E falando de eficácia, lembro que se nós falhamos oportunidades (2 de Postiga, 2 Liedson, 1 Saleiro, 1 de Polga, num total de 6) o Paços de Ferreira, em acções miméticas, também as conseguiu em número razoável. O que revela que os nossos problemas não são apenas de eficácia ofensiva.
É por isso que a importância do jogo de amanhã cresce. A equipa do Sporting, em particular Paulo Sérgio, tem a oportunidade de demonstrar aptidão e inteligência, fazendo o diagnóstico que nos permita corrigir os erros, permitindo com isso o crescimento da equipa. A hora dos discursos bonitos mas ocos terminou, (“a melhor equipa do mundo”, “a responsabilidade é toda minha”) há apenas tempo para a acção.
Mas, por via das dúvidas, mais vale ir atirando uns alfinetes ao poço, que, em algumas paragens, é tido, de forma supersticiosa, como um chamamento da sorte. Infelizmente, no actual panorama, dependemos muito mais dela do que deveríamos depender da competência. E, neste caso,com alguma propriedade, uma vez que o símbolo do adversário é precisamente um poço, no qual seguramente não queremos cair.
É neste quadro que a presença dos adeptos ganha relevo. E se ela é natural nos grandes momentos, é nestes que podemos fazer a diferença. Não podemos resolver os problemas de treino, de concepção de jogo, de falta de ideias correctas, mas podemos, estando presentes, ser o fermento necessário para levedar as vitórias. Nada é mais triste que a casa vazia de uma família grande. É assim que penso, porque o Sporting é nosso e o Sporting somos nós!
P.S. - Ajudaria muito lavarmo-nos dos preconceitos ou ideias feitas sobre os nossos jogadores. Polga foi melhor que Nuno André Coelho, que até comprometeu, mas foram para o brasileiro as piores criticas e totalmente desprovidas de sentido. Postiga tem sido mais útil que Liedson, mas continua a ser alvo das piores alfinetadas. Patrício opôs-se com garra à nossa humilhação. Se é connosco que eles devem contar, nós não temos outros. Ah, e não se distraiam com as dinamarquesas.
Nota: No momento em que escrevia o post o clube comunicou à CMVM a conclusão do acordo com a banca relativamente à famigerada e tão adiada reestruturação financeira. Se outros comentários ficam para depois, como por exemplo o da oportunidade ou do tempo perdido, não posso deixar de estranhar ter conhecimento da comunicação pelo Record e não através do site do clube, que, até agora, não contém qualquer referência. Há hábitos difíceis de perder...
post´s mais lidos este mês
-
Ontem, numa das redes sociais, interrogava-me (provavelmente com alguma ingenuidade) porque é que a comunicação social dedicava tanto t...
-
Deixo algumas reflexões que o jogo de ontem me suscitou, começando pelo futebol, com algumas individualizações: Bruma : Acabou por se...
-
São muitas as saudades de um Sporting Feliz Ficamos a saber que o nome do Sporting estará ausente quer das competições europeias, quer ...
-
Nojo pela canalha blogohistérica Na sequência de uma conversa sobre o despedimento de Manuel Fernandes concluiria concordando com o di...
-
O expoente do drama, mais do que na mais verosímil representação teatral ou cinematográfica, surge sempre das imagens da vida real e Je...
-
Sanear uma instituição é torná-la mais apta para cumprir os propósitos para que foi criada. Visa eliminar ou minimizar as suas imper...
-
Nota prévia : Não gosto de empresários de futebol. Vejo-os como oportunistas que vivem do esforço dos seus representados e dos clubes que s...
-
Ronaldo apareceu, na hora e local combinado, de semblante carregado. A derrota no seu reduto, ante um vizinho rival e presenciada pelos a...
-
Foi mais ou menos isso que sucedeu na apresentação de Leonardo Jardim. Um grande Carvalho plantado no Jardim de Leonardo. Não faltarão oc...
-
Infografia retirada de ZeroZero Algumas considerações antes de ir ao tema do post. Creio que se justificam, uma vez que eles decorrem q...




















