quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Relvado superlativo absoluto analitico e natural

O “ANortedeAlvalade estabeleceu um compromisso com os seus leitores visando proporcionar-lhes uma base de conhecimentos que lhes permita, com o devido uso do imprescindível sentido crítico, avaliar o que está realmente em causa quando se fala no relvado de Alvalade. Continue ele a ser natural, ou venha ele a ser sintético.

Acredito que os Sportinguistas se encontrem cansados de ver passar os anos sem verem resolvidos de forma cabal o problema do relvado, bem como desorientados com o desfilar de opiniões de especialistas com resultados nulos. E, um pouco à semelhança do que acontece os restantes assuntos que envolvem o clube, os Sportinguistas voltem as costas àquilo que não conseguem compreender, deixando o campo aberto a decisões que depois não se cansam de lamentar.

Tal como dizia há dias aqui, continuo a pensar que o Sporting tudo deveria fazer por ter um relvado natural. Por alguma razão se chama natural. E porque, como diz o bom senso, é no mínimo estranho que, existindo pelo mundo fora estádios em situações idênticas, ou até mais severas do que o Estádio de Alvalade, só o nosso problema parece insolúvel.

Ouvimos anteriormente um especialista em relvados sintéticos, representante de uma solução elogiada pelos seus utilizadores. Nesse lote está incluindo Vítor Golas, profissional dos quadros do Sporting, e por isso conhecedor da realidade do Bessa e de Alcochete. Fazia sentido por isso ouvir alguém que representasse o que de melhor se faz a nível nacional em relvados naturais. Essa empresa é a RED, que neste momento tem a seu cargo os relvados do FCP e do SLB, tendo voltado a assumir há 3 meses a recuperação do relvado do estádio de Aveiro.

Quem viu o relvado do estádio da Luz há 2 anos e conhece o actual, ou quem viu o clássico do passado domingo, tem a imagem que me poupará as tal mil palavras. Acresce ainda o facto de a RED ter sido a primeira empresa a instalar um relvado no actual Alvalade, em 2003. É por isso estranho que em todo o processo mediático que se seguiu à declaração de Bettencourt nunca a comunicação social tenha auscultado a sua opinião. É essa falha que também julgamos agora suprir.

Fomos amavelmente recebidos pelo Eng.º Álvaro Bastos, sócio gerente da RED, cuja entrevista partilhamos agora com os leitores do ANortedeAlvalade”. Apesar da forma como terminou a ligação da sua empresa ao Sporting, o Eng.º Álvaro Bastos saliento a forma elevada como sempre abordou a passagem da sua empresa por Alvalade. 


 ENTREVISTA

“Alvalade tem as bancadas demasiado inclinadas, o sistema de ventilação é mau, a iluminação escassa. As altas temperaturas do Verão, o tempo excessivo de exposição solar no Topo Norte, o que motiva que o lado Sul chegue a ter uma diferença na ordem dos 10 graus”, são os problemas estruturais comummente apresentados como justificação para que os relvados (6 em sete anos) de Alvalade não terem qualidade. Estas afirmações fazem sentido?

Estas afirmações fazem sentido. Os problemas registados no verão na metade Norte são replicados no inverno na metade Sul, embora com outra natureza, por falta de luz solar. Deve-se no entanto dizer que estes problemas são comuns à maior parte dos estádios modernos, diferindo de caso para caso conforme forem as condições construtivas de cada um e climatéricas de cada local.

Essas condições impedem em definitivo a colocação e manutenção de um bom relvado ou há procedimentos capazes contornar essas dificuldades?

Há diversos tipos de actuação que podem ser levados a cabo, e que já foram testados noutros estádios. Por exemplo, há baterias de ventoinhas que se colocam ao nível do relvado  para promover o arejamento, e sistemas de iluminação, também ao nível do relvado, para que se faça a foto-síntese e se criem assim condições para o bom crescimento da relva. 

Se o argumentos do calor e da diferente exposição solar são válidos, como é possível que em cidades como Sevilha e Madrid, e em estádios também fechados como o Olímpico e o Barnabéu não existam problemas semelhantes?

Não existem esses problemas noutros locais semelhantes porque foram encontradas as soluções adequadas, e a qualidade da manutenção será diferente. 

A vossa empresa é responsável pelos melhores relvados actualmente em Portugal, como são os casos dos estádios do FCP, SLB e SCB. O estádio do Dragão e de Braga são, do ponto de vista da arquitectura, da localização e do clima, distintos do de Alvalade. Mas o estádio do SLB tem as mesmas condições climáticas. A diferença entre os relvados resultará das diferenças arquitecturais?  
Em primeiro lugar, queria informar que a nossa empresa já não é responsável pelo relvado do Estádio de Braga há bastante tempo, por a Câmara local ter decidido utilizar meios próprios. Em todo o caso, consultam-nos com alguma frequência. Devemos reconhecer que as condições arquitectónicas em Braga e no Dragão são diferentes para melhor, por se tratarem de espaços mais arejados. Quanto ao Estádio da Luz, tem condicionantes semelhantes às de Alvalade, embora o estádio, por ser maior, não seja tão fechado. Em todo o caso, também na Luz medimos diferenças de temperatura assinaláveis, e testemunhamos problemas distintos no relvado conforme o local. Há que cuidar da manutenção tendo em conta esses factores.

Quanto tempo de utilização têm estes relvados de que falamos e dos quais são responsáveis?

O relvado do Dragão foi construído em 2003, e daí para cá já foi mudado total ou parcialmente por mais de uma vez, tendo a última ocorrido no defeso de 2009. As substituições foram efectuadas não por o relvado não estar em boas condições, mas em consequência de eventos que o inutilizaram (concerto e corrida dos campeões). Quanto ao Estádio da Luz, começamos o nosso trabalho no início da época 2009/2010, e no último defeso procedemos à substituição integral do relvado por a superfície do anterior se encontrar bastante irregular. Um relvado natural, uma vez instalado, e sendo bem mantido, tem uma longa duração.

O facto de o clima no Norte do País ser tradicionalmente mais chuvoso, mas, em contrapartida, ter menos horas de sol, é uma vantagem ou inconveniente para o vosso trabalho quando lidam com essas duas realidades distintas?

É naturalmente uma desvantagem nos meses de inverno. Um relvado jogado à chuva sofre maior desgaste, e as temperaturas mais baixas com menos sol desfavorecem a sua recuperação. Nos meses de verão, as temperaturas menos altas poderão ser vantajosas, mas o que acontece é que são suficientemente altas, e com elevado grau de humidade, para provocar o aparecimento de doenças. 

Em Janeiro deste ano, no período de grande invernia, o relvado da Luz apresentava problemas bem evidentes. Mas a sua recuperação acabou por acontecer e quase passou despercebida. Parece-lhe possível realizar trabalho semelhante em Alvalade sem remover o relvado actual?

Não podemos emitir uma opinião definitiva sem proceder a uma inspecção, mas em princípio não deverá haver problemas que impeçam a sua recuperação. O que aconteceu na Luz no início do ano foi a consequência do relvado não ter sido devidamente recuperado durante o defeso, e ainda da natureza do relvado que então existia. Só iniciamos o nosso trabalho em cima do início da época.

Há diferenças entre a aplicação/sementeira de um relvado no Verão ou no Inverno? Quais?  

A diferença essencial que existe é que um relvado durante o Inverno cresce mais devagar, o que significa que no caso da replacagem o desenvolvimento das raízes é mais lento, e no da sementeira acontece o mesmo com o estabelecimento das novas plantas. O mesmo acontece com a sua recuperação pós cada utilização. É ainda necessário notar que a replacagem exige rotinas de manutenção  distintas.

Estas diferenças podem ser controladas por aditivos hormonais ou são meramente ambientais?  

Como se diz atrás, as diferenças são provocadas pelo clima. Importa por isso programar tratamentos que as tenham em conta, e que sejam dirigidos para suplantar as dificuldades de cada momento. 

Há soluções mistas entre sintético e natural, ou as opções são unicamente entre lidar com a natureza e o industrial?  

Não há nenhuma solução mista, com excepção do sistema Desso Grassmaster, que já foi aliás instalado em Alvalade. Trata-se de uma solução em relva natural, com implantação de fibras sintéticas que visam dar maior estabilidade ao relvado. 

Pela vossa experiência o sistema de drenagem do Estádio José de Alvalade é eficaz?

O sistema de drenagem do Estádio de Alvalade foi por nós construído, e ficou totalmente eficaz. Penso que nunca foi mexido, mas desconheço se existem colmatações provocadas pelas diferentes intervenções no relvado. A este respeito, deve-se notar que os problemas de drenagem existem frequentemente na camada superficial do relvado, por falta de manutenção adequada, e não no sistema de drenagem propriamente dito.

A RED esteve ligada ao primeiro relvado do estádio de Alvalade, lembrando-se ainda os Sportinguistas do jogo inaugural, onde se viu muita relva solta. Terá sido na sequência desses acontecimentos que terminou o fim da vossa relação com o clube. Pode dar-nos a vossa versão dos acontecimentos? 

A RED teve a seu cargo a construção do relvado original do Estádio de Alvalade, no verão de 2003. Esse verão foi anormalmente quente, razão pela qual o estabelecimento do relvado não ocorreu no espaço de tempo previsto. Por outro lado, o Clube necessitou de o utilizar antes de estar pronto, por razões de calendário. Gerou-se assim uma situação de conflito, que levou à nossa saída antecipada da obra. O SCP resolveu nessa altura proceder à sua substituição integral por um outro relvado, baseado num sistema de relva natural com implantação de fibras sintéticas, solução esta que, apesar do seu elevado preço, não se revelou duradoura.

A semana passada o especialista Lafayete Machado, dizia à RR que "se o Sporting decidir pelo artificial está a cometer um grave erro… porque o que tem acontecido é que não acertou com as pessoas certas, para ter um relvado de excelência em Alvalade." Quer comentar esta afirmação?

O comentário que nos merece é de concordância, porque é evidente para toda a gente que um relvado sintético nunca é idêntico a um natural. Estamos particularmente à vontade para o afirmar, porque construímos indiferentemente relvados dos dois tipos, ao contrário do que acontece com quem apregoa insistentemente as vantagens dos relvados sintéticos. De resto, a análise do que acontece em todas as 1ªs Ligas Europeias demonstra isso mesmo. A pergunta que faço é: se no Reino Unido vemos relvados naturais impecáveis em Estádios fechados, com condições climatéricas de Inverno muito mais adversas, porque será?

Se o Sporting contactasse a vossa empresa, ou abrisse um concurso para a colocação de um relvado natural, onde o contrato incluísse cláusulas indemnizatórias em caso de insucesso, a RED estaria disposta a apresentar propostas?

Não nos podemos naturalmente pronunciar sobre perguntas hipotéticas, cujo conteúdo carece de ser concretizado. O SCP conhece o trabalho que temos desenvolvido no FCP e no SLB, pelo que daí poderá concluir se tem ou não interesse em conhecer a nossa opinião.

Quando se fala de diferenças de custos entre relvados sintéticos e relvados naturais estamos a falar de quê?

Estamos a falar de um custo de construção que é de 2 ou 3 para 1, dependendo da base que for escolhida. 

Confirma a veracidade dos estudos que indicam que os relvados naturais tendem a proporcionar mais lesões do tipo ligamentares, ocorrendo nos sintéticos mais lesões musculares e meniscais?

Não estou em condições de confirmar, porque nem sou médico desportivo, nem tenho dados estatísticos para isso. Parece-me porém evidente que a maior dureza dos relvados sintéticos não poderá deixar de ser prejudicial para todas as lesões que envolvam desgaste das articulações, tendinites, etc. 

Vivemos uma época de aparente transição. De um lado os que recusam liminarmente os sintéticos, do outro os que apontam o sintético como o futuro, sobretudo pelos inconvenientes trazidos pelos estádios mais recentes. Pode-nos dar a sua perspectiva sobre a matéria?

A perspectiva que tenho é simples: dos pontos de vista ambiental e estético, o relvado natural é bem preferível; do das condições de jogo, idem aspas. Os custos de construção do sintético são maiores, e de manutenção menores. Por outro lado, o relvado sintético admite maiores cargas de utilização, o que é benéfico no caso dos clubes pequenos que não possuem áreas suficientes para treinos, especialmente para a formação.

Concluindo e fazendo jus ao titulo deste artigo acredita que é possível os Sportinguistas verem em Alvalade um relvado muito bom e simultaneamente natural?

Claro que sim!

33 comentários:

  1. Guerra desnecessaria, quero lá saber se a relva é verdadeira ou artificial, quero é um local onde se joge em condições e que a relva nao sirva de desculpa para jogos menos conseguidos.
    Não podemos ser velhos do restelo contra algo de novo que é a relva artificial, que se lixe se a relva é verdadeira ou não, quero é uma defesa nova, um meio campo reforçado e mais 1 ou 2 avançados.

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  2. LdA:

    Como sabes, tb sou da opinião que nada supera o natural...Desde que em condições, claro está. Por mais que se queira, e as tecnologias evoluam nada supera a 'AnaTereza'! hehehe... Nos relvados não será diferente...

    Era importante encontrar uma solução... Seja ela de opção pela relva natural (da minha preferência), seja pela artificial de ultima geração. É enfastidiante verificar o batatal em que recorrentemente a equipe de futebol do SCP tem jogado.

    Quanto às explicações da RED perante a moleza verificada no relvado inicial (recordo-me bem desse aspecto no dia do jogo inaugural), e enquanto técnico que lida com plantas, faz todo o sentido. Lembro-me perfeitamente do Verão de 2003 e das condições climatéricas extremamente difíceis verificadas nesse ano: temperaturas elevadíssimas num Verão catastrófico. Não foram só batidos recordes de calor, foi um ano igualmente marcante em área ardida e ocorrência de incêndios florestais… É preciso não esquecer que se está a lidar com seres vivos, os quais reagem em função das condições que têm de enfrentar, como o clima, o qual é uma variável muito difícil ou impossível de controlar (a não ser em ambientes ‘artificializados’ ou completamente artificiais, como as estufas, p.e.). E é também verdade que o crescimento vegetativo reduz-se, chega a cessar completamente nalgumas espécies florísticas, a partir de determinadas temperaturas e/ou teor de H2O no caso do Verão (sendo o foto-periodismo o principal responsável no caso do Inverno na indução da dormência, principalmente nas espécies caducifólias, não é o caso da relva, como todos podemos perceber… :)

    Não sei como decorreu todo o processo, mas se é verdade que a empresa responsável pela instalação do relvado aconselhou ao adiamento da sua estreia, por razões técnicas, tendo essas razões sido suficientemente bem explicadas, e o SCP decidiu, ainda assim, não acatar esse conselho, julgo que será fácil de apurar as responsabilidade do que então ocorreu… O que sei, sem sombra de dúvidas, é que o relvado não estava preparado para ser utilizado, não me pareceu suficientemente enraizado, e os permanentes ‘tufos’ de relva a saltar, sempre que alguma acção mais exigente ocorria, são disso testemunha… O que se passou a seguir (recuperação desse relvado e falhanço dos restantes posteriormente implementados), já não posso afirmar o que quer que seja…

    Abraço.

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  3. Leão de Alvalade.
    Era por aqui que devia ter começado em vez de a igual dos pasquins, ter dado cobertura mediática, neste sítio de Sportinguistas e Portugueses, a um marketeiro de sintéticos, vendido, sem educação, mas convencido que a tem, e ainda por cima MAU profissional e incompetente.
    Chegou ao protagonismo montado nos ombros de quem o ensinou, uma pessoa a quem aqui presto a minha homenagem: o senhor JORGE PRAZERES, seu ex patrão.
    Em vez de me hostilizar aqui neste sitio como fez, acusando-me baixar de nível, lançar suspeições, etc etc, que canto bem e não o alegro, que fugia, aqui estou de novo!
    Indecente a sua postura, a postura de quem dirige a opinião!
    Sou solidária com esta forma de informar e esclarecer o que se passa Em Alvalade e com o relvado, que também sou conhecedora sob o ponto de vista técnico, e da incompetente gestão.
    O Senhor LDA agora presta um serviço sério á comunidade Sportinguista, dando-lhes a saber, a quem quiser, a insofismável essência e verdade do problema no relvado. a incompetência, a mentira, a negligência e atrevo-me a corrupção que determinou a sua falência.
    Investigue-se!
    A RED como VEXA descreve, dispensa as tal 1000 palavras que refere. A elevação da pessoa que entrevistou e que Vexa enuncia, que seja sentida pelo mérito e respeito pelo Senhor Bastos que é ENGENHEIRO, bem formado e ainda melhor educado, como pode ter constatado, de insofismável competência, diplomacia, enfim, séria e honesta personalidade da Invicta.
    Deve Vexa Senhor Leão de Alvalade, que tem responsabilidades sociais neste sítio, seja sensato e peça desculpa a todos quanto aqui lêem, pelo exercício falhado, de publicar uma entrevista a um incompetente, que não sabe do fala nem muito menos o que diz, e que Vexa deu voz, e deu espaço para fazer publicidade de borla de uma bosta sobre a qual se opina, apenas opina!
    Existem CULPADOS!
    Ainda estão no SCP, é só questão de os identificar, é muito fácil saber quem são!
    Basta saber perguntar e a quem.
    Não é a equipa que não presta!
    O Presidente Bettencourt que é incapaz, como estou cansada de ler!
    É ofensivo!
    Chega de malhar em pessoas que dão algumas delas o seu melhor, acredite e veja, que descoloram a camisola do SCP com suor e lágrimas de revolta!
    São muitas pessoas que estão sentadas, e que da janela vêem o relvado, as culpadas só entra-lhes no gabinete!
    O Director Desportivo às riscas e quadrados, Maniche, o Boxeur Tailandês, inoportuno e cobarde, devem responder pelo boicote do ultimo jogo!
    Os outros... já saíram e até são consultores externos!
    Se quiser continuar esta saga, peça-me que terei o maior prazer em lhe promover um encontro em Madrid com o Mr BURGUESS groundkeeper do REAL, ex Arsenal, para o entrevistar, aprender com quem também sabe, e assim dar um sério, ainda mais sério, contributo científico a este sítio e este assunto que MATA, MATA entenda, o SCP!
    E iniba-se de mandar este post para onde mandou outros 3 meus, que me encarregarei de o denunciar publicamente por censura!
    Creia-me com respeito Senhor LDA.
    Margarida de Jesus
    Ao serviço da verdade!

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  4. Virgilio

    Brilhante o seu Post
    obrigada pelo ensinamento e explicação

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  5. Margarida:
    Repito o que disse ontem: sei ao que vem e depois de conseguir o que quer não voltará a por os pés aqui. Anseio por esse dia.

    Resolva os seus problemas com o Engº Luis Botas fora deste forum. Falei com muita gente ligada a relvados, não apenas os 2 entrevistados, e se há alguma unanimidade em relação aos sintéticos é o excelente trabalho feito pelo Engº Luis Botas.

    Estou à vontade para o dizer porque, como aqui afirmo prefiro acima de qualquer outra solução a do relvado natural. Mas não tenho dúvidas da boa impressão que me causou o Eng.º Luis Botas, que me pareceu honesta, íntegra.

    Ao invés de adoptar essa atitude tão tipicamente "tuga" da maledicência sobre a concorrência faça melhor do que ela.

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  6. Bom, em formato então telegráfico para ser fácil a medição e que cada um faça no final o seu juízo:

    Luís Botas, Global Stadium (pelos sintéticos):

    "Ainda hoje falei pessoalmente com o Victor Golas, que me disse que o relvado do Bessa é incomparavelmente superior a qualquer outro em que já tivesse jogado"

    "A solução que entendo ideal passa pela instalação de relva 100% sintética, com cargas de fibras orgânicas"
    (Geofill, em oposição à borracha)
    (Borracha = sintéticos velha geração)
    (Geofill = sintéticos de nova geração, como o do Bessa)

    "Nunca me ouvirão dizer que a relva sintética é melhor que um excelente relvado natural. Este é e será sempre a superfície ideal"

    "(...) porque falamos de seres vivos que requerem adaptação ao ambiente em que se inserem, poderá não ser viável, como se conclui ser o caso do Estádio José de Alvalade"

    "Mas creiam que a relva sintética com cargas de Geofill é melhor que grande parte dos relvados da nossa Liga Sagres"

    "(...) as lesões que não obrigam a paragem prolongada são mais frequentes em relvados sintéticos"
    "(...) as lesões mais graves, associadas a paragens prolongadas, são mais frequentes em relva natural"

    "A interacção entre a bola e a superfície de jogo (rolamento, ressalto, comportamento angular, entre outros) faz parte dos requisitos objecto de análise por laboratórios acreditados, e são de preenchimento essencial para obtenção do certificado da FIFA"

    "É lógico que têm que existir diferenças entre os sintéticos e os naturais. Mas essas são, fruto da tal objecção de consciência, demasiado empoladas"

    "Sim, diferem. Os custos de instalação de um relvado sintético são consideravelmente superiores aos de um relvado natural. Os custos de manutenção são, por sua vez, muitíssimo inferiores"

    "Considerando a boa execução das operações de manutenção, entendo que podemos assegurar uma longevidade mínima de 8 a 10 anos"

    "Quem lê o vosso site na secção de testemunhos verifica que nomes de profissionais reputados, jogadores ou treinadores como Sérgio Conceição, Paneira, Moreira, Zé Mota, Pacheco, etc, são pródigos em elogios ao vosso produto"
    (Esta pertence ao Leão de Alvalade, entrevistador)

    Médico do Boavista:

    "(...) em pisos sintéticos de geração antiga (borracha), constatava nos dias imediatos agravamento das queixas relacionadas com aquelas patologias. O que não acontece com os pisos instalados no Estádio do Bessa (geofill) já que estes se comportam na sua consistência e capacidade de amortecimento de forma em tudo semelhante à de um bom piso natural"

    "Em resumo, e no que respeita à prevenção de lesões, diria que os pisos instalados no Estádio do Bessa se comportam, em condições climatéricas normais, de forma idêntica à de um bom piso natural e que, muito provavelmente, se comportam de forma mais segura em relação a pisos naturais em situações climatéricas extremas"

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  7. Álvaro Bastos, RED (pelos naturais e sintéticos, já que a sua empresa lida com ambos):

    "(...) é evidente para toda a gente que um relvado sintético nunca é idêntico a um natural. De resto, a análise do que acontece em todas as 1ªs Ligas Europeias demonstra isso mesmo"

    "Não estou em condições de confirmar, porque nem sou médico desportivo, nem tenho dados estatísticos para isso. Parece-me porém evidente que a maior dureza dos relvados sintéticos não poderá deixar de ser prejudicial para todas as lesões que envolvam desgaste das articulações, tendinites, etc"

    "O relvado do Dragão foi construído em 2003, e daí para cá já foi mudado total ou parcialmente por mais de uma vez, tendo a última ocorrido no defeso de 2009"

    "Quanto ao Estádio da Luz, começamos o nosso trabalho no início da época 2009/2010, e no último defeso procedemos à substituição integral do relvado por a superfície do anterior se encontrar bastante irregular"

    "Um relvado natural, uma vez instalado, e sendo bem mantido, tem uma longa duração"

    As minhas conclusões são:
    Venha de lá o sintético.
    Ambos concordam que os naturais são sempre preferíveis e enquanto espectador subscrevo mas, isto em condições normais, boas, de um bom natural. Esse não é claramente o caso de Alvalade: 8 anos e nenhum natural escapou à morte. Seja lá por que motivos for, esta é a realidade.

    Sobre o mais, está aí à vista:
    - O 1º diz que o comportamento da bola no sintético é igual à de num natural. E o 2º não diz em momento algum o contrário.
    - Ambos estão de acordo com os custos: o natural ganha na instalação e perde na manutenção.
    - Lesões: o 2º insinua - na sua opinião não especializada - tal coisa mas ... o médico do Boavista claramente desmente-o, caso falemos de sintéticos de última geração (geofill).
    - Duração: esta parte da entrevista não dá para perceber sobre a duração de um bom natural. Diz apenas que o do Dragão já foi mudado "por mais de uma vez", a última das quais em 2009. O do Galinheiro durou 1 ano, foi instalado em 2009 e mudado em 2010.
    Os sintéticos, relembremos, duram entre 8 a 10 anos ... no mínimo.

    Venha de lá o sintético então. Mais não seja estas 2 excelentes entrevistas fazem perceber que a preferência pelos naturais baseia-se naquilo que todos já sabemos: se é natural é melhor. Porquê? Porque sim, e eu subscrevo. Não há motivos concretos, é só porque sim, e eu continuo a subscrever. Mas se é só por isto ... não há motivos para não vir um sintético, quando de um lado temos,

    - 8 anos de naturais assassinados pelo clima / microclima de Alvalade / incompetência do Sporting na sua manutenção.
    - um excelente sintético.

    A minha escolha é evidente ...

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  8. Margarida ...

    Já que o Sr. Bastos não o diz na entrevista, diga-nos você, por favor:
    Aparte de todos preferirmos o natural, quais são as razões objectivas que desaconselham o sintético?

    Há concordância nos custos.
    O médico do Boavista elucida-nos sobre as lesões.
    Vamos por isso aquilo que falta, comportamento da bola:
    O ex-funcionário, aprendiz do Sr. Prazeres e hoje sócio-gerente da Global Stadium disse-nos claramente que a bola comporta-se da mesma forma no natural e no sintético de última geração. O médico do Boavista confirma, aqui "(...) já que estes se comportam na sua consistência e capacidade de amortecimento de forma em tudo semelhante à de um bom piso natural".

    Isto é verdade ou mentira? Na sua opinião. Ou na opinião da RED, por si tão elogiada, caso a conheça (a opinião).

    E já agora sobre: é mentira o que o médico do Boavista afirmou? Sobre os sintéticos em condições extremas de clima protegerem mais os atletas nos casos de lesões. E sobre em condições de clima normais, ser ela por ela.

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  9. MM:

    A questão que eu coloco é. Se existem estádios com características semelhantes à do nosso José Alvalade com relvados em boas condições, se existem empresas competentes, por esse mudo fora, na instalação e manutenção de relvados naturais, se existem meios de melhorar as condições climatéricas adversas existentes no Alvalade (de forma a combater/menorizar a temperatura extremamente elevada no estio, principal óbice de um bom desenvolvimento do relvado), pq crlho é que nunca se conseguiu ter um relvado minimamente aceitável no nosso Estádio? Se os nossos dirigentes tem demonstrado, à saciedade, tamanha incompetência em tantos assunto relacionados com o futebol profissional do clube, o que é que nos leva a acreditar que com o relvado terá sido diferente? Será que foram tentados todas as medidas e cuidados em prol dos diversos relvados instalados? Isto só são as questões que me surgem assim de repente e são elas, as dúvidas apresentadas, as responsáveis por eu continuar a não ser tão peremptório na escolha do sintético. Mas, como já afirmou o LdA anteriormente, não estou na disposição de arranjar mais uma frente de batalha no seio do Sporting por causa do relvado. Apenas gostava que explicassem aos sócios e adeptos do SCP td de forma cabal e clara. Por exemplo o pq de, sucessivamente, terem falhado os relvados naturais. E com base em dados científicos, com explicações verdadeiras, com recusrso a técnicos credenciados se preciso for, nos elucidassem sobre o a decisão que vier a ser adoptada. Tão somente isso. Informassem, transmitissem, demonstrassem o pq de optar agora pelo sintético ou, em alternativa, insistir com um novo relvado natural... A ver se colocámos um ponto final neste assunto.

    A verdade é só uma: neste momento não sabemos onde começa e termina, e qual o grau de responsabilidade do SCP no estado que os sucessivos relvados do SCP têm apresentado. Vejamos o primeiro relvado instalado correu mal… A ter por verdadeira a informação prestada nesta entrevista, de quem terá sido a culpa? Da empresa que desaconselhou a sua utilização ou do clube que forçou a sua estreia pondo em risco a sua qualidade futura? Está visto que no que ao relvado diz respeito, o ‘cepo’ começou logo a entortar no primeiríssimo dia… Ainda ontem dizia que há coisas incríveis que parecem só acontecer ao SCP… Este exemplo é só mais um, entre muitos outros… Neste caso especifico devemos ao que é que devemos agradecer? Ao famigerado Karma ou à malfadada incompetência?

    Abraço.

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  10. Virgilio,
    "Pq cara... é que nunca se conseguiu ter um relvado minimamente aceitável no nosso Estádio?"

    É a pergunta que fica por responder, sendo que todos nós - acho - prefeririamos de facto um relvado natural ...
    Vá-se lá saber, é como tanta coisa que se passa em Alvalade. Tudo por ali parece acontecer ao contrário do que acontece nos outros lados todos.

    Eu limitei-me a ver a coisa de modo prático. Desde 2003 até hoje o 1º entrevistado disse-nos ter o Sporting tentado mil-e-uma soluções, coisa que parece ser do conhecimento generalizado que é verdade. E se em 8 anos nunca conseguiram resolver o problema vamos esperar o quê?
    Eu não sei, em boa verdade esta história do relvado - que me lembre - nem nasceu com o novo Estádio, o velhinho Alvalade também sofria do mesmo problema. Se pelas mesmas razões ou outras não faço ideia. Da mesma forma que não faço ideia o porquê de não conseguirmos ter o que milhentos clubes por esta Europa fora têm.
    Nesta novela somos todos como o outro, "eu é mais bolos". Vamos esperar que tomem a decisão certa, pouco mais podemos fazer ...
    Abraço.

    PS: (Como em tudo existe Karma. E como em tudo existe competência e incompetência. Este assunto será domínio das segunda e terceira hipóteses acho ...)

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  11. Segundo sei, o 3º relvado nunca deu problemas, foi bem instalado e estava bom até lhe fazerem um concerto em cima.

    Parece-me é que esta questão como tantas outras no nosso Clube é mal gerida.

    É legitimo pensar que também aqui há incompetência.

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  12. Já agora só uma coisa que parece bastante evidente ... tudo isto é matéria de opção que trará sempre consequências boas e más, seja a decisão uma ou outra. Por este motivo seria aconselhável o clube explicar-se. Não demoraria muito, bastava as pessoas que aconselharam o presidente do Sporting (certamente ele não chegou a 95% de certeza sozinho ou isso fá-lo-ia aparecer num cenário onde com a sua declaração publica de intenção mais não estaria do que a falar por falar, quando esse não é claramente o seu normal timbre ...), bastaria esses conselheiros germinarem um pequeno texto que explicasse a opção. Não demoraria muito. Pode ser que o façam, quando a decisão for definitiva.
    Os 95% de probabilidade até agora não tiveram o cuidado de explicar nada. Fez (muito) mais por esclarecer-nos este blogue do que o clube, que é quem tomará a decisão ...

    Enfim são preocupações e métodos de tratamento dos sportinguistas. Nada a que não estejamos habituados, mas por esse motivo mais palmas ainda merecem este blogue e os seus autores, bem como os entrevistados que se prestaram aos esclarecimentos.

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  13. FCS, é verdade, lembro-me desse relvado que aguentou perfeitamente as limitações de Alvalade e que só foi substituido por causa de um concerto.

    Não vejo que neste caso exista uma culpa a atribuir, há sim culpas repartidas pelas várias entidades envolvidas (uma das quais, a natureza, inimputável). Mas existindo um relvado que deu boa conta de si não passaria já para a opção, sintético.

    Não que ponha o sintético completamente de parte, mas julgo que num contrato de responsabilidades partilhadas entre Sporting e empresa responsavel pela aplicação e manutenção do relvado é possivel algo incomparavelmente superior ao que tivemos nos últimos anos.

    Se a opção for por um sintético, que seja elaborado um concurso que possibilite avaliar a melhor solução tecnica do mercado.

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  14. FCS, LMGM:

    Confirmo, é msm verdade... Já não me recordava. Salvo erro esse relvado foi substituido afim de prever problemas futuros e nunca chegou, efectivamente, a dar problemas. Recordo-me, agora, de se colocar em causa a substituição de um relvado que tinha cumprido, por outro que deu barraca atrás de barraca. Foi, dps disso, que se começou a colocar em causa a continuidade dos concertos musicais em Alvalade.

    Assim sendo, é, digamos, mais um argumento a favor do 'natural'.

    Existe outro aspecto a ter em conta: a maioria das vezes as substituições dos relvados foram realizadas à pressa, sob fortes pressões do factor 'tempo', tem ter paciencia para com a mãe-natureza que não tem o interesse humano pelo futebol propriamente em gde conta. "Depressa e bem, há pouco quem"... mais ainda qd não se controlam todas as variáveis que contribuem para o sucesso.

    "Se a opção for por um sintético, que seja elaborado um concurso que possibilite avaliar a melhor solução tecnica do mercado"

    Estou ctg, LMGM.

    SL!

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  15. Virgilio, todos os relvados foram colocados com uma pressão de tempo para a sua utilização intensiva. A diferença entre o que durou mais tempo e os outros foi a época do ano em que foi colocado.

    Portugal não tem um inverno rigoroso, pode ter periodos de chuva mais intensos, mas normalmente não excede os 3 dias consecutivos (a média anual são 93). Mesmo em termos de frio só nas regiões de serra há temperaturas negativas persistentes.

    O nosso clima extremo é no verão, quer em temperaturas altas, quer em seca. É nesta época, num local com propensão para potenciar as condições adversas que nós teimamos em colocar relvados. O problema da seca é resolvido por sistema de rega, mas com o mau arejamento cria uma "sopa" junto ao relvado, ambiente óptimo para desenvolvimento de diversos problemas nomeadamente fungos.

    Resumindo, não tenho conhecimentos suficientes sobre relvados de futebol, mas tenhos os suficientes sobre botânica, culturas e sistemas de stress para arriscar que me parece ser mais simples controlar (quer fisica, quer quimicamente) o desenvolvimento de uma planta fora do periodo onde se verificam as piores condições possiveis.

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  16. LDA

    Não vou alimentar discussões inuteis consigo.

    Quanto aos seus anseios que me afaste, falo.ei com prazer, pois de facto este território, é TUGA e você lidera a TUGUISSE começando por desconhecer o real significado do termo.

    Quanto ao conflito que insinua com o mister sintético, desiluda-se, nem tenho o prazer de conheçer a entidade em causa.

    Sei e confirmo de onde veio. Até podia ser candidato a PR, pouco me importa.

    Espanta-me a mediocridade e a pedantisse com que escreve e insinua.

    Pode você ter falado com quem entendeu, é esse o seu direito.

    Agora colocar o SCP no mesmo embrulho do bessa, é no minimo constrangedor, e justifica como e porque o SCP chegou onde chegou.

    Passe bem, e que o SCP tenha o que entender ser mais adequado aos interesses do clube, e que doravante seja possivel honrar a memória de quem em 1906 fundou o SCP.

    A todos quantos tiveram a maçada de lêr o que escrevi obrigada pela atenção, mas definitivamente este local não é para mim.

    Persista a mediocridade, pois sem ela Portugal pode evoluir e isso não serva os interesses da maioria.

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  17. Pela minha parte confesso que nesta questão deixo a racionalidade completamente de lado e deixo-me conduzir pela emoção.

    Dificilmente voltarei a Alvalade se a opção for por um sintético. E desculpem-me a franqueza de quem fala com o coração nas mãos.

    Já suportei mil e uma violencias no Sporting nos ultimos anos. Já passei por cima de mil e um ataques a tudo o que eu achava sagrado. Já suportei incompetencias mil. Canalhices mil! Ataques demais a este Clube a que dedico muito mais tempo e energias do que a razão recomenda. Para mim, ir-se para um sintetico seria o golpe final. Até porque também eu me lembro desse relvado que se aguentou bem até ao concerto que ocorreu dias antes de eleições, se não me engano. E não acredito que o problema da relva natural seja insoluvel.

    Voces não estão fartos de fantasticas soluções novas e inovadoras? De grandes golpes financeiros? De fantasticos novos metodos de gestão? De inovação no marketing? De golpes de genio na gestão desse novo mundo maravilhoso das SADs?

    Depois de tudo isto e de tudo o que aconteceu nos ultimos anos, ainda querem mais inovação? Mais novas soluções fantasticas? Mais invenções?

    Porra, eui não quero. Quero só que me devolvam o meu Sporting! E o mundo encantado e mágico da paixão do futebol com que cresci!

    Chega de inovação, foxx-ss! Quero relva natural! O futebol joga-se em RELVA NATURAL!

    P.S.: Parabéns caro LdA pela abrangencia e qualidade com que este tema foi abordado! Tomara que 90% dos jornais deste País chegassem aos calcanhares do que se faz neste espeço que é totalmente amador.

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  18. margarida:
    se não estivesse preocupado com a sua própria agenda perceberia, pelo que deixei escrito acima,o que são as minhas preferências nesta matéria.

    No primeiro artigo acusava-me de não promover o contraditório fazendo insinuações sobre as minhas intenções e carácter. Desconhecia que a entrevista à RED estava já realizada.

    O que certamente gostaria era que desse aqui tempo de antena aos interesses que representa. Ao contrário de si, nada tenho a ganhar com isto, bem antes pelo contrário.

    Tal como pensava o que aqui o trouxe parece-lhe terminado. Ninguém sentirá a sua falta.

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  19. "O nosso clima extremo é no verão, quer em temperaturas altas, quer em seca. É nesta época, num local com propensão para potenciar as condições adversas que nós teimamos em colocar relvados"

    Exacto. É o que venho dizendo, LMGM! O extremo calor é o principal inimigo dum relvado em condições. A falta de água não se coloca, obviamente. Falo em tempo, referindo-me ao facto de não deixar o relvado estabelecer-se completamente, antes da sua utilização. Isso independentemente da época do ano em que os diversos relvados foram instalados. Sinceramente, não me recordo qd ocorreram tds... Tb já foram seis diferentes e julgo que não coincidiram tds no Verão. Lembro-me de um caso em que se aproveitou uma pausa no campeonato para se proceder a mais uma substituição... Logo, esse não foi colocado no pico do Verão. Julgo que terá sido mais ou menos por esta altura (OUT/NOV), mas não garanto. Não me recordo se foi esse o que teve mais sucesso, ou menor insucesso, vá. Falo recorrendo a uma memória difusa...

    De qlq forma e apesar de o Inverno em Lx ser pc rigoroso, como tão bem referiste, o período de luz é igual ao da serra da estrela... Menos luz, menos fotossintese, menos crescimento... Menos crescimento implica menor velocidade de enraizamento. Existe tb aqui uma limitação quer no sentido biológico quer no sentido prático da coisa: o SCP a precisa de utilizar o relvado!... Ai está a tal presão e, se calhar, o facto de se ter optado pela instalação da maioria deles durante o defeso futebolistico, ou seja, no Verão.

    De qlq forma devo realçar que de relvados tb nada percebo! Não é bem o típico "Eu é mais bolos" como o MM humoristicamente referiu, mas é o eu é mais sobreiros, azinheiras, carvalhos, eucaliptos, ciprestes, cedros e... Pinheiros... mansos ou bravos! hehehehe

    E, convenhamos, que não é bem a mesma coisa! :)

    Abraço.

    ResponderEliminar
  20. Solicito escusas aos demais, pretendo unicamente dirigir-me ao Malcato sobre uma questão pendente no post do sintético e faço-o aqui no natural por ser o mais actual, vejo com agrado que o esclareciemnto continua, foi aliás só isso que expressei no post em questão com a devida ressalva que esta como outras temáticas serviria para alguns como arma de arremesso contra a direcção, (o que até já aconteceu, servindo unicamente para me corroborar) podem estar certos está só a resolver um problema antigo que visa possibilitar também a multifuncionalidade inerente na construção do estádio e daí obter um aumento na rentabilidade, contribuí ainda com uma abordagem pouco usual nesta temática mas igualmente veridica, nunca será um decisão irreversivel, da mesma forma que esta direcção pode entender substituir o batatal por um sintético que lhe permitirá utilizar o estádio também mas não só com futebol, outra estará sempre apta para o irreversivel. Ambas são decisões mais que legitimas, uma sei que vai acontecer e nunca pretendi sequer opinar sobre ela, outra só por birra se julgaria a eventualidade. Foi só isto como se poderá comprovar que expressei no post que me mereceu uma resposta do Malato que não solicitei e me pretendeu informar que aqui se discute o sporting?! Não obstante refere as minhas convicções e os meus ódios de estimação?! Como depois inclusive da minha resposta a jvl em que abordei a minha estranheza continuo sem saber que andamos juntos na escola, agora mais que um pedido de explicações solicito um pedido de desculpas. Foi só essa a minha intenção quando me propus aqui voltar, não tencionando repetir a proeza, já não estou sequer interessado no que poderá ter motivado tal absurdo, sequer esclarecer que não faz nenhum sentido, mas que fique registado que ao invés de delicado, ter congratulado inclusive o site, poderia muito simplesmente ter referido que da mesma forma que acham que tudo tem de ser discutido há quem como eu tenha outra opinião sobre as discussões, sobre o apoio, etc, simplesmente porque há em Alvalade tal como eu quem saiba mais sobre esta temática do que sonharão um dia, que nesta altura é unânime que só depois de aplicado surgirão as opiniões válidas, não o fiz, não pretendi ao fim e ao cabo questionar a razão de ser de mais um blogue, sobretudo porque nem sequer o frequento, mais uma vez refiro que cheguei aqui aconselhado por outro blogue, usei o direito de comentar e fui objecto de uma resposta que não aceito e que pretendo ver esclarecida por parte de quem achou por bem, o caro Malcato que por sua vez nem terá de se preocupar com explicações, não tenho qualquer interesse nesse caminho, basta que agarre a oportunidade de dizer que foi irreflectido. Neste momento só espero não ser necessário preocupar-me com a edição deste comentário, verifico inclusive neste post outro comentador expressar o mesmo receio, para além de que a explicação que solicito já deveria ter sido editada há muito?! A blogosfera leonina para além de permitir expressar discordâncias com a actual direcção também permite denunciar canalhices editoriais de alguns sitios, infelizmente recentemente a isso me vi obrigado, era o minimo que se exigia. Apesar de quase me ter esquecido desta questão aguardo agora uma resposta taõ célere como a anterior, até porque desta feita sou eu que solicito, atente-se, unicamente uma prova de educação, repito que não tenho quaqluer interesse em fazer mais nada aqui no blogue. S.L.

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  21. Para já tão rápida nunca será, o que me escusa sequer das expectativas a que nunca pretendi obrigar o Malcato de simplesmente ser educado. Porque preocupar-me com o que aqui se discute ou deixa de discutir ou até com o que se pretende dizer que aqui se passa foi algo que nunca ambicionei, o que não faltam é sitios na blogosfera leonina que levavam o sporting aos titulos, já inteligência e humildade que costumam caracterizar o simples adepto que não se demite da sua principal função que será sempre apoiar o seu clube infelizmente escasseiam na web, não será pois a isso alheio a relevância que própria direcção atribuiu á selva na net, a direcção e eu que gosto de coisas mais palpáveis, sobretudo de quem fala do que sabe, o aspecto da educação até é secundário em relação a esse facto fundamental. S.L.

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  22. O sintético que o SCP quer colocar é de uma geração acima da do Boavista...e o do BOavista é FABULOSO,já lá dei uns toques.
    Sente-se a falta do cheiro a relva natural em duvida,mas em termos de jogo é igual senão melhor mesmo.

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  23. Vítor,

    Em primeiro lugar, peço desculpa pela demora na resposta à sua solicitação. Entenda por favor que nem sempre tenho oportunidade para acompanhar o blog e a comprova-lo tem à disposição os comentários realizados desde o post referido.

    Refere muito bem que não andámos juntos na escola e como tal, se quer respeito também deve dar-se a esse respeito. Por isso, agradeço que também não me dirija esse tipo de discurso como se fosse uma autoridade moral a quem eu deva prestar qualquer tipo de homenagem. Adicionalmente, apesar de não me conhecer, não me trate como se fosse um fulano qualquer.

    Num post dedicado a esclarecimentos sobre o potencial de um relvado sintético e sem qualquer tipo de farpa ao que quer que fosse, o caro Vítor optou por lançar farpas a pessoas cujas mentalidades e opiniões não vão em conta com aquilo que identifica como ideal para o Sporting. Legítimo, mas em minha opinião, bastante inoportuno.

    Sem nada mais a acrescentar e esperando que não se dê continuidade a este "diálogo" desnecessário, pois parece-me que o Vítor não pretende aprender nada comigo e eu sinceramente, respeitando-o enquanto companheiro sportinguista, não me identifico com nada do que defende e idealiza.

    Saudações Leoninas

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  24. De Margarida para MM, respondendo a post de 10/11
    MM
    Já que o Sr. Bastos não o diz na entrevista, diga-nos você, por favor:
    Aparte de todos preferirmos o natural, quais são as razões objectivas que desaconselham o sintético?

    MARGARIDA
    Se a pergunta que me dirige espera uma resposta técnica, essa carecerá de uma profunda reflexão, e pesquisa, na medida em que não sou fabricante de relva sintética.
    Todavia estou convicta que o sintético, visto na perspectiva RACIONAL / MATEMÁTICA ,logo financeira a longo prazo, uma solução que em primeira análise pode sustentar a ECONOMIA de um clube TESO, mas para isso o clube tem de derivar do estatuto ELITE!
    Encaro o sintético no futebol o futuro, a longo prazo, mantendo-se a tendência de clubes valerem pelo seu património imobiliário associado ao valor pelo que os seus melhores jogadores, ACTIVOS, possam ser transaccionados.
    No meu entender, o Futebol é um enorme mercado financeiro, onde a especulação IMPERA e comanda.
    Não creio os sintéticos terem sido” inventados” com esse propósito, Papel-moeda, COM PELOS, mas creio:
    EM PRIMEIRO LUGAR, o revitalizar de uma vasta industria Europeia, TEXTIL, que nas décadas de 70/80, a primeira a sofrer os primeiros abalos do terramoto que vivemos nos dias de hoje e que por isso quase FALIU!
    O espaço alvo deste produto é GIGANTE (embora aqui haja quem declare que pouco se sabe da sua verdadeira dimensão, limitando-a ao quintal na Boavista…) desde sempre foi o Desporto COM BOLAS: ténis, futebol 5, hóquei em campo, futebol e por ultimo o rugby.
    EM SEGUNDO LUGAR, O COMERCIO do e no futebol, apoiado pela FIFA, (estrutura COM <nº de pessoas que o parlamento Europeu mas 3x +cara, á escala) que abre a porta á relva sintética, como produto, e a adopta, e tal como LDA, de forma ECLETICA!
    É difícil reunir consensos em torno do que é melhor ou pior onde jogar Futebol, “mercado”os media media, fazem a noticia, na maioria dos casos c ajuda interna do … FUTEBOL.
    A CULTURA DÁ NO CONSENSO, aquilo que não consigo ver no SCP e suas hostes; a amostra de IMBECILIDADES em torno do RELVADO de Lisboa é maior que o ESTÀDIO!
    Nem cultura nem consenso nem bom senso moram na casa do SCP, sitio sem pão e onde tudo ralha sem razão.

    (CONTINUA)

    ResponderEliminar
  25. De Margarida para MM RESPONDE SEU POST DE 11/10

    CONTINUAÇÃO)
    Objectivamente:
    A relva sintética parece-me um produto que reúne as características artificiais que VIVEM naturalmente num BOM RELVADO natural.
    Terá CERTAMENTE uma elevada, frequente, MANUTENÇÃO, para que essas características perdurem. (VEM NO SITE DA FIFA).O que Botas não diz na sua entrevista, e na qual apenas se refere ao tal de orgânico, omitindo a RELVA e seus atributos, essa terá como todos os produtos sintéticos, não UMA, mas VÁRIAS FACES OCULTAS (usando um termo do dia a dia de Portugal) e que são a essência de qualquer segredo industrial! Estes, segredos, são bons e outros serão certamente MUITO MAUS e por isso sustentam o segredo… é assim em tudo porque havia de ser diferente com o que Botas BERRA? Este, autor/criador do único sistema de relva sintética que LDA determina referencia a seguir em Alvalade, apresenta-se-me como um pequenino charlatão, quem em biquinhos de pés, (segundo me dizem é pequenote; nunca o vi em pessoa só a carinha no Facebook,) VOCIFERA, MANIPULA, e auto elegendo-se 2º Vice-rei neste Blogue, quer vender (o que até acho legitimo), uma relva sintética que não encontro referenciada em lado nenhum a não ser na imprensa pasquinhosa” (INVENTEI ESTE ADJECTIVO) que por ele paga, escreve e opina! Ah, ainda o NOVARA: faz apologia de BESSA; vem a Portugal dizer que é um clube da 2ª Divisão já tem sintético e que os da 1ª devem também ter porque bla bla bla bla bla….Luznikhy (não sei se é assim que se escreve) continua com mesma desconhecida relva sintética “do universo ecleticamente oculto de LDA) ainda se recomenda, pelo menos assim o dizem os entendidos”, á séria, nesta matéria, e que são MUITOS NO MUNDO! Não me dirijo á corrupção (intelectual e material) que os esbirros sobre o tema possibilitam; o universo de proliferação é … “o povo” qq povo, que ainda. AC, já amava pão e CIRCO.É esta face oculta, que gera “as opiniões”: contra e favor de qq coisa, seja relva ou cerveja, residindo nesta ultima a escolha no gosto pessoal no paladar! Resumo isto no que me parece adequado e essencial: 1 Possível ter um excelente relvado natural, que Alvalade já teve, e que a negligência dos técnicos, OS MILHÕES que revestem as paredes do Shopping agora LIDL, matou, sufocou e que alguém aqui já explicou, creio MM ou Virgílio, de forma exemplarmente objectiva. Relva natural é um ser VIVO, deve e tem de ser cuidado como tal!
    Com limitações, funcionais, é e será sempre o palco dos grandes Jogos promovido por grandes atletas que tb jogam futebol Relva sintética, funciona, é um plástico muito evoluído, tem produtos químicos que os fabricantes de topo (caros) usam contra a degradação induzida pelos UV que “matam” o produto, e ai não HÁ CONSULTORAS HEROICAS que a salvem, e a solução final, como tudo o que é artificial, tira, deita fora e mete novo!

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  26. DE MARAGRIDA A MM
    (CONTINUAÇÃO)

    10 anos de vida como afirma Botas, é um embuste. Deve aqui Botas ou LDA, explicar o que garante, como garante neste PRAZO e quanto custa! Se a ITALGREEN garantir 10 anos como garantiu no estádio Municipal de Tomar, então essa garantia vale 0, e a duração são menos de 4! (jornal O mirante - estádio de Tomar-internet) Boavista é, como já aqui escrevi um embuste! Uma vergonhosa campanha mediática feita a soldo de DINHEIRO! Não me interessa a sua origem, nem me ofusca, mas a “protecção que neste sitio se lhe dá, em nome do SCP, é absurdamente perigosa e manipuladora da ignorância. Assim se conduzem multidões, e o SCP não é excepção, no tema! Volte-se ao natural, convide-se a RED a entrar e ter o direito de demonstrar a sua inocência, pois tal como JESUS CRISTO, foi condenada, crucificada em Alvalade. Não foi PONTIUS PILATOS que ditou a condenação; esse reformou-se há 2026 anos (beneficiando de pensão vitalícia); pelo que li sobre o tema, foi o carrasco do relvado que ainda é a quem ainda hoje, o SCP paga um ordenado milhento ,e ainda este contratou uma consultora, que vende há 3 anos uma relva criada no Alentejo, CORTADA da terra que lhe dá sustento, deixando nessa terra, as raízes que deviam estar em Alvalade… Coarctada dessas raízes que a alimentam, a relva, de forma espontânea essa tem dificuldades em viver na nova casa. Usam-se? DROGAS DE CRESCIMENTO derivados anabolizantes? empregues com tecnologia invasiva de solos; esta substância cujo uso tem sido pesquisado especialmente na área médica pelas suas propriedades anti-cancerígenas, e de preservação celular, usada Isolada de uma dieta rica em proteínas,logo deficiente, MATA, pessoas animais e PLANTAS! As substâncias anabolizantes derivam de plantas; Foram os Russos que a isolaram em 1930 da planta Pffafia Paniculata, rica em Beta-ecdysterone substancia que aporta o alimento das células, as proteinas, e que as plantas transformam em energia!

    Há um planeta de relvas sintéticas, que vão das más (Portugal tem toneladas destas) às excelentes (ainda cá não chegaram, mas saíram do forno há 2 anos!)

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  27. E VOU VOLTAR DE NOVO LDA

    AINDA NÃO ACABEI, PODE SER QUE APRENDA ALGO ESPECIALMENTE A PENSAR ANTES DE FAZER...

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  28. Ainda respondendo a MM em 11/11

    Há concordância nos custos.
    Que custos? Quem e como se determinam? Ainda aqui nada vi sobre isso a não ser ESPECULAÇÃO!

    O médico do Boavista elucida-nos sobre as lesões.
    Dá a sua opinião, informa, certamente fundamentando-se no seu saber que não é de certeza eclético!
    É a única declaração neste particular que me merece credibilidade, trata-se de um médico!
    Vamos por isso aquilo que falta, comportamento da bola:
    O ex-funcionário, aprendiz do Sr. Prazeres e hoje sócio-gerente da Global Stadium disse-nos claramente que a bola comporta-se da mesma forma no natural e no sintético de última geração. O médico do Boavista confirma, aqui "(...) já que estes se comportam na sua consistência e capacidade de amortecimento de forma em tudo semelhante à de um bom piso natural".

    Isto é verdade ou mentira? Na sua opinião. Ou na opinião da RED, por si tão elogiada, caso a conheça (a opinião).

    O que o aprendiz, como MM o classifica e que da leitura das suas declarações publicas exibidas na imprensa, concluo ser e mau, pouco me interessa, e citando LDA "canta bem mas não me alegra"; em nada contribui para eu aprender e depois poder escolher, em LIBERDADE.

    Quem é esse mau aprendiz para afirmar que “entende” isto ou aquilo, que a bola rola assim ou assado, que é igual ao natural, quando outros opinativos no mundo dizem que rola+rápido, a imprensa dos pasquims corrobora, os jogadores do Bessa confirmam?

    Mas por ventura querem vender relva ao SCP ou um aprendiz de feiticeiro?

    E já agora sobre:

    "é mentira o que o médico do Boavista afirmou? Sobre os sintéticos em condições extremas de clima protegerem mais os atletas nos casos de lesões. E sobre em condições de clima normais, ser ela por ela."

    Não sei se é mentira o aqui diz o Médico do Boavista ter afirmado
    Não o ouvi, não falei com a pessoa! Mas dando-lhe o benficio da verdade, por ser medido, e os médicos não podem mentir, o juramento de Hipócrates não o permite e a sua consciência muito menos, até acredito que seja verdade e respeito-a.
    E até faz algum sentido, biotecnicamente pensando…

    Não sou contra a inovação, antes pelo contrário; não aprecio é circo!

    DANIEL DE OLIVEIRA, escreve no jornal Record edição de 12/11, “quando Maniche foi expulso no SCP/ VG, foi aplaudido de pé (gladiador que sai da arena) por muitos presentes na bancada central de Alvalade, sem descrever qual… escreve ainda que quando o jogo acabou
    a bancada vaiou a equipa acenando lenços brancos. E diz ainda não entender que justiça há em Alvalade quando se aplaude quem se faz expulsar e partir um grupo de trabalho, e se vais quem fica em campo a tentar refazer-se das dores de estômago resultantes do traidor soco de Maniche?

    Na capa do mesmo jornal, pode ler-se que o Sporting faz contas por Hugo Almeida!

    Isto é o SCP, é PORTUGAL, onde se anuncia num clube sem recursos para arranjar um palco decente, LOCAL DE TRABALHO, e se anuncia a construção de um TGV mesmo sabendo que há 3.000.000, 30% de um povo, que recorre aos bancos alimentares para comer.

    Isto parece-me imoral!
    Desajustado, promíscuo e de elementar saque. Dentro e fora do SCP.

    E termino escrevendo a LDA:
    “Despeço-me deste sítio, aqui e agora, PORQUE EU QUERO, e acredite que ansiava por daqui sair, mas antes porém teria que escrever o que escrevi, e aqui deixar expresso: DEMITA-SE, dedique-se á consultoria em Alvalade, preferencialmente em relvados, porque pode fazer m---- que ninguém vê, e ainda lhe pagam por cima”.

    A quem não me tratou MAL e acredito interessada no tema, espero ter dado um contributo construtivo e minimamente esclarecedor, mas de facto não sou personna grata neste sitio porque, e já aqui o escrevi, LDA não gosta de mulheres…no seu blogue!
    M

    ResponderEliminar
  29. Margarida:
    Volte quando quiser. Quanto mais escrever melhor os leitores perceberão o que o traz aqui.

    Resolva os seus problemas com o Engº Botas longe deste forúm. Ao contrário do que pensa, eu TAMBÉM tenho uma palavra a dizer sobre a sua presença, uma vez que este blogue não é nem um muro de lamentações para incompetentes ressabiados com os banhos da concorrência nem um jardim para os PRAZERES narcísicos de auto-intitulados “reis do sintético”. Este não será mais, a partir de agora um palco para as suas frustrações profissionais.

    P.S: Só uma margarida andrógina não entende que a opinião não tem sexo.

    ResponderEliminar

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